segunda-feira, 2 de março de 2026

Riade ameaça retaliar se Teerão atacar infraestruturas petrolíferas... A Arábia Saudita poderá lançar uma resposta militar contra instalações petrolíferas iranianas caso Teerão ataque de forma coordenada as infraestruturas da empresa estatal Aramco, avisou hoje uma fonte próxima do Governo.

Por LUSA 

Segundo a mesma fonte, citada pela agência France-Presse (AFP), Riade "atacará as instalações petrolíferas iranianas" se o Irão avançar com uma ofensiva contra a Saudi Aramco, o gigante petrolífero estatal saudita.

O aviso surge num contexto de escalada de tensão no Golfo, após um novo incidente marítimo ao largo de Omã.

Um petroleiro foi atingido na costa de Omã, provocando a morte de um cidadão indiano, segundo autoridades marítimas citadas por agências internacionais.

Em paralelo, mísseis iranianos dirigidos à base aérea do Príncipe Sultan, que acolhe tropas norte-americanas, foram novamente intercetados na manhã de hoje, de acordo com uma fonte da região do Golfo.

A base do Prince Sultan Air Base, situada perto da cidade de Al-Kharj, a sudeste de Riade, é considerada uma das principais infraestruturas militares do reino e desempenha um papel central na cooperação estratégica entre a Arábia Saudita e os Estados Unidos.

Duas testemunhas ouvidas pela AFP relataram ter escutado explosões sobre a cidade de Al-Kharj, nas imediações da base, na sequência da interceção dos mísseis.

Até ao momento, não há confirmação oficial de danos materiais ou vítimas associados ao incidente na base aérea.

A eventualidade de ataques diretos às infraestruturas energéticas de ambos os países levanta receios quanto ao impacto nos mercados internacionais de petróleo e à segurança no Golfo, uma das principais rotas de exportação mundial de crude.


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Um ataque de origem desconhecida a um petroleiro com pavilhão das Ilhas Marshall, com acordo de livre associação aos Estados Unidos da América (EUA), provocou hoje pelo menos um morto no golfo de Omã.


Líbano proíbe atividades militares do Hezbollah e exige entrega de armas... O Governo libanês proibiu as atividades militares do Hezbollah e exigiu que o grupo entregue as armas ao Estado, anunciou hoje o primeiro-ministro do país, Nawaf Salam, após uma reunião do gabinete.

Por LUSA 

Salam anunciou "a proibição imediata de todas as atividades militares e de segurança do Hezbollah", exigindo que o grupo xiita "entregue as armas ao Estado libanês" e limite-se a ações políticas.

Esta decisão surgiu depois de o Hezbollah ter lançado foguetes contra Israel, arrastando o Líbano para o conflito regional deflagrado com os ataques dos Estados Unidos e Israel contra o Irão no fim de semana.

O movimento xiita libanês Hezbollah, apoiado pelo Irão, prometeu confrontar a agressão dos EUA e Israel contra o Irão. O grupo afirmou ter disparado mísseis e drones contra Israel pela primeira vez neste conflito.

O exército israelita retaliou e anunciou ter atacado alvos do Hezbollah "em todo o Líbano", ordenando a retirada de residentes de cerca de 50 aldeias. Os jornalistas da agência de notícias France-Presse (AFP) ouviram fortes explosões em Beirute e viram muitas pessoas a fugir para sul.

"Nada no terreno justifica uma iminente invasão terrestre [no Líbano], nem preparativos nesse sentido", disse o tenente-coronel Nadav Shoshani, porta-voz internacional do exército israelita. O chefe do exército israelita afirmou que os ataques no Líbano podem durar "muitos dias".

De acordo com um relatório oficial inicial, os ataques israelitas já fizeram 31 mortos e 149 feridos no Líbano.

Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".

O Irão já confirmou a morte do 'ayatollah' Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.

Pelo menos 555 pessoas morreram no Irão desde o início dos ataques, indicou a organização humanitária Crescente Vermelho iraniano. O exército dos Estados Unidos confirmou a morte de três militares norte-americanos.

Portugal, França, Alemanha e Reino Unido condenaram os ataques iranianos a países vizinhos.


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A Base das Lajes, na ilha Terceira, nos Açores, mantém um movimento intenso de aeronaves norte-americanas, sobretudo de aviões reabastecedores, desde que Estados Unidos da América e Israel atacaram o Irão, na manhã de sábado.


O que se passa no Irão? Eis os últimos desenvolvimentos do conflito... O Crescente Vermelho iraniano anunciou hoje mais de 500 mortos no Irão na operação militar lançada no sábado por Israel e pelos Estados Unidos, numa altura em que a guerra se estende ao Líbano.

Por LUSA 

Eis os principais desenvolvimentos do conflito, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP):

Israel volta a atingir Teerão

O exército israelita disse hoje que continuava a realizar "ataques em grande escala" em Teerão contra "alvos do regime terrorista iraniano".

O Crescente Vermelho anunciou um balanço de 555 mortos desde o início da guerra, no sábado, com vítimas em vários pontos do país além da região de Teerão, incluindo Fars (sul), Sanandaj (oeste) e Yazd (centro).

A agência de notícias iraniana Tasnim relatou hoje explosões na capital.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da China anunciou que um cidadão chinês foi morto em Teerão.

O conflito estende-se ao Líbano

O Hezbollah tinha prometido "enfrentar a agressão" de Israel e os Estados Unidos contra o Irão após a morte do 'ayatollah' Ali Khamenei, no sábado.

O movimento armado pró-iraniano baseado no Líbano afirmou hoje ter disparado mísseis e drones contra Israel, pela primeira vez neste conflito.

O exército israelita respondeu, anunciando ataques contra alvos do Hezbollah "em todo o Líbano" e ordenando a retirada dos habitantes de meia centena de aldeias.

Jornalistas da AFP ouviram fortes explosões em Beirute e viram numerosos residentes a fugir para o sul do país.

Segundo um primeiro balanço oficial, os ataques israelitas causaram 31 mortos e 149 feridos.

O chefe do exército israelita disse que os ataques no Líbano podem durar "muitos dias".

Base britânica atingida 

A pista da base aérea britânica de Akrotiri, Chipre, foi atingida por um engenho iraniano, de acordo com o Presidente cipriota, Nikos Christodoulides.

"Embora a República de Chipre não tenha sido o alvo, quero ser clara: estamos coletivamente, firmemente e de forma inequívoca ao lado dos nossos Estados-membros perante qualquer ameaça", afirmou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

Explosões em Jerusalém

Várias explosões foram ouvidas hoje ao amanhecer em Jerusalém, onde as sirenes de alerta ecoaram após o anúncio pelo exército de disparos de mísseis iranianos.

No domingo, um míssil iraniano atingiu um abrigo em Bet Shemesh (centro), causando nove mortos, 11 desaparecidos e 46 feridos.

As equipas de socorro também anunciaram a morte de uma mulher em Telavive.

+++ Irão exclui qualquer negociação +++

Teerão "não negociará com os Estados Unidos", afirmou o chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, Ali Larijani, após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter anunciado que os dirigentes iranianos queriam negociar.

Larijani acusou Trump de ter precipitado o Médio Oriente no caos com os seus "sonhos ilusórios".

Os Guardas da Revolução declararam hoje ter lançado uma salva de mísseis sobre as cidades de Telavive, Haifa e Jerusalém Oriental.

O exército iraniano afirmou ter visado a base aérea norte-americana Ali Al-Salem no Kuwait.

A agência oficial Irna citou o governador da província central de Yazd, Esmail Dehestani, a afirmar que vários locais "nas cidades de Ardakan e Yazd, bem como um local na estrada Yazd-Mehriz, foram atacados".

Um morto no Bahrein, explosões no Qatar e nos Emirados

Uma pessoa morreu no Bahrein num ataque iraniano, anunciou hoje o Ministério do Interior.

Jornalistas da AFP em Doha, Abu Dhabi e Dubai ouviram fortes explosões.

Um correspondente da AFP viu um espesso fumo negro subir hoje da embaixada dos Estados Unidos no Kuwait, que aconselhou as pessoas a não se deslocar à representação diplomática.

O exército do Kuwait disse ter intercetado vários drones sobre o território do país.

Ataques no Iraque

Explosões foram ouvidas hoje perto do aeroporto iraquiano de Erbil (norte), que acolhe tropas norte-americanas.

Sistemas de defesa antiaérea próximos do aeroporto abateram vários drones.

Trump admite mais baixas norte-americanas

Vários aviões de combate norte-americanos despenharam-se no Kuwait hoje, mas as tripulações sobreviveram, segundo o Ministério da Defesa kuwaitiano.

Os Estados Unidos anunciaram no domingo a perda de três militares, as primeiras baixas norte-americanas no conflito.

"Não serão as últimas", alertou Donald Trump.

Tal como no sábado, Trump lançou um apelo ao povo iraniano: "retomem o poder, a América está convosco".

Pressionou também, uma vez mais, os efetivos da Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irão, a depor as armas ou a morrer se não o fizerem.

"Quatro a cinco semanas" foi a estimativa que deu sobre a duração das operações norte-americanas ao jornal New York Times.

Trump acrescentou ainda ter "três excelentes opções" de candidatos para liderar o Irão no futuro, sem revelar nomes.

Petróleo dispara 

As operações na refinaria saudita de Ras Tanura, explorada pela companhia petrolífera nacional Saudi Aramco, foram suspensas após um ataque de drone na zona.

Certas operações foram interrompidas, confirmou o ministro da Energia saudita.

Os preços do petróleo dispararam hoje na abertura dos mercados, ultrapassando brevemente os 80 dólares por barril.

A navegação no estreito de Ormuz, por onde transitam 20% do consumo mundial de petróleo, está paralisada.

A Organização Marítima Internacional (OMI) apelou às companhias marítimas para que evitassem a região.

O aparelho iraniano atingido no coração

O quartel-general dos Guardas da Revolução foi destruído, segundo o Pentágono, a sede da Defesa norte-americana.

Os meios de comunicação iranianos confirmaram a morte de vários altos responsáveis, nomeadamente o chefe dos Guardas da Revolução, o chefe do estado-maior das forças armadas e o ministro da Defesa.

Os ataques israelitas e norte-americanos mataram 48 líderes iranianos, segundo Donald Trump, que não forneceu detalhes.

Homenagens a Khamenei 

Depois dos gritos de alegria que ecoaram em Teerão no sábado após a morte do 'ayatollah' Khamenei, milhares de pessoas prestaram homenagem ao líder supremo no domingo, também na capital, aos gritos de "Morte à América!" e "Morte a Israel!".

Concentrações do mesmo tipo foram relatadas em Shiraz (sul) e Yazd (centro).

No vizinho Paquistão, pelo menos 17 pessoas morreram no domingo em manifestações pró-iranianas.

Bagdad foi palco de confrontos entre manifestantes e a polícia perto da embaixada dos Estados Unidos.


Leia Também: Três caças norte-americanos abatidos "por engano pelo Kuwait"

Os três aviões de combate norte-americanos, que se despenharam no Kuwait, foram abatidos pelo exército kuwaitiano, quando o Irão atacava a região, afirmou hoje o comando militar dos Estados Unidos para o Médio Oriente (Centcom).


Comer torradas queimadas aumenta o risco de cancro? Cientistas respondem... Deixou queimar a torrada e mesmo assim vai comê-la? Acha que não corre risco nenhum? Existem pessoas que acreditam que pode estar a aumentar o risco de cancro. Será que é mesmo assim?

Por Noticiasaominuto.com 

Existem pessoas que acreditam que consumir torradas queimadas pode aumentar o risco de cancro. Será que é mesmo assim? Haverá riscos em consumir uma torrada que ficou mais do que devia na torradeira ou até outro tipo de alimentos que estejam queimados? Cientistas esclarecem a questão.

O Mirror começa por alertar para esta questão através de um estudo de 2002 da Suécia, feito pela Universidade de Estocolmo. Em causa estavam os níveis elevados de acrilamida encontrados em alguns alimentos que acabavam por ser cozinhados em demasia. 

O estudo mostrou que o consumo de batatas e cereais assados no forno ou fritos podem ter alto níveis de acrilamida, o que poderia ser cancerígeno.  "A acrilamida é considerada cancerígena com base em evidências suficientes provenientes de estudos em animais de experimentação", revela o programa nacional dos Estados Unidos referente à toxicologia.

Perigoso comer torradas queimadas?

Já em 2015, a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos revelou que a acrilamida aumenta potencialmente o risco de desenvolvimento de cancro para pessoas de todas as faixas etárias.

Apesar de vários alertas, os estudos ainda não são 100% conclusivos quando a este elemento. Alguns cientistas apontam que grande parte dos estudos foram feitos em animais. O mesmo departamento de toxicologia dos Estados Unidos revelou que “um grande número de estudos epidemiológicos em humanos não encontrou evidências consistentes de que a exposição à acrilamida na dieta esteja associada ao risco de cancro”.

A cientista Fatima Saleh é da mesma opinião. “Após quase 30 anos da sua classificação como provável elemento cancerígeno ainda existem evidências inconsistentes do seu efeito em humanos”, revelou em entrevista à BBC.

"Se continuarmos a realizar mais estudos em humanos, poderemos ter dados suficientes para alterar a classificação da acrilamida", continua. 

Também Neil Iyengar vai ao mesmo encontro. “Alguns estudos sugerem que, ao cozinhar demais ou queimar os alimentos, criam-se substâncias cancerígenas que podem ser prejudiciais ao organismo. Diria que é uma hipótese, por enquanto. Não estou convencido de que seja realmente o caso."

Em causa não está o facto de ser considerada tóxica, mas sim se a ingestão em pequenas quantidades pode mesmo aumentar o risco de cancro.

A razão pela qual nunca deve guardar batatas no frigorífico

Quando se trata de batatas, colocá-las no frigorífico pode aumentar o risco de cancro. Sim, leu bem. 

A temperatura baixa pode converter o amido da batata em açúcar, informa o Mirror. Então, quando assa ou frita as batatas a temperaturas mais elevadas, esses açúcares combinam-se com o aminoácido asparagina e produzem uma substância química chamada acrilamida, de acordo com a American Cancer Society.

A acrilamida é um produto químico usado para fazer papel, corantes e plástico, além de tratar água potável e esgoto. A acrilamida pode ser encontrada em alimentos como batatas fritas, biscoitos, pão, cereais e café. 

Pesquisas mostraram que o produto químico aumentou o risco de cancro em ratos. Estudos em humanos não demonstraram evidências consistentes de que a exposição à acrilamida através da dieta aumenta o risco, mas houve resultados mistos relativos ao cancro do rim, do útero e dos ovários.

China retira mais de 3.000 cidadãos após morte de chinês em Teerão... A China informou hoje que mais de 3.000 cidadãos chineses foram retirados do Irão desde o início da ofensiva militar no país, após confirmar a morte de um dos seus nacionais em Teerão devido ao conflito.

Por LUSA 

A porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Mao Ning afirmou em conferência de imprensa que, desde que a situação de segurança "se tornou tensa", o ministério, a embaixada e os consulados da China no Irão emitiram vários alertas e instaram os cidadãos chineses a abandonar o país "o mais rapidamente possível".

Segundo a responsável, até segunda-feira mais de 3.000 cidadãos chineses deixaram o Irão, enquanto as representações diplomáticas chinesas em países vizinhos enviaram equipas para postos fronteiriços, a fim de prestar assistência aos que atravessam por via terrestre.

"Tendo em conta a atual e grave situação de segurança no Irão, recordamos solenemente aos cidadãos chineses que reforcem as suas medidas de proteção pessoal e evacuem o mais rapidamente possível de forma segura", afirmou Mao.

A atualização surge após a confirmação da morte de um cidadão chinês em Teerão, no contexto da ofensiva lançada a 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão e das subsequentes represálias na região.


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Pelo menos 555 pessoas morreram no Irão desde o início dos ataques aéreos dos Estados Unidos e Israel, no sábado, afirmou hoje a organização humanitária Crescente Vermelho iraniano.

A Direção do Hospital Nacional Simão Mendes em conferência de imprensa para atualização sobre a situação clínica dos pacientes internados.

 

COMUNICADO

 


Refinaria na Arábia Saudita atacada por drones iranianos... A refinaria de petróleo de Ras Tanura, na Arábia Saudita, foi hoje alvo de um ataque de drones, anunciou o Ministério da Defesa do reino, tendo as autoridades abatido as aeronaves que se aproximavam.

Por LUSA 

A Arábia Saudita é dos países do Golfo que têm sido alvo de ataques do Irão desde sábado, em retaliação pela ofensiva de grande envergadura que os Estados Unidos e Israel têm em curso contra a República Islâmica.

Um porta-voz militar saudita fez o anúncio do ataque à refinaria através da agência estatal Saudi Press Agency, segundo a agência norte-americana AP.

A agência especializada Bloomberg noticiou que a refinaria parou na sequência do ataque.

Vídeos partilhados na internet a partir do local pareceram mostrar uma espessa nuvem de fumo negro a subir após o ataque, referiu a AP.

Mesmo os drones intercetados com sucesso causam detritos que podem provocar incêndios e ferir quem se encontra no solo.

A refinaria de Ras Tanura, localizada no Golfo, é uma das maiores da região, com capacidade para 550.000 barris de petróleo bruto por dia, segundo a agência francesa AFP.


Leia Também: França pronta para participar na defesa dos países do Golfo e da Jordânia

A França está pronta para participar na defesa dos países do Golfo e da Jordânia, que estão a ser alvos de ataques iranianos, declarou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros francês Jean-Noël Barrot.


Filmado momento em que F-15 é abatido junto a embaixada no Kuwait... Momento em que um caça f-15 é abatido no Kuwait ficou registado em vídeo. Pilotos terão sobrevivido. Assista ao momento.

Por Noticiasaominuto.com 

O momento em que um caça F-15 norte-americano é abatido ficou filmado em imagens. O incidente aconteceu junto à embaixada dos Estados Unidos da América (EUA) no Kuwait, na manhã desta segunda-feira.

Nas imagens pode ver-se também a embaixada em chamas, na sequência de um ataque iraniano. Segundo a imprensa internacional, vários aparelhos militares dos EUA foram esta manhã atingidos.

A causa do acidente ainda não é conhecida, mas os pilotos parecem ter sobrevivido, dado que foram vistos a ejetar-se do aparelho em segurança, indica o NY Post.

"Não venham à embaixada", pediu a representação diplomática norte-americana em comunicado, referindo uma "ameaça persistente de ataques com mísseis e drones" e precisando que o pessoal da embaixada está "confinado no local".

Antes disso, as sirenes soaram na capital do Kuwait.

Tensão no Kuwait intensificou-se esta manhã

A defesa aérea do Kuwait intercetou "um certo número de alvos aéreos hostis ao amanhecer de hoje", de acordo com o diretor-geral da defesa civil do Ministério do Interior do Kuwait, Mohammed Almansouri, citado pela agência Kuna.

O mesmo responsável acrescentou que a situação no país estava "estável e que não havia motivo para preocupação", escreveu a agência.

Estes eventos ocorrem numa altura em que o Irão realiza ataques contra os países do Golfo, em retaliação à morte do 'ayatollah' Khamenei, morto num ataque israelo-americano lançado na madrugada de sábado.

Novo conflito começou no sábado

Israel e Estados Unidos alegaram ter lançado o ataque militar contra o Irão para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".

O Irão confirmou a morte do 'ayatollah' Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989, e decretou um período de luto de 40 dias.

Segundo a Cruz Vermelha iraniana, foram registados pelo menos 200 mortos e cerca de 750 feridos.

Portugal, França, Alemanha e Reino Unido condenaram os ataques iranianos a países vizinhos.


Leia Também"Arde no inferno". Pivot surpreende com mensagem para Ali Khamenei

Pivot australiana recorreu à língua persa para deixar uma mensagem ao líder do Irão, Ali Khamenei, após saber-se que tinha sido abatido pelas forças norte-americanas.


Milícia xiita iraquiana reivindica ataque contra tropas dos EUA... Uma milícia xiita iraquiana reivindicou um ataque com drones contra tropas norte-americanas, hoje, no aeroporto da capital do Iraque, Bagdade, numa nova ampliação da retaliação pela morte do líder supremo do Irão, o 'ayatollah' Ali Khamenei.

Por LUSA 

O grupo, Saraya Awliya al-Dam, que reivindicou o ataque, é uma das milícias xiitas que operam no Iraque desde a invasão liderada pelos Estados Unidos em 2003, que derrubou Saddam Hussein.

Os Estados Unidos e o Iraque não comentaram imediatamente a reivindicação do ataque, que acontece no momento em que milícias apoiadas pelo Irão, incluindo o grupo libanês Hezbollah, entraram na guerra iniciada por Washington e Jerusalém contra a teocracia iraniana.

Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para alegadamente "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com o lançamento de mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".

O Irão confirmou este domingo a morte do 'ayatollah' Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989, e decretou um período de luto de 40 dias.

Além da morte de Khamenei, Teerão confirmou a morte de várias figuras de topo na hierarquia militar e política do país.

Segundo a organização Crescente Vermelho iraniana, foram registados pelo menos 200 mortos e cerca de 750 feridos.

Portugal, França, Alemanha e Reino Unido condenaram os ataques iranianos a países vizinhos.


Leia Também: Explosões ouvidas perto do aeroporto iraquiano de Erbil

Explosões foram ouvidas hoje perto do aeroporto de Erbil, no Iraque, que alberga tropas da coligação liderada pelos EUA, informou um jornalista da agência de notícias France Press.


Hezbollah ataca Israel desde o Líbano e exército israelita retalia... Israel anunciou hoje ter registado vários mísseis lançados do Líbano contra zonas do norte do país, ataques reivindicados pelo grupo xiita Hezbollah, num contexto de escalada bélica regional após Israel e Estados Unidos atacarem o Irão.

Por LUSA 

Vários alertas foram ativados no norte de Israel após os ataques, pouco depois da meia-noite (22h00 de domingo em Lisboa), de acordo com informações divulgadas pelas Forças de Defesa de Israel (FDI, na sigla em inglês) na plataforma de mensagens Telegram.

As FDI garantiram que estavam a responder com bombardeamentos em território libanês.

"A Força Aérea intercetou um projétil que cruzou do Líbano (...) Não foram relatados danos ou vítimas", anunciou o exército israelita, notando que outros projéteis caíram em áreas abertas.

O Hezbollah reivindicou posteriormente a autoria dos ataques, que foram dirigidos ao sul de Haifa, de acordo com um comunicado do grupo, divulgado por meios de comunicação como a emissora do Qatar Al Jazeera.

De acordo com esta informação, o grupo xiita atacou Israel "em vingança pelo sangue do imã Khamenei".

"A nossa resposta é de legítima defesa", acrescentou.

As FDI garantiram estar a responder a estes ataques "de forma vigorosa" com bombardeamentos dirigidos contra "a organização terrorista Hezbollah em todo o Líbano", que acusou de "operar sob os auspícios do regime terrorista iraniano".

"As FDI estavam preparadas para este cenário como parte das operações de combate no âmbito da operação Rugido do Leão", como batizaram o ataque conjunto com os Estados Unidos contra o Irão no sábado.

Esta troca de fogo e acusações ocorre num contexto de escalada bélica regional após o bombardeamento de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão, que causou a morte do líder supremo iraniano, do 'ayatollah' Ali Khamenei, além de vários altos oficiais militares, deixando um saldo total de mais de 200 vítimas mortais.

Israel bombardeia regularmente o Líbano com o objetivo de enfraquecer o grupo xiita Hezbollah, aliado do Irão.

O Irão, por sua vez, bombardeou Israel, causando nove mortos, e os países aliados dos Estados Unidos na região onde Washington mantém bases militares, como Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Qatar e Emirados Árabes Unidos, onde também deixou três vítimas mortais.

Portugal, França, Alemanha e Reino Unido condenaram os ataques iranianos a países vizinhos.


Leia Também: Beirute considera "irresponsável" e "perigoso" ataque do Hezbollah a Israel

O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, e o Presidente, Josep Aoun, classificaram como "irresponsável" e "perigoso" o ataque lançado hoje pelo grupo xiita Hezbollah contra o norte de Israel, condenando igualmente a ofensiva israelita contra o Líbano.


Petróleo sobe 13% devido ao conflito no Médio Oriente... Com a eclosão do conflito regional, o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 20% do consumo mundial de petróleo, está comprometido.

Por Sicnoticias 

Os preços do petróleo dispararam este domingo 13% na abertura dos mercados, com o conflito desencadeado pelos ataques americanos e israelitas contra o Irão e as suas repercussões no Médio Oriente a fazerem temer perturbações no abastecimento de crude.

Por volta das 23:15 GMT, o barril de Brent do Mar do Norte disparou 9,90%, para 80,16 dólares (67,84 euros), após abrir com alta de 13%. O barril de West Texas Intermediate (WTI) disparou 8,25%, para 72,55 dólares (61,40 euros), e os analistas receiam uma onda de subida de preços.

Estes números representam um salto significativo no preço do Brent, a referência internacional do petróleo, que havia gradualmente incorporado um prémio de risco geopolítico para chegar a mais de 72 dólares na sexta-feira, longe dos 61 dólares (51,62 euros) do início do ano.

Com a eclosão do conflito regional, o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 20% do consumo mundial de petróleo, está comprometido, alertam.

"O fator mais relevante para o mercado petrolífero é a quantidade de petróleo produzida na região e a situação no estreito de Ormuz, por onde transitam diariamente cerca de 21 milhões de barris de petróleo bruto e produtos petrolíferos", insiste Giovanni Staunovo, da UBS.

O estreito não está totalmente fechado - alguns navios chineses e iranianos teriam passado por ele, segundo a Kpler - mas o tráfego agora é quase impossível.

Após o ataque a dois navios no domingo ao largo dos Emirados Árabes Unidos e de Omã, no estreito de Ormuz, o secretário-geral da Organização Marítima Internacional (OMI), Arsenio Dominguez apelou às companhias marítimas para que "evitem" a região.

O preço dos seguros torna-se proibitivo neste contexto, e as principais companhias marítimas confirmaram a suspensão da passagem da sua frota.

É certo que "infraestruturas alternativas no Médio Oriente podem ser utilizadas para contornar os fluxos que transitam pelo estreito, mas o impacto líquido continua a ser uma perda efetiva de 8 a 10 milhões de barris de oferta de petróleo bruto", afirma Jorge Leon, analista da Rystad Energy, numa nota divulgada na véspera.

Em teoria, os países importadores de petróleo dispõem de reservas, uma vez que os membros da OCDE devem manter 90 dias de reservas de petróleo, mas não se excluem preços superiores a 100 dólares (84,63 euros).

Em resposta à guerra no Irão, a Arábia Saudita, a Rússia e seis outros membros da OPEP+ aumentaram no domingo as suas quotas de produção de petróleo em 206.000 barris por dia para o mês de abril, um volume superior ao previsto.

"Mesmo sem uma paragem total da produção, o aumento dos prémios relacionados com o conflito, as alterações de rotas e a reavaliação dos seguros podem manter os custos do petróleo bruto e do frete a um nível elevado", observa Charu Chanana, da Saxo Markets.

"Com toda a região do Golfo afetada, a dissipação deste prémio de risco geopolítico poderá demorar algum tempo, tendo em conta, nomeadamente, o papel central da região no abastecimento energético mundial", insiste.

Tanto mais que "o Irão também tem todo o interesse em utilizar os mercados energéticos para exercer pressão económica", acrescenta Chanana.

"O calcanhar de Aquiles de (Donald) Trump são os preços elevados do petróleo", confirma Michelle Brouhard, analista da Kpler.

domingo, 1 de março de 2026

IRÃO: Guarda Revolucionária ou se rende ou "enfrenta morte certa", ameaça Trump... O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou hoje a Guarda Revolucionária iraniana com "morte certa" se não se render, prometendo ainda vingar a morte de militares americanos, em declarações difundidas na sua rede social.

© Getty Images    Por  LUSA   01/03/2026

"Exorto a Guarda Revolucionária, a polícia militar iraniana, a depor as armas e receber imunidade total ou enfrentar uma morte certa. A morte não será agradável", declarou Trump num vídeo.

Segundo Trump, "todo" o comando militar do Irão desapareceu e muitos deles "querem render-se para proteger as suas vidas" e imunidade.

Mesmo assim, Trump adiantou que as operações continuam "com toda a força", e assim continuarão "até que todos os objetivos sejam alcançados".

Também prometeu vingar a morte de militares americanos, admitindo que haverá mais baixas do lado dos EUA.

Donald Trump defendeu a intervenção militar no Irão como necessária para garantir a segurança dos americanos.

"Durante quase 50 anos, esses extremistas malignos atacaram os EUA enquanto entoavam o slogan 'Morte aos Estados Unidos' ou 'Morte a Israel', ou ambos", disse.

O Presidente norte-americano apelou a "todos os patriotas iranianos que anseiam pela liberdade" para que aproveitem o momento, sejam "corajosos, ousados, heroicos e recuperem o seu país".

"Os Estados Unidos estão convosco. Fiz-vos uma promessa e cumpri-a. O resto depende de vós. Estaremos lá para vos ajudar", afirmou.

Esta é a primeira declaração institucional de Trump desde que anunciou a operação conjunta com Israel na madrugada de sábado. Até agora, o presidente norte-americano só tinha mantido breves entrevistas por telefone com alguns meios de comunicação.

Reino Unido permite que EUA usem bases militares

Por seu lado, o Reino Unido concordou que os Estados Unidos usem bases militares britânicas para atacar locais de mísseis iranianos, conforme solicitado por Trump, indicou hoje o primeiro-ministro Keir Starmer, comentando que Londres "não participará de ações ofensivas no Irão".

"A nossa decisão de que o Reino Unido não participaria nos ataques contra o Irão foi cuidadosamente ponderada", afirmou num vídeo publicado na rede social X.

"Todos nos lembramos dos erros cometidos no Iraque e aprendemos com eles", sublinhou o chefe do governo britânico.

Mas "o Irão ataca os interesses britânicos e coloca em grave perigo os seus cidadãos" e os seus aliados na região, sustentou Keir Starmer, acreditando que "a única forma de pôr fim à ameaça é destruir os mísseis na fonte: nos depósitos de armazenamento ou nos lançadores que servem para disparar esses mísseis".

O Governo britânico autorizou os Estados Unidos a utilizar bases britânicas "para este fim defensivo específico e limitado", que foi aceite porque "está em conformidade com o direito internacional".

Segundo o primeiro-ministro, "pelo menos 200.000 cidadãos britânicos", residentes ou turistas, encontram-se nos países afetados pela escalada regional no Médio Oriente, na sequência dos primeiros ataques americanos e israelitas ao Irão, que lançou represálias contra vários países vizinhos e Israel.

Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.

O Irão já confirmou a morte do ayatollah Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.

Segundo a Cruz Vermelha iraniana, foram registados pelo menos 200 mortos e cerca de 750 feridos.


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O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, previu hoje que os ataques contra o Irão irão continuar nas próximas quatro semanas, admitindo que poderá haver mais perdas entre os militares norte-americanos.

Kaja Kallas: Ataques do Irão a países da região "são imperdoáveis"... A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, classificou hoje como "imperdoáveis os ataques do Irão" aos países do Médio Oriente, ameaçando-o com mais sanções caso continue a pôr em risco a segurança regional.

© Lusa  01/03/2026 

"O Médio Oriente tem muito a perder com qualquer guerra prolongada. Os ataques do Irão e a violação da soberania de vários países da região são imperdoáveis. O Irão deve abster-se de ataques militares indiscriminados. Expressamos a nossa solidariedade aos parceiros da região que foram atacados ou afetados [e] reiteramos o nosso compromisso com a estabilidade regional e com a proteção da vida civil", declarou a Alta Representante da União Europeia (UE) para a Política Externa num comunicado. 

A responsável vincou que a UE "tem repetidamente instado o Irão a pôr fim ao seu programa nuclear, a restringir o seu programa de mísseis balísticos, a abster-se de atividades desestabilizadoras na região e na Europa e a cessar a terrível violência e repressão contra o seu próprio povo".

"Continuaremos a proteger a segurança e os interesses da UE, incluindo através de sanções adicionais", afiançou.

"Os acontecimentos no Irão não deverão conduzir a uma escalada que possa ameaçar o Médio Oriente, a Europa e outras regiões, com consequências imprevisíveis, também na esfera económica. Deve evitar-se a interrupção de vias navegáveis fundamentais, como o Estreito de Ormuz", sustentou.

Kallas indicou que a UE se mantém "em contacto próximo com os parceiros da região para contribuir para o desanuviamento" e reafirma o seu "firme compromisso (...) com a salvaguarda da segurança e da estabilidade regional".

A UE "continuará a contribuir com todos os esforços diplomáticos para reduzir as tensões e alcançar uma solução duradoura para impedir o Irão de obter armas nucleares", assegurou.

"A plena cooperação do Irão com a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), bem como a adesão às suas obrigações jurídicas ao abrigo do Tratado de Não-Proliferação Nuclear e do Acordo de Salvaguardas Abrangentes, são fundamentais, e a segurança nuclear é uma prioridade crítica", insistiu.

Além disso, acrescentou, também "a preservação da segurança marítima e o respeito da liberdade de navegação são da maior importância".

Kaja Kallas reiterou "a solidariedade da UE com o povo iraniano" e o firme apoio às suas "aspirações a um futuro em que os seus direitos humanos universais e liberdades fundamentais sejam plenamente respeitados" e, quanto à segurança dos cidadãos da UE na região, afirmou que "a UE e os seus Estados-membros estão a tomar todas as medidas necessárias (...), incluindo a ativação do Mecanismo de Proteção Civil da UE, se necessário".

Israel e Estados Unidos lançaram no sábado de manhã um ataque ao Irão para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região e alvos israelitas.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão, e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".

Washington exige que o Irão cesse o enriquecimento de urânio e limite o alcance dos seus mísseis, o que Teerão recusa, aceitando apenas cortes no seu programa nuclear em troca da suspensão das sanções em vigor.

O Irão já confirmou a morte do ayatollah Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989, e decretou um período de luto de 40 dias.

Segundo a Cruz Vermelha iraniana, os bombardeamentos fizeram até agora pelo menos 200 mortos e cerca de 750 feridos.

Portugal, França, Alemanha e Reino Unido condenaram os ataques de retaliação do Irão a países vizinhos.


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Ndiaga Diagne será o autor do tiroteio que decorreu na madrugada deste domingo num bar em Austin, no Texas, EUA. Vários meios de comunicação social, citando fontes próximas do caso, dão conta de que o homem tinha 53 anos e estava nos EUA há anos. A Associated Press diz que usava uma peça de roupa com a bandeira iraniana.

Trump diz que "nove navios iranianos" foram afundados... O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou hoje que "9 navios iranianos" foram afundados e que o quartel-general da Marinha iraniana foi "quase totalmente" destruído, numa mensagem na sua rede social, Truth Social.

© Lusa  01/03/2026 

"Acabei de ser informado de que destruímos e afundámos nove navios iranianos, alguns deles relativamente grandes. Vamos atrás dos restantes. Em breve, também estarão a flutuar no fundo do mar! Num ataque separado, destruímos quase totalmente o quartel-general da Marinha deles", escreveu. 

Trump, que está a acompanhar a ofensiva das forças norte-americanas a partir da sua residência de Mar-a-Lago, na Florida, não emitiu até agora qualquer comentário sobre a morte de três militares norte-americanos, as primeiras baixas dos Estados Unidos desde o início do conflito contra o Irão, no sábado de manhã.

Entretanto, "60 navios" com pavilhão francês ou que pertencem a empresas francesas estão retidos "dentro do Golfo Arabo-Pérsico", indicou hoje o delegado-geral dos Armadores de França, Laurent Martens.

Esses navios atravessaram o estreito de Ormuz e receberam "instruções dadas pela Marinha francesa para procurar abrigo", explicou Martens, acrescentando que as embarcações francesas "não são alvos prioritários".

"Os marinheiros estão a bordo dos navios, estão nos portos, geralmente estão em segurança", prosseguiu.

"As tripulações estão nas suas cabines, relativamente protegidas, sabendo que podem deslocar-se para um local mais seguro nos navios em caso de alerta", acrescentou.

O estreito de Ormuz, com pouco menos de 50 quilómetros (km) de largura, faz fronteira com as costas do Irão e do sultanato de Omã.

Em retaliação aos ataques dos Estados Unidos, a Guarda Revolucionária iraniana encerrou esta passagem, que é particularmente importante para o transporte marítimo de petróleo: aproximadamente 20% da produção mundial de crude transita anualmente por ela.

Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque ao Irão para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região e alvos israelitas.

Donald Trump afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão, e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".

Washington exige que o Irão cesse o enriquecimento de urânio e limite o alcance dos seus mísseis, o que Teerão recusa, aceitando apenas cortes no seu programa nuclear em troca da suspensão das sanções em vigor.

O Irão já confirmou a morte do ayatollah Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989, e decretou um período de luto de 40 dias e sete feriados.

Segundo a Cruz Vermelha iraniana, os bombardeamentos fizeram até agora pelo menos 200 mortos e cerca de 750 feridos.

Portugal, França, Alemanha e Reino Unido condenaram os ataques de retaliação do Irão a países vizinhos.


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O Dubai foi alvo de dezenas de mísseis intercetados, com pelo menos um a atingir o aeroporto, deixando milhares de passageiros sem possibilidade de viajar. Portugueses na região relatam dificuldades em obter apoio adequado do Estado, enquanto o Ministério dos Negócios Estrangeiros garante total assistência aos cidadãos nacionais.

Atirador que matou em bar nos EUA usaria camisola com bandeira do Irão... Ndiaga Diagne será o autor do tiroteio que decorreu na madrugada deste domingo num bar em Austin, no Texas, EUA. Vários meios de comunicação social, citando fontes próximas do caso, dão conta de que o homem tinha 53 anos e estava nos EUA há anos. A Associated Press diz que usava uma peça de roupa com a bandeira iraniana.

© nypost.com   Por  Notícias ao Minuto com Lusa  01/03/2026 

O atirador que matou, este domingo, duas pessoas e deixou outras 14 feridas num bar de Austin, no estado norte-americano do Texas, estaria a usar uma t-shirt com a imagem da bandeira do Irão representada.

A notícia é avançada pela Associated Press (AP), que refere que uma fonte próxima do caso detalhou que o homem usava uma blusa onde se lia "Propriedade de Alá" e também uma t-shirt com um "emblema" da bandeira iraniana. O ataque aconteceu horas depois de os Estados Unidos levaram a cabo, juntamente com Israel, uma série de ataques contra o Irão, que resultou na morte do líder supremo, Ali Khamenei.

A mesma fonte que falou com a AP, sob condição de anonimato, disse que o suspeito tinha 53 anos e que foi identificado como Ndiaga Diagne.

Já à NBC News, quatro fontes próximas do caso deram o mesmo nome, acrescentando que o homem era um senegalês que chegou ao EUA em 2006. Tinha nacionalidade norte-americana.

O FBI afirmou que está a investigar o tiroteio, ocorrido após os ataques israelitas e norte-americanos ao regime islâmico do Irão, como um ato de terrorismo.

Segundo o grupo SITE Intelligence Group, que se dedica a monitorizar atividades de radicais islâmicos e terroristas, o suspeito "exprimiu opiniões pró-regime iraniano".

O assassino foi abatido por polícias de Austin, no Estado do Texas, depois de atacar o bar com tiros de pistola e de espingarda.

Segundo a chefe da polícia da cidade, Lisa Davis, o homem passou de carro várias vezes em frente ao bar antes de parar o carro e disparar a pistola sobre pessoas que estavam em frente do estabelecimento e num terraço adjacente.

Depois, saiu do veículo armado empunhando uma espingarda e começou a disparar indiscriminadamente sobre as pessoas que estavam na rua, antes de ser abatido pelas autoridades.

Um agente do FBI envolvido na investigação afirmou que vários indicadores apontam para um ato terrorista, mas ressalvou que "ainda é demasiado cedo" para concluir qual foi a motivação. Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma "ameaça existencial".

O Irão já confirmou a morte do 'ayatollah' Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.

Segundo a Cruz Vermelha iraniana, foram registados pelo menos 200 mortos e cerca de 750 feridos.


Onze pessoas continuavam hoje desaparecidas no distrito de Jerusalém, em Israel, após um ataque com mísseis iranianos que causou nove mortos, de acordo com um comunicado das autoridades israelitas.

EUA lançaram bombas de 900 kg sobre instalações de mísseis no Irão... As Forças Armadas norte-americanas afirmaram hoje que bombardeiros furtivos B-2 atacaram instalações de mísseis balísticos do Irão com bombas de 900 quilogramas (kg).

© U.S. Navy/Handout via REUTERS   Por LUSA  01/03/2026 

Os mísseis balísticos iranianos constavam nas preocupações levantadas pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, antes dos ataques iniciados no sábado, em colaboração com Israel, contra o regime de Teerão.

Trump alegou que o Irão tem construído mísseis balísticos capazes de atingir o território dos Estados Unidos (EUA), embora a República Islâmica negue estar a construir ou a tentar mísseis balísticos intercontinentais.

A Agência de Informações de Defesa dos EUA afirmou num relatório não confidencial no ano passado que o Irão poderia desenvolver um míssil balístico intercontinental militarmente viável até 2035, "caso Teerão decidisse desenvolver essa capacidade".

Israel e os Estados Unidos iniciaram no sábado uma vasta operação militar contra o Irão de que resultou a morte de vários dirigentes políticos e militares da República Islâmica, incluindo o líder supremo Ali Khamenei.

O presidente norte-americano, Donald Trump, deu indicações de que a operação visava o derrube do regime do Irão e incitou o povo iraniano a tomar o poder após a intervenção militar conjunta com Israel.


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Um alto responsável da Casa Branca afirmou que uma "potencial nova liderança" no Irão indicou estar aberta a negociações com os Estados Unidos, após o ataque de forças norte-americanas e israelitas.


Conselho interino assume liderança no Irão após morte do líder supremo Ali Khamenei... Este órgão é composto pelo Presidente Masoud Pezeshkian, o clérigo Gholam Hossein Mohseni Ejehei, chefe do poder judicial, e o 'ayatollah' Ali Reza Arafi.

IRAN'S PRESIDENTIAL WEBSITE  Por  sicnoticias.pt

O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, anunciou este domingo que um novo conselho de liderança interino iniciou funções após a morte no sábado do líder supremo, Ali Khamenei, nos ataques israelita e norte-americanos contra Teerão.

"O Conselho de Direção Interino iniciou os trabalhos. Continuaremos com todas as nossas forças no caminho traçado pelo imã Khomeini", fundador da República Islâmica, declarou Pezeshkian, segundo a agência francesa AFP.

A República Islâmica "esmagará com força as bases do inimigo", acrescentou.

Pezeshkian fez o comentário numa mensagem pré-gravada transmitida pela televisão estatal iraniana, noticiou a agência norte-americana AP.

O Presidente é um dos três membros que integram o conselho interino. Os restantes são o chefe do poder judicial, o clérigo Gholam Hossein Mohseni Ejehei, e o 'ayatollah' Ali Reza Arafi.

O conselho ficou encarregado de assegurar a transição no Irão após a morte de Ali Khamenei, que liderava o regime desde 1989.

Esta é a segunda vez que o Irão vai escolher um líder supremo, depois de Ali Khamenei ter sucedido ao 'ayatollah' Ruhollah Khomeini, fundador da República Islâmica após a revolução de 1979 que depôs a monarquia.

Nova liderança do Irão quer "falar", diz Trump. "E eu concordei"... Um alto responsável da Casa Branca afirmou que uma "potencial nova liderança" no Irão indicou estar aberta a negociações com os Estados Unidos, após o ataque de forças norte-americanas e israelitas.

© SAUL LOEB / AFP via Getty Images  Por  LUSA  01/03/2026 

O responsável - que falou sob anonimato à agência Associated Press, para abordar deliberações internas do Governo norte-americano - disse que o presidente Donald Trump poderá estar disposto a conversar, mas sublinhou que, por agora, a operação militar "continua sem cessar", não tendo sido revelada a identidade dos potenciais novos líderes nem a forma como manifestaram a alegada disponibilidade para dialogar.

Numa entrevista publicada no domingo pela revista The Atlantic, Trump confirmou a intenção de falar com a nova liderança iraniana, afirmando que "eles querem falar, e eu concordei em falar, por isso vou falar com eles", recusando-se, contudo, a indicar quando poderá ocorrer essa conversa.

Trump afirma que "foram eliminados 48 líderes de uma só vez"... O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que 48 líderes iranianos já foram mortos na ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, sublinhando que a operação "está a avançar rapidamente".

© @WhiteHouse/X   Lusa   01/03/2026 

"Está a avançar rapidamente. Ninguém consegue acreditar que estamos a fazer bem. Foram eliminados 48 líderes de uma só vez", declarou Trump a uma repórter da cadeia televisiva Fox News, segundo a transcrição publicada pela jornalista na sua conta na rede social X.

A conversa ocorreu antes de o Comando Central dos EUA (Centcom) anunciar as primeiras baixas norte-americanas no conflito, com três soldados mortos e cinco gravemente feridos em operações militares contra o Irão.


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Israel vai intensificar os ataques sobre Teerão nos próximos dias, anunciou hoje o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, no segundo dia da ofensiva israelita e norte-americana contra a República Islâmica do Irão.