sábado, 1 de agosto de 2026

ESTADOS UNIDOS: Caça F-35B caiu perto de uma base militar na Califórnia. Piloto ferido... Um caça F-35B despenhou-se sexta-feira perto da base aérea de Miramar, em San Diego, adiantou o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, acrescentando que o piloto ejetou-se e sofreu ferimentos que não representam risco de vida.

© Getty Images     Por LUSA   01/08/2026 

"O piloto ejetou e foi transportado para um centro médico local em condição estável para avaliação e tratamento de ferimentos que não representam risco de vida", referiu o Corpo de Fuzileiros Navais em comunicado.

Imagens aéreas de um helicóptero de notícias mostraram uma coluna de fumo negro a subir dos destroços num campo de terra, com vários veículos militares e de bombeiros, bem como pessoas, nas proximidades.

O que parecia ser retardador de chamas branco cobria o solo, e pelo menos uma pessoa estava a deitar água para os destroços com uma mangueira de incêndio, noticiou a agência Associated Press (AP).

Candace Hadley, porta-voz do Corpo de Bombeiros de San Diego, adiantou apenas que os bombeiros estavam no local para combater um incêndio de vegetação que começou perto do local da queda da aeronave.

O F-35B é uma das várias versões do avançado caça furtivo utilizado pelo Corpo de Fuzileiros Navais, pela Marinha e pela Força Aérea.

A versão "B" possui um motor concebido para descolagens curtas e é capaz de realizar aterragens verticais.

Um único caça F-35B custa cerca de 109 milhões de dólares (95 milhões de euros, à taxa de câmbio atual).

A Base Aérea do Corpo de Fuzileiros Navais de Miramar albergava a escola de treino de pilotos de caça da Marinha, retratada no filme original "Top Gun", e era conhecida como "Fightertown USA" no seu auge.

A escola foi transferida para a Base Aérea Naval de Fallon, no Nevada, em 1996, após a base ter sido transferida para o Corpo de Fuzileiros Navais.

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Novo ataque russo com mísseis balísticos provoca mortes em Kiev... Segundo a administração militar de Kiev, "na sequência do ataque, deflagrou-se um incêndio num edifício de seis andares, no distrito de Solomiansky".

Kiev, UcrâniaANATOLII STEPANOV   Por  SIC Notícias Com Lusa 

Um ataque russo com mísseis balísticos contra Kiev durante esta noite causou pelo menos nove mortos, anunciaram os serviços de emergência ucranianos esta madrugada.

"Nove pessoas foram mortas e outras 23 ficaram feridas na sequência de um ataque russo com mísseis balísticos", escreveram os serviços de emergência da Ucrânia na rede de mensagens Telegram.

Num balanço anterior, o presidente de câmara da capital ucraniana, Vitali Klitschko, tinha avançado com "informações preliminares", segundo as quais três pessoas tinham sido mortas, e logo em seguida a administração militar de Kiev reviu o balanço para quatro mortos.

Tammém o número de feridos no balanço anterior era de 15, subindo agora mais 8, entre os quais, pelo menos dois menores, segundo Klitschko no primeiro balanço, que citou os serviços médicos, e apelou aos habitantes para que permanecessem nos abrigos.

Segundo a administração militar de Kiev, "na sequência do ataque, deflagrou-se um incêndio num edifício de seis andares, no distrito de Solomiansky, em Kiev".

"A ameaça de utilização de mísseis balísticos continua elevada. Exortamos todos a permanecerem nos abrigos até que o alerta aéreo seja levantado", precisou ainda a autoridade.

Na noite anterior, oito pessoas foram mortas, incluindo seis membros de uma mesma família, perto de Kryvyi Rig. Outras duas pessoas morreram em bombardeamentos em Kiev e em Poltava.

Nas últimas semanas, a Rússia intensificou os ataques com mísseis balísticos, que apenas alguns sistemas, como os Patriot norte-americanos, são capazes de abater.

A escassez de mísseis intercetores PAC-3, necessários para estes sistemas, agravou-se desde a guerra lançada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão em fevereiro, mas a Ucrânia espera poder produzi-los no seu território, após ter recebido a aprovação de Donald Trump no início de julho.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, visitou no início da semana a Casa Branca para tratar do assunto, mas esta sexta-feira, ao comentar as pretensões do homólogo, Trump disse que "gostaria de ter mísseis Patriot e gostaria de ter mísseis Tomahawk" para em seguida acrescentar que nada estava ainda decidido.

"Estas armas são incríveis. Temos de ter muito cuidado antes de deixar alguém produzi-las", disse Trump, garantindo: "Ainda não demos o nosso consentimento. Estamos a discutir o assunto".

No dia anterior, o inquilino da Casa Branca tinha declarado ao Financial Times que "não tinha a certeza" de dar 'luz verde' a Kiev para a produção dos intercetores, os únicos capazes de abater os mísseis balísticos russos.


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O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu ajuda ao homólogo norte-americano Donald Trump para obter autorização do magnata da tecnologia Elon Musk e utilizar o seu sistema de comunicações por satélite Starlink na guerra contra a Rússia.