domingo, 14 de junho de 2026

Trump confirma acordo e anuncia reabertura do Estreito de Ormuz... O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou hoje que um acordo para acabar com o conflito no Médio Oriente foi "finalizado" com o Irão e anunciou a reabertura do Estreito de Ormuz.

© Shawn Thew/EPA/Bloomberg via Getty Images    Por LUSA   14/06/2026  

Donald Trump anunciou também o levantamento "imediato" do bloqueio naval norte-americano.

"O acordo com a República Islâmica do Irão está agora finalizado", escreveu o Presidente norte-americano na sua rede social Truth, poucos minutos após o anúncio do mediador paquistanês esta noite, madrugada de segunda-feira hora do Paquistão.

"Autorizo totalmente a reabertura do Estreito de Ormuz sem taxas de trânsito e, simultaneamente, o levantamento imediato do bloqueio naval dos EUA. Navios do mundo, liguem os vossos motores. Deixem o petróleo fluir!", escreveu Trump.

O anúncio de hoje, no dia em que Donald Trump faz 80 anos, acontece após mais de três meses de conflito.

O acordo procura pôr fim à guerra que começou a 28 de fevereiro, após a ofensiva lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, que resultou na morte do Líder Supremo da República Islâmica, o ayatollah Ali Khamenei, que estava no poder desde 1989.

Teerão, que nomeou o filho do ayatollah, Mukhta Khamenei, como o seu novo líder, respondeu com ataques contra Israel e países da região que albergam bases americanas, além de bloquear o estreito de Ormuz.

O bloqueio causou graves transtornos económicos, dado que aproximadamente 20% do petróleo mundial passa pelo local.

Os Estados Unidos e o Irão, que acordaram um cessar-fogo em abril último, estavam a negociar um acordo nos últimos meses para pôr fim às hostilidades e reabrir o Estreito de Ormuz.


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O primeiro-ministro paquistanês anunciou hoje que foi concluído um acordo entre os Estados Unidos e o Irão.


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O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Kazem Gharibabadi, declarou esta noite que o acordo com os Estados Unidos trouxe "um fim imediato à guerra".

Cuba com cortes prolongados de eletricidade que afetam hoje 62% do país... Cuba volta a enfrentar hoje cortes prolongados de eletricidade, com cerca de 62% do país afetado durante o período de maior consumo, devido à crise energética que atravessa o sistema elétrico nacional.

© Magdalena Chodownik/Anadolu via Getty Images   Por  LUSA    14/06/2026 

Segundo a União Eléctrica de Cuba (UNE), citada pela agência EFE, a capacidade de geração prevista para o horário de ponta será de 1.215 megawatts (MW), face a uma procura estimada de 3.100 MW, o que resulta num défice de 1.885 MW.

A mesma fonte estima que a afetação real poderá atingir os 1.915 MW, refletindo o nível de cortes necessários para evitar falhas descontroladas no sistema elétrico.

O país enfrenta uma crise energética agravada desde meados de 2024, com o Governo a classificar a situação como "crítica" e a reconhecer apagões que, em algumas zonas, ultrapassam as 22 horas diárias.

De acordo com a UNE, oito das 16 unidades termoelétricas do país encontram-se fora de serviço devido a avarias ou manutenção, numa rede marcada pela obsolescência das infraestruturas.

Além disso, dezenas de centrais de geração distribuída permanecem paradas por falta de combustível, uma situação que afeta de forma significativa a produção elétrica nacional.

As autoridades cubanas apontam também a escassez de combustíveis e as dificuldades de importação como fatores que agravam a crise, numa conjuntura de forte pressão económica sobre a ilha.

Estudos independentes estimam que seriam necessários entre 8.000 e 10.000 milhões de dólares para recuperar o sistema elétrico cubano.

A crise energética tem impacto direto na economia cubana, com previsões de contração do Produto Interno Bruto (PIB), e efeitos crescentes no descontentamento social, traduzido em protestos localizados nas últimas semanas.

Israel prepara-se para possível ataque iraniano "nas próximas horas"... O Exército de Israel está a preparar-se para um possível ataque ao seu território "nas próximas horas", num contexto de crescente tensão com o Irão, foi hoje anunciado.

© Lusa     14/06/2026 

As Forças de Defesa de Israel (FDI) indicaram, em comunicado, que permanecem em "alerta máximo" e preparadas para diversos cenários defensivos e ofensivos, acrescentando que o chefe do Estado-Maior, Eyal Zamir, está a realizar uma "avaliação contínua" da situação.

"Neste momento, não há alterações nas diretrizes defensivas do Comando da Frente Interna. Caso se verifique alguma mudança, a população será informada em conformidade. As FDI não tolerarão qualquer ataque dirigido contra o território do Estado de Israel", acrescentaram.

Hoje à tarde, o Exército israelita bombardeou a zona de Dahye, subúrbios a sul de Beirute, após três drones lançados a partir do Líbano pelo movimento xiita Hezbollah terem atingido comunidades no norte de Israel, junto à fronteira.

O ataque a Beirute ocorreu num contexto de negociações entre os Estados Unidos e o Irão para um acordo de paz cuja assinatura tinha sido apontada como iminente, sem confirmação de que a eventual suspensão dos ataques israelitas no Líbano esteja incluída no entendimento.

A mais recente ofensiva israelita contra Dahye ocorreu há cerca de uma semana e desencadeou uma resposta iraniana com o lançamento de três vagas de mísseis contra território israelita, às quais Israel respondeu com ataques ao território iraniano.

Teerão tinha advertido que, caso continuassem os ataques israelitas contra o Líbano, avançaria com represálias, considerando que o cessar-fogo alcançado com os Estados Unidos em 08 de abril incluía também o país árabe.

Esse ciclo de ataques cessou na segunda-feira, 08 de junho, após mediação do Presidente norte-americano, Donald Trump.

Guerra entre Israel e o Hamas já matou 73 mil palestinianos... O número de mortos palestinianos na guerra entre Israel e o Hamas ultrapassou os 73 mil, informou hoje o Ministério da Saúde de Gaza, apesar de um frágil cessar-fogo que tem sido descrito como estagnado.

© Ahmed Al Arini / Middle East Images / AFP via Getty Images    Por LUSA   14/06/2026 

Israel continuou a atacar dentro do território, depois do acordo assinado em outubro, alegando que realiza ataques contra o Hamas e outros militantes que representam uma ameaça e em resposta a violações do cessar-fogo, incluindo ataques ocasionais. Cinco soldados israelitas foram mortos desde a trégua.

A confirmação do mais recente número de mortos palestinianos veio de Zaher al-Waheidi, chefe do departamento de registos do ministério, e de Hamza Salem, do departamento de relações públicas da tutela.

O número de mortos desde o início da guerra é agora de 73.001. Hoje, o ministério informou que houve cinco mortes: duas na cidade de Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, e uma no centro, além de duas pessoas terem morrido na sequência de ferimentos anteriores.

Mais de 173.200 pessoas ficaram feridas desde o início da guerra, que foi desencadeada pelo ataque liderado pelo grupo armado Hamas, a 07 de outubro de 2023, contra Israel. Este ataque matou cerca de 1.200 pessoas e fez 251 reféns.

O Ministério da Saúde, parte do Governo liderado pelo Hamas, é composto por profissionais médicos e mantém registos detalhados considerados geralmente fiáveis ??pelas agências das Nações Unidas e por especialistas independentes. Não faz distinção entre civis e militantes, mas afirma que as mulheres e as crianças representam cerca de metade de todas as mortes.

Israel afirma que tenta evitar ferir civis e culpa o Hamas pelas suas mortes, porque os militantes operam em zonas densamente povoadas.

O acordo de cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, alcançado em outubro, encerrou as operações militares em grande escala e levou ao regresso de todos os restantes reféns.

Mas outros elementos do acordo estão paralisados, uma vez que o Hamas se recusa a desarmar e as tropas israelitas avançaram em Gaza, em vez de se retirarem. Ambos os lados acusam o outro de violar o acordo, mas afirmam que este ainda está em vigor.

O progresso em todas as outras questões --- incluindo a reconstrução, a retirada das tropas israelitas e o estabelecimento de um novo Governo palestiniano --- está a ser prejudicado pelo impasse sobre o desarmamento do Hamas, afirmou Nickolay Mladenov, o principal diplomata responsável pelo cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos em Gaza.

A guerra desalojou a maior parte da população palestiniana, de mais de dois milhões de pessoas, deixou grande parte do território em ruínas e criou uma escassez generalizada de alimentos, medicamentos e outros mantimentos básicos, uma vez que as passagens fronteiriças com Gaza - todas, exceto uma, controladas por Israel - foram encerradas.

Ativista condena triste e inaceitável violência xenófoba na África do Sul... A ativista Cassandra Dorasamy condenou a "triste e inaceitável" atual violência xenófoba na África do Sul e apelou ao Governo que corrija os sistemas de regulação de imigração e de pedidos de asilo.

Por LUSA 

Em entrevista à Lusa, a ativista da Amnistia Internacional na África do Sul disse que a Organização Não-Governamental (ONG) tem testemunhado, desde o início do ano, movimentos no país que têm impedido os imigrantes de aceder a cuidados de saúde e a escolas.

"É triste ver como esta xenofobia, esta violência xenófoba, tem vindo a acontecer na África do Sul", declarou, numa entrevista feita por telefone no âmbito do 50.º aniversário do massacre de Soweto, em Joanesburgo, que se assinala a 16 de junho.

A ONG condena toda a violência contra imigrantes e a retórica xenófoba, sublinhou.

A violência tem gerado "muito medo entre as pessoas que são imigrantes na África do Sul", o que "viola os seus direitos à segurança e proteção", afirmou.

Nesse contexto, apelou ao Governo sul-africano que corrija "os seus sistemas que regulam a imigração, incluindo o sistema de asilo", onde se verificam "muitos atrasos", o que deixa "as pessoas a viver num limbo", pois não vivem regularizadas.

"Portanto, há muito a fazer por parte do Governo para garantir que as pessoas que fogem dos seus países e vêm para cá em busca de asilo estejam seguras e protegidas, e também por parte do executivo para travar a violência xenófoba que está a acontecer e garantir a segurança e a proteção de todos os que vivem na África do Sul", frisou.

A Amnistia Internacional, recordou, tem vindo a alertar para o uso de imigrantes como bodes expiatórios "quando se trata de questões económicas e de acesso a serviços básicos".

Para Cassandra Dorasamy, as ondas xenófobas no país, que são recorrentes, estão relacionadas com o facto de "muitos sul-africanos não estarem a usufruir dos direitos previstos na Constituição no que toca ao acesso à habitação, ao acesso à água e ao saneamento, à segurança, à segurança económica, ao bem-estar e à proteção".

"Devido à escassez de recursos, por vezes, parece oportuno para as pessoas desviar as atenções e culpar os imigrantes por todos os problemas que as rodeiam, quando, na verdade, é responsabilidade do Governo garantir que esses direitos sejam assegurados. Portanto, tem havido decididamente uma diabolização dos imigrantes face aos problemas que enfrentamos na África do Sul", refletiu.

Por fim, frisou que a ONG defende que o Governo e a polícia sul-africana precisam de garantir a proteção dos imigrantes no país, que é vizinho de Moçambique.

"É inaceitável que a polícia permita o assédio, a intimidação e a violência contra imigrantes e não faça nada", reiterou.

As tensões xenófobas são um problema recorrente na África do Sul e levam frequentemente a ondas de protestos violentos, especialmente nos bairros mais vulneráveis.

Os protestos mais graves ocorreram no final de 2019, resultando na morte de 18 estrangeiros, segundo dados da organização Human Rights Watch (HRW).

Na atual onda de protestos, manifestantes anti-imigração sul-africanos deram até 30 de junho para todos os estrangeiros abandonarem o país e o Governo da África do Sul anunciou nos últimos dias restrições às políticas migratórias.

Centenas, e nalguns casos até milhares, de migrantes foram repatriadas pelos próprios países, como Moçambique (mais de 700) ou a Nigéria (mais de mil), e a África do Sul foi alvo de críticas internacionais por xenofobia.

Trump celebra hoje 80 anos: A 'festa' e o percurso do presidente dos EUA... O presidente norte-americano, Donald Trump, celebra este domingo o seu 80.º aniversário, tornando-se o segundo octogenário a governar os Estados Unidos. Para comemorar a data, o republicano irá assistir a vários combates de UFC na Casa Branca, uma organização de artes marciais da qual é fã.

@Fox News   Por noticiasaominuto.com 

O presidente norte-americano, Donald Trump, celebra este domingo o seu 80.º aniversário, tornando-se o segundo octogenário a governar os Estados Unidos. Para comemorar a data, o republicano irá assistir a vários combates de UFC na Casa Branca.

De recordar que Trump tornou-se a pessoa mais velha a tornar-se presidente dos Estados Unidos, uma vez que é cinco meses mais velhos que o seu antecessor Joe Biden. 

Outro facto inédito é que alguém condenado por um crime nunca ganhara as eleições presidenciais nos Estados Unidos.

A 'festa' de aniversário de Trump

Donald Trump começou a planear o dia de aniversário há já algum tempo. No jardim sul da Casa Branca foi construído um ringue que será palco de várias lutas de UFC. Desporto do qual o presidente norte-americano é fã.

No entanto, a organização do evento não foi vista com bons olhos. Vários cidadãos norte-americanos apresentaram um processo para impedir a realização dos combates na Casa Branca. 

Mas, na semana passada, um juiz federal autorizou o presidente a celebrar o seu 80.º aniversário e o 250.º aniversário do país com combates de UFC.

Recorde o percurso de Donald Trump

Trump nasceu no bairro nova-iorquino de Queens a 14 de junho de 1946. É o quarto de cinco filhos de um importante promotor imobiliário. A mãe era uma imigrante escocesa. 

Depois de ter estudado numa academia militar e formar-se na Universidade da Pensilvânia, o atual chefe da Casa Branca entrou para o negócio da família. Em 1971, Trump assumiu o controlo da empresa familiar. 

De ntoar que o pai construía apartamentos para a classe média nos bairros nova-iorquinos de Brooklyn e Queens, mas Donald Trump preferiu mudar o rumo dos negócios e apostou em torres de luxo, hotéis, casinos e campos de golfe, de Manhattan ao Dubai.

Casou-se três vezes, com duas modelos e uma atriz. Tem cincos filhos e sete netos. É figura habitual nas páginas dedicadas a celebridades, e, ainda na década de 1980, fez participações especiais em filmes, séries e anúncios. ‘Sozinho em Casa 2: Perdido em Nova Iorque’, ‘O Sexo e a Cidade’ ou ‘O Príncipe de Bel Air’ são apenas alguns dos formatos que constam no seu currículo televisivo.

Do setor imobiliário... a político

Em 2015, num discurso proferido no edifício Trump Tower, em Manhattan (Nova Iorque), Trump decidiu avançar com uma candidatura para as eleições presidenciais, representando o Partido Republicano.

Donald Trump acabaria por vencer as eleições contra a democrata Hillary Clinton, iniciando assim o seu primeiro mandato na Casa Branco enquanto presidente dos Estados Unidos. 

Em 2020, Trump voltaria a recandidatar-se para um segundo mandato. No entanto, desta vez, não teve sorte, tendo sido vencido pelo democrata Joe Biden. 

E eis que, em 2024, volta a marcar presença na corrida das presidenciais norte-americanas. Inicialmente, tinha como opositor Joe Biden - que acabou por desistir da candidatura e foi substituído por Kamala Harris. 

Donald Trump venceu as eleições presidenciais de 2024 e tornou-se o segundo presidente norte-americano a cumprir dois mandatos não consecutivos, tendo conseguido vencer pela primeira vez o voto popular numa eleição, algo que não conseguiu nem em 2016 contra Hillary Clinton, nem em 2020 contra Biden e que os republicanos não conseguiam há duas décadas.

O presidente norte-americano terminará o segundo mandato presidencial com 82 anos.

A saúde de Trump

Recorde-se que, no final do mês passado, Donald Trump realizou o exame médico anual. O estado de saúde foi descrito como "excelente", incluindo o facto de o presidente ter um coração de uma pessoa de 65 anos. 

No relatório médico, divulgado pela Casa Branca, a saúde cardiovascular de Donald Trump foi descrita como equivalente à de uma pessoa 14 anos mais nova.

De acordo com o médico de Trump, Sean Barbabella, o presidente norte-americano tem uma "idade cardíaca" de 65 anos, apesar de no dia 14 de junho completar 80 anos. 

Quem é a jovem que morreu em salto de "bungee jumping" sem corda?... Jovem de 21 anos morreu em São Paulo, no Brasil, após ser lançada de uma altura de 40 metros durante um salto de corda. Segundo a imprensa local, a vítima não estava ligada ao sistema de segurança. Seis pessoas foram detidas após o acidente.

Por noticiasaominuto.com 

María Eduarda Rodrigues, de 21 anos, é a vítima mortal de um salto de "bungee jumping" sem corda, em São Paulo, no Brasil. 

A jovem morreu este sábado após ser lançada de uma altura de 40 metros sem cordas, em Limeira, no estado brasileiro de São Paulo.

Natural de Jandira, na Grande São Paulo, Maria Eduarda era formada em Educação Física e Gestão Desportiva.

Nas redes sociais, costumava partilhar vários registos da sua rotina, além de publicações relacionadas com atividades físicas, natureza e bem-estar. Horas antes da sua morte, recorde-se, partilhara informações sobre o salto que iria fazer. 

Nas histórias da rede social Instagram, partilhou o local e as pulseiras de identificação para a atividade radical.

Numa das publicações, questionou: "Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte???"

A queda

A jovem morreu este sábado após ser lançada de uma altura de 40 metros sem cordas, durante um salto de "bungee jumping", em Limeira, no estado brasileiro de São Paulo.

Segundo a imprensa brasileira, a empresa responsável não colocou a corda que deveria segurar a jovem. O noivo de María Eduarda, que estava no local, ter-se-á sentido mal e teve de ser assistido, refere o Globo.

O socorro foi acionado também para a mulher que foi, contudo, encontrada já sem vida.

Num vídeo, partilhado nas redes sociais e disponível aqui, é possível ver o momento em que pelo menos quatro funcionários carregam a jovem até à plataforma do salto. Depois, lançam-na e ouve-se: "a corda", "gente, a corda".

A autarquia de Limeira já anunciou que vai processar o Governo Federal por negligência na Ponte do Esqueleto, de onde a jovem saltou. Em causa está o facto de o governo ser responsável pela fiscalização, manutenção e controlo de acessos do local.

A Polícia Militar adiantou que, até ao momento, seis pessoas foram detidas. Dois homens fugiram do local após o incidente, mas acabaram por ser localizados por um helicóptero, que realizou buscas na zona. 


Leia Também:  Maria Eduarda morreu após salto sem corda (e há 3 detidos). Que se sabe?

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu no sábado depois de ter sido lançada de uma altura de 40 metros sem o equipamento de segurança necessário enquanto fazia "bungee jumping", em Limeira, São Paulo. O que se sabe sobre a morte da jovem?

Forças britânicas intercetaram petroleiro da frota fantasma russa... As forças britânicas intercetaram hoje no Canal da Mancha um petroleiro da frota fantasma russa, anunciou o Ministério da Defesa do Reino Unido.

Por LUSA 

"Na primeira operação deste tipo liderada pelo Reino Unido, o navio SMYRTOS foi abordado por comandos dos Royal Marines e por agentes das forças de segurança especialmente formados da Agência Nacional contra o Crime, apesar dos esforços da Rússia para contornar as sanções e continuar a alimentar a sua guerra bárbara na Ucrânia", afirma o ministério em comunicado.

Segundo o Governo britânico, o navio será transferido para um ancoradouro ao largo da costa sul de Inglaterra e colocado sob vigilância.

A operação, realizada nas primeiras horas da manhã e com uma duração de seis horas, contou com apoio aéreo, nomeadamente de helicópteros Chinook, e com a colaboração de navios da Marinha, incluindo a fragata HMS Sutherland.

"A Rússia recorre à sua frota fantasma para financiar o seu conflito na Ucrânia e a nossa interceção desferiu um golpe na guerra ilegal de Putin", afirmou o ministro da Defesa, Dan Jarvis.

De acordo com o governante, a operação foi conduzida "em estreita coordenação" com os franceses.

Para Dan Jarvis, perturbar a frota fantasma com a ajuda de parceiros internacionais "permite atacar diretamente os recursos que alimentam a agressão da Rússia na Ucrânia e reduzir a sua capacidade de ameaçar a segurança na Europa e outros lugares".

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse, por seu turno, que a operação desferiu "um novo golpe contra a Rússia" e deve lembrar "aqueles que alimentam a guerra de Putin na Ucrânia que não podem esconder-se".

Londres sancionou centenas de navios suspeitos de fazerem parte da frota fantasma utilizada pela Rússia para contornar os embargos ocidentais desde a invasão da Ucrânia em 2022.

Estes navios, geralmente velhos petroleiros de propriedade duvidosa, estão proibidos de aceder aos portos e serviços britânicos.

Em março, o Governo anunciou que as forças britânicas estariam autorizadas a abordar e apreender os navios da frota fantasma que atravessassem as suas águas.


Leia Também: Ucrânia saúda interceção de petroleiro da frota fantasma russa

A Ucrânia saudou hoje a interceção, no Canal da Mancha, de um petroleiro da frota fantasma russa pelas forças britânicas, em colaboração com a França, considerando-a um golpe contra a "máquina de guerra" do Kremlin.