sábado, 14 de março de 2026

Pessoas difíceis (e irritantes) envelhecem-nos mais rápido, diz estudo... Um novo estudo, publicado na revista PNAS, apurou que conviver com pessoas difíceis, irritantes ou impertinentes acelera o processo de envelhecimento, dado o aumento do nível de stress e outros fatores causadores.

Por Noticiasaominuto.com 

As pessoas problemáticas ou mais difíceis com quem se dá, seja no trabalho, seja no seu círculo pessoal, estão a envelhecê-lo mais rápido, apurou um novo estudo publicado na revista PNAS. 

Notando que este tipo de relações não são raras - pelo contrário, os pesquisadores acrescentaram que são "vivenciadas de forma desproporcional por indivíduos que enfrentam maiores vulnerabilidades sociais e de saúde, tendo por consequência o envelhecimento". 

Ou seja, quanto mais relacionamentos assim, manter pior para a saúde.

Como as pessoas difícil afetam a saúde?

Esta pesquisa mostrou que para cada "incómodo" na vida de uma pessoa, o seu envelhecimento biológico acelerava em 1,5% ou nove meses.

Os pesquisadores do estudo acreditam que isto acontece porque as interações negativas sobrecarregam cronicamente o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA) do corpo, que ajuda a regular a hormonas do stress, como o cortisol e a adrenalina. 

Assim, o stress provocado por se conversar com pessoa "provocadora" leva a uma inflamação duradoura, que está ligada ao envelhecimento. Tal poderia ser um exemplo de carga alostática: uma forma de "desgaste" que acontece quando tentamos repetidamente adaptamo-nos ao stress contínuo. 

Isto também pode explicar porque é que aqueles que conviviam com pessoas consideradas mais problemáticas registaram resultados piores, em média, no que diz respeito à saúde, sintomas psiquiátricos, eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA) do corpo e relação cintura-quadril.

O artigo nota que quase 30% da população lida com stress provocado por "pessoas irritantes". 

Que tipos de pessoas inconvenientes existem?

O estudo analisou os diversos grupos sociais, desde familiares e conhecidos, até maridos ou mulheres. 

"Laços caracterizados por obrigação, espaço partilhado ou interdependência estrutural, como pais, filhos, colegas de trabalho ou colegas de quarto, têm uma maior probabilidade de serem problemáticos do que laços voluntários e autoselecionados, como amigos, membros da igreja e vizinhos", lê-se no estudo. 

Indivíduos que chateiam parentes são os mais associados ao envelhecimento acelerado, enquanto aqueles que importunam pessoas com a qual não partilham parentesco parecem afetar mais os indicadores sensíveis à mortalidade.

Infraestrutura petrolífera de Kharg sem danos após ataque dos EUA... A agência de notícias oficial do Irão Fars disse hoje que o ataque lançados pelos Estados Unidos (EUA) não causou quaisquer danos às infraestruturas petrolíferas na ilha iraniana de Kharg.

Por LUSA 

Durante o ataque, foram ouvidas 15 explosões, mas "nenhuma infraestrutura petrolífera foi danificada", garantiu a Fars, citando "fontes no local" não identificadas.

Segundo a agência, os Estados Unidos tentaram "danificar as defesas militares, a base naval de Joshan, a torre de controlo do aeroporto e o hangar de helicópteros da Continental Shelf Oil Company".

Kharg, uma ilha árida a cerca de 30 quilómetros da costa, alberga o maior terminal de exportação de petróleo do Irão, responsável por aproximadamente 90% das exportações de crude do país, de acordo com um relatório recente do banco norte-americano JP Morgan.

Na sexta-feira o Presidente dos EUA Donald Trump garantiu que as forças norte-americanas aniquilaram alvos militares na ilha de Kharg e alertou que a infraestrutura petrolífera local pode ser o próximo alvo.

O exército norte-americano "realizou um dos ataques aéreos mais poderosos da história do Médio Oriente e destruiu completamente todos os alvos militares" em Kharg, escreveu o Trump na rede social que detém, a Truth Social.

"Optei por não destruir as infraestruturas petrolíferas da ilha. No entanto, se o Irão, ou qualquer outro país, fizer alguma coisa para impedir a passagem segura e livre de navios pelo estreito de Ormuz, reconsiderarei imediatamente a minha decisão", garantiu.

As Forças Armadas do Irão prometeram hoje "reduzir a cinzas" as instalações petrolíferas e energéticas ligadas aos EUA no Médio Oriente, após Washington atacar Kharg.

"Todas as instalações petrolíferas, económicas e energéticas pertencentes a empresas petrolíferas da região que sejam parcialmente controladas pelos Estados Unidos ou que cooperem com os Estados Unidos serão imediatamente destruídas e reduzidas a cinzas", anunciou o porta-voz do quartel-general central de Khatam al-Anbiya, afiliado da Guarda Revolucionária do Irão, citado pela imprensa local.

Este anúncio, acrescentou o porta-voz militar, é uma "resposta às declarações do presidente agressivo e terrorista dos Estados Unidos".

As Forças Armadas dos EUA divulgaram na sexta-feira que enviaram 2.500 fuzileiros navais e um navio de assalto anfíbio para o Médio Oriente, num grande reforço de tropas na região após quase duas semanas de guerra com o Irão.

O Irão continuou a lançar ataques generalizados com mísseis e drones contra Israel e os países vizinhos do Golfo, e fechou efetivamente o estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do petróleo comercializado no mundo, mesmo enquanto aviões de guerra norte-americanos e israelitas bombardeiam alvos militares e outros alvos em todo o Irão.


Leia Também: Exército do Irão ameaça destruir infraestruturas energéticas ligadas a EUA

As Forças Armadas do Irão prometeram hoje "reduzir a cinzas" as instalações petrolíferas e energéticas ligadas aos Estados Unidos (EUA) no Médio Oriente, após Washington atacar a ilha iraniana de Kharg.


Embaixada dos Estados Unidos na capital do Iraque atingida por míssil... Um heliporto situado dentro do complexo da embaixada dos Estados Unidos (EUA) na capital Bagdade foi hoje atingido por um míssil, disseram dois dirigentes das forças de segurança do Iraque.

Por LUSA 

Imagens da agência de notícias Associated Press mostram uma coluna de fumo a subir sobre o complexo da embaixada, que até ao momento não fez qualquer comentário público.

O complexo, uma das maiores instalações diplomáticas dos EUA no mundo, tem sido alvo repetido de foguetes e drones disparados por milícias alinhadas com o Irão.

Na sexta-feira, a embaixada renovou o alerta de segurança de Nível 4 para o Iraque, avisando que o Irão e grupos de milícias alinhados com Teerão já realizaram ataques contra cidadãos, interesses e infraestruturas dos EUA e "podem continuar a atacá-los".

Um dirigente das forças de segurança iraquianas disse à agência de notícias France-Presse (AFP) que um ataque com um drone tinha atingido a embaixada norte-americana.

"Um drone atingiu a embaixada", disse o responsável. Um segundo dirigente confirmou o ataque.

O ataque ocorre após uma série de ataques contra as Brigadas do Hezbollah, que fizeram dois mortos na capital iraquiana, incluindo um "dirigente importante" do influente grupo armado pró-Irão, também segundo fontes das forças de segurança.

As fontes não divulgaram as identidades das duas vítimas mortais, e as Brigadas do Hezbollah - designadas como um grupo terrorista pelos EUA - não fizeram até ao momento qualquer declaração pública.

Pouco depois das 2h (23h de sexta-feira em Lisboa), no bairro nobre de Arassat, onde estão sediadas fações armadas pró-Irão, um ataque com mísseis atingiu uma casa utilizada como quartel-general das Brigadas Hezbollah, disse um responsável de segurança à AFP.

"Uma figura proeminente foi morta" e outras duas pessoas ficaram feridas no ataque, segundo a mesma fonte.

Jornalistas da AFP ouviram fortes explosões antes do som das sirenes das ambulâncias. Testemunhas relataram ter visto fumo branco a subir do bairro.

Duas horas depois, um ataque aéreo atingiu um veículo perto de uma ponte no leste de Bagdad, matando uma pessoa, segundo outras duas fontes de segurança.

O falecido era também membro das Brigadas Hezbollah, segundo um oficial das Forças de Mobilização Popular.

Esta coligação de ex-paramilitares, integrada nas forças regulares iraquianas, inclui grupos armados pró-Irão, como as Brigadas Hezbollah, que têm a reputação de operar de forma independente.

As Brigadas do Hezbollah fazem também parte da "Resistência Islâmica no Iraque", uma rede pró-Irão que reivindica diariamente, desde o início da guerra, a responsabilidade por dezenas de ataques com drones e foguetes contra bases que albergam soldados norte-americanos no Iraque e no Médio Oriente.

O Iraque está a ser apanhado no fogo cruzado da guerra com o Irão, sendo o único país a enfrentar ataques de ambos os lados.

Em retaliação pela ofensiva militar de grande escala lançada pelos Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro, o Irão condicionou o tráfego no Estreito de Ormuz e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.

Incidentes com projéteis iranianos foram também registados em Chipre, na Turquia e no Azerbaijão.

EUA começam a libertar 172 milhões de barris da reserva de petróleo... O Departamento de Energia dos Estados Unidos (EUA) lançou o primeiro leilão como parte da libertação gradual das reservas estratégicas de petróleo para mitigar as consequências económicas da guerra no Médio Oriente.

Por LUSA 

O leilão, dirigido às empresas petrolíferas, "abrangerá 86 milhões de barris" de um total de 172 milhões a serem libertados progressivamente, informou o departamento.

De acordo com os termos do acordo, as empresas petrolíferas terão de devolver ao departamento "o petróleo emprestado, mais barris adicionais", refere o comunicado divulgado na sexta-feira.

O objetivo do Departamento de Energia é "reforçar as reservas estratégicas de petróleo, estabilizando os mercados".

Na quinta-feira, o secretário da Energia dos EUA, Chris Wright, disse que a entrega do total de 172 milhões de barris "levará cerca de 120 dias".

O Presidente norte-americano, Donald Trump, criticou frequentemente a administração do antecessor, o democrata Joe Biden, por utilizar a reserva para tentar reduzir os preços da gasolina.

Na quarta-feira, o republicano garantiu que as consequências económicas do conflito no Irão, com a forte flutuação dos preços do petróleo, não vão durar muito tempo e assegurou que os mercados foram menos afetados do que tinha previsto.

"Pensei que nos iria afetar um pouco, mas provavelmente afetou-nos menos do que pensava. E voltaremos ao normal muito em breve. Os preços estão a cair consideravelmente", frisou Trump.

Em declarações divulgadas pela Fox News, o Presidente norte-americano acrescentou que "o preço do petróleo vai cair, é apenas uma questão de guerra".

Trump enfatizou que o preço do crude "vai cair mais do que qualquer um imagina", afirmando ainda que os mercados estão a "manter-se bem".

Os 32 países membros da Agência Internacional de Energia decidiram na quarta-feira por unanimidade libertar 400 milhões de barris de petróleo das suas reservas de emergência para fazer face às perturbações nos mercados petrolíferos decorrentes da guerra no Médio Oriente e do encerramento do Estreito de Ormuz.

Também na quarta-feira, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou que Portugal vai disponibilizar "em princípio" 10% das reservas estratégicas de petróleo para poder haver mais oferta e maior contenção nos preços dos combustíveis.

Apesar deste anúncio, a cotação do barril de petróleo Brent para entrega em maio subiu 2,67% na sexta-feira, encerrando acima dos 103 dólares por barril numa das suas semanas mais voláteis dos últimos anos

A ofensiva dos EUA e de Israel contra o Irão levou à suspensão do tráfego marítimo através do Estreito de Ormuz, que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, devido às ameaças iranianas contra os navios que atravessam esta rota, responsável por até um quinto do petróleo mundial. 


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O presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu hoje que as forças norte-americanas aniquilaram alvos militares na ilha iraniana de Kharg e alertou que a infraestrutura petrolífera local pode ser o próximo alvo.


EUA emitem licença para permitir comercialização do petróleo venezuelano... O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos emitiu hoje uma licença para autorizar empresas americanas a realizarem certas atividades de exploração e comercialização de petróleo venezuelano, um setor sancionado por Washington.

Por LUSA 

Esta medida representa mais um passo na aproximação entre a Administração de Donald Trump e o Governo da presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que na semana passada restabeleceram as relações diplomáticas entre ambos os países, quebradas desde 2019.

O departamento dirigido por Scott Bessent levantou as sanções para a exploração, venda, transporte e armazenamento de petróleo venezuelano e seus refinados, desde que sejam importados para os Estados Unidos por empresas desse país.

A autorização inclui transações em que estejam envolvidos o Governo da Venezuela e a empresa petrolífera estatal Pdvsa.

A licença estipula que qualquer contrato deve ser regido pela legislação americana e que as disputas sejam resolvidas em território americano.

Numa outra licença, o Departamento do Tesouro especificou que não são permitidas transações ligadas à Rússia, Irão, Coreia do Norte, Cuba e certos atores da China, nem tão pouco com pessoas sancionadas por Washington.

Na semana passada, o Governo de Trump emitiu uma licença que autoriza determinadas atividades relacionadas com a exploração e comercialização de ouro venezuelano por empresas americanas.

O alívio das sanções ao crude venezuelano ocorre ainda num contexto de turbulências no mercado energético mundial devido ao bloqueio provocado pela guerra do Irão no estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial.

A escalada dos preços da gasolina levou os Estados Unidos a libertar parte das suas reservas estratégicas de crude para aumentar a oferta e a levantar temporariamente as restrições a outros países para que possam adquirir petróleo russo sancionado por Washington.


Leia Também: Presidente da Venezuela pede a Trump suspensão das sanções dos EUA

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, pediu hoje a Donald Trump o levantamento das sanções americanas "que afetam os povos", durante a receção, em Caracas, de uma delegação de ministros colombianos.


Trump realizou um dos ataques aéreos "mais poderosos da história" na ilha iraniana Kharg... O Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu esta sexta-feira que as forças norte-americanas aniquilaram alvos militares na ilha iraniana de Kharg e alertou que a infraestrutura petrolífera local pode ser o próximo alvo.

Por sicnoticias.pt 

O exército norte-americano "realizou um dos ataques aéreos mais poderosos da história do Médio Oriente e destruiu completamente todos os alvos militares" em Kharg, escreveu o Presidente norte-americano na sua rede social, a Truth Social.

"Optei por não destruir as infraestruturas petrolíferas da ilha. No entanto, se o Irão, ou qualquer outro país, fizer alguma coisa para impedir a passagem segura e livre de navios pelo estreito de Ormuz, reconsiderarei imediatamente a minha decisão", garantiu.

A pequena ilha do Golfo Pérsico é o principal terminal por onde passam as exportações de petróleo do Irão, noticiou a agência Associated Press (AP).

Trump anunciou a ação numa publicação nas redes sociais enquanto se preparava para viajar para a Florida para o fim de semana.

O republicano respondeu às perguntas dos jornalistas que o acompanhavam antes de embarcar no Air Force One, mas não mencionou a mais recente operação militar norte-americana contra o Irão.

As Forças Armadas dos EUA divulgaram esta sexta-feira que enviaram 2.500 fuzileiros navais e um navio de assalto anfíbio para o Médio Oriente, num grande reforço de tropas na região após quase duas semanas de guerra com o Irão.

O Irão continuou esta sexta-feira a lançar ataques generalizados com mísseis e drones contra Israel e os países vizinhos do Golfo, e fechou efetivamente o estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do petróleo comercializado no mundo, mesmo enquanto aviões de guerra norte-americanos e israelitas bombardeiam alvos militares e outros alvos em todo o Irão.

Em entrevista à Fox News, o Presidente norte-americano, Donald Trump, referiu que a guerra vai acabar "quando sentir isso nos ossos".

Mostrou-se também mais cauteloso quanto à possibilidade de os opositores derrubarem o governo islâmico.

"Portanto, acho realmente que este é um grande obstáculo a ser ultrapassado pelas pessoas que não têm armas", indicou Trump.

Em Washington, o secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse que foram atingidos mais de 15 mil alvos inimigos, mais de mil por dia desde o início da guerra.

Hegseth procurou ainda tranquilizar a população sobre o bloqueio do Estreito de Ormuz, declarando aos jornalistas: "Estamos a lidar com isso e não temos de nos preocupar".