quinta-feira, 9 de julho de 2020

Guiné-Bissau: Câmara Municipal de Bissau entrega uniformes aos policias municipais.

TGB Televisão da Guiné-Bissau

Guiné-Bissau recebeu com dor e tristeza a notícia da morte do Primeiro-ministro Amadou Gon Coulibaly, afirmou o Presidente Umaro Sissoco Embalo em mensagem dirigida ao seu homólogo da Costa de Marfim.


Aliu Cande

Guiné-Bissau: IVª Sessão Parlamentar Xª Legislatura - Braima Camará pronuncia-se sobre o Fundo Nacional de Promoção Industrial...


TGB Televisão da Guiné-Bissau

Os Deputados da Nação continuam reunidos na sua quarta sessão ordinária da 10ª Legislatura. Quinta-feira, 9 de julho de 2020 PARTE 2

Os Deputados da Nação continuam reunidos na sua quarta sessão ordinária da 10ª Legislatura. Quinta-feira, 9 de julho de 2020 PARTE 1

Porta-voz de Sindicatos: “GOVERNO DEVE CRIAR CONDIÇÕES NAS ESCOLAS PÚBLICAS OU OS PROFESSORES NÃO VOLTARÃO ÀS SALAS DE AULAS”

O presidente da Comissão Negocial e porta-voz de quatro organizações sindicais de professores, nomeadamente, o Sindicato Nacional de Professores (SINAPROF), o Sindicato Democrático dos Professores (SINDEPROF), o Sindicato dos Professores e de Funcionários da Escola Superior da Educação (SIESE) e a Frente Nacional de Professores (FRENAPROF), professor Duarte Bunghôma Sanhá, afirmou que se o governo liderado por Nuno Gomes Nabian, não criar condições para o funcionamento das escolas públicas nesta época das chuvas e da pandemia do novo coronavírus, os professores não vão lecionar, não voltarão às salas de aulas. 

O sindicalista fez estas advertências numa entrevista exclusiva ao semanário O Democrata para abordar a questão da retoma de aulas, se forem reunidas todas as condições em termos de pagamento de dívidas bem como do cumprimento de acordos rubricados entre as partes.

O executivo anunciou a reabertura das escolas públicas (em regime de autogestão) e privadas para a retoma das aulas a partir do próximo dia 13 de julho. Contudo, os professores mostram-se preocupados quanto às condições das infraestruturas escolares nesta época das chuvas, e também da pandemia do novo coronavírus que já infetou mais de mil e quinhentas pessoas no país.    

“QUEREMOS ACREDITAR QUE EXISTEM CONDIÇÕES PARA A RETOMA DE AULAS NESTA ÉPOCA DAS CHUVAS”

Sanhá disse que as organizações da classe dos professores têm de defender os seus associados de uma eventual contaminação da doença do Covid-19, os próprios docentes podem contaminar os alunos, por isso é preciso que haja condições que permitam a retoma de aulas sem grandes riscos de contaminação.

Acrescentou que muitas escolas não têm condições infraestruturais, o que é do conhecimento do ministério da Educação. Contudo, diz esperar que o executivo apresente um plano para o funcionamento daquelas escolas tanto na capital, como nas regiões em que algumas se encontram em avançado estado de degradação.   

Explicou que foram muito claros com o governo no que concerne à retoma de aulas e sugeriram às autoridades o que é preciso fazer de concreto. Frisou que na verdade o governo é responsável pela política educativa e se anunciaram a retoma de aulas a partir da próxima segunda-feira, “creio que na verdade há condições para o funcionamento das escolas públicas em regime de autogestão”.

Duarte Bunghôma Sanhá disse que governo é responsável pela política educativa e se anunciar que está em altura para dar continuidade da conclusão do ano lectivo nas escolas em regime de autogestão e privadas, os professores não podem ficar indiferentes porque formaram-se nessa área e é para trabalhar.

O porta-voz lamentou o anúncio do executivo da retoma de aulas, tendo lembrado que numa das reuniões entre ministro, sindicatos, CNJ, RENAJ, Carta 21, CONAEGUIB e Federação de Associações das Escolas Privadas, que visou pedir contribuições das organizações sobre o que deveria ser feito em matéria da edução e em particular, sobre a retoma de aulas. Recordou que no fim da reunião, criou-se uma comissão que ficou encarregue de fazer o levantamento a nível nacional para apurar se as escolas atingiram a percentagem dos conteúdos que lhes permitiriam continuar o ano lectivo 2019/2020, mas “infelizmente ouvimos pelos órgãos da comunicação social, o anúncio da reaberturas das escolas para a retoma de aulas, confesso que estamos todos com dúvidas se as escolas públicas retomarão as aulas no dia 13 de julho”.  

“Estamos na época chuvosa. Não podemos preocuparmo-nos apenas com a Covid-19, mas também com o paludismo e outras doenças, dado que algumas escolas estão em zonas húmidas, sem nenhumas condições e qual será alternativas? Neste momento estamos em confinamento, respeitando o distanciamento social. Como serão criadas as condições que permitirão o funcionamento das aulas, obedecendo as normas estabelecidas? É preciso reduzir o número de alunos nas turmas e afetar quantidades de máscaras suficientes para professores e alunos. Outro problema é que quando chove, as escolas com problemas nos telhados terão que suspender as aulas e outros que não têm tetos adequados, se chover, os alunos terão dificuldades em perceber a explicação dos professores”, notou o sindicalista.

Assegurou que é preciso tomar em conta as dificuldades dos alunos e professores em conseguir o transporte (Táxi ou Toca-Toca) que lhes permite chegar a tempo à escola por causa das limitações impostas aos meios de transportes públicos, por isso voltou a avisar que “se não forem criadas condições, chamaremos os docentes para não voltarem às salas de aulas”.

DIRETOR DE SAMORA MACHEL SUGERE A REORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS PARA A RETOMA EM SETEMBRO

O Democrata tentou contactar os responsáveis dos principais liceus da capital Bissau, mas apenas o diretor do Liceu Samora Moisés Machel (Regional II), situado no bairro de Missira, mostrou-se disponível. A equipa de reportagem queria saber, da parte dos responsáveis dos liceus, se as suas escolas reúnem as condições, em termos das infrasestruturas e dos conteúdos escolares que lhes permitam retomar as aulas a partir da próxima segunda-feira.

O director do Liceu Samora Moiseis Machel, Mamudu Jaló, disse que, em sua opinião como técnico da educação, seria ideal reorganizar as escolas públicas em termos dos conteúdos e das próprias infrastruturas, a fim de poderem iniciar com melhores condições no mês de setembro do ano em curso.

Lembrou que registam-se chuvadas de muita intensidade nos meses de julho e Agosto. Segundo a sua explanação, essas chuvadas poderão dificultar a deslocação dos alunos e os professores, contudo diz que estão prontos para executar planos do ministério da Educação neste sentido. Enfatizou que iniciar as aulas neste período (julho, agosto e setembro) não conseguirão concluir o primeiro período escolar, assegurando que “se não concluímos o período é impossível avaliar os alunos”. 

O responsável explicou que todos os liceus do país foram informados pelo ministério que a deverão iniciar as aulas no dia 13 deste mês, “mas aguardamos o pronunciamento ou avaliação técnica de último levantamento feito nas escolas pelos técnicos do ministério da Educação, para nos informarem como vamos funcionar neste período da chuva e da doença de Covid-19”.

“A equipa técnica do ministério da educação nacional passou aqui na escola no dia 30 de junho para fazer o ponto de situação, saber em que condições está o Liceu Samora Moisés Machel para a retoma das aulas, nomeadamente: número dos alunos e professores, salas de aulas e corrente eléctrica. Aqui iniciamos o presente ano lectivo no mês de janeiro e fomos até fevereiro, houve a greve dos professores e quando tentamos retomar, surgiu a doença de coronavírus e as aulas foram suspensas”, contou.

Questionado se a escola reúne condições para funcionar na época das chuvas, Mamudu Jaló, disse que as salas de aulas daquele estabelecimento escolar público estão em perfeitas condições e que a única dificuldade é esgoto das águas pluviais que passa junto à escola, contudo diz que a água não penetra nas salas de maneira que podem funcionar sem problemas.

Salienta-se que o liceu Samora Moiseis Machel tem 26 salas de aulas e que cada sala tem capacidade para 40 alunos, tem 120 professores.

Por: Aguinaldo Ampa 

Foto: A.A 

Jornal Odemocrata

Guiné-Bissau: Cipriano diz que não convocou sessão parlamentar que presidiu

NA ANP, REUNIDA EM PLENÁRIA ALGUNS DIGNATÁRIOS INSURGIRAM CONTRA CIPRIANO CASSAMÁ, A QUEM ACUSAM DE FAVORITISMO A NOVA MAIORIA PARLAMENTAR (MADEM-G15), PRS E APU-PDGB).

DADO O NIVEL DE AGRESSIVIDADE DOS ATAQUES DAQUELES QUE EXIGEM QUE O DEPUTADO ARMANDO MANGO OCUPASSE O SEU SUPOSTO LUGAR NA MESA EM SUBSTITUIÇÃO DO 1º VICE-PRESIDENTE DA ANP CIPRIANO CASSAMÁ DISSE: QUE AQUELA SESSÃO NÃO EXISTE À LUZ DA CONSTITUIÇÃO E DO REGIMENTO INTERNO DA ANP, PORQUE FOI COAGIDO A IR PRESIDIR UMA SESSÃO DA ANP, SEM CONCERTAÇÃO COM A MESA DA ANP E SEM TER REUNIDO OS LIDERES DAS BANCADAS PARLAMENTARES.


E MAIS, REVELOU, AINDA, QUE NEM REUNIRA A COMISSÃO PERMANEMTE CONFORME MANDA O REGIMENTO; LEMBROU AINDA QUE FOI O ENTÃO GOVERNO QUE CONVOCARA ALGUNS DEPUTADOS, BEM ASSIM O CORPO DIPLOMÁTICO:



Guiné-Bissau: Cipriano diz que não convocou sessão parlamentar que presidiu

Publicado dia 08/07/2020 às 15:18   © e-Global Notícias em Português


Cipriano Cassamá diz não convocou a sessão parlamentar que presidiu em Fevereiro e que até discordou com as deliberações dessa sessão. Uma declaração que contribuiu para alimentar a tensão já bem presente entre o Presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP), Cipriano Cassamá e o seu partido, PAIGC.

Desde que o PAIGC regressou ao parlamento a 1 de Junho, os choque entre os deputados do partido com o presidente da ANP multiplicam-se. Entre 6 e 7 de Julho, a troca de acusações foi de tal forma acesa que o líder da bancada parlamentar do PAIGC acusou o Presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP) de ter traído o partido quando decidiu avançar com a sessão parlamentar nas condições actuais.

As acusações subiram de tom, quando na segunda-feira, 6 de Julho, Cipriano Cassamá disse que discordava com as deliberações da sessão parlamentar organizada em Fevereiro, por não ter sido ele o autor da convocatória. Cipriano Cassamá reagia assim às exigência da bancada parlamentar para que Armando Mango ficasse como 1º vice-presidente, função para que fora eleito na altura em substituição de Nuno Gomes Nabian.

Segundo o presidente da ANP, a referida sessão parlamentar terá sido preparada e convocada no Gabinete de um membro do Governo. Cipriano Cassamá não entrou em mais pormenores e desafiou todos que o acusam para apresentarem alguma convocatória por ele assinada.

PAIGC IRRITADO COM RESPOSTAS DE CIPRIANO CASSAMÁ

A discussão sobre esta matéria começou antes da ordem do dia, quando o deputado da bancada do PAIGC, Victor Cassamá questionou o porquê de Armando Mango não assumir o lugar para que foi eleito e empossado numa sessão parlamentar.

Em resposta, Cipriano Cassamá assegurou que jamais permitiria que Armando Mango ocupasse o lugar, porque a referida sessão não foi legal. A resposta foi de tal forma “surpreendente” que a bancada parlamentar do PAIGC, através do seu vice-líder, Wasna Papai Danfá pediu mais explicações ao Presidente da ANP.

Na sua intervenção, o parlamentar insistiu que quem convocou a sessão de urgência foi Cirpriano Cassamá, porque foi ele quem “instruiu” os serviços protocolares da ANP para convocarem, os deputados e a Comunidade Internacional. Contrariando assim Cipriano Cassamá quando diz não convocou sessão parlamentar que presidiu em Fevereiro.

Hélder Barros, igualmente deputado do PAIGC, incrédulo com o que estava a ouvir chegou a questionar Cipriano Cassamá como é que aceita presidir uma sessão parlamentar que não convocou.

Os argumentos do PAIGC que contrariavam a “tese” de Cipriano Cassamá foram numerosos, tendo lembrado que tinha sido ele quem investiu Armando Mango nas funções, bem como na mesma sessão aceitara ser Presidente de República Interino, em virtude de abandono das funções por José Mário Vaz a favor de Umaro Sissoco Embaló.

“Sr. Presidente, eu tenho muita consideração por si. Não esperava ouvir isso da sua parte. Foi você quem convocou a sessão e posso provar o que estou a dizer. Uma das provas é que você presidiu a sessão e orientou os debates para as deliberações saídas. Portanto, Sr. Presidente, eu até posso compreender. Se houver algo, somos camaradas, ponha o problema na mesa para discutirmos, mas não te socorras desse argumento de não ter convocado a sessão. Não te fica bem”, insistiu Wasna Papai Danfá, vice-líder da bancada parlamentar do PAIGC.

“NUNCA MUDEI DO PARTIDO”

Apesar de toda insistência, Cipriano Cassamá manteve-se fiel à sua posição, desafiando os deputados do PAIGC a apresentarem a convocatória da sessão. “Fui claro com a direcção do partido e a liderança da bancada parlamentar. Disse-lhes que jamais aceitaria as deliberações de uma sessão que não convoquei. É por isso que estou tranquilo. Se as pessoas acharem que estou a violar, que avancem para o Supremo Tribunal de Justiça”, desafiou o presidente da ANP.

Na sessão do dia 7, a situação deteriorou. Depois de ter sido acusado directamente pelo líder da bancada parlamentar do PAIGC, Cipriano Cassamá decidiu pela primeira vez nesta crise passar ao ataque. Lembrou que na IXª Legislatura era o “menino de ouro” do PAIGC, porque estava a cumprir a lei. Hoje, por continuar a cumprir a lei, passou a ser “vilão” com uma campanha de calúnias nas regiões.

“Mas estou aqui e a minha posição é sobejamente conhecida. Foi discutida na Comissão Permanente e como 1º vice-presidente do partido tive de informar o presidente qual a minha posição. Disse e repito: jamais substituiria Umaro (Umaro Sissoco Embaló) naquelas circunstâncias”, vincou.

O Presidente da ANP foi mais longe quando disse que não é “mentiroso e muito menos traidor” e sempre foi do PAIGC. “Todos que me conheceram sabem que sempre fui do PAIGC. Não sou de nenhum destes partidos. Agora, se existem pessoas que alguma vez mudaram, eu nunca mudei de partido”, sublinhou Cassamá.

DEPUTADOS DO PAIGC ABANDONAM A SESSÃO

A discussão foi de tal forma acesa que o presidente da ANP teve que abandonar a sessão. Momentos depois, o PAIGC também abandonou, por considerar que a segunda vice-presidente da ANP, Dirigente do MADEM, Satu Camará estava a desrespeitar o Regimento não aceitando a concertação.

No entanto, apesar de a bancada parlamentar do PAIGC ter abandonado hemiciclo, os seis deputados do partido e mais um do PND que votaram o programa do Governo, permaneceram na sala, garantindo outra vez, o quórum para o funcionamento da sessão.

Cipriano Cassamá que entrou em rota de colisão com o PAIGC, por ter viabilizado a sessão parlamentar em curso, fez parte dos seis deputados colocados por alguns militantes numa suposta “lista de traidores”, estando o eleitorado das bases a exigirem explicações sobre os motivos que estiveram a torno da desobediência da disciplina partidária.

Na aludida sessão em que Armando Mango foi eleito 1º vice-presidente da ANP, Cipriano Cassamá fora investido como Presidente da República Interino. Uma função que acabaria por abdicar três dias depois, alegando que, ele e a sua família, estavam a ser ameaçados de morte.


A renúncia aconteceu na sua residência e abriu um debate jurídico, que até a data não produziu qualquer conclusão. Muitos consideram que a partir do momento em que Cipriano Cassamá renunciara ao cargo de Presidente interino deveria automaticamente perder o mandato de deputado e consequentemente as funções de Presidente da ANP.

A Letter for Peace Messengers on Behalf of HWPL Peace Volunteers


A Letter for Peace Messengers_EN. PDF

O CHEFE ESTADO MAIOR GENERAL DAS FORÇAS ARMADAS, GENERAL BIAGUÉ NANTAM, E OS MEMBROS DE GOVERNO EFECTUARAM UMA VISITA À CENTRO DE FORMAÇÃO DOS MILITARES EM CUMERÉ


O CHEFE DE ESTADO MAIOR AFIRMA QUE, DENTRO DE EMBREVE IRÃO FAZER ALGUNS RECRUTAMENTOS NO PAÍS. TAMBÉM À VISITA CONTOU COM O MINISTRO DO INTERIOR, SR, BOTCHE CANDE, MINISTRO DA DEFESA NACIONAL, SANDJI FATI, MINISTRO DAS FINANÇAS JOÃO ALADJI M. FADIA, É O CHEFE DE ESTADO MAIOR, BIAGUÉ NANTAM🇬🇼🇬🇼🇬🇼🇬🇼🇬🇼🇬🇼🇬🇼🙏🙏🙏🙏🙏💪💪💪💪.



Junior Gagigo 

Leia Também: 

MINISTRO DE DEFESA PROMETE CRIAR CONDIÇÕES PARA DINAMIZAR AS FORÇAS ARMADAS

09/07/2020 / Jornal Odemocrata
O ministro da Defesa Nacional, Sandji Fati, prometeu criar condições necessárias para a dinamização das forças armadas guineenses, bem como trabalhar no programa de capacitação das mesmas a fim de poderem cumprir cabalmente as suas missões. 

Acrescentou na sua declaração que, a semelhança dos militares, os elementos das forças de segurança, a Guarda Nacional e as polícias, necessitam também de formação e de capacitação como os militares, por isso é preciso melhorar a escola nacional de Cumeré para que esteja em condições de receber eventuais formandos.  

O ministro fez estas considerações na sua declaração aos jornalistas, no fim de uma visita ao centro de preparação militar de Cumeré, no setor de Nhacra, região de Oio, no norte da Guiné-Bissau. Fati, que dirige a pasta da defesa nacional e também general na reserva, fez-se acompanhar dos ministros do Interior, Botche Candé, das Finanças Públicas, João Alage Mamadu Fadia, do chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas e seu adjunto, o General Biague Na N’Tane e o General Mamadu Turé “N’Krumah”, como também de altos oficiais militares e das forças de segurança.

O ministro percorreu todas as instalações acompanhado dos dois ministros e chefes militares para verem o estado avançado de degradação dos edifícios daquele que é tido como o maior centro de instrução militar do país.

A degradação do posto de saúde chamou atenção dos visitantes, em particular dos membros do governo, que fizeram questão de visitar todas as salas daquele serviço. O teto do bloco de posto de saúde está totalmente danificado e no telhado vêm-se buracos por todo o lado.

Após a visita, o ministro da defesa nacional explicou aos jornalistas que fez-se acompanhar dos dois ministros para constatarem “in loco” a situação do centro. Garantiu que farão o balanço da visita a fim de acionarem algumas medidas urgentes com o intuito de criar as condições necessárias para melhorar “a vida da escola e adequá-la à receção de soldados, como outrora acontecia”.

Assegurou que, na verdade, era preciso fazer muito trabalho para que a escola pudesse voltar a ter condições de habitabilidade para que o objetivo da formação possa ser atingido.

Presente na visita, o ministro do Interior, Botche Candé, disse que o seu pelouro está a trabalhar seriamente com o ministério da defesa na melhoria das condições do centro de Cumeré, porque “o ministério do Interior pretende avançar este ano ou no próximo com o recrutamento e a preparação de elementos de todas as estruturas das forças de segurança”.  

“Temos vários polícias a trabalhar há muitos anos e a receber os ordenados, mas nunca receberam instrução paramilitar. Por isso decidimos, numa reunião no ministério, que deveríamos pedir ao ministério da Defesa que nos autorizasse a enviar elementos das forças de segurança para uma formação no centro” contou para de seguida anunciar que o Chefe de Estado guineense, Úmaro Sissoco Embaló, manifestou a vontade de visitar o centro de instrução militar de Cumeré.

O ministro das Finanças Públicas, João Alage Mamadu Fadia, disse que ficou sensibilizado com tudo aquilo que constatou no terreno e que aguarda as propostas de reabilitação do centro, prometendo que as finanças poderiam reagir positivamente às necessidades das forças armadas.

Reconheceu que o centro precisa de uma intervenção e de reabilitação, de forma a mantê-lo no nível desejável. Adiantou que as forças armadas estão em condições de reabilitar o centro através das suas estruturas de engenharia militar. 

Por: Assana Sambú
Foto: A.S  

O Presidente do Partido da Renovação e Progresso-PRP, Mustafa Seidi Bari, esta manhã durante um encontro com à imprensa, afirmou que o Programa do Governo aprovado no parlamento, é um plano para tirar o país do sub-desenvolvimento


O Presidente do Partido da Renovação e Progresso-PRP manifestou-se hoje solidário aos cinco deputados do Paigc que votaram ao Programa do Governo liderado por Nuno Gomes Nabiam.

“Foi uma decisão corajosa e patriótica em defesa das populações que vivem em situação de miséria”.

Aliu Cande

COVID-19 - Número de mortos em África sobe para 12.206 em mais de 522 mil casos

O número de mortos em África devido à covid-19 subiu hoje para 12.206, mais 251 nas últimas 24 horas, em cerca de 522 mil casos, segundo os dados mais recentes sobre a pandemia no continente.


De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de infetados subiu para 522.104, mais 14.018 nas últimas 24 horas, enquanto o número de recuperados é hoje de 254.361, mais 9.293.

A África Austral regista o maior número de casos (233.016) e contabiliza 3.724 mortos, a grande maioria concentrada na África do Sul, o país com mais mortos e mais infetados em todo o continente, com 224.665 casos e 3.602 vítimas mortais.

O Norte de África lidera no número de mortes (4.994), tendo 117.381 infeções.

A África Ocidental conta 1.492 mortos em 89.941 infetados, a África Oriental regista 1.186 vítimas mortais e 42.817 casos, enquanto na África Central há 810 mortos em 38.949 infeções.

Depois da África do Sul, o Egito é o segundo país com mais vítimas mortais, contabilizando hoje 3.564 mortos em 78.304 casos de infeção, seguindo-se a Argélia, com 968 vítimas mortais e 16.879 infetados.

Entre os cinco países mais afetados, está também a Nigéria, com 684 mortos, tendo apssado hoje os 30 mil casos (30.249), e o Sudão, com 636 mortes, que passou hoje a barreira dos 10 mil casos (10.084) .

Entre os países africanos lusófonos, a Guiné-Bissau é o que tem mais infeções e mortes, com 1.790 casos e 25 vítimas mortais.

Cabo Verde tem 1.542 infeções e 18 mortos, enquanto Moçambique conta 1.071 infetados e oito mortos.

São Tomé e Príncipe contabiliza 724 casos e 13 mortos e Angola tem 396 casos confirmados de covid-19 e 22 mortos.

A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mantém há vários dias 3.071 casos e 51 mortos, segundo o África CDC.

O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egito em 14 de fevereiro e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infeção, em 28 de fevereiro.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 545 mil mortos e infetou mais de 11,9 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

In LUSA

O líder do MDG e analista político e jurídico desmente assim a notícia posta a circular, segundo a qual, Silvestre Alves foi alvo de violência.


O líder do Movimento Democrático Guineense-MDG, Silvestre Alves deu esta manhã uma conferência de imprensa para esclarecer que foi ameaçado ou espancado. 


Aliu Cande

Afinal o controle da internet não vai acontecer só na Guiné-Bissau.

Portugal já estava a frente:

O Governo (Português) vai monitorizar discurso de ódio na Internet

Governo tem como objectivo perceber a forma de propagação deste discurso nas plataformas online, as mensagens que contém, identificar autores, monitorizar processos de queixas, entre outros aspectos.
Lusa 1 de Julho de 2020, 15:43


Mariana Vieira da Silva falava para a comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias LUSA/ANTÓNIO PEDRO SANTOS

O Governo vai monitorizar o discurso de ódio nas plataformas online, estando “em vias” de dar início à contratação pública de um projecto que deverá traduzir-se num barómetro mensal de acompanhamento e identificação de sites.


Segundo a ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, o objectivo é perceber a forma de propagação deste discurso nas plataformas online, as mensagens que contém, identificar autores, monitorizar processos de queixas, entre outros aspectos.

A informação foi avançada esta quarta-feira no parlamento, onde a ministra e a sua equipa governativa estiveram esta manhã a ser ouvidos pela comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, numa audição regimental.

Mariana Vieira da Silva respondia à deputada Joacine Katar Moreira, que colocou a questão sobre o que estava o Governo a fazer em relação ao crescimento do discurso de ódio, tendo a ministra referido ainda que o que se pretende retirar do projecto são dados que fundamentem linhas de acção política e formação a todos os actores que tenham que lidar com a matéria.

Sobre discriminação e racismo, disse que a Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR) tem registado “um aumento muito significativo de queixas, dos mais variados tipos, de actores políticos também”, havendo casos reencaminhados para o Ministério Público.

Abordou ainda o programa Bairros Saudáveis, recentemente lançado, que pretende ajudar a resolver problemas sociais em bairros com piores condições socioeconómicas numa perspectiva de integração, incluindo moradores, associações, autarquias e também forças policiais.

A propósito desse programa, mas referindo-se ao contexto da pandemia de covid-19, que deixou várias freguesias da grande Lisboa em situação de calamidade num altura em que o restante país já evoluiu para uma situação de alerta, a deputada do BE Beatriz Gomes Dias questionou a ministra sobre notícias que dão conta de “atitudes intimidatórias e repressivas” por parte das forças policiais em bairros da periferia, questionando como está a ser implementado o policiamento nesses locais e pedindo regras para a intervenção policial.

Na resposta a ministra disse que as perguntas sobre a dimensão policial devem ser respondidas pelo ministro da Administração Interna.

O Governo foi ainda questionado sobre o inquérito à origem etnico-racial dos portugueses que o Instituto Nacional de Estatística (INE) pretende desenvolver, um tema polémico depois de ter sido recusada a inclusão de uma pergunta nesse sentido nos censos de 2021. A ministra indicou que o INE está agora a trabalhar na identificação dos recursos necessários para que o inquérito possa avançar em 2021 ou 2022.

A secretária de Estado para a Integração e as Migrações, Cláudia Pereira, respondeu ainda a questões da deputada socialista Catarina Marcelino sobre a comunidade cigana, adiantando que o Alto Comissariado para as Migrações irá “em breve” celebrar um protocolo com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) com o objectivo de pôr fim a situações de “habitação indigna” e que está a ser revista a lei dos mediadores culturais, estando prevista a abertura de um concurso para breve para a contratação de mediadores pelos municípios, para permitir uma maior aproximação às populações.

Isabel Moreira, também do PS, quis saber o que fez o Governo na área LGBTI durante este período de pandemia, tendo a secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, referido que foi mantido todo o financiamento e fluxo financeiro para as associações desta área de intervenção, evitando com isso quebras de tesouraria.

Publico.pt

O Ministro da Educação Nacional e Ensino Superior Ariceni Abdulai Jibrilo Baldé e técnicos da Educação acertam passos para por em funcionamento as escolas que reúnem condições para concluir o ano lectivo 2019/2020.


Neste sentido o titular da pasta da Educação Reuniu hoje, 08 de Julho de 2020, o Conselho Diretivo da quela Instituição para analisar o relatório da comissão de verificação das escolas com condições de finalizar o ano lectivo de 2019/2020, e formas de fazer funcionar a Educação perante a Pandemia de Covid-19.

Na reunião que durou um pouco mais de 4 horas de tempo, o Ministro da Educação Nacional e Ensino Superior e o seu Secretário de Estado, assistiram atentamente a apresentação do relatório da Comissão criada para verificação das condições das Escolas do Sector Autónimo de Bissau, com forme o despacho 33 do Ministro da tutela que orienta a referida comissão, que faça uma vistoria a todas as Escolas do SAB por meio de um estudo que possibilite a retoma das aulas presenciais e apresentar uma proposta sobre a estratégia para implementação do distanciamento social sem por em causa as horas letivas.

No relatório consta que durante o ano lectivo 2019 /2020 apenas 12 escolas públicas do Sector Autónimo de Bissau funcionaram até a declaração do estado de emergência, 235 escolas privadas e 5 escolas de autogestão. 45 Escolas públicas ficaram fechadas devido as paralisações.

A comissão revelou ainda no seu relatório que nenhuma escola, entre as públicas privadas e de autogestão, tem condições de respeitar o distanciamento social exigido pelas autoridades sanitárias para evitar a contaminação com o novo coronavírus.
Sobre o assunto o Conselho Directivo decidiu convidar o Ministro da Saúde e a Alta Comissaria para Covid-19 para transmitir a informação que há escolas em que ainda é possível concluir o ano lectivo, sobretudo aquelas que estavam no caminho da realização das provas do segundo trimestre.

E ainda informar que todas as escolas visitadas não reúnem condições próprias para distanciamento Social, e se optarem para dividir as turmas não será possível devido ao número avultado de alunos inscritos.

Para resolver a situação o Conselho Directivo decidiu avançar com a disponibilização das escolas públicas que não funcionaram nas suas respetivas zonas e instruiu a Diretora-Geral do Ensino Básico e Segundário para apoiar na localização das escolas que serão requisitadas.

Na projetada reunião com o Ministro da Saúde e a Alta Comissaria para Covid-19, o titular da pasta da Educação vai solicitar a disponibilização de materiais de proteção durante o funcionamento das aulas.

Ainda está prevista uma visita conjunta entre a educação, saúde e alto comissariado para Covid-19 nas diferentes escolas do Sector Autónimo de Bissau para inspecionar e ter a certeza das condições existentes para a retoma das aulas.

Por fim montar equipas operativas de inspetores e pessoal da Saúde para fiscalizar o cumprimento das medidas de prevenção contra Covid-19 nas escolas.


Na reunião desta quarta-feira também foi apresentado o plano de Accão do Ensino Superior para 2020 /2023 elaborado pela Secretaria de Estado do Ensino Superior e Investigação Cientifica.
O plano ilustra medidas necessárias para o desenvolvimento do Ensino superior na Guiné Bissau.

Todos os intervenientes do Conselho Directivo a volta do plano, elogiaram o grande trabalho feito pelos técnicos envolvidos na elaboração do documento e sugeriram a introdução de alguns aspectos que acharam pertinentes para o seu enriquecimento.

No final, o Ministro da tutela, Ariceni Abdulai Jibrilo Baldé sugeriu ao Conselho Diretivo da Educação para apresentar, por escrito, todas as contribuições que achar relevantes para serem introduzidas no documento, para a sua adopção na próxima reunião extraordinaria do Conselho Directivo.

Bissau 08 07 2020
Assessor de Imprensa e Porta-voz
Amadu Uri Djalo

Gabinete de Relações Pública Cooperação e Comunicação

Ministério da Educação Nacional e Ensino Superior adopta Modelo único de uniformes escolares para diferentes níveis do ensino em todas as escolas do país.

A decisão foi tomada pelos membros do Conselho Directivo da Educação, que reuniram hoje 08 de julho 2020 numa das salas da instituição para analisar entre outros pontos, Plano de Accão do Ensino Superior para 2020/2023, Situação das Escolas no sector autónimo de Bissau, e análise dos modelos de Uniformes Escolares.
Detalhes amanha na imprensa nacional e nesta pagina.







Gabinete de Relações Pública Cooperação e Comunicação

BAD - Covid-19: Guiné-Bissau está entre os cinco países africanos mais mal preparados

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) considerou hoje que a Guiné-Bissau está entre os cinco países africanos mais mal preparados para combater a pandemia de covid-19, que fará a economia cair até 3,1% este ano.


"A Guiné-Bissau é um dos 10 países menos preparados para lidar com a pandemia de covid-19 a nível mundial e ocupa o 51º lugar entre os 54 países africanos no Índice Global de Segurança Sanitária", dizem os economistas do BAD na atualização das Perspetivas Económicas Regionais, o relatório anual do BAD sobre as economias africanas

"O país teve um mau desempenho em todas as subcategorias relacionadas com a prevenção, exceto na taxa de vacinação; faltam camas de cuidados intensivos, equipamento e capacidade em recursos humanos, e como nenhum centro de isolamento está a funcionar, as pessoas que testam positivo vivem com as suas famílias, o que coloca um alto risco de contágio", alertam os economistas do BAD.

No documento, os economistas antecipam uma queda de entre 1,5% e 3,1% no PIB este ano, mas mesmo no cenário mais pessimista - prolongamento da pandemia até dezembro - o país consegue registar um crescimento positivo em 2021.

"A redução do preço do caju e dos volumes de exportação são os principais fatores para as previsões negativas, mas as perspetivas de crescimento são mais positivas em 2021, com uma expansão de 2,5% no cenário base (pandemia abranda em julho) e de 2% no cenário em que a pandemia continua até dezembro", lê-se no documento.

África passou na quarta-feira o meio milhão de casos de covid-19 e o número de mortos subiu para 11.955, mais 333 nas últimas 24 horas, segundo os dados mais recentes sobre a pandemia no continente.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de infetados subiu para 508.086, mais 16.336 nas últimas 24 horas, enquanto o número de recuperados era, na quarta-feira, de 245.068, mais 8.702.

A Guiné-Bissau é o país lusófono com mais infeções e mortes, com 1.790 casos e 25 vítimas mortais.

O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egito em 14 de fevereiro e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infeção, em 28 de fevereiro.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 545 mil mortos e infetou mais de 11,9 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

In LUSA

Edition spéciale : Annonce du décès du Premier ministre Amadou Gon Couli...

Rare gorillas in Nigeria captured on camera with babies

Nigeria Rare Gorillas
This photo taken by a camera trap shows a group of Cross River gorillas in the Mbe Mountains of Nigeria on Monday, June 22, 2020. Conservationists have captured the first images of a group of rare Cross River gorillas with multiple babies in the Mbe mountains of Nigeria, proof that the subspecies once feared to be extinct is reproducing amid protection efforts. (WCS Nigeria via AP)

DAKAR, Senegal (AP) — Conservationists have captured the first images of a group of rare Cross River gorillas with multiple babies in Nigeria's Mbe mountains, proof that the subspecies once feared to be extinct is reproducing amid protection efforts.

Only around 300 Cross River gorillas were known to be alive at one point in the isolated mountainous region in Nigeria and Cameroon, according to the Wildlife Conservation Society, which captured the camera trap images in May. More color images were recovered last month.

John Oates, professor emeritus at the City University of New York and a primatologist who helped establish conservation efforts for the gorillas more than two decades ago, was excited about the new images.


“It was great to see ... evidence that these gorillas in these mountains are reproducing successfully because there have been so few images in the past,” he told The Associated Press. “We know very little about what is going on with reproduction with this subspecies, so to see many young animals is a positive sign.”

Experts don’t know how many Cross River gorillas remain in the mountain cluster and have been trying to track the subspecies for some time.

About 50 cameras were set up in 2012 and multiple images have been captured in Cameroon’s Kagwene Gorilla Sanctuary and in Nigeria's Mbe Mountains community forest and Afi Mountain Wildlife Sanctuary. But Cross River gorillas are notoriously difficult to capture together on camera and no images had captured multiple infants.

An alliance of nine local communities, the Conservation Association of the Mbe Mountains, has been working with the Wildlife Conservation Society since the mid-1990s to help protect the Cross River gorillas. Since that time, there have been no recorded deaths in Nigeria, the society said.


The gorillas at one point had been thought to be extinct, according to the society's Nigeria country director, Andrew Dunn.

“It’s a big success story that shows communities can protect their wildlife,” he told the AP.

Cross River gorillas have been threatened for decades primarily by hunting but also by loss of habitat as residents cut down forests to make way for agriculture. The subspecies was “rediscovered” in the late 1980s.

About 100 Cross River gorillas have since been recorded in Nigeria's Cross River State and about 200 in Cameroon in a transborder region of about 12,000 square kilometers (4,633 square miles). The Mbe mountains forest is home to about a third of the Nigeria population.

The gorillas are extremely shy of humans and their presence is detected mostly by their nests, dung and feeding trails, experts say.

A team of about 16 eco-guards have been recruited from surrounding communities to patrol and protect the gorillas and other wildlife, Dunn said.

Inaoyom Imong, director of WCS Nigeria’s Cross River Landscape project, said that seeing a few young gorillas in a group is promising.

The new photos were taken in a community forest without any formal protection status, Imong said, “an indication we can have strong community support in conservation.”


Hunting was always the main threat, he said, but “we do believe that hunting has reduced drastically.” The conservation groups also are working to reduce illegal cutting of forests, he said.

But other dangers remain.

“Although hunters no longer target gorillas, snares set for other game pose a threat to the gorillas as infants can be caught in them and potentially die from injuries,” Imong said. Disease is also a potential threat, along with conflict and insecurity in Cameroon.

"Refugees from the ongoing insecurity in Cameroon are also moving into the area, and they will likely increase hunting pressure and the need for more farmland,” Dunn said.

For now, they must rely on the work of Nigerian communities.

“I feel honored to be part of the efforts that are producing these results," said Chief Damian Aria, the head of the village of Wula.

He told the AP his community and others have worked hard to help preserve the natural habitat for the gorillas, and they are proud of their efforts.

“We are so happy they are reproducing,” he said. While the gorillas' livelihood is important for nature, Aria also hopes that mountain communities in due time will benefit from the tourism they might bring.

MAIS UM GUINEENSE CAI E MORRE NA RUA DE FORMA SÚBITA EM BISSAU

Não dá para acreditar mas está acontecer. Mais uma morte misteriosa aconteceu ontem na cidade de Bissau.

Desta feita, um guineense, vigilante de uma empresa privada que prestava serviço num dos hotéis em Bissau, caiu e morreu de forma súbita no bairro de Missira “Curva de Cundock”, mais precisamente, no “Ponto Cibe” na capital guineense.

Tudo aconteceu, segundo as testemunhas onde faleceu Mamadu Sar de 47 anos, após uma jornada de trabalho, já no percurso para casa acompanhado com um colega, se sentiu mal e pediu água para beber e, não se resistiu, faleceu de repente no local.

O malogrado é natural de Bafatá era casado e pai de filhos.

Recordamos que, também um guineense de nome, Lona Nabintche, caiu e morreu quase em mesmas circunstâncias no dia 01 deste mês, de forma súbita no “Porto de Bandim” em Bissau.

Com esta morte, já faz quatro vítimas quase em mesmas circunstâncias que as autoridades sanitárias competentes devem esclarecer ao público, as causas de sucessivas mortes, por forma a evitar o pânico e especulação no seio da população. Mas ninguém fala ainda sobre este fenómeno inédito em Bissau.

Notabanca; 08.07.2020

“INTENÇÃO DE MONITORIZAÇÃO DE COMUNICAÇÃO ENTRE CIDADÃOS É DITATORIAL E ANTIDEMOCRÁTICA”

 Silvestre Alves, jurista e analista político disse que o Povo guineense não vai se intimidar e nem retirar um milímetro das conquistas ganhas no âmbito democrático pelas intimidações de qualquer que seja pessoa.

Silvestre Alves, em reação ao último discurso do Presidente da República Umaro Sissoco Embalo, considerou a medida anunciada por ele, de controlar a liberdade dos cidadãos, através de monitorização de comunicação entre cidadãos, frisou que, isso é ditatorial e antidemocrática.

"As conquistas dos direitos e liberdades fundamentais não é uma obra de um individuo e nem de um dia e por isso não pode permitir que um aventureiro ponha isso em causa depois de tudo que passamos para erguer a democracia neste país", ressaltou Silvestre Alves.

Ainda salientou que, além de limitar os direitos fundamentais dos cidadãos num Estado de direito democrático, também esta decisão vai acarretar custos com os referidos equipamentos numa altura que o país esta a sofrer com a pandemia e os seus efeitos adversos que dificultam a sobrevivência das populações.

Na sua opinião,  o Estado guineense precisa de hierarquizar a sua necessidade ao invés de gastar nas coisas desnecessárias.

Segundo este politico, a Lei e os tribunais existem para resolver problemas dos insultos, calúnias e difamações e essa questão não deve ser da iniciativa de uma pessoa para tirar autoridade às instituições judiciais destinadas para esse trabalho.

Silvestre Alves disse que condena qualquer tipo de violência das palavras, baseadas nos insultos, calúnias e difamações e que por isso aconselha à quem for alvo de insultos  para recorrer às instâncias legais.

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embalo, anunciou terça-feira, por ocasião do balanço de 100 dias do seu mandato de que dentro de dez dias entrará em funcionamento no país um dispositivo para monitorizar as comunicações dos cidadãos nas redes telefónicas, internet e nos meios da comunicação social.

Notabanca; 08.07.2020