© Getty Images Por LUSA 08/10/2026
Um conselheiro do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou esta semana que esses fornecimentos de gasóleo à Rússia, vão "claramente contra" a política de sanções da Coreia do Sul, que considerou as declarações como "factualmente incorretas" e "inadequadas".
O Ministério dos Negócios Estrangeiros sul-coreano indicou hoje que o gasóleo, mesmo que proviesse da Coreia do Sul, não violaria as proibições de exportação.
O jornal britânico The Guardian revelou esta semana que 176.000 toneladas de produtos, "principalmente gasóleo", tinham sido enviadas da Coreia do Sul para a Rússia em julho e agosto, citando registos portuários e dados de rastreio de navios.
"Os produtos petrolíferos refinados, incluindo o gasóleo comercial e o combustível para aviação, mencionados no artigo do Guardian, não estão sujeitos aos controlos à exportação da Coreia do Sul contra a Rússia", sublinhou o ministério sul-coreano, sublinhando que as exportações globais para Moscovo caíram para menos de metade desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022.
"Não foi comprovado que combustíveis de origem sul-coreana, nomeadamente gasóleo, tenham sido exportados para a Rússia", acrescentou.
Segundo o Guardian, três dos sete petroleiros que terão sido carregados em portos sul-coreanos estão sujeitos a sanções.
O ministério sul-coreano indicou que está a realizar "verificações adicionais" sobre as rotas percorridas por esses navios, a fim de determinar se as leis nacionais foram infringidas.
As relações entre Seul e Kiev estão tensas desde que Zelensky revelou, em setembro, que dois soldados norte-coreanos capturados enquanto combatiam ao lado das forças russas tinham sido enviados para a Coreia do Sul. Seul afirmou que Kiev tinha violado um acordo de confidencialidade sobre o assunto.
Desde o início da guerra na Ucrânia, a Coreia do Norte tornou-se um aliado fundamental do Kremlin, enviando soldados para apoiar o esforço de guerra de Moscovo em troca de vantagens económicas e de tecnologias militares.
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"O lança-granadas acoplável GP-34 de 40 mm foi concebido para atingir pessoal e veículos não blindados com granadas e projéteis termobáricos a distâncias de até 400 metros", declarou a Kalashnikov
A Kalashnikov Concern, um dos maiores fabricantes de armas do mundo, entregou esta quinta-feira um grande lote de lança-granadas acoplados GP-34 às forças russas que operam na Ucrânia, cumprindo assim o seu contrato anual de fornecimento para este ano.
"A Kalashnikov forneceu um lote de lança-granadas acoplados GP-34 de 40 mm a um cliente das forças de segurança russas" na Ucrânia, afirmou a empresa no seu canal de Telegram...

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