quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Violência contra imigrantes aumenta no Reino Unido alimentada pelo "sentimento de insegurança"... Os grupos organizados, autores dos protestos, dizem agir perante um sentimento crescente de insegurança e defendem a expulsão das comunidades de imigrantes. A reportagem é da Sky News, televisão parceira da SIC.

Por  SIC Notícias   26 ago. 2026 

Uma onda de revolta contra a imigração ilegal está a ganhar força no Reino Unido. São cada vez mais os casos de violência que partem de grupos organizados contra imigrantes. Falam em sentimento de insegurança e exigem a expulsão destas comunidades.

A pressão surge num momento em que o Reino Unido tem vindo a apertar significativamente o cerco à imigração ilegal.

As autoridades britânicas reforçaram a fiscalização e adotaram uma política de tolerância zero face às entradas irregulares, com a aposta no aumento das deportações, penas mais duras para quem recorre a trabalho clandestino e maiores restrições à regularização de imigrantes.

No ano passado, o Partido Conservador apresentou um pacote de medidas destinado a reforçar o controlo das fronteiras e a combater a imigração ilegal.

Entre as propostas estava uma meta de 150 mil deportações por ano, bem como a expulsão, no prazo de uma semana, de pessoas que entrassem ilegalmente no país e de todos os cidadãos estrangeiros condenados por crimes.


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O suspeito é um homem de 26 anos, nascido na Rússia, segundo informações de meios de comunicação franceses. As autoridades estão a investigar as circunstâncias do caso e tentam determinar se o atropelamento foi intencional.

ATUALIZAÇÃO: TENSÃO NAS ALFÂNDEGAS SENEGALÊS ESTARÁ NA ORIGEM DA RESTRIÇÃO AOS TRANSPORTADORES GUINEENSES

Por: Rádio Bemba di Malafo FM 100.4 MHz  

Um alegado desentendimento entre agentes das alfândegas senegalesas, relacionado com cobranças às viaturas guineenses, estará na origem da atual restrição à circulação dos transportadores nacionais no Senegal.

A informação foi avançada à Rádio Bemba de Malafo por uma fonte próxima dos sindicatos dos transportadores, após uma reunião realizada esta quarta-feira entre responsáveis sindicais da Guiné-Bissau e do Senegal.

Segundo a fonte, o problema começou depois de uma alfândega senegalesa ter orientado alguns motoristas guineenses a pagar as viaturas num determinado posto, garantindo que, depois disso, seriam escoltados pelos restantes pontos de controlo. Num posto seguinte, porém, um agente terá exigido novo pagamento, provocando um desentendimento.

A situação agravou-se numa segunda tentativa de passagem. Ainda segundo a fonte, um cidadão senegalês terá incentivado um motorista a avançar com a viatura contra o agente da alfândega. 

O motorista e outros dois condutores que o acompanhavam foram posteriormente detidos.A fonte afirma que os três motoristas terão sido agredidos durante a detenção e libertados após intervenção sindical e das autoridades nacionais. As viaturas, entretanto, só terão sido libertadas mediante o pagamento de 500 mil francos CFA, depois de o valor inicialmente exigido, de um milhão de francos, ter sido reduzido.

Na sequência do episódio, terá sido decidida a limitação da circulação dos transportadores guineenses ao território Senegalesa, enquanto não for encontrada uma solução para as divergências relacionadas com as cobranças nas alfândegas senegalesas.

A situação coincide com uma denúncia feita à Rádio Bemba pelo cidadão guineense Nabibo Bampoque, conhecido por Bideta, que apontou para um conflito com cerca de duas semanas entre transportadores de São-Domingos e agentes fronteiriços senegaleses no terminal de M’Pack.

Segundo Bideta, as alegadas cobranças elevadas sobre pessoas e mercadorias estão a limitar a circulação dos transportes entre os dois países e poderão provocar aumento dos preços dos produtos de primeira necessidade, sobretudo legumes provenientes do Senegal.

O cidadão apelou à intervenção urgente das autoridades guineenses e da CEDEAO para encontrar uma solução e garantir a livre circulação de pessoas e bens.

A Rádio Bemba de Malafo continuará a acompanhar o caso.


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O cidadão guineense Nabibo Bampoque, conhecido por Bideta, denuncia um alegado desentendimento entre o sindicato dos motoristas e transportadores de São Domingos e agentes fronteiriços do Senegal, situação que, segundo ele, dura há cerca de duas semanas.

EXÉRCITO: EUA destina 1,89 mil milhões para construção de reatores nucleares... O exército norte-americano anunciou hoje que atribuiu 2,2 mil milhões de dólares (1,89 mil milhões de euros) a cinco fabricantes para a construção de aproximadamente 20 pequenos reatores nucleares (SMR) de última geração.

© Reuters  Por  LUSA  26/08/2026 

Os SMR irão fornecer energia a cinco instalações militares nos Estados Unidos.

O objetivo é ter o primeiro reator operacional até setembro de 2028, prazo estabelecido pelo Presidente Donald Trump numa ordem executiva de maio de 2025, que visava acelerar o desenvolvimento da energia nuclear civil de última geração.

"Sabemos que a nossa rede elétrica está potencialmente em risco", frisou Jeff Waksman, responsável de instalações, numa conferência de imprensa com o secretário do exército, Daniel Driscoll.

"Em caso de conflito, sabemos que podemos não ser capazes de fornecer fontes de energia fóssil onde precisamos delas", acrescentou.

No entanto, segundo Waksman, atualmente "toda a infraestrutura essencial do exército depende de um sistema de reserva" movido a combustíveis fósseis, "principalmente gasóleo".

Trata-se de uma fonte de energia de reserva para o caso de uma interrupção na rede elétrica convencional, que normalmente alimenta a maioria das instalações do exército.

O governo pretende, por isso, instalar SMR em várias destas instalações.

Após um concurso, o Exército selecionou cinco empresas, incluindo startups como a Antares Nuclear e a Radiant Industries, bem como empresas consolidadas na indústria nuclear, como a Westinghouse e a General Atomics.

A intenção é capitalizar o desenvolvimento dos SMR, que está a ser incentivado pelo Departamento de Energia.

Desde junho, cinco empresas levaram protótipos ao período crítico, em que o reator pode operar de forma independente, sem entrada externa, e teoricamente pode produzir energia.

No entanto, ainda não está em funcionamento nenhum SMR, e apenas um fabricante, a NuScale, teve o seu projeto de reator aprovado pela Comissão Reguladora Nuclear dos EUA (NRC).

As Forças Armadas norte-americanas, contudo, possuem o seu próprio processo de aprovação para aplicações relevantes, observou Jeff Waksman.

Foi esta circunstancia que permitiu à Marinha lançar o primeiro submarino nuclear do mundo, o USS Nautilus, em 1954. Estava equipado com o precursor do SMR, que era muito mais pequeno do que um reator convencional.

Jeff Waksman esclareceu que as Forças Armadas estão a trabalhar em conjunto com o Departamento de Energia e a NRC para garantir que os seus respetivos protocolos de aprovação estão "o mais alinhados possível".


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O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje não ter pressa nem prazo para reatar negociações de paz com o Irão e alegou que mantém uma "grande vantagem" sobre a República Islâmica, após quase seis meses de guerra.

Milhares de habitantes de Ceuta voltam às ruas para exigir expulsão de migrantes e demissões do governo espanhol... Mobilização reuniu cidadãos entoando 'slogans' contra o governo e o delegado em Ceuta, a quem exigiram a saída, além de pedir a demissão do primeiro-ministro, Pedro Sánchez.

Por dnoticias.pt/ Lusa   26 ago 2026 
Milhares de habitantes de Ceuta concentraram-se hoje em frente à sede da Delegação do Governo na cidade autónoma espanhola para exigir a expulsão dos migrantes ilegais que continuam nas ruas e reclamar a demissão dos responsáveis políticos.

Após 27 dias de crise migratória, desencadeada pela entrada de milhares de migrantes na cidade de Ceuta, provenientes de Marrocos, esta foi mais uma manifestação marcada pela tensão e crispação.

A mobilização, que se prolongou durante a tarde, reuniu cidadãos entoando 'slogans' contra o Governo e contra o seu delegado em Ceuta, Miguel Ángel Pérez Triano, a quem exigiram a saída, além de pedir a demissão do primeiro-ministro, Pedro Sánchez.

Os manifestantes expressaram cansaço com uma situação que, segundo denunciaram, continua a afetar o dia-a-dia da cidade, com milhares de migrantes ainda em vários pontos de Ceuta e incidentes relacionados com violência e altercações, que aumentaram a sensação de insegurança entre parte da população.

O protesto ocorreu um dia após o Governo finalmente concretizar a nomeação de um comando único para coordenar a resposta à crise, uma reivindicação que a cidade autónoma já tinha colocado há semanas.

Também nesta terça-feira foi conhecida a intenção do Executivo de habilitar locais para concentrar temporariamente os migrantes que permanecem na via pública, facilitar a sua identificação e realizar a triagem correspondente, como passo prévio para determinar a situação individual de cada um e ativar, quando for o caso, os procedimentos de retorno ou expulsão previstos pela legislação.

Os manifestantes deixaram claro, no entanto, que rejeitam que estes centros se situem nas proximidades de zonas residenciais, escolas ou espaços que possam alterar a normalidade dos bairros e reclamaram que as medidas anunciadas permitam uma solução rápida e eficaz para uma situação que consideram insustentável.

Durante a concentração, sucederam-se gritos e cânticos contra os responsáveis políticos, acompanhados, em alguns momentos, por insultos, enquanto os participantes reclamavam que os imigrantes que não tenham direito a permanecer em Espanha sejam devolvidos ou expulsos de acordo com a legislação.

Esta manifestação evidenciou o grau de tensão social que atravessa Ceuta, onde os protestos de cidadãos têm-se tornado uma constante desde o início da crise, com concentrações diárias em frente à Delegação do Governo.

Ceuta, um pequeno território de cerca de 83.000 habitantes situado no extremo norte de Marrocos e banhado pelo estreito de Gibraltar, é uma das duas fronteiras terrestres entre África e a Europa, juntamente com outro enclave espanhol, a cidade de Melilla.

No último dia de julho, em apenas 24 horas, cerca de 72.000 pessoas entraram na cidade autónoma espanhola.

Pelo menos 82 pessoas morreram a tentar chegar a Ceuta a nado.

Quase um mês depois, continuam a não existir dados exatos sobre o número dos migrantes que ainda permanecem em Ceuta, com algumas estimativas a apontaram até 8.000 ilegais.

Governo são-tomense aumenta pensão mínima em 8 euros a partir de setembro... É o segundo aumento na legislatura. O primeiro-ministro, Américo Ramos, anunciou a medida com retroativos a julho, a dois meses das eleições de setembro.

Por  observador.pt/Lusa   26 ago. 2026 

A pensão mínima em São Tomé e Príncipe vai subir quase 8 euros, de 1.200 para 1.400 dobras, beneficiando cerca de 6.500 idosos, anunciou o primeiro-ministro Américo Ramos, que garantiu a sustentabilidade da Segurança Social do arquipélago.

Segundo Américo Ramos, a decisão estava a ser analisada há algum tempo e será implementada com retroativos ao mês de julho.

“Para o Governo, é algo bastante importante, uma vez que poderá trazer alguma melhoria na pensão para os nossos pensionistas”, sublinhou Américo Ramos, após visitar os serviços do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS).

Ramos, que desde 12 de agosto também acumula a chefia do Ministério do Trabalho e Solidariedade, após a exoneração do então ministro da tutela, garantiu que está assegurada a sustentabilidade do fundo da Segurança Social, mas apontou a necessidade de novas melhorias.

“É algo que tem que se continuar a trabalhar […] dotar a Segurança Social de quadros competentes, a necessidade urgente da digitalização e modernização dos serviços”, sublinhou.

Este é o segundo aumento da pensão mínima na presente legislatura, após uma subida de 1.000 para 1.200 dobras a partir de janeiro de 2025.

São Tomé e Príncipe tem agendadas para 27 de setembro eleições legislativas, regionais e autárquicas.

Zelensky reforça defesa de Donetsk com comandantes do antigo batalhão Azov... O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou hoje, durante uma visita à frente de combate, a formação de dois novos grupos militares sob o comando de oficiais do antigo batalhão Azov para reforçar o exército na região de Donetsk, no leste do país.

Por  dnoticias.pt/Lusa  26 ago 2026 

"As nossas posições em Donetsk serão reforçadas graças a dois novos grupos. Os comandantes serão os heróis da Ucrânia, Denis Prokopenko e Andriy Biletsky", disse Zelensky num vídeo gravado durante a sua visita à frente de Oleksandrivka, na confluência das regiões de Donetsk, Zaporijia e Dnipropetrovsk.

O líder ucraniano não forneceu mais detalhes sobre as características dos dois novos grupos nem revelou as áreas da frente de Donetsk pelas quais serão responsáveis.

Denis Prokopenko liderou as tropas ucranianas durante o cerco russo de Mariupol, no sul da Ucrânia, nas primeiras semanas da invasão lançada por Moscovo em 24 de fevereiro de 2022.

O comandante militar foi capturado e libertado pouco depois numa troca de prisioneiros com Moscovo, após a queda do complexo siderúrgico de Azovstal, em Mariupol, e da última bolsa de resistência do batalhão Azov, uma força de voluntários que seria incorporada no exército.

Prokopenko, de 39 anos, é agora comandante do 1.º Corpo Azov da Guarda Nacional da Ucrânia.

Andri Biletsky foi pelo seu lado comandante do batalhão Azov quando era ainda uma milícia e lidera agora o 3.º Corpo de Assalto do Exército Ucraniano, a outra formação a receber os antigos combatentes voluntários.

Segundo a imprensa ucraniana, commbateu na defesa de Kiev e na libertação da região da capital no início da invasão, bem como da região de Kherson e participou nas batalhas de Avdiivka, na região de Donetsk.

Ambos os oficiais estiveram presentes em alguns dos pontos mais críticos da guerra, sendo Donetsk uma das regiões de combates mais intensos nos últimos quatro anos e que a Rússia ainda não conseguiu ocupar, embora controle parte da província.

Zelensky visitou, com o novo chefe do exército, Mykhailo Drapati, os soldados que combatem no eixo de Oleskandrivka, onde a Ucrânia afirma ter recapturado 26 localidades e cerca de 745 quilómetros quadrados de território este ano.

Bill Gates alerta para riscos da IA e propõe empregos apenas para humanos... O cofundador da Microsoft e filantropo Bill Gates alertou para os maiores riscos que a Inteligência Artificial coloca à sociedade como a conhecemos e propõe que a tecnologia não seja implementada em determinados empregos.

© Getty Images Por noticiasaominuto.com  26/08/2026 

O magnata, filantropo, cofundador e ex-líder da Microsoft, Bill Gates, partilhou no seu site pessoal um “pequeno” ensaio dedicado aos impactos da Inteligência Artificial no mundo em que vivemos e introduz uma proposta para salvaguardar o futuro da humanidade como a conhecemos.

Gates propõe neste texto o que chama se trabalhos Reservados a Humanos - empregos que apresentam o mesmo valor que uma reserva natural, onde o desenvolvimento deve ser restringido com vista à preservação. As áreas em questão são as dos cuidados infantis e de serviços de júri, com Gates a considerar que 40% dos empregos deviam ser reservados a humanos.

Mesmo com esta proposta, o cofundador da Microsoft acredita que as empresas devem ter um incentivo financeiro a não substituir trabalhadores humanos por máquinas de Inteligência Artificial nestas áreas. Ainda assim, Gates não se mostra especialmente otimista quanto ao impacto da tecnologia na sociedade.

“Em termos de equidade, a Inteligência Artificial será o maior instrumento de igualdade alguma vez criado ou a pior fonte de injustiça”, escreve Gates. “O desafio é monumental. Mesmo nas melhores circunstâncias, a transição para esta nova era de Inteligência Artificial será um dos períodos mais turbulentos na história da humanidade".

Além dos riscos para o mercado de trabalho, o antigo líder da Microsoft também acredita que a Inteligência Artificial coloca mais riscos. Entre eles está a possibilidade de aumentar a criminalidade.

“Muito antes de a Inteligência Artificial se tornar ‘mainstream’, havia informação online sobre como criar armas, bombas, armas biológicas e até vírus de computador”, explica Gates. “Com a Inteligência Artificial será muito mais fácil não só aceder a esta informação, mas também agir. Mesmo os criminosos com capacidades limitadas serão capazes de atingir vítimas em todas as escalas: indivíduos, empresas e governos”.

Por fim, Gates acredita que a Inteligência Artificial poderá prejudicar o desenvolvimento das crianças e substituir as relações humanas. “Um companheiro de Inteligência Artificial criado para nunca te chatear é uma grande estufa protegida”, aponta o magnata.

“Só agora estamos a começar a compreender os perigos que a Internet - sobretudo as redes sociais - pode representar para o desenvolvimento dos jovens. Estamos a observar uso compulsivo, distúrbios de sono, cyberbullying e exposição a conteúdos nocivos. A Inteligência Artificial pode amplificar muitos destes riscos, tornando-os mais persuasivos, difíceis de evitar e não devemos esperar mais uma geração para começar a falar sobre eles de uma forma mais sério”, explica o cofundador da Microsoft.


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Numa reunião com os funcionários da recém-adquirida Cursor, Musk sublinhou a importância de apanhar as rivais OpenAI e Anthropic na área da Inteligência Artificial e desenvolver tecnologia que seja capaz de controlar os modelos mais avançados.

EUA suspendem temporariamente marcações para vistos de imigrante... Os Estados Unidos (EUA) suspenderam temporariamente, a nível mundial, as marcações para pedidos de vistos de imigrante, e os funcionários consulares estão a receber novas instruções sobre esta matéria, informou hoje o Departamento de Estado.

© Lusa   26/08/2026 

"Enquanto trabalhamos para acomodar esta formação aprofundada, as marcações dos serviços de vistos serão ajustadas", afirmou um porta-voz da diplomacia norte-americana, sem esclarecer quando será retomado o funcionamento normal.

Segundo o responsável, sempre que existem alterações nas entrevistas para obtenção de vistos, as embaixadas e consulados norte-americanos comunicam diretamente com os requerentes afetados.

Candidatos em vários países começaram já a receber notificações sobre o cancelamento ou adiamento de entrevistas anteriormente marcadas.

A formação dos funcionários consulares está relacionada com novos procedimentos destinados a verificar que os beneficiários de vistos não representam um encargo para as finanças públicas norte-americanas e que "não se tornam dependentes dos benefícios públicos dos Estados Unidos de que necessitam os norte-americanos que reúnem os requisitos" para os receber, esclareceu a mesma fonte.

Segundo o Departamento de Estado, a formação dos funcionários consulares começou no início de agosto e está a decorrer a nível "mundial", pelo que os cancelamentos temporários abrangem toda a rede consular norte-americana.

Uma fonte citada pelo jornal The Washington Post referiu que as entrevistas para vistos de imigrante foram canceladas desde segunda-feira até ao final de agosto.

O novo material de formação foi disponibilizado aos consulados depois de um juiz federal ter considerado ilegal a suspensão de vistos para cidadãos de 75 países, determinada pelo Governo do Presidente Donald Trump com o argumento de que os cidadãos destes países apresentavam maior risco de recorrer a apoios públicos depois de entrarem nos Estados Unidos.

A suspensão temporária das marcações ocorre num contexto de endurecimento da política migratória da administração republicana de Donald Trump.

O Governo norte-americano anunciou na terça-feira que pretende revogar vistos B-1 e B-2, destinados respetivamente a negócios e turismo, a milhares de pessoas que os utilizaram para entrar legalmente nos Estados Unidos e posteriormente solicitaram asilo.

A Casa Branca (presidência norte-americana) pretende também aumentar os requisitos associados aos vistos de trabalho H-1B, destinados a trabalhadores qualificados, incluindo exigir que as empresas que recorram ao programa paguem mais de 100 mil dólares (cerca de 85 mil euros) anuais pela sua renovação.


🇬🇼PRT GENERAL HORTA INTA-A FALA A NAÇÃO👇🏻... MENSAGEM À NAÇÃO DO PRT GENERAL HORTA INTA-A SOBRE O REFERENDO CONSTITUCIONAL 30 DE AGOSTO 2026.

 MENSAGEM À NAÇÃO DO PRT GENERAL HORTA INTA-A SOBRE O REFERENDO CONSTITUCIONAL 30 DE AGOSTO 2026,         Por  Radio Voz Do Povo .

PRT Horta Inta-A apela ao voto no referendo de 30 de agosto

O Presidente da República fez hoje um apelo a todos os guineenses para que participem no Referendo Constitucional de 30 de agosto de 2026.

Em mensagem à Nação, o Chefe de Estado afirmou que o país vive um momento decisivo e que o referendo deve ser encarado com sentido de responsabilidade.

Segundo o Presidente, este é o momento de cada cidadão decidir, de forma livre e consciente, o futuro da Guiné-Bissau.

O Presidente apelou ainda a que o processo decorra de forma ordeira e com elevado sentido cívico, defendendo que o voto é a expressão máxima da voz do povo.

No dia 30 de agosto, apelou, os guineenses devem votar a favor da estabilidade, da unidade nacional e do reforço das instituições.

COMUNICADO DE IMPRENSA: Países africanos comprometem-se a prestar formação e a reter mais 3 milhões de profissionais de saúde até 2035

Por afro.who.int  26 Agosto 2026 

Adis Abeba – Os ministros da saúde da Região Africana aprovaram hoje a Agenda 2026–2035 relativa ao Pessoal de Saúde em África, comprometendo-se a planear, formar, empregar e reter mais 3 milhões de profissionais de saúde até 2035, uma decisão histórica para reforçar os sistemas de saúde e garantir que mais pessoas em todo o continente tenham acesso a serviços de saúde de qualidade quando e onde precisarem.

Adoptada pelos ministros da Saúde durante a septuagésima sexta sessão do Comité Regional da OMS para a África, a Agenda marca uma mudança decisiva da política de simplesmente formar mais profissionais de saúde, para uma de reforço dos mercados de trabalho no sector da saúde através de um melhor planeamento, formação, emprego e retenção. Requer investimentos coordenados para garantir que os países têm a força de trabalho competente, motivada e com o apoio adequado necessária para satisfazer as crescentes necessidades de saúde em África.

Este compromisso surge num momento crucial para o pessoal de saúde em África. O pessoal de saúde na Região aumentou substancialmente na última década, atingindo cerca de 5,72 milhões de profissionais de saúde em 2024. No entanto, África continua a ter apenas cerca de 46% da força de trabalho de que precisa, deixando milhões de pessoas sem acesso adequado aos serviços essenciais de saúde. Sem uma acção decisiva, a Região poderá enfrentar uma escassez de mais de 6 milhões de profissionais de saúde até 2035.

Ao mesmo tempo, a Região enfrenta um paradoxo assinalável no mercado de trabalho. Ao mesmo tempo que as unidades de saúde enfrentam dificuldades em termos de escassez de força de trabalho, estima-se que um milhão de profissionais de saúde qualificados estejam desempregados, sendo os novos licenciados particularmente afectados. Mais de metade dos enfermeiros, médicos e parteiras recém-qualificados em vários países não consegue garantir emprego logo após a licenciatura, realçando a necessidade urgente de alinhar melhor a formação do pessoal de saúde com a criação de emprego, o financiamento sustentável e o planeamento da força de trabalho a longo prazo.

“Hoje, África assumiu um compromisso colectivo para transformar um dos alicerces dos seus sistemas de saúde, a sua população. Ao adoptarem a Agenda 2026–2035 relativa ao Pessoal de Saúde em África, os nossos Estados-Membros reconheceram que a formação dos profissionais de saúde representa apenas o início. Devemos também criar as oportunidades, o apoio e as condições que lhes permitam servir, crescer e prosperar nos locais onde são mais necessários. Esta Agenda transforma os dados factuais em medidas, e os compromissos políticos em investimento duradouro no pessoal de saúde em África e, em última análise, na saúde e no bem-estar das nossas populações,” afirmou o Dr. Mohamed Yakub Janabi, Director Regional da OMS para a África

A Agenda relativa ao Pessoal de Saúde oferece aos países um roteiro prático para reforçar os mercados de trabalho no sector da saúde, melhorando o planeamento da força de trabalho, alargando o acesso à formação de qualidade, criando oportunidades de emprego e mantendo profissionais de saúde qualificados onde são mais necessários. Apela também a uma acção coordenada nos sectores da saúde, educação, finanças, trabalho e serviço público para garantir que os investimentos se traduzam num melhor acesso a serviços de saúde de qualidade.

Além disso, a Agenda relativa ao Pessoal de Saúde revela que existe um forte argumento económico para investir no pessoal de saúde. Os dados mais recentes mostram que colmatar o défice de pessoal de saúde em África exigiria um investimento adicional de cerca de 4 a 6 dólares americanos por pessoa por ano, gerando simultaneamente retornos económicos e sociais significativos. Cada dólar investido no pessoal de saúde pode gerar até 10 dólares em retornos económicos e cerca de trinta vezes o seu valor em benefícios sociais mais amplos, através de populações mais saudáveis, maior produtividade e economias mais fortes. Estas conclusões reforçam que um investimento nos profissionais de saúde não é apenas uma prioridade de saúde, é um investimento inteligente no futuro de África.

A Agenda 2035 relativa ao Pessoal de Saúde em África baseia-se nos alicerces estabelecidos pela Carta de Investimento no Pessoal de Saúde em África, reafirmando o compromisso dos Estados-Membros em investir no pessoal de saúde como motor de sistemas de saúde mais fortes, populações mais saudáveis e desenvolvimento sustentável. Ao traduzir esse compromisso num roteiro claro de acção, proporciona aos países uma orientação prática para planear, formar, empregar e reter os profissionais de saúde necessários para satisfazer as necessidades de saúde de África actuais e futuras.

Com a adopção da Agenda 2035 relativa ao Pessoal de Saúde em África, os Estados-Membros criaram um roteiro partilhado para construir a força de trabalho da saúde competente, com apoio adequado e distribuída de forma equitativa necessária para satisfazer as necessidades de saúde em evolução da Região. Em última análise, o seu sucesso será medido não pelo número de políticas adoptadas, mas pelo número de profissionais de saúde capacitados para servir as suas comunidades e pelos milhões de pessoas adicionais que passam a ter acesso aos serviços de saúde de qualidade de que necessitam.

Enchente repentina no Nepal deixa centenas de desaparecidos... Levantamento preliminar estima 291 turistas estrangeiros e 93 cidadãos nepaleses entre os desaparecidos; 95 pessoas morreram


Por cnnbrasil.com.br  26/08/26 

Quase 400 viajantes, incluindo centenas de estrangeiros, foram dados como desaparecidos após uma enorme enchente repentina atingir o Nepal, informou o conselho de turismo do país nesta quarta-feira (26), citando uma avaliação inicial.

“Um registro preliminar por agência, recebido de empresas de turismo e viagens, identificou 384 viajantes, incluindo 291 estrangeiros e 93 cidadãos nepaleses, que foram dados como desaparecidos nas áreas afetadas”, publicou o conselho de turismo do Nepal em um comunicado na rede social X.

 As nacionalidades das pessoas listadas como desaparecidas incluem viajantes da Índia, Austrália, Países Baixos, África do Sul, Reino Unido e Malásia.

Ao menos 95 mortes foram confirmadas pela polícia local.


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O número de mortos na sequência da inundação devastadora no Nepal e no Tibete subiu hoje para 160, de acordo com um novo balanço das autoridades locais.



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O Presidente nepalês, Ram Chandra Paudel, apelou hoje às forças de segurança, ao Governo e à sociedade civil para mobilizarem todos os meios de socorro disponíveis após a inundação que atingiu o norte do país.

Israel acusa Guterres de "não dizer verdade" sobre a tomada de UNRWA... O governo israelita acusou hoje o secretário-geral da ONU, António Guterres, de "não dizer a verdade" sobre a tomada pelas forças israelitas de um centro educativo em Jerusalém gerido pela agência UNRWA.

© Ali Ruhluel/Anadolu via Getty Images   Por LUSA  26/08/2026 

"O senhor simplesmente não está a dizer a verdade, mais uma vez", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) de Israel, Oren Marmorstein, em resposta à condenação de Guterres às ações israelitas, em que este exigiu que as autoridades israelitas "cessem imediatamente a sua ingerência nas instalações da UNRWA, desocupem, devolvam e restaurem sem demora todas as instalações afetadas às Nações Unidas".

Segundo sublinhou o porta-voz do MNE israelita nas redes sociais, "a UNRWA (Agência da ONU de Assistência aos Refugiados da Palestina no Médio Oriente) nunca teve direitos de propriedade sobre as instalações e ocupava-as de forma ilegal".

Acrescentou também que as autoridades israelitas pretendem que "as instalações sirvam como escola e centro comunitário para crianças árabes do bairro de Kafr Aqab".

"O senhor e a UNRWA preferem lançar ataques infundados a Israel, ao invés de agirem no melhor interesse das crianças de Kafr Aqab. Isso é cinismo da pior espécie", apontou Marmorstein, afirmando ainda que as ações israelitas "foram levadas a cabo de acordo com a legislação israelita e internacional".

A este propósito, recordou que Israel aprovou uma lei proibindo as atividades daquela agência da ONU no país "perante provas conclusivas de que funcionários da UNRWA participaram no massacre de 07 de outubro [de 2023], de que funcionários da UNRWA eram agentes terroristas e de que as instalações da UNRWA eram sistematicamente utilizadas para atividades terroristas".

O Governo israelita acusou várias vezes a agência de alegadas ligações ao movimento islamita palestiniano Hamas, responsável pelo ataque de 07 de outubro de 2023 a Israel que fez cerca de 1.200 mortos e 251 reféns, embora uma investigação externa liderada pela ex-ministra dos Negócios Estrangeiros francesa, Catherine Colonna, tenha concluído que as autoridades israelitas não apresentaram qualquer prova que sustentasse tais alegações.

António Guterres condenou na terça-feira as ações de Israel e declarou-se "profundamente alarmado" pela tomada por tropas israelitas do centro educativo gerido pela UNRWA, medida que o Governo justificou com um plano para construir uma estrada e um "complexo educativo" no local.

O responsável máximo da ONU advertiu também de que a ação israelita privará os estudantes de prosseguir a sua formação.

"Durante mais de 70 anos, o centro prestou apoio a milhares de refugiados palestinianos através de formação profissional e de encaminhamento para emprego", sublinhou.

A UNRWA foi criada em 1949 pela Assembleia-Geral da ONU com um mandato para prestar ajuda humanitária e proteção a refugiados palestinianos no Médio Oriente até que fosse alcançada uma solução para a sua situação.

Assim, opera na Cisjordânia – incluindo em Jerusalém oriental -, na Faixa de Gaza, na Jordânia, no Líbano e na Síria.

Israel declarou a 07 de outubro de 2023 uma guerra na Faixa de Gaza para "erradicar" o Hamas, horas depois de este ter realizado em território israelita um ataque de proporções sem precedentes.

A guerra de retaliação israelita no enclave palestiniano fez, até agora, mais de 73.431 mortos, na maioria civis, e pelo menos 174.437 feridos - apesar de um cessar-fogo entrado em vigor a 10 de outubro de 2025, após o qual o Exército israelita continuou a abrir fogo sobre civis palestinianos e o número de vítimas continuou a aumentar.

Pelo menos 1.296 palestinianos foram mortos e 4.296 feridos na Faixa de Gaza desde o início da trégua, segundo números das autoridades locais, que a ONU considera fidedignos.

A guerra no enclave palestiniano causou, além disso, uma catástrofe humanitária, a destruição de quase todas as infraestruturas do território e a deslocação forçada de centenas de milhares de pessoas.


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A Guarda Revolucionária do Irão anunciou hoje que foram alcançados "alguns acordos" com Omã sobre segurança no estreito de Ormuz, incluindo a partilha das receitas do tráfego marítimo, mas as negociações ainda vão prosseguir.

Portugal: Detetados 1.117 casos de imigrantes irregulares entre 52 mil fiscalizados... A Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) da PSP detetou 1.117 casos irregulares (2,1%) entre os mais de 52 mil cidadãos estrangeiros fiscalizados no seu primeiro ano de atividade, anunciou hoje a instituição.

© Lusa   26/08/2026 

Em resposta à Lusa sobre o primeiro ano da UNEF, a PSP referiu que a Unidade Central de Estrangeiros e Migrações (UCEM), através dos Núcleos de Estrangeiros e Controlo Fronteiriço (NECF) realizou entre 21 de agosto de 2025 e 31 de julho de 2026 um total de "5.397 ações de fiscalização, no âmbito das quais foram fiscalizados 52.421 cidadãos estrangeiros".

"Destas ações resultaram 831 notificações para abandono voluntário do território nacional, 285 detenções por permanência irregular e uma detenção por desobediência a interdição de entrada", referem as autoridades policiais sobre o trabalho da UNEF, adiantando que "traduz o empenho da PSP na fiscalização da permanência de cidadãos estrangeiros em território nacional e na prevenção e deteção de situações de permanência irregular".

Cabe também à UNEF, através da Unidade Central de Retorno e Readmissão (UCRR), a responsabilidade pelos processos de retorno de estrangeiros até aos seus países.

No primeiro ano de atividade "foram executados 221 retornos forçados, dos quais 83 com escolta até ao destino final e concretizados 1.732 retornos voluntários, dos quais 995 nos primeiros sete meses de 2026".

O Centro de Instalação Temporária (CIT) de estrangeiros do Porto (Unidade Habitacional de Santo António) e os espaços equiparados a CIT existentes nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro retiveram "mais de 700 cidadãos nacionais de Estados terceiros" e "foram efetuados mais de 110 pedidos de documentação junto de Embaixadas e Consulados para promoção do retorno" de estrangeiros.

Na contabilidade feita pela PSP, "foram instaurados 720 processos de afastamento coercivo, dos quais 262 já foram decididos e foram marcados mais de 800 voos associados a procedimentos de retorno voluntário e forçado".

Além disso, "foram analisados e decididos mais de 300 processos de readmissão ativa e passiva e realizadas mais de 140 entrevistas de risco em Estabelecimentos Prisionais e Centros de Instalação Temporária".

A PSP referiu ainda que continua a analisar casos de afastamento coercivo "provenientes da AIMA (Agência para a Integração Migrações e Asilo) e do extinto SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras), uma parte significativa destes processos anterior a 2020".

A UNEF, apelidada informalmente de "mini-SEF", entrou em funcionamento a 21 de agosto de 2025 e tem como principais objetivos o controlo de fronteiras e fiscalização de imigrantes, que anteriormente pertenciam ao extinto Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

Com a extinção do SEF há mais de dois anos, algumas competências deste serviço de segurança, nomeadamente o controlo das fronteiras aéreas, passaram para a esfera da PSP, que desde 21 de agosto do ano passado alargou as competências com a criação da UNEF.


Volodymyr Zelensky condecora Elon Musk com Ordem da Liberdade... O Presidente ucraniano atribuiu ao empresário norte-americano Elon Musk a Ordem da Liberdade, uma das principais condecorações do país, pelo contributo para a defesa da vida e da liberdade.

© Getty Images    Por LUSA  26/08/2026 

Num decreto presidencial, Volodymyr Zelensky reconheceu os "méritos pessoais excecionais na proteção da vida e da liberdade humanas e no desenvolvimento das relações entre os povos da Ucrânia e dos Estados Unidos da América" do empresário, fundador da SpaceX e presidente executivo da Tesla.

Musk tem desempenhado um papel relevante no conflito na Ucrânia devido à utilização da rede de comunicações por satélite Starlink, operada pela SpaceX.

No início da invasão russa, o empresário disponibilizou terminais Starlink à Ucrânia, permitindo manter comunicações e acesso à Internet em zonas onde as infraestruturas convencionais tinham sido afetadas pelos combates.

Mais recentemente, Musk pressionou para impedir a utilização do sistema pelas forças russas, que recorriam às comunicações Starlink, nomeadamente para apoiar operações com drones.

Criada em 2008, a Ordem da Liberdade distingue cidadãos ucranianos e estrangeiros com méritos especiais na defesa da soberania e da independência do país e na promoção dos direitos e liberdades fundamentais.

Entre os dirigentes estrangeiros anteriormente distinguidos encontram-se o Presidente francês, Emmanuel Macron, o chefe de Estado finlandês, Alexander Stubb, e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni.

O rei Carlos XVI Gustavo da Suécia foi o primeiro estrangeiro a receber a condecoração.

A insígnia da Ordem da Liberdade é constituída por uma cruz de prata banhada a ouro, revestida de esmalte branco e decorada com cristais, apresentando ao centro o brasão da Ucrânia, com o característico tridente ('Tryzub').


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LIVRE CIRCULAÇÃO ENTRE GUINÉ-BISSAU E SENEGAL É AFETADA POR DESENTENDIMENTO NA FRONTEIRA

Por: Rádio Bemba di Malafo FM 100.4 MHz 

O cidadão guineense Nabibo Bampoque, conhecido por Bideta, denuncia um alegado desentendimento entre o sindicato dos motoristas e transportadores de São Domingos e agentes fronteiriços do Senegal, situação que, segundo ele, dura há cerca de duas semanas.

Em entrevista exclusiva esta quarta-feira, 26 de agosto, à Rádio Bemba di Malafo, Nabibo Bampoque afirma que o conflito está a limitar a circulação dos transportes públicos entre os dois países, fazendo com que os veículos terminem os seus percursos nos respetivos lados da fronteira.

Segundo o denunciante, a situação estará relacionada com alegadas cobranças consideradas elevadas sobre pessoas e bens na fronteira senegalesa, levando posteriormente a uma reação semelhante por parte das autoridades guineenses.

Nabibo Bampoque alerta ainda que a persistência do transtorno poderá ter consequências no abastecimento do mercado nacional, sobretudo nos produtos de primeira necessidade.

De acordo com o cidadão, muitos dos legumes atualmente comercializados e consumidos na Guiné-Bissau são provenientes do Senegal.

Perante a situação, Nabibo Bampoque apela a uma intervenção urgente das autoridades nacionais para encontrar uma solução para o problema.

O cidadão critica igualmente a falta de intervenção da Comunidade dos Estados da África Ocidental, CEDEAO, face ao que considera ser uma limitação ao princípio da livre circulação de pessoas e bens entre os países membros.

Entretanto, segundo uma fonte próximo a sindicato de São-Domingos, uma reunião que juntou os responsáveis sindicais de Bissau, sindicato senegalês e as autoridades nacionais foi realizada para analisar a situação na fronteira.

Apesar das discussões, as partes não chegaram a um consenso sobre a questão, permanecendo o diferendo entre os intervenientes.

A situação poderá continuar a afetar a circulação de pessoas, transportes e mercadorias entre a Guiné-Bissau e o Senegal.

Em atualização....

Revelada causa da morte de Dolly Parton. O comunicado da sua equipa... A cantora Dolly Parton morreu na terça-feira, dia 25 de agosto, aos 80 anos, após ter sido diagnosticada com cancro. A equipa da artista partilhou um comunicado onde é confirmada a causa da sua morte.

© Getty Images  Por noticiasaominuto.com   26/08/2026 

O mundo da música despediu-se da estrela da música country Dolly Parton, na terça-feira, dia 25 de agosto. Tinha 80 anos. 

Depois de a notícia ter sido avançada através de um vídeo do sobrinho Brian Seaver, que foi partilhado no Instagram, a equipa da artista divulgou um comunicado onde é confirmada a causa da sua morte. 

Os seus representantes revelaram que a intérprete de temas como "Jolene" morreu na sequência de uma "breve batalha contra o cancro". Mas não adiantaram mais detalhes sobre o tipo de cancro. 

"A nossa querida Dolly Parton passou a sua vida e carreira a levar alegria, risos, esperança e integridade a tudo aquilo em que tocava. A sua generosidade inigualável chegou à vida de inúmeras pessoas que ela nunca viria a conhecer, mas mesmo assim estava sempre presente para dar uma mão amiga", escreveram de início no comunicado. 

"Quer se trate das centenas de milhões de livros doados através da sua inestimável Imagination Library ou do financiamento de investigação que ajudou a criar uma vacina que salva vidas e é utilizada em todo o mundo, o amor incondicional da Dolly por todas as pessoas foi a força motriz do seu impacto duradouro. Depois de enfrentar corajosamente uma breve batalha contra o cancro, Dolly partiu hoje desta vida no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, rodeada pelos seus entes queridos", pode ainda ler-se na mesma nota. 

Sabe-se ainda, segundo a People, que a artista tinha sido hospitalizada quatro dias antes da sua morte, na passada sexta-feira, 21 de agosto. 

As primeiras reações à morte de Dolly Parton e os desejos da cantora para o seu funeral

Logo após ter sido noticiada a morte de Dolly Parton, as redes sociais 'encheram-se' de reações, entre elas destacam-se as mensagens das várias caras conhecidas que quiseram prestar-lhe uma homenagem pública. 

Reese Witherspoon, por exemplo, disse que estava "muito agradecida à vida por ter chamado a Dolly de amiga", e recordou o apoio que teve da cantora quando interpretou June Carter Cash em "Walk the Line".

"Ela levou-me a jantar e contou-me histórias sobre como June Carter encantava todos na música country. A Dolly deu-me coragem para colocar toda a minha alma naquele papel e fez-me perceber a sorte que eu tinha de ser uma contadora de histórias. Ao longo de toda a minha carreira, ela enviava-me pequenas mensagens de incentivo e apoio, dizendo para eu ser uma luz na vida das pessoas e ouvir os meus anjos. Sempre assinava: «Vou-te amar sempre»", contou a atriz, confessando depois as saudades que vai ter da cantora. 

Jamie Lee Curtis, Ellen DeGeneres ou Khloé Kardashian foram outros dos muitos nomes conhecidos que não tardaram a reagir à morte de Dolly Parton, tendo sido estas as primeiras mensagens a serem partilhadas nas redes sociais. 

A imprensa internacional revelou, entretanto, os detalhes das cerimónias fúnebres. O funeral de Dolly Parton vai ser "uma cerimónia pequena e privada para a família mais próxima", algo que foi pedido pela própria.

O TMZ detalhou ainda que a cerimónia íntima está a ser planeada para acontecer em Nashville, no Tennessee, "nos próximos dias", com a presença dos familiares mais próximos e entes queridos.


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Dolly Parton morreu aos 80 anos e deixou um último desejo para o seu funeral, que será uma cerimónia privada para a família. Conheça os detalhes já divulgados na imprensa.

Polícia de imigração dos EUA atinge recorde de 50.000 detenções em julho... A Autoridade de Imigração e Alfândega norte-americana (ICE, na sigla em inglês) anunciou que deteve quase 50 mil pessoas em julho, um máximo mensal no segundo mandato do Presidente Donald Trump.

© Christopher Dilts/Bloomberg via Getty Images   Por  LUSA  26/08/2026 

O aumento de detenções de imigrantes, segundo os mais recentes dados avançados pela agência Associated Press (AP), mostra que o governo Trump mantém em andamento a agenda de deportações maciças, apesar de uma mudança de abordagem no início do ano.

As autoridades passaram de operações de grande impacto em metrópoles norte-americanas, que provocaram protestos públicos, para detenções que receberam menos atenção.

O número de detenções em julho (49.571), representa um aumento de 15% em relação às 43.021 do mês anterior e um aumento de 70% em relação às 29.241 de fevereiro, na sequência da intensificação das ações de fiscalização da administração Trump no Minnesota, segundo dados fornecidos pelo ICE e analisados pela AP.

Como parte do aumento do número de detenções nas últimas semanas, os agentes do ICE têm realizado detenções em abordagens de trânsito.

Têm contado cada vez mais com a colaboração de polícias estaduais e locais que assumiram as funções de fiscalização da imigração.

E começaram a prender pessoas do Haiti, cujas proteções contra a deportação foram revogadas.

Os novos números das detenções mostram que o governo "não interrompeu as ações de fiscalização", sublinhou Mark Krikorian, do Centro de Estudos de Imigração, que defende mais restrições à imigração.

As detenções de imigrantes no mês anterior à tomada de posse de Trump rondavam 8.000, principalmente de imigrantes transferidos de cadeias e prisões municipais ou estaduais e entregues ao ICE para deportação.

Durante o primeiro ano do mandato de Trump, os números começaram a subir, à medida que o governo aliviava as restrições sobre onde e quem o ICE podia prender, além de injetar milhares de milhões de dólares na agência.

Após dois tiroteios fatais no Minnesota, em janeiro, que desencadearam protestos e indignação entre os congressistas democratas, as detenções começaram a cair em fevereiro. Após permanecerem estagnadas durante meses, os números dispararam em junho.

O Texas e a Florida foram responsáveis por quase 20.000 das detenções de julho, sinal da importância que estes estados adquiriram para a agenda de deportações maciças da administração Trump.

O aumento das detenções ocorre numa altura em que a agência, que recebeu milhares de milhões de dólares do Congresso no verão passado, também contratou 12 mil novos agentes de deportação e investigadores.


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China apela aos seus cidadãos para abandonarem Essuatíni, aliado de Taipé... A China apelou aos seus cidadãos para abandonarem "o mais rapidamente possível" Essuatíni, país da África Austral que é um dos poucos Estados no mundo a manter relações diplomáticas com Taiwan, ilha reivindicada por Pequim.

© Lusa   26/08/2026 

O anúncio foi oficialmente justificado por razões de segurança, mas ocorre três meses e meio após uma visita a Essuatíni do Presidente taiwanês, William Lai Ching-te, que Pequim acusa de defender posições separatistas.

"A situação de segurança em Essuatíni é atualmente complexa. As atividades criminosas relacionadas com fraude 'online' e jogos de azar ilegais são frequentes e os riscos em matéria de segurança pública, entre outros, são extremamente elevados", indicou na terça-feira o serviço consular do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.

Neste contexto, as autoridades chinesas "desaconselham os cidadãos chineses a deslocarem-se a Essuatíni num futuro próximo" e apelaram aos cidadãos e instituições que já se encontram no país para que "saiam o mais rapidamente possível", segundo um comunicado divulgado na rede social chinesa WeChat.

A China considera Taiwan uma das suas províncias, que pretende "reunificar" com o restante território desde o fim da guerra civil chinesa, em 1949. Pequim afirma privilegiar uma reunificação pacífica, mas não exclui o recurso à força e tem intensificado a pressão militar sobre a ilha.

Essuatíni, anteriormente denominado Suazilândia, é um pequeno reino situado no sudeste do continente africano, entre a África do Sul e Moçambique, e o único Estado africano que mantém relações diplomáticas com Taiwan.

Lai visitou Essuatíni no início de maio. A deslocação estava inicialmente prevista para abril, mas foi adiada depois de as Seicheles, Maurícia e Madagáscar terem revogado as autorizações de voo do líder taiwanês na sequência de "fortes pressões" de Pequim, segundo Taipé.

A presidência taiwanesa é ocupada desde 2016 pelo Partido Democrático Progressista (DPP), tradicionalmente favorável a uma identidade taiwanesa distinta da China, o que contribuiu para o agravamento das relações entre Taipé e Pequim, embora os intercâmbios económicos e culturais tenham prosseguido.

Apenas 12 Estados mantêm atualmente relações diplomáticas formais com Taiwan, entre os quais o Vaticano, o Paraguai e vários países da América Latina e das Caraíbas.