terça-feira, 23 de dezembro de 2025

23 de Janeiro de 2026 - Lançamento do livro “Úlcera, Útero” de Brassalano Graça na UCCLA

Lançamento do livro “Úlcera, Útero” na UCCLA

Vai ter lugar no dia 23 de janeiro, às 17 horas, o lançamento do romance “Úlcera, Útero” da autoria de Brassalano Graça, no auditório da UCCLA.

Com a chancela da Mercador Editorial, a apresentação do livro estará a cargo de Solange Salvaterra.

Sinopse do livro: 

Talvez seja a negação de «Em Busca do Tempo Perdido», de Proust. Ou talvez seja a hipótese da sua apoteose. E se nos devolvessem o Tempo ardido. Se nos devolvessem anos de vida. Por exemplo, dez anos. O que diríamos, o que sentiríamos, o que faríamos? Aqui não há respostas, há perguntas, porque o tempo ensina-nos a fazer perguntas. É esse o princípio da experiência e da sabedoria, conhecer os Homens pelas perguntas que fazem. Como voltar ao princípio do olhar, ao fundo de nós próprios, como escrever o silêncio que nos habita pelo renascimento dos nossos passos. Talvez escrever. Escrever a memória do futuro. Encontrar-nos lá onde estivemos sem saber que voltaríamos como habitantes do vento. Com o ruído dos erros pacificados. Voltar atrás no tempo, e escrever sobre o futuro que se viveu – com tanto de Ficção Científica como de Ficção Poética. O presente é já futuro. Onde a Política arde como uma ferida rente ao vento.

Biografia do autor:

Brassalano Graça é português, natural de São Tomé. Licenciado em Comunicação Social pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (com especialização em Televisão e Cinema), laborou seguidamente na Rádio Paris-Lisboa/Radio France Internationale durante oito anos, onde para além do trabalho jornalístico teve um programa de Jazz intitulado ‘Até Jazz’. Colaborou com reportagens para o jornal Público, e com crónicas para o jornal Diário de Notícias, a título cívico. Fez um mestrado na FCSH e ocupou a função de Gestor de Informação do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Tem publicado um livro de poesia intitulado “Súbito” e é um entusiasta da fotografia. É autor do programa de rádio «Paixões Privadas».

Com os melhores cumprimentos e Festas Felizes,


Anabela Carvalho

Assessora de Comunicação | anabela.carvalho@uccla.pt 

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Faladepapagaio

Ucrânia anuncia cortes de energia em várias regiões após ataques russos... As autoridades ucranianas anunciaram hoje cortes de energia em várias regiões do país, na sequência de ataques russos com mísseis e drones contra várias infraestruturas.

Por LUSA 

Os bombardeamentos levaram o exército polaco a enviar aviões para proteger o espaço aéreo do país.

A Rússia ataca mais uma vez as nossas infraestruturas energéticas. Como consequência, foram desencadeados cortes de energia de emergência em várias regiões da Ucrânia", anunciou o ministério ucraniano da Energia na rede de mensagens Telegram.

A operadora elétrica Ukrenergo relatou um "ataque massivo com mísseis e drones" e anunciou que os trabalhos de reparação começarão assim que as condições de segurança o permitirem.

Não foram registadas vítimas até ao momento.

Na segunda-feira à noite, as autoridades locais de Odessa (sul) afirmaram que um ataque com drones russos danificou as infraestruturas portuárias e um navio civil. Os ataques russos intensificaram-se nas últimas semanas na região estratégica do Mar Negro.

Quase quatro anos após o lançamento da ofensiva em grande escala contra o país vizinho, a Rússia ataca a Ucrânia praticamente todas as noites, visando em particular as infraestruturas energéticas, especialmente no inverno.

Os novos cortes de energia ocorrem num momento em que a Ucrânia enfrenta temperaturas próximas de zero ou mesmo negativas em grande parte do território.

Por volta das 06:30 TMG, todo o território ucraniano estava sob alerta aéreo, de acordo com o mapa online das autoridades.

Ao longo da noite, o exército ucraniano alertou para repetidas ameaças de drones e mísseis de cruzeiro em várias regiões do país, incluindo no oeste, longe da frente de batalha.

O exército polaco anunciou esta manhã através da rede social X que a aviação "polaca e aliada" tinha sido colocada em alerta e destacada no espaço aéreo polaco de forma preventiva, devido aos ataques russos no território ucraniano.

O procedimento é acionado com regularidade, quando os bombardeamentos visam zonas ocidentais próximas da fronteira polaca.

Os novos bombardeamentos ocorrem no dia seguinte à morte de um general russo, Fanil Sarvarov, morto em Moscovo em consequência da explosão do seu carro, no que foi o terceiro assassinato presumível de um militar russo de alta patente em pouco mais de um ano.

Kyiv não comentou imediatamente o assassinato do general.

Os ataques desta madrugada ocorrem também num momento em que as negociações para a resolução do conflito aceleraram, sob pressão do Presidente norte-americano Donald Trump, ainda que sem resultados concretos, apesar de uma nova série de reuniões em Miami, Estados Unidos, durante o fim de semana.


Leia Também: Drones ucranianos atacam fábrica petroquímica na região de Stavropol

Drones ucranianos atacaram hoje uma fábrica petroquímica localizada numa zona industrial da região russa de Stavropol, no norte do Cáucaso, provocando incêndios, informou o governador local, Vladimir Vladimirov.

Participantes de festividade muçulmana raptadas na Nigéria... Um grupo de homens armados raptou no domingo 28 pessoas, incluindo mulheres e crianças, que se deslocavam para uma festividade muçulmana no centro da Nigéria, segundo as forças de segurança.

Por LUSA 

"Na noite de 21 de dezembro, homens armados raptaram 28 pessoas, incluindo mulheres e crianças, quando viajavam para uma celebração do Mawlid", perto da aldeia de Zak, no estado de Plateau, segundo um relatório de segurança preparado para as Nações Unidas e consultado pela AFP.

O grupo deslocava-se para o evento que comemora o nascimento do Profeta Maomé quando o seu veículo foi "intercetado", refere o relatório, acrescentando que a polícia abriu uma investigação.

A polícia do estado de Plateau, contactada pela AFP, não respondeu de imediato.

O rapto teve lugar no mesmo dia em que as autoridades nigerianas garantiram a libertação de 130 alunos raptados em 21 de novembro por homens armados no dormitório de uma escola católica na região centro-norte do país.

Uma centena de alunos da mesma escola, também raptados a meio da noite, já tinham sido libertados no início de dezembro.

"Cerca de 130 outros estudantes raptados no estado do Níger foram libertados, nenhum permanece em cativeiro", afirmou Sunday Dare, porta-voz da presidência nigeriana, numa mensagem publicada na rede social X.  

A Nigéria, o país mais populoso de África, com 230 milhões de habitantes, está quase igualmente dividida entre um norte predominantemente muçulmano e um sul maioritariamente cristão, e enfrenta uma situação de segurança gravemente deteriorada.

O país tem vivido uma onda de raptos em massa que faz lembrar o rapto de quase 300 raparigas pelo grupo extremista Boko Haram em Chibok, em 2014.

Além da insurgência 'jihadista' ativa desde 2009 no nordeste do país, os últimos anos têm sido marcados por ataques, pilhagens e raptos perpetrados por bandidos, motivados mais por interesses financeiros do que ideológicos, nas regiões noroeste e central desta nação da África Ocidental. 

Os ataques na Nigéria têm como alvo e matam tanto cristãos como muçulmanos, muitas vezes indiscriminadamente.

A Associação Cristã da Nigéria (CAN) informou que 315 alunos e funcionários foram raptados e cerca de 50 deles conseguiram escapar pouco tempo depois.

Em novembro, registou-se uma grande onda de raptos em que mais de 400 nigerianos - estudantes muçulmanas, membros de uma igreja evangélica, agricultores, uma noiva e as suas damas de honor --- foram raptados em 15 dias, abalando profundamente o país.

O aumento de raptos levou o Presidente Bola Tinubu a declarar o estado de emergência nacional no final de novembro e a ordenar o recrutamento de polícias e militares para combater os grupos armados.

A onda de raptos ocorreu também no meio de declarações do Presidente norte-americano, Donald Trump, sobre a alegada perseguição dirigida a cristãos na Nigéria por parte de "terroristas islâmicos", um fenómeno negado por Abuja e por especialistas independentes.

Conselho de Redação da RTP considera que acusações do ministro da Educação são "graves e injustificadas"... Lembram que a RTP "não serve agendas, mas sim os cidadãos" e afirmam que as acusações do ministro da Educação "atingem diretamente a credibilidade da informação da RTP e os seus profissionais".

Por  SIC Notícias Com Lusa

O Conselho de Redação da RTP considerou graves e injustificadas as declarações do ministro da Educação, Fernando Alexandre, que acusou a estação pública de descontextualizar as suas declarações sobre as residências universitárias.

Em entrevista ao ECO, Fernando Alexandre referiu que a RTP esteve presente na sessão toda, considerando que a escolha do trecho que foi transmitido não foi por acaso.

 "A direção tem de investigar por que razão a jornalista escolheu aquele trecho. Quem esteve na sessão não ficou com a ideia que a RTP passou. Eu fiz um discurso longo e contextualizei aquilo que estava a dizer", apontou na entrevista.

O Conselho de Redação da RTP frisou que a entrevista de Fernando Alexandre ao ECO "contém afirmações que colocam em causa, de forma grave e injustificada, o bom nome, o profissionalismo, a idoneidade e a ética" da redação.

"As referências a alegadas 'agendas camufladas' e a 'incompetência' não são meras críticas: são acusações que atingem diretamente a credibilidade da informação da RTP e os seus profissionais", pode ler-se, num comunicado enviado à Lusa.

Para o Conselho de Redação, as declarações do ministro da Educação não devem passar "sem resposta" e instou a Direção de Informação a tomar uma "posição pública firme, repudiando as insinuações e reafirmando a independência editorial, o rigor e a ética" do trabalho jornalístico.

Defendeu ainda que a Direção de Informação "esclareça os critérios editoriais que sustentaram a peça em causa, garantindo transparência perante a opinião pública" e "reforce o compromisso com o serviço público, lembrando que a RTP não serve agendas, mas sim os cidadãos, com informação verificada, plural e responsável".

O Conselho de Redação da RTP frisou ainda que o Conselho de Administração tem igualmente "o dever de defender o bom nome da RTP e dos seus profissionais, assegurando que estas acusações não minam a confiança no jornalismo" que é praticado.

"Este é o momento de união e firmeza. A nossa história e a nossa missão exigem que respondamos com clareza e dignidade", apontou ainda.

Novos navios de guerra dos Estados Unidos serão "classe Trump"... Os novos navios de guerra norte-americanos serão batizados de "classe Trump", em homenagem ao Presidente que ordenou a construção e que afirmou hoje que serão "cem vezes mais poderosos" do que os atualmente em serviço.

Por LUSA 

Os dois primeiros navios, descritos pelo Presidente como "couraçados", serão os primeiros da futura classe, uma "frota dourada", e a sua construção terá início "de imediato".

Até 25 outros deverão ser lançados mais tarde, afirmou o Presidente norte-americano, numa conferência de imprensa na sua residência privada em Mar-a-Lago, na Florida, estado onde terá lugar a construção dos navios.

Estes navios serão "os melhores do mundo", afirmou Trump acompanhado pelo secretário da Defesa Pete Hegseth, pelo secretário de Estado Marco Rubio e pelo secretário da Marinha John Phelan.

A imagem 3D divulgada dos projetados navios mostra o que parece ser um cruzador, com pelo menos uma arma laser a bordo e lançadores de mísseis. Uma imagem de Trump a levantar o punho está estampada no casco.

Conforme indica a agência AFP, é extremamente invulgar a atribuição a navios do nome de um Presidente em exercício. 

Em março, Trump anunciou a decisão do Pentágono de avançar com o desenvolvimento do caça de sexta geração do mundo, afirmando que será batizado F-47 em sua homenagem, 47º Presidente norte-americano. 

A nova ordem presidencial procura priorizar o objetivo do governo Trump de revitalizar a indústria naval e expandir a capacidade de construção de embarcações militares.

Face a preocupações com o atraso na construção de navios de guerra em relação a rivais, sobretudo a China, e limitações dos estaleiros norte-americanos, Trump criticou os empreiteiros de navios da Marinha por não estarem "a fazer um bom trabalho".


Leia Também: Trump diz que EUA precisam da Gronelândia por razões de "segurança" 

O Presidente norte-americano, Donald Trump, reiterou hoje que os Estados Unidos "precisam" da Gronelândia por razões de "segurança nacional", criticando a Dinamarca, aliada da NATO, por "não ter um exército"

As pessoas suspeitas de terem ateado fogo aos cacifos dos comerciantes em Bissau já se encontram sob custódia policial, aguardando a instrução do processo para o tribunal... A informação foi avançada pelo Presidente da Associação dos Retalhistas dos Mercados da Guiné-Bissau, Aliu Seidi, que falava durante um encontro com o Ministro do Comércio.

Na ocasião, Seidi manifestou total disponibilidade em colaborar com as autoridades no combate à especulação de preços e na estabilização dos preços dos produtos alimentares no mercado nacional.

O Ministério do Interior e da Ordem Pública anunciou, nesta segunda-feira, um reforço significativo na capacidade de intervenção e patrulhamento das forças de segurança em todo o país... Com a mobilização de mais de três mil efetivos, o objetivo é intensificar as medidas de prevenção e combate à criminalidade durante a quadra festiva, garantindo maior segurança para a população neste período de celebrações.