domingo, 27 de fevereiro de 2022

A coordenação do Polo Estratégico de Juventude, jovens, quadros de MADEMG15, duou hoje 27 de Fevereiro de 2022, os materiais de canalização e equipamentos de construção para a Mesquita Central de Cuntum 3, círculo 28.

 Muadem G-15 Mulheres do Movimento para Alternância Democrática

A coordenação do Polo Estratégico de Juventude, jovens, quadros de MADEMG15, duou hoje 27 de Fevereiro de 2022, os materiais de canalização e equipamentos de construção para a Mesquita Central de Cuntum 3, círculo 28.

Estas doações, vêem no âmbito de objetivos Estratégico do Polo que insere nos apoios, sociais.

À semelhança desta ação, serão realizadas em outros 5 círculos, que compõem o setor Autónomo de Bissau. 

Tendo em conta as necessidades e prioridades!

De lembrar que o Polo Estratégico de Juventude é uma estrututa criada nos finais de 2020, por jovens quadros, que tem por finalidade enaltecer as ações do Coordenador Nacional do MADEMG15, Camarada Braima Camará. Assim como mobilizar camada a juvenil para o Partido.

Nesta altura conta com 300 militantes, na sua maioria jovens!

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MADEM-G15 | Solidário 

Madem-G15 Movimento para Alternância Democrática
O camarada Abel da Silva Gomes, Secrerário Nacional do MADEM-G15 e Deputado do CE 21, visitou a tabanca de Djifunco, Secção de Suzana, Sector de S. Domingos, onde 10 casas foram consumidas pelas chamas no dia 11 de Fevereiro, deixando várias famílias sem teto e em grandes dificuldades. 

O Secretário Nacional do MADEM-G15, acompanhado por outros dirigentes do partido da Região e Sector, destacando os Camaradas António Djin Alé, Coordenador Regional de Cacheu II, bem como de Maurício Mendes que representou a Coordenação Nacional do JUADEM, assim como o Sr. Alicio Djiba, Coordenador de Associações Juvenis Felupes.

A delegação foi recebida pela população local e pelo régulo, a quem foi entregue 1,5 Toneladas de arroz e 110 litros de óleo para serem repartidos pelas famílias afetadas. 

Veja as fotografias:👉 AQUI

Kiev lança site para russos conhecerem destino de soldados mortos

© Getty
Notícias ao Minuto    27/02/22 

As autoridades ucranianas lançaram hoje uma página na Internet que permite aos próximos de soldados russos mortos em combate no país conhecerem o seu destino, uma vez que a Rússia não divulga as suas perdas.

No quarto dia da invasão da Ucrânia pela Rússia, a página, batizada 200rf.com, em referência ao código usado pelos soldados mortos em combate, passa a divulgar fotos de passaportes ou documentos militares pertencentes a soldados russos alegadamente mortos desde a invasão do país.

São, ainda, divulgados vídeos de soldados russos alegadamente feitos prisioneiros, bem como o nome e local de origem de alguns deles.

"Sei que numerosos russos querem saber como e onde estão os seus familiares, os seus filhos, os seus maridos, e o que lhes aconteceu", explica, num vídeo colocado no site, Viktor Andrusiv, conselheiro do ministro do Interior ucraniano.

Segundo Kiev, o Exército ucraniano matou mais de 4.300 soldados russos e fez prisioneiros perto de 200. Moscovo não divulgou nenhum dado sobre as perdas sofridas desde o início da ofensiva, na madrugada da passada quinta-feira.

O dirigente da República russa do Daguestão, no Cáucaso, Serguei Melikov, foi o primeiro responsável a reconhecer, hoje, a morte de um soldado russo na Ucrânia.

Na sua página oficial no Instagram, Melikov prestou uma homenagem a um oficial que, segundo escreveu, foi morto durante "a operação especial de defesa do Donbass", no leste da Ucrânia.

O regulador russo dos media ordenou sábado a supressão dos conteúdos dos meios de comunicação do país de todas as referências a civis mortos pelo Exército russo na Ucrânia, bem como os termos "invasão", "ofensiva" ou "declaração de guerra".

Moscovo é acusada de, desde o início da crise com a Ucrânia, em 2014, camuflar as suas perdas militares entre os que combateram apoiando os separatistas pró russos no Leste. Este apoio foi sempre desmentido, até à invasão em curso.

O político liberal russo Lev Schlossberg sugeriu, recentemente, que o Exército russo utilize crematórios móveis para queimar os corpos dos soldados mortos em combate.

"Não há guerra. Não há mortos. Não há baixas. As pessoas simplesmente desaparecem. Para sempre", escreveu no seu blogue.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocaram cerca de 200 mortos, incluindo civis, e mais de 1.100 feridos, em território ucraniano, segundo Kiev. A ONU deu conta de perto de 370 mil deslocados para a Polónia, Hungria, Moldávia e Roménia.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a "operação militar especial" na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), UE e Conselho de Segurança da ONU, tendo sido aprovadas sanções em massa contra a Rússia.


Putin elogia "heroísmo" das forças de operações especiais

© Reprodução Twitter

Notícias ao Minuto  27/02/22 

O Presidente russo, Vladimir Putin, destacou hoje o heroísmo das forças de operações especiais do seu país, numa mensagem de felicitação por ocasião da celebração do dia daquele corpo das Forças Armadas.

"Especial reconhecimento àqueles que cumprem heroicamente o seu dever militar no decurso a operação especial para prestar ajuda às repúblicas populares de Dombás", disse o chefe do Kremlin numa mensagem de vídeo aos elementos das forças de operações especiais.

A Rússia invadiu a Ucrânia na quinta-feira, 24 de fevereiro, através da Bielorrússia ao norte, da Crimeia, território ucraniano que anexou em 2014, ao sul, e do território russo a nordeste e a leste.

Na ocasião, Putin anunciou o início de uma "operação militar especial" na Ucrânia, em resposta a um pedido de ajuda das repúblicas populares de Dombás, reconhecias por Moscovo como estados independentes.

As autoridades ucranianas contabilizaram já a morte de pelo menos 198 pessoas, incluindo civis, desde o início da invasão russa.

O ataque russo tem sido amplamente condenado em todo o mundo e vários países, com destaque para os ocidentais, aprovaram sanções económicas para punir o regime de Moscovo.


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Donald Trump diz que invasão russa é "ataque à humanidade"

© Scott Olson/Getty Images

Notícias ao Minuto  27/02/22 

O antigo Presidente dos EUA Donald Trump classificou a invasão russa de "ataque à humanidade" e sustentou que, se estivesse na Casa Branca, o Presidente russo não teria tomado a decisão "cruel" de invadir a Ucrânia.

Por outro lado, elogiou os "corajosos" ucranianos e vangloriou-se de ter sido o Presidente mais duro dos EUA para com a Rússia, apesar das "notícias falsas" que disse terem sido divulgadas pelos meios de comunicação "desonestos" sobre a sua suposta fraqueza perante Vladimir Putin.

Trump lembrou que sob a administração de George W. Bush, a Rússia invadiu a Geórgia; sob Barack Obama, a Crimeia; e sob Joe Biden, a Ucrânia.

"Sou o único Presidente americano do século XXI em cujo mandato a Rússia não invadiu outro país", afirmou, antes de garantir que, se fosse Presidente dos EUA, teria sido "muito fácil impedir isto", criticando ainda as "fracas sanções" impostas por "líderes tontos".

O antigo chefe de Estado discursou no encerramento do penúltimo dia da Conferência da Ação Política Conservadora, em Orlando, na quinta-feira.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocaram pelo menos 198 mortos, incluindo civis, e mais de 1.100 feridos, em território ucraniano, segundo Kiev. A ONU deu conta de 150.000 deslocados para a Polónia, Hungria, Moldávia e Roménia.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a "operação militar especial" na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), UE e Conselho de Segurança da ONU, tendo sido aprovadas sanções em massa contra a Rússia.

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