quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Irão ameaça usar mísseis mais destrutivos se guerra se intensificar... A Guarda Revolucionária do Irão avisou hoje que usará mísseis com maior poder destrutivo se a guerra se intensificar na região do golfo Pérsico, numa fase de impasse no processo de diálogo com os Estados Unidos.

© Lusa    20/08/2026 

"O poder destrutivo das ogivas utilizadas nos mísseis da Guarda Revolucionária supera em muito o das ogivas utilizadas em guerras anteriores", afirmou o porta-voz da força ideológica do Irão, Hossein Mohabi, em declarações divulgadas pela agência de notícias Tasnim.

Se as confrontações entre as partes se agravarem, as armas utilizadas pela República Islâmica "serão completamente diferentes das do passado em todos os aspetos", prosseguiu.

As declarações do porta-voz iraniano surgem após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter voltado na quarta-feira às ameaças ao Irão, referindo-se a uma ofensiva económica "sem precedentes".

Mohabi disse que o Irão está a melhorar continuamente as suas capacidades militares, desenvolvendo armas com maior precisão, poder destrutivo e sofisticação tecnológica.

Nesse sentido, reforçou que o equipamento militar iraniano "será sem dúvida diferente do que era no passado" e "qualquer possibilidade é concebível".

O Presidente dos Estados Unidos anunciou uma nova ofensiva económica contra o Irão, classificando-a como a " mais devastadora alguma vez empreendida contra qualquer país".

 Na sua rede social, a Truth Social, Donald Trump avisou que qualquer país que permita às suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou entidades governamentais proporcionar "qualquer tipo de tábua de salvação" ao Irão enfrentará, por sua vez, consequências económicas.

 "Isto será um dia D económico", afirmou o líder da Casa Branca, que pediu aos aliados de Washington que se juntem ao isolamento económico do Irão, com vista também ao enfraquecimento das suas capacidades militares.

Anteriormente, Trump tinha admitido que "talvez a qualquer altura" Washington e Teerão pudessem retomar negociações para pôr fim à guerra.

Apesar de uma diminuição recente das hostilidades entre Estados Unidos e Irão, a tensão na região permanece elevada no sexto mês de conflito, com as negociações diplomáticas caídas num impasse.

"Nenhuma conversa ou discussão está a ter lugar neste momento nem está programada com a República Islâmica do Irão", declarou Donald Trump.

As partes assinaram um memorando de entendimento em 17 de junho, que implicou um cessar-fogo imediato na guerra lançada por Estados Unidos e Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro, e a abertura de negociações durante 60 dias para um acordo definitivo de paz, prazo que terminou na segunda-feira

Os dois lados voltaram entretanto aos confrontos pouco depois da assinatura do memorando e o Irão repôs as restrições que mantinha à navegação comercial no estreito de Ormuz -- por onde passavam 20% dos bens petrolíferos mundiais antes da guerra --, enquanto os Estados Unidos voltaram a aplicar um bloqueio naval aos portos iranianos.

Trump observou na quarta-feira que a atual situação no estreito de Ormuz "é muito boa" e que muitos petroleiros o estão a atravessar sem problemas.

Dados da plataforma da MarineTraffic indicam porém que o tráfego no estreito de Ormuz ficou-se pelas dez travessias na terça-feira, muito abaixo das mais de cem diárias anteriores à guerra.

As ameaças em Ormuz obrigaram os países exportadores de petróleo da região a procurar rotas alternativas, nomeadamente no mar Vermelho, onde os rebeldes Huthis do Iémen, apoiados por Teerão, impuseram por sua vez um bloqueio naval à Arábia Saudita.

O principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, advertiu hoje que o estreito de Ormuz não será reaberto enquanto Washington não cumprir os compromissos previstos no protocolo assinado em junho.

Ao mesmo tempo, o Irão e Omã, países vizinhos nas duas margens do estreito, debatem há várias semanas a futura gestão desta passagem, num acordo negociado à margem do processo de diálogo entre Washington e Teerão.

PASSAGEIROS ARRISCAM A VIDA NA TRAVESSIA QUINARÁ-PORTOGOLE SEM COLETES

Por:  Rádio Bemba di Malafo FM 100.4 MHz   Bissau, 20 de agosto de 2026 

A falta de coletes salva-vidas nas embarcações que fazem a travessia entre a região de Quinará e Portogole, no setor de Mansoa, região de Oio, está a preocupar os passageiros que utilizam diariamente aquele serviço.

A constatação foi feita esta quarta-feira, 19 de agosto, pela Rádio Bemba di Malafo, durante uma reportagem realizada no local.

A equipa de reportagem verificou que as embarcações transportam dezenas de passageiros, entre mulheres, jovens e crianças, além de produtos agrícolas e outras mercadorias, sem que os ocupantes disponham de coletes salva-vidas.

A travessia é considerada essencial para as comunidades das duas margens. Muitos passageiros utilizam as embarcações para transportar produtos agrícolas até à feira popular de Tchalana, onde procuram vender os seus produtos para garantir o sustento das famílias.

Em declarações feitas em off à Rádio Bemba di Malafo, alguns passageiros reconheceram os riscos, mas disseram não ter outra alternativa de transporte.

Segundo os utentes, a ausência de coletes salva-vidas representa um perigo permanente, sobretudo em caso de acidente ou naufrágio.

A Rádio Bemba di Malafo tentou ouvir o capitão de uma das embarcações sobre as condições de segurança e a falta de equipamentos de proteção, mas não foi possível obter uma declaração.

A situação de Portogole não é um caso isolado. Em julho deste ano, a Rádio Bemba di Malafo já tinha denunciado a realização da travessia fluvial entre Gã-Para e Malafo sem coletes salva-vidas.

Na altura, as autoridades administrativas da secção de Gã-Mamudo prometeram reunir-se com os proprietários das embarcações para procurar uma solução.

No entanto, segundo a constatação da Rádio Bemba, a reunião anunciada ainda não aconteceu.

Enquanto isso, dezenas de passageiros continuam a utilizar as duas travessias sem um equipamento básico de segurança que pode fazer a diferença em caso de emergência.

Unicef pede 128 mil euros contra primeiro surto de mpox na Guiné-Bissau... O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) afirmou hoje que precisa de mais de 150 mil dólares (128 mil euros) para ajudar a combater o primeiro surto do vírus monkeypox (mpox) na Guiné-Bissau.

© Lusa   20/08/2026 

"Enquanto a resposta nacional mais ampla está em curso, a Unicef necessita de mais de 150.000 dólares americanos para apoiar pilares específicos e essenciais da intervenção contra a monkeypox na Guiné-Bissau. É urgentemente necessário financiamento de emergência flexível para mobilizar estes recursos vitais e proteger as populações vulneráveis", pode ler-se num comunicado.

A Guiné-Bissau enfrenta o primeiro surto de mpox, com sete casos confirmados e 46 suspeitos, a afetar principalmente crianças menores de 15 anos, sublinhou a Unicef.

"Esta é a primeira vez que casos de mpox são relatados na Guiné-Bissau, o que transforma um pequeno surto num acontecimento de grande importância para a saúde pública", declarou a representante adjunta da Unicef na Guiné-Bissau, citada na mesma nota.

Segundo Sandra Martins, o sistema de vigilância sanitária do país lusófono "continua a ser extremamente frágil", sendo que há "risco de que alguns casos não sejam detetados, em particular entre crianças mais vulneráveis a complicações graves".

Até 17 de agosto, a Guiné-Bissau havia relatado sete casos confirmados de mpox, todos em adultos, de acordo com a Unicef.

Seis dos casos confirmados encontram-se na capital Bissau e um na região de Biombo, no oeste do país.

Dos 46 casos suspeitos relatados, "23 envolvem crianças menores de 15 anos", incluindo 16 até aos 4 anos de idade, referiu a Unicef.

Esta situação "suscita preocupações quanto à saúde, tendo em conta o risco acrescido de complicações relacionadas com o vírus em crianças pequenas", acrescentou a organização.

"A reabertura das escolas em setembro reforça ainda mais estas preocupações, tendo em conta o potencial aumento da transmissão entre as crianças" durante este período, sublinhou.

A mpox é uma doença viral que se propaga dos animais para os seres humanos, mas também é transmitida entre seres humanos, causando febre, dores musculares e lesões cutâneas.

Embora a doença continue a circular, já não constitui uma "emergência de saúde pública" em África, congratulou-se, no final de janeiro, a agência de saúde da União Africana (UA), salientando a diminuição do número de casos e de mortes no continente.

Em setembro de 2025, a Organização Mundial de Saúde (OMS) também anunciou que o mpox já não constituía uma emergência de saúde internacional.


ESPANHA: Detidas 16 pessoas por exploração sexual de mulheres em Espanha... A rede, que era gerida por quatro mulheres da mesma família, oferecia serviços ao domicílio e submetia as vítimas, que se encontravam em situação de vulnerabilidade, a controlo absoluto. As vítimas dormiam amontoadas num sótão.

© Reprodução/ Polícia Nacional   Por  Notícias ao Minuto  20/08/2026 

Uma rede de exploração sexual de mulheres foi desmantelada, em Madrid, Espanha, pela Polícia Nacional. Era gerida por quatro mulheres da mesma família e foram detidas no total de 16 pessoas.

O negócio, de acordo com o El País, durou durante 12 anos e era gerido por quatro irmãs espanholas.

O ministério do Interior, citado pelo La Vanguardia, deu conta de que os crimes ocorriam numa moradia, em Móstoles. As mulheres, que eram controladas em absoluto, foram encontradas em situação de vulnerabilidade.

De forma a manter o domínio, tinham um braço direito e três prostitutas de confiança, que monitorizavam o funcionamento do local e também forneciam narcóticos aos clientes e vítimas com vícios, mas sempre com a aprovação das líderes.

A estrutura hierarquizada, incluía ainda dois homens responsáveis pela segurança, videovigilância, divulgação dos serviços das mulheres e contacto com os clientes. Outros três homens, companheiros de três das líderes do grupo, eram responsáveis ​​por transportar as mulheres até às casas dos clientes para a prostituição, quando solicitado.

Os pagamentos pelos serviços sexuais eram feitos em dinheiro ou através de uma plataforma de pagamento - e recorrendo a cinco testas de ferro para ocultar a origem e evitar que aparecessem ligadas às chefes.

Dormiam num sótão 

A organização mantinha até 20 mulheres exploradas na moradia em completo cativeiro, a viver juntas e sob constante vigilância. Dormiam amontoadas num sótão, num espaço configurado para o efeito, mas sem condições de habitabilidade, é ainda descrito pelas autoridades.

As regras que lhes eram impostas eram também abusivas: não podiam escolher os clientes, tinham de estar disponíveis 24 horas por dia e tinham de pagar despesas como 20 euros por semana para limpeza, além de outros custos impostos verbalmente.

Uma vez na rede eram obrigadas a praticar atos sexuais adicionais e humilhantes, a manter a luz acesa e a consumir ou oferecer narcóticos aos clientes para aumentar os lucros.

Como resultado da investigação, foram detidas 16 pessoas por suspeitas da prática de crimes de organização criminosa, crimes relacionados à prostituição, saúde pública e branqueamento de capitais. 

A polícia apreendeu, durante as buscas, quatro telemóveis usados ​​para marcar encontros e enviar dinheiro, mais de 800 euros em dinheiro e estupefacientes, como cocaína e metanfetaminas.

Uma das vítimas foi libertada, mas os restantes detidos foram posteriormente apresentados perante um juiz. 


EUA enviam porta-aviões para mar Arábico e substituem o Lincoln... As Forças Armadas norte-americanas anunciaram hoje a chegada de um novo porta-aviões ao Médio Oriente para substituir o "USS Abraham Lincoln", cujo prolongado período de missão suscitou preocupações sobre as condições da tripulação.

©Fox News  Por Lusa    20/08/2026 

O"USS George Washington" "está a operar no Médio Oriente como parte do seu planeamento de missão, depois de ter chegado ontem [quarta-feira] à área de operações do CENTCOM", anunciou o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM).

O porta-aviões chegou à região na quarta-feira e encontra-se a navegar no mar Arábico, iniciando o processo de substituição do "Abraham Lincoln", destacado desde novembro de 2025 e cuja missão foi prolongada devido ao conflito com o Irão.

A duração excecional do destacamento suscitou preocupações relacionadas com as condições de vida e o bem-estar da tripulação, incluindo relatos de problemas de saúde mental.

O Pentágono apresentou a chegada do "George Washington" como parte de uma rotação planeada das forças norte-americanas, embora a substituição ocorra num momento de elevada pressão sobre os meios militares dos Estados Unidos destacados no Médio Oriente.

O "George Washington", que tem habitualmente como base o porto de Yokosuka, no Japão, vai permitir aos Estados Unidos manter a presença de um grupo de ataque de porta-aviões na região, enquanto o "Abraham Lincoln" termina a sua prolongada missão.


MALI: HRW denuncia execução de civis no Mali por mercenários russos do Corpo Africano... A Human Rights Watch (HRW) denunciou hoje graves abusos contra civis no centro do Mali, incluindo a execução de nove civis, no início de julho, por parte das forças do Corpo Africano, grupo controlado pelo Governo russo.

© Maksim Konstantinov/SOPA Images/LightRocket via Getty Images    Por LUSA  20/08/2026 

Num comunicado, a organização referiu que, para além da execução sumária de nove civis, incluindo quatro crianças, dezenas de cidadãos foram espancados e pelo menos oito casas foram saqueadas e incendiadas pelo grupo de mercenários, que procurava "pessoas com ligações a grupos armados islâmicos".

"A junta militar do Mali parece ter dado sinal verde às forças do Corpo Africano russo para matar civis", declarou a investigadora do Sahel na HRW Ilaria Allegrozzi, acrescentando que as autoridades do país africano "não podem fugir da responsabilidade legal deixando as atrocidades a cargo [do grupo]".

Segundo a HRW, a 10 de julho, mais de cem membros do grupo, acompanhados por soldados malianos que atuavam como intérpretes, invadiram a aldeia de Bombori, na região de Mopti, que na época estava sob o controlo do Grupo de Apoio ao Islão e Muçulmanos (JNIM), que tem ligações à Al-Qaida.

As forças russas reuniram pelo menos 80 homens e meninos para interrogarem, espancarem e ameaçarem de morte.

Diversas testemunhas entrevistadas pela Organização Não-Governamental (ONG) descreveram a chegada do grupo à aldeia, referindo que "os russos estavam no comando" e que "todos [estavam] vestidos com uniformes militares e fortemente armados" e que chegaram em sete camionetas com metralhadoras acopladas e dezenas de motocicletas com bandeiras do Mali.

"Um homem branco com dois rádios comunicadores parecia ser o comandante. Cada vez que ele fazia uma pergunta, atirava para o ar", contou um morador à ONG, acrescentando que, durante o interrogatório, um soldado maliano traduziu perguntas sobre a presença de extremistas no local.

A HRW observou que o JNIM historicamente concentrou o seu recrutamento no povo de etnia fulani e que sucessivos Governos do Mali associaram esta comunidade a insurgentes islâmicos, o que levou a "graves abusos" contra a população civil deste grupo étnico.

A organização apelou às autoridades do Mali a investigarem os acontecimentos "de forma rápida e imparcial" e a responsabilizarem todos os envolvidos, incluindo os militares malianos.

O documento também lembra que todas as partes envolvidas no conflito estão sujeitas ao direito internacional humanitário, que proíbe ataques deliberados contra civis, bem como tratamentos cruéis ou execuções sumárias.

Desde 2021, a junta que governa o Mali desde o golpe de 2020 expulsou as forças francesas e das Nações Unidas, consolidando uma aliança com a Rússia, lê-se no documento.

A aliança com a Rússia baseou-se inicialmente no Grupo Wagner e, desde junho de 2025, no Corpo Africano, que possui um número semelhante de integrantes e inclui muitos ex-combatentes e líderes da primeira milícia.


Leia Também: Chefe da junta militar do Mali concede perdão a agente secreto francês

O chefe da junta militar do Mali, Assimi Goïta, concedeu o perdão a um agente dos serviços secretos franceses, com estatuto diplomático, condenado a 20 anos de prisão em junho, anunciou hoje o Governo maliano.

Rússia ataca civis por estar "a perder a guerra", afirma Von der Leyen... A presidente da Comissão Europeia considerou hoje que a Rússia está a atacar civis porque "está a perder a guerra que começou" e adiantou estar a coordenar com os Estados-membros o reforço das capacidades antibalísticas ucranianas.

© Henning Kaiser/picture alliance via Getty Images    Por LUSA   20/08/2026 

"A Rússia está a perder a guerra que começou. E está a retaliar ao atacar civis e infraestruturas civis", afirmou Ursula von der Leyen numa publicação divulgada nas redes sociais.

A responsável adiantou que está a trabalhar com os Estados-membros da UE e parceiros para "apoiar as capacidades antibalísticas da Ucrânia".

"Para que a Ucrânia disponha dos meios necessários para evitar a perda de vidas humanas. Essa é a principal prioridade", defendeu Von der Leyen.

Pelo menos 12 pessoas morreram e 33 ficaram feridas nos ataques com mísseis russos a Kyiv esta madrugada, de acordo com o Serviço de Emergência da Ucrânia.

O alerta de ataque aéreo permaneceu ativo até às primeiras horas da manhã, com ataques a atingirem 12 locais nos distritos de Darnytskyi, Sviatoshynskyi e Solomianskyi, em Kyiv, danificando edifícios residenciais, uma instalação médica e uma instituição de ensino. As equipas de emergência deslocaram-se para o local e retiraram várias pessoas dos escombros.

No distrito de Solomianskyi, os dois últimos andares de um prédio residencial de nove pisos foram destruídos e deflagraram incêndios noutros andares. Pessoas ficaram também presas em dois edifícios residenciais e num abrigo escolar.

A Rússia intensificou os ataques com mísseis balísticos contra a capital para esgotar as reservas de defesa aérea de Kyiv.

A cidade dispõe de sistemas limitados capazes de intercetar ameaças balísticas, enquanto o fornecimento de mísseis para os sistemas de defesa aérea Patriot, de fabrico norte-americano, permanece limitado.


Leia Também: Número de mortos em ataque russo a Kyiv sobe para 12 e há 33 feridos

O número de mortes resultantes de ataques com mísseis russos a Kiev entre a noite de quarta-feira e hoje subiu para pelo menos 12 pessoas, com pelo menos 33 feridos, de acordo com o Serviço de Emergência da Ucrânia.

ALEMANHA: Cerca de 14 mil mortes relacionadas com o calor este verão na Alemanha... Cerca de 14.000 pessoas morreram este verão na Alemanha devido às ondas de calor, batendo o recorde de 2018, de acordo com estimativas publicadas hoje pelo Instituto Robert Koch (RKI), a autoridade sanitária alemã.

© Lusa   20/08/2026 

Em 2018, a Alemanha tinha registado 8.900 mortes estimadas relacionadas com o calor.

Os dados recolhidos em todo o país fornecem informações sobre o número estimado de mortes relacionadas com as ondas de calor até 09 de agosto.

As pessoas com 75 anos ou mais foram as mais afetadas, especificou o relatório semanal do Instituto Robert Koch.

Este ano, 9.600 das 14.000 mortes relacionadas com o calor ocorreram durante a semana de 22 a 28 de junho, particularmente quente na Alemanha, indicou.

Nesse período, foram registadas temperaturas recorde, ultrapassando em alguns locais os 41°C.

A dimensão das mortes relacionadas com o calor é estimada através de métodos estatísticos, comparando o número de mortes ocorridas durante as semanas de verão com e sem onda de calor.

Isto é necessário porque o calor não pode ser indicado como causa da morte nas certidões de óbito e, por isso, não aparece nas estatísticas sobre causas de morte.

O calor raramente causa a morte de forma direta, como acontece, por exemplo, num caso de insolação.

Na maioria dos casos, a morte é causada por uma combinação de temperaturas elevadas e doenças pré-existentes, tais como doenças cardiovasculares, pulmonares ou renais, que conduz à morte.


Leia Também: Espanha regista quase 4.500 mortes relacionadas com o calor desde junho

Quase 4.500 mortes relacionadas com o calor foram registadas em Espanha entre 01 de junho e 19 de agosto, o valor mais elevado para este período desde 2022, referiu o Instituto de Saúde Carlos III.

Guiné-Bissau: A Guiné Telecom e o Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) assinaram, esta quinta-feira, 20 de agosto de 2026, um Memorando de Entendimento, com o objetivo de fortalecer a cooperação entre as duas instituições e promover iniciativas de interesse comum.

 

Presidente do Conselho de Administração (PCA), Guiné Telecom  João António F. Mendes

DG INSS Dr.º Cheikh Amadú  Bamba Koté

 Secretário-Geral do Ministério dos Transportes e Comunicações, Lucas Na Sanhá

Por Tuti Vitoria Iyere

CNE ESCLARECE QUE PARTIDOS NÃO PODEM INTEGRAR CAMPANHA DO REFERENDO DE 30 DE AGOSTO

Por: Assana Sambú   JORNAL ODEMOCRATA  20/08/2026   

A presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), Carmem Isaura Tavares Batista Lobo, revelou que a Lei do Referendo exclui categoricamente os partidos políticos do processo, nomeadamente da participação na campanha de sensibilização dos cidadãos para o voto “SIM” ou “NÃO” sobre a adoção da nova Constituição da República.

Na entrevista ao O Democrata, Carmem Isaura Tavares Batista Lobo esclareceu que a lei define os intervenientes habilitados a participar no referendo, nomeadamente os conselheiros e os grupos de cidadãos legalmente constituídos e reconhecidos pelo Supremo Tribunal de Justiça.

“A campanha para o referendo consiste na justificação e no esclarecimento das questões submetidas à consulta popular através do referendo, bem como na promoção das correspondentes opções, com respeito pelas regras do Estado de Direito Democrático. A campanha é levada a efeito pelos conselheiros, pela sociedade civil e por grupos de cidadãos eleitores, nos termos da lei”, afirmou a responsável da CNE, informando, de seguida, que podem constituir-se em grupo, para efeitos de participação na campanha para o referendo, cidadãos eleitores em número não inferior a 2.000, incluindo, nesse universo, pelo menos 100 residentes em cada região.

A juíza conselheira do Supremo Tribunal de Justiça, que dirige a Comissão Nacional de Eleições, fez estes esclarecimentos numa entrevista conjunta aos jornais O Democrata e Última Hora, a propósito da organização do referendo nacional marcado para o dia 30 de agosto do corrente ano.

CUSTOS DO REFERENDO ESTIMADOS EM CERCA DE DOIS MIL MILHÕES DE FRANCOS CFA

O Presidente de Transição, General de Exército Horta Inta-a, decretou, no dia 6 de julho do corrente ano, a realização de uma consulta popular sobre a nova Constituição da República da Guiné-Bissau, aprovada pelo Conselho Nacional de Transição. O referendo realizar-se-á no dia 30 de agosto de 2026, através de sufrágio universal, direto, secreto e pessoal, de acordo com o decreto presidencial.

Entre as principais alterações previstas destaca-se o reforço dos poderes do chefe de Estado e a redução do número de deputados da Assembleia Nacional Popular, de 102 para 65 representantes do povo (nova Lei eleitoral).

De acordo com as autoridades de transição, a medida visa aumentar a produtividade parlamentar, melhorar a qualidade dos debates e permitir uma análise mais qualificada dos assuntos de interesse nacional.

A presidente da CNE explicou que, desde a data da marcação do referendo nacional, a instituição que dirige deu início à organização do processo, com a definição de um cronograma e de um orçamento para o efeito, submetido ao Executivo. Acrescentou que se procedeu ao levantamento de todos os materiais menos sensíveis existentes, de modo a permitir que a instituição se preparasse adequadamente para o processo, incluindo a aquisição dos materiais necessários.

Relativamente às atividades complementares, informou que a CNE já iniciou ações de formação de formadores e de animação cívica, bem como a campanha de educação cívica. No sábado passado, teve início a formação de formadores dos agentes das mesas das assembleias de voto em todo o território nacional.

Sobre a logística pesada, designadamente a produção de boletins e atas, a juíza conselheira afirmou que os boletins de voto e as atas serão produzidos pela Gráfica Nacional (Incacep EN), juntamente com os restantes materiais sensíveis.

“A imprensa nacional já iniciou os trabalhos de impressão dos boletins e, dentro de alguns dias, teremos os boletins e as atas prontos à nossa disposição. Segundo o nosso cronograma, entre 24 e 27 de agosto vamos distribuir os kits pelas diferentes mesas das assembleias de voto em todo o território nacional”, assegurou, acrescentando que os restantes materiais logísticos menos sensíveis já foram adquiridos.

Em relação ao orçamento destinado a assegurar a logística e os custos das operações do referendo nacional, explicou que a logística do referendo é idêntica à de um processo eleitoral, porque “a logística necessária para uma eleição deve ser garantida, permitindo o funcionamento de todas as mesas das assembleias de voto, com exceção da diáspora”.

“O referendo prevê que apenas os cidadãos residentes possam votar”, esclareceu, justificando assim a ausência da diáspora guineense nesta consulta popular sobre a nova Constituição da República da Guiné-Bissau.

Relativamente ao montante global do orçamento para as operações logísticas do processo, explicou que este foi estimado em mais de 1,8 mil milhões de francos CFA.

CNE CONTA COM MAIS DE TRÊS MIL MESAS DE VOTO PARA MAIS DE NOVECENTOS MIL ELEITORES

Carmem Isaura Tavares Batista Lobo afirmou, na entrevista, que, para a votação do referendo, a Comissão Nacional de Eleições conta com 3.562 mesas de assembleias de voto, distribuídas por 2.036 distritos em todo o território nacional. Acrescentou que o número de eleitores é estimado em 914.428, os quais participarão na votação do referendo em todo o país.

Explicou ainda que a CNE trabalhou com os dados dos cadernos eleitorais atualizados das últimas eleições, sublinhando que, nesses dados, não foram incluídos os eleitores da diáspora em África e na Europa, uma vez que estes foram excluídos do processo por força da Lei do Referendo.

A juíza conselheira afirmou que, tendo em conta os custos, a CNE irá reduzir o número de membros das mesas de voto sob a sua responsabilidade. Por essa razão, as mesas passarão a ser constituídas por um presidente, um secretário e um escrutinador, bem como por representantes (delegados) indicados pelos grupos de cidadãos legalmente reconhecidos pelo Supremo Tribunal de Justiça.

No que diz respeito à fiscalização das mesas de voto, recordou que a Lei do Referendo prevê que cada grupo de cidadãos legalmente constituído tem competência para designar um delegado e o respetivo suplente para cada mesa de assembleia de voto.

“No que diz respeito à fiscalização do referendo, a lei prevê essa modalidade através de grupos de cidadãos”, esclareceu, adiantando que tais grupos devem ser constituídos nos termos estabelecidos na Lei do Referendo e podem integrar elementos da sociedade civil, conselheiros e também dirigentes partidários. Estes, porém, não podem apresentar-se em nome dos partidos, mas apenas no âmbito dos grupos de cidadãos, sublinhando que cabe ao Supremo Tribunal de Justiça validar a constituição desses grupos, de acordo com o disposto na lei.

Relativamente à constituição da plenária da Comissão Nacional de Eleições, referiu que esta é composta pelo presidente da CNE, pelos membros do Secretariado Executivo, por três representantes do Conselho Nacional de Transição e por um representante do Governo. Sublinhou ainda que, a nível regional, as plenárias das Comissões Regionais de Eleições são constituídas pelos membros das comissões regionais, bem como por um representante do Conselho Nacional de Transição e um representante do Governo.

Explicou ainda que a contagem dos votos e o apuramento local serão feitos da mesma forma que nas eleições habituais, acrescentando que, após a votação, as urnas serão abertas, proceder-se-á à contagem dos votos e, posteriormente, as atas serão afixadas no local.

Questionada sobre a presença de observadores nacionais e internacionais para fiscalizar a votação do referendo, disse que a Lei do Referendo não prevê a presença de observadores nacionais nem internacionais. Contudo, referiu que “a mesma Lei do Referendo remete, em caso de omissão, para a lei eleitoral”, que, segundo explicou, prevê a participação de observadores nacionais e internacionais.

A presidente da CNE deixou claro que não está prevista a presença de observadores nacionais e internacionais para a fiscalização e monitorização do processo de votação no dia do referendo.

Trump anuncia "guerra económica" inédita contra Teerão... O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou esta quarta-feira uma nova ofensiva económica contra o Irão, classificando-a como a "operação económica mais devastadora alguma vez empreendida contra qualquer país".

Por  rtp.pt  20/08/2026

Na sua rede Truth Social, TRump avisou que qualquer país que permita às suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou entidades governamentais proporcionar "qualquer tipo de tábua de salvação" ao Irão enfrentará, por sua vez, consequências económicas.

O líder norte-americano precisou que a medida contempla cortar as vias utilizadas para evitar as sanções e manter os fluxos financeiros para o Irão, entre as quais o contrabando de petróleo, as linhas de câmbio de divisas, as transferências de dinheiro vivo, as casas de câmbio, os registos de navios e as empresas-fantasma.

Trump exigiu que todas estas operações "parem AGORA" e avisou que Washington vigiará os países e entidades que permitam a sua manutenção, apresentando a iniciativa como uma nova fase da pressão norte-americana sobre Teerão, após assegurar que as Forças Armadas iranianas ficaram gravemente debilitadas depois dos recentes confrontos e que a sua economia se encontra à beira do colapso.

"Isto será um DIA D económico", afirmou, ao pedir aos aliados dos Estados Unidos que se juntem ao isolamento do Irão e ao reiterar que o seu Governo impedirá que o país obtenha uma arma nuclear.

Anteriormente, Trump tinha indicado que "talvez a qualquer altura" Washington e Teerão possam retomar negociações para pôr fim à guerra, embora tenha assinalado que a atual situação no estreito de Ormuz "é muito boa" e que muitos petroleiros o estão a atravessar sem problemas.

"Talvez em algum momento, embora neste preciso momento ache que a situação [no estreito de Ormuz] é muito boa. Mas sim, talvez em algum momento", respondeu Trump na Casa Branca ao ser questionado sobre o estado das conversações depois de o cessar-fogo bilateral assinado em junho ter expirado esta última segunda-feira.

Após o ataque israelo-americano contra o Irão a 28 de fevereiro, Teerão retaliou com ataques aos países vizinhos aliados de Washington e bloqueou o estreito de Ormuz, uma via de trânsito estratégica para os hidrocarbonetos. Os Estados Unidos, por sua vez, impuseram um bloqueio aos portos iranianos.

Apesar de uma diminuição recente das hostilidades, as tensões na região permanecem elevadas no sexto mês de conflito, com as negociações diplomáticas num impasse.

"Nenhuma conversa ou discussão está a ter lugar neste momento nem está programada com a República Islâmica do Irão", declarou Donald Trump na terça-feira.

Segundo uma fonte americana contactada pela agência France-Presse, as conversações foram suspensas e Donald Trump pediu à sua equipa para não retomar o diálogo enquanto Teerão não se aproximar das posições americanas.

Contudo Teerão deu poucos sinais nesse sentido, com o principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, a declarar que o estreito não será reaberto enquanto Washington não cumprir os compromissos previstos no protocolo de acordo assinado em junho.

Esse texto, que estabelecia uma trégua de sessenta dias com vista a uma resolução duradoura, ficou sem efeito com a retoma das hostilidades em julho.

Mohammad Bagher Ghalibaf, em visita a Bagdad esta quarta-feira, denunciou também a "ingerência estrangeira", num momento em que Washington pressiona o Iraque a desarmar potentes fações armadas apoiadas por Teerão, e apelou ao "reforço regional".

Ao mesmo tempo, o Irão e Omã, países limítrofes do estreito de Ormuz, debatem há várias semanas a futura gestão desta passagem.

O Irão, que ataca navios que tentam atravessar o estreito sem pedir autorização, pretende impor taxas de navegação pelos serviços prestados aos navios em trânsito, algo que os Estados Unidos e alguns países da região recusam terminantemente.

Reino Unido e Alemanha querem que Israel suspenda colonatos a leste de Jerusalém... Os Governos do Reino Unido e da Alemanha pediram a Israel que suspenda um concurso público para a construção de colonatos a leste de Jerusalém

© Lusa   20/08/2026 

"A publicação por parte do Governo israelita do concurso público para o projeto do colonato E1 é um ato inaceitável e destrutivo", declarou na quarta-feira o chefe da diplomacia britânica.

Num comunicado, Ed Miliband denuncia que a construção dos mesmos "atravessaria o coração da Palestina e corre o risco de separar a Cisjordânia de Jerusalém Oriental, o que poria em perigo a viabilidade de uma solução de dois Estados".

O Governo israelita iniciou um concurso público para a construção de sete complexos residenciais com 1.234 habitações na zona E1, na Cisjordânia, parte de um plano de expansão aprovado, em agosto de 2025, que prevê a construção de 3.400 habitações.

Na altura, o ministro das Finanças israelita, Bezalel Smotrich, defendeu que a expansão "praticamente elimina a ilusão dos dois Estados" ao dividir o território destinado a um Estado palestiniano.

Miliband manifestou a oposição de Londres aos colonatos "e o seu apoio a uma solução de dois Estados como a única via para garantir a segurança e a paz a longo prazo, tanto para palestinianos como para israelitas".

O chefe da diplomacia do Reino Unido asseverou que "todos os colonatos prejudicam esta perspetiva e constituem uma flagrante violação do Direito Internacional".

O diplomata indicou ter "deixado claro" ao homólogo israelita, Gideon Saar, que o Governo liderado por Benjamin Netanyahu "deve travar imediatamente os planos para o E1, retirar o concurso público e travar qualquer expansão de colonatos".

Além disso, Miliband disse que convocou o encarregado de negócios israelita no Reino Unido, a quem expressou a "profunda objeção" do Reino Unido ao projeto, assinalando ainda o impacto catastrófico da "violência e do terrorismo dos colonos" para as comunidades palestinianas.

"Nas próximas semanas, apresentaremos um conjunto abrangente de medidas para responder às políticas do Governo israelita, proteger a viabilidade do Estado palestiniano [e] impor sanções a quem participe na expansão ilegal dos colonatos", anunciou.

O Governo comandado por Andy Burnham deu deste modo continuidade à posição crítica do anterior gabinete trabalhista, liderado por Keir Starmer, em relação ao plano israelita de colonatos na Cisjordânia.

O projeto gerou críticas e protestos, com uma dezena de países - entre os quais Espanha, Reino Unido, França e Alemanha - a pedir em maio que empresas dos seus territórios não participem no concurso público dos colonatos.

Berlim também se manifestou na quarta-feira sobre o concurso, em linhas semelhantes às de Londres.

"Não deve haver mais medidas de anexação na Cisjordânia, sejam formais ou políticas, estruturais ou de outro tipo que, na prática, equivalham cada vez mais a uma anexação", defendeu o porta-voz adjunto do Governo alemão.

"São contrárias à solução de dois Estados", declarou Sebastian Hille, em afirmações recolhidas por meios de comunicação alemães, como os jornais Der Spiegel e Die Welt.

O projeto gerou também oposição do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que afirmou que a expansão "teria graves consequências para a integridade territorial do Território Palestiniano Ocupado e representaria uma ameaça existencial para a solução de dois Estados".

O porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric sublinhou que o secretário-geral instou Israel a "abster-se de adotar novas medidas a este respeito e a agir em conformidade com as resoluções relevantes das Nações Unidas e com o Parecer Consultivo do Tribunal Internacional de Justiça de 19 de julho de 2024".

O parecer defende que a política de construção de colonatos nos territórios palestinianos ocupados viola a proibição da deslocação forçada de pessoas e constitui um processo de anexação.


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SAÚDE: 5 mudanças que aceleram o metabolismo e reduzem risco de diabetes... Existem hábitos diários que podem ajudar a acelerar o metabolismo e até a reduzir o risco de diabetes. Veja o que um médico sugere e como pode receber estas vantagens em pouco tempo.

© Shutterstock  Por   noticiasaominuto.com   20/08/2026 

Acelerar o metabolismo e reduzir o risco de diabetes pode ser mais simples do que pensa. Existem algumas mudanças que pode fazer no seu dia a dia de forma a conseguir chegar a este objetivo. Um especialista revela o que tem de adotar de modo a trazer este tipo de benefícios para a sua saúde.

V. Mohan é endocrinologista e ao website HealthShots revelou cinco hábitos que podem fazer toda a diferença e contribuir para acelerar o metabolismo ao mesmo tempo que acaba por reduzir o risco de diabetes. Saiba tudo.

Como acelerar metabolismo e reduzir risco de diabetes

1- Mantenha o corpo em movimento ao longo do dia

“O exercício físico é um dos remédios mais poderosos que temos e é gratuito. Não precisa de passar horas no ginásio. Uma caminhada rápida de 30 minutos na maioria dos dias da semana é suficiente para melhorar a sensibilidade à insulina e ajudar os seus músculos a usar a glicose com mais eficiência. Mas aqui está algo que muitas pessoas esquecem: evite ficar sentado continuamente por longos períodos.”

2- Aposte numa alimentação saudável

“O maior desafio hoje não é a falta de comida, mas sim o excesso de alimentos ultraprocessados. Bebidas açucaradas, produtos de pastelaria, salgados industrializados, alimentos com farinha refinada e ultraprocessados ​​estão a substituir as refeições caseiras tradicionais. Em vez disso, escolha alimentos mais próximos de sua forma natural. Comer de forma saudável não significa comer menos, mas sim comer de forma mais inteligente.”

3- Durma bem

“Muitas pessoas dizem com orgulho que conseguem manter-se bem com apenas cinco horas de sono. Infelizmente, o corpo discorda. Dormir mal aumenta as hormonas do stress, afeta o apetite, reduz a sensibilidade à insulina e torna o aumento de peso mais provável. De fato, dormir pouco tornou-se um importante para o aparecimento de doenças metabólicas. Procure dormir entre sete a oito horas por noite, sempre com boa qualidade.”

4- Controle o stress

“O stress deixou de ser apenas um problema de saúde mental e tornou-se um problema metabólico. Quando estamos constantemente em stress, o corpo produz hormonas como o cortisol, que aumentam os níveis de açúcar no sangue e estimulam o acumular de gordura na região abdominal.”

5- Não espere pelos sintomas

“Um dos maiores equívocos sobre a diabetes é que as pessoas acham que sabem quando se desenvolve. A verdade é que a diabetes muitas vezes permanece silenciosa durante anos. Quando os sintomas aparecem, as complicações já podem ter começado a afetar os olhos, os rins, os nervos ou o coração. A deteção precoce da pré-diabetes nos permite reverter o processo antes que a diabetes se desenvolva.”

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

19 de Agosto de 2026 - UCCLA lança Concurso de Artes Visuais “Mitos e Lendas de Timor-Leste - A Arte como Guardiã da Memória” - Candidaturas abertas até 30 de setembro de 2026

UCCLA lança Concurso de Artes Visuais “Mitos e Lendas de Timor-Leste - A Arte como Guardiã da Memória

A União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) lança o Concurso de Artes Visuais “Mitos e Lendas de Timor-Leste - A Arte como Guardiã da Memória”, uma iniciativa que pretende valorizar o património cultural e oral timorense através da criação artística contemporânea. As candidaturas estão abertas até 30 de setembro de 2026.

O concurso destina-se à seleção de obras para uma exposição coletiva, a realizar no Espaço UCCLA no final de 2026, e procura incentivar a criação artística inspirada nas lendas e tradições de Timor-Leste, promover artistas timorenses residentes em Portugal e em Timor-Leste e fomentar o diálogo intercultural através das artes visuais.

Sob o tema “Mitos e Lendas de Timor-Leste”, as obras a concurso deverão apresentar uma interpretação artística original de uma das duas lendas fundadoras propostas: a Lenda do Crocodilo e a Lenda da Pontiana.

Podem participar artistas de nacionalidade timorense ou de ascendência timorense devidamente identificada, residentes em Portugal ou em Timor-Leste. A participação é gratuita, podendo cada concorrente apresentar até duas obras.

As candidaturas deverão ser submetidas até às 23h59 do dia 30 de setembro de 2026, através do endereço de correio eletrónico uccla@uccla.pt.

As obras selecionadas integrarão a exposição coletiva “Mitos e Lendas de Timor-Leste - A Arte como Guardiã da Memória”, que estará patente no Espaço UCCLA entre 23 de novembro de 2026 e 7 de fevereiro de 2027.

Consulte os seguintes documentos:

- Regulamento - https://www.uccla.pt/sites/default/files/2026-08/Regulamento_concurso_artes_visuais_TIMOR-LESTE.pdf

- Ficha de Inscrição - https://www.uccla.pt/sites/default/files/2026-08/Ficha_inscricao_TIMOR-LESTE.pdf

Com os melhores cumprimentos,

Anabela Carvalho

Assessora de Comunicação | anabela.carvalho@uccla.pt 

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MINISTRO DO COMÉRCIO DIZ QUE AINDA FALTAM EXPORTAR 40 MIL TONELADAS DE CASTANHA DE CAJU

 Rádio Sol Mansi  19. 08. 2026

O ministro do Comércio afirma que ainda existem cerca de 40 mil toneladas de castanha de caju armazenadas em diferentes armazéns, que deverão ser exportadas antes do mês de outubro.

A afirmação foi feita hoje, após uma visita a alguns armazéns que ainda possuem grandes quantidades de castanha de caju por exportar. A visita enquadra-se no calendário definido pelo Ministério dos Transportes para o encerramento das operações portuárias no mês de outubro, devido às obras de dragagem.

Jaimantico Có disse que, segundo os registos, a quantidade de castanha de caju recolhida em Bissau durante o processo de escoamento já ultrapassa 200 mil toneladas.

Entretanto, o ministro do Comércio explicou que a demora no escoamento da castanha de caju está relacionada com a crise que afeta o mercado internacional, acrescentando que, a partir de meados de junho, o processo de escoamento entrou em declínio.

O governante disse ainda que o processo de escoamento demora algum tempo, mas, graças às medidas de incentivo adotadas pelo Governo, foi possível alcançar os resultados registados até ao momento.

Segundo Jaimantico Có, a exportação da castanha de caju deverá terminar até ao final de setembro.

A visita enquadra-se no acompanhamento do processo de exportação, tendo em conta a necessidade de garantir o cumprimento das encomendas dos navios antes da data prevista para o encerramento das operações portuárias.