segunda-feira, 6 de abril de 2026

HOSPITAL NACIONAL "SIMÃO MENDES" REGISTA 116 CASOS NA URGÊNCIA MAS SEM ÓBITO DURANTE AS CELEBRAÇÕES DA PÁSCOA

 Rádio Sol Mansi   06. 04. 2026   

O Hospital Nacional "Simão Mendes" registou 116 atendimentos no serviço de urgência, durante as festividades da Páscoa, distribuídos entre os serviços de medicina e cirurgia. 

No balanço sobre as festividades da Páscoa, relativo aos casos que deram entrada no serviço de urgência da unidade hospitalar, o diretor clínico do Hospital Nacional "Simão Mendes", Bubacar Sissé, afirmou que, entre os acidentados de viaturas e motorizadas, se encontram duas crianças, fora de perigo.


Segundo o mesmo responsável, foram registados 83 casos no serviço de medicina, 15 no serviço de cirurgia e 18 em ortotraumatologia, não tendo  registado qualquer óbito.

Entretanto, na mesma ocasião, o diretor clínico do Hospital Nacional "Simão Mendes", Bubacar Sissé, recomendou uma maior atenção, sobretudo em casos dos acidentes que envolvem crianças, apelando para que os portadores  estejam sempre acompanhadas de adultos.

O responsável fez ainda uma comparação com as festas da Páscoa do ano passado, referindo que, no ano passado registou-se 175 casos nos diferentes serviços, dos quais 15 resultaram de acidentes  6 de agressões, não tendo  registado na altura, nenhum óbito.

HOSPITAL MILITAR PRINCIPAL DESTACA, PÁSCOA/2026 SEM MORTES E APELA PARA UMA RESPONSABILIDADE NO 1.º DE MAIO

 Rádio Sol Mansi   06/04/2926 

O Hospital Militar Principal considerou de positivo as celebrações da Páscoa, ao revelar que não foi registado qualquer óbito relacionado com as festividades, um dado encorajador que reflete maior consciência da parte dos populares.

A informação foi avançada pelo diretor clínico desta instituição, Arthur Semedo, que sublinhou no entanto, o registo de seis casos de acidentes durante esse período festivo, sendo quatro deles de viação. Apesar disso, todos os casos foram considerados ligeiros, sem gravidade.

Perante a aproximação das comemorações do 1.º de Maio, especialmente nas zonas balneares, Arthur Semedo deixou um apelo claro à população, a uma moderação no consumo das bebidas alcoólicas, e maior uma prudência por parte dos condutores.

“É importante que as pessoas celebrem com responsabilidade qualquer festividade mas com prudência, a fim de evitar tragédias que podiam ser prevenidas”, alertou.

Relativamente ao quadro clínico atual, o responsável destacou que o hospital continua a registar um número significativo de casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e de paludismo, doenças que continuam a representar um desafio para o sistema de saúde nacional.

O diretor clínico aproveitou ainda a ocasião, para exortar os pais e encarregados de educação, a reforçarem os cuidados com as crianças, incentivando o uso de redes mosquiteiras, como forma de prevenção contra o paludismo.

Rato que descobriu mais de 100 minas no Camboja é homenageado com estátua... Magawa, o famoso rato que localizou mais de 100 minas terrestres e outros explosivos no Camboja, foi homenageado com uma estátua, inaugurada na sexta-feira, na cidade de Siem Reap. Em 2020, o ágil roedor já tinha sido condecorado com uma medalha de ouro pela "bravura e devoção ao dever que salvou vidas".

Por  SIC Notícias

Esta é a primeira estátua do mundo dedicada a um rato detetor de minas terrestres, de acordo com a BBC. A homenagem, trabalhada por um conjunto de artistas, foi inaugurada em Siem Reap, no Camboja, na sexta-feira, a tempo do Dia Internacional de Sensibilização para as Minas, a 4 de abril.

Magawa, um rato gigante africano, viveu oito anos e, durante parte da sua vida, foi treinado pela organização de caridade belga Apopo antes de se mudar para o Camboja, onde começou, em 2016, a carreira de farejador de explosivos.

O gestor do programa da Apopo no Camboja, Michael Raine, afirmou, na sexta-feira, que o monumento dedicado a Magawa "é um lembrete para a comunidade internacional" do trabalho que ainda é preciso fazer quanto ao problema na região.

Magawa, o rato detetor de minas

Com o olfato apurado e treinado para detetar um composto químico dos explosivos, o roedor alertava os treinadores assim que farejava alguma mina. Depois de identificadas por Magawa, estas eram removidas em segurança.

Durante os anos de serviço, Magawa limpou mais de 141 mil metros quadrados de terreno, o equivalente a 20 campos de futebol. Em apenas 20 minutos, o animal conseguia percorrer e procurar uma área do tamanho de um campo de ténis.

Em 2020, o roedor recebeu uma medalha de ouro da associação britânica de bem-estar animal PSDA, que galardoa anualmente um animal pela sua bravura.

Magawa foi distinguido pela sua "bravura e devoção ao dever" e tornou-se no primeiro rato a receber a medalha nos 77 anos de história da instituição, considerada o equivalente para os animais da Cruz de Georges, a maior honra concedida a civis.

Após uma breve reforma devido à idade avançada que lhe roubou a rapidez e agilidade, Magawa acabou por morrer em 2022.

Segundo as Nações Unidas, mais de um milhão de pessoas continua a trabalhar e a viver em terrenos contaminados por minas e engenhos explosivos não detonados no Camboja, o que representa um risco constante para as populações.

Michael Raine acrescentou ainda que o Camboja tem como meta tornar-se um país livre de minas até 2030. A instituição de caridade tem vindo a treinar os seus roedores, também conhecidos como "HeroRATS", desde a década de 1990.

Treinados para prevenir tráfico e detetar tuberculose

Devido ao seu tamanho, os ratos não têm peso suficiente para acionar as minas, o que os torna numa opção mais segura para identificar os explosivos.

Ronin é outro rato treinado pela Apopo, que estabeleceu um novo recorde mundial em 2025 ao descobrir 109 minas terrestres e 15 explosivos não detonados desde 2021.

O trabalho de Ronin na província de Preah Vihear, no norte do Camboja, superou o recorde detido por Magawa.

Para além da identificação de explosivos, os roedores são treinados para prevenir o tráfico ilegal de animais selvagens na Tanzânia ao reconhecer odores de produtos frequentemente traficados, como chifres de rinoceronte, presas de elefante (marfim) e escamas de pangolim.

Segundo a instituição belga, os ratos também conseguem detetar a tuberculose.

Missão Artemis II chegou, oficialmente, à Lua... A cápsula Orion e os quatro astronautas Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch (da NASA) e Jeremy Hansen (da Agência Espacial Canadiana) entraram durante a manhã desta segunda-feira, dia 6, no campo gravitacional da Lua

Por  noticiasaominuto.com 

.Mais de 50 anos depois, uma nova missão tripulada da NASA voltou à Lua. A tripulação da Artemis II entrou, durante a manhã desta segunda-feira, no campo gravitacional do satélite natural da Terra e entra assim numa das fases mais entusiasmantes desta missão de dez dias.

Entre os objetivos desta missão Artemis II está levar a cápsula Orion a sobrevoar a face oculta da Lua, um momento que fará com que os astronautas estejam uma distância inédita do nosso planeta - ultrapassando efetivamente o anterior recorde estabelecido pela missão Apollo 13 que, em 1970, esteve a uma distância de 400.171 quilómetros.

No caso da Artemis II, conta a Reuters que o objetivo é atingir os 406.773 quilómetros de distância.

O momento deverá acontecer durante esta tarde e, conforme já anunciado previamente, será transmitido em direto não só através do YouTube, como também pela Netflix para os respetivos subscritores.

Serve recordar que, além do recorde de distância, a tripulação da Artemis II terá a oportunidade de assistir a um eclipse solar - com a Lua a cobrir completamente o Sol e um momento que deverá ser captado pelos telemóveis à disposição dos astronautas.

A NASA explicou que, durante o eclipse, o Sol ficará oculto à vista ao passar por detrás da Lua, da perspetiva da cápsula Orion, um fenómeno que não pode ser visto a partir da Terra.

Nesse momento, a tripulação observará a Lua praticamente escura, o que lhes dará a oportunidade de procurar por flashes de luz provocados por meteoróides que impactam a superfície lunar, partículas de poeira a elevar-se sobre a borda do satélite natural e alvos do espaço profundo, incluindo planetas.

Enquanto o Sol desliza por detrás da Lua, os astronautas poderão observar a coroa solar, a camada mais externa da atmosfera do Sol.

Kelsey Young, diretora do Departamento de Ciência e Exploração da NASA para a missão Artemis II, descreveu a oportunidade de observar o eclipse como "um momento poético" tanto para a tripulação como para a humanidade.

O que se segue para a missão Artemis II?

Uma vez estabelecido este recorde de distância, a tripulação da missão Artemis II iniciará a sua viagem de regresso à Terra - a qual deverá demorar cerca de quatro dias.

Prevê-se que a Orion faça uma reentrada controla na atmosfera no dia 10 de abri e que caia no oceano Pacífico, onde será resgatada pelas equipas da NASA.

É importante recordar que esta missão é apenas um dos passos previstos no programa Artemis que deverá levar ao objetivo da NASA - voltar a colocar seres humanos na Lua.

Este objetivo só deverá ser cumprido em 2028 com a missão Artemis IV, sendo que no próximo ano a NASA pretende testar mais alguns sistemas que serão usados no futuro com a Artemis III. 


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Os quatro astronautas da missão Artemis II terão a oportunidade de assistir a um eclipse solar quando, nesta segunda-feira, sobrevoarem a face oculta da Lua, batendo assim o recorde histórico de distância alcançado pela humanidade.