© Samir Maouche / Hans Lucas / AFP via Getty Images Por LUSA 06/10/2026
"Estas operações têm como objetivo localizar e neutralizar os grupos armados terroristas que operam em toda a região, destruir os esconderijos e as suas redes de abastecimento, [e] restabelecer de forma duradoura a segurança das populações e a livre circulação de pessoas e bens", indicaram as autoridades num comunicado.
Uma fonte independente de segurança disse à agência de notícias France-Presse (AFP) que "o comboio de reforços militares malianos iniciou a marcha em direção a Kidal esta manhã cedo, partindo da localidade de Anéfis", acrescentando que nos últimos dias têm ocorrido diversos ataques, mas que ainda não se registou nenhum confronto com os separatistas tuaregues da Frente de Libertação do Azawad (FLA).
Segundo um oficial do exército maliano, as tropas das forças armadas do Mali e os aliados russos "estão em movimento há alguns dias na região", sendo que a principal preocupação das autoridades é a segurança das populações e o combate ao terrorismo.
Desde 2012, o Mali enfrenta uma profunda crise de segurança, alimentada sobretudo pela violência de grupos extremistas, dos seus aliados separatistas tuaregues da FLA e de grupos criminosos comunitários.
Este país do Sahel, dirigido por uma junta militar, aproximou-se da Rússia, cujos paramilitares do grupo Africa Corps o ajudam na sua luta antiterrorista.
O país está mergulhado numa situação de segurança ainda mais crítica desde o final de abril de 2026.
Os extremistas do Grupo de Apoio ao Islão e aos Muçulmanos (JNIM), aliados à Al-Qaida e à rebelião da FLA, lançaram então uma série de ataques coordenados contra posições estratégicas da junta e do exército em várias cidades, incluindo nos arredores de Bamako, a capital.
Os ataques custaram, nomeadamente, a vida ao ministro da Defesa e a perda do controlo da cidade de Kidal.
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O Tribunal Constitucional (TC) são-tomense confirmou hoje o Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP, oposição) vencedor das eleições legislativas de 27 de setembro, com 24 dos 55 deputados eleitos.
Os dados definitivos foram anunciados hoje pelo presidente do TC, Artur Vera Cruz, no final dos trabalhos da Assembleia de Apuramento Geral e definitivo, que confirmou os mandatos anunciados provisoriamente pela Comissão Eleitoral Nacional (CEN), apesar de ligeira alteração no número de votos por candidaturas.
Segundo os dados finais, o MLSTP elegeu 24 mandatos, a Ação Democrática Independente (ADI) obteve 23, a coligação Movimento de Cidadãos Independentes-Partidos Socialista/Partido de Unidade Nacional (MCI-PS/PUN) obteve seis mandatos, enquanto o Movimento Basta elegeu dois...

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