quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Presidente da República de Transição, General Horta Inta-a procede, está quinta-feira (08.10), auscultação ao Governo, sobre realização as eleições gerais marcadas para o dia 06 de Dezembro de 2026.
A Guiné-Bissau pertence a todos os seus filhos. Nenhuma divergência política deve transformar um guineense em inimigo de outro guineense. Precisamos de preservar os laços que nos unem, respeitar-nos mutuamente e criar condições para que as feridas sejam tratadas através do diálogo, da compreensão e da reconciliação...
Por Umaro S. Embaló/Presidente de Concórdia Nacional is feeling confident 08/10/2026
AOS PATRIOTAS!
Caros patriotas, dirigentes, agentes, oficiais superiores e subalternos, membros civis e militares do antigo Corpo de Segurança e Defesa do Palácio da República, que servimos a Pátria com honra, dedicação e patriotismo durante o exercício das nossas funções.
Dirigimo-nos particularmente àqueles que, durante o período em que desempenharam as suas funções junto do Palácio da República, tenham levado consigo, por orientação superior, por necessidade de serviço ou por qualquer outra circunstância, bens, equipamentos, materiais, objetos, documentos ou outros meios pertencentes ao património presidencial ou que lhes tenham sido confiados para o exercício das suas funções.
Apelamos a todos para que identifiquem e devolvam integralmente esses bens às novas autoridades competentes, independentemente do local onde atualmente se encontrem, seja em residências particulares, escritórios ou qualquer outro lugar fora das instalações presidenciais.
Este pedido não deve ser entendido como uma acusação a quem quer que seja. É, acima de tudo, um apelo à responsabilidade, à transparência, ao respeito pelo património do Estado e ao cumprimento das nossas obrigações perante a República.
Ao devolvermos aquilo que nos foi confiado, demonstramos que, apesar das diferenças e das circunstâncias que o país atravessa, continuamos comprometidos com a preservação das instituições, da paz e da dignidade nacional.
Vocês são patriotas. Juraram servir e defender a Pátria.
Por isso, neste momento, apelamos à vossa serenidade, disciplina e sentido de Estado: acatem as orientações das autoridades competentes, cumpram as instruções e decisões institucionais e continuem a desempenhar o vosso dever com responsabilidade e respeito pelas instituições.
PELA UNIDADE E RECONCILIAÇÃO NACIONAL
Aos nossos apoiantes e simpatizantes, dirigimos também um apelo especial à calma, à prudência e à contenção.
Compreendemos que os acontecimentos possam provocar emoções fortes, indignação e preocupação. Contudo, apelamos para que essas emoções não se transformem em palavras, gestos ou atos que possam dividir ainda mais os guineenses, ofender outros cidadãos ou alimentar conflitos.
É tempo de baixar as tensões e elevar o sentido de responsabilidade.
A Guiné-Bissau pertence a todos os seus filhos. Nenhuma divergência política deve transformar um guineense em inimigo de outro guineense. Precisamos de preservar os laços que nos unem, respeitar-nos mutuamente e criar condições para que as feridas sejam tratadas através do diálogo, da compreensão e da reconciliação.
A reconciliação não significa esquecer as diferenças. Significa reconhecer que a paz, a vida humana, a dignidade e a unidade nacional estão acima das nossas divergências.
Que cada um de nós seja parte da solução e não da divisão. Pela Paz. Pela Unidade. Pela Reconciliação Nacional. Pela Guiné-Bissau.
Que Deus nos abençoe.
Pelo menos quatro mortos e 14 feridos em ataque russo contra Kyiv... Pelo menos quatro pessoas morreram e outras 12 ficaram feridas num ataque russo com drones contra os distritos de Obolon e Desnianskyi, na capital da Ucrânia, na última noite, disse hoje a polícia local.
© REUTERS/Gleb Garanich Por LUSA 08/10/2026
Duas das vítimas morreram quando um drone russo caiu entre dois edifícios residenciais em Obolon.
O ataque deixou sete pessoas feridas, acrescentaram as autoridades policiais ucranianas.
Um outro drone russo atingiu uma casa em Desnianskyi, provocando a morte a duas mulheres, num ataque em que outras cinco pessoas ficaram feridas.
Kyiv já tinha sido atacada pelas forças russas na quarta-feira, provocando a morte de duas pessoas.
Os ataques russos de quarta-feira fizeram pelo menos 28 mortos na Ucrânia.
Por outro lado, a Ucrânia atacou na última noite um centro de dados da empresa tecnológica russa Yandex na região de Riazan.
Segundo a empresa russa, a situação no local está controlada e não se registaram vítimas.
Entretanto, o Ministério da Defesa russo anunciou que, durante a noite passada, as defesas antiaéreas intercetaram e destruíram 399 drones ucranianos sobre 20 regiões da Rússia, a península anexada da Crimeia e o Mar Negro.
A Rússia invadiu a Ucrânia em 2014 anexando a Península da Crimeia e lançou uma ofensiva militar de grande escala contra todo o território ucraniano em fevereiro de 2022.
Leia Também: Moldova denuncia sobrevoo de aparelho no espaço aéreo nacional
O governo da Moldova denunciou hoje uma violação do espaço aéreo na tarde de quarta-feira, durante o mais recente ataque lançado pela Rússia contra a Ucrânia.
De acordo com o Governo de Chissinau, tratou-se de um aparelho que ainda não foi identificado e que sobrevoou o país durante cerca de um minuto antes de seguir em direção à província ucraniana de Odessa.
O Ministério da Defesa da Moldova indicou que o "voo não autorizado no espaço aéreo nacional" foi detetado ao princípio da noite passada nas imediações da localidade de Pervomaisk.
"O aparelho deixou o espaço aéreo nacional dirigindo-se para Limanske, em Odessa", acrescentou o Governo...
Coreia do Sul afirma que entregas de gasóleo à Rússia não estão proibidas... A Coreia do Sul afirmou hoje que as entregas de gasóleo a Moscovo não estão sujeitas a controlos à exportação, depois de ser acusada pela Ucrânia de ter contribuído para atenuar a escassez de combustível na Rússia.
© Getty Images Por LUSA 08/10/2026
Um conselheiro do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou esta semana que esses fornecimentos de gasóleo à Rússia, vão "claramente contra" a política de sanções da Coreia do Sul, que considerou as declarações como "factualmente incorretas" e "inadequadas".
O Ministério dos Negócios Estrangeiros sul-coreano indicou hoje que o gasóleo, mesmo que proviesse da Coreia do Sul, não violaria as proibições de exportação.
O jornal britânico The Guardian revelou esta semana que 176.000 toneladas de produtos, "principalmente gasóleo", tinham sido enviadas da Coreia do Sul para a Rússia em julho e agosto, citando registos portuários e dados de rastreio de navios.
"Os produtos petrolíferos refinados, incluindo o gasóleo comercial e o combustível para aviação, mencionados no artigo do Guardian, não estão sujeitos aos controlos à exportação da Coreia do Sul contra a Rússia", sublinhou o ministério sul-coreano, sublinhando que as exportações globais para Moscovo caíram para menos de metade desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022.
"Não foi comprovado que combustíveis de origem sul-coreana, nomeadamente gasóleo, tenham sido exportados para a Rússia", acrescentou.
Segundo o Guardian, três dos sete petroleiros que terão sido carregados em portos sul-coreanos estão sujeitos a sanções.
O ministério sul-coreano indicou que está a realizar "verificações adicionais" sobre as rotas percorridas por esses navios, a fim de determinar se as leis nacionais foram infringidas.
As relações entre Seul e Kiev estão tensas desde que Zelensky revelou, em setembro, que dois soldados norte-coreanos capturados enquanto combatiam ao lado das forças russas tinham sido enviados para a Coreia do Sul. Seul afirmou que Kiev tinha violado um acordo de confidencialidade sobre o assunto.
Desde o início da guerra na Ucrânia, a Coreia do Norte tornou-se um aliado fundamental do Kremlin, enviando soldados para apoiar o esforço de guerra de Moscovo em troca de vantagens económicas e de tecnologias militares.
Leia Também: Exército russo recebeu novo fornecimento de lança-granadas para utilizar na Ucrânia
"O lança-granadas acoplável GP-34 de 40 mm foi concebido para atingir pessoal e veículos não blindados com granadas e projéteis termobáricos a distâncias de até 400 metros", declarou a Kalashnikov
A Kalashnikov Concern, um dos maiores fabricantes de armas do mundo, entregou esta quinta-feira um grande lote de lança-granadas acoplados GP-34 às forças russas que operam na Ucrânia, cumprindo assim o seu contrato anual de fornecimento para este ano.
"A Kalashnikov forneceu um lote de lança-granadas acoplados GP-34 de 40 mm a um cliente das forças de segurança russas" na Ucrânia, afirmou a empresa no seu canal de Telegram...
16 detidos, droga e 100 mil euros apreendidos: megaoperação da PSP desmantela grupo de traficantes no Porto... A operação no Porto decorreu nos bairros de Pinheiro Torres e da Pasteleira
Por cnnportugal.iol.pt/Agência Lusa, 08/10/2026
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve na quarta-feira 16 pessoas e apreendeu grandes quantidades de dinheiro e droga numa operação contra o tráfico no Porto e zonas limítrofes, disse esta quinta-feira à Lusa fonte daquela força de segurança.
Fonte do Comando Metropolitano do Porto (COMETPOR) da PSP adiantou à Lusa que a operação no Porto decorreu nos bairros de Pinheiro Torres e da Pasteleira e terminou às 21:00 de quarta-feira, com a detenção de 16 pessoas.
“No âmbito da operação foi apreendida grande quantidade de droga e dinheiro. Numa das casas alvo de buscas foram apreendidos cerca 100 mil euros”, disse a mesma fonte, remetendo para mais tarde dados balanço mais concreto sobre a operação.
Na quinta-feira, um responsável da PSP tinha dito à Lusa que as buscas, com mais de 40 mandados de detenção, estenderam-se a zonas fora do Porto, de controlo da Guarda Nacional Republicana (GNR), que também participou nas buscas.
“Estamos a falar de mais de 40 mandados de detenção”, referiu, revelando que a operação tem por alvo um “grupo organizado de traficantes”.
Cuba acusa EUA de intimidar exportadores de combustível para a ilha... O Governo de Cuba acusou os Estados Unidos (EUA) de "intimidar com ameaças" Estados e empresas que exportem ou transportem combustíveis para a ilha, denunciando como "ilegais" ações que classificou como de "pirataria e pilhagem".
© Lusa 08/10/2026
"A importação de combustíveis por entidades estatais e privadas em Cuba, provenientes de qualquer país, é legal, de acordo com a legislação nacional e o Direito Internacional", afirmou na quarta-feira o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da ilha, Carlos Fernández de Cossío, numa declaração publicada nas redes sociais.
Numa reação ao anúncio das autoridades norte-americanas da apreensão de mais de 600 mil galões (2,2 milhões de litros) de biodiesel que se destinavam a Cuba, avaliados em cerca de 2,8 milhões de dólares (2,5 milhões de euros), Cossío sustentou que "o que é ilegal é intimidar Estados soberanos com ameaças de retaliação por parte do Governo dos EUA, caso exportem combustível para Cuba, ou empresas exportadoras ou transportadoras de qualquer país por participarem em operações comerciais dessa natureza".
O diplomata qualificou também como ilegal o facto de se "perseguir e intercetar em águas internacionais navios que transportem combustíveis para Cuba, tal como são ilegais a pirataria e a pilhagem".
"Dispor, armazenar, distribuir e comercializar esse combustível no território cubano também é legal, tal como o é transportá-lo em águas internacionais", sublinhou Cossío.
Além disso, o vice-ministro denunciou que é "ilegal, imoral e criminoso submeter todo um povo à asfixia económica como castigo coletivo com fins políticos".
Agências do Departamento de Segurança Interna dos EUA anunciaram numa conferência de imprensa, na quarta-feira, que confiscaram 90 carregamentos de combustível, 71 dos quais no Porto de Everglades, na Flórida, e 19 no Porto de Houston, no Texas, que se destinavam à Enetec, uma empresa cubana sujeita a sanções pelos EUA.
"Trata-se de uma tentativa deliberada de contornar as sanções dos EUA e tudo está, neste momento, sob investigação", afirmou José R. Figueroa, agente especial responsável pelo Gabinete de Investigações de Segurança Nacional em Miami.
A apreensão do combustível ocorre no contexto da profunda crise energética que Cuba atravessa desde meados de 2024, agravada desde janeiro pelo bloqueio petrolífero dos EUA, uma medida qualificada pelas Nações Unidas como contrária ao direito internacional.
A situação paralisou quase totalmente a economia da ilha, que atravessa a pior crise em décadas, com escassez de alimentos, medicamentos e outros recursos básicos, a que se somam cortes de energia diários devido a avarias frequentes em centrais elétricas já obsoletas e ao défice de combustíveis.
A isto soma-se rondas de sanções impostas por Washington contra setores vitais da economia da ilha, que, além disso, ameaçam empresas que mantêm relações comerciais ou que apoiaram financeira, material ou tecnologicamente o Governo de Havana.
Leia Também: EUA intercetaram 90 cargueiros com combustível para Cuba, Havana fala em "pirataria e pilhagem"
As autoridades americanas anunciaram, esta quinta-feira, que intercetaram 90 carregamentos de combustível destinados a Cuba, com um valor aproximado de três milhões de dólares, num contexto de bloqueio petrolífero imposto por Washington. Havana denuncia ações "ilegais" que classificou como "pirataria e pilhagem".
Este combustível destinava-se à Enetec, uma empresa cubana sujeita a sanções americanas desde julho passado. Setenta e uma cargas foram localizadas em Port Everglades, na Florida, e o restante foi feito no porto de Houston, no Texas...
Trump acusado de usar dinheiro público para propaganda eleitoral... A Comissão Nacional Democrata (CMD) processou Donald Trump na quarta-feira, por publicidade televisiva recente a promover a sua política, que custou milhões de dólares aos contribuintes.
© Anna Moneymaker/Getty Images Por LUSA 08/10/2026
Na queixa alega-se que a publicidade é propaganda ilegal patrocinada pelo governo e acusa-se Trump de a dirigir pessoalmente.
Trump tem enfrentado contestação bipartidária à publicidade, que o glorifica e repete os seus 'slogans' eleitorais quando os eleitores estão a votar antecipadamente para as eleições legislativas de novembro.
Os anúncios, que começaram a ser emitidos em setembro, já custaram mais de 12 milhões de dólares e o Departamento da Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) reservou 20 milhões para os mesmos.
Na segunda-feira, em resposta às críticas, Trump disse que a publicidade era "uma promoção positiva dos nossos Grandes EUA" e assegurou que iria pagá-la com dinheiro dos apoiantes.
Mas, na terça-feira, o quinto anúncio começou a ser exibido com a chamada de atenção 'pago pelo governo dos EUA', a promover a ação militar na Venezuela, que culminou no rapto de Maduro.
E, neste mesmo dia, Trump deixou claro que não se tinha comprometido a reembolsar qualquer quantia.
O presidente da CND, Ken Martin, afirmou, em comunicado, que Trump está a usar mal o dinheiro dos contribuintes em uma "tentativa de última hora de salvar os republicanos em novembro".
Analistas legais têm apontado que a situação viola várias disposições, como a proibição de uso do dinheiro atribuído pelo Congresso para "publicidade e propaganda". Ora, o dinheiro afetado pelo DHS veio dos 175 milhões de dólares destinados pelo Congresso para a agenda de Trump para a imigração.
Leia Também: Human Rights Watch acusa EUA de deportar mais de 500 migrantes para países terceiros em África
Human Rights Watch afirma que as autoridades norte-americanas negaram às mais de 500 pessoas deportadas para países terceiros em África uma oportunidade significativa de contestarem as suas expulsões...
Planeava matar até 60 pessoas com arma carregada: FBI detém jovem de 18 anos suspeito de preparar tiroteio em massa no maior centro comercial dos EUA
Por CNN 08/10/2026
De acordo com a denúncia, o jovem terá confessado o plano às autoridades e admitido que pretendia utilizar o armamento para matar entre 30 e 60 pessoas
O FBI deteve, no estado norte-americano do Minnesota, um jovem de 18 anos suspeito de planear um tiroteio em massa no maior centro comercial dos Estados Unidos, o Mall Of America.
A investigação, segundo a Reuters, terá avançado depois de um agente infiltrado dos serviços secretos ter vendido ao jovem uma arma de fogo, munições e carregadores por 600 dólares.
De acordo com a denúncia, o jovem terá confessado o plano às autoridades e admitido que pretendia utilizar o armamento para matar entre 30 e 60 pessoas durante um evento agendado para o dia 24 deste mês. Segundo as informações fornecidas, a motivação estaria relacionada com o facto de os proprietários do complexo comercial serem judeus.
Após o ataque, o jovem pretendia viajar para o estrangeiro para lutar em nome da organização terrorista islamista "Al-Shabaab". De acordo com a denúncia, terá transmitido essa intenção à fonte do FBI, afirmando que queria deslocar-se para outro país para combater em nome da organização.
O arguido foi presente, na quarta-feira, a uma juíza federal.








