© REUTERS/Gleb Garanich Por LUSA 03/10/2026
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia informou, em comunicado, ter "reiterado ao corpo diplomático" o alerta para que "cidadãos estrangeiros e diplomatas presentes em Kyiv deixem a cidade".
"A responsabilidade por eventuais consequências negativas recai inteiramente sobre aqueles que ignorarem este aviso", acrescenta o ministério, anunciando que "as forças armadas russas continuarão a efetuar ataques de retaliação em massa" contra "alvos militares em Kyiv e em outras cidades ucranianas".
A capital ucraniana tem sido um alvo frequente nas últimas semanas e os ataques russos atingiram, inclusive, pontes, provocando grandes congestionamentos de circulação.
O presidente da Câmara de Kyiv, Vitaly Klitschko, descreveu na sexta-feira a situação na capital como "extremamente dramática" e disse que Moscovo está "a devastar" a cidade ao atacar sistematicamente as suas infraestruturas e logística.
As autoridades ucranianas temem, sobretudo, a chegada do Inverno, um período crítico no qual a Rússia poderá desferir um duro golpe contra a infraestrutura energética do país, tal como ocorreu em 2025.
Por sua vez, a Ucrânia ataca regularmente refinarias e depósitos de petróleo na Rússia — o que terá ajudado a provocar uma crise de combustível neste verão —, bem como armazéns comerciais, navios de carga e outras infraestruturas.
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Pontevedra, Espanha, 03 out 2026 (Lusa) — A líder da Oposição Democrática na Bielorrússia denunciou hoje que o país está “sob a ocupação velada da Rússia”, alertando que a ditadura “é como um cancro que se espalha”, afetando também a segurança europeia.
“Atualmente, a Bielorrússia encontra-se sob a ocupação velada da Rússia e Lukashenko [presidente da Bielorrússia] transformou o nosso país numa plataforma de lançamento para a guerra da Rússia. Enquanto isso se mantiver, a Bielorrússia continuará a ser um perigo para os seus vizinhos”, alertou Sviatlana Tsikhanouskaya, numa conferência de imprensa no Fórum La Toja — Vínculo Atlântico, que hoje termina em La Toja, na província de Pontevedra, na Galiza, Espanha...


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