sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
GUINÉ-BISSAU: Domingos Simões Pereira já se encontra em liberdade e está na sua residência. Neste momento, as medidas de segurança da casa de DSP foram reforçadas.🇬🇼‼️
PAIGC: Domingos Simões Pereira deixa detenção e passa para regime de prisão domiciliária
Putin recebe secretário do Conselho de Segurança iraniano sem anúncio... O Presidente russo, Vladimir Putin, recebeu hoje o secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irão, Ali Larijani, próximo do líder supremo, Ali Khamenei, durante uma visita não anunciada a Moscovo em plena crise entre Teerão e Washington.
Por LUSA
"O chefe de Estado [russo] recebeu no Kremlin o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional da República Islâmica do Irão, Ali Larijani, que se encontra de visita à Rússia", informou a presidência russa num comunicado publicado no seu 'site'.
As conversações centraram-se em "questões regionais e internacionais importantes", disse, por sua vez, o embaixador do Irão em Moscovo, Kazem Jalali, segundo publicou a representação diplomática na plataforma Telegram.
O encontro de Putin com o representante do Irão, país aliado de Moscovo, ocorre um dia depois de a presidência russa ter considerado que o potencial para negociações se encontra "longe de estar esgotado", apesar das repetidas ameaças do Presidente norte-americano, Donald Trump.
"Continuamos a apelar a todas as partes para que exerçam moderação e se abstenham do uso da força para resolver este diferendo", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, acrescentando que "qualquer ação coerciva só semearia o caos na região".
O Presidente norte-americano disse hoje que o Irão quer chegar a acordo com os Estados Unidos e que deu um prazo não divulgado a Teerão.
"Espero que cheguemos a um acordo. Se chegarmos, ótimo. Se não, veremos o que acontece", afirmou o líder da Casa Branca aos jornalistas na Sala Oval.
Donald Trump disse na quinta-feira que esperava não ter de atacar o Irão, após as suas ameaças de usar a força em resposta à repressão das autoridades iranianas das manifestações antigovernamentais na República Islâmica.
Nos últimos dias, adicionou que pretende um acordo sobre a política nuclear iraniana, enquanto avisava Teerão de que o tempo estava a esgotar-se.
O Irão admitiu hoje negociar com os Estados Unidos uma solução para o conflito em torno do programa nuclear, apesar do que descreveu como a "falta de boa vontade de Washington" no passado.
"Rejeitamos qualquer política imposta, mas estamos dispostos a participar num processo diplomático significativo, lógico e justo", afirmou o chefe da diplomacia de Teerão, Abbas Araghchi, no final de conversações com o homólogo turco, Hakan Fidan, em Istambul.
Acrescentou, no entanto, que as capacidades de defesa e os mísseis do Irão "nunca serão objeto de negociações".
Fidan considerou por seu lado fundamental que Washington e Teerão retomem as negociações, depois de o Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, se ter oferecido ao homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian, como facilitador com o objetivo de "acalmar as tensões e resolver os problemas".
As ameaças do líder da Casa Branca foram acompanhadas pelo envio de uma força naval norte-americana, incluindo o porta-aviões "Abraham Lincoln", que chegou à região do Golfo na segunda-feira com a sua escolta.
A hostilidade retórica foi aumentando nos últimos dias, tendo o porta-voz das forças armadas do Irão afirmado na quinta-feira que a República Islâmica irá retaliar imediatamente se sofrer um ataque militar, referindo que numerosas bases norte-americanas na região estão ao alcance dos mísseis iranianos.
No mesmo dia, o primeiro vice-presidente do Irão, Mohammad Reza Aref, avisou que o país deve preparar-se para a guerra, perante as ameaças de Trump, após instalações nucleares iranianas terem sido visadas em junho por bombardeamentos dos Estados Unidos e Israel.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, comentou, numa audição na quarta-feira na Comissão dos Negócios Estrangeiros do Senado em Washington, que o Irão está "mais fraco do que nunca", com a economia "em colapso", e, ao contrário do que acontecia no passado, o regime mostra-se incapaz de responder às reivindicações dos protestos.
Na semana passada, as autoridades iranianas anunciaram que pelo menos 3.117 pessoas morreram nos protestos ao longo de janeiro, números contestados por organizações não-governamentais de defesa dos direitos humanos, que alegaram estar em posse de dados que confirmam uma dimensão muito superior, a que somam dezenas de milhares de detidos.
O movimento de protesto, iniciado em 28 de dezembro contra o elevado custo de vida e desvalorização da moeda nacional, levou a um apagão de comunicações sem precedentes em todo o país e foi alvo de uma repressão brutal. As manifestações perderam entretanto intensidade, mas as detenções prosseguem.
Leia Também: Trump diz que Irão quer acordo e que há prazo, mas "só eles sabem"
O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse hoje que o Irão quer chegar a acordo com os Estados Unidos e que deu um prazo não divulgado a Teerão, após repetidas ameaças de intervenção militar.
Macaulay Culkin (e outros) reage a morte de Catherine O'Hara. "Mamã"... O ator Macaulay Culkin foi dos primeiros a reagir à morte de Catherine O'Hara. A atriz, que interpretou a mãe da personagem Kevin (de Macaulay) do filme "Sozinho em Casa", morreu esta sexta-feira, dia 30 de janeiro.
Por Noticiasaominuto.com 30/01/2026
Pouco depois da notícia da morte de Catherine O'Hara, as redes sociais encheram-se de reações a lamentar a partida da atriz. O também ator Macaulay Culkin foi dos primeiros a manifestar-se publicamente.
Numa publicação que fez na sua página de Instagram, Macaulay Culkin - que interpreta Kevin, filho da personagem de Catherine (Kate McCallister) no filme "Sozinho em Casa" - disse: "Mamã. Pensava que tínhamos mais tempo. Queria mais. Queria sentar-me numa cadeira ao teu lado. Ouvi-te. Mas tinha muito mais para dizer. Amo-te. Voltaremos a encontrar-nos."
Junto das emotivas palavras, Macaulay Culkin acrescentou duas fotografias em que aparece com Catherine O'Hara - uma tirada do filme "Sozinho em Casa" e outra captada quando o ator recebeu uma estrela no Passeio da Fama de Hollywood, nos Estados Unidos, em 2023.
Quem também não tardou a reagir à morte da atriz nas redes sociais foi Pedro Pascal, que interpretou Joel Miller em "The Last of Us". "Oh, génio, estar perto de ti. Eternamente grato. Existe menos luz no meu mundo, este mundo de sorte que te teve, vai guardar-te, sempre. Sempre", pode ler-se na publicação que junta ainda uma fotografia de ambos.
Por sua vez, o ator Paul Walter Hauser escreveu: "Ela era a minha Meryl Streep. Podia vê-la em qualquer coisa. Não importava se o filme ou programa era bom ou mau. Queria ver o que ela ia fazer. SCTV, After Hours, Beetlejuice, Home Alone 1 & 2, Waiting for Guffman, Best in Show, A Mighty Wind, For Your Consideration, Schitt’s Creek, The Studio.
Não sei se consigo processar ou compreender que ela nos deixou, mas estou muito grato pelo trabalho que fez e por ter mantido uma reputação tão impecável numa indústria tão duvidosaa e cheia de altos e baixos. Um anjo incrível acabou de voltar para o céu. E ela não está sozinha em casa."
Michael McKean foi outro dos grandes nomes que reagiram de imediato à partida da atriz. "Só havia uma Catherine O'Hara, e agora não há nenhuma. De deixar o coração partido."
Já Josh Gad, que também recorreu às redes sociais para reagir à morte de Catherine O'Hara, partilhou: "Não consigo perceber o que estou a ver. Não consigo acreditar que ela foi embora. Porque é que o mundo é agora um lugar destroçado? Não consigo processar que tenho de dizer adeus a alguém tão cheio de vida, que parecia estar apenas a atingir o seu auge. Adeus, lenda. Obrigado por nos fazeres rir até não poder mais... É por isso que neste momento estamos todos a sofrer tanto, sabendo que nunca mais vamos ter aquelas gargalhadas. RIP. O meu amor e as mais sinceras condolências vão para toda a sua família."
"Que notícia tão triste. Que pessoa, artista e colaboradora maravilhosa", começou por manifestar Ron Howard, destacando a "sorte" que foi trabalhar com Catherine O'Hara. "Ela simplesmente tornava-se mais brilhante a cada ano", acrescentou, deixando, por fim, uma palavra de carinho à família da atriz.
Catherine O'Hara morreu esta sexta-feira, dia 30 de janeiro, aos 71 anos. A causa da morte não foi, até à data, divulgada.
Guterres alerta para "colapso financeiro iminente" da ONU... O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou hoje para um "colapso financeiro iminente" da organização, numa carta enviada a todos os Estados-membros.
Por LUSA
A carta, obtida pela agência de notícias France-Presse (AFP), apelou aos países-membros para que "honrem integral e atempadamente as obrigações de pagamento" ou para que "revejam minuciosamente as regras financeiras" da organização.
Com hostilidade ao multilateralismo defendido pela ONU, os Estados Unidos reduziram, nos últimos meses, o financiamento a certas agências das Nações Unidas e recusaram ou atrasaram certos pagamentos obrigatórios.
"A decisão de não honrar as contribuições obrigatórias que financiam uma parte significativa do orçamento regular aprovado foi oficialmente anunciada", lamentou António Guterres, na missiva, sem especificar a que Estado ou Estados se referia.
Essas lacunas no orçamento aprovado obrigam a organização a congelar contratações, atrasar pagamentos ou reduzir missões.
"A trajetória atual não é sustentável. Ela expõe a organização a riscos financeiros estruturais e impõe uma escolha brutal: ou os Estados-membros concordam com uma revisão completa das nossas regras financeiras, ou devem aceitar a perspetiva muito real de um colapso financeiro", escreveu António Guterres.
Portugal integra já a "Lista de Honra de 2026" das Nações Unidas, uma vez que fez a contribuição integral das obrigações para o orçamento regular da ONU deste ano.
Para constarem na Lista de Honra deste ano, os Estados-membros devem efetuar a contribuição integral para o Orçamento Regular da ONU até 08 de fevereiro de 2026, tal como já fez Portugal.
A ONU enfrenta uma grave crise financeira, tendo sido severamente afetada por cortes de financiamento do maior doador, os Estados Unidos, após a posse de Donald Trump como Presidente, em janeiro de 2025.
Apesar da carga de trabalho da ONU aumentar de ano para ano, os recursos estão a diminuir em todos as áreas. Além disso, nem todos os Estados-membros pagarem na totalidade as obrigações anuais e muitos também não pagarem a tempo.
GOVERNO DE TRANSIÇÃO PROIBE PRODUÇÃO DE FARINHA E ÓLEO DE PEIXE EM TODO TERRITÓRIO NACIONAL
Por RSM 30.01.2026
O Ministério das Pescas e Economia Marítima proibiu, com efeito imediato, a produção de farinha e óleo de peixe, tanto por navios-fábrica na zona de pesca como por unidades industriais em terra.
A decisão consta do Despacho nº 16, do Gabinete da Ministra das Pescas e Economia Marítima, datado de 29 de janeiro de 2026.
De acordo com o despacho, fica igualmente interditada a autorização de novos pedidos de licenças de pesca de cerco de pequenos pelágicos, bem como operações conexas destinadas ao abastecimento de navios-fábrica voltados à produção de farinha e óleo de peixe.
A medida estende-se também às embarcações artesanais, que passam a estar proibidas de fornecer pescado às unidades em terra destinadas ao processamento para farinha e óleo.
O Ministério alerta que qualquer violação da proibição implicará responsabilização legal, nos termos do artigo 63º da Lei Geral das Pescas, relativo à pesca não autorizada, conjugado com o artigo 70º do mesmo diploma legal.
Segundo o Governo, a produção de farinha e óleo de peixe tem proliferado de forma preocupante no país, tanto através de unidades industriais em várias localidades como por navios-fábrica que operam na zona de pesca e em áreas destinadas a operações conexas.
Essa prática, sublinha o Ministério, coloca em risco as espécies pelágicas e o equilíbrio do ecossistema marinho. Outro fator determinante para a decisão governamental é o impacto direto na segurança alimentar e nutricional.
A transformação de peixe em ração animal concorre diretamente com o pescado destinado ao consumo humano, reduzindo a disponibilidade de alimento para a população.
“A utilização de pescado para farinha e óleo compromete o acesso da população a um recurso essencial para a sua alimentação”, alerta o despacho.
Burkina Faso: Junta militar dissolve todos os partidos... O governo militar do Burkina Faso afirma pretender "reconstruir o Estado". Junta decidiu acabar com todos os partidos políticos e revogou as leis que os regiam.
Por DW.COM 30/01/2026
Um decreto aprovado pelo conselho de ministros do Burkina Faso, na quinta-feira, dissolve todos os partidos políticos e formações políticas. De acordo com a ata da reunião, será agora enviada ao conselho de transição a lei que revoga os estatutos e que regula o financiamento partidário, bem como o estatuto do líder da oposição.
Esta é a mais recente medida de reforço do controlo militar após a suspensão das atividades políticas a seguir ao golpe de setembro de 2022.
O ministro do Interior do Burkina Faso, Emile Zerbo, afirmou que a decisão faz parte de um esforço mais vasto para "reconstruir o Estado", após o que descreveu como abusos generalizados e disfunções no sistema multipartidário do país.
Segundo o governante, a junta militar constatou que a multiplicação de partidos políticos teria alimentado divisões e enfraquecido a coesão social.
Antes do golpe, o país tinha mais de 100 partidos políticos registados, sendo que 15 deles estavam representados no Parlamento após as eleições gerais de 2020. Todos os bens dos partidos dissolvidos deverão ser transferidos para o Estado.
Ativistas têm alertado para restrições às liberdades cívicas e à oposição desde que os militares tomaram o poder no Burkina Faso. A liderança militar adiou as eleições que deveriam restaurar o governo civil no país e dissolveu a comissão eleitoral.
CONFERÊNCIA DE IMPRENSA DOS MEMBROS DE COMITÉ CENTRAL DO PAIGC.
GRUPO DE DIRIGENTES DO PAIGC DEFENDE QUE O PARTIDO NÃO PODE SER LIDERADO POR UM PRESIDENTE EM PRISÃO DOMICILIAR
Domingos Simões Pereira deverá ser libertado esta sexta-feira e ficará em prisão domiciliária
Fonte: Jornal o Democrata/ TV VOZ DO POVO
O presidente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, deverá ser libertado na tarde desta sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, na presença do enviado especial do Presidente do Senegal, Bassirou Diomaye Diakhar Faye. Após a libertação, o dirigente político ficará sujeito a um regime de prisão domiciliária.
A negociação que conduziu à libertação foi mediada pelo Governo do Senegal, através do seu emissário presidencial, o ministro da Defesa Nacional, general Birame Diop, com o acompanhamento da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).
Fernando Dias e Geraldo Martins deixam hoje a Embaixada da Nigéria
O general Birame Diop lidera uma missão que se encontra em Bissau desde quinta-feira e que manteve encontros com as autoridades de transição guineenses, tendo como objectivos a libertação de Domingos Simões Pereira e a saída do candidato independente Fernando Dias da Costa da Embaixada da República Federal da Nigéria.
Fernando Dias da Costa encontra-se refugiado naquela representação diplomática desde o golpe de Estado de 26 de novembro de 2025, juntamente com o antigo Primeiro-Ministro Geraldo João Martins.
Segundo apurou O Democrata junto de uma fonte envolvida no processo, o enviado especial do Presidente senegalês irá igualmente acompanhar a saída de Fernando Dias da Costa e de Geraldo Martins da Embaixada da Nigéria, estando previsto que ambos regressem directamente às suas residências ainda esta sexta-feira.
Domingos Simões Pereira foi detido a 26 de novembro de 2025, na sequência da tomada do poder pelos militares, permanecendo desde então sob custódia na Segunda Esquadra, em Bissau, há mais de sessenta dias.
A missão senegalesa integra ainda dois oficiais militares — o coronel Ndiaye e o coronel Manga — bem como o embaixador do Senegal na Guiné-Bissau, Moussa Ndoye.
Estudo. Homens correm risco de sofrer problemas do coração mais cedo... Um estudo feito por investigadores da Universidade de Northwestern concluiu que os homens correm um maior risco de sofrer problemas cardíaco em idades precoces, como os 30 anos, comparativamente com as mulheres, que manifestam os mesmos problemas, mas anos mais tarde.
Por Noticiasaominuto.com
Um novo estudo concluiu que os homens têm um maior risco de sofrer ataques cardíacos mais cedo do que as mulheres.
Os investigadores da Universidade de Northwestern descobriram que os homens começam a desenvolver doenças do foro cardíaco anos antes das mulheres, logo a partir dos 30 anos, segundo a Fox News.
O estudo, publicado no Journal of the American Heart Association (JAHA), analisou dados de mais de 5 mil adultos, com idades entre 18 e 30 anos, desde os meados da década de 1980 até 2020, como parte da análise do projeto Coronary Artery Risk Development in Young Adults (CARDIA).
Nos homens percebeu-se uma incidência de 5% de doenças cardiovasculares, incluindo ataques cardíacos, acidentes vasculares cerebrais (AVC) e insuficiência cardíaca por volta dos 50 anos. Já nas mulheres estes dados verificavam-se nos 57 anos (7 anos mais tarde).
A doença coronária, que segundo o website do Hospital da Luz acontece quando se desenvolvem nas artérias coronárias placas de aterosclerose que interferem com a passagem normal do fluxo de sangue, era o principal fator destas doenças, com uma incidência de 2% nos homens mais de uma década antes das mulheres.
Segundo o estudo, o risco para os homens começa a aumentar rapidamente por volta dos 35 anos, permanecendo alto durante a meia-idade.
A professora Alexa Freedman, principal autora do estudo, afirmou que estes resultados "destacam a importância de se promover a prevenção", sobretudo em homens mais jovens.
Em declarações à Fox News, o cardiologista Andrew Freeman afirmou: "Sempre soubemos que os homens tendem a manifestar e normalmente morrem mais cedo devido a problemas como ataques cardíacos e AVC's em comparação com as mulheres".
Embora o estudo não tenha apurado as razões pelas quais os homens estão mais predispostos a problemas cardíacos do que as mulheres, o cardiologista afirma que poderá estar relacionado com o estilo de vida que levam. A falta de exercício físico, a má qualidade do ar, a alimentação desiquilibrada, o stress, bem como a falta de prevenção perfazem este estilo de vida.
Assim, o médico partilhou dicas para uma vida mais saudável que ajudam a prevenir problemas cardíacos.
1. Limite a exposição a toxinas como o álcool, o tabaco, cannabis, a nicotina e poluição do ar.
2. Adote uma dieta predominantemente à base de alimentos integrais e vegetais com baixo teor de gordura.
3. Faça exercícios regularmente, idealmente de 20 a 30 minutos por dia, até ficar sem fôlego (com atestado médico).
4. Participe em atividades para aliviar o stress e exercícios de atenção plena.
5. Durma o suficiente e sem interrupções.
6. Cultive uma forte rede de apoio de amigos e familiares.
Pode achar que é algo inofensivo, mas a verdade é que pode trazer algumas consequências. Tomar café em conjunto com algumas vitaminas pode ser um erro que está a cometer. Saiba o que está em causa.
Popularidade de Trump atinge mínimo de 37% com queda do apoio republicano... A desaprovação subiu para 61%, enquanto a confiança dos republicanos nas qualidades éticas e capacidade de liderança do Presidente também diminuiu significativamente.
Por SIC Notícias Com LUSA
A taxa de aprovação do Presidente norte-americano, Donald Trump, desceu para um mínimo de 37% na sondagem do Pew Research Center, que atribui a queda do apoio "exclusivamente aos republicanos".
A popularidade de Trump em janeiro ficou abaixo dos 40% registados na última medição do Pew, em setembro, e do anterior mínimo (38%, em agosto) desde início do seu segundo mandato, há um ano, detalhou o centro de pesquisas.
A desaprovação do seu desempenho subiu para 61%, enquanto 50% consideraram as suas ações "piores do que o esperado" e 52% manifestaram apoio a "poucas ou nenhumas" das suas políticas.
Apenas cerca de um em cada cinco, 21%, considerou que o seu desempenho foi "melhor do que o esperado", e 27% manifestaram apoio a "todas ou à maioria" das suas políticas.
"A queda do apoio veio exclusivamente dos republicanos. No ano passado, 67% disseram apoiar todos ou a maioria dos planos e políticas de Trump. Hoje, dizem-no 56%", afirmou o Pew Research Center.
A confiança dos republicanos nas qualidades de Trump também diminuiu, com menos de metade dos apoiantes do Presidente, 42%, a expressarem "extrema ou muita confiança" de que este "atua de forma ética", em comparação com 55% no ano anterior.
A sondagem foi publicada depois de Trump ter iniciado a sua campanha para as eleições intercalares em novembro com um comício no Iowa na terça-feira, em plena crise após as mortes a tiro de dois manifestantes por agentes de imigração em Minneapolis, Minnesota.
A proporção de republicanos que identifica em Trump "respeito pelas normas democráticas" também desceu para 52%, e a proporção dos que acreditam que tem capacidade mental para o cargo desceu para 66%.
Considerando a população em geral, 51% disseram ter "pouca ou nenhuma confiança" nas capacidades de liderança do presidente, enquanto 50% sentem o mesmo em relação à sua saúde física.
Quanto às relações com o poder legislativo, 61% dos republicanos acreditam que os membros do seu partido no Congresso "não são obrigados a apoiar Trump se discordarem dele", em comparação com 55% há um ano, enquanto 82% dos democratas acreditam que os seus representantes "devem opor-se a Trump, mesmo que isso dificulte a resolução dos problemas", em comparação com 70% que pensavam da mesma forma há um ano.
O inquérito foi realizado por telefone e online, entre 20 a 26 de janeiro, junto de 8.512 adultos, com uma margem de erro de 1,4% e um nível de confiança de 95%.












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