sexta-feira, 14 de agosto de 2026

CUBA: EUA repudiam celebração de centenário e acusam Fidel de "fracasso total"... Os Estados Unidos repudiaram hoje as comemorações do centenário do nascimento de Fidel Castro em Cuba, uma figura que Washington diz representar um "fracasso total" para o país.

©Lusa   14/08/2026 

"Fidel Castro foi um fracasso total em tudo, exceto quando se tratou de destruir Cuba e de empobrecer, encarcerar e assassinar o próprio povo", denunciou o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, numa mensagem publicada após o final das comemorações, na quinta-feira, do nascimento de Castro, a 13 de agosto de 1926.

Rubio, filho de migrantes cubanos, há anos que faz de Havana uma das suas bandeiras em termos de política externa, primeiro como deputado e senador pela Flórida e agora como chefe da diplomacia norte-americana, cargo a partir do qual tem supervisionado um bloqueio ainda mais severo contra Cuba.

Rubio aproveitou para enviar um novo aviso às atuais autoridades cubanas, em especial ao Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel.

"Quem quer que tente seguir os seus passos deve reconsiderar a sua posição com muito cuidado, porque também se está a condenar ao fracasso", avisou Rubio numa mensagem publicada nas redes sociais.

Ainda na quinta-feira, o secretário da Defesa norte-americano, Pete Hegseth, afirmou que Washington não descartava a possibilidade de uma intervenção militar em Cuba, ao mesmo tempo que sustentou que Havana "faria bem em prestar atenção" à vontade do chefe da Casa Branca de "fazer valer as prerrogativas estratégicas" do país norte-americano.

"Como já disse anteriormente, e creio que viram o que aconteceu noutros casos, todas as opções estão em cima da mesa, incluindo as militares", afirmou Hegseth, durante uma visita ao Panamá, país onde participou num evento da coligação militar impulsionada por Washington contra os cartéis.

Cuba assinalou o centenário do nascimento de Fidel Castro, que governou Cuba de 1959 a 2008, com exposições, concertos e conferências inseridos no "I Colóquio Internacional Fidel: Legado e Futuro".

Vários dirigentes comunistas de todo o mundo viajaram até à ilha para participar no evento, incluindo o secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo.

Contudo, este ano, o aniversário de 13 de agosto ocorre num momento em que Cuba atravessa uma das piores crises da sua história, marcada pela escassez de alimentos e água, e cortes de eletricidade crónicos.

A administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, aplica uma política de "pressão máxima" contra Cuba, em particular desde a captura, no início de janeiro, numa operação militar norte-americana, do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, até então o maior aliado de Havana.

COMBOIO: Menos de 24 horas depois, novo comboio descarrila no Reino Unido... Novo descarrilamento aconteceu na zona de Essex. Para já, não há feridos a registar.

© X/Andy Wart   Por  Notícias ao Minuto   14/08/2026 

Um comboio descarrilou na zona de Wickford, em Essex, avança o The Independent. O acidente acontece menos de 24 horas depois de um outro descarrilamento, no Reino Unido, ter feito, na quinta-feira, dois feridos.

Imagens partilhadas nas redes sociais parecem mostrar o comboio fora dos carris, mas sem que tenha tombado.

Entretanto a empresa de caminhos de ferro Network Rail confirmou que está "a lidar com um descarrilamento na região de Anglia e estamos a tentar perceber rapidamente o que se passou para providenciar a ajuda necessária".

Também a Polícia de Transportes britânica confirmou que está a caminho do local com ambulância e paramédicos. A mesma entidade refere que até ao momento não "há registo de feridos".

Há contudo a registar vários condicionamentos e atrasos na circulação de comboios na região.

O acidente aconteceu junto à estação ferroviária de Wickford, em Essex, e relatos indicam que o descarrilamento se deu nas carruagens traseiras. O alerta foi dado às 14h12 desta sexta-feira.

“Estamos a intervir em conjunto com os paramédicos e os bombeiros. Até ao momento, não há relatos de feridos.”

2.ª incidente em menos de 24 horas

Recorde-se que um comboio descarrilou perto da estação ferroviária de Lewes, em East Sussex, no Reino Unido, na tarde desta quinta-feira, informou a Polícia dos Transportes britânica. Pelo menos duas pessoas ficaram feridas com gravidade, de acordo com o Serviço de Ambulâncias da Costa Sudeste.

Seguiam cerca de 150 pessoas no comboio que partiu de Londres e descarrilou pouco antes das 16h00 (mesma hora em Lisboa) em Lewes. "Podemos confirmar que dois pacientes sofreram ferimentos graves e outros nove pacientes sofreram ferimentos menos graves", informou um porta-voz do mesmo serviço.

CORPO: O que acontece se deixar de comer produtos de origem animal?... Deixar de comer produtos de origem animal não afeta somente o estado psicológico. Especialistas explicam que essa restrição na alimentação, também pode resultar numa "alteração química" no corpo humano. Saiba de que forma.

© Shutterstock     Por noticiasaominuto.com  14/08/2026 

A alteração da tipologia de um regime alimentar não passa somente por uma mudança de mentalidade, quando decide parar de comer carne e passa a restringir todos os produtos de origem animal na sua dieta, o corpo regista uma "alteração química".

Uns fazem-no por uma questão de saúde, outros por prioridades ambientais e outros por questões religiosas. As motivações até podem ser diferentes, mas os efeitos produzidos no organismo não diferem em muito, com exceção para condições metabólicas e genéticas.

Embora o impacto não seja imediato, especialistas revelam ao Science Alert que a decisão de deixar de comer carne pode implicar, não só repercussões no estado emocional, como também no metabolismo.

O que diz a ciência acerca dessa restrição alimentar?

Depois de testarem os efeitos da restrição de produtos de origem alimentar em mais de 200 pessoas, o artigo científico "Efeitos proteogenómicos responsivos à dieta após restrição de curto prazo de produtos animais em humanos", publicado este mês, na revista Nature Communications, dá conta de "evidentes sinais fisiológicos" que se prendem com o "browning", um fenómeno também conhecido por "beiging do tecido adiposo branco".

O que é o beiging do tecido adiposo branco?

Este processo biológico é comumente explicado como um "escurecimento das células". De uma forma prática, isto explica-se através do momento em que estas células adquirem características semelhantes às células de gordura mais acastanhadas e passam a queimar mais ácidos gordos e glicose "para conseguirem gerar calor."

Os investigadores relacionam por isso esta restrição alimentar com uma "alteração química no corpo".

O que saber sobre esta investigação?

Já se imaginou a deixar de comer carne de um dia para o outro? Para esta investigação, um grupo de 200 pessoas na Tessalónica, na Grécia, fê-lo em simultâneo. Contudo, não pense que se submeteram ao sacrifício somente para este estudo.

A origem desta abstinência de produtos de origem animal como carne, peixe, laticínios e ovos, durante um total de 180 a 200 dias no ano, explicou-se como parte de uma prática religiosa ligada ao cristianismo ortodoxo.

"Esses cristãos ortodoxos praticantes realizam essa forma de jejum às quartas e sextas-feiras de cada semana, assim como ao longo de quatro períodos mais longos ao longo do ano, o que inclui os 40 dias que antecedem o Natal; 48 dias antes da Páscoa (Quaresma); de 8 a 42 dias durante o que é conhecido como Jejum dos Apóstolos ou Jejum de Pedro e Paulo; e durante 15 dias em Agosto, para a Assunção da Virgem Maria", descrevem.

Segundo apontam os investigadores, a "extensa reprogramação metabólica, com efeitos maioritariamente benéficos para a saúde, incluindo a abundância alterada de proteínas imunometabólicas chave, incluindo o potente hormônio metabólico FGF21" permitiu que este estudo se tornasse ainda num tipo de "intervenção dietética".

Festival de Magia de Rua de Lisboa reúne 15 artistas em 175 espetáculos na próxima semana... O Festival Internacional de Magia de Rua de Lisboa terá lugar entre 18 e 23 de agosto e conta com 175 espetáculos de acesso livre em mais de 13 espaços. A primeira apresentação será dia 18 às 11h00.

Por  observador.pt/LUSA  14 ago 2026

Quinze artistas de dez países fazem a 14.ª edição do Lisboa Mágica — Festival Internacional de Magia de Rua de Lisboa, que decorre de 18 a 23 deste mês, com direção artística de Luís de Matos, anunciou esta sexta-feira a organização.

No total, o certame oferece 175 espetáculos de acesso livre em 13 espaços de Lisboa: Campo das Cebolas, Jardim Campo de Amoreiras, Jardim da Estrela, Jardim Fernando Pessa, Jardim Museu de Lisboa, Jardim Vasco da Gama, Largo do Carmo, Largo do Chiado, Palácio Baldaya, Parque Bensaúde, Praça de Campolide, Praça do Município e Praça Luís de Camões.

Integrado na programação da Lisboa Cultura, o festival é “uma celebração da universalidade da arte mágica e da sua capacidade de surpreender em plena interação com o espaço público”, que este ano apresenta uma seleção de artistas convidados com “diferentes linguagens, estilos e abordagens da magia contemporânea”, acrescenta uma nota da organização.

“Durante vários dias, jardins, praças, largos e outros espaços da cidade transformam-se em palcos para espetáculos pensados para uma relação próxima e direta com o público”, num festival que “mantém o compromisso de apresentar em Lisboa o que de melhor se faz na magia de rua a nível mundial”, num convite “a parar, olhar e deixar-se surpreender”, lê-se no comunicado divulgado esta sexta-feira.

Mago Daba (Argentina), Humphrey Cornthwaite (Austrália), Gabriel Gascón (Chile), The Charming Jay (Coreia do Sul), Raul Camaguey (Cuba), David Navares, Kayto e Juan Colás (Espanha), Ben Woodward, Chris Cross, Peter Wardell e Steve Faulkner (Inglaterra), Flip Mattia (Itália), Amino-San (Japão) e o português José Marques Antunes são os artistas convidados por Luís de Matos para a 14.ª edição do certame.

O Festival abre, no dia 18, às 11h00, na Praça do Município, com as atuações de Amino-San, Ben Woodward, Chris Cross, David Navares, José Marques Antunes, Raul Camaguey e The Charming Jay.

No primeiro dia, haverá ainda espetáculos às 14h00, no Largo do Carmo, às 17h30, no Palácio Baldaya, em Benfica, às 18h30, no Jardim Fernando Pessa, no Areeiro/Avenida de Roma, às 19h30, no Jardim da Estrela, e, às 21h00, na Praça Luís de Camões, ao Chiado.

Ao longo de seis dias, o público pode ainda assistir a espetáculos nos vários locais onde decorre o festival, com sessões às 11h00, 12h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30 e 21h00, com cada espetáculo a contar com atuações de quatro artistas.

No dia 22, às 22h00, na Praça Luís de Camões, atuam Ben Woodward, Gabriel Gascón, Raul Camaguey e The Charming Jay.

O espetáculo de encerramento está marcado para as 21h00 de dia 23, também na Praça Luís de Camões, com atuações de Flip Mattia, Juan Colás, Mago Daba e Peter Wardell.

O Festival Internacional de Magia de Rua de Lisboa, que surgiu em 2006, tem por objetivo mostrar na capital portuguesa “o que de melhor se faz no âmbito da magia de rua a nível mundial, numa celebração da universalidade e intemporalidade da linguagem artística, em absoluta e surpreendente interação com o espaço público”.

PRESIDENTE DE TRANSIÇÃO DEFENDE REFORÇO DA CONFIANÇA NA JUSTIÇA GUINEENSE


O Presidente da Transição, general do Exército Horta Inta-A, defendeu hoje que o reforço da confiança da sociedade guineense na Justiça é fundamental para a consolidação do Estado de direito democrático.

Horta Inta-A falava durante a cerimônia de posse de quatro novos juízes conselheiros do Supremo Tribunal de Justiça, ocasião em que destacou o papel da Justiça como um dos pilares fundamentais na construção e consolidação de um Estado de direito.

Na mesma cerimónia, o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Arafam Mané, chamou a atenção para os desafios enfrentados pela Justiça na atual era das redes sociais.

Segundo Arafam Mané, os magistrados têm sido alvo de ameaças e acusações nas redes sociais, uma situação que, no seu entender, levanta questões relacionadas com a responsabilidade intra e extra sistémica da Justiça.

A cerimônia de posse contou ainda com a presença do primeiro-ministro do Governo de Transição, além de personalidades ligadas ao setor judicial e ao corpo diplomático. 
O Presidente da República de Transição, General de Exército Horta Inta-A, presidiu à cerimónia solene de tomada de posse dos Juízes Conselheiros do Supremo Tribunal de Justiça.

Portugal/ ALGÉS: PJ confirma: Jovem de 15 anos terá matado mãe por "eventuais maus-tratos"... Jovem alertou autoridades na quinta-feira, para crime que cometeu na noite de quarta-feira. Polícia Judiciária confirma que o suspeita alega que agiu devido aos maus-tratos de que era vítima.

© Luis Boza/NurPhoto via Getty Images   Por  noticiasaominuto.com  14/08/2026 

A Polícia Judiciária confirmou, esta sexta-feira, que o jovem que matou a mãe, em Algés, terá sido motivado pelo facto de este ser vítima de alegados maus-tratos.

Em comunicado, esta autoridade afirma que na origem do homicídio estão "eventuais maus tratos físicos e psicológicos mantidos pela vítima em relação aos dois filhos".

Recorde-se que o adolescente de 15 anos, e  de nacionalidade estrangeira, ligou para as autoridades por volta das 17h30 de quinta-feira para confessar que tinha matado a mãe, na casa onde viviam à cerca de um mês, em Algés.

O crime, realizado com recurso a um mata-leão, aconteceu 21 horas antes de a Polícia de Segurança Pública ter sido alertada.

A vítima é uma mulher de 33 anos e na casa vivia ainda uma menina de 4 anos, filha da vítima e irmã do suspeito.

O agressor, inimputável criminalmente em função da idade, foi identificado e por impossibilidade manifesta da sua confiança a um familiar direto, pernoitou num centro educativo na área de Lisboa. 

O jovem será presente no dia de hoje às autoridades judiciárias junto do Tribunal de Família e Menores de Cascais, para eventual aplicação de medida tutelar educativa.

Mãe morta em casa

Uma mulher de 33 anos foi encontrada morta, esta tarde, em casa, em Algés, Oeiras. O suspeito é o filho de 15 anos, que terá efetuado um mata-leão à mãe na noite de quarta-feira. O alerta foi dado pelas 17h35 desta quinta-feira.

Mãe, de 33 anos, e filhos, de 15 e quatro, tinham chegado àquele 4.º andar do prédio em frente à Avenida Marginal há pouco mais de "um mês". Vizinhos relatam que as discussões eram frequentes e que na noite do crime se ouviram muitos gritos.

Segundo o que o jovem alegou às autoridades, tudo começou quando ouviu a mãe a maltratar a irmã e a decidiu confrontar. A discussão escalou e tornou-se violenta, tendo depois o jovem asfixiado a mãe com recurso a um mata-leão, que é um golpe de estrangulamento usado nas artes marciais.

Após a mãe ter caído inanimada, o jovem cuidou da irmã, deitou-a e passou a noite em casa. Já na manhã seguinte, continuou a prestar cuidados à irmã e depois deu-lhe o almoço. Duas horas antes de ter chamado as autoridades, foi ainda visto a passear com a menina de mão dada.

O pai do suspeito e da menina de quatro anos está preso há cerca de um ano por violência doméstica. O filho não terá perdoado à mãe a queixa que levou o pai a ser condenado e isso poderá também, segundo o Correio da Manhã, ter tido também alguma influência no seu comportamento.


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Arjun Aravind matou a mãe e o irmão na terça-feira e colocou-se em fuga. Antes de cometer o crime consultou o ChatGPT sobre as suas fantasias. Jovem de 17 anos já foi detido.

FÍGADO: Este medicamento comum pode fazer pior ao fígado do que o álcool... É sabido que o consumo excessivo de álcool prejudica a saúde do fígado, contudo, existe um outro medicamento muito comum, o paracetamol, que tomado em doses muito elevadas pode ser igualmente negativo. Especialistas do EatingWell explicam porquê.

© Shutterstock   Por  noticiasaominuto.com  14/08/2026 

O fígado desempenha muitas funções importante no organismo, desde o processamento de nutrientes e a remoção de toxinas do sangue, até ao metabolismo de medicamentos. 

É sabido que o consumo excessivo de álcool pode ser prejudicial para a saúde deste órgão. Contudo, existe um outro hábito comum igualmente negativo e que muitos desconhecem: o uso excessivo de paracetamol. 

Porque é que os analgésicos podem prejudicar o seu fígado

Normalmente, as pessoas tomam paracetamol por diversos motivos, sendo os mais comuns o alívio da dor e a redução da febre. 

Embora o paracetamol seja seguro em certas doses, em excesso, poderá causar problemas. No caso do fígado, este poderá ser afetado perante a toma de doses altas durante vários dias ou uma quantidade excessiva de cada vez. 

"Quando o paracetamol é usado em doses maiores do que as recomendadas, pode sobrecarregar os processos do nosso corpo responsáveis ​​por metabolizar o medicamento”, alertou a farmacêutica Laura Heath em declarações ao EatingWell. "Se isto acontecer, podem ocorrer danos graves".

Vale notar que a maior parte do paracetamol é metabolizada com segurança pelas vias hepáticas normais, explica a farmacêutica  Farrah Tavakoli.

"Uma pequena quantidade de paracetamol é convertida numa substância chamada NAPQI, um metabólito tóxico que pode ser prejudicial quando se acumula", realça.

Qual a dose máxima de paracetamol que se pode tomar por dia?

Segundo o American College of Gastroenterology, adultos saudáveis não deverão ingerir mais de 1.000 miligramas de paracetamol de uma só vez ou mais de 4.000 mg por dia. Para além disso, deverá evitar tomar 3.000 mg por dia durante mais de 3 a 5 dias consecutivos. 

“A dose máxima de paracetamol para a maioria dos adultos é de 4.000 miligramas por dia considerando todas as fontes”, afirma Tavakoli.

Note-se que o paracetamol é encontrado em muitos medicamentos que não precisam de receita, desde os usados para tratar alergias, constipações, gripes e enxaquecas, bem como analgésicos. 

É importante ler o rótulo e, em caso de dúvida, falar com o seu médico de família. 

Estados Unidos ameaçam Irão com isolamento económico "sem precedentes"... O secretário do Tesouro dos Estados Unidos (EUA) ameaçou o Irão com isolamento económico "como o mundo nunca viu", apesar de Washington ter prometido, no início de agosto, um acordo para reabrir o estreito de Ormuz.

© Lusa    14/08/2026 

"Será uma combinação de isolamento económico como o mundo nunca viu e a continuação do bloqueio do estreito de Ormuz, que impedirá a entrada ou saída de qualquer coisa dos portos iranianos", disse Scott Bessent.

Numa entrevista na quinta-feira à emissora conservadora norte-americana Newsmax, o dirigente prometeu novas medidas sem especificar de que natureza: "Fiquem atentos, mais anúncios virão na próxima semana".

Em 04 de agosto, Bessent mencionou um possível acordo com Teerão "hoje ou amanhã" para reabrir Ormuz, uma via navegável estratégica para o comércio global de hidrocarbonetos.

"Estamos a ter grandes conversas", declarou o presidente norte-americano, Donald Trump, no mesmo dia, afirmando que o Irão queria chegar a um acordo.

Declarações tranquilizadoras que impulsionaram a bolsa de valores de Nova Iorque e fizeram os preços do petróleo cair a pique.

A nova escalada da retórica ocorre à medida que a guerra, desencadeada no final de fevereiro por uma ofensiva lançada pelos EUA e por Israel contra o Irão, se aproxima do sexto mês.

O memorando de entendimento alcançado em junho para pôr um fim definitivo ao conflito falhou no início de julho, antes de Donald Trump suspender os ataques no final do mês, condicionando a pausa à rápida conclusão de um acordo.

Qualquer acordo teria de incluir a abertura "completa e total" do estreito de Ormuz e "o fim da ameaça nuclear iraniana", declarou o presidente dos EUA a 01 de agosto.

Desde então, o líder norte-americano parece favorecer uma abordagem mais cautelosa, baseada na pressão económica.

O estreito de Ormuz, por onde passava um quinto do petróleo mundial antes da guerra, continua a ser o ponto de maior tensão.

Na quinta-feira, os Emirados Árabes Unidos denunciaram e condenaram um ataque do Irão, sem relatos de feridos, contra dois navios pertencentes à petrolífera estatal ADNOC enquanto transitavam pelo estreito.

Os Emirados apelaram ao Irão para que "reabra total e incondicionalmente" a passagem.

Teerão, por sua vez, denunciou na quinta-feira o que descreveu como mentiras de Donald Trump, que tinha afirmado no dia anterior, na plataforma que detém, a Truth Social, que os EUA tinham o controlo total do estreito.

Ormuz mantém-se "sob a completa gestão e controlo da República Islâmica", insistiu Ebrahim Zolfaghari, porta-voz do Comando Central Khatam al-Anbiya.

Também na quinta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, acusou os Estados Unidos de "erros de cálculo" ligados a falhas de inteligência.

"Um exemplo: a guerra contra o Irão. Agora, um erro de cálculo ainda maior em relação ao estreito de Ormuz", escreveu na rede social X.

China doa mais 15 mil toneladas de arroz a Cuba... Cuba recebeu a terceira parcela de 15 mil toneladas de arroz do Governo da China, que enviou até agora 60 mil toneladas, como assistência alimentar de emergência perante a grave crise económica na ilha.

© Lusa    14/08/2026 

O quarto e último carregamento que completará a doação - a maior que a China enviou nos últimos anos para Cuba- chegará em setembro, segundo informou o Ministério do Comércio Externo e do Investimento Estrangeiro (Mincex) cubano, nas redes sociais.

No ato de entrega da doação, no porto de Havana, na quinta-feira, o embaixador de Pequim, Hua Xin, disse que com este novo carregamento de arroz chega a mensagem de que "a China está ao lado de Cuba".

"Vamos continuar a apoiar Cuba e o seu povo, que se opõem firmemente à ingerência estrangeira dos Estados Unidos", assinalou o diplomata, segundo reportaram meios de comunicação estatais chineses.

O vice-primeiro-ministro cubano, Oscar Pérez-Oliva, expressou "profunda gratidão" na cerimónia de entrega da nova doação de arroz da nação asiática e afirmou que as relações entre Cuba e a China são indestrutíveis.

Pérez-Oliva, também responsável pela pasta do Mincex, destacou que a China "estende a sua mão" a Cuba enquanto se intensifica o bloqueio e se agudiza o cerco energético dos Estados Unidos contra o seu país.

Na semana passada, a embaixada chinesa na capital cubana entregou uma segunda doação de cinco mil sistemas fotovoltaicos para apoiar a eletrificação rural, numa altura em que a ilha enfrenta uma grave crise energética, agravada desde o janeiro por um bloqueio petrolífero imposto pelo Governo de Washington.

O Presidente chinês, Xi Jinping, aprovou em janeiro uma ajuda a Cuba que inclui assistência financeira no valor de 80 milhões de dólares (72,8 milhões de euros) e 60 mil toneladas de arroz.

Em 2024, a China já tinha doado 100 milhões de dólares (aproximadamente 91 milhões de euros) ao país caribenho.

A economia de Cuba atravessa uma crise severa e prolongada, com uma contração económica de 15% nos últimos cinco anos, segundo dados oficiais. A ilha sofre de uma escassez crónica de alimentos, medicamentos e combustível, a par de crónicos cortes de energia e uma elevada inflação.

Havana e Pequim mantêm relações políticas e económicas estreitas, nas quais o país asiático figura como um dos principais aliados da ilha.


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O ex-presidente cubano Raúl Castro, que não era visto em público há vários meses, reapareceu hoje em Havana por ocasião do centenário do nascimento do falecido irmão Fidel Castro.

Porta-aviões ruma ao Médio Oriente após relatos de problemas no USS Lincoln... O porta-aviões norte-americano USS George Washington, a operar no Pacífico, zarpou hoje para o Médio Oriente, enquanto surgem relatos de problemas de saúde mental e de mantimentos a bordo do USS Abraham Lincoln, em missão há nove meses.

© Getty Images    Por LUSA   13/08/2026 

O USS George Washington deixou o porto de Da Nang, no Vietname, na semana passada, segundo um comunicado da Marinha. O porta-aviões, juntamente com um cruzador e um contratorpedeiro, foram avistados a atravessar o estreito de Singapura.

Um oficial da Marinha, que falou sob anonimato à agência Associated Press (AP) para detalhar informações sensíveis sobre o navio, confirmou que o Washington estava no estreito de Malaca, que liga os oceanos Pacífico e Índico e coloca o porta-aviões em rota para o oceano Índico.

O Lincoln tem apoiado os ataques dos Estados Unidos ao Irão, e a sua missão incluiu um período recorde de mais de 240 dias ininterruptos no mar.

Vários congressistas democratas estão a pressionar o Departamento de Defesa (Pentágono) para prestar contas sobre as condições a bordo do porta-aviões.

O secretário da Defesa, Pete Hegseth, garantiu hoje que estas informações foram "completamente deturpadas".

Embora as hostilidades entre os Estados Unidos e o Irão tenham diminuído nas últimas semanas, a Marinha norte-americana reimplantou o bloqueio aos portos iranianos no crucial estreito de Ormuz, e o Governo liderado por Donald Trump não esclareceu como pretende pôr fim à guerra.

Hegseth frisou aos jornalistas que Washington pode manter o bloqueio "por tempo indeterminado".

O Wall Street Journal noticiou anteriormente que o Washington iria substituir o Lincoln como um dos dois porta-aviões atualmente estacionados no Médio Oriente.

A medida deixaria as águas do Pacífico sem a presença de um porta-aviões norte-americano por um período indeterminado.

A administração Trump vê a China, potência dominante na região, como "uma força consolidada" que apenas precisa de ser dissuadida de dominar os Estados Unidos ou aliados, e não como o principal adversário global, como era classificada pelo governo de Joe Biden.

O porta-aviões Lincoln foi originalmente enviado de San Diego em 21 de novembro e chegou ao Médio Oriente em janeiro, antes do início da guerra com o Irão em 28 de fevereiro.

As missões prolongadas de porta-aviões durante o conflito com o Irão aumentaram as preocupações sobre o impacto nos militares em destacamentos longos, bem como sobre a crescente sobrecarga no navio e no seu equipamento.

A Marinha admitiu que o conflito criou um "ambiente altamente disputado, onde os centros de abastecimento tradicionais no Médio Oriente foram afetados pelas ações de combate".

A situação, por sua vez, levou à escassez e à perda de correspondência a bordo do porta-aviões, admitiu a Marinha em comunicado.

Surgiram ainda relatos de que os marinheiros a bordo do Lincoln estão a enfrentar problemas de saúde mental.

A Marinha garantiu em comunicado que "não observou um aumento de idealizações ou tentativas de suicídio a bordo do navio", mas as autoridades recusaram-se a fornecer dados, alegando questões de segurança operacional e privacidade dos doentes.

Emirados Árabes Unidos denunciam ataque iraniano a dois navios em Ormuz... Os Emirados Árabes Unidos denunciaram e condenaram hoje um ataque do Irão contra dois navios pertencentes à empresa estatal ADNOC enquanto transitavam pelo estreito de Ormuz.

© AFP via Getty Images  Por   RTP  13 Agosto 2026 

"Os Emirados Árabes Unidos condenam e repudiam veementemente o ataque hostil iraniano que teve como alvo dois navios afiliados à ADNOC (Abu Dhabi National Oil Company) enquanto transitavam pelo estreito de Ormuz, sem relatos de feridos", indicou o Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Emirados Árabes Unidos em comunicado.

A diplomacia dos emirados classificou o ataque como um ato de pirataria perpetrado pela Guarda Revolucionária Islâmica do Irão que "representa uma ameaça direta à estabilidade da região, à sua população e à segurança energética global".

O ataque ocorreu na noite de hoje, segundo a agência de notícias WAM, que citou a empresa.

Abu Dhabi exigiu também que o Irão "reabra o Estreito de Ormuz de forma plena e incondicional, a fim de preservar a segurança regional e manter a estabilidade da economia e do comércio globais".

Antes do início da guerra no Médio Oriente, um quinto do petróleo mundial transitava pelo estreito de Ormuz, que liga o golfo Pérsico, do qual fazem parte os Emirados Árabes Unidos, ao oceano Índico.

Esta via navegável estratégica para o comércio global de petróleo está bloqueada pelo Irão desde o início da guerra, enquanto os Estados Unidos impuseram um bloqueio aos portos iranianos.

Teerão exige que os navios obtenham autorização e pretende, eventualmente, impor taxas de serviço, uma medida fortemente contestada por Washington.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, realçou na quarta-feira que os Estados Unidos tinham o controlo total do estreito de Ormuz, uma alegação que os militares iranianos rejeitaram hoje como "mentiras" e "invenções".

Os Estados Unidos e o Irão retomaram as hostilidades no início de julho, quando colapsou o protocolo de acordo concluído em junho para pôr fim de forma duradoura à guerra no Médio Oriente.

Os ataques diminuíram de intensidade, com Trump a assegurar que estavam em curso negociações com o Irão, o que Teerão desmentiu.

O regime iraniano afirmou que estava apenas a conversar com Omã sobre um futuro itinerário para atravessar o estreito de Ormuz.

A guerra foi desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel, quando lançaram uma ofensiva conjunta contra o Irão em 28 de fevereiro, apesar de na altura decorrerem negociações entre Washington e Teerão sobre o programa nuclear iraniano.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Perdeu aposta em jogo de tabuleiro e matou rival a tiro no Barreiro... Um homem de 32 anos morreu baleado, na noite de terça-feira, na sequência de um tiroteio junto ao Terminal Fluvial do Barreiro. Na origem do crime estará uma discussão por causa de um jogo de tabuleiro.

Por  jn.pt

A vítima, que foi baleada na cara, era guineense, reside na Alemanha e estava de férias em Portugal. Segundo testemunhas no local, houve uma discussão, que escalou para agressões físicas, acabando com um suspeito a disparar contra a vítima. O alerta foi dado pelas 22.50 horas para a Rua da Recosta, no Barreiro.

Na origem do crime estará um ajuste de contas relacionado com jogos de tabuleiro a dinheiro, com a participação de dezenas de pessoas. De acordo com uma testemunha do crime, que não quis identificar-se e que relatou à PSP o que viu, estes jogos eram frequentemente realizados na via pública após o fecho do café "A Tia", na rua onde o crime aconteceu, junto a um parque de estacionamento.

Na noite anterior à do crime, de acordo com a mesma testemunha, o suspeito, de 27 anos, tinha perdido dinheiro nesse jogo para a vítima, que emigrou há vários anos para a Alemanha e que estava de férias no Barreiro. Na terça-feira, o suspeito voltou ao espaço e envolveu-se em confrontos físicos com o guineense.

Cinco tiros

Na sequência das agressões, o homem disparou mais de cinco tiros contra a vítima, a curta distância, tendo todos atingido a cara e o pescoço do homem. A testemunha indica que tentou socorrer a vítima, prostrada no chão, mas sem sucesso. Ao local acorreram os Bombeiros Voluntários do Barreiro, a equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital do Barreiro e a PSP. Apesar das manobras de reanimação, a vítima não resistiu aos ferimentos e o óbito foi declarado no local. Estiveram empenhados nas operações de socorro 18 elementos apoiados por cinco viaturas.

Depois do crime, o suspeito fugiu e largou a arma, acabando perseguido por outros que estavam no local, mas acabou por conseguir fugir. A PSP dirigiu-se ao terreno e recolheu testemunhos, preservando o local do crime para as diligências da Polícia Judiciária de Setúbal. Ao que foi possível apurar, o suspeito está identificado, mas ainda não terá sido detido.

Há cerca de dois meses, houve uma troca de tiros no mesmo espaço entre várias pessoas. Ninguém ficou ferido.

CUBA: Raúl Castro, de 95 anos, reaparece no centenário de Fidel... O ex-presidente cubano Raúl Castro, que não era visto em público há vários meses, reapareceu hoje em Havana por ocasião do centenário do nascimento do falecido irmão Fidel Castro.

©Raúl Castro reaparece em público em homenagem ao irmão, Fidel, em Havana | AFP 

Por LUSA  13/08/2026 

Raúl Castro, de 95 anos e vestido com o tradicional uniforme, foi ovacionado ao entrar no Teatro Karl Marx, na capital cubana, onde decorria a cerimónia, relatou a agência de notícias France-Presse.

Raúl sentou-se numa poltrona ao lado da viúva de Fidel, Dalia Soto del Valle, que raramente marca presença em eventos públicos.

Embora Raúl Castro não ocupe qualquer cargo oficial no governo ou no Partido Comunista Cubano, continua a desempenhar um papel importante nas decisões políticas e conta com a lealdade das Forças Armadas.

Em junho, a Presidência de Cuba anunciou ter dado "luz verde" a reformas económicas para fazer face à crise, sob pressão dos Estados Unidos.

Estas medidas representam a maior mudança de modelo desde que Cuba adotou o comunismo há cerca de 70 anos.

A última aparição pública de Raúl Castro remonta a 01 de maio, Dia do Trabalhador, em frente à embaixada dos Estados Unidos em Havana.

Posteriormente, foi visto na televisão estatal durante dois eventos em junho.

O irmão mais novo de Fidel Castro (1926-2016), o inimigo jurado dos Estados Unidos, foi acusado em maio, em Miami, pela morte de quatro norte-americanos, depois de dois pequenos aviões de um grupo anticastrista terem sido abatidos em 1996.

Raúl Castro era, na altura, ministro da Defesa.

O Partido Comunista Cubano celebra há vários dias o 'el comandante', que governou Cuba de 1959 a 2008, através de exposições, concertos e conferências inseridos no "I Colóquio Internacional Fidel: Legado e Futuro".

Vários dirigentes comunistas de todo o mundo viajaram até à ilha para participar no evento, incluindo o secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo.

Contudo, este ano, o aniversário de 13 de agosto ocorre num momento em que Cuba atravessa uma das piores crises da sua história, marcada pela escassez de alimentos e água, e cortes de eletricidade crónicos.

A administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, aplica uma política de "pressão máxima" contra Cuba, em particular desde a captura, no início de janeiro, numa operação militar norte-americana, do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, até então o maior aliado de Havana.

Ainda hoje, o secretário da Defesa norte-americano, Pete Hegseth, afirmou que Washington não descarta a possibilidade de uma intervenção militar em Cuba, ao mesmo tempo que sustentou que Havana "faria bem em prestar atenção" à vontade do chefe da Casa Branca de "fazer valer as prerrogativas estratégicas" do país norte-americano.

"Como já disse anteriormente, e creio que viram o que aconteceu noutros casos, todas as opções estão em cima da mesa, incluindo as militares", afirmou Hegseth, em declarações à imprensa durante uma visita ao Panamá, país onde participou num evento da coligação militar impulsionada por Washington contra os cartéis.

Posteriormente, afirmou que "ninguém se pode comparar aos Estados Unidos" e "o que a influência estrangeira conseguiu alcançar no seu hemisfério tem sido bastante insignificante".


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Financiamento será utilizado na aquisição de equipamentos de construção, maquinaria, veículos, peças de reposição e outros consumíveis necessários à execução dos projetos do grupo angolano.

Conselho Nacional de Transição Apresenta Proposta da Nova Constituição de 2026 da Guiné-Bissau

Por  Radio TV Bantaba  13/08/2026

​O Conselho Nacional de Transição (CNT) procedeu à apresentação pública do projeto da Nova Constituição da República da Guiné-Bissau de 2026. O documento traz alterações significativas na organização do poder político, na gestão de crises institucionais e no reforço dos direitos sociais.

​Segundo a apresentação oficial, o novo texto não rompe com a tradição jurídica do país, sendo definido como "uma nova etapa de uma evolução iniciada com a independência" em 1973 e revisada em 1984 e 1991–1993.

​Principais Mudanças no Poder Político

​A análise comparativa entre a Constituição vigente e o texto proposto para 2026 destaca reformas centrais na relação entre os órgãos de soberania:

​1. Relação entre Órgãos de Soberania

​Conceito Constitucional: A fórmula de articulação muda de "separação e independência" para "separação e interdependência" dos órgãos de soberania, buscando reforçar a cooperação institucional.

​Designação da Assembleia: O parlamento passa a denominar-se oficialmente Assembleia Nacional (anteriormente Assembleia Nacional Popular).

​2. Presidência da República e Conselho de Ministros

​Presidência do Conselho de Ministros: O Presidente da República passa a ter a competência expressa de presidir ao Conselho de Ministros. O Primeiro-Ministro exercerá essa função apenas por delegação presidencial.

​Defesa e Segurança: O Chefe de Estado assume formalmente a Presidência do Conselho Superior da Defesa Nacional e do Conselho de Segurança Nacional.

​3. Função do Primeiro-Ministro e Governo

​O Primeiro-Ministro mantém o estatuto de Chefe do Governo.

​O Governo passa a ter dupla responsabilidade política, respondendo simultaneamente perante o Presidente da República e perante a Assembleia Nacional.

​4. Gestão de Crises e Limites de Poder

​Dissolução da Assembleia: O texto introduz limites claros à dissolução do parlamento. 

A Assembleia não poderá ser dissolvida nos seis meses posteriores às eleições, no último semestre do mandato presidencial ou durante estados de sítio/emergência.

​Comissão Permanente: Em caso de dissolução parlamentar, a Comissão Permanente continuará em funcionamento para acompanhar os atos do Executivo.

​Presidente Interino: Estabelecem-se proibições expressas para que um Presidente interino não exerça poderes políticos estruturantes.


Avanços nos Direitos Sociais

​No âmbito dos direitos e garantias, o novo texto traz um desenvolvimento reforçado em matérias sociais. Destaca-se a inclusão de regras e medidas específicas de proteção e inclusão para pessoas com deficiência no Artigo 50.º.

​Síntese: O objetivo central da reforma é redefinir competências para evitar bloqueios políticos, assegurar maior estabilidade governativa e criar mecanismos transparentes para a resolução de crises institucionais.Reforço dos Direitos Sociais e do Papel da Economia na Nova Constituição de 2026.

​Além da reorganização do poder político, o projeto da Nova Constituição da Guiné-Bissau de 2026 introduz mudanças profundas no âmbito dos direitos sociais, na promoção da iniciativa privada e no detalhamento das responsabilidades do Estado em setores estratégicos como saúde e segurança social.

​Inclusão e Direitos das Pessoas com Deficiência

​O texto constitucional deixa de ter apenas uma proteção genérica baseada no princípio da igualdade e passa a fixar medidas concretas de inclusão no Artigo 50.º. As garantias incluem:

​Saúde e Educação: Acesso a serviços de reabilitação e educação inclusiva em todos os níveis.

​Mercado de Trabalho: Acesso ao emprego digno mediante medidas de ação afirmativa.

​Habitação e Proteção: Habitação adequada, acessível e proteção social.

​Participação Política: Participação plena na vida pública, incluindo o direito de votar e ser eleito.

​Desenvolvimento Econômico e Setor Privado

​A nova carta Magna busca articular diretamente a garantia de direitos sociais ao desenvolvimento econômico sustentável:

​Apoio às PMEs (Artigo 54.º): Dá maior relevância constitucional à iniciativa privada, estabelecendo que o Estado deve incentivar a atividade empresarial, sobretudo das pequenas e médias empresas (PMEs). A intervenção estatal na gestão privada fica estritamente limitada aos casos previstos em lei.

​Atração de Investimentos (Artigo 55.º): Assume como dever do Estado a promoção do investimento nacional e a criação de condições para atrair investimento estrangeiro, visando à geração de emprego e transferência de tecnologia.

​Gestão do Patrimônio Estatal (Artigo 56.º): Permite a concessão de exploração de propriedades do Estado desde que sirva ao interesse geral, crie postos de trabalho e gere riqueza social.

​Estruturação da Saúde Pública e Segurança Social

​O novo texto passa de orientações genéricas para obrigações constitucionais detalhadas do Estado:

​Direito à Saúde (Artigo 58.º): O Estado assume a responsabilidade de assegurar o funcionamento do Sistema Nacional de Saúde, garantir cuidados primários, incentivar a participação comunitária e fiscalizar o setor farmacêutico e prestadores de serviços.

​Segurança Social (Artigo 59.º): Regulamenta de forma mais ampla o funcionamento do sistema público de segurança social e o apoio/fiscalização aos sistemas privados, com cobertura voltada a situações de doença, velhice, incapacidade, desemprego e vulnerabilidade social.

​Conclusão e Visão de Futuro.

​A apresentação conclui ressaltando que, após o percurso iniciado com a independência em 1973 e as etapas constitutivas de 1984 e 1991–1993, a Guiné-Bissau chega a 2026 com o desafio de aprovar uma etapa constitucional focada em estabilidade, responsabilidade, participação, direitos e continuidade institucional.

PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE TRANSIÇÃO DIZ QUE CONSTITUIÇÃO ATUAL GERA CONFLITOS E TRAVA O DESENVOLVIMENTO DO PAÍS

Por Rádio Sol Mansi  13 08 2026 

O Presidente do Conselho Nacional de Transição, Tomás Djassi, afirmou que o país viveu, ao longo dos últimos anos, momentos de instabilidade, apontando que a causa é uma a Constituição [da República] que gera conflito e tem condicionado o desenvolvimento da Guiné-Bissau.

Ao discurar na apresentação pública da proposta da nova Constituição da República, Tomás Djassi considerou que o momento atual representa uma etapa importante no processo de transição e na construção de um novo futuro institucional para o país.

Segundo o Presidente do Conselho Nacional de Transição, a história recente da Guiné-Bissau foi marcada por avanços, mas também por sucessivas crises institucionais, tornando necessária uma revisão profunda do quadro constitucional.

A proposta da nova Constituição prevê a redução do número de deputados da Assembleia Nacional Popular, de 102 para 65, enquanto os círculos eleitorais passam de 29 para 12. Entretanto, o Primeiro-Ministro do Governo de Transição, Ilídio Vieira Té, que também interveio no ato de apresentação, defendeu que a medida poderá contribuir para uma maior responsabilidade económica e financeira do Estado.

Ilídio Vieira Té criticou igualmente a existência de subvenções vitalícias atribuídas aos titulares dos órgãos de soberania, considerando injusto que responsáveis políticos beneficiem desse regime enquanto funcionários públicos passam décadas de serviço para ter acesso à reforma.

A proposta constitucional será submetida a referendo popular no próximo dia 30 de agosto. A campanha de sensibilização cívica para o referendo já começou oficialmente em todo o país.

Entre as mudanças previstas está o reforço dos poderes do Presidente da República. Caso a nova Constituição seja aprovada, caberá ao Chefe de Estado presidir às reuniões do Conselho de Ministros.

A proposta estabelece ainda novas regras para a representação parlamentar dos partidos políticos. Entre as medidas previstas está a possibilidade de extinção de partidos que concorram às eleições e não alcancem quatro por cento dos votos, percentagem correspondente à obtenção de um mandato parlamentar.

UCRÂNIA/RÚSSIA: Rússia admite ataque ucraniano que parou refinaria por seis meses... As autoridades russas admitiram hoje que a refinaria de Orsk, na região de Oremburgo, perto dos montes Urais, foi atacada pela Ucrânia na terça-feira e está inoperacional, prevendo que as reparações demorem seis meses.

© Reuters   Por  LUSA  13/08/2026 

"A refinaria está completamente parada. Estamos a preparar-nos para o pior cenário. Teremos de depender de combustível importado", afirmou o governador de Oremburgo, Yevgeny Solntsev, nas redes sociais.

Solntsev explicou que os ataques atingiram "infraestruturas essenciais que não podem ser reparadas de momento", uma vez que os equipamentos são importados e devido às "sanções, as reparações serão atrasadas seis meses".

Isto também afeta a disponibilidade de combustível na região. Solntsev afirmou que, dos 287 postos de abastecimento de combustível na região, "80% estão operacionais".

No final de julho, os meios de comunicação internacionais noticiaram que a refinaria na região de Ryazan, a sul de Moscovo, tinha ficado inoperacional após ataques ucranianos e que, neste caso, as reparações levariam semanas.

Em relação à refinaria de Tyumen, que fica a quase 2.000 quilómetros da fronteira russo-ucraniana, na Sibéria Ocidental, não se sabe quando as operações serão retomadas.

A crise de escassez de combustível começou no final de maio, após uma escalada dos ataques ucranianos contra infraestruturas petrolíferas russa, primeiro contra instalações de armazenamento e depois contra refinarias.

A escassez, que começou na Crimeia, rapidamente se espalhou por todo o país. Embora as autoridades tenham anunciado recentemente uma estabilização da situação e alguns territórios tenham suspendido as restrições de abastecimento, a situação voltou a agravar-se nas últimas semanas.

As autoridades russas foram obrigadas a importar gasolina do estrangeiro. A imprensa internacional avançou que um carregamento de gasolina chegou da Índia, um dos principais compradores de petróleo russo, em 05 de agosto.

Na mesma semana, o Governo russo autorizou a venda de combustível Euro-2 no país, que está muito abaixo dos padrões de qualidade Euro-5, com a intenção de "aliviar a escassez em certas regiões".

Os especialistas alertaram que os requisitos de qualidade mais baixos para a produção de combustível podem representar um risco para os proprietários de automóveis com sistemas de controlo de emissões modernos e eletrónica sofisticada, uma vez que a queima deste combustível produz compostos corrosivos que podem acelerar o desgaste dos equipamentos.


Visita de Putin às Curilas leva Japão a convocar embaixador russo... O Japão convocou hoje o embaixador russo em Tóquio, Nikolai Nozdiev, para protestar contra a primeira visita do presidente russo, Vladimir Putin, às ilhas Curilas, administradas por Moscovo, mas reivindicadas pelos japoneses.

© Gavriil Grigorov / POOL / AFP via Getty Images    Por LUSA   13/08/2026 

O ministro dos Negócios Estrangeiros japonês, Toshimitsu Motegi, apresentou um "forte protesto" ao diplomata russo e solicitou-lhe que o transmitisse ao Kremlin "imediatamente", segundo um comunicado do Ministério.

Motegi disse-lhe que esta primeira visita de Putin desde que assumiu o poder em 2000 "é extremamente lamentável" e que "não só tem um impacto extremamente negativo nas relações bilaterais", como também "fere os sentimentos do povo japonês".

Além disso, reafirmou que as ilhas designadas pelo Japão como Territórios do Norte [as quatro ilhas de Kunashiri, Etorofu, Shikotan e Habomai, no arquipélago das Curilas] "constituem parte integrante do território japonês" e, por isso, esta viagem "é incompatível" com a posição de Tóquio sobre este arquipélago.

Horas antes, a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, tinha classificado a viagem de Putin à ilha de Iturup (Etorofu para o Japão) como "absolutamente inaceitável" e afirmou que esta decisão "exacerba ainda mais o sentimento anti-Rússia no país e dificulta a restauração" das relações bilaterais.

"Esperamos que o lado russo leve a gravidade desta questão muito a sério", disse Takaichi, depois de referir que as relações "já estavam "difíceis" desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, em fevereiro de 2022.

O líder russo viajou para a principal ilha das Curilas no âmbito da sua visita à Sibéria e ao Extremo Oriente russo, após ter participado em exercícios navais no Pacífico.

Em Iturup, visitou uma fábrica de processamento de peixe, um hospital e uma escola, mas não transmitiu qualquer mensagem política.

No dia anterior, falou sobre o Japão, afirmando que "sob o pretexto dos acontecimentos na Ucrânia, sem investigar as razões deste conflito, o país impôs sanções injustificadas" à Rússia.

Em relação às Ilhas Curilas, disse que a sua soberania está estabelecida em documentos internacionais emitidos após a sua rendição na Segunda Guerra Mundial.

Embora tenham sido descobertas por navegadores russos, as ilhas Curilas passaram a fazer parte do Japão em 1875, pelo Tratado de São Petersburgo. Estes territórios foram incorporados na União Soviética após a Segunda Guerra Mundial, pelo Tratado de São Francisco.

Em 1956, ambos os países assinaram uma declaração restabelecendo as relações diplomáticas e abrindo caminho para a futura devolução das ilhas Curilas, que se situam entre a ilha japonesa de Hokkaido e a península russa de Kamchatka e são ricas em recursos pesqueiros.

No entanto, a nova Constituição russa, aprovada num referendo polémico em 2020, impede o chefe de Estado de ceder territórios a um país estrangeiro, o que afeta tanto as ilhas Curilas como as cinco regiões ucranianas anexadas entre 2014 e 2022.

O ex-Presidente da República da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, foi distinguido com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Denis Sassou-Nguesso, em Brazzaville, numa cerimónia que homenageou também os antigos Presidentes Macky Sall, do Senegal, e Mahamadou Issoufou, do Níger.

Foto Umaro S. Embaló/Presidente de Concórdia Nacional

EUA acusam 11 pessoas por casamentos de conveniência que envolveram militares... Procuradores dos Estados Unidos acusaram 11 pessoas de integrarem uma rede que organizou mais de mil casamentos de conveniência para ajudar cidadãos a obter residência no país, e envolvendo pelo menos 14 militares norte-americanos.

© Lusa    13/08/2026 

De acordo com a acusação, apresentada num tribunal federal em Nova Iorque, cerca de 11 dos militares, destacados numa base do exército dos EUA no estado do Kentucky (sudeste), casaram com cidadãos chineses entre maio de 2023 e agosto de 2025, noticiou o jornal South China Morning Post (SCMP).

A acusação não identificou a instalação militar nem os soldados, que terão sido recrutados por um cúmplice não identificado.

Pelo menos seis militares deslocaram-se a Nova Iorque para participar em casamentos falsos, enquanto um alegado facilitador e o recrutador viajaram de Nova Iorque para o Kentucky e o vizinho estado de Tennessee para organizar outros dois matrimónios.

Questionado em conferência de imprensa sobre se o caso envolvia alegações de espionagem, o procurador-geral dos EUA, Todd Blanche, respondeu que "não, relativamente ao que constava na acusação", sublinhando contudo que a investigação continua em curso.

Os arguidos terão operado uma rede nacional e internacional que juntava cidadãos estrangeiros - maioritariamente oriundos da China - a norte-americanos dispostos a casar em troca de contrapartidas financeiras.

Os estrangeiros pagavam até 100 mil dólares (92 mil euros) pelo casamento fraudulento e pela assistência na obtenção de residência permanente legal, o que permitiu à rede angariar dezenas de milhões de euros desde 2016.

"Esta é uma das maiores acusações por fraude em casamentos na história dos Estados Unidos", afirmou Todd Blanche, citado pelo jornal de Hong Kong.

"Não se tratava de uma operação improvisada, mas sim de uma indústria clandestina multimilionária com anos de existência para ajudar criminalmente pessoas que, de outro modo, não poderiam obter legalmente a cidadania norte-americana", sublinhou

As acusações dizem respeito a esforços para obter a autorização de residência permanente legal, conhecida como 'green card', e não diretamente a cidadania.

Os norte-americanos recebiam alegadamente até 30 mil dólares (26 mil euros), pagos geralmente em prestações associadas a etapas do processo do 'green card', enquanto os recrutadores ganhavam comissões de até cinco mil dólares (4.300 euros) por cada cidadão norte-americano angariado.

Dez dos 11 arguidos foram detidos e deverão comparecer perante um juiz federal em Nova Iorque.

Os procuradores identificaram cinco dos arguidos como facilitadores que orquestravam os casamentos, com outros quatro arguidos responsáveis pelo recrutamento de norte-americanos.

O procurador Jamie McDonald explicou que os arguidos geriam um "esquema de fraude completo", que fornecia celebrantes, trajes de casamento, fotógrafos e convidados para cerimonias encenadas, preparava pedidos de imigração, orientava os casais antes das entrevistas e organizava os divórcios após a obtenção dos vistos.

Alguns casais conheciam-se pela primeira vez pouco antes de obterem a licença de casamento num registo civil em Nova Iorque.

Seguidamente, encenavam as cerimonias de casamento, por vezes no próprio dia, em restaurantes próximos, chegando em alguns casos a vestir trajes tradicionais de casamento chineses.

A rede organizou matrimónios falsos em vários estados norte-americanos, bem como de forma em Vanuatu e na China.

O caso teve origem numa única comunicação descoberta pelos procuradores durante uma investigação não relacionada, revelou Jamie McDonald, que acrescentou que as autoridades continuam a investigar outros intervenientes ligados à rede.


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As marinhas da China e da Indonésia concluíram exercícios navais conjuntos em águas a leste de Taiwan, manobras sem precedentes que Taipé condenou, acusando Pequim de reforçar reivindicações de jurisdição marítima em torno da ilha.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

ESTADOS UNIDOS: Ex-funcionária tinha botão na barriga para acordar Trump? "Estou grávida"... Uma ex-funcionária da Casa Branca esclareceu vários rumores que davam conta de que estaria a dar "choques elétricos" a Donald Trump para o manter acordado durante uma evento que ocorreu na Sala Oval. A teoria da conspiração mereceu resposta da própria: "Estou grávida, esquisitos".

© Tim Brannigan/X   Por  Notícias ao Minuto  12/08/2026 

Uma ex-funcionária da Casa Branca esclareceu vários rumores que davam conta de que estaria a dar "choques elétricos" a Donald Trump para o manter acordado durante uma evento que ocorreu na Sala Oval.

Donald Trump, de 80 anos, parecia sonolento durante a cerimónia de assinatura de uma ordem executiva na Sala Oval da Casa Branca, o que reacendeu rumores antigos. 

O episódio mais recente - e que se tornou viral - aconteceu com a ex-funcionária da Casa Branca, Jayme Leagh Franklin, que estava atrás do presidente norte-americano. 

Ora, Jayme Leagh Franklin foi apanhada pelas câmaras a tocar repetidamente na barriga enquanto Trump fechava os olhos. Este movimento fez com que se especulasse de que a ex-funcionária estaria a usar um "sistema secreto" para o manter acordado o presidente dos EUA.

Uma teoria da conspiração referia que Franklin tinha um botão na barriga e que quando Trump estava a adormecer, recebia um sinal e apertava no botão para o acordar. 

Na terça-feira, dia 11 de agosto, a ex-funcionária decidiu responder a esta teoria: "Estou grávida, esquisitos".

De notar que são vários os episódios em que alegadamente Donald Trump adormece durante eventos. A Casa Branca, aliás, já veio desmentir algumas notícias, como, por exemplo, que o presidente norte-americano adormeceu no funeral do senador Lindsey Graham.

Há uns meses, Donald Trump sugeriu que os fotógrafos tiram as fotografias quando ele está a piscar os olhos.