segunda-feira, 14 de agosto de 2023

Cerca de 100.000 migrantes chegaram a Itália desde o início do ano

© Lusa

POR LUSA   14/08/23 

A organização não-governamental (ONG) Mediterranea Saving Humans adiantou hoje que cerca de 100.000 migrantes chegaram a Itália este ano, números já esperados por esta plataforma que pediu também uma "política de receção séria".

"Em Itália, vamos já em 100.000 chegadas, que já prevíamos. Mas não são números incontroláveis. O verdadeiro problema é que falta uma política de receção séria", sublinhou o responsável da plataforma, Luca Casarini.

O líder desta ONG falava desde Trapani, Sicília, onde o seu navio de resgate Mare Jónio está ancorado à espera de inspeções, marcadas para 22 de agosto.

"Depois, estaremos preparados para começar de novo", apontou.

Quase 20.000 homens, mulheres e crianças morreram a tentar chegar a Itália este ano.

Os mais recentes dados do Ministério do Interior italiano, divulgados na semana passada, apontavam que quase 94.000 migrantes desembarcaram na costa italiana este ano, mais do dobro em relação aos 45.000 registados no mesmo período do ano passado.

Segundo dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM), o Mediterrâneo Central -- entre o norte da África e a Itália -- é atualmente a rota migratória mais perigosa do mundo. Desde 2014, a OIM contabilizou mais de 20.000 mortes.

No final de julho, ONG que conduzem operações de busca e salvamento no Mediterrâneo relataram à Lusa que estão a enfrentar dificuldades acrescidas este ano face ao endurecimento da política anti-imigração do novo governo italiano, queixando-se de restrições no acesso humanitário.

As ONG debatem-se com as dificuldades acrescidas impostas pela legislação adotada no início do ano pelo Governo de extrema-direita liderado por Giorgia Meloni, que restringe as atividades das organizações humanitárias e já levou à detenção de vários navios de busca e salvamento.


Candidaturas abertas ao Prémio de Revelação Literária UCCLA-CMLISBOA

Estão a decorrer as candidaturas para a nona edição do Prémio de Revelação Literária UCCLA-CMLisboa - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa, até ao dia 5 de novembro de 2023.

O Prémio de Revelação Literária UCCLA-CMLisboa tem como objetivo estimular a produção de obras literárias, nos domínios da prosa de ficção (romance, novela, conto e crónica) e da poesia, em língua portuguesa, por escritores que nunca tenham publicado uma obra literária e que procuram uma oportunidade de visibilidade e reconhecimento no cenário literário.

São admitidas candidaturas de concorrentes que sejam pessoas singulares, de qualquer nacionalidade, fluentes na língua portuguesa, com idade não inferior a 16 anos. No caso dos menores de 18 anos, a atribuição de prémios ficará sujeita à entrega de declaração de aceitação pelos respetivos titulares do poder paternal.

A participação na presente iniciativa deverá ser feita até às 24h00 do dia 05-11-2023, por correio eletrónico, para o endereço premioliterario@uccla.pt nos termos previstos no Regulamento.

Este prémio foi criado em 2015, conjuntamente com o Movimento (2014) 800 Anos da Língua Portuguesa. Em 2020 foram estabelecidas duas parcerias: uma com a editora Guerra e Paz, que passará a responsabilizar‐se pela edição da obra premiada e outra com a Câmara Municipal de Lisboa, no âmbito do Festival Literário de Lisboa ‐ 5L.

Constituição dos membros do júri, que integra reconhecidas personalidades do mundo literário e cultural de língua portuguesa:

Domício Proença - Brasil

Germano Almeida - Cabo Verde

Hélder Simbad - Angola

Inocência Mata - São Tomé e Príncipe

José Pires Laranjeira - Portugal

Luís Carlos Patraquim - Moçambique

Luís Costa - Timor-Leste

Tony Tcheka - Guiné-Bissau

Yao Jing Ming - Macau

Rui Lourido - Representante da UCCLA

João Pinto de Sousa - Representante do Movimento 800 Anos de Língua Portuguesa

Regulamento, Declaração de Conformidade (Anexo 1) e Regras relativas à edição da obra premiada (Anexo 2) - https://www.uccla.pt/sites/default/files/regulamento_2023-2024.pdf

Por Anabela Carvalho

Assessora de Comunicação

Ministério da Cumunicação é um setor muito complicado porque depende do Ministério das Finanças

Radio TV Bantaba 

Communiqué de Presse - Press Statement - Comunicado de Imprensa


 Ecowas - Cedeao 

NÍGER: Tribunal anula condenação de dirigente de coligação apoiante do golpe

© Shutterstock

POR LUSA   14/08/23 

O Tribunal de Recurso de Niamey anulou hoje a condenação de um dirigente de uma coligação apoiante dos militares que deram o golpe de Estado, que estava detido há sete meses por um atentado fundamentalista, anunciou um dirigente associativo.

"O Tribunal de Recurso de Niamey anulou a decisão do Supremo Tribunal (...) que tinha condenado o nosso camarada Abdoulaye Seydou a nove meses de prisão", disse à imprensa Sanoussi Mahaman, secretário-geral do movimento M62 - que apoia os militares no poder - do qual Seydou é coordenador.

Abdoulaye Seydou tinha sido condenado a nove meses de prisão.

"Sempre dissemos que a detenção de Abdoulaye Seydou tinha sido uma decisão arbitrária (...) orquestrada do princípio ao fim", acrescentou Mahaman.

O movimento M62, criado há um ano, é uma coligação de cerca de 10 associações e organizações não-governamentais que se opõem à presença das forças militares francesas no Níger.

Em resposta a um apelo do M62, vários milhares de pessoas manifestaram-se em Niamey para "apoiar" os militares que derrubaram o Presidente do Níger, Mohamed Bazoum, em 26 de julho, e que são também muito críticos em relação à França.

Condenado em meados de abril, Seydou estava preso preventivamente desde janeiro.

O seu movimento tinha acusado as Forças de Defesa e Segurança (FDS) de massacrar civis em represália de um ataque extremista islâmico, em 24 de outubro de 2022, contra uma esquadra de polícia em Tamou (sul).

Na sequência deste ataque, o exército retaliou e matou sete "assaltantes" num garimpo ilegal nas proximidades.

A oposição política e as organizações da sociedade civil afirmaram que os ataques tinham causado muitas mais vítimas.


Leia Também: Níger. Sanções da CEDEAO são "injustas" mas "vamos ultrapassá-las"

Suleimane Seide, novo Ministro da Economia e Finanças recebe o gabinete das mãos do Ministro das Finanças cessante Ilídio Vieira Té.


Dionísio Pereira, Novo Ministro das Pescas recebe o gabinete das mãos do Ministro das Pescas Orlando Mendes Viegas



Entrega de dociê ao novo Ministro do ambiente



Botche Cande ex_ministro de Agricultura entrega dociê ao novo ministro Mamasaliu Lamba.


Ex_Ministro das Obras Públicas, Construções e Urbanismo, Fidelis Forbs entrega dociê ao novo Ministro Ildelfonso Duarte Pinto.


 Radio Voz Do Povo

Hoje decorreu no Ministério Das Obras Públicas, Habitação e Urbanismo a cerimónia de transferência de poderes (passacão) entre o Ministro cessante Sr. Fidelis Forbs e o novo Ministro, Sr. Ildefonso Duarte Pinto

  Ministério Das Obras Publicas, Habitação e Urbanismo   MOPHU/ 14.08.2023 (Segunda-Feira)

Ataque terrorista no Níger mata pelo menos sete membros da Guarda Nacional

ISSIFOU DJIBO

Por  sicnoticias.pt  14.08.2023

O número de baixas é ainda provisório, já que “as operações de busca aérea e terrestre para encontrar os assaltantes ainda continuam”.

Sete membros da Guarda Nacional do Níger foram mortos no domingo num ataque terrorista contra um destacamento militar na cidade de Abalak, na região de Tahoua, no centro-sul do país.

Segundo uma fonte da segurança à agência de notícias EFE, o número de baixas é ainda provisório, já que "as operações de busca aérea e terrestre para encontrar os assaltantes ainda continuam".

O ataque, em que três veículos foram incendiados, foi atribuído a rebeldes do Daesh (autodenominado Estado Islâmico).

Abalak é uma das localidades frequentemente vítimas de ataques de grupos extremistas.

Para além da insegurança, o Níger vive uma crise política desde o final do mês passado.

O golpe de Estado de 26 de julho foi liderado pelo autodenominado Conselho Nacional para a Salvaguarda da Nação, que anunciou a destituição do Presidente e a suspensão da Constituição.

Os militares justificaram o golpe com a "contínua deterioração da situação de segurança e má gestão económica e social" e sublinharam que "todas as instituições" da república estão suspensas.

O golpe foi condenado pela maioria da comunidade internacional, com a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) a decidir ativar a "força de reserva" do bloco para uma eventual intervenção militar destinada a "restabelecer a ordem constitucional" no Níger, embora tenha assegurado que continuará a apostar no diálogo.

Exército ucraniano diz ter recuperado três quilómetros em Bakhmut

© REUTERS/Anna Kudriavtseva

POR LUSA   14/08/23 

O exército ucraniano recuperou três quilómetros de território próximo a Bakhmut, no leste da Ucrânia, um dos alvos da atual contraofensiva das forças de Kiev, anunciou hoje a vice-ministra da defesa ucraniana.

"No setor de Bakhmut, foram recuperados três quilómetros na semana passada. No total, 40 quilómetros já foram reconquistados no flanco sul do setor de Bakhmut", cidade que foi capturada em maio pela Rússia, afirmou Hanna Maliar à televisão ucraniana.

Mais ao sul da frente leste, a vice-ministra ucraniana relatou uma situação "extremamente difícil" em torno de Avdiivka, localidade que as forças russas estão a tentar tomar aos ucranianos.

Na frente sul da ofensiva ucraniana, lançada em junho, as forças de Kiev registaram "alguns sucessos" ao sul de Staromayorske, uma localidade recuperada no final de julho das forças de Moscovo, acrescentou Hanna Maliar.

Os combates continuam, principalmente para retomar a cidade vizinha de Urozhaine.

Na região de Kherson, a vice-ministra também relatou ações conduzidas por "determinadas unidades" da Ucrânia na margem oriental do Dnieper, de onde o exército russo se retirou em novembro de 2022, tornando o rio a linha de frente.

"Não podemos revelar os detalhes, mas nós realizámos estas ações (...)", afirmou Hanna Maliar, acrescentando que "é preciso desalojar o inimigo e recuperar território" nesta frente de batalha.


Leia Também: Zelensky visita forças especiais perto de Bakhmut. As imagens

NICOLAU DOS SANTOS AGORA ESTÁ LIVRE DE ACUSAÇÕES DA POLÍCIA JUDICIÁRIA

Assim vai o caso Nicolau Dos Santos antigo Ministro da Agricultura, e atual Ministro da Defesa Nacional. A Polícia Judiciária sabe disto? Será um dia vai ser reaberto este processo? Meu Deus!?

Por notabanca.blogspot.com



Cientistas já estão a fazer a vacina contra a próxima pandemia

Por SIC Notícias  14/08/23

No Reino Unido, os investigadores chamam-lhe de "Doença X" porque não sabem que vírus a irá provocar e acreditam que em 100 dias terão uma vacina pronta.

A vacina contra a covid-19 demorou quase um ano a ser desenvolvida, um tempo recorde que pode ser batido na próxima pandemia.

Nos laboratórios mais seguros do Reino Unido, os investigadores estão a preparar-se contra a próxima pandemia. Chamam-lhe de "Doença X" porque não sabem que vírus a irá provocar e acreditam que em 100 dias terão uma vacina pronta.

NO COMMENT!

 Fonte: Gervasio Silva Lopes

Níger. Militares querem processar presidente deposto por "alta traição"

© Lusa

POR LUSA   14/08/23 

Os militares que fizeram o golpe de Estado em julho no Níger anunciaram no domingo que querem processar o presidente deposto, Mohamed Bazoum, por "alta traição" e "ataque à segurança do país".

Num comunicado lido na televisão nacional, o major coronel Amadou Abdramane, um dos membros do regime militar, disse que estão reunidas "provas para processar, perante as autoridades nacionais e internacionais competentes, o presidente deposto e os seus cúmplices internos e estrangeiros, por alta traição e atentado à segurança interna e externa do Níger".

O golpe de Estado no Níger de 26 de julho foi liderado pelo autodenominado Conselho Nacional para a Salvaguarda da Nação (CNSP), que anunciou a destituição do Presidente e a suspensão da Constituição.

Os militares justificaram o golpe com a "contínua deterioração da situação de segurança e má gestão económica e social" e sublinharam que "todas as instituições" da república estão suspensas.

O golpe foi condenado pela comunidade internacional, nomeadamente a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), a União Africana, a Organização da Nações Unidas.

Em 30 de julho, quatro dias após o golpe, os líderes da CEDEAO decidiram sancionar financeiramente o Níger e deram aos militares um ultimato de sete dias para restaurar a ordem constitucional, ameaçando um possível uso da força como último recurso.

No domingo, a junta militar no poder no Níger manifestou vontade de conversar com CEDEAO.

"A junta militar do Níger quer iniciar conversações com a CEDEAO para resolver a crise que o país atravessa e levantar as sanções que lhe são impostas", disse à agência de notícias espanhola EFE, o xeque Abdul Rahman Ahmad, imã chefe da Ansar Ud Society da Nigéria, uma organização muçulmana.


Leia Também: Regime militar do Níger denuncia "sanções ilegais e desumanas" da CEDEAO

Regime militar do Níger denuncia "sanções ilegais e desumanas" da CEDEAO

© Lusa

POR LUSA   14/08/23 

Os militares que fizeram o golpe de Estado em julho no Níger denunciaram no domingo à noite "as sanções ilegais, desumanas e humilhantes" da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).

Num comunicado lido na televisão nacional do Níger, um dos membros do regime, o major coronel Amadou Abdramane, disse que as sanções da CEDEAO estão a "severamente prejudicar" a população do país.

Abdramane disse que as sanções impostas devido ao afastamento do Presidente eleito Mohamed Bazoum "chegam a privar o país de produtos farmacêuticos, alimentares" e do fornecimento de energia elétrica".

No mesmo comunicado, o major coronel disse que o regime militar quer processar Bazoum "e os seus cúmplices internos e estrangeiros, por alta traição e atentado à segurança interna e externa do Níger".

O golpe de Estado no Níger de 26 de julho foi liderado pelo autodenominado Conselho Nacional para a Salvaguarda da Nação, que anunciou a destituição do Presidente e a suspensão da Constituição.

Os militares justificaram o golpe com a "contínua deterioração da situação de segurança e má gestão económica e social" e sublinharam que "todas as instituições" da república estão suspensas.

O golpe foi condenado pela maioria da comunidade internacional.

Em 30 de julho, quatro dias após o golpe, os líderes da CEDEAO decidiram sancionar financeiramente o Níger e deram aos militares um ultimato de sete dias para restaurar a ordem constitucional, ameaçando um possível uso da força como último recurso.

No domingo, a junta militar no poder no Níger manifestou vontade de conversar com CEDEAO.

"A junta militar do Níger quer iniciar conversações com a CEDEAO para resolver a crise que o país atravessa e levantar as sanções que lhe são impostas", disse à agência de notícias espanhola EFE o xeque Abdul Rahman Ahmad, imã chefe da Ansar Ud Society da Nigéria, uma organização muçulmana.


China tenta atrair mais investimento estrangeiro para relançar economia

© Lusa

POR LUSA   14/08/23 

O executivo da China publicou, no domingo à noite, novas diretrizes para "intensificar esforços para atrair investimento estrangeiro", num momento em que a recuperação pós-pandemia da economia chinesa desacelerou.

De acordo com um comunicado divulgado no portal do Conselho de Estado chinês na Internet, o objetivo das novas orientações é "otimizar ainda mais o ambiente para o investimento estrangeiro".

As diretrizes pretendem "melhorar o equilíbrio geral entre a conjuntura nacional e internacional" e "promover um ambiente empresarial de classe mundial, orientado para o mercado, baseado na lei e internacionalizado", referiu o executivo chinês.

O Conselho de Estado apelou às empresas para "aproveitarem as vantagens do enorme mercado chinês" e "fazerem mais esforços para atrair e utilizar o investimento estrangeiro e fazê-lo de forma mais eficaz".

O executivo admitiu que ainda é necessário mais trabalho para garantir que as empresas com investimento estrangeiro serão tratadas como de forma igual às locais, "reforçar a sua proteção" e "fornecer apoio fiscal e tributário".

O comunicado não revelou, no entanto, pormenores sobre as medidas concretas que serão implementadas.

As empresas estrangeiras presentes na China, principalmente as europeias e norte-americanas, têm nos últimos anos pressionado as autoridades a reduzir os setores ou atividades proibidas ou restritas ao investimento estrangeiro.

instituições da UE têm acusado Pequim de falta de reciprocidade no acesso das empresas europeias ao mercado chinês, alegando ainda que as empresas chinesas desfrutam de subsídios e muito mais liberdade para operar, investir ou comprar entidades na Europa.

Por outro lado, a China alterou, em julho, a Lei de Contraespionagem para incluir a "colaboração com organizações de espionagem e seus agentes" na categoria de espionagem e proibir a transferência de qualquer informação relacionada com a segurança nacional.

Em maio, a polícia chinesa entrou nos escritórios de duas consultoras, a Bain & Co. e Capvision, e de uma empresa de diligência prévia, a Mintz Group.

Estas investigações semearam preocupação no setor e entre potenciais investidores estrangeiros, apesar de Pequim ter defendido tratarem-se de ações isoladas.

Na quarta-feira, o Presidente dos EUA, Joe Biden, assinou uma ordem executiva que limita o investimento em tecnologias mais avançadas, como a inteligência artificial ou em computação quântica, na China.

Após um início de ano promissor, a recuperação pós-pandemia da economia chinesa tem mostrado sinais de desaceleração, crescendo 6,3% em termos homólogos no segundo trimestre, menos do que o esperado.

O índice de preços ao consumidor, o principal indicador da inflação na China, registou uma queda homóloga, de 0,3%, em julho, num fenómeno designado como deflação, que reflete debilidade no consumo doméstico e investimento.