terça-feira, 15 de setembro de 2026

Relatório: Democracia nos EUA atinge níveis mais baixos dos últimos 50 anos: "Parte significativa da instabilidade pode ser atribuída a Trump"... A liberdade de imprensa, a liberdade de expressão, o acesso à justiça e a independência judicial estão entre os indicadores em queda. A nível global, o Estado de direito continua a deteriorar-se, indica o relatório "A Democracia numa Era de Conflito".

Por  SIC Notícias/Lusa  15/09/2026 

A democracia nos Estados Unidos atingiu os níveis mais baixos dos últimos 50 anos em vários indicadores, enquanto o Estado de direito continua a deteriorar-se a nível mundial, indica um relatório publicado esta terça-feira.

O relatório "Estado Global da Democracia 2026", do Instituto Internacional para a Democracia e Assistência Eleitoral (International IDEA), mostra que a liberdade de imprensa, a liberdade de expressão, o acesso à justiça e a independência judicial estão entre os indicadores em queda.

"Uma parte significativa da instabilidade atual pode ser atribuída ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cujo governo remodelou a cultura política nos EUA, onde o poder é agora personalizado e utilizado para promover objetivos individuais restritos e levar a cabo vinganças contra quem critica o presidente ou as suas políticas", lê-se no documento, intitulado "A Democracia numa Era de Conflito".

Comparando 2025 com 2020, "a evolução da qualidade da democracia norte-americana foi inteiramente negativa: o país registou sete recuos estatisticamente significativos em vários indicadores relativos à governação representativa, às liberdades civis e ao Estado de direito" sem verificar avanços correspondentes, refere.

Os autores do relatório entendem que as mudanças políticas nos EUA "tiveram consequências para a democracia para além das fronteiras do país".

"A erosão da democracia nos EUA parece coincidir com uma crescente disposição para contornar o direito internacional e promover os interesses nacionais através de ações unilaterais", referem.

Europa continua com melhor desempenho democrático, mas retrocessos estão a aumentar

Segundo o estudo, 98 dos 173 países (57%) avaliados registaram uma deterioração em pelo menos um indicador essencial do desempenho democrático entre 2020 e 2025 e só 55 (32%) registaram progressos no mesmo período.

O ano passado marcou o 11.º ano consecutivo em que o número de países com retrocessos democráticos superou o daqueles que registaram melhorias.

O relatório de 199 páginas avalia os países em quatro grandes categorias (Representação, Direitos, Estado de Direito e Participação).

Os autores alertam que a deterioração global da democracia está a aumentar o risco de conflitos violentos, e que o enfraquecimento das instituições democráticas ameaça décadas de progresso da "paz democrática".

O International IDEA defende que o apoio internacional à democracia deve ser considerado uma prioridade de segurança nacional, e que mesmo investimentos moderados nesta área podem contribuir para reduzir as condições que favorecem o desencadear de conflitos.

A Europa continua a ser a região com melhor desempenho democrático no mundo, embora os retrocessos estejam a aumentar, sobretudo nos domínios das liberdades cívicas, do acesso à justiça e da realização de eleições credíveis.

Em África e na Ásia Ocidental registaram-se mais retrocessos democráticos do que progressos, e na Ásia e no Pacífico registaram-se mais progressos do que retrocessos quando o Afeganistão e Myanmar são excluídos da análise.

O relatório destaca ainda melhorias democráticas e sinais encorajadores de renovação democrática em países como Bangladesh, Nepal, Polónia, Sri Lanka e Síria, embora sublinhe que esses avanços permanecem frágeis.

Arábia Saudita promete ripostar com "firmeza" a ataques dos Huthis... A Arábia Saudita prometeu hoje responder com "firmeza" após uma nova série de ataques dos rebeldes Huthis do Iémen contra o seu território, enquanto o Irão nega qualquer envolvimento neste conflito, nova frente da guerra no Médio Oriente.

© FAYEZ NURELDINE/AFP via Getty Images   Por  LUSA  15/09/2026 

Os Huthis infligiram nos últimos dias importantes reveses às forças governamentais iemenitas e ao seu aliado saudita, reforçando ao fim de uma ofensiva relâmpago o controlo sobre o estreito de Bab el‑Mandeb, passagem estratégica que liga a Europa à Ásia.

Os rebeldes atacaram também infraestruturas petrolíferas da Arábia Saudita, maior exportador mundial de crude, fazendo subir o preço do petróleo acima da barreira simbólica dos 100 dólares (86,67 euros).

Na segunda‑feira, uma ofensiva dos Huthis no oeste do Iémen matou oito soldados das forças governamentais, segundo duas fontes militares.

Os Huthis reivindicaram ainda um ataque "de grande envergadura" com "dezenas de mísseis balísticos e drones" contra a base aérea King Khalid, em Khamis Mushait, no sul da Arábia Saudita.

A coligação militar liderada por Riade confirmou na terça‑feira ataques com mísseis e drones na véspera em Khamis Mushait, Abha e Taif, e reportou 13 civis feridos, tendo retaliado com cerca de 50 bombardeamentos, e afirmando que "enfrentará estes ataques com responsabilidade e firmeza".

Neste contexto tenso, a Arábia Saudita pediu o adiamento de uma reunião com o Irão, prevista para segunda‑feira em Omã com países do Golfo, segundo a diplomacia iraniana.

"Invocar a questão iemenita como razão [para o adiamento] é um falso pretexto", considerou o porta‑voz da diplomacia iraniana, Esmail Baghai, em conferência de imprensa em Teerão.

"O Irão não intervém nos assuntos iemenitas", garantiu, afirmando que os Huthis são "atores totalmente independentes que tomam decisões em função dos seus próprios interesses".

O encontro deveria abordar o futuro do estreito de Ormuz, outro ponto de passagem crucial para o comércio mundial de hidrocarbonetos, que o Irão mantém bloqueado há meses.

A Arábia Saudita encontra‑se sob pressão devido aos ataques dos Huthis e aos riscos para os petroleiros sauditas nos dois estreitos principais da região.

O oleoduto Este‑Oeste, via crucial de exportação de crude para contornar o bloqueio de Ormuz, está igualmente parado após ataques de drones vindos do Iraque, segundo Riade.

A guerra com o Irão reduziu a produção saudita para cerca de seis milhões de barris por dia em agosto, contra quase 10 milhões no ano anterior, segundo a Agência Internacional de Energia. O encerramento prolongado do oleoduto ameaça agravar os custos e atrasos nas entregas, exigindo uma "reorganização global dos fluxos de crude", alerta a consultora Rystad Energy.

Desde 2014, os Huthis controlam o norte do país, incluindo a capital, Sanaa, enquanto o governo reconhecido internacionalmente mantém o sul e o porto de Aden.

Após anos de acalmia, o Iémen foi arrastado em julho para o conflito regional desencadeado pela ofensiva americano‑israelita contra o Irão no final de fevereiro.

Os combates das últimas semanas no oeste do Iémen provocaram centenas de mortos e deslocaram cerca de 86 mil pessoas, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Enquanto as negociações entre Washington e Teerão permanecem bloqueadas, o Presidente norte‑americano afirmou novamente na segunda‑feira estar disponível para dialogar.

"O Irão quer concluir um acordo rapidamente e desesperadamente. Eu decidirei se os Estados Unidos respondem ou não — estamos abertos à ideia", escreveu Donald Trump na sua rede Truth Social.

"Não haverá qualquer negociação enquanto as condições do Irão não forem cumpridas. É tudo", respondeu na rede social X o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, Mohsen Rezai.


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Com os constrangimentos verificados em Ormuz, o país está dependente do oleoduto Leste-Oeste, que atravessa 1.200 quilómetros do território nacional, para transportar a sua produção de crude dos portos do golfo até ao porto de Yanbu, no mar Vermelho.

Um importante oleoduto saudita atingido num ataque de drones vai estar, em grande parte, fora de funcionamento durante semanas, enquanto os danos são reparados, adiantaram hoje duas autoridades regionais.

Os preços do petróleo subiram mais de 2% devido às preocupações crescentes sobre o abastecimento global e o impacto destes novos acontecimentos na capacidade do maior exportador mundial de levar o seu petróleo bruto ao mercado...

China aprova legislação que endurece controlo sobre viagens ao estrangeiro... A China introduziu novos e abrangentes controlos sobre as viagens ao estrangeiro dos seus cidadãos, numa altura em que intensifica os esforços para proteger segredos de Estado, tecnologia e trabalhadores altamente qualificados.

Por  RTP / Lusa  15 Setembro 2026 

As regras, que entram hoje em vigor, formalizam restrições que têm vindo a ser gradualmente impostas às viagens ao estrangeiro de funcionários públicos de nível médio e superior, quadros do Partido Comunista Chinês (PCC) e trabalhadores de empresas estatais, segundo analistas.

As medidas vão abranger também cidadãos que trabalham no setor privado em áreas consideradas sensíveis. Quem violar as novas regras poderá enfrentar multas elevadas e proibições de saída do país entre três meses e um período indeterminado.

Segundo analistas, a legislação representa uma aproximação às restrições às viagens ao estrangeiro que vigoraram durante décadas na era de Mao Zedong e que só foram totalmente flexibilizadas com a abertura da China ao comércio internacional.

"O resultado poderá ser um regresso gradual a um modelo anterior à década de 1990, no qual as viagens internacionais são tratadas menos como um direito individual e mais como um privilégio sujeito a aprovação administrativa", afirmou Henry Gao, professor de Direito na Universidade de Gestão de Singapura, citado pelo jornal britânico Financial Times.

"Além de restringir a circulação, esta abordagem ajuda a manter tanto as pessoas como o capital mais firmemente dentro da esfera de controlo do Partido-Estado", acrescentou.

O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, assinou o decreto em julho. O Executivo afirmou na altura que as regras uniformizavam os procedimentos de entrada e saída do país e visavam "salvaguardar a soberania nacional, a segurança e os interesses de desenvolvimento".

As novas regras surgem numa altura em que Pequim está a criar uma rede de legislação destinada a contrariar sanções estrangeiras e a competir com os Estados Unidos pela liderança tecnológica.

As autoridades têm reforçado as restrições às viagens, sobretudo de funcionários públicos, mas também de trabalhadores de outros setores.

Num dos casos recentes de maior destaque, Xiao Hong, presidente executivo da plataforma de agentes de inteligência artificial Manus, e outros membros da direção foram proibidos de sair do país devido à venda da `start-up` ao grupo tecnológico norte-americano Meta.

As novas regras "representam um dos regulamentos administrativos mais significativos no domínio da gestão das entradas e saídas" do país em mais de uma década, segundo a sociedade de advogados DLA Piper.

"As violações dos controlos às exportações estão agora expressamente associadas a proibições de saída", acrescentou.

O artigo 4.º do Regulamento do Conselho de Estado sobre a Administração de Entradas e Saídas estabelece que, caso um cidadão chinês "viole os controlos às exportações ou as regras relativas à importação e exportação de tecnologia de uma forma que possa colocar em perigo a segurança industrial ou tecnológica nacional", os organismos governamentais podem "proibi-lo de sair do país".

As regras não mencionam especificamente o setor privado, mas dão às autoridades "uma via mais clara para impor proibições de saída a pessoas que trabalham em empresas privadas, incluindo executivos tecnológicos e investigadores", afirmou Dai Menghao, especialista em conformidade comercial da sociedade de advogados King & Wood, citado pelo FT.

"A expressão `possa colocar em perigo` também confere às autoridades uma margem de discricionariedade considerável", acrescentou.

O artigo 10.º incentiva ainda as agências privadas de imigração, um setor anteriormente próspero em que intermediários ajudam famílias a solicitar residência no estrangeiro, a denunciar "funcionários públicos, militares ou outros indivíduos" que procurem viajar para fora do país "em violação das regras".

Gao considerou que, mesmo quando as autoridades não proíbem formalmente uma viagem, a possibilidade de um pedido ser rejeitado pode incentivar a autocensura e levar as pessoas a desistirem de solicitar autorização.

Os responsáveis pela autorização das deslocações dos trabalhadores poderão também tornar-se mais relutantes em aprovar pedidos. Na China, os funcionários públicos são frequentemente obrigados a entregar os passaportes às entidades empregadoras e a solicitar a sua devolução quando pretendem viajar.

EUA: Trump constrói heliporto de granito no jardim da Casa Branca... O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou segunda-feira a conclusão da construção de um heliporto permanente de granito no jardim sul da Casa Branca, para descolar e aterrar a bordo do helicóptero presidencial Marine One.

© REUTERS/Eric Lee   Por  LUSA  15/09/2026 

A zona de aterragem, que tem gravado o brasão dos Estados Unidos em tons de branco e preto, foi construída com um granito que, segundo Trump, é "praticamente indestrutível".

"É uma verdadeira obra de arte, e até os críticos de Trump estão a dizer: 'Uau, que visual incrível!'", escreveu o Presidente na rede social Truth Social, acompanhando uma fotografia do heliporto.

Tradicionalmente, os presidentes norte-americanos embarcam no Marine One no jardim sul da Casa Branca, mas a nova frota destes helicópteros é mais potente e as suas saídas de exaustão são direcionadas para o solo, o que danificava o relvado.

Trump, um antigo magnata da construção civil, promoveu várias obras polémicas para deixar a sua marca na Casa Branca, como a construção de um grande salão de baile, que exigiu a demolição da histórica ala leste da residência presidencial.

Logo após regressar ao cargo em janeiro de 2025, Trump reformulou a Sala Oval, acrescentando detalhes dourados, estatuetas, retratos de personalidades históricas norte-americanas e uma cópia da Declaração de Independência, além de bustos de Abraham Lincoln e Benjamin Franklin.

O tradicional relvado do Rose Garden foi substituído por um pátio de pedra clara com mesas e guarda-sóis, num estilo semelhante ao da mansão de Trump em Mar-a-Lago, no estado da Florida.

Em Washington, Trump ordenou ainda a reparação e a pintura de azul do espelho de água em frente ao Monumento a Abraham Lincoln, obra que acabou por custar mais do que o previsto e que, poucos dias após a sua inauguração, voltou a ficar verde devido a uma proliferação de algas.

Também na capital norte-americana, foi apresentada uma proposta de erguer um grande arco monumental, projeto que também gerou controvérsia.



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O antigo diretor da CIA John Brennan foi intimado a depor perante um grande júri no Estado da Florida, no contexto de uma investigação do Departamento de Justiça a uma alegada conspiração contra Donald Trump.

Um dos seus advogados, Ken Wainstein, divulgou esta informação, acrescentando que Brennan é objeto de uma investigação separada por declarações consideradas falsas ao Congresso...

Coreia do Norte promete apoio "inabalável" à Rússia em "guerra sagrada"... O líder norte‑coreano, Kim Jong Un, reafirmou o seu apoio "inabalável" à Rússia na "guerra sagrada" contra a Ucrânia, segundo uma carta enviada ao Presidente russo Vladimir Putin e divulgada por meios oficiais de Pyongyang.

© Lusa   15/09/2026 

"Convencido da vitória da Federação da Rússia na presente guerra sagrada para defender os interesses de segurança do país e a justiça internacional, prometo o meu apoio inabalável a ti, meu caro amigo, e ao povo russo irmão", escreveu Kim Jong Un na missiva, segundo a agência estatal KCNA.

"A minha vontade e a do Governo da República Popular Democrática da Coreia são firmes e sem sombra de dúvida desejamos alargar e aprofundar de forma abrangente o trabalho conjunto com a Federação da Rússia", acrescentou.

Moscovo e Pyongyang concluíram um acordo de defesa em 2024, e milhares de soldados norte‑coreanos participaram nos combates contra as forças ucranianas na região russa de Kursk entre 2024 e 2025.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou em agosto que a Coreia do Norte planeava voltar a enviar entre 30.000 e 50.000 soldados para território russo, sem especificar a origem dos números, e que forneceu mísseis balísticos ao exército russo.

A inteligência militar sul‑coreana disse posteriormente ter detetado preparativos para um novo envio, embora não considere que seja iminente, enquanto a influente irmã do líder norte‑coreano, Kim Yo‑jong, classificou como falsas as alegações de Kiev.

Seul estima que Pyongyang tenha enviado desde outubro de 2024 cerca de 15.000 soldados de combate e mais de 6.000 engenheiros e efetivos de construção para a Rússia.

Por seu lado, Kiev calculou no mês passado que cerca de 8.500 militares norte‑coreanos permaneciam destacados em território russo, sobretudo na região de Kursk.

Segundo as autoridades sul‑coreanas, a Coreia do Norte tem fornecido armas e equipamento militar à Rússia em troca de apoio económico e transferência de tecnologia de defesa.

O banco central sul‑coreano estimou em julho que a economia norte‑coreana cresceu mais de 3% em 2025, apontando como "motor importante" a cooperação com Moscovo, que fornece ao país divisas estrangeiras, tecnologias militares e significativas ajudas financeiras, energéticas e alimentares.

No início de setembro do ano passado os dois países inauguraram também a sua primeira ligação rodoviária, através de uma ponte sobre o rio Tumen, que marca a curta fronteira comum.


Estados Unidos têm armas no espaço afirma Força Espacial do país... Os Estados Unidos têm armas colocadas em órbita, informou na segunda-feira a US Space Force, o ramo das forças armadas americanas dedicado ao espaço, confirmando pela primeira vez a presença de tais capacidades militares dos Estado Unidos.

© Getty Images   Por  LUSA  15/09/2026 

"Os Estados Unidos têm sistemas de controlo espacial armados em órbita capazes de defender a força interarmas contra ações hostis de adversários", declarou um porta-voz da US Space Force em comunicado, sem especificar a natureza desses armamentos.

De acordo com este texto, "o controlo espacial" abrange todas as missões relacionadas com a luta pelo domínio do ambiente espacial, através de meios "cinéticos e não cinéticos" que podem afetar as capacidades adversárias. Capacidades que "podem ser usadas tanto para fins ofensivos como defensivos".

A US Space Force justifica este desdobramento pela presença dos seus dois principais rivais geopolíticos.

A China, sublinha, "desenvolve e implementa capacidades espaciais e contra espaciais no âmbito de uma estratégia de modernização militar", enquanto a Rússia "considera o espaço como um domínio de combate e acredita que a supremacia espacial será um fator decisivo em futuros conflitos".

A militarização do espaço é quase tão antiga quanto a própria conquista espacial: desde o lançamento do Sputnik em 1957, Washington e Moscovo exploraram diferentes formas de armar satélites e neutralizar os do adversário.

A principal preocupação dizia respeito antigamente às armas nucleares no espaço, mas as superpotências, juntando-se a outros Estados, assinaram em 1967 o Tratado sobre o Espaço Extra-atmosférico, que proíbe o desdobramento de armas de destruição em massa em órbita.


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Lista de danos à frota de aeronaves cita quatro F-15 destruídos, um F-35 danificado, sete aviões-tanque KC-135 danificados ou destruídos e drones de ataque MQ-9 Reaper destruídos.

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos reconheceu uma escassez de munição relacionada à guerra com o Irã, de acordo com um relatório divulgado nesta segunda-feira. O governo do presidente Donald Trump havia se recusado, em grande parte, a confirmar reportagens da imprensa nesse sentido nos últimos meses...