terça-feira, 16 de junho de 2026

Londres fornecerá urânio enriquecido a Kyiv e endurecer sanções à Rússia... O Reino Unido vai fornecer urânio enriquecido a Kyiv para as suas centrais nucleares e impor novas sanções à Rússia, revelou hoje o primeiro-ministro britânico, na véspera da sessão da cimeira do G7 dedicada ao conflito na Ucrânia.


Por LUSA 

Keir Starmer, que condenou os "ataques bárbaros" da Rússia na Ucrânia, destacou que Londres pretende "dar um passo em frente" ao "sufocar os recursos que alimentam a guerra de Putin e fornecer energia à Ucrânia para os invernos que se avizinham".

Cerca de 210 milhões de libras (cerca de 243 milhões de euros) de financiamento à exportação permitirão à empresa britânica Urenco fornecer urânio enriquecido à produtora de eletricidade nuclear ucraniana Energoatom, precisou Downing Street (gabinete do primeiro-ministro) em comunicado.

"Estaremos ao lado da Ucrânia enquanto for necessário e este anúncio reforça isso", sublinhou o primeiro-ministro britânico.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, é esperado na terça-feira de manhã na cimeira do G7, na cidade francesa de Evian, para participar numa reunião de trabalho dedicada à paz e à segurança para a Ucrânia e a Europa.

O chefe de Estado francês, Emmanuel Macron, espera convencer o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, a exercer mais pressão sobre a Rússia durante a cimeira do G7.

"O que eu quero, no fundo, é que os americanos digam 'estamos convosco, vamos continuar a ajudar a Ucrânia, vamos exercer mais pressão sobre a Rússia'", sublinhou, numa entrevista à emissora TF1.

Já a União Europeia incluiu 34 indivíduos e 47 entidades na sua lista de medidas restritivas, no mais recente pacote de sanções dirigido contra empresas vinculadas ao complexo militar russo, a frota fantasma utilizada para contornar as sanções ocidentais e responsáveis pela perseguição, pelo envenenamento e pela morte do opositor Alexei Navalny.

Vídeos mostram destruição deixada após queda de bombardeiro nos EUA... Um bombardeiro B-52 norte-americano despenhou-se, esta segunda-feira, momentos depois de ter descolado da Base Aérea Edwards, no deserto de Mojave, na Califórnia. Nas redes sociais circulam vídeos do incidente.

Por noticiasaominuto.com 

Um bombardeiro de longo alcance norte-americano despenhou-se, esta segunda-feira, momentos depois de ter descolado da Base Aérea Edwards, no deserto de Mojave, na Califórnia. 

O aparelho aéreo militar, designado como B-52 Stratofortress, normalmente comandado por uma equipa de cinco pessoas, caiu por volta das 11h20 locais (19h24, em Portugal).

Nas redes sociais circulam imagens onde é possível ver uma coluna de fumo negro após a aeronave ter caído. A Reuters noticia inclusive, que as imagens aéreas que puderam consultar não mostram destroços visíveis.

Veja o vídeo.

Até ao momento não há indicações de feridos ou mortos. 

De recordar que a Base Aérea de Edwards, no deserto de Mojave, indicou através das redes sociais que as equipas de emergência já estão no local, mas ainda não adiantou informações sobre a tripulação.

"O espaço aéreo foi fechado e todos os voos a chegar estão a ser desviados", adiantou a base aérea, explicando que todos os esforços estão a ser dedicados às operações de emergência.

O bombardeiro B-52 Stratofortress, note-se, é descrito como um aparelho aéreo militar estratégico. É normalmente tripulado por uma equipa de cinco pessoas: piloto, copiloto, oficial de sistemas de armamento, navegador e oficial de guerra eletrónica.


A Força Aérea dos Estados Unidos adiantou que seguiam oito pessoas a bordo do bombardeiro B-52 que se despenhou na Base Aérea de Edwards, na Califórnia, acrescentando que não há sobreviventes. A investigação para apurar as causas do acidente prosseguem.