quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Moscovo denuncia uso da força dos EUA contra navio com bandeira russa... Moscovo denunciou hoje o uso da força por Washington contra um navio com bandeira russa no Atlântico Norte, após o anúncio norte-americano da apreensão de um petroleiro no âmbito do bloqueio dos Estados Unidos contra petroleiros ligados à Venezuela.

Por LUSA 

"Segundo as disposições da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de 1982, em alto mar aplica-se o regime de liberdade de navegação, e nenhum Estado tem o direito de usar a força contra navios devidamente registados na jurisdição de outros Estados", declarou o Ministério dos Transportes russo.

O ministério especificou que o "Marinera" tinha obtido, em 24 de dezembro, uma "autorização provisória" para navegar sob pavilhão russo e que, quando as forças navais norte-americanas subiram a bordo, "a comunicação com o navio foi perdida".

As Forças Armadas dos Estados Unidos estão a realizar uma operação no Atlântico Norte para tomar o controlo de um petroleiro de bandeira russa ligado à Venezuela, informaram hoje 'media' norte-americanos e confirmou uma fonte militar.

O navio - anteriormente conhecido como "Bella 1" e agora registado como "Marinera" sob a bandeira russa - tem sido perseguido pela Guarda Costeira dos EUA e outras unidades militares desde o final de dezembro, após ter tentado furar o bloqueio marítimo imposto por Washington a petroleiros sancionados, segundo várias fontes noticiosas.

Também uma fonte militar norte-americana confirmou à agência noticiosa Associated Press que as Forças Armadas dos EUA abordaram um petroleiro sancionado e ligado à Venezuela.

A operação ocorre poucas horas após surgirem notícias de a Marinha russa ter enviado um submarino e outros navios de guerra para escoltar a embarcação, potencialmente para levá-la a um porto russo, segundo relatórios citados pelo jornal Wall Street Journal e pela cadeia televisiva CNN.

A perseguição do "Marinera" começou em dezembro, quando a Guarda Costeira tentou abordar o navio no Mar das Caraíbas enquanto este se dirigia para a Venezuela sem carga.

Meios de comunicação russos publicaram imagens que alegadamente mostram um helicóptero militar sobrevoando o navio em mar aberto, enquanto a perseguição prossegue.

O "Marinera", que antes transportava petróleo e foi sancionado pelos Estados Unidos em 2024 por alegadas ligações a cargas ilícitas e à chamada "frota fantasma", foi localizado na zona económica exclusiva da Islândia depois de navegar pelo Atlântico Norte.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo afirmou que acompanha a situação "com preocupação", considerando desproporcional a atenção militar conferida ao navio, que, segundo Moscovo, tem estatuto pacífico.

EUA intercetam petroleiro venezuelano que era escoltado pela Rússia... A Federação Russa tinha enviado um submarino e outros meios para fazerem a escolta do petroleiro que foi agora apreendido pelos EUA.

Por LUSA 

Os Estados Unidos intercetaram o petroleiro com bandeira russa ligado à Venezuela, após uma perseguição de mais de duas semanas pelo Atlântico, avança a Reuters.

A apreensão, que pode aumentar as tensões com a Rússia, acontece depois de o petroleiro, originalmente conhecido como Bella-1, ter passado o "bloqueio" marítimo dos EUA a petroleiros sancionados e ter rejeitado as tentativas da Guarda Costeira dos EUA de abordá-lo.

A operação foi levada a cabo pela Guarda Costeira norte-americana. 

Na rede social X, esta força escreve que intercetou o navio por este ter "violado as sanções dos EUA".

A Guarda Costeira diz que procedeu à intercepção sem sinais de "resitencia ou hostilidades por parte da tripulação", reporta o The New York Times.

Esta terá sido a primeira vez, em muitos anos, que o exército norte-americano interceptou um navio com bandeira russa. 

Rússia envia submarino para escoltar petroleiro

A operação ocorre poucas horas depois de notícias de a Marinha russa ter enviado um submarino e outros navios de guerra para escoltar a embarcação, potencialmente para levá-la a um porto russo, segundo relatórios citados pelo jornal Wall Street Journal e pela cadeia televisiva CNN.

A perseguição do Marinera começou em dezembro, quando a Guarda Costeira tentou abordar o navio no Mar das Caraíbas enquanto este se dirigia para a Venezuela sem carga.

Meios de comunicação russos publicaram imagens que alegadamente mostram um helicóptero militar sobrevoando o navio em mar aberto, enquanto a perseguição prossegue.

O "Marinera", que antes transportava petróleo e foi sancionado pelos Estados Unidos em 2024 por alegadas ligações a cargas ilícitas e à chamada "frota fantasma", foi localizado na zona económica exclusiva da Islândia depois de navegar pelo Atlântico Norte.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo afirmou que acompanha a situação "com preocupação", considerando desproporcional a atenção militar conferida ao navio, que, segundo Moscovo, tem estatuto pacífico.


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O secretário da Energia norte-americano, Chris Wright, garantiu que serão os EUA a controlar a venda de petróleo venezuelano num evento da Goldman Sachs, em Miami.


Angola e Cabo Verde entram na lista de caução nos vistos para os EUA... Os cidadãos que viajem com passaporte de Cabo Verde ou Angola para os EUA, em negócios ou turismo (vistos B1/B2), terão de prestar uma caução até 15.000 dólares (12.800 euros) a partir de 21 de janeiro, anunciou a administração norte-americana.

Por  LUSA  07/01/2026

Os dois países passam a integrar uma lista, atualizada na terça-feira nas páginas oficiais (travel.state.gov), que integra agora 38 estados e que já incluía a Guiné-Bissau desde 01 de janeiro e São Tomé e Príncipe desde 23 de outubro de 2025.

No caso de Cabo Verde, os EUA são um dos principais países da diáspora e o arquipélago vai jogar, este ano, o seu primeiro Mundial de futebol em solo norte-americano.

"Cabo Verde vai integrar o Programa de Caução para Concessão de Vistos dos EUA. Qualquer cidadão ou nacional que viaje com passaporte cabo-verdiano --- independentemente do local onde apresente o pedido --- que seja considerado elegível para um visto de negócios/turismo (B1/B2) dos EUA terá de prestar uma caução até 15.000 dólares", lê-se no aviso publicado no Facebook pela embaixada norte-americana na Praia.

O montante será determinado "por um funcionário consular durante a entrevista de visto" e "a caução será reembolsada se o titular cumprir todas as condições do visto e sair dos Estados Unidos antes do termo do período de permanência autorizado", detalhou.

Os vistos B1/B2 válidos já emitidos mantêm-se válidos, acrescentou a embaixada.

O peso da ligação cabo-verdiana aos EUA reflete-se no valor das remessas de emigrantes em divisas para o arquipélago.

As remessas são um pilar da economia e atingiram um recorde de 30,6 mil milhões de escudos (278 milhões de euros), em 2024, cerca de um terço das quais com origem nos Estados Unidos.

O pedido de caução é a mais recente medida da administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, para apertar os requisitos de entrada nos EUA, que incluem a obrigatoriedade de cidadãos de todos os países sujeitos a visto comparecerem a entrevistas presenciais.

As autoridades norte-americanas defendem a exigência das cauções - que podem variar entre 5.000 e 15.000 dólares (cerca de 4.200 euros a 12.800 euros) - sustentando que são eficazes para garantir que cidadãos dos países visados não permaneçam nos EUA para além do prazo do visto.

O pagamento da caução não garante a concessão do visto, mas o montante será reembolsado caso o visto seja recusado ou quando o titular do visto demonstre que cumpriu os respetivos termos.

Trump já tinha ordenado ainda a proibição total de entrada nos EUA para cidadãos do Afeganistão, Burkina Faso, Chade, Eritreia, Guiné Equatorial, Haiti, Iémen, Irão, Laos, Líbia, Mali, Myanmar, Níger, República Popular do Congo, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão e Sudão do Sul.


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O chefe de Estado cipriota, Nikos Christodoulides, manifestou hoje apoio a Kyiv comparando a invasão russa da Ucrânia à ocupação turca da parte norte da ilha mediterrânica, que se prolonga desde 1974.


Rússia ofereceu-se para trocar Venezuela pela Ucrânia em 2019. "Um acordo muito estranho", disseram então os EUA... Testemunho foi dado por uma antiga conselheira de Trump no Congresso muito antes da invasão russa

Por CNN Portugal

Donald Trump estava no seu primeiro mandato enquanto presidente dos Estados Unidos da América. Na altura, responsáveis russos sinalizaram estar dispostos a permitir que Washington levasse a cabo, livremente, os seus interesses na Venezuela. Com uma condição: os EUA teriam de permitir que Moscovo fizesse o mesmo na Ucrânia.

A história foi contada por Fiona Hill, antiga conselheira de Trump, numa audiência no Congresso em 2019 e agora recuperada, após o ataque do presidente norte-americano à Venezuela, a 3 de janeiro, que resultou na captura de Nicolás Maduro, um dos aliados de Vladimir Putin.

Como destacam o Kyiv Independent ou o The New York Times, o Kremlin considerou, em abril de 2019, a possibilidade de abdicar da sua influência na Venezuela em troca de um controlo sem restrições na Ucrânia, segundo Hill.

As autoridades russas estavam, segundo disse a antiga conselheira de Trump aos congressistas, “a sinalizar fortemente que queriam, de alguma forma, fazer um acordo de troca muito estranho entre a Venezuela e a Ucrânia”.

Embora as propostas de Moscovo fossem “informais”, a mensagem era clara: “Vocês têm a Doutrina Monroe. Querem que saiamos do vosso quintal. Bom, nós também temos a nossa versão. Vocês estão no nosso quintal, na Ucrânia.”

Hill contou que foi enviada à Rússia para rejeitar a proposta. Contudo, sete anos depois, Trump invoca a Doutrina Monroe para justificar o ataque à Venezuela e o controlo da indústria petrolífera daquele país.

Trump já veio anunciar que a Venezuela irá entregar até 50 milhões de barris de petróleo sancionado aos EUA, que será vendido “ao preço de mercado”.

O presidente dos Estados Unidos também exigiu que a Venezuela corte laços económicos com a Rússia, a China, o Irão e Cuba, para que seja autorizada a explorar mais petróleo.

Vladimir Putin ainda não comentou o ataque dos EUA à Venezuela. Ainda assim, o ministério dos Negócios Estrangeiros russo emitiu uma declaração às Nações Unidas a condenar a agressão americana.

Há analistas que consideram que Putin poderá estar disposto a trocar a sua influência na América Latina pela possibilidade de expandir as suas ambições na Europa.

Polícia impede manifestação e confronta colegas de jovem morto após alegada agressão policial

Colegas e amigos de Luís Joven, ajudante de toka-toka, tentaram realizar na manhã desta quarta-feira, 7 de janeiro, uma manifestação para exigir justiça pela morte do jovem, que, segundo relatos, terá sido espancado por agentes da polícia e não resistiu aos ferimentos.

A concentração, que decorria na estrada de Bôr, no bairro de Matandim, foi rapidamente travada por agentes da Polícia de Ordem Pública. A intervenção resultou em confrontos, e testemunhas afirmam que vários manifestantes foram agredidos e alguns chegaram a ser atropelados durante a operação policial.

Anísio Chache Lopes, colega da vítima e participante do protesto, disse que o objetivo da manifestação era apenas obter esclarecimentos das autoridades sobre as circunstâncias da morte de Luís Joven e exigir responsabilização.

Até ao momento, não houve pronunciamento oficial da Polícia sobre o episódio.

Betegb

Guerra contra a Ucrânia é uma "missão sagrada", considera Putin... O presidente da Rússia considerou a guerra contra a Ucrânia como uma "missão sagrada" durante uma missa de Natal. O discurso acontece numa altura em que o conflito está prestes a completar quatro anos, com o Kremlin a considerar a ofensiva uma missão nacional.

Por LUSA 

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, considerou que a guerra contra a Ucrânia era uma "missão sagrada" na defesa da pátria. Durante uma missa de Natal (que na Rússia se celebra a 7 de janeiro) numa igreja ortodoxa, o chefe de Estado russo aproveitou para fazer um pequeno discurso à nação onde se focou, em especial, nos temas da união, caridade e apoio às forças armadas de Moscovo.

Putin falava entre um grupo de soldados e militares fardados, que marcavam presença no evento religioso com as suas esposas e filhos. O chefe de Estado, entre eles, destoava: usava um casaco de fato escuro, mas sem gravata (uma peça que raramente falta no vestuário do presidente russo).

"Muitas vezes chamamos a Cristo 'O Salvador', porque ele desceu à terra para salvar o seu povo", começou por dizer Putin no seu discurso. "Os guerreiros russos, como se comandados pelo Senhor, cumprem sempre esta missão de defender a sua terra natal e os seus cidadãos, de salvar a pátria e o seu povo", acrescentou.

"Desde sempre que, na Rússia, é assim que as pessoas têm olhado para os seus guerreiros - como aqueles que, comandados pelo Senhor, levam a cabo esta missão sagrada", concluiu o presidente russo.

O discurso de Putin, note-se, aconteceu numa altura em que a guerra contra Kyiv está prestes a completar quatro anos, com o Kremlin a considerar a ofensiva uma missão nacional, apoiando-se no patriotismo e na religião para legitimar o conflito.

Na mesa das negociações, os Estados Unidos e a Ucrânia mantém-se otimistas, com o plano de paz a estar já "90% pronto", segundo Volodymyr Zelensky.

"O acordo de paz está 90% pronto. Faltam 10%. (...) Estes 10% contêm tudo, na verdade. São estes 10% que vão determinar o destino da paz, o destino da Ucrânia e da Europa", declarou o presidente ucraniano a semana passada numa mensagem vídeo publicada na rede Telegram, na qual sublinha "10% para a paz".

O presidente ucraniano afirmou ainda que o seu país quer o fim do conflito, mas não "a qualquer preço", e que um acordo deverá incluir fortes garantias de segurança para impedir a Rússia de lançar outra invasão.

O maior ponto de discórdia, contudo, continua a ser as questões territoriais, nomeadamente no que toca ao Donbass, com a Rússia a querer anexar a região industrial e a Ucrânia a recusar.


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Pequim defendeu hoje que as relações entre países devem respeitar os princípios da Carta das Nações Unidas, após declarações dos Estados Unidos sobre uma possível ação militar para assumir o controlo da Gronelândia.


Estudo revela: Afinal, comer ovos pode ajudar a reduzir o colesterol... Ao contrário de uma crença comum, o consumo de ovos pode não estar associado ao aumento do colesterol. A conclusão é de um estudo publicado no ScienceDirect. Conheça os resultados.

Por LUSA 

Consumir ovos pode aumentar o colesterol? Esta era uma crença comum, mas a verdade é que podem até fazer o contrário. A conclusão é de um estudo publicado no ScienceDirect. Aponta alguns benefícios de consumir este alimento que muitos poderiam não esperar que fosse possível.

“Os ovos podem não contribuir para níveis elevados de colesterol LDL [mau] como se pensava anteriormente”, revelam os autores do estudo. Um dos principais problemas pode estar na gordura saturada que é consumida e não na quantidade de ovos que consome.

O estudo juntou 48 pessoas que passaram por dietas distintas ao longo de cinco semanas. Um dos grupos consumiu dois ovos e juntou alimentos baixos em gordura saturada. Por outro lado, outras pessoas não consumiram ovos e tinham vários alimentos ricos em gordura disponíveis. Por fim, o terceiro grupo consumiu um ovo por dia e tinha alimentos ricos em gordura saturada.

Concluíram que em todas as dietas, o aumento do colesterol mau estava associado ao consumo de gordura saturada e não devido aos ovos. “Os participantes que consumiram dois ovos por dia apresentaram, na verdade, uma redução nos níveis de LDL, desde que a restante da dieta fosse pobre em gordura saturada.”

"As doenças cardiovasculares continuam a ser uma das principais causas de morte. Embora o colesterol alimentar proveniente dos ovos tenha sido foco das diretrizes dietéticas, evidências recentes sugerem que a gordura saturada tem um impacto maior sobre o colesterol LDL”, continuam os responsáveis pela investigação.

Assim, apostam que o consumo de ovos pode fazer parte de uma dieta equilibrada. “Vários estudos observacionais e ensaios clínicos relataram que o consumo de ovos não afeta negativamente os lipídios sanguíneos nem aumenta o risco de doenças cardiovasculares.”

Colesterol: Conheça os dois tipos

Existem dois tipos de colesterol:  o HDL (o 'bom') e o LDL (o 'mau'). O 'bom' colesterol é responsável pela eliminação de colesterol em excesso do sangue e do que se encontra depositado nas artérias, transportando de volta para o fígado, onde é eliminado. Já o 'mau' colesterol transporta o colesterol do fígado para os tecidos onde este poderá ser utilizado. Quando está em excesso, é responsável pelos depósitos de gordura nas paredes das artérias e um dos fatores de risco para a ocorrência de doenças cardiovasculares.

Quatro alimentos que ajudam a reduzir os níveis de colesterol mau

Especialistas, citados no mesmo website, mencionaram alguns dos alimentos em que deve começar a apostar. Tome nota!

Aveia. É um alimento rico em fibras solúveis. "Pense na fibra solúvel como uma esponja que absorve o colesterol no seu trato digestivo, impedindo-o de entrar na sua corrente sanguínea", explica Elizabeth Katzman, uma profissional de nutrição funcional; 

Feijão e outras leguminosas. Normalmente são ótimas fontes de fibras solúveis. Também "são ricos em proteínas (ajudam a manter-se saciado) e pobres em gorduras saturadas", acrescenta Dalia Beydoun, uma dietista; 

Maçãs. Contêm pectina, "um tipo de fibra solúvel que reduz o colesterol ao formar um gel nos intestinos, o que reduz a absorção do colesterol e ajuda a eliminá-lo do corpo", explica Michelle Routhenstein, outra dietista; 

Frutos secos. "Têm gorduras monoinsaturadas e polinsaturadas saudáveis para o coração", ambas ajudam a baixar o colesterol LDL, explica Habashy. "Também contêm alguns compostos que bloqueiam a absorção do colesterol no intestino".

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O coração pode sair afetado com temperaturas negativas e durante o inverno. Contudo, os rins também podem sair afetados e poderá ser importante adoptar algumas medidas para evitar problemas mais graves. Saiba o que uma especialista tem de dizer.


Rússia envia submarino para escoltar petroleiro sob ameaça dos EUA... A Federação Russa enviou um submarino e outros meios para fazerem a escolta a um petroleiro que os Estados Unidos da América (EUA) tentaram apreender junto à Venezuela, noticiou hoje o jornal norte-americano Wall Street Journal.

Por LUSA 

Segundo fonte oficial dos EUA, o navio em causa é o "Bella 1", que tem estado há duas semanas a tentar furar o bloqueio naval das forças comandadas por Washington, no mar do Caribe.

O referido petroleiro, sem carga nos seus tanques, não conseguiu atracar na Venezuela para ser carregado e foi perseguido pela Guarda Costeira dos EUA, que alegam tratar-se de um dos navios da chamada "frota fantasma" com o objetivo de distribuir petróleo russo por vários países, numa espécie de 'mercado negro'.

A tripulação do "Bella 1" repeliu uma tentativa de abordagem das forças norte-americanas, em dezembro, e navegou para o oceano Atlântico. Entretanto, foi pintada uma bandeira russa no costado (parte lateral do casco) do navio, rebatizado "Marinera".

O Wall Street Journal consultou especialistas que relataram que a Rússia está a permitir o registo de navios sem inspeção ou outras formalidades para assim poderem transportar o seu petróleo, considerado ilícito, e obter benefícios económicos.

Moscovo já pediu a Washington o fim da perseguição àquele navio, segundo três outras fontes norte-americanas citadas, e o ministério dos Negócios Estrangeiros do regime liderado por Vladimir Putin declarou estar a acompanhara a situação com preocupação.

Surto de cólera em Moçambique com quase 1.200 casos num mês... Moçambique registou quase 1.200 novos casos de cólera no último mês, e 23 óbitos, no atual surto, de acordo com dados do Ministério da Saúde, que apontam o aumento da taxa de letalidade.

Por LUSA 

Segundo o último boletim diário da doença, da Direção Nacional de Saúde Pública, com dados de 03 de setembro a 04 de janeiro, do total de 1.721 casos de cólera - no balanço anterior, até 29 de novembro, registavam-se 559 casos e três óbitos -, 639 foram contabilizados na província de Nampula, com um acumulativo de 11 mortos, e 793 em Tete, com 13 óbitos.

No total, a doença já provocou em quatro meses, no atual surto, 26 mortos, incluindo ainda dois na província de Cabo Delgado.

Nas 24 horas anteriores ao fecho do boletim registaram-se 12 novos casos da doença e uma morte, com a taxa de letalidade a subir para 1,5%, refere o documento.

No surto anterior, com dados da Direção Nacional de Saúde Pública de 17 de outubro de 2024 a 20 de julho de 2025, registaram-se 4.420 infetados, dos quais 3.590 na província de Nampula, e um total de 64 mortos.

Pelo menos 169 pessoas morreram em 2025 em Moçambique devido à cólera, entre cerca de 40 mil casos, avançou em 10 de dezembro último o ministro da Saúde, pedindo às comunidades respeito pelas medidas de higiene individual e coletiva.

"O nosso país registou cerca de 40 mil casos de cólera, com uma taxa de mortalidade que a OMS recomenda é que não deve ultrapassar 1% e Moçambique está em 0,5% [atingiu 1,5% em janeiro], o que significa que a resposta ao tratamento da cólera é eficiente no nosso país", disse Ussene Isse, ao responder a perguntas dos deputados, no parlamento, em Maputo.

O ministro da Saúde sublinhou que a cólera é um problema de saúde pública, pedindo respeito pelas medidas de higiene para controlar a doença.

"Recebemos cerca de 3,5 milhões de doses de vacinas para poder tratar e prevenir a cólera e aqui há um aspeto que gostaria de mencionar: É que desses 169 óbitos por cólera, cerca de 70% destes ocorreram na comunidade, o que significa que há um problema sério de informação e comunicação ao nível das comunidades", disse Isse.

O Governo de Moçambique quer eliminar a cólera "como um problema de saúde pública" no país até 2030, conforme plano aprovado em 16 de setembro em Conselho de Ministros e avaliado em 31 mil milhões de meticais (418,5 milhões de euros).

O objetivo do Governo é "ter um Moçambique livre da cólera como um problema de saúde pública até 2030, onde as comunidades têm acesso à água segura, saneamento e cuidados de saúde de qualidade, alcançados através de ações multissetoriais, coordenadas e informadas por evidências científicas", disse o porta-voz daquele órgão, Inocêncio Impissa.

Como o stress pode afetar o seu rosto. Este atento aos sinais... Poderia achar que o stress apenas alterava a pressão arterial e o deixava mais nervoso, mas a verdade é que pode acabar por trazer mais consequências. Existem vários sinais que podem manifestar-se no seu rosto. Saiba tudo.

Por noticiasaominuto.com

Quando está com stress, é normal que tenha a pressão arterial mais elevada e que sinta algumas mudanças no corpo. Contudo, pode nunca ter pensado que este problema afetasse o seu rosto. Existem alguns sinais a que deve estar atento e que podem, muitas vezes, passar despercebidos.

O website Only My Health falou com o dermatologista Ruben Bhasin Passi para perceber como o stress pode afetar o rosto. Existem alguns sinais mais claros, outros nem por isso.

“O stress manifesta-se imediatamente no rosto. Afeta as hormonas, o fluxo sanguíneo e os mecanismos de reparação da pele, o que causa diversos problemas", começa por dizer o especialista.

Como o stress se manifesta no rosto

Existem alguns sinais que podem ser vistos no rosto que mostram que está com stress, mesmo que não pareça de uma primeira forma. Saiba tudo.

1- Surtos e crises de acne

“Uma das principais causas de acne é a hormona do stress. O cortisol, que estimula diretamente a produção de óleo na pele, também conhecido como sebo, é o principal responsável pela desobstrução dos poros.”

2- Pele sem brilho e com tom irregular

“Uma pessoa com stress geralmente apresenta um rosto com aparência cansada ou sem brilho. O fornecimento de oxigênio e nutrientes às células da pele é reduzido devido à má circulação sanguínea causada pelo stress prolongado. Isso faz com que a pele perca o brilho e, às vezes, resulta em tom de pele irregular ou descoloração.”

3- Olheiras e olhos inchados

“A falta de sono adequado leva ao enfraquecimento dos vasos sanguíneos por baixo dos olhos. Além disso, a retenção de líquidos causada pelo stress e cansaço contribui ainda mais para o inchaço sob os olhos.”

4- Rugas

“O stress prolongado faz com que a pele perca colagénio e elastina rapidamente, as proteínas cuja função é manter a pele bonita e jovem. Isto acaba por levar ao aparecimento precoce de linhas finas e rugas, principalmente na testa, ao redor dos olhos e da boca.”

5- Problemas de pele

“Doenças de pele geralmente gravam-se durante períodos de stress devido ao enfraquecimento da barreira natural da pele. Isso, por sua vez, torna a pele mais irritável e propensa a inflamações.”

6- Pele seca e mais sensível

“O stress afeta negativamente a barreira cutânea,o que leva à perda de hidratação. Consequentemente, a pele fica seca. Além disso, torna-se mais suscetível a irritações causadas por produtos de cuidados com a pele, mudanças ambientais e poluição.”

7- Tensão no maxilar e linhas de expressão

“Muitas pessoas, sem perceber, tensionam a zona do maxilar ou franzem a testa quando estão com stress. Se isso acontece com frequência, a tensão muscular pode levar à formação de linhas visíveis ao redor do queixo ou acentuar as linhas de expressão entre as sobrancelhas, dando ao rosto uma aparência de tensão ou exaustão.

Stress. Cinco coisas que pode fazer para acalmar-se ao longo do dia

Amanda Medley Raines é investigadora do departamento de psicologia do Louisiana State University School of Medicine e revelou ao Today, do canal NBC, algumas das práticas diárias que podem fazer com que reduza a ansiedade e o stress.

Saiba o que fazer.

1- Programe o seu dia

"Conhecer a sua rotina ajuda a aliviar a ansiedade e a criar a sensação de controlo."

2- Planeie as refeições

"Faça-o com antecedência para reduzir aquele stress que pode ser habitual."

3- Faça exercício

"Alongue, respire fundo e faça algumas posturas de ioga. Desta forma, o cérebro irá pensar noutras coisas."

4- Reserve tempo para coisas que gosta de fazer

"Desde ler, passear os animais de estimação ou cozinhar, faça algo que lhe dê prazer."

5- Esteja com amigos e familiares

"Saiba em quem confiar e quem o pode apoiar em momentos mais complicados."

Trump exige que Caracas corte relações com China e Rússia... A Administração de Donald Trump informou a líder interina da Venezuela que o país deve cortar relações com China, Rússia, Irão e Cuba como condição para poder explorar e vender o seu petróleo, noticiou hoje a ABC.

Por LUSA 

Segundo a cadeia televisiva, a Casa Branca quer que a Venezuela corte relações com esses países antes de permitir que volte a exportar o seu crude, numa exigência que visa favorecer exclusivamente Washington nas vendas de petróleo pesado.

O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, terá dito em sessões privadas com legisladores que os Estados Unidos acreditam poder pressionar Caracas porque os seus tanques de armazenamento de petróleo estão cheios e advertiu que a Venezuela poderia entrar em insolvência financeira em poucas semanas se não conseguir vender as suas reservas.

O senador Roger Wicker confirmou em entrevista à ABC que o plano se baseia no controlo das exportações de petróleo venezuelano e afirmou que não faz parte da intenção dos EUA o envio de tropas norte-americanas.

Até ao momento, o Governo provisório venezuelano, liderado por Delcy Rodríguez desde que Nicolás Maduro foi capturado pelos Estados Unidos, no sábado, ainda não emitiu uma reação oficial às exigências comunicadas por Washington.

Na terça-feira, durante uma sessão extraordinária da Organização dos Estados Americanos (OEA), países como Colômbia, Chile, México e Brasil condenaram a intervenção dos EUA em Caracas e advertiram que a ingerência norte-americana representa uma ameaça à soberania regional.

A exigência de romper relações com Pequim, Moscovo, Teerão e Havana aprofundaria um realinhamento geopolítico de Caracas, que historicamente manteve laços estreitos com esses países, em particular na esfera energética e financeira.

Trump anuncia compra de 30 milhões a 50 milhões de barris de petróleo... "Pedi ao secretário da Energia, Chris Wright, que execute o plano, imediatamente", disse o republicano.

Por  LUSA 

Donald Trump disse na terça-feira, na sua rede social, que a "autoridades interinas" da Venezuela iriam vender entre 30 milhões a 50 milhões de barris de petróleo de "alta qualidade" aos EUA ao seu preço de mercado.

Pedi ao secretário da Energia, Chris Wright, que execute o plano, imediatamente".

Trump adiantou que o dinheiro vai ser controlado por ele, mas que seria usado "em benefício do povo da Venezuela e dos EUA".  

Por outro lado, a Casa Branca está a organizar uma reunião, na Sala Oval, na sexta-feira com executivos de empresas petrolíferas sobre a Venezuela, na qual se esperam que participem representantes de Exxon, Chevron e ConocoPhillips, segundo uma fonte conhecedora da iniciativa, que solicitou o anonimato.


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O Governo norte-americano liderado por Donald Trump vai congelar 10 mil milhões de dólares em ajudas federais para programas de assistência social em cinco estados democratas, após a polémica com a alegada fraude multimilionária em creches do Minnesota.