A enviada-especial à Ucrânia Carla Rodrigues faz o ponto da situação do Donbass, numa altura em que as forças ucranianas tentam consolidar posições, à medida que as tropas russas avançam, sobretudo na zona centro e sul do Donbass.
A enviada-especial à Ucrânia Carla Rodrigues faz o ponto da situação do Donbass, numa altura em que as forças ucranianas tentam consolidar posições, à medida que as tropas russas avançam, sobretudo na zona centro e sul do Donbass.
Por noticiasaominuto.com
São muitos aqueles que aproveitam o início de um ano para estabelecer objetivos e a saúde é sempre um dos temas mais visados. Contudo, conforme realça a Fox News, são poucos aqueles que se mantêm fieis às suas resoluções, acabando por desistir logo na primeira semana.
A pensar nestas pessoas, dois médicos aconselharam que o melhor é deixar de lado "soluções rápidas", uma vez que o foco deve ser métodos que visem o bem-estar a longo prazo.
Vida saudável: 6 pilares que os especialistas defendem
1. Não se reforme antecipadamente
A reforma pode potenciar o declínio físico e cognitivo, realçou Joseph Maroon, neurocirurgião de 84 anos, sobretudo quando significa o afastamento de atividades com um significado especial.
"Estudos mostram que o envolvimento contínuo no trabalho — seja em tempo integral, parcial ou mesmo em projetos com propósito — está associado a uma melhor resiliência cognitiva, saúde cardiovascular e longevidade geral", defendeu o médico.
O ideal - no caso de se querer mesmo reformar - é procurar outros desafios que estimulem o metabolismo cerebral, a neuroplasticidade e a saúde vascular.
"Por outras palavras: manter-se ativo profissionalmente treina o cérebro, assim como o exercício faz com os músculos", afirmou.
Não se trata de trabalhar por obrigação, mas com propósito.
2. Equilibrar os níveis de stress
Maroon, professor de neurocirurgia no Centro Médico da Universidade de Pittsburgh, destaca a importância do controlar o stress para o bem-estar.
"O segredo é equilibrar as prioridades — trabalho, família e amigos, espiritualidade e exercícios regulares — para reduzir o stress crónico, que, segundo a minha experiência, contribui para problemas como problemas de sono, ansiedade e doenças cardiovasculares", notou.
"Na minha experiência, esse 'equilíbrio do stress' é fundamental para a saúde e longevidade, podendo também ajudar a reduzir o risco de doenças neurodegenerativas como o Alzheimer", completou.
3. Encontre um propósito
Para Efrati, um "forte senso de propósito é um dos indicadores de longevidade mais poderosos e subestimados".
Estudos mostram que pessoas que exercem atividades com significado apresentam níveis mais baixos de inflamação crónica e um risco reduzido de morte prematura.
"O propósito ativa vias tanto psicológicas, quanto biológicas. Ele influencia a regulação do stress, o equilíbrio imunológico e até mesmo os mecanismos de reparação celular", realça o especialista.
"Seja qual for o propósito – trabalho, família, criatividade, serviço ou aprendizagem – atua como um estabilizador biológico, dando ao corpo um motivo para investir em manutenção e reparação a longo prazo", completa.
4. Abrace a espiritualidade
Estudos sugerem que a "prática espiritual ou comunitária regular" está ligada a um risco reduzido de morte prematura, notou Maroon.
"Acredito que possa ser um fator importante para o bem-estar", sublinhou.
"Seja por meio da fé, do serviço ou de uma rotina comunitária consistente, estas práticas podem proporcionar conexão, perspetiva e resiliência", explicou.
5. Trate os alimentos como combustível
Efrati realça que os alimentos devem ser vistos não apenas como calorias, mas como combustível para a produção e reparação de células.
"Dietas ricas em alimentos integrais e não processados, particularmente a dieta mediterrânica, fornecem os nutrientes que dão apoio à função mitocondrial, à saúde vascular e ao metabolismo cerebral", notou.
"O objetivo não é a restrição, mas sim a nutrição — fornecer ao corpo o que ele precisa para se reparar, se adaptar e prosperar ao longo do tempo", aconselha.
6. O sono é - mesmo - muito importante
Para o neurocirurgião o sono é um "pilar da saúde cerebral e da longevidade".
"Quando se dorme bem contribui-se para um metabolismo saudável e para a função imunológica, além de melhorar o humor, a concentração e a resistência ao stress", fez saber.
"Uma boa noite de sono facilita a manutenção de hábitos diários que protegem a saúde a longo prazo, incluindo melhor nutrição, exercício físico regular e tomada de decisões mais consistentes", completou.
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Por LUSA
O diretor do Gabinete de Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado (executivo) da China reafirmou que Pequim continuará a "expandir os intercâmbios e a cooperação" e a "promover o desenvolvimento integrado" com Taiwan.
Numa mensagem de Ano Novo ao povo taiwanês, citada pela agência de notícias oficial chinesa Xinhua, Song Tao opôs-se às "atividades separatistas" e à "ingerência externa", numa referência velada aos Estados Unidos (EUA) e ao Japão.
Em novembro, a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, afirmou no parlamento que um eventual ataque chinês contra Taiwan poderia colocar o Japão numa "situação de crise", o que justificaria a intervenção das Forças de Autodefesa nipónicas.
Há duas semanas, os EUA aprovaram um plano recorde de venda de armas a Taiwan no valor de 11 mil milhões de dólares (9,3 mil milhões de euros).
"Estamos dispostos a dialogar e a realizar consultas com partidos políticos, organizações e indivíduos de todas as esferas da vida em Taiwan sobre as relações entre os dois lados do Estreito e a reunificação nacional, com base no 'princípio de Uma Só China' e no Consenso de 1992", declarou Song Tao.
O princípio 'Uma só China', alcançado em 1992, declara que existe apenas uma China e que Taiwan faz parte da China, mas com Pequim e Taipé a manterem interpretações diferentes.
As relações entre os dois lados do Estreito "avançaram apesar das dificuldades" em 2025, ganhando "impulso e força" em apoio ao que Song Tao descreve como a reunificação da China.
O Governo de Taiwan alega que a ilha nunca fez parte da China comunista e que as pretensões de soberania chinesas são ilegítimas.
Song Tao destacou a maior facilidade de deslocação dos nacionais taiwaneses para a China continental, bem como o "aumento significativo" do número de jovens e "visitantes de primeira viagem" vindos da ilha.
O dirigente exortou ainda as pessoas de ambos os lados a "assumirem as suas responsabilidades históricas" e a "unirem forças para se oporem ao separatismo e trabalharem pela reunificação nacional", segundo a Xinhua.
A China anunciou na quarta-feira ter concluído "com sucesso" as manobras militares realizadas desde segunda-feira em redor de Taiwan, que incluíram tiros reais e simulações de bloqueio de portos estratégicos da ilha.
O Presidente chinês, Xi Jinping, afirmou que a reunificação do país não pode ser travada, num discurso à nação pouco depois do anúncio do fim dos exercícios.
Taipé condenou os exercícios, considerando-os "uma provocação flagrante contra a segurança regional e a ordem internacional".
A Rússia instou a Organização das Nações Unidas (ONU) a "condenar publicamente" o ataque da Ucrânia com drones que fez pelo menos 24 mortos e 50 feridos na região ucraniana de Kherson controlada por Moscovo.
Por LUSA
O WSJ refere que a entrevista foi conduzida por telefone e de forma espontânea, depois de o jornal ter partilhado com a Casa Branca detalhes sobre o estado de saúde do Presidente norte-americano, o que o deixou incomodado.
"Vamos voltar a falar de saúde, pela enésima vez. A minha saúde é perfeita", declarou Trump, que atribui a sua boa energia aos 79 anos à sua herança genética: "A genética é muito importante. E eu tenho genes muito bons."
Um dos temas abordados no artigo é o consumo de 325 miligramas de aspirina por dia, segundo o seu médico, Sean Barbarella, justificada como "prevenção cardíaca", em vez de uma dose baixa padrão de cerca de 81 miligramas.
"Dizem que a aspirina é boa para fluidificar o sangue, e eu não quero sangue grosso a passar pelo meu coração. Quero sangue bom e fino a passar pelo meu coração. Faz sentido?", questionou Trump, que ao mesmo tempo disse ser "um pouco supersticioso".
Na entrevista, o líder norte-americano atribuiu os hematomas visíveis na mão direita à dose excessiva de aspirina e negou ter adormecido em eventos públicos recentes.
"Eles [os médicos] preferem que eu tome a dose mais baixa. Tomo uma dose mais elevada (...) há anos e isso provoca hematomas", explicou.
Donald Trump, de 79 anos, é o Presidente mais velho a ser eleito nos Estados Unidos.
O político republicano é frequentemente visto com o dorso da mão direita maquilhado ou enfaixado para esconder os hematomas, que a Casa Branca atribui aos seus frequentes apertos de mão e ao uso rotineiro de aspirina como tratamento cardiovascular.
"Tenho maquilhagem fácil de aplicar, demora dez segundos", relatou.
Contrariando declarações anteriores, Donald Trump especificou que se submeteu a uma tomografia computorizada e não a uma ressonância magnética, em outubro.
Esta informação foi confirmada pelo seu médico em comunicado ao jornal norte-americano, explicando que o exame foi feito para "descartar definitivamente qualquer problema cardiovascular" e que não apresentava anormalidades.
O líder da Casa Branca negou ainda que tenha adormecido durante vários eventos públicos, depois de ter sido visto com dificuldade em manter os olhos abertos, em particular durante uma reunião do seu executivo em dezembro.
"Simplesmente fecho os olhos. Isso relaxa-me bastante", argumentou, expressando desagrado por a sua saúde ser examinada com tanto detalhe. "Às vezes, tiram fotografias minhas a piscar e captam o momento exato em que pisco", prosseguiu.
Depois de lhe ter sido diagnosticada insuficiência venosa crónica em julho, o Presidente norte-americano explicou que usou meias de compressão durante um breve período, mas parou porque "não gostou delas".
Em abril, o seu relatório médico indicava que estava a tomar medicamentos para o colesterol.
Donald Trump, que atacou implacavelmente o seu rival democrata Joe Biden na última campanha presidencial, em 2024, retratando-o como senil, auto elogia-se regularmente pelo seu excelente desempenho cognitivo.
Uma dermatologista revela a partir de quando é que deve começar a usar este tipo de produtos para a sua pele. Veja o que está em causa e as explicações.
Por LUSA
De acordo com imagens divulgadas pela agência de notícias oficial norte-coreana KCNA, Kim Ju-ae e o pai, Kim Jong-un, visitaram o Palácio do Sol de Kumsusan, um vasto mausoléu no centro de Pyongyang, acompanhado por altos funcionários.
A Coreia do Norte é governada desde 1948 pela dinastia Kim, também conhecida como 'linhagem Paektu', assim designada em homenagem a uma montanha sagrada considerada o lendário berço do povo coreano e onde, segundo a propaganda norte-coreana, nasceu Kim Jong-il (avô de Kim Ju-ae). Ele próprio sucedeu ao pai, Kim Il-sung, bisavô de Kim Ju-ae.
Os dois homens, apelidados de "líderes eternos" pela propaganda estatal, estão sepultados no Palácio do Sol de Kumsusan.
Kim Ju-ae, cuja idade não foi confirmada, foi vista ao lado do pai em diversas ocasiões desde a primeira aparição pública, em 2022.
Os serviços de informação da vizinha Coreia do Sul acreditam que Kim Ju-ae poderá um dia suceder a Kim Jong-un, marcando a quarta geração a governar a única dinastia comunista do mundo.
Em 2024, os meios de comunicação estatais norte-coreanos referiram-se a Kim Ju-ae com o título altamente honorífico de 'hyangdo' ("conselheira sénior" em coreano), um termo geralmente reservado ao líder ou ao sucessor.
Antes de 2022, a única confirmação da existência de Kim Ju-ae veio da antiga estrela de basquetebol Dennis Rodman, que afirmou ter conhecido uma filha de Kim Jong-un chamada Ju-ae durante uma visita à Coreia do Norte, em 2013.
O anúncio da visita ao mausoléu acontece um dia depois da imprensa oficial ter divulgado uma mensagem de Ano Novo às forças armadas, em que Kim Jong-un elogiou as tropas que combatem em "solo estrangeiro" e fez alusão à aliança com a Rússia.
"Enquanto todo o país está imerso numa atmosfera festiva para celebrar o Ano Novo, sinto ainda mais saudades de vocês, que lutam bravamente em campos de batalha em solo estrangeiro, mesmo agora, fiéis à ordem da vossa pátria", disse Kim, citado pela agência de notícias oficial norte-coreana KCNA.
"Pyongyang e Moscovo estão convosco", acrescentou.
Segundo os serviços de informação sul-coreanos e ocidentais, Pyongyang enviou milhares de soldados para combater ao lado de Moscovo durante a invasão da Ucrânia, que começou há quase quatro anos.
Em troca, a Rússia envia à Coreia do Norte ajuda financeira, tecnologia militar e fornecimentos de alimentos e energia, de acordo com analistas.
Na sua mensagem, o líder norte-coreano felicitou os soldados por fortalecerem a "amizade e aliança inquebrável" com a Rússia, apelando a que lutem "pelo povo irmão russo".
O lider da Coreia do Norte, Kim Jong-un, elogiou as tropas que combatem em "solo estrangeiro" e fez alusão à aliança com a Rússia, numa mensagem de Ano Novo às forças armadas, publicada hoje.