domingo, 27 de setembro de 2026

Número de palestinianos mortos na Faixa de Gaza ultrapassa 74.000... Apesar de um cessar-fogo em vigor desde 10 de outubro do ano passado, os ataques israelitas prosseguem.

Por  SIC Notícias Com Lusa 27/09/2026

O número de palestinianos mortos na Faixa de Gaza, em consequência da ofensiva militar de Israel, que dura há quase três anos, ultrapassou os 74.000, segundo o Ministério da Saúde de Gaza.

Apesar de um cessar-fogo em vigor desde 10 de outubro do ano passado, os ataques israelitas prosseguem, tendo as forças armadas afirmado que constituem respostas a ameaças ou ataques.

De acordo com o último balanço, o cessar-fogo em Gaza continua praticamente num impasse e o número de palestinianos mortos aumentou para 74.016, enquanto os feridos ascendem a 175.068.

O ataque em grande escala do exército israelita à Faixa de Gaza começou em 07 de outubro de 2023, quando militantes liderados pelo Hamas entraram em Israel, matando cerca de 1.200 pessoas, na maioria civis, e fazendo 251 reféns.

Desde o cessar-fogo, 1.145 palestinianos foram mortos

Entretanto, foi acordado um cessar-fogo, mas desde então mais 1.145 palestinianos foram mortos, segundo o Ministério da Saúde, que integra o governo liderado pelo Hamas.

O ministério mantém registos detalhados, que são considerados geralmente fiáveis pelas agências das Nações Unidas e por organizações internacionais.

Os dados não fazem distinção entre civis e combatentes, mas o ministério afirma que mulheres e crianças representam cerca de metade das vítimas mortais.

Entretanto, sete soldados israelitas foram mortos desde a entrada em vigor do cessar-fogo.

Outros aspetos do cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos continuam em grande parte bloqueados: as forças israelitas controlam atualmente mais de metade do território palestiniano, o Hamas não se desarmou, um novo governo palestiniano ainda não tomou posse e a reconstrução ainda não começou.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirma que as forças israelitas não se retirarão enquanto o Hamas não se desarmar.


Leia Também: Oposição centro-africana pede investigação sobre operação russa com IA

Uma plataforma da oposição centro-africana pediu a abertura de uma investigação após revelações da norte-americana Anthropic sobre a utilização da sua IA Claude por um agente russo para produzir conteúdos destinados a desacreditar os opositores.

"Éuma ação criminosa, pois a intenção é causar danos", declarou à AFP Martin Ziguélé, porta-voz do Bloco Republicano de Defesa da Constituição (BRDC), a plataforma de oposição que acusa o grupo paramilitar russo Wagner de tentar "criminalizar" os líderes da oposição para os "silenciar".

Num relatório publicado este mês, a empresa norte-americana de inteligência artificial (IA) Anthropic disse ter identificado e interrompido uma "operação secreta orquestrada pelo Estado russo, destinada a manipular e perturbar o espaço informacional da República Centro-Africana" através de uma estação de rádio local...

Sem comentários:

Enviar um comentário