domingo, 14 de abril de 2024

Israel: Ministros untranacionalistas querem resposta forte contra o Irão

© Nir Keidar/Anadolu via Getty Images
Por Lusa  14/04/24

Vários ministros israelitas apelaram hoje a uma resposta firme ao ataque iraniano de sábado à noite, que dois ministros da coligação governamental, radicais e ultranacionalistas, consideram ser uma oportunidade para "moldar o Médio Oriente", noticiou a EFE.

O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, declarou hoje, num discurso gravado na rede social X, que "os olhos de todo o Médio Oriente e de todo o mundo" estão a olhar para Israel e apelou a que se aproveitasse a ocasião para formular uma resposta que "ressoe em todo o Médio Oriente durante as gerações vindouras".

"Se o ignorarmos, Deus nos livre, colocar-nos-emos a nós próprios e aos nossos filhos numa ameaça existencial imediata", argumentou Smotrich, após o ataque iraniano de sábado com cerca de 300 drones e mísseis.

Simultaneamente, o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, também ele anti-árabe e residente num colonato da Cisjordânia ocupada, afirmou que Israel tem de reagir para "criar dissuasão no Médio Oriente".

Ben Gvir afirmou que, desde o ataque do Hamas em 07 de outubro, que causou 1.200 mortos em solo israelita, o país está a exercer novas doutrinas de contenção e proporcionalidade, e alegou que a resposta de Israel não pode ser fraca.

O ministro da Cultura e dos Desportos, Miki Zohar, afirmou também que "uma resposta laxista" apenas serviria para dar continuidade ao "conceito obsoleto de lógica razoável face a terroristas brutais" e referiu que este conceito já "falhou" contra o Hamas antes de 07 de outubro, contra o Hezbollah, que "continua os seus ataques no norte de Israel", e avisou que "falhará contra o Irão, que "não hesitou em atacar diretamente Israel".

Benny Gantz, membro do Gabinete de Guerra israelita, líder do partido da oposição Unidade Nacional e principal adversário político do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, afirmou que o Irão é "um problema global" e um desafio para Israel, e considerou que este é um bom momento para uma maior cooperação regional.

"Este incidente ainda não terminou: a aliança estratégica e o sistema de cooperação regional que construímos, que resistiram ao grande desafio (do Irão), devem ser reforçados agora mais do que nunca", sublinhou Gantz.

"Perante a ameaça do Irão, construiremos uma coligação regional e garantiremos que o Irão pague o preço da forma certa e no momento certo para nós", concluiu.

O Irão lançou no sábado à noite um ataque contra Israel em resposta ao bombardeamento israelita do consulado iraniano em Damasco.

O Exército israelita garantiu que foi capaz de repelir a maior parte dos ataques lançados pelo Irão e observou que nenhum dos 'drones' lançados por este país atingiu o território israelita.

As Forças Armadas israelitas também afirmaram ter intercetado 25 dos cerca de 30 mísseis de cruzeiro e quase todos os mísseis balísticos, "mais de 120", que o Irão lançou contra Israel, em ataques que deixaram uma criança gravemente ferida em Israel e outras oito pessoas com ferimentos ligeiros.

Por seu lado, o Governo do Irão descreveu o ataque a Israel como um "sucesso" e, embora tenha anunciado que não tem intenção de continuar com a ofensiva, avisou que voltará a agir se necessário "para proteger os seus interesses".

Entretanto, os Estados Unidos da América não querem uma escalada nem uma "guerra alargada" no Médio Oriente, referiu o porta-voz do conselho de segurança da Casa Branca, após o ataque do Irão contra Israel.



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Israel diz que vai retaliar contra o Irão “quando for a hora certa”

Avião F-15 da força aérea israelita    
VOA Português  14/04/2024

EUA terão informado Israel que não participarão em qualquer retaliação israelita

JERUSALÈM — Israel reabriu o seu espaço aéreo que havia sido encerrado após o ataque iraniano com misseis e drones contra Israel.

Varias copmpanhias de aviação internacionais mantêm no entanto por enquanto a sua suspensão a vôs de para Israel e países vizinhos.

Israel disse que as suas defesas aéreas tiveram sucesso em defender o país contra os ataques do Irão e este país avisou que haverá mais ataques se Iraeli retaliar.

A principal força militar do Irão, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, emitiu um comunicado hoje afirmando que o ataque foi uma retaliação pelo que as autoridades iranianas dizem ter sido um ataque israelita que matou vários comandantes militares iranianos em na capital síria Damasco no dia 1 de Abril. Israel não confirmou nem negou a responsabilidade pelo ataque de 1 de Abril.

O porta-voz das Forças de Defesa de Israel, Daniel Hagari, disse no domingo que o Irão lançou mais de 300 drones e misseis contra Israel, incluindo lançamentos do Iémen e do Iraque, com 99% interceptados pelas defesas aéreas israelita fora do seus espaço aéreo.

Destroços do motor de um missil abatdio por Israel e feriu gravemente uma criança de sete anos de idade da comunidade beduína no sul de Israel

Os mísseis e drones foram interceptados pelas defesas israelitas com a participação de meios dos Estados Unidos, Grâ Bretanha e Jordânia

O Irão instou Israel a não retaliar pelos ataques.

“O assunto pode ser considerado concluído”, disse a missão do Irão nas Nações Unidas numa publicação na plataforma de redes sociais X.

“No entanto, se o regime israelita cometer outro erro, a resposta do Irão será consideravelmente mais severa”, afirmou a missão.

Os líderes dos principais países industrializados do G7 realizarão uma videoconferência hoje para discutir os ataques do Irão a Israel.

A sessão foi convocada pela Itália, que detém a presidência rotativa do grupo, cujos membros também incluem Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Grã-Bretanha e Canadá.

Antes de uma reunião do gabinete de guerra de Israel, o ministro da defesa Benny Gantz alertou que Israel retaliará "quando chegar a hora certa".

"Construiremos uma coligação regional e cobraremos o preço ao Irão da forma e no momento certo para nós", disse Gantz num comunicado.

O porta-voz da Casa Branca, John Kirby, disse no programa Meet the Press da NBC que repelir o ataque em massa de drones foi uma "conquista militar incrível" de Israel e seus parceiros e mostrou como Israel não está isolado no cenário mundial.

"Agora, se e como os israelitas responderão, isso dependerá deles. Nós entendemos isso e respeitamos isso. Mas o presidente tem sido muito claro: não buscamos uma guerra com o Irão", disse Kirby.

O presidente Joe Biden disse ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, que os Estados Unidos não participariam de nenhuma contra-ofensiva israelita contra o Irão, de acordo com relatos de domingo da cadeia de televisão CNN e do diário Wall Street Journal.

Falando com Netanyahu na noite de sábado, Biden sugeriu que mais respostas eram desnecessárias, e altos funcionários dos EUA disseram aos seus homólogos que os Estados Unidos não participariam de uma resposta ofensiva contra o Irão.

John Kirby, o principal porta-voz de segurança nacional da Casa Branca, disse no domingo ao programa "This Week" da ABC que os Estados Unidos continuarão a ajudar Israel a se defender, mas não querem a guerra com o Irãp.

“Não buscamos o aumento das tensões na região. Não buscamos um conflito mais amplo”, disse Kirby.

O Conselho de Segurança da ONU deerá reunir ainda hoje a pedido de Israel.

 

 Leia Também: O presidente do Irão afirmou hoje que o ataque lançado no sábado contra Israel foi "uma lição contra o inimigo sionista", avisando Telavive que qualquer "nova aventura" irá contar com uma resposta "ainda mais dura" de Teerão. 

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Médio Oriente: Irão avisa que atacará bases dos EUA usadas para "apoiar" Israel

© Fatemeh Bahrami/Anadolu via Getty Images
Por Lusa  14/04/24  

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão avisou hoje os Estados Unidos de que Teerão atacará "inevitavelmente" as bases militares norte americanas no Médio Oriente se estas forem usadas para "defender e apoiar" Israel, avança a Efe.

Segundo aquela agência de notícias espanhola, que cita a congénere iraniana, a agência ISNA, Hosein Amir Abdolahian alertou que "se o espaço aéreo ou o território dos países referidos forem utilizados pelos EUA para defender e apoiar o regime de Telavive, a base americana nesse país será inevitavelmente atacada".

O chefe da diplomacia do Irão deu por concluída a resposta de Teerão ao ataque contra o consulado iraniano em Damasco, a 01 de abril, que o governo do seu país atribuiu a Israel, e que matou seis sírios e sete membros da Guarda Revolucionária Iraniana, incluindo dois generais.

Hosein Amir Abdolahjan referiu também que os países da região foram informados da operação 72 horas antes do seu início: "Informámos os nossos vizinhos e os países da região de que a resposta da República Islâmica do Irão no quadro da legítima defesa é certa", disse Abdolahian.

O objetivo da ofensiva, lançada na noite de sábado, foi, segundo Abdolajhan, "apenas e só para o regime israelita".

"O facto de nos limitarmos à legítima defesa e ao castigo do regime sionista significa que não definimos qualquer alvo civil na nossa resposta e que as nossas forças não visaram um local económico e populacional", afirmou.

O ministro salientou que, desde o início da guerra em Gaza, a 07 de outubro, o Irão sempre se opôs ao aumento da tensão na região, segundo a Efe.

Na noite de sábado, o Irão atacou Israel com cerca de 300 drones e mísseis, a grande maioria dos quais foi intercetada fora do espaço aéreo israelita, como resposta ao bombardeamento do consulado iraniano na Síria, atribuído a Israel, que destruiu o edifício e provocou 13 mortos, incluindo dois generais do grupo paramilitar iraniano.

O ataque sem precedentes do Irão a Israel, que provocou ferimentos graves numa pessoa e ligeiros noutras oito, suscitou fortes condenações em todo o mundo e apelos à contenção.



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Alemanha considera que Irão colocou Médio Oriente "à beira do precipício"

© Getty Images
Por Lusa  14/04/24 
A ministra dos Negócios Estrangeiros da Alemanha acusou hoje o Irão de colocar "conscientemente" o Médio Oriente "à beira do precipício", ao disparar centenas de foguetes, drones e mísseis contra Israel.

Annalena Baerbock, que fazia uma intervenção em Frankfurt, disse que o regime iraniano "quase mergulhou uma região inteira no caos", pelo que apelou a "todos os atores da região para agirem com cautela", porque "a espiral de escalada deve ser quebrada".

As palavras de Baerbock foram proferidas numa altura em que o chanceler alemão, Olaf Scholz, está de visita à China, onde também apelou à contenção de todas as partes na sequência dos ataques iranianos.

"Só podemos apelar a todos, e ao Irão em particular, para que não continuem nesta via", afirmou à imprensa.

O Chanceler denunciou "uma grave escalada" das tensões no Médio Oriente e manifestou a sua "solidariedade" com Israel.

O ataque, reivindicado pela Guarda Revolucionária Iraniana, foi realizado com cerca de 300 drones e mísseis, a grande maioria dos quais foi intercetada fora do espaço aéreo israelita, e surgiu como resposta à destruição do consulado iraniano na Síria, atribuída a Israel, que destruiu o edifício e provocou 13 mortos, incluindo dois generais do grupo paramilitar iraniano.

Este ataque sem precedentes, que provocou ferimentos graves numa pessoa e ligeiros noutras oito, suscitou fortes condenações em todo o mundo e apelos à contenção.



Leia Também: O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apelou hoje a uma resposta global "firme e unida" ao "terror" provocado pelo Irão e pela Rússia, condenando o ataque de sábado à noite de Teerão a Israel. 

 

 Leia Também: A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou hoje para o "custo potencial" em matéria de direitos humanos e humanitários que a escalada belicista no Médio Oriente pode representar se o conflito se espalhar pela região.  




Irão: Ataque contra Israel celebrado efusivamente em Teerão. As imagens... Iranianos celebraram efusivamente o ataque contra Israel nas ruas de Teerão.

© Morteza Nikoubazl/NurPhoto via Getty Images
Notícias ao Minuto  14/04/24

Os iranianos saíram às ruas, na madrugada deste domingo, para celebrar o ataque levado a cabo contra Israel, como retaliação ao bombardeamento do consulado iraniano em Damasco, a 1 de abril, no qual morreram sete membros da Guarda Revolucionária e seis cidadãos sírios.

As imagens divulgadas pelas agências internacionais mostram um ambiente de festa no centro de Teerão. Os iranianos gritaram slogans contra os Estados Unidos e Israel e exibiram imagens do líder supremo do Irão, 'ayatollah' Ali Khamenei, e do falecido general iraniano Qessam Soleimani, comandante da força de elite iraniana al-Quds,  assassinado em 2020, no Iraque, por ordem do então presidente dos Estados Unidos Donald Trump.


De notar que o chefe das forças armadas iranianas disse hoje que o ataque realizado durante a noite contra Israel "alcançou todos os seus objetivos", especificando que nenhum centro urbano ou económico foi alvo de 'drones' (aeronaves não tripuladas) e mísseis.

O general Mohammad Bagheri afirmou que os dois locais mais visados foram "o centro de inteligência que forneceu aos sionistas as informações necessárias" para o ataque que destruiu o consulado iraniano em Damasco a 01 de abril, bem como "a base aérea de Novatim, de onde descolaram os aviões de caça israelitas 'F-35' que bombardearam as instalações diplomáticas do Irão na capital síria.

Por seu lado, o comandante em chefe da Guarda Revolucionária do Irão, general Hossein Salami, advertiu hoje que Teerão contra-atacará de forma "mais severa que os bombardeamentos" de sábado à noite se Israel iniciar uma ofensiva contra interesses ou cidadãos iranianos em qualquer parte do país.

Israel, que vinha alertando há vários dias que a retaliação iraniana era iminente, planeia agora uma "resposta significativa" ao ataque iraniano, disse um funcionário que pediu anonimato à estação de televisão Channel 12.

O Exército israelita afirmou que, dos cerca de 170 'drones' que o Irão lançou antes da meia-noite, nenhum chegou ao território israelita; e também teria intercetado 25 dos cerca de 30 mísseis de cruzeiro e quase todos os "mais de 120" mísseis balísticos.

Por seu lado, o ministro da Defesa do Irão, Mohammad Reza Ashtiani, avisou sábado à noite que qualquer país que permita a utilização do seu espaço aéreo ou território para realizar ataques contra solo iraniano receberá uma resposta forte.

O ataque iraniano ocorreu como retaliação ao bombardeamento atribuído por Teerão a Israel, ao consulado do Irão em Damasco. De notar que entre os mortos estava o líder do ramo da Força Quds para a Síria e o Líbano, o Brigadeiro-General Mohamed Reza Zahedi.

O líder supremo do Irão, 'ayatollah' Ali Khamenei, insistiu repetidamente nas últimas semanas que "o regime sionista deve ser e será punido", ameaças que foram repetidas por praticamente todos os altos funcionários do país após o ataque em Damasco.

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Leia Também: G7 reúne-se por vídeoconferência para debater ataque do Irão a Israel 

Irão/Israel: G7 reúne-se por vídeoconferência para debater ataque do Irão a Israel

© Shutterstock

Por Lusa  14/04/24

Os chefes de Estado e de Governo do G7 vão realizar uma videoconferência hoje ao início da tarde "para debater o ataque iraniano contra Israel", anunciou o Governo italiano, que detém atualmente a presidência deste grupo de países industrializados.

"A presidência italiana do G7 convocou uma videoconferência a nível de líderes para o início da tarde de hoje", afirmou o Governo italiano num breve comunicado.

Esta cimeira de emergência surge depois de o Irão ter lançado mais de 200 drones e mísseis contra Israel durante a noite, em resposta a um ataque contra o consulado iraniano em Damasco.

No entanto, segundo o exército israelita, este ataque direto iraniano sem precedentes foi frustrado.

O Conselho de Segurança deverá realizar hoje também uma reunião de emergência, com o chefe da ONU, António Guterres, a condenar "uma grave escalada".

Leia Também: O chefe das forças armadas iranianas disse hoje que o ataque realizado durante a noite contra Israel "alcançou todos os seus objetivos".  

Israel afirmou hoje que 99% dos mais de 300 'drones' e mísseis disparados pelo Irão, no ataque de sábado à noite, foram intercetados, e que a defesa israelita foi um "êxito estratégico muito significativo". Intercetados 99% dos mais de 300 drones e mísseis iranianos, diz Israel

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Por Lusa   14/04/24
Intercetados 99% dos mais de 300 drones e mísseis iranianos, diz Israel

Israel afirmou hoje que 99% dos mais de 300 'drones' e mísseis disparados pelo Irão, no ataque de sábado à noite, foram intercetados, e que a defesa israelita foi um "êxito estratégico muito significativo".
Intercetados 99% dos mais de 300 drones e mísseis iranianos, diz Israel


Teerão disparou 170 'drones', mais de 30 mísseis de cruzeiro e mais de 120 mísseis balísticos, disse o contra-almirante israelita Daniel Hagari.

Vários mísseis balísticos atingiram território israelita, causando pequenos danos numa base aérea, indicou ainda Hagari, notando que o resultado da defesa foi um "êxito estratégico muito significativo"

Socorristas disseram que uma menina de sete anos ficou gravemente ferida numa localidade beduína no sul de Israel, aparentemente num ataque de míssil, embora tenham referido que a polícia ainda está a investigar as circunstâncias dos ferimentos, informou a agência de notícias Associated Press.

O serviço israelita de emergência médica Magen David Adom já tinha dado conta de um outro ferido grave, um rapaz de 10 anos atingido por estilhaços depois de a defesa antiaérea ter intercetado um 'drone' lançado pelo Irão, perto da cidade israelita de Arad, também no sul de Israel.

O Presidente norte-americano, Joe Biden, declarou no sábado à noite que as forças dos Estados Unidos ajudaram a abater "quase todos" os 'drones' e mísseis disparados pelo Irão contra Israel.

O Irão lançou o ataque de sábado à noite em resposta ao bombardeamento do consulado de Teerão em Damasco, Síria, a 01 de abril, no qual morreram sete membros da Guarda Revolucionária Iraniana e seis cidadãos sírios.

Trata-se do primeiro ataque direto da República Islâmica do Irão contra o território de Israel, inimigo declarado.

Biden disse ter falado entretanto ao telefone com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, para reafirmar "o compromisso inabalável dos Estados Unidos com a segurança de Israel".



Leia Também: A agência oficial iraniana IRNA noticiou que a principal base aérea do Neguev, no sul de Israel, sofreu "sérios danos" depois de ser atingida por mísseis iranianos na noite de hoje.  


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