quarta-feira, 20 de maio de 2026
Declaração do Director Nacional da Polícia Judiciária da Guiné-Bissau sobre o desmantelamento de uma rede de tráfico de pessoas, hoje, nas zonas do Bairro Militar, onde se encontram 60 vítimas de diferentes nacionalidades e 6 suspeitos.
ESQUEMA DE CORRUPÇÃO NO INSS: DIRETORES DE SERVIÇO ACUSADOS FORMALMENTE PELO MINISTÉRIO PÚBLICO DE DESVIAR MILHÕES COM “PENSIONISTAS FANTASMAS”
Por Rádio Sol Mansi 20 05 2026
Esquema usava falha no sistema para criar beneficiários fictícios; arguidos entregavam apenas 40 mil FCFA às pessoas reais usadas no plano e retinham entre 481 mil e 1,08 milhão de francos por mês.
A Rádio Sol Mansi soube que Ministério Público acusou formalmente dois diretores de serviço do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) pela criação de um esquema de pensionistas fantasmas que permitiu o desvio de milhões de francos CFA dos cofres públicos. De acordo com a acusação, os arguidos introduziram pessoas fictícias no sistema, retiveram a maior parte dos valores e pagavam apenas uma quantia ínfima a pessoas reais para simular legitimidade.
Os arguidos são uma antiga diretora de serviço de atendimento e prestações e um antigo diretor de serviço de informática do INSS. A ambos são imputados cinco crimes de peculato e cinco crimes de falsificação qualificada, em co-autoria e com dolo.
De acordo com as informações apuradas pela Rádio Sol Mansi no despacho de acusação, os pensionistas fantasmas recebiam valores que variavam entre 521.917 e 1.129.667 francos CFA por mês. No entanto, os arguidos entregavam a cada um apenas 40 mil francos CFA, montante que servia apenas para simular um pagamento legítimo e evitar suspeitas. Isto significa que, por cada pensionista fictício, os arguidos retinham mensalmente entre 481.917 e 1.089.667 francos CFA.
Considerando os vários pensionistas fantasmas identificados todos eles pessoas reais que nunca trabalharam nem descontaram para a Segurança Social, o desvio mensal total pode ter atingido facilmente vários milhões de francos CFA.
Entre os beneficiários fictícios incluem-se um antigo motorista e guarda de familiares de uma das arguidas, bem como outros supostos familiares deste, todos abrangidos por pensões de velhice e de sobrevivência que somavam, em alguns casos, mais de 1,3 milhões de francos CFA mensais.
A alegada fraude começou a ser preparada em abril de 2025, quando a arguida responsável pelo atendimento foi alertada para a existência de um pensionista cujo processo não constava nos arquivos do INSS. Ao questionar o diretor de informática, este confirmou que tal situação era possível em casos de migração de dados. Ambos decidiram então testar a vulnerabilidade, introduzindo uma pensionista fictícia. O processo tramitou normalmente e foi enviado para pagamento. Com o sucesso do teste, passaram a incluir outros nomes.
Os arguidos encontram-se sob a medida de coação de prisão preventiva. As partes têm oito dias para se pronunciar. Caso não haja impugnação contraditória, o despacho tornar-se-á definitivo e o processo seguirá para julgamento em tribunal coletivo.
CAMPANHA NACIONAL DE RECENSEAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE SENHAS PARA MOSQUITEIROS IMPREGNADOS
Por Radio TV Bantaba
O Gabinete do Paciente informa que, de 23 a 31 de maio de 2026, decorrerá em todo o território nacional a campanha de identificação e distribuição gratuita de senhas aos chefes de família, no âmbito da campanha nacional de distribuição gratuita de mosquiteiros impregnados com inseticida.
Cada família receberá uma senha, que garantirá o levantamento do respetivo mosquiteiro.
⚠️ Importante: Caso esteja ausente durante o período da campanha, deixe um adulto responsável para informar o número exato de membros da família.
Ainda Gabinete pedi aos todos que partilhem esta informação, para que nenhuma família fique sem a sua senha.
✅ Proteja a sua família. ✅ Durma debaixo do mosquiteiro. ✅ Participe na luta contra o paludismo.
Primeiro-Ministro de Transição da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira Té, preside esta quarta-feira ao ato solene de celebração do 1º aniversário da Associação das Mulheres Aduaneiras da Guiné-Bissau, realizado nas instalações da Alfândega de Bissau.
terça-feira, 19 de maio de 2026
22 de Maio de 2026 - UCCLA vai acolher abertura da CPLP Fashion Week
A UCCLA vai acolher, no dia 22 de maio, a partir das 17h30, a cerimónia de abertura da 4.ª edição da CPLP Fashion Week, um evento internacional que cruza moda, cultura e negócios, promovendo a ligação entre os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. A edição deste ano decorre sob o tema “Raízes em Movimento”.
A sessão inaugural integra o CPLP Talks, um espaço de reflexão e partilha que valoriza a lusofonia através da moda, da cultura, da identidade e da representatividade. O encontro reunirá convidados de diversos países lusófonos para debater desafios, oportunidades e estratégias de afirmação no contexto internacional.
A moderação estará a cargo de Victor Hugo Mendes (Angola), comunicador, escritor e jornalista.
O programa organiza-se em dois painéis temáticos:
Painel I - Moda, Mercado e Internacionalização
• Roselyn Silva (São Tomé e Príncipe), CEO e fashion designer
• King Levi Dapper (Moçambique), CEO da Fancy Africa e da marca Xigubo
• Elizângela Sousa (Brasil), empresária e especialista em imagem pessoal
• Paulo Pascoal (Angola), ator, autor e curador
Painel II - Identidade, Inclusão e Representatividade
• Embaixadora Paula Leal da Silva (Portugal), Secretária-Geral Adjunta da UCCLA
• Henda Vieira Lopes (Angola), psicoterapeuta
• Ângela Almeida (Cabo Verde), comunicadora e representante da Associação Mundu Nôbu
• Solange Salvaterra Pinto (São Tomé e Príncipe), ativista social.
A iniciativa afirma-se como uma plataforma de diálogo e cooperação, reforçando o papel da moda enquanto veículo de expressão cultural e de aproximação entre os povos da CPLP.
A entrada é livre.
A CPLP Fashion Week contará com a seguinte programação:
22 de Maio - Brunch & Talk Show
UCCLA
Conversas inspiradoras, partilha de experiências e o início de uma grande celebração.
23 de Maio - Desfile Oficial + Exposição
Casino Estoril
O grande palco da moda lusófona, onde criatividade e sofisticação se encontram.
24 e 25 de Maio - Showroom | Workshop Profissional
Galeria Arte Livre
Formação, networking e liberdade criativa em movimento.
Com os melhores cumprimentos,

Anabela Carvalho
Assessora de Comunicação | anabela.carvalho@uccla.pt
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IPMA: Sismo de magnitude 2,8 registado a cerca de 45 km a sudoeste de Faro... O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) registou, na noite desta terça-feira, um sismo de magnitude 2,8 na escala de Richter, a cerca de 45 quilómetros a sudoeste de Faro, no Algarve.
© ShutterStock Por Notícias ao Minuto 19/05/2026
Um sismo de magnitude 2,8, na escala de Richter foi registado, na noite desta terça-feira, refere o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) em comunicado.
O abalo foi registado pelas 23h03 (hora local) "nas estações da Rede Sísmica do Continente", pode ler-se na nota do IPMA, que dá ainda conta de que "o epicentro localizou-se "a cerca de 45 km a sudoeste de Faro".
Teve uma profundidade de 20 quilómetros.
"Até à elaboração deste comunicado não foi recebida nenhuma informação confirmando que este sismo tenha sido sentido", acrescenta o instituto., que remete informação adicional, caso se justifique, para novos comunicados.
© IPMA
Recorde-se que segundo a escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequenos (2,0-2,9), pequenos (3,0-3,9), ligeiros (4,0-4,9), moderados (5,0-5,9), forte (6,0-6,9), grandes (7,0-7,9), importantes (8,0-8,9), excecionais (9,0-9,9) e extremos (quando superior a 10).
Leia Também: Taxa de pobreza diminuiu em Portugal, mas desigualdades persistem
A taxa de pobreza diminuiu para 15,4% segundo o relatório "Portugal, Balanço Social 2025". Mas apesar desta diminuição, os especialistas alertam que estas pessoas vivem em situação de grande privação material e social.
18 de maio de 2026 - Camões homenageado na Unesp
Camões homenageado na Unesp
No dia 18 de maio, a UCCLA teve a honra de ofertar à Faculdade de Ciências e Letras da Unesp, em Araraquara, São Paulo, o busto de Luís de Camões, no âmbito das comemorações dos 500 anos do nascimento do Poeta Maior, com o gentil patrocínio da Missão para as Comemorações do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões.
No seu discurso, a Secretária-Geral Adjunta da UCCLA, Embaixadora Paula Leal da Silva, salientou a relevância de Camões, enquanto símbolo da heterogeneidade e unicidade da língua portuguesa, ligando entre si nações, cidades e sociedades civis.
Numa data em que a também prestigiada universidade festeja o seu cinquentenário, a UCCLA, em parceria com a Associação Portugal Brasil 200 anos, congratulou-se com o significado profundo da presente cerimónia, numa faculdade de grande prestígio, cujo mentor foi o grande escritor e pensador Jorge de Sena, bem como Adolfo Casal Monteiro.
Decorreu, também, uma mesa-redonda em homenagem aos professores de Literatura Portuguesa e à Faculdade de Ciências e Letras - FCLAr, em celebração do V centenário do nascimento der Luís Vaz de Camões.
De destacar que o busto, esculpido em bronze e da autoria de Diogo Munõz, foi concebido para refletir a importância de Camões como exponente máximo da literatura portuguesa e da lusofonia.
Com os melhores cumprimentos,

Anabela Carvalho
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ESTADO ISLÂMICO: Operação militar mata mais de 170 membros do Estado Islâmico na Nigéria... Uma operação militar conjunta da Nigéria e dos Estados Unidos matou pelo menos 175 combatentes do grupo Estado Islâmico (EI) nos últimos dias no nordeste nigeriano, anunciou hoje o exército do país africano.
© Lusa 19/05/2026
"Cento e setenta e cinco militantes do Estado Islâmico foram eliminados no campo de batalha", indicou, em comunicado, o porta-voz do exército, Samaila Uba.
Os ataques conjuntos, precisou, "permitiram a destruição de postos de controlo do Estado Islâmico, esconderijos de armas, centros logísticos, equipamento militar e redes financeiras utilizadas para apoiar operações terroristas".
Desde 2009, uma insurgência 'jihadista' conduzida pelo Boko Haram e, posteriormente, pelo seu rival, o grupo Estado Islâmico na África Ocidental (Iswap), provocou mais de 40 mil mortos e dois milhões de deslocados no nordeste do país mais populoso de África, segundo a ONU.
No sábado, o líder 'jihadista' Abou Bilal al-Minuki, apresentado por Samaila Uba como "um dos agentes mais importantes do EI no mundo", foi morto numa aldeia isolada do nordeste durante uma operação dos dois países.
"Al-Minuki desempenhava um papel central nas operações externas, coordenando o financiamento do terrorismo, o recrutamento, a logística e o planeamento de ataques contra nigerianos e civis inocentes em todo o mundo", explicou o porta-voz, acrescentando que "a sua morte perturba gravemente o comando do Estado Islâmico, a coordenação operacional e as redes de ataques externos".
Após o anúncio da morte de Al-Minuki, o Presidente nigeriano, Bola Tinubu, agradeceu ao seu homólogo norte-americano, Donald Trump, pelo seu "apoio inabalável", afirmando esperar "com expectativa ataques mais decisivos contra todos os enclaves terroristas em todo o país".
O Comando dos Estados Unidos para África confirmou os ataques, afirmando que nenhum militar norte-americano ou nigeriano ficou ferido.
Em fevereiro, os Estados Unidos enviaram tropas para a Nigéria numa missão considerada sobretudo de aconselhamento e treino, mas a operação conjunta dos últimos dias sinaliza um envolvimento norte-americano mais ativo.
Guerra na Ucrânia está a tornar-se mais letal a cada dia, alerta ONU... A guerra na Ucrânia está a tornar-se mais letal a cada dia que passa, alertou hoje a ONU, numa reunião do Conselho de Segurança em que vários países europeus reafirmaram o apoio a Kyiv.
© Valeriia Yemets/Suspilne Ukraine/JSC "UA:PBC"/Global Images Ukraine via Getty Images Por LUSA 19/05/2026
"Já no quinto ano, a guerra na Ucrânia está a tornar-se mais mortífera a cada dia que passa", disse Kayoko Gotoh, representante dos Departamentos de Assuntos Políticos e de Consolidação da Paz e de Operações de Paz da ONU
Entre 13 e 14 de maio, a Rússia terá lançado mais de 1.500 drones e dezenas de mísseis contra cidades ucranianas. No último dia, um desses mísseis destruiu um edifício de nove andares em Kyiv e matou 24 pessoas e pelo menos 48 ficaram feridas.
"Estes ataques em grande escala continuam diariamente", relatou Kayoko Gotoh, referindo que pelo menos 238 civis foram mortos e 1.404 ficaram feridos na Ucrânia só em abril passado.
"Este é o maior número mensal de vítimas civis registado desde julho de 2025", frisou, acrescentando: "Isto também reflete um padrão contínuo de crescente violência contra civis".
A ONU também salientou, que dentro da Rússia, os ataques ucranianos levaram a um aumento de vítimas civis e a danos em infraestruturas civis, incluindo edifícios residenciais.
"Condenamos veementemente todos os ataques contra civis e infraestruturas civis, onde quer que ocorram", afirmou Kayoko Gotoh.
Na mesma reunião, a diretora da divisão de Resposta a Crises do Gabinete para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) assinalou que os trabalhadores humanitários na Ucrânia, "claramente identificados como pertencentes às Nações Unidas", foram alvo de repetidos ataques na semana passada.
"Estes incidentes descarados não são isolados", sublinhou Edem Wosornu, destacando que tais ataques podem constituir crimes de guerra.
Face aos ataques cada vez mais letais da Rússia na Ucrânia, os membros europeus do Conselho de Segurança insistiram na continuidade do apoio a Kyiv.
O embaixador James Kariuki, do Reino Unido, repetiu os apelos do secretário-geral da ONU, António Guterres, para um cessar-fogo abrangente e uma paz justa e duradoura na Ucrânia.
"Mas a paz começa com a verdade: esta guerra pode terminar no momento em que a Rússia parar a invasão", afirmou.
Disse ainda que Moscovo está a perder mais soldados do que a recrutar e levará décadas para alcançar os objetivos de guerra ao ritmo a que está a conquistar território.
Assim, o Presidente da Federação Russa está "desesperado para convencer de que a vitória russa é inevitável" e o apoio uma "causa perdida", declarou.
No entanto, o diplomata britânico sublinhou: "O apoio da Europa veio para ficar".
O embaixador francês, Jérôme Bonnafont, observou que a recente trégua da Páscoa foi quebrada por "bombardeamentos maciços" russos contra a Ucrânia, "apesar da mão estendida do Presidente ucraniano, que tinha proposto tornar permanente a cessação das hostilidades".
O francês salientou que, depois de mais de quatro anos de guerra de alta intensidade, o Conselho "não pode resignar-se a aceitar cessar-fogos temporários utilizados pela Rússia de acordo com a sua conveniência, antes de retomar, como bem entender, a guerra de agressão contra a Ucrânia".
Fazendo um apelo por um cessar-fogo abrangente e imeadiato, a diplomata norte-americana Tammy Bruce sublinhou que o crescente custo económico e humano desta guerra "é inaceitável".
A diplomata instou Moscovo a permitir o acesso dos trabalhadores humanitários às áreas sob controlo russo e a devolver todas as crianças ucranianas que foram deportadas ilegalmente para a Rússia, bem como as que foram transferidas à força dentro do território ocupado.
"Não são pedidos absurdos ou inéditos; são um reflexo da decência humana básica e um passo em direção à paz duradoura que todos procuramos", apontou.
Por sua vez, o embaixador russo junto da ONU, Vasily Nebenzya, disse não ver qualquer sinal de que Kyiv "esteja pronto para avançar substancialmente na questão da resolução do conflito".
Nebenzya defendeu o Presidente ucraniano devia emitir uma ordem de cessar-fogo, retirar as Forças Armadas da Ucrânia das "regiões russas, incluindo o Donbass", e proceder à discussão dos parâmetros concretos de uma "paz genuinamente abrangente, justa e sustentável".
"E, até que isso se concretize, os objetivos da operação militar especial serão alcançados pelas Forças Armadas da Federação Russa", insistiu.
Já o embaixador ucraniano, Andrii Melnykm, apelou a todos os Estados-membros para que reforcem as sanções contra Moscovo e impeçam o fornecimento de componentes para a máquina de guerra russa.
Leia Também: Rússia ameaça Letónia com retaliação caso permita lançamento de drones
O embaixador russo na ONU afirmou hoje que Moscovo tem informações de que Kyiv planeia lançar drones militares a partir da Letónia e outros países bálticos, alertando que a adesão à NATO não protegerá essas nações de represálias.
Líder supremo do Irão insta população a ter mais filhos... O líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, que não aparece em público desde a sua nomeação em março, apelou hoje aos iranianos para aumentarem a taxa de natalidade para o bem do país.
© Majid Saeedi/Getty Images Por LUSA 19/05/2026
"Ao procurar seriamente a política de crescimento populacional adequada e necessária, a grande nação do Irão poderá desempenhar um papel importante e alcançar avanços estratégicos no futuro", pode ler-se, em excertos de uma carta publicada na rede social X.
O líder respondeu desta forma a uma carta conjunta de grupos da sociedade civil que trabalham com questões demográficas.
"Esperamos que os seus esforços dedicados (...) conduzam a resultados frutíferos, se Deus quiser", acrescentou, de acordo com uma versão mais longa do seu texto transmitida pela emissora estatal Irib.
O líder supremo, que terá sido ferido nos ataques aéreos do primeiro dia da guerra no Médio Oriente que mataram o seu pai e antecessor, Ali Khamenei, emitiu apenas declarações escritas desde a sua nomeação.
O Irão, com uma população de aproximadamente 92 milhões de habitantes, é o 17.º país mais populoso do mundo.
No entanto, a taxa de fertilidade das mulheres iranianas desceu drasticamente nas últimas décadas, passando de 6,5 em 1979, ano da Revolução Islâmica, para apenas 1,7 em 2024, segundo dados do Banco Mundial.
Em 2020, um responsável da saúde iraniana afirmou que os hospitais e clínicas públicas tinham interrompido a realização de vasectomias e a distribuição de contracetivos, numa tentativa de aumentar a taxa de natalidade.
Apesar dos danos infligidos no seu território pelos recentes ataques dos EUA e de Israel, Teerão acredita ter saído reforçada da guerra, principalmente por continuar a controlar o estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica para o comércio global de hidrocarbonetos.
As negociações entre Washington e Teerão para tentar travar a guerra iniciada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel permanecem bloqueadas há várias semanas.
O principal ponto de discórdia continua a ser o programa nuclear iraniano, com o Governo norte-americano a exigir restrições ao enriquecimento de urânio por parte de Teerão.
A República Islâmica rejeitou repetidamente as condições impostas pelos Estados Unidos e apresentou na segunda-feira uma contraproposta através de mediadores paquistaneses, embora o conteúdo da proposta permaneça desconhecido.
Leia Também: Hezbollah relata confrontos com soldados israelitas no sul do Líbano
O Hezbollah reportou hoje confrontos entre os seus combatentes e soldados israelitas no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo na guerra entre o movimento xiita pró-Irão e Israel.
ACIDENTE RODOVIÁRIO EM MANSOA FAZ 14 FERIDOS, TRÊS EM ESTADO GRAVE
Por Rádio Sol Mansi
Pelo menos 14 pessoas ficaram feridas, entre elas três em estado grave, na sequência de um acidente de viação ocorrido esta terça-feira na estrada que liga Tchalana 8a Jugudul, no setor de Mansoa, região de Oio.
Os feridos foram transportados para o Hospital Regional de Oio, sediado em Mansoa, onde receberam os primeiros cuidados médicos.
Em declarações à Rádio Sol Mansi, a médica de serviço na urgência do hospital, Djamilato Baldé, explicou que alguns pacientes apresentavam ferimentos graves.
Entre os casos mais preocupantes está um dos condutores envolvidos no acidente, que sofreu fraturas nas tíbias e em duas costelas.
Segundo a profissional de saúde, alguns dos sinistrados, que apresentavam apenas lesões ligeiras, já receberam alta médica.
De acordo com o relato de um dos condutores, que seguia de Bissau para Bafatá, o acidente aconteceu quando o outro veículo tentou desviar-se de um reboque parado na estrada, invadindo a faixa contrária, o que resultou numa colisão frontal.
Por sua vez, na mesma entrevista à Rádio Sol Mansi, o outro condutor que fazia o trajeto Bafatá - Bissau afirmou que, ao tentar ultrapassar o reboque, o outro veículo vinha em velocidade elevada. Disse ainda que o colega travou bruscamente, perdeu o controlo da viatura e acabou por provocar o embate.
Os feridos em estado mais crítico foram posteriormente evacuados para o Hospital Nacional Hospital Nacional Simão Mendes, em Bissau, para tratamento especializado.
Irão: Trump dá a Teerão prazo de poucos dias para fechar acordo nuclear... O presidente norte-americano, Donald Trump, deu hoje um ultimato ao Irão para concluir um acordo nuclear "nos próximos dias", avisando que os Estados Unidos estão preparados para lançar um ataque militar em grande escala caso as negociações falhem.
© Eric Lee/Bloomberg via Getty Images Por LUSA 19/05/2026
"Estou a dizer dois ou três dias. Talvez sexta-feira, sábado, domingo. Algo talvez no início da próxima semana. Um prazo limitado", declarou Trump aos jornalistas durante uma visita ao estaleiro de construção do novo salão de baile da Casa Branca.
Segundo o chefe de Estado norte-americano, Washington esteve prestes a retomar a ofensiva militar contra a República Islâmica na segunda-feira, mas decidiu adiar a operação após pedidos de vários aliados árabes do Golfo, incluindo a Arábia Saudita e o Qatar, para dar espaço a esforços diplomáticos.
Trump afirmou que esteve "a uma hora" de ordenar o reinício dos ataques contra o Irão, o que teria posto fim ao cessar-fogo em vigor desde abril.
"Não podemos permitir que eles obtenham uma arma nuclear. Se tivessem uma arma nuclear, destruiriam rapidamente Israel e atacariam a Arábia Saudita, o Kuwait, os Emirados Árabes Unidos, o Qatar e todo o Médio Oriente. Seria um holocausto nuclear", considerou.
Na segunda-feira, Trump anunciou que ordenou às Forças Armadas norte-americanas que se preparassem para desencadear um "ataque em grande escala" contra o Irão a qualquer momento caso o processo negocial entre em colapso.
No mesmo dia, tinha comentado que havia desenvolvimentos "muito positivos" nas negociações com o Irão, sublinhando que os aliados no Médio Oriente lhe disseram que estavam "muito perto de chegar a um acordo" que impediria o Irão de adquirir armas nucleares.
As negociações entre Washington e Teerão para tentar travar a guerra iniciada a 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel permanecem bloqueadas há várias semanas.
O principal ponto de discórdia continua a ser o programa nuclear iraniano, com o Governo norte-americano a exigir restrições ao enriquecimento de urânio por parte de Teerão.
A República Islâmica rejeitou repetidamente as condições impostas pelos Estados Unidos e apresentou na segunda-feira uma contraproposta através de mediadores paquistaneses, embora o conteúdo da proposta permaneça desconhecido.
Entretanto, o bloqueio do estreito de Ormuz continua a alimentar receios de perturbações graves no comércio global de petróleo e de um agravamento da instabilidade económica internacional.
Leia Também: Vladimir Putin chega a Pequim para reunir com Xi Jinping. As imagens
O presidente russo, Vladimir Putin, chegou hoje à China, onde irá reunir-se com o homólogo chinês, Xi Jinping, com o objetivo de demonstrar relações inabaláveis entre os dois países.
Relatório da ONU pressiona Hamas a desarmar-se para salvar trégua... O organismo internacional que supervisiona o cessar-fogo em Gaza deverá pedir ao Conselho de Segurança da ONU que pressione o desarmamento do Hamas, alegando que esse continua a ser o principal obstáculo a uma trégua no enclave.
© Shutterstock Por LUSA 19/05/2026
Segundo um relatório que deverá ser discutido na quinta-feira pelo Conselho de Segurança, o Conselho da Paz --- criado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump --- considera que "a recusa do Hamas em aceitar o desarmamento verificado" está a bloquear os avanços no acordo.
"Nesta fase, o principal obstáculo à plena implementação continua a ser a recusa do Hamas em aceitar o desarmamento verificado, renunciar ao controlo coercivo e permitir uma transição civil genuína em Gaza", refere o documento.
O plano de cessar-fogo patrocinado por Trump prevê, entre outras medidas, a entrega das armas pelo movimento islamita palestiniano, a destruição da rede de túneis do grupo, a retirada das forças israelitas de Gaza, a instalação de uma administração tecnocrática palestiniana e o destacamento de uma força internacional de segurança.
O chefe do Conselho da Paz e antigo enviado da ONU para o Médio Oriente, Nickolay Mladenov, reconheceu na semana passada que o cessar-fogo permanece praticamente paralisado desde a sua entrada em vigor, em outubro.
"A reconstrução não pode começar onde as armas não foram depostas", sublinha o relatório, acrescentando que o desarmamento do Hamas constitui "a variável crítica" para desbloquear todos os restantes pontos do acordo.
O documento apela ainda ao Conselho de Segurança para reiterar "de forma clara e consistente" que o desarmamento em Gaza é essencial não apenas para a reconstrução, mas também para uma eventual retirada israelita e para a criação de um caminho "credível" rumo à autodeterminação palestiniana.
O Hamas rejeitou o relatório e acusou-o de conter "falácias" e de tentar "sabotar" o cessar-fogo.
Em comunicado, o movimento islamita afirmou que o documento ignora "o incumprimento da maioria dos compromissos" por parte de Israel, incluindo as restrições à entrada de ajuda humanitária e materiais de reconstrução no território palestiniano.
O Hamas acusou ainda Israel de continuar a expandir o controlo militar sobre Gaza, alegando que as forças israelitas controlam atualmente cerca de 60% do enclave, apesar da trégua em vigor.
O relatório refere igualmente violações quase diárias do cessar-fogo decretado em outubro passado, incluindo ataques aéreos israelitas, mortos civis e limitações persistentes ao acesso humanitário.
Segundo o documento, a maioria dos cerca de dois milhões de habitantes de Gaza continua a viver em campos de tendas, sem acesso adequado a serviços básicos.
Leia Também: Irão condena morte de chefe militar do Hamas por Israel
O Irão condenou hoje a morte do comandante do braço armado do Hamas em Gaza, Ezzedine al-Haddad, às mãos de Israel, classificando-a como "ato terrorista" e denunciando que os Estados Unidos são "cúmplices de todos estes crimes".
Ministro israelita manda demolir aldeia icónica na Cisjordânia... O ministro ultranacionalista israelita Bezalel Smotrich mandou hoje evacuar e demolir uma aldeia icónica na Cisjordânia em resposta a um mandado de detenção que terá sido pedido contra si ao Tribunal Penal Internacional (TPI).
© Erik Marmor/Getty Images Por LUSA 19/05/2026
Smotrich, ministro das Finanças, anunciou a ordem de demolição em direto nas redes sociais após revelar que foi informado na segunda-feira da decisão do gabinete do procurador do TPI de apresentar um pedido para ser detido.
O político ultranacionalista descreveu o TPI como o "tribunal antissemita de Haia", de acordo com a agência de notícias espanhola EFE.
O jornal israelita Haaretz, que noticiou o pedido de detenção de Smotrich no domingo, referiu que a medida se baseia em crimes de guerra e contra a humanidade no território palestiniano da Cisjordânia, ocupado por Israel.
Os mandados de detenção do TPI só são tornados públicos depois de o tribunal aceitar a proposta do gabinete do procurador.
"Emitir um mandado de detenção contra o primeiro-ministro é uma declaração de guerra. Emitir um mandado de detenção contra o ministro da Defesa e o ministro das Finanças é uma declaração de guerra", afirmou Smotrich.
O ministro referia-se às ordens de detenção do TPI contra Benjamin Netanyahu e contra o ex-ministro Yoav Gallant por crimes de guerra em Gaza e na Cisjordânia.
"E perante uma declaração de guerra, contra-atacaremos (...), assinaremos uma ordem para evacuar Khan al-Ahmar", acrescentou, aludindo à aldeia situada a leste de Jerusalém.
Após o discurso, a organização de direitos humanos israelita B'Tselem divulgou a ordem assinada pelo ministro, na qual Smotrich pede que se "realizem todos os preparativos necessários" para a evacuação de Khan al-Ahmar.
A aldeia beduína de cerca de 200 pessoas, situada junto ao colonato judaico de Kfar Adumim, representa um símbolo internacional contra a expropriação a que Israel submete os palestinianos, sobretudo na Área C da Cisjordânia.
A Área C corresponde a 60% do território que permanece sob controlo total israelita após os Acordos de Oslo.
Em maio de 2018, o Supremo Tribunal israelita já tinha ratificado que todas as construções da aldeia eram ilegais, argumentando que foram erguidas sem a necessária licença de construção israelita.
Dez dias após essa decisão, as autoridades israelitas aprovaram a construção de 92 novas unidades de habitação e de uma instituição educativa no colonato de Kfar Adumim.
Até ao momento, a pressão internacional, bem como as visitas de apoio efetuadas no passado por embaixadores, políticos e representantes da União Europeia, tinham travado o desalojamento forçado.
"A expulsão de Khan al-Ahmar faz parte de um plano governamental mais amplo para assumir o controlo de toda a zona central da Cisjordânia", denunciou, em comunicado, a organização não-governamental Peace Now, que monitoriza a expansão dos colonatos judaicos.
O plano visa "construir na [área] E1 e expulsar todas as comunidades palestinianas da região", acrescentou.
EAU afirmam que drones que visaram central nuclear partiram do Iraque... Os Emirados Árabes Unidos declararam hoje que os drones que visaram uma instalação nuclear no domingo partiram do Iraque, onde grupos apoiados pelo Irão têm dirigido ataques contra países vizinhos desde o início da guerra no Golfo.
© Getty Images Por LUSA 19/05/2026
"No âmbito da investigação em curso sobre o ataque flagrante à instalação nuclear de Barakah, em 17 de maio de 2026, a monitorização e o rastreio técnico confirmaram que os três drones (...) partiram de território iraquiano", afirmou o Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos em comunicado.
Desde domingo, as autoridades dos Emirados detetaram seis drones que "tentaram atacar áreas civis e vitais do país", segundo o Ministério da Defesa, e, após investigações, concluiu-se que "todos tiveram origem em território iraquiano", sem apontar nenhum grupo específico.
Nenhum grupo reivindicou a autoria dos ataques, que não provocaram vítimas nem causaram danos significativos à segurança das instalações visadas, segundo o comunicado.
Milícias xiitas apoiadas por Teerão lançaram repetidos ataques com drones contra os estados árabes do Golfo desde o começo, em 28 de fevereiro, da ofensiva dos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica.
Não houve registo de feridos ou fuga radiológica em Barakah após o ataque, que, segundo as autoridades dos Emirados, atingiu um gerador elétrico fora do perímetro interior das instalações, sem causar problemas de segurança.
Os Emirados Árabes Unidos, que albergam defesas aéreas e pessoal de Israel, acusaram recentemente o Irão de lançar ataques com drones e mísseis após o cessar-fogo acordado por Washington e Teerão, em vigor desde 08 de abril.
O porta-voz do Governo iraquiano, Bassem al-Awadi, sem abordar as conclusões do Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos, emitiu hoje um comunicado a expressar "forte condenação" dos recentes ataques com drones contra os Emirados Árabes Unidos.
"Destacamos também a importância de uma cooperação regional e internacional eficaz para evitar qualquer escalada ou dano à estabilidade da região, ou qualquer ataque à segurança e soberania das nações irmãs e amigas", sustentou o executivo de Bagdad, que se opõe "categoricamente ao uso do seu território, espaço aéreo e águas territoriais para lançar ataques contra países vizinhos".
A central nuclear de Barakah, avaliada em 20 mil milhões de dólares (17,2 mil milhões de euros), foi construída pelos Emirados Árabes Unidos com apoio da Coreia do Sul e entrou em funcionamento em 2020.
É a única central nuclear do mundo árabe e pode satisfazer um quarto das necessidades energéticas do país.
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Os Emirados Árabes Unidos (EAU) consideraram hoje que o ataque com drones registado no domingo nas imediações da central nuclear de Barakah, em Abu Dhabi, foi um "ato terrorista" contra um "projeto pacífico".
Búfalo "Donald Trump" pesa 700 kg e é sensação no Bangladesh. As imagens... Um búfalo albino está fazer sucesso no Bangladesh e está a tornar-se uma celebridade na internet. A família do dono da quinta, onde está o animal, decidiu chamar-lhe "Donald Trump", um nome que os moradores locais admitem assentar bem, uma vez que dizem haver parecenças entre o búfalo e o presidente norte-americano.
© Syed Mahamudur Rahman/Nur Photo via Getty Images Por Notícias ao Minuto 19/05/2026
Um búfalo albino está fazer sucesso no Bangladesh e está a tornar-se uma celebridade na internet. Aliás, a família do dono da quinta, onde está o animal, decidiu chamar-lhe "Donald Trump", um nome que os moradores locais admitem assentar bem.
O búfalo recebeu o nome do republicano porque os moradores locais consideram que o animal é "exatamente" parecido com Donald Trump. Desde então, o mamífero, que pesa cerca de 700 quilos, tem atraído multidões em Narayanganj, na véspera das celebrações do Eid al-Adha (Festa do Sacrífico, em tradução livre).
De acordo com o The Business Standard, o búfalo "Donald Trump" viralizou nas redes sociais devido ao seu pelo dourado, tendo sido por isso descrita a semelhança com o presidente norte-americano.
O dono da quinta onde está o animal, Ziauddin Mridham, explicou que o nome do búfalo começou por ser uma brincadeira da família: "O meu irmão mais nova batizou-o de Donald Trump, em tom de brincadeira, depois de ver o pelo na cabeça dele".
"É um animal calmo por natureza. Normalmente, os búfalos albinos são pacíficos e não se tornam agressivos a menos que sejam provocados", continuou.
Apesar de ser uma atração, Mridham revelou que o animal já foi vendido. No entanto, muitos curiosos continuam a deslocar-se até à quinta para conhecerem o búfalo e, grande parte, concorda que é o nome "Donald Trump" é indicado.
"Quando vi as fotos dele no Facebook, achei que era a cara do Donald Trump. A estrutura facial e até o penteado são iguais aos de Trump", disse uma mulher ao jornal Prothom Alo, acrescentando que o animal parecia muito mais "calmo e educado" que o presidente dos Estados Unidos.
Um outro visitante concordou com as semelhanças entre o búfalo e o republicano, dizendo que, "realmente, são parecidos", enquanto uma outra visitante disse ter achado exagerada a comparação. Mas, quando viu o búfalo pessoalmente, acabou por concordar com as restantes opiniões.
Ziauddin Mridham, dono da quinta onde está o animal, indicou que búfalos albinos são considerados raros no sul da Ásia. No entanto, são conhecidos pelo temperamento dócil.
Mas não há só o búfalo "Donald Trump" na quinta de Mridham. Segundo o India Times, existem um outro búfalo com um nome bem conhecido... Benjamin Netanyahu.
E, ao contrário do búfalo "Donald Trump", o búfalo "Benjamim Netanyahu" é descrito como energético, traquina e difícil, sendo conhecido por bufar alto e, de vez em quando, atacar os seus tratadores.
Os dois animais tornaram-se sensações na internet e a quinta onde vivem transformou-se num centro de atração para os mais curiosos.
Hungria admite pela primeira vez retirar veto à adesão de Kyiv à UE... O primeiro-ministro da Hungria, Péter Magyar, admitiu pela primeira vez levantar o veto de Budapeste à adesão da Ucrânia à União Europeia (UE), caso Kyiv adote medidas para respeitar uma minoria húngara.
© Lusa 19/05/2026
Em conferência de imprensa, o novo primeiro-ministro afirmou que foi contactado por telefone pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa, a quem informou que o Governo húngaro "começou consultas com o lado ucraniano a nível técnico de forma a reconquistar direitos culturais, educacionais e linguísticos da minoria húngara na Transcarpátia".
"Os 11 pontos que pedimos que sejam aceites são conhecidos por Bruxelas e pelo lado ucraniano. Não pedimos nada além do que qualquer minoria na Europa merece", comentou o primeiro-ministro conservador, numa declaração transmitida pela Euronews.
"Este é um pré-requisito para o possível contributo, em junho, para a abertura do primeiro capítulo de adesão" de Kiev à União Europeia, adiantou.
Esta é a primeira vez que Budapeste admite aceitar a adesão da Ucrânia, um cenário rejeitado pelo anterior governo húngaro, liderado pelo ultranacionalista Viktor Orbán, derrotado por Magyar nas eleições legislativas de abril, após 16 anos consecutivos no poder.
Após as eleições, Péter Magyar também mostrou resistência à adesão de Kiev aos 27, afirmando ser contra uma entrada rápida e por se tratar de um país em guerra.
No sudoeste da Ucrânia, a Transcarpátia acolhe uma importante minoria húngara, estimada em cerca de 100 mil pessoas, e que tem sido por vezes motivo de tensão, com a Hungria a acusar o Governo de Kiev de desrespeitar os direitos desta população.
Segundo a Euronews, o governo de Viktor Orbán, considerado pró-Moscovo, criou um plano de 11 pontos com o objetivo de restaurar os direitos da comunidade húngara na Ucrânia.
No final de abril, Magyar anunciou a intenção de se reunir com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, no início de junho, para "ajudar a situação dos húngaros na Transcarpátia", propondo "um local simbólico" para o encontro, a cidade de Berehove, na Ucrânia, onde a maioria da população é húngara.
De acordo com a Euronews, a União Europeia exigiu que Kiev aplique um ambicioso plano de ação para as minorias, abrangendo húngaros, mas também romenos, polacos e búlgaros.
O Presidente ucraniano já afirmou que Kiev está a "trabalhar em todas as questões" ligadas à minoria étnica húngara, enquanto o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andrii Sybiha, afirmou disponibilidade parta dialogar com Budapeste sobre todas as questões, "com o objetivo de restaurar a confiança e as relações de boa vizinhança".
POPULAÇÃO COBRA UMA MAIOR SENSIBILIZAÇÃO, ANTES DO INÍCIO DO RECENSEAMENTO
Por Rádio Sol Mansi 19/05/2026
A população guineense exige que o Instituto Nacional de Estatística intensifique as ações de sensibilização, de forma a esclarecer a finalidade do Recenseamento Geral da População e Habitação, cujo início está previsto para o próximo dia 1 de junho.
A exigência foi feita esta terça-feira, através de uma reportagem realizada pela Rádio Sol Mansi em diferentes ruas da capital Bissau, com o objetivo de perceber se os cidadãos possuem conhecimentos básicos sobre o processo de recenseamento.
Durante a reportagem, vários entrevistados demonstraram falta de conhecimento sobre a iniciativa, enquanto outros afirmaram ter entendido que se tratava de mais um recenseamento eleitoral para futuras eleições. Outros tiveram uma real informação sobre o processo.
Perante a falta de informação, os cidadãos apelam aos responsáveis pelo processo para reforçarem as ações de sensibilização junto da população, sobretudo nas escolas, instituições públicas e privadas, campos de futebol e outros espaços de maior concentração popular.
O Recenseamento Geral da População e Habitação (RGPH) é uma operação estatística realizada pelo Governo para contar e conhecer melhor a população e as condições de habitação de um país.
Entretanto, ontem, o primeiro-ministro e também ministro das Finanças, Ilídio Vieira Té, elogiou o trabalho desenvolvido pelos técnicos do Instituto Nacional de Estatística, no quadro dos preparativos para o início do Recenseamento Geral da População e Habitação.
COMUNICADO FINAL DO CONSELHO DE MINISTROS... 19/05/2026
A União Nacional de Imames da Guiné-Bissau (UNI-GB), anunciou hoje, terça-feira, em Gabú, que a reza do “Tabaski” será realizada no próximo dia 27 de maio. Aliu Candé, porta-voz da União de Imames, apelou à união entre os fiéis muçulmanos.
EUA vão testar míssil balístico intercontinental Minuteman III sem ogiva... Os Estados Unidos vão testar um míssil balístico intercontinental Minuteman III sem ogiva na quarta-feira, anunciaram hoje as Forças Armadas, sublinhando que o teste "foi planeado há anos" e "não é uma resposta aos acontecimentos mundiais atuais".
© Getty Images Por LUSA 19/05/2026
"Um teste operacional de lançamento do míssil balístico intercontinental Minuteman III sem ogiva está programado para ocorrer entre às 12h01, no horário do Pacífico (20h01 em Lisboa), e às 18h01 (02h00 de quarta-feira em Lisboa) do dia 20 de maio, na região norte da base", referiu a Base Aérea de Vandenberg em um comunicado.
De acordo com os militares norte-americanos, "este é um lançamento de rotina, designado GT 256, que foi planeado há anos e não é uma resposta aos acontecimentos ao nível mundial", argumentando ainda que o objetivo "é validar e verificar a eficácia, o estado de prontidão e a precisão deste sistema de armas, de acordo com o Comando de Ataque Global da Força Aérea".
A Força Aérea dos EUA afirmou no seu portal que o Minuteman III, oficialmente conhecido como LGM-30 Minuteman, "é um elemento das forças de dissuasão estratégica da nação", antes de explicar que a sigla indica que se trata de um míssil guiado lançado de silo, concebido para atacar alvos terrestres.
"O Minuteman - concebido na década de 1950 e implantado na década de 1960 - é um sistema de armas estratégicas que utiliza um míssil balístico intercontinental.
Os mísseis são armazenados em silos reforçados para os proteger de ataques e estão ligados a um centro de controlo de lançamento subterrâneo através de um sistema de cabos reforçados", referiram.
Leia Também: Taiwan denuncia nova incursão aérea chinesa perto da ilha
Taiwan denunciou hoje uma nova incursão de aeronaves militares chinesas próximo da ilha, coordenada com navios de guerra, poucos dias após a cimeira entre os Presidentes chinês e norte-americano, Xi Jinping e Donald Trump.
"Ucrânia a preparar ataques contra a Rússia a partir de território letão"... Os serviços de inteligência no estrangeiro da Federação Russa (SVR) acusaram hoje a Letónia de deixar que a Ucrânia lançasse drones a partir do seu território e avisaram de possíveis represálias contra o país europeu.
© REUTERS Por LUSA 19/05/2026
"A Ucrânia está a preparar ataques contra a Rússia a partir de território letão", afirmou o SVR em comunicado, citado pela agência de notícias russa TASS.
De acordo com o SVR, "o regime de (Volodymyr) Zelensky está determinado em demonstrar aos seus apoiantes ideológicos e financeiros na Europa o potencial militar das Forças Armadas Ucranianas e a sua capacidade de prejudicar a economia russa".
"Por isso, o comando das Forças Armadas Ucranianas está-se a preparar para lançar uma série de novos ataques terroristas contra a retaguarda russa", lê-se no texto, acrescentando que há militares ucranianos estacionados na Letónia, nas bases militares de Adazi, Selonia, Lielvarde, Daugavpils e Khekabpils.
O SVR declarou que "as coordenadas dos centros de tomada de decisão em território letão são bem conhecidas e que a adesão do país à NATO não protegerá os cúmplices de terroristas de uma punição justa".
Recentemente, registaram-se voos por drones ucranianos do espaço aéreo de países bálticos para atacar infraestruturas da Rússia, particularmente na região de Leningrado, onde houve danos em terminais de exportação de petróleo bruto e em instalações portuárias.
A situação foi mal recebida na Letónia e a primeira-ministra Evika Silijna, foi obrigada a abdicar perante a contestação após dois drones ucranianos saírem da sua rota, a caminho da Rússia, e colidirem e danificarem um depósito de combustível na cidade de Rezekne, leste da Letónia.
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Pelo menos duas pessoas morreram e 17 ficaram feridas na hoje na sequência de um ataque com um míssil russo que atingiu vários edifícios na cidade de Pryluky, no norte da Ucrânia.


































