segunda-feira, 26 de outubro de 2026

LULA REELEIÇÃO: "Será o melhor mandato que um presidente já fez na história desse país"... Rodeado por milhares de apoiantes na Avenida Paulista, Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a reeleição para um quarto mandato, prometendo o melhor da história do Brasil.

© Juan BARRETO / AFP via Getty Images   Por  LUSA  26/10/2026 

Rodeado por milhares de apoiantes na Avenida Paulista, em São Paulo, Luiz Inácio Lula da Silva celebrou hoje a reeleição para um quarto mandato, prometendo que será o melhor da história do Brasil.

Uma multidão de vermelho, eufórica entre o choro de felicidade e os cânticos em louvor a Lula, concentrou-se na Avenida Paulista e explodiu quando Lula chegou de trio elétrico e cumprimentou os apoiantes com um megafone.

"Essa vitória é para mostrar que as mulheres são parte importante", afirmou o Presidente, beijando a sua mulher, Rosângela Lula da Silva, ou 'Janja' para os brasileiros, para delírio dos apoiantes.

Lula, que se tornou o primeiro brasileiro eleito quatro vezes para o mais alto cargo da nação, agradeceu ao povo e destacou a participação dos jovens, que "se levantaram em defesa da democracia".

"Esse meu quarto mandato será o melhor mandato que um presidente já fez na história desse país", prometeu o líder histórico brasileiro.

O candidato progressista impôs-se ao senador Flávio Bolsonaro com uma vantagem de mais de quatro milhões de votos e foi o primeiro candidato na história democrática do país a chegar ao Palácio do Planalto sem ter sido o mais votado na primeira volta.

Num primeiro discurso de vítória, Lula da Silva, agradeceu ao povo brasileiro e, em particular, aos jovens que foram "para a rua defender a democracia".

"Agradecer à generosidade da juventude brasileira que foi para rua defender a democracia", disse o chefe de Estado brasileiro, numa sala a abarrotar no coração da cidade de São Paulo.

Ao celebrar a mobilização eleitoral, Lula declarou que a votação registou "o menor número de abstenções da história" e "o menor número de votos nulos".

"Quero agradecer às pessoas idosas. Vi muitas cenas de pessoas sendo carregadas pelos seus netos para irem votar. Conseguimos convencê-las de que o voto era muito importante para assegurar o voto no país", destacou.

Num país em que o voto é obrigatório, participação eleitoral atingiu 80,8% de 159 milhões de eleitores registados, a mais alta desde 2006 e dois pontos percentuais acima do registado há três semanas.

A percentagem de abstenção, 19,2%, foi a mais baixa registada numa segunda volta das eleições presidenciais desde as eleições de 2006, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito pela primeira vez frente a Geraldo Alckmin, atual vice-presidente de Lula.

"Hoje minha fala é de agradecimento", afirmou o Presidente no discurso de vitória, em que reservou um elogio a Alckmin, também ele reeleito: "Feliz o Presidente que tem um vice da qualidade, da lisura de comportamento e da lealdade do Alckmin", afirmou.

"Tenho de fazer um agradecimento às pessoas que coordenaram a nossa campanha, aos partidos que participaram. Mas queria agradecer ao povo brasileiro a generosidade que ele tem comigo há muito tempo", disse ainda.


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Os líderes do Congresso brasileiro reconheceram a vitória de Lula nas eleições presidenciais, apesar da contestação de Flávio Bolsonaro.

Os líderes do Congresso brasileiro reconheceram este domingo a vitória eleitoral do Presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, não obstante a contestação do adversário, Flávio Bolsonaro.

Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, ambos de partidos de centro-direita, felicitaram Lula durante uma conferência de imprensa conjunta e defenderam a solidez do processo eleitoral, pouco depois de o candidato derrotado ter afirmado que lhe era "impossível" reconhecer os resultados...

Coreia do Norte acusa Seul de fabricar incidente com minas na fronteira... A Coreia do Norte acusou a Coreia do Sul de ter fabricado um incidente com minas na fronteira, durante uma reunião da ONU, alegando que o país sul-coreano distorceu as circunstâncias da explosão que feriu três soldados em setembro.

© Reuters    Por   LUSA  26/10/2026 

A Coreia do Norte apresentou uma queixa às Nações Unidas acusando a Coreia do Sul de deturpar as circunstâncias de uma explosão de minas que feriu três soldados sul-coreanos em setembro, noticiou hoje a agência estatal KCNA.

Segundo a agência de notícias, uma missiva enviada pelo representante norte-coreano junto da ONU considerou que o incidente foi "fabricado" pela Coreia do Sul, e "não passa de uma sinistra manobra de obstrução para apresentar a fortificação da fronteira sul da Coreia do Norte como uma 'incursão militar', atrasá-la e impedi-la".

As tensões entre as duas Coreias agravaram-se após a explosão de minas ocorrida a 21 de setembro na Zona Desmilitarizada (DMZ, na sua sigla em inglês), que provocou ferimentos em três militares sul-coreanos.

Seul acusou Pyongyang de ter colocado os engenhos explosivos a sul da Linha de Demarcação Militar, a fronteira de facto entre os dois países, e enviou igualmente, na semana passada, uma carta de denúncia ao Conselho de Segurança das Nações Unidas.

A missiva norte-coreana defende ainda as obras na fronteira como uma medida de autodefesa em conformidade com o direito internacional e acusa Seul de violar a Carta das Nações Unidas ao disparar contra soldados norte-coreanos, segundo a KCNA.

A Coreia do Sul tem sustentado, por seu lado, que as suas transmissões e disparos de advertência visam impedir travessias da Linha de Demarcação Militar.

A agência noticiosa sul-coreana Yonhap fotografou no domingo o que aparentam ser peças de artilharia autopropulsadas de 122 milímetros na costa norte-coreana de Gaepung, visíveis a partir de um observatório em Gimpo, a oeste de Seul. Um especialista consultado pela agência classificou como invulgar a presença tão exposta da artilharia norte-coreana junto à fronteira.

A deteção ocorreu apenas um dia depois de o líder norte-coreano, Kim Jong-un, ter apelado ao reforço das forças armadas do país e à sua transformação, "o mais rapidamente possível e em simultâneo", numa força militar de elite, durante uma conferência militar.

Na semana passada, Kim Yo-jong, a influente irmã do líder norte-coreano, ameaçou destacar mais armamento e reativar altifalantes de propaganda na fronteira, enquanto um alto responsável militar advertiu para um contra-ataque "imediato" caso Seul ameace a segurança dos seus soldados.


Leia Também: Coligação liderada por sauditas diz ter abatido míssil lançado por Huthis

A coligação militar liderada pela Arábia Saudita anunciou que abateu um míssil lançado pelos rebeldes huthis contra Riade, em meio a uma escalada de hostilidades no Iémen.

O porta-voz militar da aliança, Turki al Maliki, afirmou na rede social X que as defesas aéreas interceptaram e destruíram um míssil "lançado pela milícia houthi" contra Riade, sem fornecer mais detalhes sobre a operação.

Até ao momento, a coligação - que intervém no Iémen contra os insurgentes e em apoio ao Governo iemenita internacionalmente reconhecido - não informou sobre as consequências da interceção...

domingo, 25 de outubro de 2026

Flávio não reconhece vitória de Lula e diz que pedirá anulação das eleições... Candidato cita possível interferência de Cristiano Zanin, ministro do STF, que prorrogou o horário das eleições para às 19h deste domingo

Por  CNN Brasil 25/10/2026  

Flávio Bolsonaro (PL) disse neste domingo (25) que pedirá anulação das eleições, que reelegeram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

"É impossível reconhecer o resultado das eleições no contexto em que essas coisas aconteceram; vamos pedir anulação dessas eleições", disse o candidato, citando possível interferência de Cristiano Zanin, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).

Flávio Bolsonaro refuses to acknowledge results and calls for election annulment      SBT News

"Às 17h01, o ministro Zanin, que não faz parte do Tribunal Superior Eleitoral, atropelando a Justiça especializada, toma uma decisão prorrogando por duas horas as eleições, isso nunca tinha acontecido na história do Brasil. Houve uma quebra total de isonomia entre os brasileiros de diversas cidades e diferentes estados", disse Flávio.

Segundo ele, a campanha já acionou o setor jurídico. "A gente não está aqui para brincadeira. Não vou aceitar que a regra do jogo tenha sido mudada em cima do jogo, pelos amigos do Lula no Supremo Tribunal Federal", completou.

Lula foi reeleito neste domingo (25) em 2º turno ao superar Flávio. Lula obteve mais de 50% dos votos, segundo divulgação parcial da apuração doTribunal Superior Eleitoral. Foi a primeira vez na história da República que quem saiu atrás no primeiro turno conseguiu virar no segundo.

Problemas de transporte prorrogaram eleição

As declarações ocorreram após relatos de falta de ônibus e longas esperas em cidades como São Paulo e Salvador. A campanha de Luiz Inácio Lula da Silva acionou a Justiça para pedir a ampliação do horário de votação nas localidades afetadas. A Prefeitura de Salvador afirmou que o serviço foi normalizado após interrupções em garagens; a administração paulistana alegou dificuldades operacionais para cumprir a determinação de reforçar a frota.

Diante das dificuldades, o ministro Cristiano Zanin, do STF, determinou a prorrogação da votação das 17h para as 19h, no horário de Brasília. Posteriormente, esclareceu que a extensão deveria ser cumprida apenas nos locais onde as urnas ainda não haviam sido fechadas, sem reabertura das já encerradas. A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) também havia solicitado mais tempo para votar em municípios atingidos por chuvas e bloqueios de vias.


GUINÉ-BISSAU: ‎CÂMARA DO COMÉRCIO DEFENDE COMPETITIVIDADE DOS PRODUTOS NACIONAIS NOS MERCADOS INTERNACIONAIS

Por Rádio Sol Mansi  25-10-2026 

‎O secretário-geral da Câmara do Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços, Mama Saliu Bá, defende que a promoção do consumo de produtos locais deve ser acompanhada de medidas que garantam a sua competitividade nos mercados sub-regional e internacional.

‎O responsável falava este sábado, em Bissau, durante a cerimónia de encerramento das atividades da sétima edição de “Outubro, Mês do Consumo dos Produtos Locais”, realizada no espaço da União Económica e Monetária Oeste-Africana (UEMOA).

‎A iniciativa decorreu sob o lema “Consumir localmente é fator de integração regional e económica do bloco monetário face às mutações do comércio mundial”.

‎Na ocasião, Mama Saliu Bá considerou que a vontade de consumir produtos nacionais, por si só, não é suficiente, sendo necessário criar condições para que esses produtos possam competir nos mercados da sub-região e a nível internacional.

‎O responsável sublinhou, ainda, que não há segurança alimentar e nutricional sustentável sem um desenvolvimento económico duradouro e uma base produtiva nacional forte.

‎Por sua vez, o ministro do Comércio e Indústria, Jaimantino Có, prometeu trabalhar para garantir que os produtores nacionais tenham condições para competir com os seus congéneres dos países membros da UEMOA.

‎Segundo o governante, o Executivo pretende reforçar a colaboração com a Câmara do Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços, com vista à melhoria das condições de trabalho dos produtores nacionais.

‎Jaimantino Có prometeu, igualmente, criar condições para que as próximas edições da iniciativa se transformem numa grande festa de promoção da produção nacional, permitindo aos produtores dos setores da gastronomia, do artesanato e do agroalimentar expor os seus produtos e serviços aos consumidores.

‎A iniciativa “Outubro, Mês do Consumo dos Produtos Locais” visa promover a valorização da produção nacional, incentivar o consumo de produtos locais e reforçar a integração económica no espaço da UEMOA.

Portugal é "um dos últimos países moderados" da Europa em imigração... O secretário de Estado Adjunto da Presidência e da Imigração considerou que Portugal é um dos últimos países moderados Europa no que respeita à imigração, porque defende "um humanismo dos atos" e não um "humanismo de papel".

© ruifret/ Instagram   Por  LUSA   25/10/2026 

O secretário de Estado Adjunto da Presidência e da Imigração considerou que Portugal é um dos últimos países moderados Europa no que respeita à imigração, porque defende "um humanismo dos atos" e não um "humanismo de papel".

"No contexto europeu, Portugal continua a ser um país moderado. Eu diria que mesmo um dos últimos países moderados" em matérias de política migratória, afirmou Rui Armindo Freitas, em entrevista à agência Lusa, por ocasião dos três anos da criação da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA).

Rui Armindo Freitas disse que um "humanismo sem regra absolutamente nenhuma acaba a prejudicar todos", porque "é um humanismo de papel" e não um "humanismo dos atos".

Exemplo dessa moderação é a posição de Lisboa contra a possibilidade de criar centros de retorno fora da Europa, externalizando a receção de imigrantes, disse o governante, considerando que a gestão desses processos deve ser feita em território europeu.

Também no plano internacional, Portugal não pediu a suspensão de Schengen na sequência da crise migratória de Ceuta, ao contrário de outros países europeus, mas isso não significa que as autoridades de Lisboa concordem com a posição do governo espanhol.

"Nós, Estados-membros da União Europeia, temos um espaço comum que é dividido por todos e temos que ter a noção que as políticas nacionais podem impactar seriamente o espaço comum", pelo que "qualquer ação que possa resultar em efeito de chamada num Estado-membro vai pôr em causa uma fronteira que é comum", avisou.

"Eu não ponho em causa a boa vontade e as boas intenções, eu julgo é os resultados e isso foi exatamente o país que nós herdámos", um "país com vários problemas por resolver", disse ainda Rui Armindo Freitas.

"Este governo nunca foi contra a imigração, não é esse o nosso tom e nunca foi", porque "temos noção clara de que um país como o nosso tem de ter imigração", mas "de forma regulada, esclarecida e com regras claras", salientou.

No ano passado, Portugal recusou acolher 420 requerentes de asilo no âmbito do mecanismo europeu de solidariedade, alegando pressão migratória e que os números oficiais estavam desatualizados, mas Rui Armindo Freitas não esclareceu qual será agora a posição em relação a novos processos.

"Se virmos que Portugal já não é um país sob pressão", isso "já vai refletir muito daquilo que foi o trabalho que foi iniciado em 2024", com a regularização de meio milhão de imigrantes que não estavam contabilizados.

"Portugal opôs-se" e "o mecanismo de solidariedade impunha receber pessoas ou ter uma contrapartida financeira", pelo que o processo ainda está em análise por Bruxelas, disse, salientando que decisão de aceitar novos requerentes de asilo "não está tomada neste momento".


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Houve nova carga policial contra os manifestantes que acamparam no Porto e em Lisboa. Onze pessoas ficaram feridas e 31 foram detidas, esta madrugada.

Foram vários os protestos que decorreram no sábado por todo o país, com manifestantes a sair à rua em luta pelo direito à habitação. Já durante a madrugada deste domingo, houve duas cargas policiais contra ocupantes das praças em Lisboa e no Porto...

BRASIL: Mais de 158 milhões nas urnas hoje: Brasil decide entre Lula e Bolsonaro... Mais de 158 milhões de brasileiros são hoje chamados às urnas para escolher o Presidente para os próximos quatro anos, numa luta acirrada entre o atual chefe de Estado, Lula da Silva, e o senador Flávio Bolsonaro.

© Buda Mendes/Getty Images   Por  LUSA  25/10/2026 

Mais de 158 milhões de brasileiros são hoje chamados às urnas para escolher o Presidente para os próximos quatro anos, numa luta acirrada entre o atual chefe de Estado, Lula da Silva, e o senador Flávio Bolsonaro.

Os dois estão tecnicamente empatados nas sondagens, retrato de um país dividido ao meio.

Na primeira volta, em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula da Silva, uma vantagem de 2.224.965 votos.

Desde a introdução do sistema de duas voltas nas presidenciais brasileiras, em 1989, nenhum candidato que terminou a primeira votação em segundo lugar conseguiu vencer a eleição.

Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, de esquerda, e antigo sindicalista, procura a reeleição aos 80 anos e o seu quarto mandato, enquanto o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-Presidente Jair Bolsonaro, do Partido Liberal e apoiado pela direita, tenta devolver o poder ao campo bolsonarista, quatro anos depois da derrota do pai contra o ex-oporário que tenta agora derrotar.

Lula da Silva deverá votar pelas 8 horas locais (12:00 em Lisboa) na Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, em São Bernardo do Campo, no estado de São Paulo. O Presidente acompanhará depois a contagem dos votos no Hotel Renaissance, na capital paulista, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin.

Já Flávio Bolsonaro, 45 anos, deverá votar à mesma hora que o seu oponente, mas numa escola municipal da Tijuca, na zona norte do Rio de Janeiro, berço político da família Bolsonaro, seguindo depois para Brasília, onde acompanhará os resultados eleitorais.

Será entre estas duas personalidades que mais de 158,7 milhões de eleitores são hoje chamados a optar nas 563.910 urnas eletrónicas espalhadas por 5.571 cidades do país, além de 186 cidades no estrangeiro, como Lisboa, Porto e Faro.


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Israel vai impor um bloqueio à Cisjordânia no dia das eleições legislativas, terça-feira, disse hoje o exército israelita, que iniciou uma operação no território ocupado, forçando quase 2.200 palestinianos a sair de Hebron.

Israel vai impor um bloqueio à Cisjordânia no dia das eleições legislativas, terça-feira, disse hoje o exército israelita, que iniciou uma operação no território ocupado, forçando quase 2.200 palestinianos a sair de Hebron.

Num comunicado, o exército informou que "a esfera política aprovou a proibição de entrada e saída de trabalhadores palestinianos em toda a Judeia e Samaria [nome israelita para a Cisjordânia] e no Vale do Jordão, incluindo zonas industriais, bem como o encerramento de todos os postos de controlo terrestres durante todo o dia das eleições", na terça-fe...

sábado, 24 de outubro de 2026

Elon Musk afirma ter bloqueado uso da Starlink em ataques ucranianos... Empresário diz que corrigiu brecha na rede de satélites; restrições de velocidade que afetavam operações militares foram retiradas, segundo autoridades da Ucrânia.

Imagem: Reprodução/Gettyimages.ru / Scott Peterson/ Via RT  Por  portalviu.com.br  24/10/2026 

A dependência da Ucrânia de uma rede privada de satélites voltou a gerar tensão no conflito com a Rússia. Elon Musk, proprietário da SpaceX, afirmou que corrigiu uma brecha que permitia o uso da conexão Starlink em operações ofensivas com drones, alegando que militares ucranianos utilizavam o serviço em desacordo com as regras da plataforma.

Em declarações publicadas na rede social X, o empresário disse que a conexão havia sido usada em ataques destinados a matar pessoas. Musk afirmou que a falha foi corrigida na semana anterior, mas não apresentou detalhes técnicos que permitam verificar de forma independente a acusação.

O episódio ocorre após restrições de velocidade na rede terem prejudicado operações militares ucranianas. Neste sábado (24), o Ministério da Defesa da Ucrânia informou que o funcionamento da Starlink e da Starshield havia sido restabelecido, com conexões estáveis mesmo em equipamentos que se deslocam a mais de 400 km/h.

Musk destaca importância estratégica da rede

Apesar de defender as limitações para determinados usos militares, Musk reconheceu a importância da Starlink para as comunicações ucranianas. A rede é utilizada para conectar unidades militares, apoiar a logística e viabilizar operações com diferentes tipos de drones.

O empresário também destacou a resistência do sistema a interferências e danos à infraestrutura de comunicação. Desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022, a tecnologia se tornou um recurso importante para manter a conectividade em áreas afetadas pelos combates.

Musk argumenta que a Starlink, por ser um serviço comercial, não deve ser utilizada em operações ofensivas. Já a Starshield, outra tecnologia da SpaceX voltada a aplicações governamentais e militares, possui condições de operação distintas e é controlada pelo governo dos Estados Unidos.

A diferença entre os dois serviços é relevante para entender a controvérsia, já que as restrições recentes atingiram equipamentos utilizados em operações militares e levantaram dúvidas sobre quem tinha autoridade para determinar as limitações.

Restrições afetaram operações com drones

As limitações de velocidade começaram a provocar problemas relatados por autoridades ucranianas em outubro. Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, a redução afetou drones que dependem da conexão por satélite, dificultando missões e causando interrupções na comunicação.

Em alguns casos, os equipamentos perdiam a conexão quando ultrapassavam aproximadamente 160 km/h. A restrição prejudicava tanto operações ofensivas quanto atividades defensivas, incluindo o uso de drones para interceptar aparelhos russos.

A situação gerou preocupação em Kiev, que depende da rede para manter comunicações e coordenar ações na linha de frente. Autoridades ucranianas também questionaram a falta de aviso prévio sobre as limitações.

Estados Unidos e SpaceX divergiram sobre responsabilidades

A origem das restrições também provocou declarações distintas de autoridades norte-americanas. Musk afirmou que as decisões sobre os limites de uso da Starshield cabem ao governo dos Estados Unidos, enquanto a Starlink comercial é controlada pela SpaceX.

O presidente Donald Trump declarou anteriormente que o acesso havia sido restabelecido, mas autoridades ucranianas ainda relatavam problemas na sexta-feira (23). Naquele momento, não havia confirmação de que todas as limitações tivessem sido retiradas.

Neste sábado, porém, o Ministério da Defesa ucraniano informou que seus sistemas de monitoramento registraram a recuperação das velocidades de conexão. O presidente Volodymyr Zelensky também confirmou a retomada do funcionamento nos níveis anteriores e agradeceu aos representantes norte-americanos e parceiros que ajudaram a resolver a situação.

Dependência tecnológica amplia debate sobre a guerra

O episódio expõe o impacto que decisões de empresas privadas podem ter em conflitos armados. Como a Starlink é uma infraestrutura comercial essencial para diferentes atividades militares ucranianas, mudanças nas condições de acesso podem afetar diretamente as operações no campo de batalha.

Ao mesmo tempo, a discussão levanta questões sobre os limites de uso de tecnologias civis em ações militares e sobre a responsabilidade das empresas que fornecem serviços de comunicação em zonas de guerra.

Embora a retomada das velocidades tenha sido anunciada pelas autoridades ucranianas neste sábado, as declarações de Musk sobre o uso da rede em ataques ofensivos continuam sendo alegações do empresário. A controvérsia também evidencia a dificuldade de separar os aspectos comerciais, militares e diplomáticos envolvidos na utilização de sistemas privados durante a guerra entre Rússia e Ucrânia.

*Da Agência Fonte Exclusiva

Ucrânia ataca centro logístico da Ozon em Omsk, diz governador... A Ucrânia atacou com drones um centro de distribuição da Ozon, na cidade siberiana de Omsk, indicou o governador local, Vitaly Khotsenko, nas redes sociais.

© Andrey Rudakov/Bloomberg via Getty Images    Por LUSA   24/10/2026 

A Ucrânia atacou com drones um centro de distribuição da gigante russa de comércio eletrónico Ozon, na cidade siberiana de Omsk, indicou o governador local, Vitaly Khotsenko, nas redes sociais.

A Ozon confirmou que se tratava de uma das suas instalações.

"Retirámos rapidamente todos os funcionários… Um incêndio deflagrou e os serviços de emergência estão a trabalhar no local", disse a empresa em comunicado.

Segundo a Ozon, alguns pedidos serão cancelados e outros serão entregues a partir de outras instalações.

Desde o final de agosto, vários centros de distribuição da Ozon em diferentes regiões da Rússia foram danificadas por ataques de drones, tendo a empresa referido incêndios em instalações nas regiões de Samara e Orenburg, bem como nas cidades de Krasnodar e Makhachkala, no sul do país, indicou a agência noticiosa espanhola EFE.

Segundo outras autoridades locais russas, as defesas antiaéreas do país abateram na noite de sexta-feira para hoje 616 drones ucranianos em cerca de 20 regiões, num "ataque maciço" que provocou também cortes de água e eletricidade na Crimeia.

Referiram ainda que a queda de destroços de drones provocou incêndios e causou vários feridos.

Do lado ucraniano, a Força Aérea anunciou que a Rússia lançou pelo menos 126 drones contra a Ucrânia durante a mesma noite, dos quais 101 foram abatidos.

Duas pessoas ficaram feridas em Kyiv, segundo os serviços de emergência.


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Nove pessoas foram detidas e mais de 370 ficaram retidas pelas autoridades em Itália, em manifestações em várias cidades do país.

Nove pessoas foram hoje detidas e mais de 370 ficaram retidas pelas autoridades em Itália, na sequência de manifestações realizadas em várias cidades do país.

Em comunicado citado pela Agência France-Presse, fonte oficial da polícia revelou que entre das 371 pessoas levadas para as esquadras 110 eram menores de idade...

Jovens em Barcelona causam caos em protesto com danos materiais... Dezenas de jovens manifestaram-se hoje no centro de Barcelona, em Espanha, num protesto em que houve confrontos com a polícia, lojas destruídas e contentores incendiados, segundo a agência EFE. O movimento "Institut Indignats" organizou o evento, que resultou em danos materiais e detenções.

© Lusa   24/10/2026 

Dezenas de jovens manifestaram-se hoje no centro de Barcelona, em Espanha, num protesto em que houve confronto com a polícia, lojas destruídas e contentores incendiados, noticiou a agência noticiosa EFE.

O protesto foi convocado nas redes sociais pelo movimento "Institut Indignats", semelhante ao que mobilizou o protesto estudantil em França, e reuniu dezenas de jovens que provocaram distúrbios nas ruas e causaram estragos em edifícios.

Segundo fontes da polícia catalã, os distúrbios, em particular junto à Praça da Catalunha, levaram a uma intervenção dos Mossos d'Esquadra para dispersar os manifestantes, que lhes arremessaram pedras e outros objetos, tendo vários sido detidos.

A agência noticiosa Efe escreveu que grupos isolados de manifestantes, com o rosto tapado, tentaram saquear lojas, partiram algumas montras, ao mesmo tempo que incendiaram toldos de esplanadas.

Numa zona de grande movimento e de afluência turística, e a poucos metros de uma acampada pelo direito à habitação, instalada na Praça da Catalunha, os Mossos d'Esquadra chegaram a apelar para que as pessoas não se aproximassem do local.


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A Acampada de Lisboa estimou hoje a participação de 25 mil pessoas na manifestação pelo direito à habitação, que começou no Marquês de Pombal e terminou no Rossio, com o local ainda repleto de gente às 19h30.

AAcampada de Lisboa estimou hoje a participação de 25 mil pessoas na manifestação pelo direito à habitação, que começou no Marquês de Pombal e terminou no Rossio, que pelas 19h30 ainda se mantinha repleto de gente.

"Se calhar estão aqui 25 mil egoístas", apontou João Veloso, um dos porta-vozes da Acampada de Lisboa, numa alusão a declarações do primeiro-ministro, Luís Montenegro (PSD)...


FRANÇA: Mais de cem mil pessoas manifestam-se em Paris. Veja as imagens... Mais de 110.000 pessoas manifestaram-se em Paris hoje, segundo a polícia, que indicou que a situação permanece calma. A manifestação, que começou na Porta de Itália e terminou em Porte de Vincennes, contou com a intervenção de mais de 3.000 pessoas e 65 detenções.

© REUTERS  Por  LUSA   24/10/2026                                   Veja as imagens... 

Mais de cem mil pessoas manifestam-se hoje em Paris para exigir poder de compra e defender os serviços públicos, avançou a polícia, indicando que "a situação permanece calma em toda a área metropolitana".

A manifestação, que começou na Porta de Itália cerca das 14h00 locais (13h00 em Lisboa) e chegou a Porte de Vincennes às 17h00, concentra um total de 110.000 pessoas, precisa a Prefeitura da Polícia de Paris.

Entretanto e no final da manifestação, registaram-se confrontos entre a polícia e os manifestantes, tendo sido lançado gás lacrimogéneo e utilizado canhões de água.

Durante o percurso, foram controladas pela polícia mais de 3.000 pessoas e detidas 65, segundo a fonte policial, citada pela agência France Presse.

No passado sábado também se manifestaram nas ruas de Paris mais de cem mil pessoas.

O ministro do Interior francês deu conta de que participaram hoje nas manifestações realizadas em várias cidades do país 410.000 pessoas.

Já os sindicatos estimam que as manifestações mobilizaram cerca de 800.000 pessoas em toda França, das quais 250.000 em Paris.

O segundo sábado consecutivo de manifestações contra o aumento do custo de vida, pelas reivindicações estudantis e dos "coletes amarelos" levou o Governo a reforçar o dispositivo de segurança de forma "significativa", segundo o ministro do Interior.


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Cerca de 25.000 pessoas de toda a Espanha, segundo dados da Delegação do Governo em Madrid, manifestaram-se hoje na capital espanhola para defender o sistema público de pensões e rejeitar qualquer tentativa de privatização, em plena pré-campanha eleitoral...

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Detetada ameaça do Estado Islâmico em protestos europeus, incluindo Portugal... O Ministério do Interior de Espanha detetou um site afiliado ao Estado Islâmico que incita a ataques terroristas durante protestos na Europa, incluindo Portugal. O alerta da cibersegurança espanhola avisa para apelos ao uso de explosivos, facas e veículos contra polícias e manifestantes.

© Getty Images   Por noticiasaominuto.com   23/10/2026 

O Ministério do Interior de Espanha detetou um site afiliado ao Estado Islâmico com mensagens a apelar à realização de atentados terroristas contra polícias e manifestantes durante os protestos que estão a decorrer em vários países europeus, incluindo Portugal.

Segundo avançou o jornal espanhol El País, o alerta consta de um documento interno do Gabinete de Coordenação da Cibersegurança (OCC, na sigla em espanhol). 

No site, os utilizadores sugerem que os jihadistas aproveitem as concentrações de multidões e os confrontos nas ruas para realizar ataques com explosivos, facas ou veículos contra manifestantes e agentes da autoridade. Entre os países visados estão Espanha, França, Itália e Portugal.

[Notícia em atualização]...

Guiné-Bissau: Juventude do PRS ligadas a Fernando Dias da Costa e Félix Nandungue,.declara fim da divisão e exige Congresso Conjunto

Radio TV Bantaba

GUINÉ-BISSAU: NOTÍCIAS NA HORA/ Presidente da República General de Exército Horta-Inta-a conferiu posse hoje ao novo Procurador-Geral da República, Mário Ialá , numa cerimónia que decorreu no Palácio da República.

Por TGB Televisão da Guiné-Bissau

França mobiliza 70 mil polícias perante ameaças de atos de vandalismo no sábado... Haverá igualmente mais agentes da polícia judiciária e administrativa a trabalhar no tratamento das detenções, além de helicópteros em Paris e veículos blindados do tipo Centauro destacados por todo o país

Terrorismo em França (Matthieu Alexandre/AP)   Por  cnnportugal.iol.pt/Agencia EFE,   23/10/2026

Haverá igualmente mais agentes da polícia judiciária e administrativa a trabalhar no tratamento das detenções, além de helicópteros em Paris e veículos blindados do tipo Centauro destacados por todo o país

O ministro francês do Interior, Laurent Nuñez, anunciou esta sexta-feira o destacamento de 70 mil polícias e gendarmes em todo o país, perante a convocação de novos protestos e a deteção de apelos nas redes sociais à prática de saques e atos de vandalismo.

"Seremos implacáveis com os saqueadores e os desordeiros. As instruções que dei são para que se atue com a máxima firmeza", afirmou Nuñez numa conferência de imprensa, numa mensagem de advertência a quem procure provocar cenas de caos como as registadas no passado fim de semana, quando se estima que cerca de 3.000 estabelecimentos comerciais tenham sofrido danos.

Em concreto, indicou que, para além das convocatórias de manifestações promovidas por vários sindicatos, organizações estudantis e diferentes forças políticas, foram também identificados "numerosos apelos" nas redes sociais, provenientes da "extrema-esquerda radical", à prática de "atos de violência".

"Além disso, voltam a surgir numerosos apelos que dão conta de saques e que, evidentemente, são mensagens difundidas pelos desordeiros", acrescentou o ministro.

Tendo em conta o precedente do passado sábado, quando os atos de violência associados aos protestos sociais ultrapassaram a capacidade do dispositivo de segurança, Nuñez justificou a decisão — anunciada na quinta-feira pelo presidente francês, Emmanuel Macron — de restringir o número de manifestações autorizadas e permitir a sua realização apenas fora dos centros urbanos das cidades.

O ministro indicou também que caberá aos prefeitos, representantes do Governo, decidir caso a caso quais as marchas e concentrações autorizadas, em função do risco de graves perturbações da ordem pública.

"Permitir a realização de uma manifestação num local com muitos estabelecimentos comerciais, tendo em conta o que aconteceu na semana passada, é algo que, para muitos prefeitos, e com razão, não é possível", afirmou, embora o sindicato da magistratura e uma associação de defesa das liberdades constitucionais tenham contestado estas orientações junto do Conselho Constitucional na quinta-feira.

Quanto aos detalhes do dispositivo de 70 mil polícias e gendarmes, Nuñez precisou que serão mobilizadas unidades de vários tipos, incluindo forças especializadas e de elite, bem como outros efetivos que normalmente não são destacados para este tipo de missões, embora estes últimos não participem diretamente no restabelecimento da ordem pública.

Haverá igualmente mais agentes da polícia judiciária e administrativa a trabalhar no tratamento das detenções, além de helicópteros em Paris e veículos blindados do tipo Centauro destacados por todo o país.

"O que aconteceu a 17 de outubro é totalmente inaceitável e, por isso, faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para impedir esses saques, essas agressões e esses ataques a edifícios públicos."

Tráfego de Internet triplica em Cabo Verde graças à rede Starlink... A quota de tráfego de Internet via satélite através da rede Starlink triplicou no segundo trimestre deste ano em Cabo Verde, segundo a ARME. A operadora representava 6% do tráfego pouco depois de se estrear no arquipélago, no segundo trimestre de 2025, e cresceu para 18% entre abril e junho deste ano.

© Lusa   23/10/2026 

A quota de tráfego de Internet via satélite através da rede Starlink triplicou no segundo trimestre deste ano em Cabo Verde, em termos homólogos, de acordo com os últimos dados da Autoridade Reguladora Multissectorial da Economia (ARME).

A operadora representava 6% do tráfego de Internet pouco depois de se estrear no arquipélago, no segundo trimestre de 2025, e cresceu para 18% entre abril e junho deste ano.

No mesmo período, a quota de tráfego da operadora estatal Cabo Verde Telecom recuou de 89% para 78% e a da operadora Unitel desceu de 6% para 4%.

CV Telecom e Unitel são as duas marcas com redes de telemóvel e oferta de fibra com televisão por assinatura no país.

O tráfego representa o volume de informação que circula na Internet, tanto em sentido ascendente ('upload'), quando alguém envia uma mensagem ou partilha um ficheiro através de uma pasta virtual, por exemplo, como em sentido descendente ('download'), ao puxar anexos, consultar páginas, jogar ou ver filmes (que geram mais tráfego).

A rede de satélites Starlink representa agora quase um quinto do tráfego de Internet no país, apesar de ainda não chegar a um 1% das assinaturas de acesso à Internet.

A tecnologia mais usada pelos cabo-verdianos para consultar informação são os telemóveis, fazendo com que CV Telecom tenha 73% de assinaturas de acesso à Internet e a Unitel tenha 27%, refletindo a tendência no mercado dos cartões SIM (cartões com número de telemóvel).

Os números sugerem que, em média, circula muito mais informação por cada assinatura da rede satélite do que por outras formas de ligação à Internet em Cabo Verde.

As estatísticas da ARME são feitas a partir de um questionário unificado enviado aos operadores.


Leia Também: Ucrânia afirma que restrições continuam no sistema Starshield

A Ucrânia afirmou hoje que as restrições ainda afetam o sistema de comunicação militar por satélite Starshield, apesar do anúncio do Presidente norte-americano, Donald Trump, de que a empresa tinha restabelecido o acesso às forças ucranianas.

A Ucrânia afirmou hoje que as restrições ainda afetam o sistema de comunicação militar por satélite Starshield, apesar do anúncio do Presidente norte-americano, Donald Trump, de que a empresa tinha restabelecido o acesso às forças ucranianas.

O sistema Starshield da companhia norte-americana Starlink é propriedade de Elon Musk, magnata que integrou a administração Trump, no início deste segundo mandato na Casa Branca.

"Ainda hoje de manhã continuam a ser notados casos de perda de sinal. Para já, não há confirmação de que as restrições tenham sido levantadas", garantiu uma fonte do Ministério da Defesa da Ucrânia aos jornalistas, em Kiev...

Ucrânia ataca centro de dados do Serviço Federal de Impostos da Rússia... Â instalação atacada é "um dos dois centros principais de processamento de dados do SFI da Rússia (...). É nele que são armazenados e processados registos estatais, incluindo bases de dados fiscais".

Militar ucraniano prepara um drone de reconhecimento e ataque para um voo junto à linha da frente, na região de Donetsk.STRINGER   Por  SIC Notícias/Lusa   23/10/2026

A Ucrânia atacou durante a noite um centro de processamento de dados do Serviço Federal de Impostos (SFI) em Gorodets, na região de Nizhny Novgorod, a 400 quilómetros a leste de Moscovo, divulgou esta sexta-feira o portal ucraniano Exilenova+.

De acordo com o meio de comunicação, a instalação atacada é "um dos dois centros principais de processamento de dados do SFI da Rússia (...). É nele que são armazenados e processados registos estatais, incluindo bases de dados fiscais".

"O ataque a este centro poderá afetar potencialmente o funcionamento dos sistemas de informação estatais da Rússia", indicou o Exilenova+.

O ataque não foi oficialmente confirmado pelas autoridades russas, que se limitaram a informar sobre o abate de drones na localidade e interrupções nos serviços do aeroporto de Nizhny Novgorod.

O presidente da Câmara de Moscovo, Sergei Sobyanin, declarou na rede social Max que, durante a noite, as Forças Armadas ucranianas lançaram 155 drones contra a região da capital. Cinco foram neutralizados nas imediações da cidade.

Já o governador de Voronezh, Alexander Gusev, anunciou o abate de 33 drones sobre a capital regional e 10 distritos. Nem as autoridades russas, nem os meios de comunicação independentes reportaram danos em infraestruturas críticas durante a noite passada.

Segundo o Ministério da Defesa russo, nas últimas 12 horas, as defesas antiaéreas "intercetaram e destruíram 433 drones ucranianos de asa fixa" sobre 20 regiões russas, a península da Crimeia e os mares Negro e de Azov.

Rússia atacou Ucrânia durante a madrugada

Já na Ucrânia, as forças russas atacaram instalações energéticas e edifícios residenciais na região de Jitomir, a oeste de Kiev, durante a madrugada, sem registo de mortos ou feridos, declarou o chefe da administração militar, Vitali Bunechko, através da rede social Facebook.

Às primeiras horas da manhã, mais de 900 localidades estavam sem eletricidade. Seis habitações sofreram danos. As infraestruturas críticas da região estão a utilizar fontes de energia de reserva.


Leia Também:  "Historicamente, trata-se de território da Rússia": Putin rejeita abdicar dos territórios ocupados na Ucrânia

As declarações do líder russo surgem depois de Volodymyr Zelensky ter reiterado a rejeição à cedência legal de territórios à Rússia e de ter proposto para "congelar" a atual linha da frente no Donbass.

Apesar de a Rússia afirmar estar pronta para retomar negociações tripartidas com a Ucrânia e Estados Unidos, com vista a um acordo de paz definitivo, Vladimir Putin garante que a Rússia não está disposta a abdicar dos territórios na Ucrânia, defendendo que estes pertencem historicamente a Moscovo...

Israel decreta "bloqueio total" à Cisjordânia após ataque armado... O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ordenou hoje o que designou "bloqueio total" da Cisjordânia ocupada após um ataque armado que fez cinco feridos, a poucos dias das eleições legislativas de 27 de outubro em Israel.

© Mamoun Wazwaz/Anadolu via Getty Images   Por  LUSA  23/10/2026 

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ordenou hoje o que designou "bloqueio total" da Cisjordânia ocupada após um ataque armado que fez cinco feridos, a poucos dias das eleições legislativas de 27 de outubro em Israel.

Foi evitado um "ataque de grande escala", disse o primeiro-ministro através de um comunicado governamental, informando que ordenou o bloqueio imediato da cidade de Hebron — nas proximidades da qual ocorreu o ataque — bem como um "bloqueio total" da Cisjordânia ao longo de todo o dia.

Na mesma altura, o ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, defendeu o "desmantelamento" da Autoridade Palestiniana, em resposta ao ataque na Cisjordânia ocupada que fez vários feridos.

"Não devemos esperar que um 07 de Outubro aconteça (na Cisjordânia). É lá que vai eclodir a próxima guerra", declarou o ministro de extrema-direita em comunicado, referindo-se ao ataque de 2023 do movimento islamita palestiniano Hamas contra o território de Israel.

"A Autoridade Palestiniana deve ser desmantelada e desmilitarizada", acrescentou Ben-Gvir.

O exército israelita anunciou hoje ter matado dois cidadãos palestinianos após um ataque com uma arma automática no sul da Cisjordânia ocupada, que fez cinco feridos, segundo as equipas de socorro de Israel.

"Após um ataque a tiro na Judeia [Cisjordânia], os soldados eliminaram os dois terroristas", afirmou o exército israelita em comunicado.

Desde o ataque do Hamas contra Israel, a 07 de outubro de 2023 e que desencadeou a guerra em Gaza, a violência agravou-se na Cisjordânia, território ocupado por Israel desde 1967.

Pelo menos 1.113 palestinianos foram mortos na região desde outubro de 2023, a maioria por soldados israelitas, segundo o balanço elaborado pela agência France-Presse (AFP) baseado em dados do Ministério da Saúde palestiniano.

As Nações Unidas registaram que 37 pessoas foram mortas por colonos israelitas.

Segundo os números divulgados por Israel, pelo menos 49 cidadãos israelitas foram mortos no mesmo período, a maioria em ataques levados a cabo por palestinianos, mas também durante operações militares.


Trump chamou "doente" a (outro) jornalista e proibiu-o de entrar em avião... Donald Trump vetou esta quinta-feira o acesso ao avião presidencial do jornalista do The Independent Andrew Feinberg, com quem se confrontou na terça-feira durante uma conferência de imprensa na Casa Branca.

© Anna Moneymaker/Getty Images   Por  LUSA   23/10/2026 

Donald Trump vetou esta quinta-feira o acesso ao avião presidencial do jornalista do The Independent Andrew Feinberg, com quem se confrontou na terça-feira durante uma conferência de imprensa na Casa Branca.

Feinberg integrava a 'pool', um grupo rotativo de jornalistas que acompanham Trump, para cobrir a sua viagem a um comício no Estado de Iowa, mas a Casa Branca retirou-o da lista.

A Associação de Correspondentes da Casa Branca, que junta os jornalistas que cobrem Trump, condenou em comunicado "a decisão de restringir a cobertura jornalística simplesmente porque não gostaram das perguntas do jornalista".

O veto ocorre depois de Trump ter mandado Feinberg calar-se durante o confronto na Sala Oval, tê-lo avisado que mais lhe valia "ter cuidado" e perguntado se era "doente".

Nas últimas semanas, à medida que se aproximam as eleições de 03 de novembro, Trump intensificou a sua ofensiva contra os meios e o confronto com jornalistas que lhe fazem perguntas.

Em setembro, tentou vetar o acesso à Casa Branca aos jornalistas de CNN, MS Now e Politico, a quem acuso de difundir "noticias falsas" sobre o seu governo, mas um juiz suspendeu a proibição.

Na quarta-feira, Trump voltou a insultar jornalistas, ao chamar "tonta" a uma repórter da CNN e "estúpida" a outra da ABC News, que Kher perguntavam sobre a libertação de um norte-americano pela Federação Russa.


Leia Também: Filho de Bush e ex-dirigente republicano do Texas apoiam democrata

O candidato democrata ao Senado no Texas, James Talarico, obteve o apoio nas eleições intercalares de novembro de um membro da família dos ex-presidentes Bush e de um ex-diretor executivo do Partido Republicano no estado.

Ocandidato democrata ao Senado no Texas, James Talarico, obteve o apoio nas eleições intercalares de novembro de um membro da família dos ex-presidentes Bush e de um ex-diretor executivo do Partido Republicano no estado.

Neil Bush, filho do ex-presidente George H.W. Bush (1989-1993) e irmão do também ex-presidente George W. Bush (2001-2009), juntamente com Wayne Thorburn, ex-diretor executivo do Partido Republicano do Texas, declararam publicamente esta semana que Talarico — seminarista presbiteriano e ex-professor — possui os valores adequados para representar o Texas no Senado...

Espanha. Responsável máximo da luta contra a droga detido por... tráfico... O subtenente da Guardia Civil de Segovia, Miguel Ángel Barbero, foi detido por envolvimento em tráfico de drogas, após ser suspeito de atuar como intermediário entre narcotraficantes.

© Juan Moreno/Europa Press via Getty Images   Por noticiasaominuto.com  23/10/2026 

O subtenente da Guardia Civil Miguel Ángel Barbero, o responsável máximo da luta contra o tráfico de droga na região de Segovia, em Espanha, foi detido em setembro, por ser suspeito de... tráfico de droga.

O homem foi descoberto na sequência de uma conversa telefónica com um amigo, em que o questiona se havia necessidade em este andar num carro de alta cilindrada e se não podia ser mais discreto. A questão, que poderia ser apenas uma conversa normal entre amigos, viria a suscitar o interesse das autoridades que viriam a concluir aquilo que já se suspeitava: este amigo era narcotraficante e contava com a ajuda do militar da Guardia Civil para o seu negócio.

Segundo a investigação das autoridades, que conta com mais de 600 ficheiros que incluem fotografias e conversas gravadas. Miguel Barbero atuava como intermediário entre um narcotraficante que conseguia cocaína em Madrid para vender em Segovia.

A investigação concluiu que o militar interveio "de forma discreta em distintas fases das  operações da compra venda de substâncias estupefacientes" e que usou veículos oficiais mas descaracterizados e a sua função na Guardia Civil para justificar os seus encontros com os criminosos que estavam a ser investigados.

A sua técnica passava por usar outros nomes para se referir a droga que passassem despercebidos. Um dos seus fornecedores, por exemplo, era dono de um negócio de presuntos e usavam precisamente esse termo para se referirem ao produto estupefaciente sem que ninguém desconfiasse.

Foi, porém, uma conversa sobre carros que o viria a denunciar. O homem ter-se-á chateado com um traficante que comprara um Porsche Panamera, no valor de 100 mil euros.

"Passa despercebido, cabrão!", disse-lhe irritado Miguel Ángel Barbero, tendo desencadeado a investigação que acabaria com a sua detenção.

A investigação aponta ainda para que Barbero possa ter utilizado o seu acesso às bases de dados da Guardia Civil para tentar proteger os membros da rede criminosa.

O subtenente permanece detido e está acusado de tráfico de drogas, suborno, obtenção e divulgação de segredos e pertença a um grupo criminoso,


DONALD TRUMP diz ter "direito" a recandidatura porque lhe "roubaram" vitória... O líder dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou que "tem o direito" de se recandidatar às presidenciais porque, segundo disse, houve "batota" nas eleições de 2020, nas quais foi derrotado pelo democrata Joe Biden.

© Lusa   23/10/2026 

O líder dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou que "tem o direito" de se recandidatar às presidenciais porque, segundo disse, houve "batota" nas eleições de 2020, nas quais foi derrotado pelo democrata Joe Biden.

"Roubaram-nos a segunda; na verdade, ganhei três vezes, por isso acho que tenho o direito de me recandidatar", disse Trump na quinta-feira, durante um comício no Iowa (centro), referindo-se às eleições de 2020, ganhas por Biden.

O republicano brincou, por diversas vezes, com a possibilidade de procurar um terceiro mandato, embora a 22ª Emenda à Constituição proíba que a mesma pessoa seja eleita presidente mais do que duas vezes.

Trump venceu as eleições de 2016 e 2024, mas perdeu a de 2020, sendo derrotado por Biden.

Desde essa derrota, Trump tem sustentado repetidamente que houve fraude eleitoral, apesar de os processos judiciais não terem conseguido provar irregularidades generalizadas que alterassem o resultado.

Em julho, Trump voltou a questionar a legitimidade das eleições de 2020 durante um discurso televisivo, no qual apresentou documentos desclassificados que, segundo ele, revelavam vulnerabilidades no sistema eleitoral e interferências estrangeiras.

No entanto, análises a estes documentos feitas por órgãos como o FactCheck.org concluíram que não traziam provas de fraude generalizada, nem de que tivessem sido manipulados votos para alterar o resultado do escrutínio.

O responsável intensificou as ações de campanha nas semanas que antecedem as eleições legislativas de 03 de novembro, nas quais os republicanos procuram manter o controlo do parlamento norte-americano, o Congresso.

Depois de comícios na Carolina do Norte (sudeste) e no Iowa, Trump tem previstos novos atos na Florida, na Geórgia (sudeste), no Michigan (centro-norte) e no Texas (sul) para mobilizar o voto republicano e apoiar os candidatos do seu partido.


Leia Também: EUA deportaram quase um milhão de pessoas no 2.º mandato de Trump

O governo norte-americano deportou quase um milhão de pessoas desde o início do segundo mandato de Donald Trump, de acordo com um relatório do Migration Policy Institute (MPI) hoje divulgado.

Ogoverno norte-americano deportou quase 1 milhão de pessoas desde o início do segundo mandato de Donald Trump, de acordo com um relatório do Migration Policy Institute (MPI) hoje divulgado.

O documento analisa as consequências da política de "mão dura" contra a imigração e conclui que entre 20 de janeiro de 2025 — dia em que Trump assumiu a presidência — e 31 de julho de 2026, o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) e o Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) realizaram, em conjunto, cerca de 980 mil deportações...