sábado, 22 de agosto de 2026

Ucrânia ataca pela primeira vez com drones um armazém do gigante russo Ozon... O ataque contra as instalações da plataforma de comércio eletrônico, localizadas na região russa de Samara, obrigou a interromper sua atividade.

POR DEMÓCRATA  22 AGO. 2026 

A Ucrânia atacou pela primeira vez com drones um armazém da Ozon, um dos gigantes do comércio eletrônico da Rússia. O ataque ocorreu durante a noite deste sábado em umas instalações da companhia situadas em Chapáyevsk, na região de Samara, e provocou danos que obrigaram a interromper temporariamente a atividade do centro.

A ofensiva faz parte de uma nova onda de ataques com drones ucranianos contra diferentes pontos do território russo. Segundo as autoridades russas, durante a noite foram interceptados 457 drones ucranianos em diferentes regiões.

Primeiro ataque contra Ozon

O armazém da Ozon se torna um novo tipo de alvo dentro da campanha de ataques ucranianos contra infraestruturas situadas em território russo. A Reuters aponta que se trata do primeiro ataque conhecido contra instalações da Ozon, depois que seu principal concorrente, Wildberries, também sofreu ataques nas últimas semanas.

O impacto no centro logístico de Chapáyevsk interrompeu as operações da companhia. Várias pessoas ficaram feridas, segundo a Reuters, embora por enquanto não tenha sido especificado o número exato de afetados nas instalações.

Uma onda de ataques contra alvos na Rússia

O ataque contra a Ozon ocorreu em uma noite especialmente intensa. A Reuters informa que pelo menos oito civis morreram em diferentes ataques com drones registrados em várias regiões russas, enquanto ocorreram danos em infraestruturas industriais e logísticas.

Entre os locais afetados também figura a região de Samara, onde além do armazém da Ozon foram atacadas instalações industriais, incluindo uma refinaria de petróleo em Novokuibyshevsk.

Em outras regiões, como Krasnodar e Bélgorod, também foram registradas vítimas fatais e feridos. O ataque ocorre um dia depois de outra ofensiva russa contra a Ucrânia que causou pelo menos 15 mortos e mais de uma centena de feridos em Kryvyi Rih.

Ozon, um dos grandes operadores do comércio eletrônico russo

A Ozon é a segunda maior plataforma de comércio eletrônico da Rússia, segundo a Reuters, e conta com uma ampla rede de armazéns e centros logísticos para distribuir produtos por todo o país.

O ataque adiciona assim as instalações de uma grande empresa de distribuição e logística a uma lista cada vez mais ampla de alvos afetados pela guerra em território russo.

Por enquanto, não se atribuiu oficialmente o ataque à Ucrânia por parte das autoridades ucranianas, enquanto a Rússia informou sobre a onda de drones e os danos provocados em diferentes regiões.

Irão: Países que apoiem "guerra económica" dos EUA serão "inimigos"... O Irão anunciou hoje que todos os países que participem na "imposição de restrições económicas" serão considerados inimigos do país, na sequência da guerra económica anunciada pelos Estados Unidos.

© Morteza Nikoubazl/NurPhoto via Getty Images    Por LUSA  22/08/2026 

"Declaramos a todos os países à nossa volta e a todos os países do mundo: não se juntem à guerra económica liderada pelos Estados Unidos", afirmou o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, Mohsen Rezai, na televisão estatal.

"Qualquer país que participe na imposição de restrições económicas" contra o Irão será "considerado um inimigo", afirmou.

"Ainda não atacámos nenhum interesse económico norte-americano (...). Até agora, apenas visámos bases militares, mas se quiserem impor-nos sanções económicas, os Estados Unidos possuem empresas petrolíferas e económicas na região do Irão e noutros locais, e iremos atacá-las", prosseguiu Rezai.

Se o Presidente norte-americano "tomar medidas [contra o Irão], o nosso confronto será como um terramoto", ameaçou ainda.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano acusou na quinta-feira os Estados Unidos de "terrorismo económico", após o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, ter prometido que Washington iria "derrubar o regime" iraniano com as novas sanções.

Na quarta-feira, Donald Trump, anunciou uma nova ofensiva económica contra o Irão, classificando-a como a "operação económica mais devastadora alguma vez empreendida contra qualquer país".

Na sua rede Truth Social, Trump avisou que qualquer país que permita às suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou entidades governamentais proporcionar "qualquer tipo de tábua de salvação" ao Irão enfrentará, por sua vez, consequências económicas.

A advertência foi reforçada na quinta-feira pelo secretário do Tesouro norte-americano, que avisou que os aliados que não apoiem a ofensiva económica contra o Irão estarão contra Washington.

"Isto vai funcionar no Irão e vamos derrubar este regime", disse Scott Bessent, em entrevista à estação norte-americana CNBC, na qual se referiu à "maior operação coordenada de isolamento económico do mundo", reforçando palavras no mesmo sentido de Trump, que na véspera anunciou "um dia D" contra a economia iraniana.

Bessent apelou também à China para que "se alinhe" caso deseje "ver o estreito [de Ormuz] reaberto e os preços da energia a baixarem".

Já na sexta-feira, a China respondeu opondo-se à "guerra económica" declarada pela administração norte-americana ao Irão, apontando que as "sanções unilaterais ilegais" e as pressões de Washington não são a solução para o problema.

"As sanções e as pressões não permitirão resolver o problema. A China apela a todas as partes envolvidas para que tomem medidas responsáveis e resolvam o problema por via política e diplomática", afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Lin Jian, durante uma conferência de imprensa.

Mais de um quarto do comércio do Irão em 2024 foi realizado com a China, um grande consumidor de hidrocarbonetos iranianos e um parceiro estratégico e económico fundamental para o Irão.

Mais de 80% das exportações de petróleo iraniano tinham como destino a China antes da guerra, de acordo com a empresa de análise Kpler.

Além da China, entre os países que mantêm laços económicos com Teerão contam-se os Emirados Árabes Unidos, que suspenderam esta semana todas as transações com a República Islâmica, mas também a Turquia, a Rússia, Iraque, Índia e a Alemanha.

As exportações alemãs para o Irão atingiram 870,5 milhões de euros entre janeiro e novembro de 2025, segundo o Gabinete Federal de Estatística alemão (Destatis).

ESTADOS UNIDOS: Tribunal dos EUA anula suspensão de vistos imposta por Trump a 75 países... Um tribunal federal norte-americano anulou a suspensão dos vistos de imigrantes de 75 países, considerando que o secretário de Estado, Marco Rubio, excedeu a sua autoridade legal ao tomar esta medida no início de 2026.

© Shutterstock   Por  LUSA  22/08/2026 

A decisão foi tomada na sexta-feira pela juíza Jeannette Vargas, do Tribunal Distrital do Estados Unidos da América (EUA) para o Distrito Sul de Nova Iorque.

Numa sentença de 61 páginas, a magistrada argumenta que a proibição decidida pela administração de Donald Trump é "manifestamente ilegal" e questiona a justificação do Governo de que os requerentes oriundos dos países em causa representavam um elevado risco de se tornarem um "ónus económico" para os Estados Unidos.

A decisão do tribunal pode resultar na revisão de milhares de pedidos já processados.

A juíza nota que as autoridades norte-americanas receberam ordens para negar vistos mesmo a imigrantes elegíveis, considerados provavelmente autossuficientes, em violação de uma norma que exige avaliações individualizadas de cada caso.

Os países afetados pela diretiva da administração Trump incluem várias nações da América Latina e das Caraíbas, como o Brasil, Colômbia, Cuba, Guatemala, Haiti, Nicarágua e Uruguai.

O congelamento da emissão de vistos foi implementado em janeiro deste ano e também abrangia o Afeganistão, Egito, Iraque, Irão, Marrocos, Nigéria, Rússia, Somália, Tailândia e Iémen.

Entre os autores da ação judicial estão cinco trabalhadores da Colômbia a quem foram negados os vistos com base nas novas regras, bem como por seis norte-americanos que alegam que a proibição prejudicou os seus familiares no Gana, Jamaica, Guatemala e Etiópia, segundo noticiou o jornal The New York Times.

"Esta decisão representa uma vitória significativa para as centenas de milhares de famílias em todo o país e em todo o mundo cujas vidas foram mergulhadas no caos pela proibição de vistos ilegal e discriminatória desta administração", reagiu Joanna Cuevas Ingram, advogada sénior do National Immigration Law Center, em comunicado.

De acordo com Cuevas Ingram, o tribunal "deixou claro que as leis de imigração não podem ser utilizadas para justificar a discriminação".

Skye Perryman, presidente e CEO da organização não governamental Democracy Forward defendeu que a decisão representa uma "rejeição retumbante de uma política ilegal e discriminatória que causou enormes danos a famílias e comunidades de todo o país".

"A administração Trump-Vance não pode instrumentalizar a lei da imigração para criar listas negras de países inteiros, separar famílias e negar direitos garantidos pela Constituição impunemente", disse.


CEUTA: Três semanas depois, milhares de migrantes continuam nas ruas de Ceuta... Milhares de migrantes que entraram irregularmente em Ceuta em massa a 30 de julho continuam ainda na cidade, três semanas depois, enquanto as autoridades tentam habilitar novos espaços de acolhimento para fazer face à situação que ultrapassa os recursos disponíveis.

© Getty Images    Por LUSA   22/08/2026 

Hoje, mais de 300 migrantes concentravam-se nas imediações da zona de acolhimento de Loma Colmenar, onde se encontra uma das instalações temporárias criadas para atender quem permanece em Ceuta após essa entrada em massa.

O centro está lotado e quem permanece no exterior espera conseguir uma vaga e, em muitos casos, dar início aos trâmites para solicitar asilo.

A cena reflete uma realidade que continua a alastrar-se por vários pontos da cidade: pessoas que vagueiam durante o dia e procuram locais onde passar a noite, enquanto aguardam uma resposta à sua situação.

O Governo criou novos espaços temporários face à permanência de milhares de migrantes em Ceuta, depois de o despejo da praia do Trampolín ter obrigado à transferência de centenas de pessoas para outros pontos de acolhimento.

Hamza, um jovem marroquino que afirma ter entrado ilegalmente em Ceuta a 30 de julho, está na cidade há cerca de 23 dias. Hoje, esperava juntamente com outros migrantes nas imediações do ponto de concentração de Loma Colmenar.

"Esperamos qualquer solução", explicou, citado pela agência de noticias EFE, ao mesmo tempo que refere que a sua intenção é poder aceder ao centro para solicitar asilo.

"Somos pobres, não fizemos nada, queremos uma solução", afirma. Quanto às razões que o levaram a atravessar para Ceuta, garante que o fez porque queria "mudar de vida" e porque era pobre em Marrocos.

Três semanas após aquela entrada em massa, a imagem de centenas de pessoas reunidas em frente a um centro sem vagas disponíveis evidencia que a crise migratória continua em aberto em Ceuta.

Enquanto se procuram novos espaços para aliviar a pressão sobre as estruturas de acolhimento, milhares de migrantes continuam à espera de uma solução e de poder regularizar a sua situação ou, se for o caso, dar início aos procedimentos de proteção internacional correspondentes.


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A Human Rights Watch (HRW) apelou ao Governo de Espanha para que acolha e ofereça a oportunidade de asilo aos migrantes ilegais que permanecem em Ceuta após a entrada maciça no final de julho.

Ataque russo a shopping causou 16 mortos, Kiev responde e atinge refinaria... O ataque russo a um centro comercial em Kivi Rih causou um total de 16 mortos, anunciou hoje o Presidente ucraniano, no dia em que a Ucrânia fez um novo ataque a uma refinaria no sul da Rússia.

Stringer - Reuters   Por  rtp.pt   22 Agosto 2026

"Em Kivi Rih, prosseguem as operações de resgate após o ataque russo a um centro comercial. O incêndio, que se alastrou por uma área de 9.000 metros quadrados, foi extinto", afirmou Zelenski na sua conta do X, acrescentando que continuam as buscas por pessoas presas entre os escombros na sua cidade natal.

Na sua mensagem, Zelenski pediu mais apoios para repelir os bombardeamentos, dando o exemplo de outros ataques esta madrugada, um em Kiev (uma infraestrutura ferroviária foi afetada e uma pessoa morreu) e outro contra um miniautocarro em Zaporijya, causando três feridos.

"Cada dia que passa sem que a Ucrânia disponha de defesas antiaéreas suficientes implica mortes que poderiam ter sido evitadas", acrescentou.

"A proteção de vidas humanas exige a tomada de decisões diárias e o apoio efetivo de todo o mundo e, neste preciso momento, o envio de intercetores de mísseis e de mísseis poderia ajudar", afirmou ainda Zelenski.

Também esta madrugada drones ucranianos atacaram uma refinaria na região russa de Samara, 855 quilómetros a sudeste de Moscovo, segundo notícias divulgadas por canais do Telegram, citando testemunhas oculares.

Essas instalações já tinham sido alvejadas em abril passado, o que, segundo os meios de comunicação, a obrigou a suspender totalmente as suas operações.

A refinaria pertence à maior petrolífera do país, a Rosneft, que está a ter dificuldades em fornecer combustível aos condutores nas estações de serviço.

A empresa Ozon, outro gigante do comércio eletrónico tal como a Wildberries, também confirmou hoje o primeiro ataque ucraniano às suas instalações em Samara.

As autoridades russas reconheceram que o país está a atravessar a "segunda fase" da crise de combustível devido à intensificação dos ataques ucranianos à infraestrutura petrolífera.

Na quarta-feira, soube-se que pelo menos duas redes de postos de abastecimento voltaram a restringir as vendas de combustível em Moscovo.

Para além de limitar a venda de combustível, o Governo russo autorizou a venda de gasolina abaixo dos padrões de qualidade habituais, numa tentativa de conter a crise no mercado.

O Presidente russo, Vladimir Putin, tentou minimizar a importância dos bombardeamentos ucranianos: "estes ataques não têm consequências graves, nunca tiveram nem terão".

Mas depois admitiu que "prejudicam" a economia nacional.


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O presidente francês manifestou hoje o seu "horror" e a sua "emoção", após os últimos ataques russos que atingiram um centro comercial na Ucrânia, anunciando o envio de novos mísseis "intercetores" para defesa daquele país.

Irão promete enfrentar "DIA D económico" dos EUA apesar da situação... O Irão assegura ser capaz de enfrentar o "DIA D económico" anunciado pelos Estados Unidos e que não alterará a sua posição face à guerra nem reabrirá o estreito de Ormuz, apesar da situação financeira precária do país.

© Murtadha AL-Sudani/Anadolu via Getty Images    Por  LUSA  22/08/2026 

A República islâmica do Irão está há décadas sujeita a sanções económicas dos EUA que limitam o seu comércio com outros países e que, acima de tudo, dificultam a venda do petróleo, seu principal ativo.

A isto acrescenta-se o bloqueio que os Estados Unidos impuseram aos navios e portos iranianos no estreito de Ormuz no contexto da guerra.

Agora, depois de não ter conseguido subjugar Teerão pela força, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou "a operação económica mais devastadora jamais empreendida contra qualquer país", naquilo a que chamou "um Dia D económico" contra o Irão, para pôr fim a uma guerra que se aproxima dos seis meses e reabrir o estreito de Ormuz.

Em Teerão, a nova ameaça foi recebida com desafio pelas autoridades.

"Já vimos este filme antes. A mesma história. Outros agressores", afirmou na rede social X o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, que recordou que, nos últimos anos, Washington tem aplicado várias campanhas de sanções contra o seu país, sem aparentemente alcançar os seus objetivos.

Por seu lado, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Ismail Bagaei, garantiu que "estas medidas não terão qualquer efeito na posição do Irão" na guerra.

Apesar do tom desafiador oficial, a situação financeira do país é grave e agrava-se mês após mês. A inflação homóloga em julho situou-se nos 87,9% e, no setor dos alimentos e bebidas, nos 128%.

O desemprego passou de 7,3% para 9,1% no último ano, com a perda de cerca de 450.000 postos de trabalho, de acordo com dados oficiais que não incluem os cerca de dois milhões de postos de trabalho perdidos durante a guerra.

Tudo isto alimenta o descontentamento entre uma população que vê a sua qualidade de vida deteriorar-se.

"A cada dia que passa ficamos mais pobres e até temos dificuldade em comprar os produtos básicos. Não sei até que ponto vamos conseguir aguentar esta situação desastrosa. As famílias estão a sofrer muito", afirma à EFE Nahid, uma moradora de Teerão de 64 anos.

A mulher explica que, em casa, comem cada vez menos carne e que agora se limitam ao frango, mais barato do que a carne de vaca.

Fatima, outra moradora de Teerão, de 39 anos, afirma ser impossível "alimentar os filhos como devia".

"No fim de contas, são sempre as pessoas comuns e os mais necessitados que pagam o preço da guerra e dos conflitos", diz à EFE.

A situação poderá agravar-se com as novas sanções, cujo conteúdo os EUA ainda não anunciaram, embora o secretário do Tesouro, Scott Bessent, tenha advertido os países que prestem "qualquer tipo de ajuda vital ao Irão" de que sofrerão consequências económicas.

Entre os países que ajudam o Irão encontra-se a China, que adquire cerca de 90% do petróleo iraniano a preço reduzido, e resta saber se esta vai apoiar as sanções norte-americanas.

Os Emirados Árabes Unidos (EAU) são outro parceiro económico fundamental para o Irão e anunciaram esta semana a suspensão de todas as suas relações comerciais e transações financeiras com o país persa.

Antes da guerra, Abu Dhabi figurava entre os principais parceiros económicos de Teerão, com cerca de 30% das importações iranianas, avaliadas em 21 mil milhões de dólares (cerca de 18,6 mil milhões de euros) em 2024, de acordo com a Organização Mundial do Comércio.

Os analistas concordam que é pouco provável que o Irão ceda à pressão económica, apesar da situação difícil do país e do descontentamento popular.

"Se o objetivo é provocar o colapso do Irão ou obrigar os seus líderes a renderem-se e a fazerem concessões estratégicas, é improvável que esta campanha alcance o seu objetivo", afirmou Danny Citrinowicz, investigador do programa iraniano do Instituto de Estudos de Segurança Nacional de Israel (INSS), na X.


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O Irão autorizou que "vários" petroleiros iraquianos atravessem o estreito de Ormuz, após a visita ao país vizinho do presidente do Parlamento e principal negociador iraniano, informou a agência estatal IRNA.

Prabis intensifica a campanha pelo “Sim” no Referendo de 30 de agosto. O coordenador do setor, Badilé Domingos Sami, acompanhado pela coordenadora da região de Biombo e segunda-secretária da Mesa da CNT, Maria Inácio Có Mendes Sanha, liderou uma ação de sensibilização e apresentação da Nova Constituição da República.

Radio Voz Do Povo

Intensos bombardeamentos sacodem sul do Líbano... Aviões de guerra israelitas lançaram hoje dois ataques contra a colina de Ali al Taher, nos arredores a norte de Nabatieh al Fawqa, no sul do Líbano, informou a Agência Nacional de Notícias (ANN) libanesa.

© Ammar Ammar / AFP via Getty Images    Por LUSA   22/08/2026 

Os bombardeamentos ocorreram por volta das 06h45, hora local (04h45 em Portugal), após uma noite marcada por intensos ataques de artilharia em vários pontos do sul do país, segundo a agência estatal.

A informação da agência libanesa não especifica, por enquanto, se os bombardeamentos causaram mortos ou feridos.

A artilharia bombardeou até ao amanhecer os arredores de Doha Kfar Reman, as imediações de Tell al Dabsha e a floresta de Ali al Taher, neste último caso com projéteis de fósforo, de acordo com a ANN.

Da mesma forma, a localidade de Mansouri, os arredores de Beit al Sayyad e os arredores de Majdal Zoun foram alvo de intenso fogo de artilharia durante a madrugada.

A agência informou ainda sobre extensos bombardeamentos noturnos sobre essas localidades e salientou que, segundo as suas informações, "não restou uma única casa intacta".

Os ataques atingiram também Hadatha, Beit Yahoun e Aita al Jabal, enquanto se registaram operações de limpeza com metralhadoras nos vales próximos e voos contínuos de drones sobre localidades dos setores ocidental e central do sul do Líbano.

Além disso, o Exército israelita provocou uma grande explosão nas imediações da localidade de Arnoun, segundo a ANN, que atribuiu os ataques ao "inimigo israelita".

A atividade militar israelita no sul do Líbano aumentou significativamente durante a primeira quinzena deste mês de agosto, com uma média de 137 projéteis registados diariamente pela Força Provisória das Nações Unidas no Líbano (FINUL) entre 05 e 16 de agosto, segundo informou na passada segunda-feira a missão da ONU.


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Pelo menos cinco pessoas morreram e várias ficaram feridas na Ucrânia nas últimas horas, na sequência de ataques russos com mísseis balísticos em Kyiv e Mykolaiv