quinta-feira, 17 de setembro de 2020

SEIS PRESIDENTES ESTARÃO PRESENTES NO DIA DA INDEPENDÊNCIA


O ministro do interior confirma que seis (6) presidentes das repúblicas estão a ser aguardados no país, para a celebração dos 47 anos da Independência da Guiné-Bissau.
Botche Candé falava, esta quinta-feira (17), depois de visitar às forças da defesa e segurança que estão actualmente em preparativos para a celebração da festa da Independência, na base área.

Botche Cande pede os saldados a se empenharem nos preparativos a fim de encantarem os chefes de estados que estarão no país para presenciar a comemoração dos 47 anos da Independência da Guiné-Bissau.

“O chefe do Estado convidou os seus homólogos e seis manifestaram a intenção de presenciar na comemoração solene da festa da independência, no dia 24 de Setembro, a situação inédita na história do nosso país por isso peço-vos para engajaram nos preparativos para que os presidentes convidados vejam com bons olhos as exibições que farão naquele dia”, exorta o ministro do interior.

O titular da pasta do Interior assegurou que com a saída da ECOMIB no país a segurança de todos os guineenses assim como as instituições devem ser asseguradas pelos militares e paramilitares.

“Tínhamos os nossos colegas da ECOMIB que estavam a manter a segurança no país e hoje os nossos militares e paramilitares têm a missão de garantir a segurança á todos guineenses e estrangeiros que escolheram o país para suas estadias”, frisou Botche Cande.

A Guiné Bissau foi a primeira colónia a ver a sua independência reconhecida por Portugal, em Setembro de 1974. Um ano antes o movimento de libertação já tinha declarado, unilateralmente, a independência do país.

A cerimónia oficial da celebração da festa da independência está prevista para o estádio nacional 24 de Setembro. 

Por: Marcelino Iambi

Foto: Mutaro Uldada Cisse

GUINÉ-BISSAU REALIZA SEMINÁRIO DE DIVULGAÇÃO DO ACORDO DA ZONA DE LIVRE COMERCIO CONTINENTAL AFRICANO

Fonte: Radiosolmansi

O ministério de comércio afirmou, esta quinta-feira (17), que a Zona de Livre Comércio Continental Africano proporcionará a esperança e a oportunidade para uma vida melhor aos muitos africanos.

Artur Sanha fez estas afirmações na abertura do seminário de divulgação e sensibilização sobre a Zona de Livre Comércio Continental Africano (ZCLCAF) realizado, esta quinta-feira, em Bissau, Promovido pelo ministério do comércio.

“A Guiné-Bissau é um país subdesenvolvido nesta base sempre contou com uma boa abordagem na concepção de regras de origem simples, praticas e credíveis para a zona continental de livre comércio continental africana” disse

Abas Djalo, director geral de comércio e concorrência, explica o objectivo do acordo é de criar um “mercado único de bem e serviços”, para facilitar 2 livre circulação das pessoas, capitais, mercadorias e serviços” com vista a aprofundar “ a integração económica e a promover o desenvolvimento e transformações económicas e estruturais do continente africano”.

“ Agora o que é preciso fazer, é sensibilizar as nossas governantes e os deputados sobre a importância de ratificar o referido acordo, para que depois o presidente da república possa promulga-la, só assim poderemos estar em pé de igualdade com os outros países africanos” explica o director.

O acordo da criação da Zona de Livre Comércio Continental Africano foi assinado, por 44 países da União Africana, em Kigali (Ruanda), no dia 21 de Março de 2018, com o propósito de criar um mercado livre, e uma área de livre circulação de pessoas, além de uma união monetária e, a Guiné-Bissau só assinou o acordo no dia 08 de Fevereiro de 2019.

E em 07 de Julho de 2019, em uma reunião no Níger, o acordo de livre comercio continental africano entrou na sua fase operacional, entretanto na Guiné-Bissau o acordo nem foi ainda ratificado pela Assembleia Nacional Popular.

Por: Anézia Tavares Gomes

Editorial: POLITÓLOGOS GUINEENSES CANTAM NOS MEDIA PARA ENGANAR A COMUNIDADE INTERNACIONAL

17/09/2020 / Jornal Odemocrata 

Os nossos politólogos cantam todos os dias nos media nacionais, internacionais e nas redes sociais que a comunidade internacional está cansada da crise política na Guiné-Bissau ou acusam as organizações internacionais de interferirem nos assuntos internos do nosso país. Todos cantam em voz alta para enganar o Zé-Povinho de Bandim e escamotear a própria comunidade internacional da verdadeira realidade da narrativa da Showbiscracia construída pelos Showbiscracistas democratas que violaram todos os princípios de governação que Amílcar Cabral projetara durante a luta armada da libertação nacional.

Para evitar a situação atual da canção da Showbiscracia, Amílcar Cabral organizara entre 9 a 16 de Agosto de 1971, uma reunião ordinária do Conselho Superior da Luta, em Boke, onde adotara uma decisão inédita de realizar as eleições gerais para a Assembleia Nacional Popular que viria a proclamar o Estado independente da Guiné-Bissau. 

Ou seja, foi há 49 anos que o fundador da nossa nacionalidade alertou os guerrilheiros e a população das regiões libertadas que o processo eleitoral poderia vir a ser, hoje, uma das pedras no sapato do Estado da Guiné-Bissau que atormentará e criará graves convulsões políticas, militares, golpes de estado e corrupção generalizada no país depois da independência.

Amílcar Cabral conseguiu controlar, durante a Luta Armada da Libertação Nacional, os Showbiscracistas rurais, rurbanos e urbanos, criando um pensamento coletivo revolucionário único para a Luta Armada da Libertação Nacional. Alertou, na altura, que se os Showbiscracistas revolucionários urbanos que estavam na luta armada não se suicidassem depois da luta armada, a nossa independência não teria substância no seu conteúdo real democrático nem justificar-se-ia a razão da luta dos nossos gloriosos combatentes da liberdade da pátria.

Para controlar as três variáveis dos Showbiscracistas revolucionários e armados durante a luta armada, Amílcar Cabral construiu uma nova narrativa semiose discursiva revolucionária que distinguia de forma clara o “Pensar” do “Pensamento”. O que lhe permitiu construir um pensamento coletivo revolucionário único para a nossa Luta Armada da Libertação Nacional. No pensamento coletivo revolucionário de Amílcar Cabral, o desejo do consenso comum da libertação nacional da Guiné-Bissau predominava sobre o desejo singular dos Showbiscracistas rurais, rurbanos e urbanos. Ou seja, abrangia um grande número de pessoas com capacidade de “Pensar” e de possuir um “Pensamento” que os permitia refletir e reagir diante de conflitos eleitorais a imprevistos vindos de fora.

O golpe de estado de 1980, matou o pensamento coletivo revolucionário de Amílcar Cabral e abriu a porta ao conflito direto entre os Showbiscracistas rurais, rurbanos e urbanos. Marcou também o ponto de partida para a instabilidade política e militar que permaneceu até hoje,em pleno Estado de Direito democrático. Aliás, os nossos politólogos que cantam diariamente nos Media nacionais e internacionais sabem-no muito bem e apenas não querem dizer a verdade à comunidade internacional que a verdadeira razão de convulsões políticas e recorrentes golpes de estado militares advém do conflito dos Showbiscracistas rurais, rurbanos e urbanos na aquisição eleitoral do poder para a governação do país.

No conflito eleitoral dos Showbiscracistas democráticos para obter o poder de governar o país os fins não justificam os meios. Em suma, não, há um pensamento coletivo com uma narrativa semiose discursiva única de um Estado democrático na Guiné-Bissau. De entre os três géneros das Showbiscracistas democráticos, não há desejo nem vontade comum de apresentar projetos de governação da Guiné-Bissau. No pensar dos Showbiscracistas democráticos, não exige ter um pensamento coletivo e robusto como armazém para guardar os valores de um Estado de Direito Democrático. Por isso, abriu-se, na esfera política democrática da Guiné-Bissau, uma porta de enriquecimento ilícito, corrupção generalizada, um olhar duvidoso aos sucessivos governos Showbiscracistas e uma sociedade em permanentes convulsões políticas e militares porque ninguém reconhece ninguém. Todos se apresentam, ao olho do Zé-Povinho de Bandim, como uma alternativa eleitoral democrática para o país e expressam uma opinião popular de Showbiscracia rural, rurbana e urbana. Nenhum deles consegue coletivamente mobilizar e abranger grande número de guineenses para governar o país.

Ou seja, dentre os atuais Showbiscracistas democratas da Guiné-Bissau, não há ainda um cabralista capaz de criar e implementar um pensamento com os enunciados semiose coletivo para congregar os guineenses em torno de um projeto eleitoral digno para a governação e de um Estado do Direito Democrático na Guiné-Bissau. A situação éhoje ainda mais grave porquanto os Showbiscracistas democráticos estão a segmentar-se em movimentos sociais de caráter fakenewsiana perigoso para uma democracia pluralista dos Estados modernos.

Aliás, as canções dos nossos politólogos nos Media nacionais, internacionais e nas redes sociais estão a fomentar e espalhar cada vez mais os Showbiscracistas hoje em todas as categorias socioprofissionais que vivem e trabalham na Guiné-Bissau. Mesmo, assim, os nossos politólogos fecham os olhos e não cantam na imprensa nacional e internacional as razões destes conflitos dos Showbiscracistas que dificultam a instauração, na esfera política nacional, de um pensamento coletivo com os enunciados semiose de um Estado de Direito Democrático na Guiné-Bissau.

Por: António Nhaga

Director-Geral

Ministro do Interior: “ELEMENTOS DA GUARDA NACIONAL ENVOLVIDOS NO CASO DE MEDICAMENTOS NA FRONTEIRA SERÃO AFASTADOS”

17/09/2020 / Jornal Odemocrata 

O ministro do Interior, Botche Candé, afirmou esta quinta, 17 de setembro de 2020, que todos os elementos da Guarda Nacional (GN) envolvidos ou que terão facilitado a entrada de trinta e seis caixas de medicamentos, de forma ilegal, junto à fronteira com a vizinha república da Guiné-Conacri, serão afastados do seus postos e substituídos.

No passado dia 08 de setembro, a Guarda Nacional, através da brigada fronteiriça, apreendeu 36 caixas de medicamentos, no posto de controlo de Jugudul, arredores de Mansoa, provenientes da Guiné-Conacri. Os medicamentos estavam a ser transportados por cidadãos de Conacri e a sua entrada no país terá sido facilitada por elementos da GN na fronteira entre os dois países.

Na sua comunicação, o ministro do Interior não revelou de quem eram os medicamentos, mas garante que serão entregues à direção-geral das alfandegas para serem inspecionados pelos serviços da inspeção da saúde e à Polícia Judiciária. Candé encorajou a corporação da Guarda Nacional a continuar a trabalhar para o bem-estar do nosso país.

Botche Cande disse, no ato da entrega dos medicamentos apreendidos duvidar que sejam apenas medicamentos.

Aos jornalistas, o Brigadeiro General da GN, Sadjo Sissé, apelou à colaboração entre as forças de segurança e a Guarda Nacional para combater a prática de fraude e desencorajar os seus atores.

Por, sua vez, o diretor-geral das Alfandegas, Doménico Sanca,sublinhou que “é grave contrabandear medicamentos”, por se tratar de um problema da saúde pública, frisando que a Guarda Nacional e as Alfândegas são instituições que devem combater a prática de contrabando de todos os produtos que entram ou saem do território nacional.

Entretanto, o médico que acompanhou todo o processo da entrega dos medicamentos, Abubacar Camará, assegurou que os medicamentos apreendidos serão analisados no laboratório, antes de serem usados. Porém, insistiu que se se estragarem serão incinerados.

POR: Noemi Nhanguan

FOTO: N.N

Por Jorge Malu

No quadro de descentralização e eletrificação de zonas rurais o ministro de energia e dos recursos naturais arquiteto Jorge Malu, efectuo visita de contactos na região de Cacheu para constatar a real situação das centrais elétricas e dos serviços de abastecimento de água potável as populações. Cidade de Cacheu foi a primeira etapa da visita do ministro onde reuniu-se com os responsáveis da delegacia regional da energia naquela cidade que conta com 2 grupos geradores de 350 kv e 250 kv respetivamente, que fornece a energia em dois períodos …

Os responsáveis pela gestão da energia local informaram ao ministro das suas dificuldades nomeadamente o pouco números de consumidores da energia o que por sua vez influência na alta taxa da tarifas de consumo da energia, o ministro exortou os responsáveis evidenciaremos esforços para a extensão da rede elétricas para terem mais consumidores afim de permitir a diminuição da tarifa aplicada ao consumidores da energia elétrica em consequência disso o governo vai subvencionar nesta primeira fase a aquisição de combustível a comissão de gestão, já em Canchungo que tem uma situação mais razoável em termos de fornecimento da energia, mas também que a semelhança de Cacheu lamentam alta taxa aplicada na cobrança das tarifas dado reduzido numero de consumidores da energia no sector que impossibilita a redução dos preços praticado, sem contar com a s dificuldade encontrada em algumas zonas onde a corrente elétrica chega as casas com muita baixa potencia, na reunião tida com a comissão de gestão da energia local o ministro salientou a necessidade de investimentos a serem feitos no local para melhorar a rede de distribuição, aquisição de transformadores, assim como a sua extensão para outras localidades o que permitiria uma redução da tarifa aplicada aos consumidores.

Na sua última etapa da visita em Bula o ministro se enterrou através dos responsáveis locais das condições do fornecimento da energia e eléctrica e água potável as populações,

MADEM-G15 recebeu esta manhã a Senhora Filomena de Carvalho, dos Assuntos Políticos da Missão da UNIOGBIS.

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Durante o Encontro as partes debruçaram-se sobre a preparação da próxima reunião entre Representação  Especial do Secretário Geral da UNIOGBIS e os partidos Políticos da ANP (com Assento Parlamentar).

A próxima reunião será para busca de consenso sobre a Agenda de Reformas.

Da parte do MADEM-G15 estiveram os Camaradas Aristides Ocante da Silva, Vice-Coordenador do MADEM-G15, Júlio Baldé e Bacar Barros Banjai, ambos da Comissão Permanente do MADEM-G15.

Fonte: Rogerio Dias

DIRETOR DA RÁDIO JOVEM NOMEIA NOVO CHEFE DA REDAÇÃO DO ÓRGÃO

Fonte: Rádio Jovem Bissau 

O diretor da Antena da Rádio Jovem Bissau, Lassana Fati, nomeou o jornalista Plácido Cumeré, como novo chefe da redação do órgão da comunicação social privada da Guiné-Bissau, substituindo no cargo Alison Cabral, que apresentou demissão no mês de junho.

A informação consta num despacho divulgado nesta quinta-feira, 17 de setembro, na qual refere que Cumeré terá como o seu adjunto na redação João Paulo Djata.

Embora só hoje  foi anunciado a sua nomeação do cargo, mas Cumeré liderava a redação de forma interina desde a saída do jornalista Alison Cabral, naquela altura.

Cumeré, um dos grandes jovens jornalistas guineenses que está a dispertar no setor da comunicação social guineense. O Cumere chegou a estação da juventude guineense há menos de 6 anos, mas rapidamente mostrou as qualidades que cativou os responsáveis e público ouvintes do órgão.

Ainda no capítulo das nomeações para apedrejar à Rádio Jovem Bissau de pessoal a altura, o diretor da Antena nomeou Olívio Mendonça para coordenar à secção desportiva e Nicásio Mindela, como novo responsável técnico do órgão.

Mendonça e Mendela serão coajovados por Elvis da Silva e Vagner Costa, respectivamente.

Fati justifica a medida tendo em conta, a exigência e anseio cada vez maior da parte do público-alvo, nomeadamente a juventude, tanto no plano de informação desportiva, política, econômica, cultura e entre outros.

Criada a 14 de agosto de 2005 pela Rede Nacional das Associações Juvenis(RENAJ), a Rádio Jovem Bissau tem como público-alvo a juventude guineense.

Em 2014, a estação emissora privada venceu o prêmio da melhor rádio da Guiné-Bissau, atribuído pelas autoridades do país.

Por: AC

Greve Saúde - Sinetsa suspende greve de sete dias iniciada quarta-feira

Bissau, 17 Set 20 (ANG) – O Presidente do Sindicato Nacional dos Enfermeiros ,Técnico de Saúde e Afins(Sinetsa) declarou  hoje a suspensão da greve de sete em curso no sector desde quarta-feira “para dar beneficio de dúvida ao governo que compromete em satisfazer as reivindicações.

Yoio João Correia, em entrevista à ANG, disse que depois das negociações entre as partes, o sindicato analisou as propostas feitas pelo patronato, tendo concluído que era necessário dar beneficio de dúvida ao Governo, apesar de o executivo não apresentar nada por escrito.

“Decidimos fazer uma suspensão temporária da greve com a esperança de que o executivo vai cumprir a sua promessa dando  solução aos pontos que estamos a reclamar”, disse.

Correia frisou que a suspensão da greve iniciou às 8 horas de hoje e vai durar até o dia 07 do mês de Outubro, tendo pedido a compreensão do pessoal em greve, e que voltem ao trabalho.

Correia avisa que se até ao dia 7 de de Outubro o Governo não honrar o seu compromisso voltarão à carga com  paralisações dos serviços.

 “Todos nós somos guineenses e o que queremos é o bem desta Nação, por isso entendemos que devemos dar beneficio de dúvida, uma vez que nas negociações sempre existem cedências”, salientou.

O Sindicato dos Enfermeiros, Técnicos de Saúde e Afins(Sinetsa), reivindica o pagamento de dívidas em atraso, efectivamento dos seus associados e aprovação dos documentos que regulamentam a carreira dos técnicos de saúde. 

ANG/MSC/ÂC//SG

O Ministro das Obras públicas, Habitação e Urbanismo Sr. Fidélis Forbs, assinou hoje, um memorando de entendimento com a empresa REYNO STEEL HOUSE Ltd. Especialistas na construção de Habitação....

O Ministro das Obras públicas, Habitação e Urbanismo Sr. Fidélis Forbs, assinou hoje, um memorando de entendimento com a empresa REYNO STEEL HOUSE Ltd. Especialistas na construção de Habitação!

Acordo visa construção de mais de 100 casas socias, tipo T1,T2 e T3! Com preços variados e não superior à 20 milhões fcfa. O representante senhor Julio Chen, garantiu que estás casas vão ter condições que permitirá seus habitantes ter uma vida digna...


 Ministério Das Obras Publicas, Habitação e Urbanismo

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GOVERNO E EMPRESA CHINESA ASSINAM ACORDO PARA A CONSTRUÇÃO DE TRINTA CASAS SOCIAIS

17/09/2020 / Jornal Odemocrata 

O governo da Guiné-Bissau e a empresa chinesa Reyno Steel House LTD (RHS), sedeada em Hong Kong, República Popular da China, assinaram esta quinta-feira, 17 de setembro de 2020, um acordo para a construção de trinta casas. O terreno aindanão foi identificado, mas sabe-se, para já, que as obras de construção iniciar-se-ão em finais de dezembro de 2020, dependendo do cumprimento do acordo pelas partes.

O acordo foi rubricado da parte guineense pelo ministro das Obras Públicas, Habitação e Urbanismo, Fidélis Forbs e por Aaron Júlio Chen Ly Chi, presidente da Reyno Steel House LTD (RHS).

Em declarações aos jornalistas após a assinatura do documento, Fidélis Forbs referiu que os interessados poderão aceder a essas casas a um preço de 15 ou 20 milhões de francos CFA, pagos em em 10 e 20 anos.

O desconto, segundo Fidélis Forbs, deverá ser à base do salário dos requerentes.

“Portanto, pensamos que as casas sociais serão acessíveis, de acordo com a nossa realidade, permitindo que as pessoas tenham melhores condições habitacionais”, assegurou.

“A família é a base de uma sociedade, assim, o governo tem a responsabilidade de criar ascondições para que a sociedade possa viver em residências saudáveis e de qualidade”, enfatizou.

O ministro das Obras Públicas, Habitação e Urbanismo, garantiu que todas as partes envolvidas, tanto a construtora como o governo estão interessados na execução deste projeto que, de acordo com as autoridades nacionais, vai ajudar muito a família guineense a ter habitações em condições desejáveis.

Por sua vez, o presidente da Empresa Reyno Steel House LTD (RHS), Aaron Júlio Chen Ly Chi, assegurou que as casas sociais que vão ser construídas terão qualidade “muito aceitável” com uma garantia mínima de 50 anos, acrescentando que a sua empresa está muito satisfeita por ter assinado o memorando de entendimento para a construção das casas, contribuindo assim para o desenvolvimento da Guiné-Bissau.

De acordo com as informações, a Reyno Steel House LTD (RHS) é uma empresa especializada no desenvolvimento dos sistemas de construção de alto rendimento, sediada em Hong Kong, China, com a capacidade técnica de execução de obras públicas, nomeadamente, casas sociais de baixo custo.

Por: Aguinaldo Ampa

COVID-19 - Mais de 941 mil mortos e 29,9 milhões de infetados em todo mundo

© Lusa

Por LUSA   17/09/20 13:33

Redação, 17 set 2020 (Lusa) --dezembro, segundo um balanço da agência AFP baseado em dados oficiais.

De acordo com o balanço da agência francesa de notícias, hoje às 11:00 TMG (12:00 em Lisboa), já morreram pelo menos 941.473 pessoas e 29.914.290 foram infetadas em 196 países e territórios desde o início da epidemia de covid-19, em dezembro de 2019, na cidade chinesa de Wuhan.

Pelo menos 20.131.400 casos já foram considerados curados pelas autoridades de saúde.

A AFP adverte que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do total real de infeções, já que alguns países estão a testar apenas casos graves, outros usam o teste como uma prioridade para rastreamento e muitos países pobres têm apenas capacidade limitada de rastreamento.

Nas últimas 24 horas foram registadas 5.954 novas mortes e 282.592 novos casos em todo o mundo. Os países que registaram o maior número de novas mortes são a Índia (1.132), Brasil (987) e os Estados Unidos (968).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 196.831 mortes e 6.631.561 casos, de acordo com um balanço da Universidade Johns Hopkins. Pelo menos 2.525.573 pessoas foram declaradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 134.106 mortes e 4.419.083 casos, a Índia com 83.198 mortes (5.118.253 casos), o México com 71.978 mortes (680.931 casos) e o Reino Unido com 41.684 mortes (378.219 casos).

Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 94 mortes por 100.000 habitantes, seguido pela Bélgica (86), Espanha (65), Bolívia (64) e Brasil (63).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau) contabilizou oficialmente um total de 85.223 casos (nove novos entre quarta-feira e hoje), incluindo 4.634 mortes (nenhum novo) e 80.448 recuperações.

A América Latina e as Caraíbas totalizaram 316.572 mortes para 8.480.585 casos, a Europa 223.326 mortes (4.660.226 casos), Estados Unidos e Canadá 206.064 mortes (6.770.982 casos), Ásia 120.247 mortes (6.857.575 casos), Médio Oriente 41.115 mortes (1.738.023 casos), África 33.253 mortes (1.376.017 casos) e Oceânia 896 mortes (30.889 casos).

O balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Devido a correções feitas pelas autoridades ou publicação tardia dos dados, os números do aumento de 24 horas podem não corresponder exatamente aos publicados no dia anterior.

Portugal, de acordo com o último relatório da Direção-Geral da Saúde (DGS), contabiliza 1.878 mortos associados à covid-19 em 65.626 casos confirmados de infeção.

COVID-19 - África com 204 mortos e quase 8.300 novos casos desde quarta-feira

© Reuters

Notícias ao Minuto 17/09/20 10:49 

África registou 204 mortos devido à covid-19 nas últimas 24 horas, elevando os óbitos para 33.251, contabilizando um total de 1.373.986 infetados, segundo os dados mais recentes da pandemia no continente.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), nas últimas 24 horas registaram-se, nos 55 Estados-membros da organização, mais 8.297 casos de infeção e mais 10.489 pessoas foram consideradas como curadas da doença, sendo hoje o total de 1.127.034 recuperados.

O maior número de casos e mortos continua a registar-se na África Austral, com 709.211 infeções e 16.868 óbitos. Só a África do Sul, o país mais afetado do continente, contabiliza 653.444 casos e 15.705 mortos.

O norte de África, a segunda zona mais afetada pela pandemia, tem agora 282.865 pessoas infetadas e 9.713 mortos e na África Ocidental o número de infeções ultrapassa agora os 170 mil (170.053) e o de vítimas mortais subiu para 2.547.

A região da África Oriental tem 155.277 casos e 3.058 mortos e na África Central estão contabilizados 56.580 casos e 1.065 óbitos, o mesmo número em relação a quarta-feira.

O Egito, que é o segundo país africano com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, regista 5.696 mortos e 101.500 infetados, e Marrocos contabiliza 1.6486 mortos e 92.016 casos.

A Argélia tem 1.645 mortos e 48.969 casos.

Nos seis países mais afetados estão também a Nigéria, com 56.604 infetados e 1.091 mortos, e a Etiópia, com 66.442 infetados e 1.045 mortos.

Entre os países africanos que têm o português como língua oficial, Angola lidera em número de mortos e Moçambique em número de casos.

Angola regista 143 mortos e 3.675 casos, seguindo-se a Guiné Equatorial (83 mortos e 5.002 casos, segundo uma atualização dos dados feita hoje pelas autoridades nacionais), Cabo Verde (47 mortos e 4.978 casos), Moçambique (39 mortos e 5.994 casos), Guiné-Bissau (39 mortos e 2.303 casos), e São Tomé e Príncipe (15 mortos e 906 casos).

O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egito em 14 de fevereiro e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infeção, em 28 de fevereiro.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 936.095 mortos e mais de 29,6 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

GUINÉ-BISSAU:"O executivo Guineense deu um prazo até 8 de dezembro do ano em curso, aos moradores do Bombeiro em Bissau, para abandonarem as suas residências"

O governo através do Ministério do Interior está a levar acabo uma campanha de identificação e recuperação das suas zonas de jurisdição, revelou esta quarta-feira 16 de setembro de 2020, o secretário de estado da Ordem Publica, Mário Fambé.

Numa entrevista exclusiva a Rádio Jovem, Mário Fambé, revela que a referida Campanha, visa identificar as velhas construções e espaços do Ministério do interior com o intuito de Construir grandes óbras para o melhor funcionamento dos serviços do Ministério do interior.

Sobre esse assunto, em nome dos moradores de Bombeiro, Malam Mané, lamenta a forma que receberam a notificação, segundo ele, não há garantia no documento de um outro espaço caso abandonarem aquele espaço. 

Ao responder essa preocupação, o secretário de estado da ordem Pública Mário Fambé, reconhece que o executivo ainda não pensou nesse assunto.

Entre espaços identificados estão, Antigo edifício da Guarda Fronteira ao lado de Poilão de Brá, a residência de Bombeiro e entre outros espaços.

Rádio Jovem Bissau

Universidade Colinas de Boé na Guiné-Bissau pode fechar portas e precisa de ajuda

16/09/2020

GUINÉ-BISSAU SOCIEDADE

O reitor da Universidade Colinas de Boé na Guiné-Bissau, Huco Monteiro, não escamoteia a realidade e mesmo a brincar questiona os alunos sobre a falta de pagamento das propinas, que pode levar ao encerramento do estabelecimento de ensino.

“Vocês são um grupo a conspirar contra a escola”, brincou Huco Monteiro com os alunos da licenciatura de Direito.

Uma aluna respondeu: “Professor, não há dinheiro”.

Consciente das dificuldades das famílias dos alunos num dos países mais pobres do mundo e apanhado pelos efeitos económicos recessivos provocados pela covid-19, o antigo ministro da Educação e ex-chefe da diplomacia da Guiné-Bissau mantém-se firme e com a escola a funcionar.

“Uma das consequências do confinamento é que as pessoas não podem ir às aulas, não indo às aulas nós não estamos a realizar o nosso serviço público e não temos de cobrar nada, e não cobrando ficamos sem recursos”, disse à Lusa Huco Monteiro.

Criada em 2003, a Universidade Colinas de Boé depende das propinas que os alunos pagam.

A universidade fechou as portas em março e só voltou a reabrir em 31 de agosto, depois de garantir que cumpria todos os requisitos para prevenção contra o novo coronavírus. O que implicou mais investimento.

“Nós, não sabíamos que isto ia durar seis meses. Fomos gastando o dinheiro que tínhamos e chegamos a um ponto, no mês de agosto, digo isto com muita tristeza, depois de ter pago cinco meses de salários e contas, escrevi aos funcionários a dizer que são testemunhos da nossa boa vontade, mas só podemos dar o que temos”, afirmou.

Lamentando a falta de apoio do Estado guineense às pequenas e médias empresas e medidas que atenuassem a recessão económica provocada pela covid-19, Huco Monteiro salientou, contudo, que o contexto exige criatividade.

“Pensemos em soluções. Não basta chorar”, apontou à Lusa num otimismo de quem acredita num futuro para a juventude do seu país.

Se por um lado, o professor defende o apoio do Estado, como “poder público e orientador económico e protetor do emprego”, por outro, acredita no apoio de todos aqueles que apostam no seu projeto.

É que na Guiné-Bissau só há ensino universitário graças às instituições privadas.

“São estas instituições que formam. Se pararem de funcionar há um impacto social e cultural terrível”, frisou o reitor, salientando que pode ser complicado para o futuro do país uma juventude que não tem acesso à formação.

“É urgente o Estado estar ciente desta situação e procurar maneira de apoiar a juventude guineense”, advogou.

Mas, nem tudo poderá vir do Estado, e, por isso, Huco Monteiro pediu apoio a “padrinhos”, que contribuam para ajudar os mais carenciados a estudar.

“A ideia é desenvolver um sistema de parceria que possa privilegiar raparigas e alunos do interior, mais carenciados. Na Guiné-Bissau somos todos pobres, mas há mais pobres do que a média guineense”, referiu.

“Encorajo a todos os guineenses, amigos da Guiné, amigos da Universidade Colinas de Boé, homens e mulheres de boa vontade que pensem nesse sistema. Isso já nos ajuda a avançar, a tirar o nariz da água e a continuar a trabalhar”, vincou.

A propina mensal que um aluno paga na Universidade Colinas de Boé é de 30 euros. Os interessados podem contactar o estabelecimento de ensino ou Huco Monteiro através das redes sociais e apadrinhar um aluno.

A escola tem atualmente cerca 877 alunos.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 929.391 mortos e mais de 29,3 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A Guiné-Bissau registou 39 mortos e 2.303 casos de infeção pelo novo coronavírus.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Fonte: Plataforma

Omar Buli Camará

Guiné-Bissau: BALANÇOS DE CAMPANHA DE CASTANHA DE CAJU A CONTAR APARTIR DO MÊS DE SETEMBRO






Fonte: Joaquim Batista Correia

Guiné-Bissau: Encontro de trabalho entre o Ministro Dr. Fernando Dias e o representante do PNUD.

MATPL/ AI / 16.09.2020 (Quarta-feira)

Encontro de trabalho entre o Ministro Dr. Fernando Dias e o representante do PNUD.
O Ministro da Administração Territorial e Poder Local, dirigentes e técnicos do Ministério, fizeram panorama geral dos trabalhos realizados, aqueles que neste momento estão a ser realizados e o que se pretende realizar nos próximos tempos.

Falaram igualmente  do relacionamento entre o governo, em particular o Ministério da Administração Territorial e Poder Local com o PNUD.
Garantias de continuidade de boas relações entre as duas instituições não faltaram.


Ministério da Administração Territorial e Poder Local da Guiné-Bissau