sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Delegação da União Europeia 🇪🇺 junto da República da Guiné-Bissau 🇬🇼 informa que as informações atualmente a circular sobre o seu alegado encerramento são falsas ❌

Não se deixe enganar, confirme sempre as fontes das informações!

Tal como sempre ao longo dos últimos 50 anos, a União Europeia mantém-se junto do povo Bissau-Guineense 🇬🇼🤝🇪🇺



DOMINGOS SIMÕES PEREIRA: Principal opositor guineense notificado a comparecer no Tribunal Militar... O líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e presidente eleito do parlamento guineense, Domingos Simões Pereira, foi notificado para comparecer hoje no Tribunal Militar de Bissau.

© LUSA  13/02/2026 

A notificação não especifica em que qualidade o político foi convocado, nem indica o teor do processo.

Simões Pereira está em prisão domiciliária desde 30 de janeiro, após ter passado mais de 60 dias na Segunda Esquadra de Bissau.

O opositor foi detido por militares que protagonizaram um golpe de Estado na Guiné-Bissau em 26 de novembro, antes de serem divulgados os resultados das eleições.

Simões Pereira é líder do PAIGC e da coligação PAI- Terra Ranka, que venceu as eleições legislativas de junho de 2023 e foi afastada do poder com a dissolução do parlamento, tendo sido deposto da presidência do parlamento e o executivo substituído por um Governo de iniciativa presidencial.

Dois anos depois, a Guiné-Bissau foi a eleições gerais, presidenciais e legislativas, pela primeira vez sem o histórico partido PAIGC, excluído do processo eleitoral, assim como o líder, por decisão judicial.

O PAIGC apoiou nas eleições gerais de 23 de novembro de 2025 o candidato Fernando Dias, que reclamou vitória na primeira volta sobre o ex-Presidente e candidato a um segundo mandato, Umaro Sissoco Embaló.

Um golpe militar interrompeu o processo eleitoral, três dias depois das eleições e um dia antes da divulgação dos resultados oficiais provisórios.



Leia Também: Domingos Simões Pereira homenageado em Lisboa pela promoção da paz

Representantes da diáspora guineense atribuíram hoje, em Lisboa, ao presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, um diploma de honra ao mérito pela defesa do povo e promoção da paz.

Três bebidas que prejudicam a saúde das artérias, alerta um cardiologista... A alimentação desempenha um papel fundamental na saúde das artérias. O seu cuidado poderá evitar o surgimento de condições sérias, como o AVC. Um cirurgião cardiologista destaca as três bebidas que desaconselha aos seus pacientes.

© Shutterstock   Mariline Direito Rodrigues    noticiasaominuto.com 13/02/2026 

As artérias têm como principal função transportar oxigénio e nutrientes que permitam o funcionamento adequado das células do corpo. Ora, é essencial manter a saúde destas, uma vez que podem ficar entupidas (ou obstruídas) devido à acumulação de gordura, colesterol, cálcio e outras substâncias. Esta condição é designada como aterosclerose. 

É preciso estar atento a esta situação, pois as placas de gordura nas artérias podem progredir para diagnósticos mais graves como trombose, enfarte agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC). 

A alimentação desempenha um papel fundamental na saúde das artérias. Em declarações ao jornal Metrópoles, o cirurgião cardiologista Márcio Steinbruch revela que bebidas é que prejudicam as artérias.

1. Refrigerantes

O refrigerante, sobretudo as bebidas com gás, tem elevados níveis de açúcar, aumentando os triglicerídeos e a inflamação. Para além disso, não têm nenhum benefício nutricional. 

2. Licores

Este tipo de bebidas incluem elevados níveis de álcool e açúcar concentrado, perfazendo desta forma uma "dupla agressão às artérias". "Causam inflamação e aumentam a glicemia", notou o cirurgião. "Entre as bebidas alcoólicas, os licores são uma das mais prejudiciais", fez saber.

3. Sumos de pacote

Os sumos de pacote contêm elevados níveis de açúcar, mesmo aqueles que dizem ser 100% fruta. "A ingestão dessas bebidas aumenta o risco de resistência à insulina", realça o médico.

E alimentos… Qual o pior para as artérias?

Não é só com o que se bebe que se deverá estar preocupado quando o assunto é a saúde das bactérias. Conforme a cardiologista Estelle Jean revelou à revista Parade deverá ter-se atenção aos alimentos frios processados que se colocam nas sandes.

"Do ponto de vista de um cardiologista, os alimentos frios processados ​​são um dos alimentos mais prejudiciais à saúde das artérias no dia a dia. São ricos em sódio, gordura saturada e conservantes químicos, que danificam o revestimento dos vasos sanguíneos", afirmou. 

"Há também fortes indícios de que pessoas que consomem muita carne processada têm um risco maior de morrer de doenças cardíacas. Na minha prática clínica, vejo frequentemente pacientes que acham que se alimentam de forma saudável, mas não percebem que o consumo regular destes alimentos frios pode prejudicar silenciosamente a saúde do coração", alertou.

A especialista fez ainda uma lista de cinco alimentos que ajudam a desobstruir as artérias. Poderá vê-la no artigo de seguida:

Muitas pessoas acabam por consumir este alimento todos os dias, o que pode afetar e muito a saúde das suas artérias. Veja o que

Sondagem: Trump foi "longe demais" na repressão da imigração... Seis em cada 10 adultos dos EUA pensam que Donald Trump foi "longe demais" ao enviar agentes da imigração para várias cidades, apurou uma sondagem AP-NORC, que também identificou um desconforto crescente entre os independentes com estas táticas.

© Brendan SMIALOWSKI / AFP via Getty Images  Por  LUSA  13/02/2026 

A forma como Trump está a gerir o dossier da imigração está a causar também um afastamento em relação aos republicanos.

Cerca de três em cada 10 adultos consideram que os republicanos podem fazer um melhor trabalho neste assunto, tantos quantos pensam o mesmo dos democratas, enquanto outros tantos entendem que nenhum dos dois partidos faria melhor.

A sondagem é apresentada quando os EUA constatam o impacto humano da repressão de Trump em Minneapolis, onde milhares de agentes, fortemente armados e com o rosto tapado, entraram na cidade em busca de imigrantes indocumentados.

Na quinta-feira, o governo de Trump anunciou que iria acabar a operação nesta cidade, argumentando que estava mais segura.

Durante a sua presença na cidade, houve confrontos violentos com manifestantes, com os agentes federais a matarem inclusive duas pessoas.

Enquanto nove em cada 10 democratas e sete em cada 10 independentes consideram que Trump "foi longe demais", entre os republicanos esta opinião e partilhada por um em quatro inquiridos.

Por outro lado, a sondagem mostra que a aprovação do desempenho de Trump no assunto é de 38% entre os adultos, mas baixa para 36%, quando se pergunta a forma como vê o exercício do mandato presidencial em geral.

De resto, a percentagem de aprovação de Trump tem declinado desde o início do seu segundo mandato.

Historicamente, estes valores levam os membros do partido do presidente a distanciar-se, em particular perante a aproximação de eleições de meio mandato.

China aproxima-se dos EUA na corrida à Lua com teste crucial... A China testou com êxito o foguetão Longa Marcha-10, num avanço considerado "um marco significativo" por analistas, que colocam o país ao mesmo nível dos Estados Unidos na corrida à Lua, com alunagens tripuladas consideradas viáveis antes de 2030.

© Getty Images  Por  LUSA  13/02/2026

O ensaio, conduzido na quarta-feira na província insular de Hainan, envolveu dois componentes-chave do programa lunar chinês: um teste em voo do sistema de escape da cápsula tripulada Mengzhou e uma simulação completa de lançamento, reentrada e aterragem controlada do primeiro estágio do novo foguetão de grande capacidade.

Citado pelo jornal de Hong Kong South China Morning Post, Rand Simberg, engenheiro aeroespacial e analista de política espacial, classificou o teste como "um marco significativo para o programa lunar chinês", acrescentando que "provavelmente, a China já está pronta para enviar tripulações".

Citado pelo mesmo jornal, Jonathan McDowell, historiador espacial e ex-astrónomo da Universidade de Harvard, destacou a ousadia do ensaio, que combinou pela primeira vez o teste simultâneo do foguetão e da cápsula. Para McDowell, tal demonstra "elevada confiança da China no seu sistema".

O avanço chinês ocorre num momento em que a NASA se prepara para lançar a missão Artemis II, que colocará astronautas em órbita lunar, mas sem alunagem. A missão Artemis III, inicialmente prevista para 2027, foi silenciosamente adiada para 2028 no portal da agência espacial norte-americana.

Para McDowell, mesmo assim, esse novo calendário é irrealista: "Não vejo 2028 como viável. Na minha opinião, será em 2030, no mínimo".

Um dos principais obstáculos ao calendário dos EUA é o módulo de alunagem. A SpaceX, de Elon Musk, tem previsto usar uma versão modificada do Starship, originalmente concebido para Marte. O veículo é volumoso e tecnicamente complexo, exigindo várias operações de reabastecimento orbital nunca antes realizadas.

Face aos atrasos, a Blue Origin, empresa fundada por Jeff Bezos, emergiu como alternativa com o seu módulo Blue Moon, mais pequeno e possivelmente pronto antes da SpaceX.

"Haverá uma corrida de curto prazo entre a SpaceX e a Blue Origin pelo módulo lunar", afirmou Simberg. "A Blue Origin pode até vencer, sendo o primeiro módulo dos EUA a chegar à Lua".

Simberg acrescentou que 2030 continua a ser um prazo plausível tanto para os EUA como para a China. No entanto, considera a SpaceX "o fator imprevisível que poderá acelerar os prazos norte-americanos".

Segundo a analista Namrata Goswami, especialista em política espacial, o recente progresso lunar da China está diretamente ligado ao objetivo estratégico de construir uma base na Lua e utilizar os seus recursos ainda nesta década.

Goswami sublinhou que a competição entre Washington e Pequim vai além de marcos simbólicos: "Está em curso uma disputa por quem conseguirá manter atividade humana, infraestrutura e extração de recursos na superfície lunar".

A especialista considera que o programa Artemis aposta numa economia lunar de iniciativa comercial, enquanto a China constrói um sistema estatal, voltado para uma presença sustentada e controlo estratégico dos recursos lunares.


Leia Também: China ordena testes à toxina cereulida no leite infantil após escândalo internacional

A contaminação terá origem em óleos fornecidos pela empresa chinesa Cabio Biotech Wuhan e envolve marcas como Nestlé, Danone e Lactalis, entre outras.

Maior porta-aviões dos EUA recebeu ordens para navegar para o Médio Oriente... O porta-aviões USS Abraham Lincoln e três contratorpedeiros lançadores de mísseis chegaram ao Médio Oriente há mais de duas semanas

O porta-aviões dos Estados Unidos USS Gerald R. Ford no Estreito de Gibraltar a 1 de outubro de 2025. Alyssa Joy/US Navy/Getty Images  Por Agência Lusa 

O maior porta-aviões do mundo recebeu ordens para navegar do Mar das Caraíbas para o Médio Oriente, segundo fonte não identificada à AP, concretizando a informação de que a Casa Branca considera uma ação militar contra o Irão.

A ação do USS Gerald R. Ford, noticiada pela primeira vez pelo The New York Times, colocará dois porta-aviões e os navios de guerra que os acompanham na região, à medida que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aumenta a pressão sobre o Irão para chegar a um acordo sobre o programa nuclear iraniano.

A fonte contactada pela Associated Press falou destas movimentações militares sob condição de anonimato.

O porta-aviões USS Abraham Lincoln e três contratorpedeiros lançadores de mísseis chegaram ao Médio Oriente há mais de duas semanas.

Esta manobra marca uma reviravolta súbita das operações do USS Ford, que Trump tinha enviado do Mar Mediterrâneo para as Caraíbas em outubro passado, numa altura em que as forças norte-americanas aumentavam a presença militar na região antes da operação de surpresa do mês passado, que resultou na extração do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de Caracas para Nova Iorque.

A AP sublinha que esta concentração de meios militares no Médio Oriente também parece estar em desacordo com a estratégia de segurança nacional de Trump, que dá ênfase ao hemisfério ocidental em detrimento de outras partes do mundo.

Trump disse ao site noticioso norte-americano Axios no início da semana que estava a considerar enviar para o Médio Oriente uma segunda frota de ataque chefiada por um porta-aviões.

O USS Ford partiu em missão no final de junho de 2025, o que significa que a tripulação estará em missão há oito meses dentro de duas semanas. Embora não esteja claro por quanto tempo o navio permanecerá no Médio Oriente, a mudança prepara a tripulação para uma missão excecionalmente longa.

A Casa Branca não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Associated Press.

Tailândia vacina elefantes para conter reprodução devido à expansão humana... A iniciativa faz parte de esforços para evitar confrontos entre animais e humanos que podem tornar-se mortais

Por cnnportugal.iol.pt

A Tailândia começou a usar uma vacina anticoncecional em elefantes selvagens para tentar conter um problema crescente em áreas onde campos agrícolas se espalham pelas florestas e os elefantes são expulsos do seu habitat natural.

A iniciativa faz parte de esforços para evitar confrontos entre animais e humanos que podem tornar-se mortais.

À medida que os agricultores derrubam florestas para criar mais terras agrícolas, os elefantes são forçados a sair dos seus habitats, cada vez menores, em busca de alimento.

Em 2025, elefantes selvagens mataram 30 pessoas e feriram 29 na Tailândia, de acordo com números oficiais, que também registaram mais de dois mil incidentes de danificação de culturas por elefantes.

O diretor do Gabinete de Conservação da Vida Selvagem, Sukhee Boonsang, disse à agência de notícias Associated Press que o controlo da população de elefantes selvagens se tornou necessário, uma vez que o número de elefantes que vivem perto de áreas residenciais aumentou drasticamente, intensificando o risco de confrontos.

O gabinete obteve 25 doses de uma vacina fabricada nos Estados Unidos e realizou um ensaio de dois anos em sete elefantes domesticados — utilizando sete doses da vacina — que produziu resultados promissores, segundo informou.

Sukhee Boonsang explicou ainda que a vacina não impede as elefantes fêmeas de ovular, mas evita que os óvulos sejam fertilizados.

No final de janeiro, a vacina foi administrada a três elefantes selvagens na província oriental de Trat, segundo informou, acrescentando que as autoridades estão agora a determinar em que áreas irão intervir e utilizar as 15 doses restantes.

A vacina pode prevenir a gravidez por sete anos e as elefantes poderão reproduzir-se novamente se não receberem doses de reforço após esse período.

Especialistas irão monitorizar as elefantes intervencionadas ao longo do período de sete anos.

A campanha de vacinação tem sido alvo de críticas, sendo vista como uma ameaça aos esforços de conservação.

A Tailândia tem uma tradição secular de usar elefantes domesticados na agricultura e no transporte. Os elefantes também são uma parte importante da identidade nacional da Tailândia — e foram oficialmente proclamados um símbolo da nação.

Sukhee Boonsang disse que o programa visa apenas elefantes selvagens em áreas com as taxas mais altas de conflitos violentos entre humanos e elefantes.

Estatísticas oficiais mostram que a taxa de natalidade de elefantes selvagens nessas regiões é de aproximadamente 8,2% ao ano, mais do que o dobro da média nacional de cerca de 3,5%. Cerca de 800 dos aproximadamente 4.400 elefantes selvagens do país vivem nessas áreas propensas a conflitos, segundo o responsável.

"Se não tomarmos medidas, o impacto sobre as pessoas que vivem nessas áreas continuará a crescer até se tornar incontrolável", acrescentou.

Além da vacina contracetiva, as autoridades tailandesas implementaram outras medidas para reduzir o conflito, como a criação de fontes adicionais de água e alimentos nas florestas onde os elefantes vivem, construção de cercas de proteção e envio de guardas florestais para guiar os elefantes que se desviam para áreas residenciais de volta à natureza.

Uma operação ordenada por um tribunal no início deste mês para remover elefantes selvagens que entraram repetidamente em conflito com os habitantes locais na província de Khon Kaen, no nordeste do país, provocou protestos públicos devido à morte de um elefante durante o processo de realocação.

Uma autópsia inicial revelou que o animal tinha morrido por asfixia em resultado da administração de anestesia antes da mudança, revelaram as autoridades.