domingo, 4 de outubro de 2026

EUA retiram bombardeiros de base inglesa investigada por ataque... A Força Aérea dos EUA repatriou os seus bombardeiros estacionados na base aérea militar RAF Fairford, em Inglaterra, utilizada para atacar o Irão, após uma investigação a um ataque terrorista planeado contra a instalação.

© David Bown/Getty Images    Por  LUSA  04/10/2026 

Os bombardeiros foram levados para as suas bases de origem, nos Estados Unidos, de acordo com declarações feitas hoje por um responsável do Pentágono à agência de notícias Associated Press, que não cita o seu nome já que o militar não estava autorizado a discutir movimentações militares sensíveis.

Observadores da aviação (entusiastas, civis e analistas), como a comunidade Military Air Tracking Alliance, observaram dezenas de bombardeiros B-52 e B-1 a operar a partir da RAF Fairford desde os primeiros dias da guerra com o Irão e referiram ter visto uma série de bombardeiros B-1 a descolar hoje dessa base.

A medida surge numa altura em que o Presidente norte-americano, Donald Trump, está a avaliar as opções para a sua guerra contra o Irão — incluindo novos ataques — apesar das suas promessas iniciais de que a campanha duraria apenas algumas semanas.

"Temos decisões a tomar em relação ao Irão. O Irão foi dizimado. Portanto, a única questão é: será o caminho fácil ou o caminho difícil", disse Trump aos jornalistas no sábado, à saída da Casa Branca para um comício no Ohio.

Um cidadão com dupla nacionalidade - britânica e iraniana - foi detido na semana passada, no centro de Londres, por suspeita de planear um ataque terrorista, após um incidente de segurança na base aérea da RAF Fairford, no final de setembro.

No total, seis pessoas foram detidas e posteriormente libertadas sob fiança durante a investigação.

As autoridades britânicas ligaram o incidente a Teerão.

Embora o Irão tenha negado qualquer envolvimento, o país já afirmou que considera qualquer base utilizada para atacar o seu território como um alvo legítimo.

As autoridades do Reino Unido afirmam que grupos apoiados pelo Irão estiveram na origem de uma série de ataques em países aliados dos EUA, muitos deles dirigidos à comunidade judaica, e alertaram que Teerão poderá expandir os seus alvos no Reino Unido se os conflitos no Médio Oriente continuarem.

A RAF Fairford, localizada a 160 quilómetros de Londres, foi utilizada pelos bombardeiros norte-americanos durante décadas de conflitos no Médio Oriente.

Os militares norte-americanos ainda mantêm uma presença considerável na região, sendo que, na quinta-feira, um responsável norte-americano disse que o porta-aviões USS Theodore Roosevelt, recentemente destacado, bem como o grupo de prontidão anfíbia USS Malkin Island — um grupo de navios que transporta mais de 7.000 marinheiros e 2.000 fuzileiros navais — estão a caminho da região.


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O ministro do Petróleo do Irão, Mohsen Paknejad, apresentou a sua demissão, anunciou hoje o gabinete do Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, que decretou que o diretor da Companhia Nacional de Petróleo o substitua interinamente.

"Na sequência da aceitação da demissão de Mohsen Paknejad, Hamid Bord, diretor-geral da Companhia Nacional Iraniana de Petróleo, foi nomeado ministro do Petróleo interino por decreto presidencial", indica o gabinete de Massoud Pezeshkian num comunicado difundido pela televisão pública Irib e citado pela agência France-Presse (AFP).

A demissão ocorre num contexto em que se formam regularmente longas filas nas estações de serviço do país, desde o início da guerra no Médio Oriente...

LISBOA🇵🇹 | DSP FALA SOBRE O IMPEDIMENTO DO REGRESSO DO EX-PRESIDENTE DA REPÚBLICA GENERAL UMARO SISSOCO EMBALÓ 👇🏻

Idriça Djalo: Forças Armadas apolíticas ou parceira política: é preciso escolher!... O documento reage à decisão do Alto Comando Militar relativa ao anunciado regresso do antigo Presidente Umaro Sissoco Embaló e toma posição sobre questões importantes: as Forças Armadas, as restrições à atividade política, as liberdades fundamentais e a procura de uma saída para a crise.

Por Idriça Djalo   04/10/2026

Há textos políticos que sem o pretenderem, levantam uma questão muito mais importante do que aquela que procuravam tratar.

O comunicado conjunto publicado em 3 de outubro de 2026 pela PAI–Terra Ranka e pela API–Cabaz Garandi é um desses casos.

O documento reage à decisão do Alto Comando Militar relativa ao anunciado regresso do antigo Presidente Umaro Sissoco Embaló e toma posição sobre questões importantes: as Forças Armadas, as restrições à atividade política, as liberdades fundamentais e a procura de uma saída para a crise.

As duas coligações defendem o restabelecimento das liberdades políticas, a reabertura das sedes dos partidos e a construção de Forças Armadas «republicanas, apolíticas e subordinadas ao poder civil».

Até aqui, o princípio é claro.

Mas, alguns parágrafos depois, surge uma proposta que merece reflexão.

As duas coligações pretendem «reconstruir a aliança histórica entre o povo da Guiné-Bissau e as suas Forças Armadas Revolucionárias do Povo» e afirmam: «A Guiné-Bissau precisa de um Pacto Político Nacional que una civis e militares em torno dos interesses superiores da Nação!»

A minha questão é simples:

Como se pode propor simultaneamente umas Forças Armadas apolíticas e que sejam parte de um pacto político?

Uma contradição que merece debate.

Quando afirmamos que as Forças Armadas devem ser apolíticas e subordinadas ao poder civil, estamos a definir uma arquitetura institucional precisa.

O poder político pertence às instituições civis emanadas da soberania popular.

As Forças Armadas cumprem a sua missão constitucional soburdinadas à autoridade dessas instituições.

-Não são maioria nem oposição.

-Não constituem uma força eleitoral.

-Não são um parceiro com o qual os partidos negoceiam o exercício do poder.

Então, o que significa exatamente um «Pacto Político Nacional que una civis e militares»?

Pretende-se transformar as Forças Armadas numa componente política na procura de soluções para a crise, onde sejam o último regulador para um sistema político falhado, com quem os políticos podem celebrar acordos?

Porque não se pode pedir a uma instituição que não tome parte na política ao mesmo tempo que lhe é reservado um lugar nas conversações políticas.

Esta questão ultrapassa os autores do comunicado e diz respeito a toda a classe política guineense.

Há décadas que os nossos conflitos aproximam dois universos que deveriam estar claramente separados: o da competição política e o das Forças Armadas.

Acusamos frequentemente os militares de entrarem na política.

Mas será que colocamos suficientemente a pergunta inversa, ou seja:

A classe política guineense renunciou verdadeiramente a introduzir os militares nas suas próprias equações políticas?

Uma democracia não se constrói apenas pedindo aos militares que permaneçam nos quartéis.

Exige também que os responsáveis políticos deixem de procurar nos quartéis um possível árbitro dos seus conflitos.

A separação deve portanto, funcionar nos dois sentidos.

O comunicado invoca a «aliança histórica» entre o povo e as Forças Armadas que esteve na origem da independência nacional.

Essa memória merece efectivamente respeito.

Mas é preciso distinguir o legado histórico de uma Nação, da organização institucional de uma democracia.

Durante uma guerra de libertação, o político e o militar podem pertencer à mesma arquitetura.

Mas, cinquenta e três anos depois da independência, o desafio é outro. Já não estamos a organizar uma luta de libertação.

Estamos a construir uma República democrática.

E uma República democrática não pode funcionar segundo as mesmas regras de um movimento político-militar.

A melhor forma de homenagear aqueles que combateram para criar um Estado independente, é construir hoje um Estado suficientemente sólido para que não precise dos militares para resolver conflitos políticos.

O comunicado exige igualmente o restabelecimento das liberdades públicas.

Sem liberdade de expressão, reunião, funcionamento dos partidos e participação dos cidadãos, não existe competição política credível.

Mas há uma segunda questão fundamental:

Quem arbitra os conflitos quando os atores políticos não estão de acordo?

Não pode ser aquele que dispõe das armas.

-Devem ser as instituições.

-A justiça.

-As entidades eleitorais.

-A Constituição.

-Os mecanismos legais de resolução dos conflitos.

É precisamente quando as regras produzem resultados que não nos agradam que o nosso compromisso com a democracia é verdadeiramente testado.

Este texto não pretende transformar-se numa acusação contra as duas coligações.

Trata-se sim, de colocar uma questão fundamental a todos os partidos políticos da Guiné-Bissau que foram interpelados no comunicado :

Que lugar reconhecem exatamente às Forças Armadas no sistema político?

Queremos umas Forças Armadas republicanas, profissionais, apolíticas e submetidas à autoridade constitucional do poder civil?

Que Estado queremos construir?

Um Estado cuja estabilidade dependa periodicamente de entendimentos entre responsáveis políticos e militares?

Ou um Estado em que as Forças Armadas estejam plenamente integradas na ordem constitucional e não precisem de participar em qualquer pacto político?

Este é o verdadeiro debate.

A Guiné-Bissau não precisa apenas de acordos entre os seus principais atores.

Precisa também e sobretudo, de instituições e regras suficientemente fortes para que nenhum pacto político entre civis e militares seja necessário para garantir o funcionamento normal do Estado.

Idriça Djalo


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Forces armées apolitiques ou partenaire politique : il faut choisir !

Il existe des textes politiques qui, sans le vouloir, soulèvent une question bien plus importante que celle qu’ils entendaient traiter.

Le communiqué conjoint publié le 3 octobre 2026 par la PAI–Terra Ranka et l’API–Cabaz Garandi en est un exemple.

Le document réagit à la décision du Haut Commandement militaire relative au retour annoncé de l’ancien Président Umaro Sissoco Embaló et prend position sur plusieurs questions importantes : les Forces armées, les restrictions à l’activité politique, les libertés fondamentales et la recherche d’une issue à la crise.

Les deux coalitions défendent le rétablissement des libertés politiques, la réouverture des sièges des partis et la construction de Forces armées « républicaines, apolitiques et subordonnées au pouvoir civil ».

Jusque-là, le principe est clair.

Mais, quelques paragraphes plus loin, apparaît une proposition qui mérite réflexion.

Les deux coalitions entendent « reconstruire l’alliance historique entre le peuple de Guinée-Bissau et ses Forces armées révolutionnaires du peuple » et affirment : « La Guinée-Bissau a besoin d’un Pacte politique national qui unisse civils et militaires autour des intérêts supérieurs de la Nation ! »

Ma question est simple :

Comment peut-on proposer simultanément des Forces armées apolitiques et leur participation à un pacte politique ?

Une contradiction qui mérite débat

Lorsque nous affirmons que les Forces armées doivent être apolitiques et subordonnées au pouvoir civil, nous définissons une architecture institutionnelle précise.

Le pouvoir politique appartient aux institutions civiles issues de la souveraineté populaire.

Les Forces armées accomplissent leur mission constitutionnelle sous l’autorité de ces institutions.

Elles ne sont ni majorité ni opposition.

Elles ne constituent pas une force électorale.

Elles ne sont pas un partenaire avec lequel les partis négocient l’exercice du pouvoir.

Alors, que signifie exactement un « Pacte politique national qui unisse civils et militaires » ?

S’agit-il de faire des Forces armées une composante politique dans la recherche de solutions à la crise, d’en faire l’ultime régulateur d’un système politique défaillant, avec lequel les responsables politiques pourraient conclure des accords ?

Car on ne peut pas demander à une institution de ne pas prendre part à la politique tout en lui réservant une place dans les discussions politiques.

Cette question dépasse les auteurs du communiqué et concerne l’ensemble de la classe politique bissau-guinéenne.

Depuis des décennies, nos conflits rapprochent deux univers qui devraient pourtant être clairement séparés : celui de la compétition politique et celui des Forces armées.

Nous accusons fréquemment les militaires d’entrer dans la politique.

Mais posons-nous suffisamment la question inverse :

La classe politique bissau-guinéenne a-t-elle réellement renoncé à introduire les militaires dans ses propres équations politiques ?

Une démocratie ne se construit pas seulement en demandant aux militaires de rester dans les casernes.

Elle exige également que les responsables politiques cessent de chercher dans les casernes un éventuel arbitre de leurs conflits.

La séparation doit donc fonctionner dans les deux sens.

Le communiqué invoque « l’alliance historique » entre le peuple et les Forces armées qui fut à l’origine de l’indépendance nationale.

Cette mémoire mérite effectivement le respect.

Mais il faut distinguer l’héritage historique d’une Nation de l’organisation institutionnelle d’une démocratie.

Durant une guerre de libération, le politique et le militaire peuvent appartenir à une même architecture.

Mais, cinquante-trois ans après l’indépendance, le défi est tout autre. Nous ne sommes plus en train d’organiser une lutte de libération.

Nous construisons une République démocratique.

Et une République démocratique ne peut fonctionner selon les mêmes règles qu’un mouvement politico-militaire.

La meilleure manière de rendre hommage à ceux qui ont combattu pour créer un État indépendant est de construire aujourd’hui un État suffisamment solide pour ne pas avoir besoin des militaires afin de résoudre ses conflits politiques.

Le communiqué exige également le rétablissement des libertés publiques.

Sans liberté d’expression, de réunion, de fonctionnement des partis et de participation des citoyens, il ne peut exister de compétition politique crédible.

Mais une deuxième question fondamentale se pose :

Qui arbitre les conflits lorsque les acteurs politiques ne parviennent pas à s’entendre ?

Ce ne peut être celui qui dispose des armes.

Ce doivent être les institutions.

La justice.

Les organes électoraux.

La Constitution.

Les mécanismes légaux de règlement des conflits.

C’est précisément lorsque les règles produisent des résultats qui ne nous conviennent pas que notre attachement à la démocratie est véritablement mis à l’épreuve.

Ce texte n’a pas vocation à se transformer en accusation contre les deux coalitions.

Il s’agit plutôt de poser une question fondamentale à l’ensemble des partis politiques de Guinée-Bissau qui ont été interpellés dans le communiqué :

Quelle place reconnaissent-ils exactement aux Forces armées dans le système politique ?

Voulons-nous des Forces armées républicaines, professionnelles, apolitiques et soumises à l’autorité constitutionnelle du pouvoir civil?

Peut-être est-ce là le véritable débat.

Quel État voulons-nous construire ?

Un État dont la stabilité dépend périodiquement d’ententes entre responsables politiques et militaires ?

Ou un État dans lequel les Forces armées sont pleinement intégrées à l’ordre constitutionnel et n’ont besoin de participer à aucun pacte politique ?

Je crois que la Guinée-Bissau n’a pas seulement besoin d’accords entre ses principaux acteurs.

Elle a aussi, et surtout, besoin d’institutions et de règles suffisamment solides pour qu’aucun pacte politique entre civils et militaires ne soit nécessaire afin de garantir le fonctionnement normal de l’État.

Idriça Djalo

GUERRA NA UCRÂNIA: Rússia vai intensificar golpes após Zelensky admitir mais ataques... As forças armadas russas anunciaram hoje que vão intensificar ataques contra alvos militares em Kiev e noutras regiões da Ucrânia, após o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmar que os ataques a refinarias russas vão continuar.

© Reuters  Por  LUSA  04/10/2026 

"Após a declaração de Zelensky de hoje, intensificar-se-ão os ataques das forças armadas russas contra instalações militares e da indústria militar, assim como contra a infraestrutura relacionada com estas, em Kiev e noutras regiões da Ucrânia", assinala um comunicado do Ministério da Defesa russo, citado pela agência Efe.

Para Moscovo, "Zelensky tem a plena responsabilidade pessoal e política por isto".

O ministério "recorda que está a lançar ataques massivos contra Kiev e outras regiões ucranianas especificamente em resposta às ações do líder do regime de Kiev".

Os militares russos acusam ainda as forças ucranianas de lançarem, durante a noite, "um ataque terrorista deliberado contra zonas residenciais da cidade de Belgorod, onde não há instalações militares".

"Como resultado deste ataque, houve civis mortos e feridos, enquanto edifícios de apartamentos, casas particulares e veículos privados sofreram danos", acrescentou.

Numa entrevista divulgada hoje, Volodymyr Zelensky admitiu que a Ucrânia pretende intensificar ataques a refinarias russas.

No sábado, Zelensky disse que nas 24 horas anteriores a Ucrânia atingiu alvos na região de Samara, localizada a cerca de 1.000 quilómetros da fronteira russo-ucraniana.

"As nossas sanções chegaram à região de Samara, assim como às posições dos ocupantes que operam sistemas de mísseis Iskander na região de Bryansk", avançou Zelensky na sua conta na rede social X, onde também mencionou "resultados" no Mar Negro.

O Presidente ucraniano utiliza frequentemente o termo "sanções" para se referir a ataques de longo alcance levados a cabo pelas Forças Armadas da Ucrânia.

Na sexta-feira, um ataque da Ucrânia com drones visou uma refinaria e um grande depósito de combustível, considerado como o maior da Europa, pertencente ao consórcio estatal russo Transneft, também na região de Samara.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).


Leia Também: Presidente do Iémen anuncia contraofensiva para recuperar territórios

O Presidente do Iémen, Rashad al-Alimi, anunciou hoje o início de uma contraofensiva militar destinada a recuperar os territórios ainda controlados pelos hutis e a restabelecer a autoridade do Estado em todo o país.

"Em virtude da nossa responsabilidade constitucional e após a conclusão dos procedimentos e das medidas necessárias, anunciamos o início das operações militares para recuperar os restantes territórios e alargar a autoridade do Estado e das suas instituições a todo o território nacional", declarou Al-Alimi a partir da sede do Governo iemenita, em Áden.

O chefe do Conselho de Liderança Presidencial acrescentou que deu instruções "às forças armadas e de segurança e a todas as formações militares para que começassem a executar as tarefas que lhes foram atribuídas, de acordo com os planos aprovados, até que o país seja libertado do controlo da milícia terrorista huti"...

ELEIÇÕES NO BRASIL: Lula diz que brasileiros escolhem hoje entre democracia e "barbárie"... O Presidente brasileiro, Lula da Silva, afirmou hoje que os eleitores escolhem entre o fortalecimento da democracia e a "barbárie".

© Ricardo Moreira/Getty Images    Por  LUSA   04/10/2026 

O Presidente brasileiro, Lula da Silva, de 80 anos, votou hoje às 09:13 (hora de Brasília) em São Bernardo do Campo, o seu berço político, na região metropolitana de São Paulo, na primeira volta do sufrágio que o pode levar à reeleição e ao quarto mandato.

"O povo vai ter de escolher entre o fortalecimento do regime democrático ou a barbárie, entre o positivismo e o negacionismo, entre o desenvolvimento e o atraso" disse Lula aos jornalistas, depois de votar na Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo.

"O Brasil não irá para a frente com miliciano", disse, numa alusão ao seu principal oponente, Flávio Bolsonaro, filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro

"Estou muito confiante, não só pelo Governo que fizemos, mas pelo trabalho que realizámos durante a campanha", afirmou, acrescentando que espera que os brasileiros com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo, compareçam às urnas.

O candidato à reeleição mostrou-se confiante numa vitória nas presidenciais, bem como nas disputas estaduais e para o Senado em São Paulo. Ao seu lado, perto da mesa de voto, estavam Geraldo Alkimin, o seu vice-presidente, Fernando Haddad, candidato ao Governo estadual, e as candidatas ao Senado Marina Silva e Simone Tebet.

Lula da Silva voltou à Presidência a 01 de janeiro de 2023, depois de ter vencido o pai do seu oponente de hoje, Jair Bolsonaro, regressando à Presidência depois dos dois mandatos, entre 2003 e 2010, e de ter perdido as eleições de 1989, 1994 e 1998.

Lidera ligeiramente as últimas sondagens, mas dentro da margem de erro.

À tarde, o ex-presidente brasileiro segue para um hotel na cidade paulista, onde acompanhará a votação.

Mais cedo, o senador e candidato a presidente do Brasil pelo Partido Liberal, Flávio Bolsonaro, votou hoje no Rio de Janeiro, e disse esperar que os brasileiros deem "seu voto de protesto" e ponham fim a uma "era do atraso".

Flávio compareceu no local de votação logo nos primeiros minutos da abertura das urnas e esteve acompanhado da mulher, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro. Pousou para as televisões e fotógrafos, e fez o 22 com as mãos, o seu número nas urnas.

"Espero que os brasileiros e brasileiras saiam de casa hoje para poder mudar o Brasil para melhor. Que dê seu voto de protesto contra o governo que está deixando um recorde de mulheres assassinadas, recorde de pessoas endividadas, recorde de impostos altos, recorde de violência por tudo quanto é lado", declarou.

Para além de Lula da Silva e Bolsonaro, disputam as presidenciais brasileiras os candidatos Ciro Gomes, Simone Tebet, Luís Felipe D'Ávila, Soraya Tronicke, Eymael, Padre Kelmon, Leonardo Pericles, Sofia Manzano e Vera Lúcia.

As mesas de voto abriram hoje no Brasil para umas eleições gerais altamente polarizadas entre o Presidente brasileiro, Lula da Silva, e Flávio Bolsonaro, senador e filho mais velho ex-chefe de Estado Jair Bolsonaro.

Todas as assembleias de voto no país abriram às 08:00 de Brasília (12:00 em Lisboa) e encerram às 17:00 (21:00 em Lisboa), mantendo o horário unificado adotado em 2022, apesar dos diferentes fusos horários brasileiros.

Além do Presidente e do vice-presidente, os brasileiros elegem hoje 27 governadores e respetivos vice-governadores, 54 senadores, correspondentes a dois terços do Senado, 513 deputados federais, 1.035 deputados estaduais e 24 deputados distritais.

Os números das eleições são à imagem de um país do tamanho de um continente: além dos 12 candidatos presidenciais, e respetivos 'vices', concorrem ainda 201 a governador, 318 ao Senado, 7.803 a deputado federal, 11.295 a deputado estadual e 433 a deputado distrital, nos 26 estados e no Distrito Federal.

Caso nenhum dos candidatos presidenciais obtenha mais de 50% dos votos válidos, os dois mais votados voltam a enfrentar-se numa segunda volta em 25 de outubro.


Leia Também: Flávio Bolsonaro já votou: "Brasil precisa do seu próprio povo"

O senador e candidato a presidente do Brasil pelo Partido Liberal, Flávio Bolsonaro, votou hoje no Rio de Janeiro, e disse esperar que os brasileiros deem "seu voto de protesto" e ponham fim a uma "era do atraso".

Flávio compareceu no local de votação logo nos primeiros minutos da abertura das urnas e esteve acompanhado da mulher, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro. Pousou para as televisões e fotógrafos, e fez o 22 com as mãos, o seu número nas urnas.

"Espero que os brasileiros e brasileiras saiam de casa hoje para poder mudar o Brasil para melhor. Que dê seu voto de protesto contra o governo que está deixando um recorde de mulheres assassinadas, recorde de pessoas endividadas, recorde de impostos altos, recorde de violência por tudo quanto é lado", declarou...

UCRÂNIA: Merz em Kyiv para reforçar apoio em momento de intensificação da guerra... O chanceler alemão, Friedrich Merz, chegou hoje a Kyiv para uma demonstração de apoio à Ucrânia, num momento em que a capital enfrenta um recrudescimento dos ataques russos, que visaram novamente uma ponte.

© Getty Images    Por  LUSA  04/10/2026 

Duas das oito pontes de Kyiv que permitem atravessar o rio Dnieper foram atingidas nos últimos dias por drones a jato russos, difíceis de intercetar, o que provocou enormes congestionamentos em grande parte da cidade.

"Impacto na via da Ponte Norte, as equipas de emergência estão a dirigir-se para o local", anunciou o presidente da câmara, Vitaly Klitschko, pelo Telegram durante a manhã.

Pouco antes, as autoridades ucranianas haviam emitido um alerta sobre drones que se dirigiam para a capital.

Merz, por seu lado, chegou a Kyiv esta manhã e justificou a deslocação em comunicado: "A Ucrânia precisa de todo o nosso apoio nas próximas semanas. Se a Rússia não for parada, a sua máquina de guerra voltar-se-á contra nós, mais cedo ou mais tarde".

O chanceler, cujo país é um dos maiores apoiantes da Ucrânia na guerra contra a Rússia, está acompanhado pela ministra da Economia, Katherina Reiche, segundo fontes governamentais em Berlim.

Cinco pessoas ficaram feridas na região ucraniana de Sumi, no norte do país invadido pela Rússia, após uma noite em que as forças russas usaram 135 drones e vários mísseis.

De acordo com a informação divulgada no Telegram por Oleg Grigorov, responsável da Administração de Sumi, um bombardeamento russo contra uma zona residencial deixou cinco pessoas feridas, duas das quais em estado grave.

A Força Aérea da Ucrânia indicou no mesmo canal que a Rússia atacou com 135 drones de diferentes tipos, 125 dos quais foram destruídos ou suprimidos.

As defesas antiaéreas ucranianas assinalaram também que destruíram dois mísseis de cruzeiro, embora não tenham conseguido evitar impactos em cinco pontos do país.

Também houve impactos por restos de drones destruídos em outros cinco pontos do país.

As autoridades russas anunciaram hoje o abate, durante a noite, de 559 drones ucranianos, incluindo perto de Moscovo.

Os aparelhos inimigos foram destruídos em 14 regiões, na península anexada da Crimeia, assim como nos mares Negro e de Azov, segundo o boletim matinal do Ministério da Defesa.

O presidente da Câmara de Moscovo, Serguéi Sobianin, acrescescentou que foram neutralizados nove drones nas imediações da capital.

Foram também destruídos 28 aparelhos não tripulados em Kaluga, confinante com a região de Moscovo.

Também em Tula, outra região fronteiriça de Moscovo, foram neutralizados esta noite 18 drones inimigos.

Na noite de sexta-feira para sábado, a Defesa anunciou o derrube de 218 drones ucranianos.


Leia Também:  Rússia alerta que bloquear satélite Rassvet provocaria guerra espacial

O sub chefe do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvédev, alertou hoje os Estados Unidos da América (EUA) para consequências de possíveis planos de bloquear o desenvolvimento do satélite Rassvet, um análogo russo do Starlink.

"Isso desencadearia uma guerra espacial em grande escala", escreveu Dmitry Medvédev na rede social Telegram.

O ex-presidente russo (2008-2012) reagia assim às notícias de um possível pedido de Kyiv (Ucrânia) a Washington (EUA) para impor sansões aos desenvolvimentos do satélite Rassvet, conhecido como o Starlink russo...

SAÚDE: Acabou de comer e já tem fome outra vez? 7 possíveis razões... Se ainda agora fez uma refeição e já está com fome, algo pode estar a acontecer. Um nutricionista revela alguns dos motivos que fazem com que fique esfomeado algum tempo depois de comer.

© Shutterstock   noticiasaominuto.com   04/10/2026 

Certamente que já lhe aconteceu acabar de almoçar ou jantar e ficar com vontade de comer alguma coisa apenas uns minutos depois. Existem motivos que podem explicar esta situação. Uma especialista revela o que pode estar a acontecer. 

Archana Jain é nutricionista e ao website Only My Health revelou os motivos que estão a fazer com que fique com fome logo depois de acabar de comer.

7 motivos que o deixam sempre com fome

“O seu corpo precisa de energia, especialmente quando pratica atividades físicas. Mas se sente fome constantemente, mesmo depois de comer o suficiente, pode ser interessante analisar a sua alimentação, sono, níveis de stress e saúde em geral”, começa por dizer a especialista.

Deixou ainda os motivos a ter em conta e que podem explicar uma situação assim.

1- Refeições sem proteína ou fibras suficientes

“Uma refeição composta principalmente de carboidratos refinados pode saciar temporariamente, mas fará com que volte a sentir fome em breve. Proteínas e fibras geralmente ajudam a aumentar a sensação de saciedade por mais tempo. Alimentos ricos em proteínas incluem ovos, leguminosas, feijões, peixe, frango, iogurte e frutos secos. As fibras provêm de vegetais, frutas, grãos integrais, leguminosas, feijões e sementes.”

2- Não está a dormir o suficiente

“Dormir mal pode afetar a regulação do apetite e fazer com que sinta mais fome durante o dia. Também pode tornar os alimentos ricos em calorias mais tentadores. Se costuma dormir poucas horas, pode acabar por recorrer a lanches com mais frequência, mesmo quando o seu corpo não precisa de uma grande quantidade de comida extra.”

3- Pode confundir sede com fome

“Às vezes, o que parece ser fome pode, na verdade, ser necessidade de líquidos. Isso pode ser particularmente fácil de passar despercebido em dias quentes ou após exercícios físicos. Se de repente sentir vontade de comer entre as refeições, experimente água potável primeiro e veja se a sensação diminui.”

4- Dieta com muito carboidratos refinados

“Bebidas açucaradas, doces, biscoitos, bolos e outros alimentos ricos em carboidratos altamente refinados podem fornecer energia sem manter a sensação de saciedade por muito tempo.”

5- Stress e alimentação emocional

“O stress pode influenciar o apetite. O corpo liberta hormonas como o cortisol durante o stress e isso pode contribuir para o aumento da fome em algumas pessoas. A ansiedade também pode levar à alimentação como forma de lidar com emoções difíceis.”

6- Comer pouco para o tipo de atividade que tem

“Se começou a fazer exercício recentemente, aumentou a sua atividade diária ou reduziu significativamente a ingestão de alimentos, o seu corpo pode realmente precisar de mais energia. Atletas, pessoas que realizam trabalhos fisicamente exigentes e aquelas que seguem dietas restritivas podem sentir mais fome quando a ingestão de energia não corresponde às suas necessidades.”

7- Problema de saúde

“A fome persistente ou intensa pode, por vezes, estar relacionada a uma condição médica. A diabetes é uma possibilidade importante. Quando a glicose não consegue entrar nas células devido a problemas com a insulina, o corpo pode sinalizar um aumento da fome. Sede excessiva, micção frequente, cansaço, visão turva ou perda de peso inexplicável, juntamente com a fome.”

Portugal: Dependência de álcool quase quadruplicou em Portugal mas só 20% estão em tratamento... A dependência de álcool quase quadruplicou em Portugal na última década, mas apenas 20% dos doentes estão em tratamento, alertou hoje o instituto para as dependências, reconhecendo que o país não tem conseguido travar o problema.

Por  RTP   04/10/2026 

Em entrevista à agência Lusa, a presidente do Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD), Joana Teixeira, defendeu a necessidade de reforçar a prevenção, a deteção precoce e o acesso ao tratamento.

Joana Teixeira salientou que Portugal é dos países com maior prevalência de consumo de bebidas alcoólicas e tem uma taxa de dependência de álcool muito elevada, defendendo que os serviços de alcoologia têm de ser capazes de dar resposta a estas situações.

"Aquilo que me parece, nos últimos anos, é que não temos conseguido implementar as medidas necessárias para controlar a prevalência de consumos, por um lado, e por outro lado para tratar os doentes, porque quadruplicou a taxa de prevalência de dependência de álcool nos últimos 10 anos. Isso é grave. É muito grave", frisou.

Para Joana Teixeira, uma das principais preocupações prende-se com o facto de existir uma diferença significativa entre o número de pessoas com problemas relacionados com o álcool e aquelas que chegam aos serviços de tratamento.

Em média, só 20% dos doentes estão nas unidades de tratamento, elucidou a presidente do ICAD, que assumiu funções dia 01 de janeiro de 2026, substituindo no cargo o médico João Goulão.

Reforço nas unidades de alcoologia

Perante o aumento da problemática de consumos de álcool e da procura dos serviços para tratamento das perturbações do uso do álcool comparativamente às outras substâncias, a primeira prioridade do ICAD foi reforçar a capacidade de resposta das unidades de alcoologia.

O ICAD prevê também aumentar a deteção precoce dos casos e o encaminhamento das pessoas identificadas para estruturas de tratamento, quer do ICAD, quer de outras instituições.

O objetivo é garantir que as pessoas que necessitam de intervenção tenham acesso ao acompanhamento adequado, uma vez que muitos dos casos identificados continuam sem tratamento, explicou.

Para isso, as unidades de alcoologia estão a ser reestruturadas, com novos programas de intervenção terapêutica, alguns mais flexíveis e outros mais estruturados, numa tentativa de adaptar o tratamento às necessidades de cada doente.

"Em vez de ser um tratamento padrão igual para todos, a nossa prioridade foi realmente ter um programa de tratamento eficaz, com eficácia clínica comprovada e suficientemente flexível e adaptável às necessidades de cada doente", disse Joana Teixeira, explicando que esta medida "melhora muito a qualidade de intervenção das unidades de alcoologia".

A presidente do ICAD defendeu também uma maior integração dos cuidados e articulação com outras instituições, nomeadamente com as Unidades Locais de Saúde (ULS).

Falta de consciencialização

Joana Teixeira notou ainda que continua a existir falta de consciencialização de que a dependência do álcool é uma doença que, depois de detetada e diagnosticada, necessita de tratamento adequado.

Entre os jovens, uma das preocupações do ICAD é o consumo episódico excessivo de álcool, conhecido como `binge drinking`, que está muitas vezes associado a mal-estar psicológico e emocional.

Os dados mais recentes mostram uma diminuição de vários indicadores de consumo de álcool entre os jovens, embora persistam sinais de preocupação relacionados com episódios de embriaguez e problemas associados ao consumo.

Joana Teixeira defendeu que quanto mais tarde se iniciar o consumo de álcool, melhor, devido aos efeitos do álcool no desenvolvimento cerebral.

"O álcool, como é neurotóxico, vai acabar por influenciar a capacidade de maturação neuronal e cognitiva", afirmou, acrescentando que, enquanto o cérebro não estiver completamente formado, "qualquer ingestão de álcool é particularmente grave no desenvolvimento do cérebro".

O ICAD mantém programas de prevenção para jovens e pretende envolver também escolas, famílias e outras entidades na promoção da saúde, considerando que a resposta aos problemas relacionados com o álcool e com outras dependências não pode ficar limitada aos serviços de saúde.

O instituto está também a apostar na literacia sobre comportamentos aditivos, incluindo junto dos profissionais de saúde, para aumentar a capacidade de deteção precoce.

Joana Teixeira considera que ainda existe pouca consciência de que os comportamentos aditivos abrangem não apenas as substâncias ilícitas, mas também o álcool, o jogo, os videojogos e a utilização problemática da internet.

EUA expulsaram dois membros da delegação iraniana na ONU... Os Estados Unidos expulsaram dois membros da delegação iraniana que participou na recente Assembleia Geral da ONU, tendo o Departamento de Estado argumentado no sábado que os diplomatas ignoraram uma ordem para abandonar o país.

© Lusa   04/10/2026 

"Mais dois membros da delegação iraniana foram encontrados em Nova Iorque muito tempo depois do encerramento da Assembleia Geral da ONU. Foram expulsos dos Estados Unidos", avançou um responsável norte-americano, acrescentando que o secretário de Estado, Marco Rubio, "não está a brincar".

A imprensa norte-americana noticiou que o Departamento de Estado pediu ao ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, e à sua delegação que abandonassem o país na passada segunda-feira, dia em que terminou a Assembleia Geral das Nações Unidas.

No entanto, o órgão que gere os Negócios Estrangeiros norte-americanos soube pela missão iraniana na ONU que dois membros da delegação ainda se encontravam no país e avançou para uma expulsão.

Segundo o portal de notícias Axios, um membro da comitiva deixou o país na noite de sexta-feira, enquanto o segundo partiu na manhã de sábado.

Autoridades norte-americanas e iranianas reuniram-se na semana passada em Nova Iorque, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, rejeitou uma proposta de Teerão para reabrir o estreito de Ormuz – via por onde, antes da guerra no Irão, era transportado um quinto de todo o petróleo e gás natural consumidos no mundo -, mas disse à imprensa que esperava que as negociações fossem retomadas nos próximos dias.

A agência de notícias oficial iraniana IRNA noticiou que Teerão já não tinha qualquer conversa direta agendada com Washington.


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O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), Barham Salih, disse no sábado estar confiante de que a transição na Venezuela criará um ambiente de segurança e estabilidade que permitirá o regresso de migrantes venezuelanos.

"Muitos querem regressar a casa, mas querem fazê-lo, claro, em segurança e com dignidade, em paz, com reconciliação nacional e reconhecimento destas importantes preocupações e expectativas. Esperamos que muitas pessoas empreendam a viagem e regressem a casa", disse Salih, em declarações à agência de notícias espanhola EFE no final da sua visita de dois dias à Venezuela, a primeira de um alto-comissário do ACNUR ao país...