sábado, 13 de junho de 2026

FPF lamenta morte de jogador de futsal em acidente em Mafra... A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) lamentou hoje a morte de um jovem jogador de futsal do Póvoa de Santo Adrião Atlético Clube, na sequência de um despiste de uma carrinha em Mafra.

Por LUSA 13/06/2026

"Nesta hora de dor, a Federação Portuguesa de Futebol associa-se à consternação e envia as mais sentidas condolências à família e amigos do atleta, assim como ao Póvoa de Santo Adrião Atlético Clube e à Associação de Futebol de Lisboa", pode ler-se na nota divulgada no site da FPF.

Um jovem de 17 anos morreu hoje e seis pessoas ficaram feridas, uma das quais com gravidade, na sequência do despiste de uma carrinha de nove lugares no concelho de Mafra, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.

Segundo fonte do Comando Sub-Regional da Área Metropolitana de Lisboa, o acidente ocorreu na Estrada Nacional 374, na localidade de Milharado, tendo o alerta sido dado às 13:19.

A mesma fonte especificou que deste acidente resultou um morto, um jovem de 17 anos, um ferido grave, transportado para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e cinco feridos ligeiros, encaminhados para o Hospital Beatriz Ângelo, no concelho de Loures.

De acordo com uma notícia do Correio da Manhã, o veículo sinistrado transportava jogadores de futsal do Póvoa de Santo Adrião Atlético Clube.

Nas operações de socorro estiveram envolvidos 33 operacionais, apoiados por 14 veículos dos bombeiros, do INEM e da GNR.

GUERRA NA UCRÂNIA: Rússia denuncia ataque ucraniano contra oficina da central de Zaporijia... A Rússia denunciou um ataque ucraniano ocorrido hoje contra a oficina de transportes da central nuclear de Zaporijia, situada no leste da Ucrânia, mas sob controlo de Moscovo, um incidente que será comunicado à agência nuclear da ONU.

© Reuters     Por  LUSA   13/06/2026 

A central reportou na manhã de hoje um ataque das Forças Armadas da Ucrânia à oficina de transportes que causou danos materiais significativos, afetando três viaturas, bombas de combustível e janelas do edifício.

Não há registos de feridos nem evidências de perigo radiológico, para já.

A última vez que a oficina de transportes foi atacada foi a 31 de maio, quando seis autocarros e dois veículos Gazelle foram destruídos.

As Forças Armadas da Ucrânia não se pronunciaram sobre o incidente na maior central nuclear da Europa, que tem sido alvo de ataques aéreos e onde são constantemente trocadas acusações de ataques diretos entre a Rússia e a Ucrânia.

A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), agência da Organização das Nações Unidas (ONU), tem vindo a alertar para o enorme perigo que representam estes incidentes desde o início da invasão russa da Ucrânia.

Enquanto aguardava um pronunciamento sobre este último ataque, a AIEA confirmou hoje que a central nuclear foi reconectada à rede elétrica esta manhã, a sua principal fonte de energia, após o décimo nono apagão na noite de quarta-feira devido a danos relacionados com o conflito.

Como é habitual, esta desconexão obrigou a central a utilizar geradores a diesel de emergência para fornecer a eletricidade necessária para arrefecer os seus seis reatores desligados.

A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia a cidades e infraestruturas ucranianas, ao passo que as forças de Kiev têm visado alvos militares em território russo e na península da Crimeia, ilegalmente anexada por Moscovo em 2014.

No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda quatro regiões - Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia - além da península da Crimeia anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (aliança do Atlântico Norte).

Estas condições para solucionar o conflito - constantes do plano de paz apresentado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump - são consideradas inaceitáveis pela Ucrânia, que exige um cessar-fogo antes de entabular negociações de paz com Moscovo e que os aliados europeus lhe forneçam sólidas garantias de que não voltará a ser alvo de ataque.

Irão afasta assinatura em 24 horas e prevê acordo "nos próximos dias"... O Irão prevê assinar o acordo com os Estados Unidos da América nos próximos dias, alargando o prazo inicialmente previsto pelo mediador nas negociações, o Paquistão, que tinha apontado para as próximas 24 horas.

© Fatemeh Bahrami/Anadolu via Getty Images     Por LUSA   13/06/2026 

"Temos de esperar para saber a data exata da assinatura. Não será amanhã [domingo]", disse à agência noticiosa iraniana Irna o porta-voz da diplomacia do país, Esmail Baghai, citado pela agência Fance-Presse (AFP).

Segundo o responsável, que pediu "cautela quando se fazem comentários, devido às reservas da outra parte sobre este processo", o acordo deverá ser assinado "nos próximos dias".

O porta-voz iraniano detalhou ainda que o documento se debruça sobre o fim da guerra. "Por enquanto, decidiu-se não abordar a questão nuclear", acrescentou.

Durante a manhã, o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, escreveu na plataforma X (antigo Twitter) que se estava "mais perto que nunca de um acordo de paz" e que a conclusão do processo estava "prevista para as próximas 24 horas".

"Com a finalização prevista para as próximas 24 horas, o Paquistão está a preparar-se para a assinatura eletrónica do acordo de paz imediatamente a seguir, seguindo-se conversações a nível técnico na próxima semana", escreveu, então, Shehbaz Sharif na plataforma.

Na publicação, Sharif identificou as contas do Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, do vice-presidente, JD Vance, do secretário de Estado, Marco Rubio, e do enviado especial de Washington para o Médio Oriente Steve Witkoff. Além disso, identificou o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi.

Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar ao Irão, que justificaram com a inflexibilidade da República Islâmica nas negociações para pôr fim ao enriquecimento de urânio no âmbito do seu programa nuclear, apresentado como tendo apenas fins civis.

Em retaliação à ofensiva, o Irão encerrou o Estreito de Ormuz, abalando a economia mundial, e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas civis em países da região como Arábia Saudita, Barém, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Jordânia, Omã e Iraque.

O Paquistão posicionou-se como um mediador fundamental no conflito que alastrou ao Médio Oriente, negociando com êxito um cessar-fogo de duas semanas entre Teerão e Washington a 08 de abril, depois várias vezes prorrogado por Trump.

O objetivo era prosseguir as conversações indiretas para alcançar o levantamento das sanções internacionais ao Irão e a retirada das tropas norte-americanas da região em troca de um compromisso iraniano de não produzir armas nucleares, e garantir a passagem segura pelo Estreito de Ormuz.

Por agora, Teerão mantém o bloqueio em Ormuz, por onde passa 20% do crude mundial, e Washington, por sua vez, impede a passagem de navios que tenham como origem ou destino portos iranianos.

Ataques aéreos israelitas atingem sul do Líbano... Ataques aéreos israelitas atingiram hoje o sul do Líbano, após um apelo israelita para a evacuação de cerca de 20 cidades e aldeias da região, incluindo a cidade de Nabatieh, informou a agência de notícias oficial libanesa ANI.

© Abbas Fakih / AFP via Getty Images        Por  LUSA   13/06/2026 

Os bombardeamentos atingiram diversas áreas, incluindo as aldeias de Rihan e Sujud, localizadas perto de Nabatieh.

Segundo a agência, foram ainda relatados disparos de artilharia dentro e à volta da cidade.

Os disparos de artilharia, que ocorreram durante a noite e hoje foram confirmados por um correspondente da AFP em Nabatieh, zona descrita como praticamente deserta.

Na sexta-feira à noite, a ANI relatou explosões e disparos de artilharia perto de colinas com vista para Nabatieh, com o Hezbollah a relatar confrontos com as forças israelitas que avançavam em direção à cidade de Majdal Zoun.

O exército israelita avisou hoje que se preparava para "tomar medidas enérgicas" contra o grupo pró-Irão Hezbollah.

O governo israelita aconselhou os residentes de 24 cidades e aldeias em Nabatieh e arredores, bem como aos mais próximos da costa, a abandonar "imediatamente as suas casas" e a dirigirem-se para norte do rio Zahrani, a cerca de 40 quilómetros da fronteira com Israel.

Hoje o Governo anunciou a interceção de uma "aeronave hostil" que tinha entrado no norte de Israel vinda do Líbano, após quatro incidentes semelhantes no dia anterior.

Nestes incidentes anteriores, alguns projéteis não foram intercetados, mas o exército afirmou que não causaram danos significativos.

O Hezbollah, por sua vez, declarou ter lançado ataques com drones contra veículos militares israelitas no sul do país.


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O exército israelita anunciou hoje que irá lançar novos ataques contra o Hezbollah no sul do Líbano, após denunciar uma violação do cessar-fogo pelo movimento xiita libanês.

CONFLITOS: Desde a Segunda Guerra Mundial que não havia tantos conflitos armados... Desde o final da Segunda Guerra Mundial que não existia um número de conflitos armados entre Estados tão elevado como o registado em 2025, segundo um relatório publicado pelo Instituto de Investigação da Paz de Oslo (PRIO).

© Lusa    13/06/2026 

O relatório, intitulado "Tendências de Conflitos: Uma Análise Global, 1946-2025", indica ainda que o ano passado foi o terceiro mais letal desde 1989, com 245 mil mortes resultantes da violência relacionada com conflitos.

O documento registou oito conflitos interestatais em 2025: a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, o conflito entre a Índia e o Paquistão, os combates entre o Afeganistão e o Paquistão, os confrontos entre a Tailândia e o Camboja e múltiplos conflitos interestatais ligados ao conflito no Médio Oriente, incluindo os que envolveram Israel, o Irão, o Iémen e os Estados Unidos.

"O ressurgimento de conflitos interestatais a esta escala é profundamente preocupante", salientou Siri Aas Rustad, diretora de investigação do PRIO e principal autora do relatório, que salientou que "durante décadas, as guerras civis dominaram os conflitos globais".

Durante o lançamento do relatório, que se baseia em dados do Programa de Dados sobre Conflitos de Uppsala (UCDP), afirmou: "Estamos agora a assistir a um perigoso ressurgimento de confrontos diretos entre Estados, impulsionados por rivalidades geopolíticas, disputas fronteiriças e escalada regional, particularmente no Médio Oriente".

Estes números refletem as 245 mil mortes em incidentes relacionados com batalhas, um número resultante de três conflitos: a invasão russa da Ucrânia, a guerra no Sudão --- incluindo os massacres perpetrados pelo grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido (RSF) em El Fasher, no Darfur --- e o bombardeamento israelita da Faixa de Gaza.

O PRIO observa que o elevado número de mortes é frequentemente impulsionado por alguns conflitos de grande escala e sublinha que, embora antes de 2020 fosse comum a ocorrência de um destes conflitos de cada vez, nos últimos anos tem-se verificado uma acumulação destes conflitos em simultâneo.

O aumento do número de mortes entre 2024 e 2025 --- passando de 188.000 para 245.000 --- deve-se principalmente à violência no Sudão, com cerca de 60.000 mortos na última semana de outubro de 2025 pelas Forças de Apoio Rápido (RSF) em El Fasher, segundo dados da UCDP.

O número de mortes quase duplicou na República Democrática do Congo (RDCongo), principalmente devido à ofensiva lançada no início do ano pelo grupo rebelde Movimento 23 de Março (M23).

A UCDP esclarece que o número de mortos inclui aqueles que morreram em combate --- o que engloba mortes em conflitos ou ataques, tanto de combatentes como de civis --- mas exclui um "número enorme" de mortes indiretas devido à falta de infraestruturas e instalações de saúde, insegurança alimentar e aqueles feridos em ataques que posteriormente sucumbiram aos ferimentos.

Por isso, sublinha que, embora os números reflitam o nível de conflito em todo o mundo, são estimativas conservadoras, especialmente porque o número de mortes indiretas é difícil de verificar "devido à falta de dados fiáveis" que permitam uma estimativa aproximada.

O relatório indica que 2025 registou também o maior número de conflitos estatais desde 1946, com 65 conflitos --- mais seis do que o recorde anterior --- e cerca de 153 mil mortes, um número apenas superado pelos documentados em 2021, 2022 e 2024.

Dados que representam um nível persistentemente elevado de violência estatal, com mais mortes nos últimos cinco anos do que nos 20 anos anteriores a 2021.

Durante 2025, estes 65 conflitos foram documentados em 35 países, um aumento em ambas as áreas em comparação com 2024.

Além disso, na última década, a diferença entre o número de conflitos e o número de países em conflito aumentou, indicando um aumento no número de países que experienciam múltiplos conflitos simultâneos --- como Myanmar, com cinco, e Israel, com dois conflitos civis e três internacionais.

A lista de países com múltiplos conflitos inclui ainda o Afeganistão, os Camarões, o Mali, a Nigéria e o Paquistão, com três cada, enquanto 16 dos 35 países têm apenas um conflito.

Este facto "reflete também uma crescente complexidade na dinâmica dos conflitos, com mais atores envolvidos", como explica o PRIO, que sublinha que este tem "implicações importantes para a forma como estes conflitos são analisados ??e abordados".

Rusted salientou que "os conflitos hoje estão cada vez mais interligados" e acrescentou que "envolvem mais atores, frentes sobrepostas e maior abrangência regional".

"Isto torna-os muito mais difíceis de resolver e aumenta significativamente o risco", disse.

ÍNDIA: Avião da Força Aérea Indiana despenha-se na Índia e mata cinco militares... Um avião de transporte da Força Aérea Indiana despenhou-se hoje durante uma aterragem na base de Jorhat, no nordeste da Índia, matando cinco militares, informou aquele ramo das Forças Armadas.

© X/W0lverineupdate     Por  LUSA   13/06/2026 

"A Força Aérea Indiana lamenta profundamente a morte de cinco dos seus soldados no acidente do [Antonov] An-32 em Jorhat", informou a instituição em comunicado, citado pela agência de notícias francesa AFP.

Segundo a mesma fonte, foi determinada a abertura de um inquérito para investigar as causas do acidente.

Vários meios de comunicação indianos transmitiram imagens de uma densa coluna de fumo negro a sair da base de Jorhat e, em seguida, de destroços do avião, cercados por militares.

O An-32 é uma aeronave bimotora de fabrico russo e, em 2019, um outro avião deste modelo que partiu da base de Jorhat tinha-se despenhado perto da fronteira entre a Índia e a China, matando 13 passageiros e tripulantes, refere a AFP.

No total, a Força Aérea Indiana dispõe de cerca de cem An-32.

 


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Três pessoas seguiam a bordo do aparelho que se despenhou este domingo em Loiret, França. Uma pessoa morreu e outras duas estão em estado critico.

Suécia interceta dois caças russos perto do seu espaço aéreo... A Suécia enviou dois pares de caças JAS 39 Gripen para intercetar dois aviões de guerra russos que sobrevoavam o Mar Báltico junto ao seu espaço aéreo, anunciou hoje o exército sueco.

© Reuters    Por LUSA    13/06/2026 

Os dois incidentes ocorreram na sexta-feira, nas regiões sul e norte do Mar Báltico.

As aeronaves da NATO também levantaram voo "para manter a segurança no espaço aéreo partilhado", afirmou o exército sueco em comunicado.

O espaço aéreo sueco não foi violado em nenhum dos incidentes, indicou o Exército.

"As ações russas são graves e constituem um padrão de comportamento recorrente que ameaça tanto a nossa integridade territorial como a nossa segurança", disse a vice-almirante Ewa Skoog Haslum, chefe de operações conjuntas, citada no comunicado.

A Suécia aderiu à NATO em março de 2024.

As tensões no Mar Báltico aumentaram acentuadamente desde o início da invasão russa da Ucrânia, em 2022.


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MAIS DE 110 MILHÕES??? : UE E UN-HABITAT INVESTEM MAIS DE 110 MILHÕES DE FRANCOS CFA NA EXPANSÃO URBANA DE MANSOA

Por  Rádio Sol Mansi   13 06 2026 

A União Europeia e o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-HABITAT) lançaram oficialmente, esta sexta-feira (12 de junho), as obras de expansão urbana da cidade de Mansoa, no âmbito do projeto "Fortalecendo a Governação Urbana e o Acesso a Serviços Básicos para um Desenvolvimento Local Verde e Inclusivo na Guiné-Bissau – Nô Misti Disinvolvimentu Local (NMDL)", inserido no Programa Cidades Verdes e Inclusivas.

No ato, o representante da União Europeia na Guiné-Bissau, Frederico Bianchi, reafirmou a vontade da organização em continuar a apoiar o desenvolvimento sustentável da Guiné-Bissau.

Por sua vez, o secretário regional de Oio, Iaia Baldé, em representação do governador, afirmou que é dever das autoridades regionais ajudar na fiscalização das obras em curso. Na ocasião, pediu ainda que as intervenções em execução na cidade de Mansoa sejam estendidas aos restantes setores que compõem a região de Oio.

Ainda durante a cerimónia, a Diretora-Geral das Infraestruturas e Transportes do Ministério das Obras Públicas, Construção e Urbanismo, Luzia Dias, apelou à colaboração da população de Mansoa para o bom andamento das referidas obras.

Segundo os responsáveis, as obras, financiadas pela União Europeia através da UN-HABITAT, num montante superior a 110 milhões de francos CFA, terão a duração de um ano. Está igualmente prevista a abertura de mais de 8,5 quilómetros de ruas.