quarta-feira, 22 de abril de 2026

5 hábitos que podem reduzir o colesterol de forma eficaz... Existem hábitos diários que podem ajudar a reduzir o colesterol. São mudanças simples que acabam por ter um grande impacto na sua vida e podem vir a trazer grandes benefícios à sua saúde.

© Shutterstock    noticiasaominuto.com  22/04/2026 

Há quanto tempo não mede os valores de colesterol? Convém saber como estão os seus níveis para perceber se está em risco de diversos riscos de saúde. Desta forma, podem existir mudanças nos hábitos diários que ajudam a reduzir os valores de forma eficaz.

O website da Mayo Clinic partilhou alguns hábitos que revelam mudanças saudáveis que podem trazer uma redução eficiente nos valores de colesterol. Veja o que tem de fazer de forma a conseguir chegar a este objetivo.

1- Consuma alimentos saudáveis para o coração

“Reduza o consumo de gorduras saturadas. As gorduras saturadas são encontradas principalmente em carnes vermelhas. Elimine as gorduras trans que são gorduras prejudiciais. Consuma alimentos ricos em ómega-3. Consuma mais fibras solúveis. As fibras solúveis ajudam a bloquear a absorção de parte do colesterol pela corrente sanguínea. Adicione proteína de soro de leite.”

2- Faça exercícios e aumente a sua atividade física

“Com a aprovação do seu profissional de saúde, tente aumentar gradualmente a frequência cardíaca até atingir pelo menos 30 minutos de exercícios, como caminhadas rápidas, cinco dias por semana. Ou então, pratique atividades aeróbicas vigorosas, como corrida ou ciclismo em alta velocidade, por pelo menos 25 minutos, três dias por semana.”

3- Deixe de fumar

“Até 20 minutos depois de parar de fumar, a sua pressão arterial e frequência cardíaca recuperam do pico induzido pela nicotina. Em até três meses após parar de fumar, o seu fluxo sanguíneo e função pulmonar começam a melhorar.”

4- Perder peso

“Mesmo um pequeno excesso de peso pode aumentar os seus níveis de colesterol. Fazer mudanças simples pode fazer uma grande diferença. Troque bebidas açucaradas por água. Escolha lanches mais saudáveis, como pipocas saudáveis, mas fique atento às calorias.”

5- Se consumir álcool, faça-o com moderação

“Os benefícios não são suficientes para recomendar que as pessoas comecem a beber apenas para melhorar a saúde do coração. Se consome bebidas alcoólicas, faça-o com moderação. Para adultos, isso significa até uma bebida por dia para mulheres e até duas bebidas por dia para os homens. O consumo excessivo de álcool pode levar a problemas de saúde graves, incluindo pressão alta, insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral.”

Colesterol perigosamente alto? Eis três 'remédios' naturais

Para equilibrar os níveis de colesterol, a nutricionista Juliana Andrade sugere três dicas ao jornal Metrópoles.

1- Aumente o consumo de fibras

Alimentos como farelo de aveia, chia, linhaça, por exemplo, são aliados.

2- Diminua o consumo de carboidratos refinados

Priorize carboidratos integrais, proteínas e gorduras saudáveis.

3- Pratique atividade física regularmente

O combinar exercícios aeróbicos, como caminhadas e corridas, com musculação.

China elogia países africanos por recusarem sobrevoo a líder de Taiwan... A reação surge após Taipé ter anunciado na terça-feira a suspensão da deslocação de Lai a Essuatíni, o único aliado diplomático da ilha em África

William Lai Ching-te (AP)  Por  cnnportugal.iol.pt 

A China elogiou  a decisão de vários países africanos de recusarem autorizar o sobrevoo do avião do líder de Taiwan, William Lai Ching-te, após Taipé ter suspendido uma visita oficial a Essuatíni.

A viagem, prevista para esta semana, foi cancelada depois de Seicheles, Maurícia e Madagáscar revogarem, “sem aviso prévio”, as autorizações de sobrevoo do avião presidencial, segundo o Governo taiwanês, que atribuiu a decisão a pressão e “coerção económica” de Pequim.

Numa conferência de imprensa, Zhang Han, porta-voz do Gabinete de Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado, o executivo chinês, afirmou que Pequim “valoriza a posição e a prática” dos países envolvidos por respeitarem o princípio de 'uma só China'.

“Os que seguem o caminho correto contam com amplo apoio, enquanto os que se afastam dele ficam isolados”, disse Zhang, acrescentando que o episódio demonstra que o princípio constitui uma “norma básica das relações internacionais” e um “consenso universal”.

O princípio de 'uma só China' é um dos pilares da política externa chinesa e sustenta que Taiwan é parte do território chinês e que o Governo da República Popular da China é o único representante legítimo.

A reação surge após Taipé ter anunciado na terça-feira a suspensão da deslocação de Lai a Essuatíni, o único aliado diplomático da ilha em África, onde o líder deveria participar em eventos oficiais com o rei Mswati III.

O secretário-geral da Presidência taiwanesa, Pan Men-an, classificou a revogação das autorizações de sobrevoo como um caso “sem precedentes”, afirmando ser a primeira vez que um Presidente taiwanês cancela uma visita ao estrangeiro por esse motivo.

O Governo taiwanês apresentou entretanto um “forte protesto” contra as decisões de Seicheles e Madagáscar, acusando-os de seguirem “narrativas distorcidas” de Pequim.

Num comunicado, o ministério dos Negócios Estrangeiros de Taiwan afirmou que a ilha é “um país soberano e independente” e rejeitou qualquer subordinação à China.

O próprio Lai afirmou que as alegadas pressões chinesas “ferem os sentimentos do povo taiwanês” e garantiu que “nenhuma ameaça” impedirá Taiwan de participar na comunidade internacional.

O Governo de Essuatíni lamentou o cancelamento da visita, mas sublinhou que tal “não altera” as relações bilaterais com Taiwan.

Nos últimos anos, Pequim tem intensificado esforços para reduzir o número de aliados diplomáticos de Taiwan, frequentemente através de incentivos económicos e projetos de infraestruturas.

Atualmente, Taiwan mantém relações diplomáticas com apenas 12 países, maioritariamente na América Latina, Caraíbas e Pacífico.

Lai, que tomou posse em maio de 2024, tinha já sido forçado a cancelar uma visita a países da América Latina no ano passado, após não obter autorização para uma escala nos Estados Unidos.

Papa critica na Guiné Equatorial colonização dos recursos minerais de África... O Papa Leão XIV chegou à Guiné Equatorial, última etapa da viagem por África, e denunciou a colonização dos recursos minerais africanos e a "sede de poder" num país liderado por Teodoro Obiang Nguema desde 1979.

© Lusa   22/04/2026 

Após visitar a Argélia, os Camarões e Angola, o primeiro ato do papa na Guiné Equatorial foi uma reunião com o chefe de Estado.

Obiang, no poder desde 1979, foi precisamente o mesmo Presidente que, em 1982, deu as boas-vindas a João Paulo II, que tinha sido, até então, o último chefe da Igreja Católica a visitar esta nação africana.

Salientando que o encontro ocorreu no primeiro aniversário da morte do Papa Francisco, Leão XIV citou o falecido pontífice ao denunciar as desigualdades de rendimento que, segundo ele, foram exacerbadas por uma economia global focada na busca do lucro a qualquer custo.

"Tal economia mata", disse o Papa.

"Na verdade, é ainda mais evidente hoje do que em anos anteriores que a proliferação de conflitos armados é frequentemente impulsionada pela colonização de depósitos de petróleo e minerais, ocorrendo sem qualquer consideração pelo direito internacional ou pela autodeterminação dos povos", acrescentou.

Os Estados Unidos têm-se empenhado em obter acesso às regiões de África ricas em minerais críticos e em vencer a concorrência da China numa região onde Pequim domina há muito tempo.

Os EUA estão também a investir fundos no Corredor do Lobito, um importante projeto ferroviário que facilitaria a exportação de minerais de regiões da Zâmbia e do Congo através do Lobito, em Angola.

Os encontros do Papa tiveram lugar no antigo palácio presidencial. O Governo construiu uma nova capital no continente, chamada Cidade da Paz, mas a transferência dos edifícios governamentais ainda não está concluída.

Os críticos disseram que a mudança iria agravar as desigualdades e dar mais oportunidades para o círculo presidencial se enriquecer.

Leão XIV não mencionou a corrupção associada à família Obiang nem as críticas à nova capital. Mas sugeriu que a Guiné Equatorial deveria olhar para a obra de Santo Agostinho, "A Cidade de Deus" como um modelo.

"A cidade terrena centra-se no orgulho e no amor próprio, na sede de poder e glória mundana que conduz à destruição", disse o Papa.

"É essencial discernir a diferença entre o que dura e o que passa, mantendo-se livre da procura de riquezas injustas e da ilusão de domínio", acrescentou.

A ex-colónia espanhola na costa ocidental de África é governada pelo Presidente há mais tempo no cargo no mundo e que tem sido acusado de corrupção generalizada e autoritarismo.

A descoberta de petróleo em águas profundas em meados da década de 1990 transformou a economia da Guiné Equatorial. O petróleo representa agora quase metade do produto interno bruto (PIB) do país e mais de 90% das exportações, de acordo com o Banco Africano de Desenvolvimento.

No entanto, mais de metade dos quase dois milhões de habitantes do país, membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), vive na pobreza.


Leia Também: PR guineense deposto é livre de se candidatar nas eleições em dezembro

O primeiro-ministro de transição da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira Té, afirmou hoje que Umaro Sissoco Embaló, Presidente deposto num golpe de Estado, "é livre de se candidatar" nas eleições presidenciais de 06 de dezembro, "se assim o entender".

Trump participa em maratona de leitura da Bíblia nos 250 anos dos EUA... O Presidente Donald Trump vai participar numa maratona de leitura da Bíblia a propósito do 250º. aniversário dos Estados Unidos, promovida por organizações cristãs e por republicanos para incentivar um "regresso ao fundamento espiritual" do país.

© Getty Images    Por  LUSA   22/04/2026 

O evento "A América Lê a Bíblia" - no qual cada participante lê uma passagem em voz alta - está a ser transmitido em direto esta semana a partir do Museu da Bíblia, em Washington, e de outros locais.  

Para esta noite (madrugada em Lisboa), está previsto um vídeo de Trump, que num comunicado sobre o evento afirmou que a Bíblia está "indelevelmente entrelaçada na identidade nacional e modo de vida" dos norte-americanos.  

O comunicado cita figuras históricas como o líder puritano John Winthrop, que "implorou aos seus companheiros colonos cristãos que se erguessem como um farol de fé para todo o mundo ver". 

A participação de Trump terá como cenário a Sala Oval, onde lerá uma passagem sobre a dedicação pelo Rei Salomão do templo na antiga Jerusalém, em que Deus promete perdão se uma geração futura se arrepender depois de se rebelar: "Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e se converter, eu perdoá-lo-ei". 

O versículo é citado frequentemente em comícios cristãos conservadores e eventos políticos, como a Convenção Nacional Republicana de 2024. 

Os críticos afirmam que o evento tem uma lista de participantes essencialmente partidária e faz parte de um projeto maior para ligar o próximo 250º aniversário dos Estados Unidos a uma visão nacionalista cristã da fundação do país, algo que muitos historiadores contestam.  

Os cristãos brancos, particularmente os evangélicos, têm sido cruciais para a base eleitoral de Trump.  

O evento bíblico acontece apenas uma semana depois de Trump ter recebido críticas raras dos seus apoiantes evangélicos por partilhar um 'meme' nas redes sociais em que aparecia, vestido com uma túnica branca, como um curandeiro semelhante a Jesus Cristo, rodeado de símbolos patrióticos.  

Trump removeu a imagem das suas redes sociais, insistindo que estava retratado como um médico, e não como Jesus. 

O evento ocorre também pouco depois das críticas de Trump ao Papa Leão XIV, primeiro pontífice natural dos Estados Unidos, após este questionar a guerra com o Irão. 

Entre os participantes na maratona bíblica estão membros do governo, como o secretário da Defesa Pete Hegseth e o secretário de Estado Marco Rubio, bem como o presidente da Câmara dos Representantes Mike Johnson e vários outros membros republicanos do Congresso.  

Entre os apoiantes evangélicos destacados de Trump que participam estão o evangelista Franklin Graham, o pastor Jack Graham e a pastora Paula White-Cain, que dirige o Gabinete de Fé da Casa Branca. 

Cada orador está a participar na leitura contínua dos 66 livros da Bíblia, tal como reconhecidos pelos protestantes.  

Os judeus reconhecem a parte hebraica da Bíblia a que os cristãos chamam Antigo Testamento, mas não os livros do Novo Testamento centrados em Jesus. 

Os católicos e os ortodoxos reconhecem livros adicionais da Bíblia que não estão incluídos nesta leitura.  

O evento contará com a presença de representantes católicos, incluindo o presidente da CatholicVote, organização que apoiou Trump em 2024. 

 O evento consiste numa leitura abrangente de toda a Bíblia, desde os famosos versículos ("Deixa partir o meu povo", "O Senhor é o meu pastor") até aos mais obscuros.  

As passagens vão desde a criação do mundo até às batalhas sangrentas e à destruição apocalíptica, desde exortações ao amor a Deus, ao próximo e aos necessitados, até passagens que narram a vida, a morte e a ressurreição de Jesus. 

O evento é organizado pela Christians Engaged, uma organização sem fins lucrativos cuja missão declarada inclui "discipular os americanos sobre a cosmovisão bíblica e as suas responsabilidades de orar, votar e envolver-se". 

A maratona de leitura da Bíblia acontece poucas semanas antes de um evento, a 17 de maio, chamado "Jubileu Nacional de Oração, Louvor e Ação de Graças", que será realizado no National Mall, em Washington, DC.   

Militares de 30 países discutem em Londres reabertura de Ormuz... Representantes militares de mais de 30 países reúnem-se hoje em Londres para preparar uma possível missão multinacional, liderada pelo Reino Unido e pela França, para reabrir o estreito de Ormuz após o conflito.

© Lusa   22/04/2026 

De acordo com um comunicado do Ministério da Defesa britânico, a reunião de planeamento de dois dias será realizada no Quartel-General Conjunto Permanente Britânico em Northwood, a norte da capital.

O objetivo é traduzir o consenso político alcançado na semana passada em Paris num plano militar detalhado que garanta a liberdade de navegação nesta via estratégica, por onde passa um quinto do petróleo mundial.

Na sexta-feira, cerca de 50 governos e organizações endossaram a proposta franco-britânica na capital francesa para criar uma missão "estritamente defensiva" para proteger o tráfego marítimo no estreito de Ormuz.

O cessar-fogo temporário declarado na ofensiva que os Estados Unidos (EUA) e Israel lançaram contra o Irão em 28 de fevereiro também expirava hoje.

Mas o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou na terça-feira, a pedido do Paquistão, o prolongamento da trégua até que o Irão apresente uma proposta para um acordo.

Washington e Teerão, que deverão retomar as negociações em breve, ainda não conseguiram chegar a acordo sobre a livre passagem pelo estreito de Ormuz, uma via navegável crucial para o comércio global, bloqueada por Teerão em retaliação pela ofensiva conjunta dos EUA e de Israel.

De acordo com o comunicado, a reunião em Londres irá focar-se na avaliação das capacidades militares disponíveis, da estrutura de comando e controlo e do potencial destacamento de forças na região, com vista à ativação da operação assim que as condições o permitam.

O ministro da Defesa britânico, John Healey, realçou que o objetivo é avançar com "um plano conjunto para salvaguardar a liberdade de navegação e apoiar um cessar-fogo duradouro".

"O comércio internacional, a segurança energética e a estabilidade da economia global dependem da liberdade de navegação", afirmou, acrescentando que "uma ação coletiva eficaz" pode contribuir para a reabertura do estreito.

O Reino Unido e a França estão a trabalhar para envolver o maior número possível de parceiros na missão, embora a lista de participantes na reunião militar em Northwood ainda não tenha sido divulgada.


Leia Também: EUA garantem ter travado 28 navios durante bloqueio aos portos iranianos

O Comando Central dos EUA (Centcom) garantiu hoje que 28 navios regressaram aos portos iranianos desde que impôs o encerramento do Estreito de Ormuz, há uma semana, bloqueando completamente a área à navegação.

Washington planeia transferir para a RD Congo afegãos que ajudaram exército... Os Estados Unidos estão a considerar realojar na República Democrática do Congo (RD Congo) mais de mil afegãos, presos no Qatar que, na sua maioria, colaboraram com o exército americano durante a guerra no Afeganistão, segundo disse terça-feira uma ONG.

© Reuters   Por LUSA   22/04/2026 

A administração do presidente Donald Trump, que fez da luta contra a imigração uma das suas principais políticas, tinha fixado como data limite 31 de março para fechar um campo onde estavam alojados mais de 1.100 afegãos, numa antiga base americana no Qatar.

Esses afegãos passaram pela base para serem registados no âmbito do seu pedido de asilo nos Estados Unidos, receando ser perseguidos pelos talibãs por terem colaborado com as forças americanas durante o governo apoiado pelo Ocidente, que colapsou em 2021, pouco depois da retirada das tropas americanas.

"A administração Trump não procura encontrar um país seguro para os 1.100 afegãos que foram seus aliados durante a guerra e que estão atualmente detidos pelos Estados Unidos no campo As-Sayliyah. E tenta antes criar do zero um motivo de recusa", denunciou Shawn VanDiver, um ex-militar americano que lidera a ONG #AfghanEvac.

Este responsável indicou ter sido informado pelo governo americano que estes afegãos tinham duas escolhas: a RD Congo ou regressar ao Afeganistão.

"Não se transferem aliados de guerra, cuja fiabilidade foi verificada, incluindo mais de 400 crianças, que estavam sob a custódia dos Estados Unidos, para um país em plena decomposição", declarou num comunicado. "A administração sabe disso. É precisamente esse o objetivo", acrescentou.

O senador democrata Tim Kaine referiu-se, num comunicado, a uma decisão "insensata".

Contactado pela agência de notícias francesa AFP, o departamento de Estado não respondeu de imediato a questões colocadas sobre este assunto.

Mais de 190.000 afegãos estabeleceram-se nos Estados Unidos após o regresso dos talibãs, no âmbito de um programa lançado pelo ex-presidente Joe Biden.

Mas, o presidente Trump desmantelou este programa e ordenou a suspensão do tratamento dos pedidos provenientes de cidadãos deste país depois de um afegão, que sofria de síndrome de stress pós-traumático, ter disparado sobre dois militares da Guarda Nacional, em Washington no ano passado, matando um deles.