quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Revelada causa da morte de Dolly Parton. O comunicado da sua equipa... A cantora Dolly Parton morreu na terça-feira, dia 25 de agosto, aos 80 anos, após ter sido diagnosticada com cancro. A equipa da artista partilhou um comunicado onde é confirmada a causa da sua morte.

© Getty Images  Por noticiasaominuto.com   26/08/2026 

O mundo da música despediu-se da estrela da música country Dolly Parton, na terça-feira, dia 25 de agosto. Tinha 80 anos. 

Depois de a notícia ter sido avançada através de um vídeo do sobrinho Brian Seaver, que foi partilhado no Instagram, a equipa da artista divulgou um comunicado onde é confirmada a causa da sua morte. 

Os seus representantes revelaram que a intérprete de temas como "Jolene" morreu na sequência de uma "breve batalha contra o cancro". Mas não adiantaram mais detalhes sobre o tipo de cancro. 

"A nossa querida Dolly Parton passou a sua vida e carreira a levar alegria, risos, esperança e integridade a tudo aquilo em que tocava. A sua generosidade inigualável chegou à vida de inúmeras pessoas que ela nunca viria a conhecer, mas mesmo assim estava sempre presente para dar uma mão amiga", escreveram de início no comunicado. 

"Quer se trate das centenas de milhões de livros doados através da sua inestimável Imagination Library ou do financiamento de investigação que ajudou a criar uma vacina que salva vidas e é utilizada em todo o mundo, o amor incondicional da Dolly por todas as pessoas foi a força motriz do seu impacto duradouro. Depois de enfrentar corajosamente uma breve batalha contra o cancro, Dolly partiu hoje desta vida no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, rodeada pelos seus entes queridos", pode ainda ler-se na mesma nota. 

Sabe-se ainda, segundo a People, que a artista tinha sido hospitalizada quatro dias antes da sua morte, na passada sexta-feira, 21 de agosto. 

As primeiras reações à morte de Dolly Parton e os desejos da cantora para o seu funeral

Logo após ter sido noticiada a morte de Dolly Parton, as redes sociais 'encheram-se' de reações, entre elas destacam-se as mensagens das várias caras conhecidas que quiseram prestar-lhe uma homenagem pública. 

Reese Witherspoon, por exemplo, disse que estava "muito agradecida à vida por ter chamado a Dolly de amiga", e recordou o apoio que teve da cantora quando interpretou June Carter Cash em "Walk the Line".

"Ela levou-me a jantar e contou-me histórias sobre como June Carter encantava todos na música country. A Dolly deu-me coragem para colocar toda a minha alma naquele papel e fez-me perceber a sorte que eu tinha de ser uma contadora de histórias. Ao longo de toda a minha carreira, ela enviava-me pequenas mensagens de incentivo e apoio, dizendo para eu ser uma luz na vida das pessoas e ouvir os meus anjos. Sempre assinava: «Vou-te amar sempre»", contou a atriz, confessando depois as saudades que vai ter da cantora. 

Jamie Lee Curtis, Ellen DeGeneres ou Khloé Kardashian foram outros dos muitos nomes conhecidos que não tardaram a reagir à morte de Dolly Parton, tendo sido estas as primeiras mensagens a serem partilhadas nas redes sociais. 

A imprensa internacional revelou, entretanto, os detalhes das cerimónias fúnebres. O funeral de Dolly Parton vai ser "uma cerimónia pequena e privada para a família mais próxima", algo que foi pedido pela própria.

O TMZ detalhou ainda que a cerimónia íntima está a ser planeada para acontecer em Nashville, no Tennessee, "nos próximos dias", com a presença dos familiares mais próximos e entes queridos.


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Polícia de imigração dos EUA atinge recorde de 50.000 detenções em julho... A Autoridade de Imigração e Alfândega norte-americana (ICE, na sigla em inglês) anunciou que deteve quase 50 mil pessoas em julho, um máximo mensal no segundo mandato do Presidente Donald Trump.

© Christopher Dilts/Bloomberg via Getty Images   Por  LUSA  26/08/2026 

O aumento de detenções de imigrantes, segundo os mais recentes dados avançados pela agência Associated Press (AP), mostra que o governo Trump mantém em andamento a agenda de deportações maciças, apesar de uma mudança de abordagem no início do ano.

As autoridades passaram de operações de grande impacto em metrópoles norte-americanas, que provocaram protestos públicos, para detenções que receberam menos atenção.

O número de detenções em julho (49.571), representa um aumento de 15% em relação às 43.021 do mês anterior e um aumento de 70% em relação às 29.241 de fevereiro, na sequência da intensificação das ações de fiscalização da administração Trump no Minnesota, segundo dados fornecidos pelo ICE e analisados pela AP.

Como parte do aumento do número de detenções nas últimas semanas, os agentes do ICE têm realizado detenções em abordagens de trânsito.

Têm contado cada vez mais com a colaboração de polícias estaduais e locais que assumiram as funções de fiscalização da imigração.

E começaram a prender pessoas do Haiti, cujas proteções contra a deportação foram revogadas.

Os novos números das detenções mostram que o governo "não interrompeu as ações de fiscalização", sublinhou Mark Krikorian, do Centro de Estudos de Imigração, que defende mais restrições à imigração.

As detenções de imigrantes no mês anterior à tomada de posse de Trump rondavam 8.000, principalmente de imigrantes transferidos de cadeias e prisões municipais ou estaduais e entregues ao ICE para deportação.

Durante o primeiro ano do mandato de Trump, os números começaram a subir, à medida que o governo aliviava as restrições sobre onde e quem o ICE podia prender, além de injetar milhares de milhões de dólares na agência.

Após dois tiroteios fatais no Minnesota, em janeiro, que desencadearam protestos e indignação entre os congressistas democratas, as detenções começaram a cair em fevereiro. Após permanecerem estagnadas durante meses, os números dispararam em junho.

O Texas e a Florida foram responsáveis por quase 20.000 das detenções de julho, sinal da importância que estes estados adquiriram para a agenda de deportações maciças da administração Trump.

O aumento das detenções ocorre numa altura em que a agência, que recebeu milhares de milhões de dólares do Congresso no verão passado, também contratou 12 mil novos agentes de deportação e investigadores.


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China apela aos seus cidadãos para abandonarem Essuatíni, aliado de Taipé... A China apelou aos seus cidadãos para abandonarem "o mais rapidamente possível" Essuatíni, país da África Austral que é um dos poucos Estados no mundo a manter relações diplomáticas com Taiwan, ilha reivindicada por Pequim.

© Lusa   26/08/2026 

O anúncio foi oficialmente justificado por razões de segurança, mas ocorre três meses e meio após uma visita a Essuatíni do Presidente taiwanês, William Lai Ching-te, que Pequim acusa de defender posições separatistas.

"A situação de segurança em Essuatíni é atualmente complexa. As atividades criminosas relacionadas com fraude 'online' e jogos de azar ilegais são frequentes e os riscos em matéria de segurança pública, entre outros, são extremamente elevados", indicou na terça-feira o serviço consular do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.

Neste contexto, as autoridades chinesas "desaconselham os cidadãos chineses a deslocarem-se a Essuatíni num futuro próximo" e apelaram aos cidadãos e instituições que já se encontram no país para que "saiam o mais rapidamente possível", segundo um comunicado divulgado na rede social chinesa WeChat.

A China considera Taiwan uma das suas províncias, que pretende "reunificar" com o restante território desde o fim da guerra civil chinesa, em 1949. Pequim afirma privilegiar uma reunificação pacífica, mas não exclui o recurso à força e tem intensificado a pressão militar sobre a ilha.

Essuatíni, anteriormente denominado Suazilândia, é um pequeno reino situado no sudeste do continente africano, entre a África do Sul e Moçambique, e o único Estado africano que mantém relações diplomáticas com Taiwan.

Lai visitou Essuatíni no início de maio. A deslocação estava inicialmente prevista para abril, mas foi adiada depois de as Seicheles, Maurícia e Madagáscar terem revogado as autorizações de voo do líder taiwanês na sequência de "fortes pressões" de Pequim, segundo Taipé.

A presidência taiwanesa é ocupada desde 2016 pelo Partido Democrático Progressista (DPP), tradicionalmente favorável a uma identidade taiwanesa distinta da China, o que contribuiu para o agravamento das relações entre Taipé e Pequim, embora os intercâmbios económicos e culturais tenham prosseguido.

Apenas 12 Estados mantêm atualmente relações diplomáticas formais com Taiwan, entre os quais o Vaticano, o Paraguai e vários países da América Latina e das Caraíbas.

ONU: Mais de 1.400 pessoas mortas no Haiti entre abril e junho... Pelo menos 1.408 pessoas foram mortas e outras 656 ficaram feridas no Haiti no segundo trimestre, segundo um relatório do Gabinete Integrado da ONU no Haiti (BINUH), que alerta para o agravamento da violência no país caribenho.

© Guerinault Louis/Anadolu via Getty Images   Por  LUSA  26/08/2026 

"Estes números mostram que a população continua a pagar um preço inaceitável pela violência", frisou na terça-feira Carlos Ruiz Massieu, representante especial do secretário-geral da ONU no Haiti e líder do BINUH, que apelou para que a proteção da população se mantenha no centro dos esforços para restaurar a segurança.

A violência concentrou-se sobretudo na planície de Cul-de-Sac e em vários bairros de Cité Soleil, na capital Porto Príncipe, onde os confrontos entre gangues pelo controlo territorial e por fontes de rendimento ilícito fizeram 463 mortos e 256 feridos.

Nestas áreas, foram documentados pelo menos 176 casos de violação, enquanto mais de 18.000 pessoas foram forçadas a fugir das suas casas enquanto foram suspensos serviços essenciais, como a saúde e a educação.

Os gangues continuaram a expandir-se para além de Porto Príncipe, especialmente no departamento de Artibonite, onde perpetraram ataques contra cidades, residentes, membros de grupos de autodefesa e agricultores.

Pela primeira vez, foram registadas incursões armadas em Séguin, no sudeste do país das Caraíbas.

Os ataques de gangues foram responsáveis por 55% de todas as pessoas mortas ou feridas durante o trimestre.

Além disso, pelo menos 81 pessoas foram raptadas, em comparação com 57 nos três meses anteriores.

O BINUH documentou ainda pelo menos 796 vítimas de violência sexual relacionada com gangues, das quais 772 eram mulheres e 23 raparigas. Não há informações disponíveis sobre o restante caso.

Segundo o relatório, 87% destes casos envolveram violações coletivas.

Mais de 40% dos mortos ou feridos durante o trimestre foram vítimas de operações das forças de segurança contra gangues, algumas das quais envolveram uma empresa militar privada estrangeira que utilizou drones explosivos, segundo a ONU.

Entre as vítimas destas operações estavam pelo menos 95 pessoas sem qualquer ligação a gangues. Nove delas, incluindo seis crianças, foram mortas ou feridas em operações que envolveram drones explosivos.


Crianças resgatadas em operação nos EUA contra abusos incluindo no Brasil... As autoridades do estado norte-americano da Florida resgataram 163 menores desaparecidos ou em risco de tráfico e outros abusos, e prenderam três suspeitos numa operação internacional envolvendo mais de uma dezena de países, incluindo Brasil e Espanha.

© Annette Riedl/picture alliance via Getty Images      Por  LUSA   26/08/2026 

A operação 'Escudo Estatal' durou cinco dias, durante os quais as autoridades identificaram, localizaram e recuperaram crianças com idades entre os 2 meses e os 17 anos, muitas das quais "tinham sofrido vários níveis de abuso, negligência, exploração ou exposição a outras atividades criminais, incluindo o tráfico de seres humanos", informou na terça-feira, em comunicado, o gabinete do procurador-geral da Florida, James Uthmeier.

Além das 163 crianças resgatadas na Florida, o comunicado também indicou que a operação se estendeu a outras regiões dos Estados Unidos, como Alabama, Califórnia, Ohio, Nova Iorque, Carolina do Norte, Porto Rico e Tennessee.

Também se realizaram resgates de crianças naquelas situações no Brasil, Canadá, Colômbia, República Dominicana, Finlândia, Gana, Guatemala, Itália, Jamaica, México, Espanha e Taiwan, embora o escritório não tenha especificado o número.

"As crianças resgatadas foram transferidas de forma segura pelas forças da ordem locais para centros de recuperação designados, onde receberam apoio de serviços sociais, profissionais de bem-estar infantil, pessoal médico, defensores das vítimas e outros recursos centrados na infância", refere a nota.

No total, foram detidas três pessoas até à data, embora o gabinete do procurador-geral da Florida tenha avisado que "são esperadas mais detenções nos próximos dias".

Entre os detidos estão um acusado de três crimes de atos lascivos com um menor e com um mandado de detenção por interferência na guarda de um menor; outro acusado de agressão lasciva contra uma vítima com idades entre os 12 e os 16 anos; e um por interferência num caso de guarda de menores e resistência à autoridade sem violência.

Esta megaoperação ocorre quase um ano após a Florida ter resgatado 122 menores noutra operação similar, no qual seis pessoas foram detidas.

Mais de 460.000 crianças desaparecem em média todos os anos nos Estados Unidos, embora a maioria seja encontrada, e uma em cada sete crianças que fogem de casa são vítimas de tráfico sexual, segundo o Grupo de Trabalho Nacional para a Proteção da Infância.


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