segunda-feira, 19 de outubro de 2026

GUINÉ-BISSAU: NAPH EVENTS EXIGE À FFGB PAGAMENTO DE 4,9 MILHÕES DE FRANCOS CFA E AMEAÇA RECORRER À CAF E À FIFA

Por Rádio Sol Mansi   19 10 2026 

Agência do Benin reclama o pagamento dos restantes 50% da fatura relativa à organização dos jogos amigáveis entre a Guiné-Bissau e o Burkina Faso, realizados em março de 2026.

Empresa alerta para possíveis consequências desportivas e financeiras caso a dívida não seja regularizada.

A empresa beninense NAPH EVENTS exige à Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB) o pagamento de 4.919.678 francos CFA, correspondentes aos restantes 50% da fatura emitida a 23 de março de 2026, relativa à organização dos jogos amigáveis entre as seleções da Guiné-Bissau e do Burkina Faso.

Num documento a que a Rádio Sol Mansi teve acesso, a agência considera que o valor continua por liquidar, apesar de a Federação guineense ter efetuado o pagamento da primeira parcela, e exige a regularização integral da dívida.

O diretor-geral da NAPH EVENTS, Pierre Hervé Atangana Nouma, afirma que o atraso está a causar prejuízos à empresa e anuncia que os advogados da agência darão continuidade aos procedimentos iniciados junto da Confederação Africana de Futebol (CAF) e da Federação Internacional de Futebol (FIFA), com o objetivo de obter o pagamento integral do montante reclamado.

Segundo o responsável, a situação poderá ter consequências desportivas e financeiras para a FFGB, caso os organismos competentes concluam pela existência de violações dos regulamentos aplicáveis.

Entre as possíveis consequências apontadas pela agência estão a eventual suspensão da seleção da Guiné-Bissau das competições internacionais, bem como o pagamento do montante em dívida, acrescido de eventuais indemnizações, juros, honorários de advogados e custas processuais.

Pierre Hervé Atangana Nouma considera ainda que o agravamento do diferendo poderá afetar a imagem da Federação de Futebol da Guiné-Bissau e do próprio país.

O montante inicialmente acordado para a organização dos jogos amigáveis entre a Guiné-Bissau e o Burkina Faso foi de 9.839.355 francos CFA.

Segundo a documentação consultada pela Rádio Sol Mansi, o acordo terá sido assinado pelo presidente da Federação Burquinabê de Futebol, Oumarou Sawadogo, pelo presidente da FFGB, Carlos Alberto Mendes Teixeira, conhecido por Caíto, e pelo diretor-geral da NAPH EVENTS, Pierre Hervé Atangana Nouma.

A 28 de agosto, a agência confirmou ter recebido a primeira parcela do pagamento, transferida pela Federação guineense. No entanto, manteve a reclamação relativa aos restantes 4.919.678 francos CFA.

Na mesma ocasião, a NAPH EVENTS concedeu à FFGB um prazo de oito dias, até 6 de setembro, para proceder à liquidação integral do valor reclamado.

O diferendo ganhou novo desenvolvimento com a entrada de um documento na secretaria do Ministério responsável pela área do Desporto, a 15 de outubro de 2026, o documento, registado sob o número 10.43, foi consultado pela Rádio Sol Mansi.

No âmbito das diligências para obter esclarecimentos, a Rádio Sol Mansi contactou vários membros do Comité Executivo da FFGB, 

Rivaldo Cá, vice-presidente da Federação, afirmou não ter conhecimento, até ao momento do contacto, do documento nem da pretensão apresentada pela NAPH EVENTS. O dirigente garantiu que iria verificar a situação junto dos serviços competentes da Federação, com vista a um posterior esclarecimento.

Na mesma ocasião, Rivaldo Cá sublinhou que a matéria em causa tem natureza contratual e comercial, por envolver a Federação e um prestador de serviços,

segundo o vice-presidente, situações desta natureza podem ocorrer nas relações comerciais e devem ser resolvidas entre as partes, nos termos do contrato celebrado e dos mecanismos de resolução de litígios nele previstos, não configurando, por si só, qualquer irregularidade.

O responsável reafirmou ainda o compromisso da FFGB em honrar as obrigações validamente assumidas e manifestou disponibilidade para prestar os esclarecimentos considerados necessários.

Por sua vez, Celestino Gonçalves, conhecido por Tinex, também contactado pela Rádio Sol Mansi, recomendou que o assunto fosse abordado diretamente com o presidente da Federação.

A Rádio Sol Mansi tentou igualmente contactar o presidente da FFGB, Carlos Alberto Mendes Teixeira, conhecido por Caíto, através de chamadas pelo WhatsApp, sem sucesso, 

doi também enviada uma mensagem ao dirigente, que, segundo a confirmação de leitura da aplicação, foi visualizada. Contudo, até ao momento da publicação desta notícia, não tinha sido recebida qualquer resposta.

A estação contactou ainda a secretária-geral da FFGB, Virgínia Mendes da Cruz, mas não conseguiu obter esclarecimentos, foi enviada uma mensagem através do WhatsApp, sem que tenha sido possível confirmar se a mesma foi visualizada.

No âmbito do apuramento dos factos, a Rádio Sol Mansi procurou igualmente ouvir o interlocutor que, em agosto passado, afirmou ter atuado como intermediário entre a Federação e a NAPH EVENTS, embora a mensagem enviada tenha sido visualizada, não foi obtida qualquer resposta até ao momento da publicação.

A Rádio Sol Mansi contactou igualmente o diretor-geral dos Desportos, Mário Mbana, que, no primeiro contacto, afirmou desconhecer a entrada do documento da NAPH EVENTS na secretaria do Ministério responsável pela área do Desporto.

Na ocasião, o responsável garantiu que iria contactar a Federação de Futebol da Guiné-Bissau para apurar os factos relacionados com o assunto.

Posteriormente, após ter tido acesso ao documento registado na secretaria do Ministério sob o número 10.43, datado de 15 de outubro de 2026, a Rádio Sol Mansi voltou a contactar Mário Mbana para obter esclarecimentos adicionais.

No entanto, até ao momento da publicação, o diretor-geral dos Desportos não tinha atendido à chamada nem respondido às mensagens enviadas através do WhatsApp.

A Rádio Sol Mansi tem desenvolvido várias diligências para obter esclarecimentos diretos da direção da Federação de Futebol da Guiné-Bissau sobre o pagamento dos restantes 50% reclamados pela NAPH EVENTS e os motivos do atraso, até ao fecho desta notícia, não foi possível obter uma posição oficial do presidente da FFGB sobre o diferendo.

A Rádio Sol Mansi continuará a acompanhar a evolução do caso e a procurar ouvir todas as partes envolvidas, com o objetivo de esclarecer os factos e assegurar uma informação rigorosa e equilibrada.

Recorde-se que a seleção nacional da Guiné-Bissau, os Djurtus, vai jogar no próximo mês de novembro a dupla jornada de apuramento ao CAN 2027, diante da seleção de Madagáscar, referente à terceira e quarta jornadas.

É bom salientar que a seleção da Guiné-Bissau lidera o grupo L com seis pontos, fruto de duas vitórias nos dois primeiros jogos do apuramento.

GUINÉ-BISSAU: HORTA INTA-A EXONERA PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS E PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA E NOMEIA SUBSTITUTOS

Por Rádio Sol Mansi  19 10 2026 

O Presidente de Transição, General do Exército Horta Inta-a, exonerou o presidente do Tribunal de Contas, Gamal Abel Cassamá, e o procurador-geral da República, Amadu Tijane Baldé.

As decisões constam de decretos assinados hoje pelo Presidente de Transição. Noutros decretos, Horta Inta-a nomeou Armando Sumba para presidir ao Tribunal de Contas e Mário Lalá para o cargo de procurador-geral da República.

Segundo os mesmos documentos, as decisões entram imediatamente em vigor.

Desde o início de outubro, Horta Inta-a já procedeu a várias exonerações e nomeações em cargos governamentais e institucionais. Entre as alterações publicamente noticiadas estão as mudanças nos ministérios do Interior e das Pescas, na chefia da Casa Civil da Presidência e outras nomeações na estrutura do Estado.

Senegal: Conferência de Imprensa do ex-primeiro-ministro Ousmane Sonko

Ousmane SONKO  19/10/2026

Bissau: Jovem vendedor ambulante ficou ferido durante uma agressão da Polícia Municipal na Subida de Cabana em Bissau.🇬🇼🚨

Por Digital Mídia Global TV Bissau, 19 de outubro de 2026

Um jovem vendedor ambulante ficou ferido ontem (18) na sequência de uma intervenção da Polícia Municipal, na zona da Subida de Cabana, em Bissau. 

Segundo testemunhou a equipa da Digital Mídia Global TV (DMG TV), o jovem terá sido agredido durante uma tentativa de detenção por estar a vender no passeio na zona proibida.

De acordo com os relatos recolhidos no local, "enquanto os agentes tentavam colocar o jovem num moto-carro, um dos polícias terá desferido um soco na região do rosto, próximo de um dos olhos, provocando um ferimento que causou sangramento".

O incidente criou uma revolta e indignação entre as vendedoras que se encontravam no local. Perante a reação das pessoas, os agentes abandonaram o local.

A equipa da Digital Mídia Global TV prestou assistência ao jovem e transportou-o para hospital Simão Mendes, onde recebeu os primeiros socorros.

O episódio levanta preocupações sobre os métodos utilizados nas operações de fiscalização do comércio informal. 

Embora as autoridades tenham a responsabilidade de garantir a organização dos espaços públicos, essas intervenções devem respeitar a dignidade humana, a integridade física dos cidadãos e os princípios da proporcionalidade.

O uso excessivo da força pode agravar as tensões entre a população e as autoridades, criando situações de revolta.

A DMG TV apela a uma atuação policial pautada pelo diálogo e pelo respeito pelos direitos dos cidadãos, bem como ao esclarecimento dos fatos pelas autoridades competentes.

A fiscalização deve ser feita com responsabilidade e respeito pela vida humana. A violência não pode ser a resposta para resolver os problemas do comércio informal na Guiné-Bissau.


GUINÉ-BISSAU: MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ASSOCIA-SE À CAMINHADA OUTUBRO ROSA JUNTOS CONTRA O CANCRO

Por Ministério da Administração Pública, Trabalho, Emprego e Segurança Social 19/10/2026 

O Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social associa-se este sábado, 24 de Outubro de 2026, a iniciativa da Liga Guineense de Luta Contra o Cancro.

Esta iniciativa enquadra-se no âmbito de Outubro Rosa e nesta perspectiva, a Liga Guineense Contra o Canvro promove uma caminhada e Zumba Rosa contra o cancro de mama.

O evento terá como horário e etenerário, os marchantes vão concentrar-se a partir das 6 horas e 30 minutos do dia 24 de Outubro, na Praça dos Heróis Nacionais (Império) e terminará na Praça dos Mártires de Pindjiguiti (Mon di Timba).

A caminha deccorre sob o lema, "Outubro Rosa Juntos Contra o Cancro".

Nesta campanha é preciso trabalhamos juntos pela consciencialização, diagnóstico precoce e acesso ao tratamento do cancro na Guiné-Bissau.

Entretanto, o Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social enquanto responsável pela gestão dos recursos humanos de Estado da Guiné-Bissau, o nosso papel diário é cuidar da sociedade e garantir o bem-estar dos cidadãos. 

Neste mês, através da campanha de Outubro Rosa, o nosso convite é para olharmos para dentro e é o tempo de cuidar de quem cuida.

O cancro de mama é uma realidade que afeta milhares de famílias todos os anos. Contudo, a medicina e a história provam-nos que a informação e o diagnóstico precoce salvam vidas. 

Descobrir a doença logo no início eleva drasticamente as hipóteses de cura e transformando o medo em esperança.

Por isso, este mês não é apenas sobre usar um laço cor-de-rosa na farda ou na lapela. É um apelo à ação. É um lembrete urgente para os funcionárias e também para as esposas, mães, filhas e amigas para que tirem um momento na agenda, façam o autoexame e agendem a vossa mamografia.

O autocuidado também é um ato de responsabilidade e de amor-próprio.

O Ministério da Administração Pública pela a todos para que sejamos multiplicadores desta mensagem na nossa comunidade e nas nossas repartições. 

Cuidar da saúde é o nosso maior ato de valorização da vida e tenham todos um excelente mês de prevenção e cuidem-se!

Rússia ataca Kyiv com mísseis e drones, causando um morto e oito feridos... A Rússia atacou Kyiv com mísseis balísticos e drones durante a madrugada, causando um morto e oito feridos, além de danos em edifícios e infraestruturas em três distritos da capital ucraniana, segundo as autoridades locais.

© REUTERS/Valentyn Ogirenko   Por  LUSA  19/10/2026 

A Rússia atacou Kyiv com mísseis balísticos e drones durante a última madrugada provocando um morto e oito feridos, além de danos em edifícios e infraestruturas em três distritos da capital ucraniana, disseram as autoridades locais.

A Força Aérea da Ucrânia afirmou que a Rússia lançou um ataque aéreo de grande escala utilizando mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e 269 drones.

Segundo a Força Aérea, as defesas ucranianas destruíram ou neutralizaram 243 drones e quatro mísseis.

Foram registados ataques em 25 locais, e os destroços de alvos abatidos caíram em oito pontos.

O Ministério da Defesa russo declarou hoje que realizou um "ataque maciço" contra alvos na Ucrânia durante a noite, empregando armas de alta precisão e drones de ataque.

A lista de alvos atingidos em Kyiv inclui um centro de processamento de dados, um centro logístico — identificado como Fire Point, onde eram armazenados componentes para drones e mísseis de cruzeiro Flamingo - uma instalação industrial de fabrico de componentes para drones e um depósito de locomotivas onde estavam guardados mísseis.

Uma fábrica que, segundo o ministério russo, produzia materiais para o complexo industrial militar foi também atingida na região de Kyiv.

As forças russas atacaram um navio cargueiro em alto-mar, a 130 quilómetros a sudoeste do porto de Odessa, que alegadamente transportava material bélico ucraniano.

No distrito de Desnianskyi, na capital da Ucrânia, o ataque danificou uma clínica privada e uma das estações de metropolitano da cidade, informou a Administração Militar da Cidade de Kyiv numa publicação através das redes sociais.

Na mesma zona de Kyiv, instituições de ensino e um complexo desportivo sofreram danos após a queda de destroços.

No distrito de Solomianskyi, um incêndio deflagrou no terceiro andar de uma unidade de saúde situada no interior de um edifício residencial de 25 andares.

As equipas de emergência conseguiram extinguir o fogo, segundo a administração militar.

O ataque provocou ainda danos em janelas em edifícios vizinhos e num centro comercial.


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A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atingiu um novo mínimo, segundo uma nova sondagem divulgada pela Ipsos, The Washington Post e ABC News, a duas semanas das eleições intercalares.

Aaprovação do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caiu para um novo mínimo, a duas semanas das eleições intercalares, segundo uma nova sondagem da Ipsos, do jornal The Washington Post e da estação ABC News.

A amostra reflete o pior nível de apoio entre os adultos norte-americanos: apenas 33% dos inquiridos aprovam a gestão de Trump, contra 66% que a desaprovam e 52% manifestam uma forte desaprovação...

Ministro do Interior francês admite perda de controlo da polícia... O ministro do Interior francês, Laurent Nuñez, admitiu hoje a perda de controlo da polícia em algumas cidades durante os protestos contra o elevado custo de vida, que se tornaram violentos e marcados por pilhagens. O ministro, cujo pedido de demissão foi recusado pelo Presidente Macron, reconheceu falhas na mobilização das forças de segurança.

© LUDOVIC MARIN/POOL/AFP via Getty Images    Por  LUSA  19/10/2026 

O ministro do Interior francês reconheceu hoje a "perda de controlo" por parte das forças de segurança em algumas das principais cidades do país, no sábado, durante os protestos contra o elevado custo de vida, marcados pela violência e pilhagens.

Laurent Nuñez, cujo pedido de demissão foi recusado no domingo pelo Presidente Emmanuel Macron, admitiu à rádio France Inter "falta de planeamento" na mobilização das forças de segurança no sábado.

"Sim, no sábado perdemos o controlo em algumas das principais cidades", disse Nuñez à rádio France Inter, onde reconheceu que a situação foi extremamente difícil de gerir e que não se deve repetir.

O ministro do Interior admitiu que o efetivo policial mobilizado foi insuficiente dada a dimensão dos assaltos e da violência que ocorreram durante as manifestações.

Nuñez defendeu as ações das forças de segurança e destacou as quase 2.400 detenções efetuadas no país e apelou ainda a uma resposta judicial firme.

O ministro de interior e o presidente da Câmara da capital, Emmanuel Grégoire, anunciaram hoje que se registaram 350 detenções no domingo e durante a noite em Paris, onde foram saqueadas cerca de 30 lojas.

Também o ministro da Justiça, Gérald Darmanin, reconheceu a má gestão dos protestos desse dia.

"Falhámos, sem dúvida", declarou Darmanin pouco depois à France 2, depois de manifestar o seu apoio a Nuñez.

O ministro da Justiça atribuiu alguns dos problemas às deficiências dos serviços de informação e alertou que o extremismo de extrema-esquerda representa uma ameaça para a França, a par do crime organizado e do terrorismo.

"O que o Presidente da República e o Ministro do Interior disseram (durante uma reunião ontem no Palácio do Eliseu) foi que houve uma falha na inteligência. Não se pode ter um bom policiamento sem uma boa inteligência", enfatizou Darmanin.

Segundo o ministro, os serviços de informação não sabem como combater a extrema-esquerda.

"Nos próximos anos, uma das ameaças que afetará o nosso país, juntamente com o crime organizado e o terrorismo, é o extremismo de extrema-esquerda", disse.

Darmanin indicou que hoje de manhã, 2.331 pessoas estavam sob custódia policial em França devido aos tumultos e pilhagens ocorridos no fim de semana.

Segundo o ministro, 70% são adultos dos detidos, "já são conhecidos da polícia", e em mais de 80% dos casos o Ministério Público solicita a prisão preventiva, o que, na sua opinião, reflete a firmeza da resposta judicial.

Por sua vez, a procuradora de Paris, Laure Beccuau, assegurou à TF1 que o Ministério Público "não vai desistir" dos seus esforços para encontrar os responsáveis pelos atos de violência e pilhagens na capital desde sábado e pediu aos comerciantes afetados que preservem quaisquer potenciais provas, como objetos abandonados ou vestígios de sangue.

A Câmara Municipal de Polícia de Paris criou uma equipa especial de investigação para examinar as denúncias e analisar as imagens disponíveis, incluindo gravações de câmaras de segurança em lojas, sistemas de videovigilância e redes sociais.

Os distúrbios de sábado incluíram saques em lojas, ataques a edifícios públicos e confrontos com as forças de segurança em Paris e noutras cidades francesas.


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As principais bolsas europeias abriram em baixa, atentas aos protestos e distúrbios em França e focadas nos resultados empresariais.

As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, atentas aos protestos e distúrbios em França e focadas também nos resultados empresariais.

Às 09:00 em Lisboa, o EuroStoxx 600 descia 0,52% para 641,38 pontos.

As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 0,55%, 1,22% e 0,68%, bem como as de Madrid e Milão, que baixavam 1,14% e 1%...

FRANÇA: Macron rejeita demissão do ministro do Interior após protestos violentos... O Presidente francês, Emmanuel Macron, rejeitou o pedido de demissão apresentado pelo ministro do Interior, Laurent Nuñez, após incidentes violentos que marcaram protestos contra o custo de vida e as condições do ensino.

© Lusa    19/10/2026 

O Presidente francês, Emmanuel Macron, rejeitou o pedido de demissão apresentado pelo ministro do Interior, disse hoje a presidência, após incidentes violentos que ensombraram protestos contra o custo de vida e as condições do ensino.

"O ministro do Interior [Laurent Nuñez] apresentou este domingo o seu pedido de demissão ao Presidente da República. Perante a necessidade de manter o comando contínuo das forças de segurança no atual cenário, o Presidente da República recusou o pedido", informou o Eliseu.

Ainda assim, Macron reconheceu hoje "falhas de antecipação e de inteligência que levaram à violência" e encarregou o ministro do Interior de tomar "todas as medidas necessárias", acrescentou a presidência, num comunicado.

Vários representantes da oposição, sobretudo da extrema-direita, tinham exigido, no domingo, a demissão de Nuñez, que ocupa o cargo há exatamente um ano.

"Para pôr fim aos episódios de barricadas e pilhagens, [Macron] solicitou ainda ao ministro do Interior que implemente, o mais rapidamente possível, novas táticas de atuação para as forças de segurança interna no combate aos vândalos", acrescentou a presidência francesa.

Cerca de 2.400 pessoas foram detidas no sábado em França, durante protestos contra o aumento do custo de vida, marcado por violência, e cerca de mil polícias e agentes ficaram feridos, dos quais sete em estado grave.

Segundo um balanço do Ministério do Interior, as autoridades realizaram 2.397 detenções, com múltiplos episódios de violência e pilhagens.

O ministério diz saíram às ruas no sábado, em protesto, 550 mil pessoas. A organização diz terem participado 800 mil.

As autoridades francesas condenaram a desordem e a violência, que terá afetado 1.500 comerciantes e causado centenas de milhões de euros em prejuízos.

No domingo, Macron já tinha prometido responsabilizar quem "tentou derrubar a República", num discurso à nação.

"Aqueles que saquearam terão de indemnizar pelos danos, e aqueles que tentaram derrubar a República serão responsabilizados", disse o chefe de Estado francês na intervenção.

Macron apontou a "violência desenfreada" por parte de "elementos de grupos radicais de extrema-esquerda, aos quais se juntaram inúmeros criminosos", expressando a "raiva" e a "vergonha" da população francesa perante os atos de violência ocorridos à margem das manifestações de sábado.

"Todos nós sentimos esta noite raiva e vergonha", declarou o Presidente de França, apelando a que não se "confundam" os manifestantes com "reivindicações legítimas" com "aqueles que destruíram, partiram e saquearam".

Macron anunciou ainda que os deputados e as autoridades locais irão trabalhar, a partir desta semana, em soluções concretas para dar resposta ao mal-estar dos jovens.

"Não podemos pedir aos nossos jovens que acreditem no seu futuro sem (...) nos sentarmos à mesa", concluiu.


Leia Também: Macron pede ao governo que retire "lições". Tentaram "derrubar República"

Emmanuel Macron disse esperar "respostas claras", acrescentando que encarregou o ministro do Interior de esclarecer o ocorrido. No seguimento dos confrontos pelo país, o presidente de França prometeu responsabilizar quem "tentou derrubar a República".

Opresidente francês fez, este domingo, uma declaração ao país na qual pediu ao governo que retire "todas as lições" em "matéria de informações e antecipação" em relação aos atos de violência ocorridos no país - de modo a que estes "não possam voltar a repetir-se". Emmanuel Macron prometeu ainda responsabilizar quem "tentou derrubar a República".

"Espero respostas claras e será garantida toda a transparência", declarou Emmanuel Macron, acrescentando que encarregou o ministro do Interior de esclarecer o ocorrido...

Debate entre Lula da Silva e Flávio Bolsonaro marcado por ataques, acusações de corrupção e poucas propostas... Flávio Bolsonaro focou-se na segurança, enquanto Lula defendeu o seu legado. O debate, que durou cerca de duas horas, com três curtos intervalos foi o primeiro frente a frente entre os dois durante a campanha.

Por  SIC Notícias/Lusa   19/10/2026 

O debate entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro foi marcado por poucas propostas, sucessivas trocas de ataques pessoais e acusações de corrupção, com o senador a apostar na segurança e o Presidente brasileiro na defesa do legado.

Com os moderadores a intervirem pouco, os candidatos à Presidência do Brasil aproveitaram repetidamente as intervenções para se atacarem mutuamente e tentar ganhar vantagem para as eleições de domingo.

FULL DEBATE: 1st debate between Lula and Flávio Bolsonaro in the 2026 election  ©Rádio Bandeirantes

O debate, que durou cerca de duas horas, com três curtos intervalos, organizado pela televisão Bandeirantes (Band), foi o primeiro frente a frente entre os dois durante a campanha.

Uma das partes do debate contou com um confronto livre de meia hora, o que possibilitou ainda mais a troca de acusações.

"O Brasil vai-te aposentar", afirmou Flávio Bolsonaro, enquanto Lula acusou o adversário de estar "preparado para mentir".

"Não quero ficar perto de você. Quero distância de um miliciano", disse o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), numa acusação a Flávio Bolsonaro, quando o senador lhe pediu para se aproximar dele.

"Tenho de ter cuidado para a carteira não ser roubada", retorquiu Flávio Bolsonaro.

Porque é que 73% dos presidiários votaram em Lula da Silva? “Eu quero que votem 100%, até o teu pai”

Num outro momento, Flávio Bolsonaro, que procurou chamar para si a responsabilidade e a melhoria na segurança pública, questionou o porquê de 73% dos presidiários votaram em Lula da Silva.

Ao que o Presidente brasileiro respondeu: "Eu quero que votem 100%, até o teu pai. Seu pai pode votar em mim (...) Ele te conhece e ele sabe que eu sou melhor que você".

O pai de Flávio, Jair Bolsonaro, ex-Presidente brasileiro (2019-2023), foi condenado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Em paralelo à transmissão, as contas oficiais das duas candidaturas publicavam quase imediatamente excertos das intervenções, amplificando os ataques dos candidatos e respondendo às acusações dos adversários.

As acusações de corrupção incluíram referências mutuas ao caso Banco Master e um desafio de Lula para que ambos abrissem as contas bancárias e o sigilo telefónico, entregando os elementos aos presidentes do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral.

"Não tenho nada a esconder", respondeu Flávio Bolsonaro, antes de acusar Lula de ter dinheiro "por fora".

O senador invocou também os nomes que estavam na sala a assistir o debate, como o antigo juiz Sergio Moro e o antigo procurador Deltan Dallagnol, figuras da operação anticorrupção Lava Jato, ao atacar o adversário: "Quem te prendeu está aqui".

As relações da família Bolsonaro aos Estados Unidos

Na segurança pública, um dos temas em que mais insistiu, Flávio Bolsonaro prometeu declarar guerra ao "narcoterrorismo" e "recuperar cada metro" dos territórios controlados por organizações criminosas e instalar um milhão de câmaras.

"Quem vai andar com medo na rua são os marginais", afirmou, acusando Lula de estar preocupado com os "direitos dos bandidos".

Lula questionou a relação da família Bolsonaro com os Estados Unidos (EUA), acusando-a de estar "subordinada aos interesses [norte-]americanos", e destacou o valor estratégico das terras raras brasileiras.

"Têm pretensões de entregar isso para os Estados Unidos?", questionou Lula.

"Isso é uma mentira", respondeu Flávio Bolsonaro, que defendeu a deslocação aos EUA e defendeu ainda a adesão do Brasil ao Escudo das Américas, uma aliança liderada por Washington para combater o tráfico de droga e o crime organizado.

Houve também tempo para Lula da Silva atacar o rival associando-o aos presidentes da Argentina, Javier Milei, e dos EUA, Donald Trump, e o candidato da oposição respondeu associando o adversário ao chefe de Estado da Nicarágua, Daniel Ortega, e ao Presidente venezuelano Nicolás Maduro, capturado em janeiro por Washington.

Na 1.ª volta Bolsonaro obteve 47,03% dos votos contra 45,16% de Lula

Até nas considerações finais houve tensão, com Flávio Bolsonaro a ser advertido para não caminhar atrás de Lula enquanto o Presidente brasileiro discursava. Flávio também foi interrompido pelo barulho da plateia.

Lula agradeceu a mobilização nas ruas em defesa da democracia: "Obviamente que o meu adversário deve ter assustado, porque ele está vendo as ruas tomadas neste país".

O Presidente brasileiro defendeu o seu legado económico e disse que "o país está preparado para muito mais agora".

Flávio Bolsonaro prometeu trabalhar para aumentar o rendimento dos brasileiros através de um Ministério da Prosperidade e voltou a apostar na segurança pública: "Quem tem que andar com medo na rua são os marginais".

No final, os convidados do espaço VIP prolongaram o confronto com cânticos semelhantes aos de claques de futebol.

Na primeira volta, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula da Silva, uma vantagem de 2.224.965 votos, sendo que, desde a introdução do sistema de duas voltas nas presidenciais brasileiras, em 1989, nenhum candidato que terminou a primeira votação em segundo lugar conseguiu vencer a eleição.

PROTEÍNA EM PÓ: É seguro tomar proteína em pó todos os dias? Nutricionistas esclarecem... A proteína em pó tornou-se um ingrediente popular entre quem procura ganhar massa muscular, perder peso ou simplesmente reforçar a alimentação. Mas será que o consumo diário é seguro? Especialistas explicam quem pode beneficiar deste suplemento e alertam para os riscos de consumir proteína em excesso.

© Shutterstock   Por  noticiasaominuto.com   19/10/2026 

Nos últimos anos, uma das grandes tendências no que diz respeito à saúde e fitness tem sido o consumo de proteína em pó. São muitas as receitas que surgem nas redes sociais, como smoothies, bolos, iogurtes, entre tantas outras, com este ingrediente. 

Mas será que é seguro consumir proteína em pó todos os dias?

Especialistas responderam à questão em declarações ao website de Martha Stewart. 

O que é a proteína em pó?

A proteína em pó é um suplemento de origem animal, como o soro do leite, ou vegetal, como a soja ou a ervilha. Dependendo do produto, o pó também pode conter adoçantes, aromatizantes e outros aditivos. 

Quem deve consumir proteína em pó?

Nem toda a gente precisa de consumir proteína em pó, seja de forma diária, ou mesmo de forma geral. 

Isto depende das necessidades diárias de cada pessoa, conforme destaca a nutricionista Isabel Balady.

Assim, há um grupo para o qual o consumo é indicado, nomeadamente:

- Atletas ou pessoas que praticam treinos de resistência intensos;

- Idosos que tentam prevenir a perda de massa muscular;

- Vegetarianos ou vegan que precisam de proteína adicional;

- Pessoas em recuperação de doença, cirurgia ou lesão;

- Pessoas com rotinas agitadas que precisam de uma fonte de proteína prática;

- Indivíduos que tentam perder peso sem perder massa muscular. 

"Para adultos saudáveis ​​que consomem proteína suficiente proveniente de alimentos integrais, o suplemento de proteína em pó é opcional, e não necessário", destaca Balady.

É possível consumir proteína em pó em excesso?

Embora o suplemento de proteína em pó seja útil para suprir deficiências proteicas, é possível exagerar no consumo.

Isto poderá levar a efeitos secundários como: 

- Deficiências nutricionais: quando se consome mais proteína do que o corpo precisa, isto poderá substituir outros nutrientes importantes da dieta, afirma a nutricionista Kacie Vavrek. 

- Problemas digestivos: "Alguns suplementos em pó contêm lactose, ingredientes altamente processados ​​e/ou açúcar, que podem causar inchaço, gases ou diarreia", realça Balady. 

- Sobrecarga renal: Gnau explica que pessoas com doença renal aguda ou crónica devem evitar o consumo de grandes quantidades de proteína.

- Exposição a contaminantes: como os suplementos proteicos não são regulamentados como os alimentos, podem conter contaminantes como metais pesados. Essas substâncias não são encontradas em quantidades prejudiciais, mas o consumo regular ou excessivo desses suplementos pode levar a exposições perigosas.

- Aumento de peso: "Alguns suplementos de proteína em pó são ricos em calorias", afirma Balady. Portanto, podem contribuir para o aumento de peso indesejado se não levar em consideração as calorias.

Posso consumir proteína em pó todos os dias?

Para a maioria dos adultos saudáveis, o consumo diário de proteína em pó geralmente é seguro, desde que respeitado dentro dos limites recomendados, explica Balady. 

No entanto, o nível exato de segurança depende de vários fatores. Tal depende da pessoa, da sua alimentação e da qualidade da proteína adquirida. 

Zelensky acusa Trump de tentar forçar capitulação da Ucrânia... O Presidente da Ucrânia afirmou no domingo que "parece que" o seu homólogo norte-americano tenta forçar uma capitulação da Ucrânia perante a Rússia com medidas como o acordo para comprar gasóleo russo ou restrições à ajuda militar a Kiev.

© Lusa    19/10/2026 

O Presidente da Ucrânia afirmou no domingo que "parece que" o seu homólogo norte-americano tenta forçar uma capitulação da Ucrânia perante a Rússia com medidas como o acordo para comprar gasóleo russo ou restrições à ajuda militar a Kiev.

"Penso que foram dados passos no sentido de convencer a Ucrânia a capitular. Não estou a dizer que este seja o objetivo dos nossos aliados. Não quero pensar que os nossos aliados norte-americanos possam querer pôr fim ao conflito mais cedo à custa da Ucrânia. Mas é isso que parece", disse Volodymyr Zelensky, numa entrevista à agência de notícias Bloomberg publicada no domingo.

O Presidente ucraniano tem criticado, nos últimos dias, as limitações que o sistema de comunicação por satélite norte-americano Starlink parece ter para a sua utilização para fins militares em território russo, bem como o abrandamento dos envios de mísseis de interceção Patriot.

Na mesma entrevista, Zelensky afirmou que os Estados Unidos liderados pelo republicano Donald Trump enviam apenas 12 mísseis Patriot por mês para a Ucrânia, um quarto do que o anterior presidente, o democrata Joe Biden, enviava.

"Pagámos por essas armas", argumentou.

"Parte das entregas já está autorizada, mas o resto não, e não se trata de uma questão técnica", sublinhou.

Zelensky sugeriu a Washington que Kiev poderia deixar de atacar as refinarias russas, tal como pretendem os Estados Unidos, se acelerassem a entrega dos mísseis Patriot para proteger as infraestruturas ucranianas.

"Mas eles só querem que deixemos de atacar o gasóleo e, se atacarmos, cortam-nos o acesso a alguma coisa", afirmou o líder ucraniano.

O Presidente norte-americano defendeu no domingo a sua decisão de não aplicar novas sanções contra a Rússia, bem como o acordo entre Washington e Moscovo, anunciado dias antes, permitindo aos Estados Unidos importar petróleo russo.

Trump argumentou ainda que se assinasse neste momento a chamada Lei Graham, relativa a novas sanções contra a Rússia, faria com que a Rússia se retirasse das negociações.

E apontou outro argumento: "A Rússia está a fazer muito pouco para ajudar a República Islâmica do Irão comparado com o que poderia estar a fazer".

Por fim, insistiu no "grave dano" que os ataques ucranianos contra as refinarias russas estão na sua visão a causar, "também nos Estados Unidos".

Ainda na entrevista à Bloomberg, o líder ucraniano alertou que estes são "dias perigosos antes das eleições", referindo-se às eleições intercalares nos Estados Unidos, marcadas para 03 de novembro e nas quais os republicanos de Trump tentam manter o controlo do Congresso.

"Mas depois das eleições a vida continua e acredito que ficará mais tranquila", afirmou.


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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, de não querer pôr fim à guerra com a Rússia.

Opresidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou hoje o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, de "não querer pôr fim" à guerra com a Rússia, num contexto de recente aumento de tensões entre Washington e Kiev.

"Com todo o dinheiro que, como é bem sabido, a Europa lhe está a dar e que o 'retorcido' Joe Biden [ex-presidente dos Estados Unidos] lhe deu, ele não quer acabar esta guerra e provavelmente nunca quis", escreveu Trump na sua plataforma, a Truth Social...

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@realDonaldTrump

My decision on Russia is a very simple one. I am in the process of negotiating Peace in the war between Russia and Ukraine, and don’t want to do anything that will drive, foolishly, Russia away from the bargaining table. Great progress is being made, and that includes current hostage negotiations! Signing that document at this time will do that, and I can sign it later, or any time that I want! Perhaps more importantly, Russia is doing very little, if anything, to help the Islamic Republic of Iran, compared to what they could be doing, and I want to keep it that way, and will, unless stupid people get in the way. Lastly, Zelenskyy is using Diesel Refineries in Russia as a target, knowing that these attacks are seriously hurting the world diesel markets, including those in the United States. Farmers, ranchers, and businesses of all kinds are suffering greatly from this, but Russia is, nevertheless, sending, at a low price, millions of barrels of diesel to the World. Zelenskyy doesn’t care, and frankly, with all of the money that Europe is famously giving him, and that Crooked Joe Biden gave him in the past, he doesn’t want to end this war, and probably never did. He could have made a better deal two years ago than he can now. His country is in shambles, a large portion of his land is lost, his oceans and seas are gone, and his male population is low, wounded, and/or dead. I WANT THIS WAR END! Thank you for your attention to this matter. President DONALD J. TRUMP

Manifestantes em Lisboa mantêm protesto no Rossio... Apesar do apelo da polícia para desmobilização, manifestantes continuam no Rossio com tendas montadas, em protesto pelo direito à habitação em Lisboa.

© Lusa   19/10/2026 

Várias tendas continuavam montadas na praça D. Pedro IV, no Rossio, após as 00:30 e o apelo da polícia para a desmobilização dos manifestantes que participam na acampada pelo direito à habitação em Lisboa.

No local, a PSP falou com elementos da organização do movimento "Não dá mais? Então monta a tua tenda!", alegando que as reuniões e manifestações em lugares públicos não podem prolongar-se para além das 00:30 e que os manifestantes estavam a incorrer num crime de desobediência.

A PSP avisou os participantes concentrados no Rossio que "o acampamento não pode continuar" e que o direito de manifestação "será sempre assegurado", mas grande parte dos manifestantes optou por manter as tendas.

Por volta da meia-noite, o superintendente Silva Resende, do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, avisou os participantes da acampada na praça Dom Pedro IV, na Baixa de Lisboa, que tinham de retirar as tendas ali montadas desde sábado.

"Vamos ter que atuar, pode não ser hoje", afirmou o oficial ao organizadores da acampada, que argumentaram para que fosse respeitado o "direito democrático" de cada manifestante a estar no espaço público.

Segundo Silva Resende, "o direito de manifestação foi assegurado" e "será sempre assegurado", mas "a ocupação do espaço público tem regras" e "o acampamento não pode continuar".

"O acampamento vai ter de sair", reiterou o responsável da PSP, assegurando que a decisão "não é para estas pessoas, é para toda a gente" e que "pode não ser hoje, mas o acampamento não pode continuar".


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O movimento da acampada em Lisboa quer continuar a lutar contra a crise da habitação e fazer cair a nova lei do arrendamento, por aumentar a precarização de inquilinos e dificultar a vida dos jovens à procura de casa.

Omovimento da acampada em Lisboa quer continuar a lutar contra a crise da habitação e fazer cair a nova lei do arrendamento, por aumentar a precarização de inquilinos e dificultar a vida dos jovens à procura de casa.

"Estamos aqui fortes e com a ambição de continuar a nossa acampada. Até o Governo nos ouvir, até tomar efetivamente medidas que combatam a crise da habitação e não que coloque uma nova lei do arrendamento, que na verdade vem precarizar e dificultar ainda mais o acesso à habitação", afirmou João Veloso...

domingo, 18 de outubro de 2026

Novos episódios de violência e pilhagens em Paris, mobilizada polícia de choque... A polícia de choque está "posicionada na Praça da República", onde se verifica uma forte tensão, com confrontos entre centenas de pessoas e as forças de segurança. Um apelo que começou a circular nas redes sociais estará na origem destes protestos.

© Getty Images    Por SIC Notícias/LUSA  18/10/2026 

Novos episódios de violência e pilhagens foram registados hoje em Paris, onde a CRS 8, uma unidade especializada no combate à violência urbana, foi mobilizada pelo segundo dia consecutivo, segundo a prefeitura da polícia.

De acordo com a polícia local, esta unidade especializada está "posicionada na Praça da República", onde se verifica uma forte tensão, com confrontos entre centenas de pessoas e as forças de segurança.

Foram ainda registados novos saques na região, tendo como alvo, inclusive, uma loja de roupa, segundo imagens televisivas.

"Um apelo para uma manifestação não autorizada na Praça da República, para hoje às 14:00 (13:00 em Lisboa), circulou pelas redes sociais", informou a Prefeitura de Polícia de Paris (PP) à agência AFP.

Para evitar uma nova marcha não autorizada, depois de um sábado particularmente tenso, que resultou em 855 detenções na capital, as forças de segurança realizaram "ações de fiscalização" e montaram um "esquema de segurança", visando "intervir rapidamente, se necessário".

"Perante as primeiras tensões, as equipas" aproximaram-se "para dispersar [os manifestantes] e efetuar detenções", acrescentou a polícia local.

As forças de segurança chegaram a utilizar gás lacrimogéneo, segundo imagens televisivas, que mostravam a situação controlada por volta das 15:15 (14:15 em Lisboa).

No entanto, a tensão voltou pouco tempo depois. Segundo Ali, de 26 anos, circulam nas redes sociais apelos para que as pessoas "compareçam hoje e deem continuidade à mobilização de ontem [sábado] , com o objetivo de esgotar os polícias".

Em redor da estátua da República, os manifestantes exibiam - tal como no sábado - cartazes com reivindicações, como a frase: "Semeia a miséria, colhe a ira". Grupos de jovens, frequentemente vestidos de preto e alguns deles mascarados, manifestavam-se em redor da estátua, observou uma jornalista da AFP.

Foram lançados projeteis contra as forças de segurança, que responderam com granadas de efeito moral e bombas de gás lacrimogéneo antes de avançar.

"Foi imediatamente contida uma tentativa de montar uma barricada" e "as manifestações autorizadas decorrem em paralelo", explicou a Prefeitura de Polícia (PP).

Os bombeiros também intervieram para apagar focos de incêndio.

Os atos de violência registados nos protestos de sábado, em que terão participado 550.000 pessoas, segundo o Ministério do Interior, e mais de 800.000, nas contas dos organizadores, terão afetado 1.500 comerciantes e causado centenas de milhões de euros em prejuízos.

Até à manhã deste domingo, tinham sido detidas 1.800 pessoas em todo o país, na sequência dos atos de violência.

O Presidente francês, que publicou uma declaração para condenar a violência e garantir que os autores serão "perseguidos e punidos", vai hoje fazer uma declaração ao país, transmitida pela televisão, às 20:00 (19:00 em Lisboa).


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As autoridades francesas contabilizaram mais de 30.000 pessoas envolvidas em pilhagens durante os motins em Marselha, no sábado, em meio a protestos de descontentamento social em França.

As autoridades francesas contabilizaram mais de 30.000 pessoas envolvidas em pilhagens no auge dos motins na cidade de Marselha, no sábado, durante os protestos de descontentamento social que se sucedem em França.

Entre as pessoas que participaram nas pilhagens nas ruas de Marselha, no sul de França, havia oito mil "manifestantes violentos", informou a representação do Estado francês no departamento de Bouches-du-Rhône...

EUA consideram "irresponsáveis" acusações ucranianas sobre Starlink... O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, lamentou as "declarações irresponsáveis" do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que acusou Washington de estar por detrás do bloqueio da versão militar do Starlink na Ucrânia.

© Anna Moneymaker/Getty Images     Por  LUSA  18/10/2026 

O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, lamentou hoje as "declarações irresponsáveis" do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que acusara Washington de estar por detrás do bloqueio, na Ucrânia, da versão militar da rede de satélites Starlink.

"É irresponsável da parte do presidente Zelensky fazer tal acusação (...) O presidente Zelensky deveria ter muito cuidado antes de proferir este tipo de declarações que não correspondem à realidade", afirmou Bessent em declarações à NBC.

O presidente ucraniano disse hoje que os Estados Unidos da América (EUA) voltaram a partilhar informações com Kyiv ao fim de "três dias", agradecendo a Washington o fim do bloqueio, que dificultou a resposta da Ucrânia aos ataques russos.

Numa entrevista ao canal norte-americano NBC, Zelensky adiantou que a partilha de informações "esteve bloqueada durante algum tempo e, depois, foi desbloqueada pelo lado norte-americano", referiu.

"Estamos gratos por isso. Agora está a funcionar", afirmou, acrescentando que a ausência durou "três dias, durante os ataques balísticos" de Moscovo.

A Administração Trump e a Ucrânia viveram nos últimos dias um momento de grande tensão, com os ucranianos a denunciarem que os Estados Unidos limitaram a transmissão de informações de segurança, o que causou constrangimentos na utilização do sistema de satélites Starlink, propriedade do milionário Elon Musk, dono da SpaceX.

O presidente dos EUA acusou Kyiv de querer atingir as refinarias de petróleo russas e associou as ações ucranianas à subida dos preços dos combustíveis a nível mundial, agudizada com a guerra no Médio Oriente desencadeada com os ataques dos EUA e de Israel ao Irão.

Entretanto, o presidente da Ucrânia disse ter mantido hoje uma conversa telefónica com os enviados especiais norte-americanos Steve Witkoff e Jared Kushner.

"As nossas equipas mantêm um diálogo constante, estão em contacto todos os dias. É evidente que existem muitos desafios que nos dizem respeito a todos e que esta guerra tem de acabar. Estamos a fazer tudo o que está ao nosso alcance para o conseguir. Esforçamo-nos por garantir que a posição dos Estados Unidos se mantenha firme", afirmou Zelensky, citado pela AFP.

Numa mensagem separada, publicada nas redes sociais, precisou que Kyiv mantinha os seus parceiros "constantemente informados sobre a realidade no terreno, marcada por ataques russos que não conhecem tréguas, bem como sobre as questões relacionadas com a defesa aérea". "Neste ponto, muito depende precisamente da posição dos Estados Unidos", acrescentou

Padre morre atingido por cruz de madeira durante missa no Equador... Um padre morreu no Equador após ser atingido por uma cruz de madeira no altar enquanto celebrava a missa em Guayaquil. O acidente fatal ocorreu durante uma transmissão em direto nas redes sociais. A Arquidiocese local lamentou a morte e decorre a investigação às causas da queda.

© Reprodução/X   Por  Notícias ao Minuto  18/10/2026 

Um padre morreu após ser atingido por uma cruz de madeira enquanto rezava a missa na igreja de Guayaquil, no Equador, no sábado. A morte foi confirmada pela arquidiocese local, que indicou que o pároco "partiu para a Casa do Pai para desfrutar da sua presença e da sua glória".

O acidente aconteceu enquanto a celebração era transmitida ao vivo nas redes sociais do padre, identificado como Patricio Alfredo Sánchez Molinari.

Priest dies after being hit by cross during live mass in Ecuador    UOL

Nas imagens, disponíveis na galeria acima, é possível ver que a estrutura está atrás do altar quando se desprendeu e acabou por cair em cima do padre. Após o acidente, vários fiéis correram em seu auxílio.

"Informamos que o nosso querido Padre Patricio Alfredo Sánchez Molinari, que exercia a função de pároco da igreja Perpétuo Socorro, na Vigararia Centro, partiu para a Casa do Pai para desfrutar da sua presença e da sua glória. Dai-lhe, Senhor, o descanso eterno", lê-se num comunicado da Arquidiocese de Guayaquil.

"A Arquidiocese de Guayaquil une-se em oração pelo descanso eterno da sua alma e expressa a sua solidariedade, afeto e carinho à família redentorista, aos seus familiares e amigos", acrescentou. 

Até ao momento, não há uma explicação oficial sobre o motivo que levou à queda da cruz de madeira.


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Três pessoas morreram e outras três ficaram feridas em ataques ucranianos em território da província de Lugansk, sob controlo russo, informou o presidente da autoproclamada República Popular de Lugansk, Leonid Pasechnik.

Três pessoas morreram e outras três ficaram feridas em ataques ucranianos em território da província de Lugansk, sob controlo russo, informou o presidente da autoproclamada República Popular de Lugansk, Leonid Pasechnik.

"As Forças Armadas da Ucrânia continuam a atacar civis: três pessoas morreram e outras três ficaram feridas", informou Pasechnik nas redes sociais...