terça-feira, 21 de julho de 2026

LISBOA: Menino de 11 anos esfaqueia pai para defender mãe em Lisboa... Uma criança de 11 anos esfaqueou o pai, na manhã desta terça-feira, 21 de julho, para, alegadamente, defender a mãe. O caso, que ocorreu em São Domingos de Benfica, em Lisboa, está agora a ser investigado.

© ShutterStock  Por noticiasaominuto.com  21/07/2026 

Um menino de 11 anos esfaqueou o pai, na manhã desta terça-feira, 21 de julho, em São Domingos de Benfica, em Lisboa, para defender a mãe. 

Fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP) revelou que tudo aconteceu por volta das 11h, numa rua perto da Estrada da Luz.

Quando as autoridades chegaram ao local, chamadas para uma situação de violência doméstica, encontraram o menino na escadaria do prédio, com a arma branca na mão.

A mesma fonte revelou que, de acordo com o que foi possível apurar, o homem, de 61 anos, e a mulher, de 42, envolveram-se em "agressões mútuas".

Desesperado com a situação, o menino esfaqueou o progenitor no braço e numa perna, provocando-lhe ferimentos ligeiros. O homem acabou por ser assistido pelos bombeiros e transportado para o Espaço Júlia, que acolhe vítimas de violência doméstica, afim de ser ouvido pela polícia.

Já a mulher foi transportada para a Esquadra da PSP de Telheiras, para formalização da denúncia e restantes procedimentos policiais.

Para já não foi possível averiguar onde está o menor. O que se sabe é que estão a ser feitas diligências no âmbito da proteção deste.

O caso continua a ser investigado pela Polícia de Segurança Pública.


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Drones ucranianos atacam centro dos serviços secretos da Rússia escondido num resort em Kherson. Lá dentro estavam 100 espiões

Imagens térmicas captadas por um drone do Serviço de Segurança da Ucrânia mostram o centro de coordenação do FSB russo na região de Kherson, sob ocupação, durante o ataque. 20 de julho de 2026 ou antes. Captura de ecrã: Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU)
Por cnnportugal.iol.pt

Reconhecimento realizado antes da operação revelou que o complexo estava fortemente protegido. No interior encontravam-se mais de 70 viaturas e cerca de 100 militares

As forças especiais da Ucrânia atingiram um posto de comando dos serviços secretos russos (FSB) localizado num resort na região ocupada de Kherson, numa operação que causou um incêndio de grandes dimensões, desconhecendo-se se haverá vítimas.

Segundo o Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU), o alvo funcionava como centro de coordenação do FSB e no momento do ataque concentraria um elevado número de oficiais.

De acordo com o SBU, citado pelo Euromaidan, a ofensiva foi conduzida por operacionais do Centro de Operações Especiais "Alpha", que utilizaram 13 drones para atacar o complexo. As imagens divulgadas pela agência mostram vários impactos sobre os edifícios, seguidos de explosões e de um incêndio de grande intensidade. A avaliação preliminar aponta para a possível presença de cerca de 100 militares no local.

O reconhecimento realizado antes da operação revelou que o complexo estava fortemente protegido. No interior encontravam-se mais de 70 viaturas, existia vigilância armada permanente, postos de controlo de acesso, barreiras de engenharia e abrigos subterrâneos.

O FSB, sublinham os serviços secretos ucranianos, desempenha um papel central no esforço de guerra russo, sendo responsável pela contraespionagem, pelo controlo interno, pelo combate à sabotagem e pela coordenação da estrutura de segurança ligada ao conflito. A agência ucraniana acusa ainda este serviço de recrutar cidadãos ucranianos para atentados terroristas, assassinatos de militares na retaguarda e outras ações criminosas.

O ataque integra a campanha diária de operações conduzidas pela Ucrânia contra alvos russos em território ocupado e dentro da própria Rússia. Segundo o SBU, estas ações causam perdas significativas ao adversário, perturbam a coordenação das suas forças e obrigam Moscovo a desviar recursos para proteger as suas próprias instalações, dificultando simultaneamente a logística e o abastecimento das unidades do FSB.

A agência recorda ainda que, este mês, drones marítimos atingiram petroleiros da chamada "frota fantasma" no Mar Negro, três depósitos de petróleo foram incendiados na região russa de Stavropol e um bombardeiro estratégico Tu-95 foi destruído na base aérea de Engels.

31 de Julho de 2026 - Lançamento do livro “Se a terra pudesse falar - Memórias de um tempo - Timor” de Luís Costa na UCCLA

Lançamento do livro “Se a terra pudesse falar - Memórias de um tempo - Timor” de Luís Costa na UCCLA

Vai ter no dia 31 de julho, às 16h30, o lançamento do livro “Se a terra pudesse falar - Memórias de um tempo - Timor” da autoria de Luís Costa, no auditório da UCCLA.

A obra será apresentada pela Professora Lúcia Soares.

O lançamento do livro será transmitido, em direto, através da página do Facebook da UCCLA em https://www.facebook.com/UniaodasCidadesCapitaisLinguaPortuguesa

Sinopse:

(O tempo timorense)

Escrevo com intenção de perpetuar a glória de um povo que soube organizar-se para resistir, sob todas as formas, à agressão indonésia e manter, nas montanhas, uma guerrilha que, de armas na mão, procurou manter viva a chama do direito à autodeterminação. 

Escrevo com intenção de refletir sobre os atos realizados, a fim de não sacrificar mais este martirizado povo e com vontade de contribuir para a felicidade do povo de Timor-Leste. 

Escrevo com intenção de ajudar a comunidade timorense, na diáspora, a desenvolver e manter viva a sua identidade cultural e histórica. Escrevo para divulgar a situação em Timor, e a sua cultura, alertando a opinião pública para o drama do povo e para os crimes de genocídio físico e cultural que a Indonésia está a perpetrar no território de Timor. Escrevo para afirmar que o sofrimento e a morte nunca hão de destruir a vontade do povo que quer consolidar a sua identidade. Escrevo para afirmar que nenhum sistema, político e social, poderá fazer desaparecer Timor, como Nação. 

Rendo homenagem à Fretilin que, durante os anos mais difíceis da sua luta, soube politizar o povo para que não se deixasse subjugar e soubesse organizar os gloriosos guerrilheiros para resistir à agressão indonésia. 

Reconheço os erros dos membros da Fretilin. Reconheço os abusos praticados por alguns responsáveis, menos conscientes, e por elementos das Falintil que, no ambiente de euforia, esquecerem-se das suas responsabilidades. Mas a eficácia das ações realizadas pela Fretilin ultrapassou, de longe, os reveses de momento. 

Em poucos meses de existência como partido que lutou por um ideal e como partido que governou o território, a Fretilin soube incutir o espírito crítico na mente de todos; a Fretilin e só a Fretilin é que criou condições para a vitória final - a libertação. 

Presto louvor à Igreja Católica de Timor-Leste que mantém a sua vontade de lutar pela liberdade de um povo e não se cansa nem se intimida, apesar das ameaças, em proclamar que Timor é para os timorenses. 

Este manuscrito tem muitas falhas referentes a nomes de pessoas com quem trabalhei, convivi e sofri nas montanhas, referentes a lugares por onde passei e por onde passámos. Pois, os primeiros apontamentos foram queimados em Kasohan em 1979, o segundo foi desfeito por mim em Díli antes de sair para Jakarta, e este é o resultado duma terceira tentativa que pode ser traída pela memória. A todos com quem convivi e partilhei alegrias e tristezas peço compreensão, mas fica para sempre a amizade e carinho de quem muito vos estima e de vocês guarda recordações inesquecíveis. 

Biografia:

Luís Costa nasceu a 13 de dezembro de 1945, em Fatu-Berliu, Timor. Iniciou os estudos no Colégio de Soibada e prosseguiu o ensino secundário em Dare. Mais tarde, frequentou cursos de Filosofia e Humanidades em Macau e Évora, concluindo Teologia em Leiria.

Em novembro de 1974 regressou a Timor, onde trabalhou na missão de Ossú. Com a invasão de 1975, refugiou-se nas montanhas, permanecendo ali até abril de 1979. Após o regresso a Díli, ensinou no Externato de São José e, em 1980, traduziu para tétum o Missal Romano, incluindo orações e leituras.

Em novembro de 1983 mudou-se para Portugal, onde participou ativamente na divulgação da resistência timorense. Frequentou cursos de fonética e morfologia, e dedicou-se à pesquisa e ensino da língua e cultura de Timor-Leste.

Professor, investigador e autor, Luís Costa tem sido uma figura fundamental na preservação da língua tétum e na formação de jovens timorenses, tanto em Timor como em Portugal. Como atividades paralelas, Luís Costa ajuda na preparação de professores e cooperantes para melhor compreender a história, cultura e sociedade de Timor-Leste, e dá apoio a estudantes timorenses na elaboração de monografias e pesquisas universitárias.

Bibliografia: Dicionário Tétum-Português (2000); Guia de Conversação Português-Tétum (2001); Língua Tétum: Contributos para uma Gramática (2015); Ué-Lenas: Lenda (2016); e, em preparação, Dicionário Português-Tétum e Timor Lorosa’e (monografia).

Com os melhores cumprimentos,

Anabela Carvalho

Assessora de Comunicação | anabela.carvalho@uccla.pt 

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@Faladepapagaio

Um incêndio deflagrou, por volta das 07h00 desta terça-feira, numa bomba de combustível situada na zona do Porto de Sintchan Tombom, na cidade de Gabú, causando momentos de preocupação entre a população.

A rápida intervenção dos Bombeiros da Proteção Civil permitiu controlar as chamas e evitar que o fogo se propagasse para outras áreas, reduzindo o risco de danos de maior dimensão. Em declarações à imprensa, o comandante dos Bombeiros da Proteção Civil, Mamadu Aliu Djaló, explicou como o incêndio ocorreu.

Radio TV Bantaba

IRÃO: Teerão ataca bases dos Estados Unidos no Golfo Pérsico... O Irão atacou hoje instalações norte-americanas de radares e defesa antiaérea em vários países do Golfo, advertindo Washington para "ataques ainda mais poderosos", num conflito que ameaça alargar-se com o envolvimento dos rebeldes houthis do Iémen.

© Kaveh Kazemi Getty Images     Por LUSA   21/07/2026  

Por seu lado, o exército dos Estados Unidos anunciou ter concluído a décima noite consecutiva de bombardeamentos contra a República Islâmica, atingindo centros de comando militar e alvos marítimos~, com o objetivo de "reduzir a capacidade do Irão de continuar a atacar navios comerciais que transitam no Estreito de Ormuz".

Os Guardas da Revolução afirmaram ter interceptado dois petroleiros na via marítima estratégica, ao largo de Omã, reclamando a autoria de "explosões que provocaram incêndios significativos a bordo".

A agência britânica de segurança marítima UKMTO tinha relatado anteriormente que um navio tinha sido atingido por um "projétil não identificado" a cerca de 15 quilómetros a nordeste de Limah, em Omã, acrescentando depois que a tripulação abandonou a embarcação.

O tráfego marítimo na região, no centro do confronto entre Washington e Teerão, corre o risco de sofrer ainda mais perturbações desde que os houthis anunciaram um bloqueio marítimo contra a Arábia Saudita, ameaçando a capacidade do maior exportador mundial de crude de contornar o Estreito de Ormuz, bloqueado pelas forças iranianas.

Perante a ameaça dos houthis pró-Teerão e a intensificação das hostilidades, os preços do petróleo atingiram na segunda-feira o nível mais alto em mais de um mês, recuando hoje ligeiramente.

Pouco mais de um mês após a assinatura de um memorando de entendimento que deveria conduzir à paz no prazo de 60 dias, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irão pagaria "várias vezes" o preço por cada soldado norte-americano morto no Médio Oriente, e Teerão declarou enfrentar "uma guerra total".

Desde fevereiro, 17 militares norte-americanos morreram, incluindo três na Jordânia e no Iraque, os primeiros desde a retoma das hostilidades em 07 de julho. Quase 100 soldados dos EUA ficaram feridos desde essa data, a maioria ligeiramente, segundo o Pentágono.

Do lado iraniano, o último balanço oficial, divulgado na sexta-feira, aponta para, pelo menos, 50 mortos e mais de 500 feridos desde a recente escalada dos combates.

As forças armadas iranianas especificaram hoje, entre as novas ofensivas nos estados do Golfo, ter atingido dois sistemas de defesa antiaérea e uma instalação de radar em postos avançados dos Estados Unidos no Bahrein, bem como dispositivos de mísseis defensivos e de receção radar e satélite no Kuwait.

Após esses ataques, "o inimigo deve preparar-se para vagas de drones e ataques de mísseis ainda mais decisivos e poderosos", advertiram os Guardas da Revolução Islâmica em comunicado difundido pela agência oficial Irna.

O exército iraniano declarou por outro lado, através da televisão estatal, ter atingido com drones "três importantes bases" utilizadas pelos EUA no Kuwait -- Arifjan, Al-Udairi e Ahmad Al-Jaber.

Apesar da escalada, o porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaïl Baghaï, assegurou que prosseguem esforços diplomáticos através de países mediadores. O ministro do Interior, Eskandar Momeni, encontra-se no Paquistão para reuniões com o primeiro-ministro Shehbaz Sharif e o chefe das forças armadas paquistanês, Asim Munir.

O Estreito de Ormuz, por onde transitava antes da guerra um quinto do comércio mundial de hidrocarbonetos, continua a ser ponto de fricção central no conflito. O memorando de entendimento previa a sua reabertura, mas Teerão voltou a bloqueá-lo após a retoma das hostilidades, enquanto os EUA reimpuseram um bloqueio aos portos iranianos.

Entretanto, o Presidente libanês, Joseph Aoun, deve ser recebido hoje pelo homólogo norte-americano Donald Trump. A Administração norte-americana pressiona Beirute para desarmar o Hezbollah pró-Irão, envolvido na guerra e concentrado sobretudo em combater Israel.

Para Israel, o desarmamento do movimento é condição para retirar tropas do sul do Líbano, uma exigência de Teerão, que exige uma solução para o Líbano que respeite as fronteiras do país em qualquer futuro acordo de paz.


Leia Também: Irão: EUA iniciam 10.ª vaga de ataques aéreos desde o fim do cessar-fogo

O Comando Central das forças armadas dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciou hoje o início de uma nova ronda de ataques aéreos contra o Irão, a décima desde o fim do cessar-fogo provisório.

UCRÂNIA/RÚSSIA: China diz que três cidadãos ficaram feridos em ataques em Moscovo... Três cidadãos chineses ficaram feridos na sequência dos ataques com drones ucranianos contra a região de Moscovo, ocorridos na noite de domingo, informou hoje a Embaixada da China na Rússia, citada pela agência oficial chinesa Xinhua.

© TATYANA MAKEYEVA / AFP via Getty Images      Por LUSA   21/07/2026 

Segundo a missão diplomática, os três feridos, funcionários de um armazém explorado por uma empresa chinesa de logística na Rússia, estão a receber tratamento em hospitais locais juntamente com outras vítimas dos ataques.

A Xinhua indicou que os trabalhadores se encontravam de serviço no armazém cerca das 06:40 locais (04:40 em Lisboa), quando ouviram explosões nas instalações e correram para uma zona aberta, mas acabaram atingidos por estilhaços provocados pelos drones.

Fontes hospitalares confirmaram que o trabalhador com ferimentos mais graves foi submetido a uma cirurgia e que um segundo continua internado, enquanto o terceiro, que sofreu ferimentos ligeiros, já teve alta e regressará à China de avião.

A embaixada da China na Rússia enviou representantes ao hospital para visitar os feridos e instou as autoridades russas a adotarem "todas as medidas necessárias" para lhes prestar assistência e garantir plenamente a segurança dos cidadãos chineses no país.

Segundo o jornal oficial Global Times, a representação diplomática apelou igualmente aos cidadãos chineses na Rússia para reforçarem as medidas de segurança.

A região de Moscovo foi alvo, entre a noite de domingo e a madrugada de hoje, de ataques com cerca de 400 drones ucranianos contra várias instalações industriais e edifícios residenciais, que provocaram um total de dez feridos, incluindo um menor.


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O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reivindicou hoje novos ataques de longo alcance contra instalações logísticas e um depósito de petróleo na região de Moscovo como parte da estratégia para perturbar a economia russa.