© Annika Hammerschlag/Bloomberg via Getty Images Por LUSA 22/09/2026
Habitualmente reservadas a ocasiões especiais ou a festas religiosas, tais medidas são excecionais neste país da África Ocidental.
Estes perdões foram concedidos para "melhorar as condições de detenção, reduzir a população prisional e favorecer a reinserção social das pessoas agraciadas", segundo o Ministério da Justiça.
A medida, decidida por decretos assinados na segunda-feira, prevê o perdão total da pena para 921 condenados, bem como para 21 detidos gravemente doentes, 19 menores e um detido com mais de 65 anos.
Dezoito condenados beneficiam, além disso, de uma redução parcial da pena, enquanto a pena de prisão perpétua de quatro condenados foi atenuada.
Em abril do ano passado, 1.121 detidos tinham beneficiado de um indulto por ocasião do dia da independência e do Korité, festa que assinala o fim do mês do Ramadão.
Em junho do mesmo ano, 1.466 pessoas foram agraciadas por ocasião da festa do Aïd el-Kébir, a segunda e maior festa do Islão.
O anúncio de hoje ocorreu, contudo, fora destes períodos especiais tradicionalmente associados a este tipo de medida.

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