sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Caminhar de manhã ou à tarde? O melhor para controlar açúcar no sangue... Quando falamos em caminhadas, será que é melhor fazê-lo de manhã ou à tarde se o objetivo passa por controlar o açúcar no sangue? Uma médica revela o que está em causa e o que pode trazer mais benefícios.

© Shutterstock   Por  noticiasaominuto.com  23/10/2026 

Caminhada é aquele exercício básico que facilmente todos adotam. Basta sair de casa com roupa e calçado mais confortável para praticar uns minutos de exercícios. Contudo, se o objetivo é controlar melhor o açúcar no sangue, o ideal é caminhar de manhã ou à tarde? Uma médica explica tudo.

Amelia MacIntyre é médica de família e ao website Very Well Health revelou qual a caminhada que traz mais benefícios ao seu organismo. A diferença pode estar em alguns problemas que possa ter.

Em relação às caminhadas matinais, Amelia MacIntyre aponta que “exercícios físicos, como caminhadas, pela manhã podem ajudar a controlar a glicemia matinal”. “Para algumas pessoas, as caminhadas matinais encaixam-se melhor na rotina diária do que as caminhadas noturnas, quando pode haver mais atividades. O exercício matinal também tem sido associado a uma maior adesão à atividade física.”

Por outro lado, praticar este tipo de exercício tem também as suas vantagens à tarde ou até à noite. “Fazer uma caminhada noturna após o jantar pode ajudar a reduzir os picos de açúcar após as refeições”, continua a especialista.

“Como muitas pessoas fazem as suas refeições maiores e mais ricas em carboidratos  ao jantar, uma caminhada à noite pode ser uma boa opção se optar por por fazer exercício depois de uma das refeições do dia.”

Mas afinal, qual é a melhor caminhada?

Desta forma, a especialista aponta que é preciso ter em conta algumas considerações antes de escolher o melhor horário para caminhar. “Caminhadas matinais podem ser benéficas se tiver níveis elevados de açúcar no sangue ao acordar. Contudo, caminhadas noturnas e à tarde podem ajudar a reduzir os picos de glicose após o jantar. A escolha pode depender da sua rotina, medicamentos e padrões de glicemia.”

Dicas para melhorar a caminhada e fortalecer a saúde cardiovascular

O 'website' Health falou com vários especialistas em fitness para perceber como pode melhorar a sua caminhada e conseguir melhorar a sua saúde. Veja como é simples.

1- Aumente o ritmo

"Quando acelera o ritmo, obtém os benefícios da caminhada em menos tempo", explica Michele Stanten. "Se o seu objetivo é ampliar os benefícios cardiovasculares e de perda de calorias da sua caminhada, considere aumentar a velocidade, mesmo que não esteja a aumentar a distância."

2- Aposte em inclinações

"Caminhar em subidas exige mais ativação do core e faz com que o seu coração e pulmões trabalhem mais. Embora não seja um treino de força, acaba por ser um desafio maior do que em terrenos planos", revela Amanda Katz.

3- Junte um colete de peso

"Usar um colete com peso é uma ótima forma de transformar uma caminhada básica em algo mais atlético. A carga extra força o corpo a estabilizar durante a caminhada. especialmente em terrenos irregulares, o que significa mais trabalho para o core e glúteos", diz Or Artzi.

4- Foque-se na frequência

"Em vez de se concentrar em quanto tempo caminha, tente fazer caminhadas mais frequentes ao longo do dia. O seu corpo precisa de movimento regular", conta Keith Diaz. "Mesmo uma caminhada leve e casual traz benefícios à saúde."

5- Adapte às suas necessidades

"É fácil de se prender aos detalhes técnicos de uma caminhada e esquecer-se de perguntar o que realmente faria para se sentir bem. Faça com que a sua caminhada se adapte às suas necessidades", diz Nicole Haas.


Leia Também: Este pequeno-almoço faz bem ao cérebro. Palavra de neurologistas

Um pequeno-almoço reforçado e nutritivo é essencial para um dia produtivo, fornecendo energia ao corpo e ao cérebro. Neurologistas recomendam alimentos como aveia, abóbora e tâmaras para melhorar a memória e a saúde cerebral.

Um pequeno-almoço reforçado e nutritivo é essencial para um dia produtivo. Este fornece energia ao corpo, incluindo o cérebro, permitindo que o organismo funcione da melhor maneira. 

"O cérebro é um órgão que consome muita energia e, após um jejum noturno, o pequeno-almoço é a primeira oportunidade de reabastecê-lo", notou a médica osteopata Alexandra Filippakis...

BANCO DE PORTUGAL: Mais de metade da riqueza total líquida pertence aos 10% mais ricos... Segundo um estudo do Banco de Portugal, os 10% mais ricos detêm 59% da riqueza líquida total, enquanto os 50% com menor riqueza possuem apenas 6%.

© Shutterstock  Por  Notícias ao Minuto  23/10/2026 

As famílias com maior património detêm grande parte da riqueza líquida total, de acordo com um estudo publicado esta semana pelo Banco de Portugal (BdP). 

"Entre 2010 e 2025, os 10% de famílias com maior riqueza concentravam 59% da riqueza líquida total, enquanto os 50% com menor riqueza líquida detinham 6%. Estes resultados evidenciam uma distribuição da riqueza que se manteve desigual e relativamente estável ao longo do período em análise", pode ler-se no comunicado divulgado pelo supervisor da banca.

O BdP explica que, "para analisar a distribuição da riqueza, as famílias são ordenadas pelo valor da sua riqueza líquida e divididas em três grupos: os 50% de famílias com menor riqueza líquida (abaixo da mediana), os 40% seguintes (entre a mediana e os 10% de famílias com maior riqueza líquida (“top 10%”)) e o top 10%".

Depois, a "mediana representa o valor da riqueza líquida que divide a população em duas metades com igual número de famílias: uma com riqueza inferior à mediana e outra com riqueza superior".

Riqueza líquida das famílias cresceu

A riqueza líquida das famílias portuguesas aumentou 67% entre 2010 e 2025, para 1.196 mil milhões de euros, sobretudo devido aos imóveis e ativos financeiros, mas manteve-se estável em percentagem do PIB, divulgou o BdP.

"Em 2025, a riqueza líquida das famílias ascendia a 1.196 mil milhões de euros, mais 480 mil milhões do que em 2010", aponta a análise do BdP sobre a evolução do património financeiro das famílias.

Contudo, e "apesar do aumento expressivo em termos nominais, a riqueza líquida das famílias evoluiu, em larga medida, em linha com a evolução da economia", acrescenta.

Assim, em 2025 a riqueza líquida das famílias – ou seja, o valor do seu património depois de deduzidas as dívidas - representava cerca de 390% do Produto Interno Bruto (PIB), menos dez pontos percentuais do que em 2010.

O valor mais elevado deste indicador foi registado em 2020, quando a riqueza líquida atingiu cerca de 433% do PIB, "refletindo sobretudo a redução da atividade económica durante a pandemia".

De acordo com o BdP, os imóveis residenciais continuaram a representar a maior parte do património das famílias, seguidos dos depósitos e das participações em capital, que ganharam peso ao longo deste período.

Entre 2010 e 2025, o valor dos imóveis aumentou quase 50%, passando de 473 para 708 mil milhões de euros, em linha com a evolução das contas nacionais, que servem de referência às estatísticas de distribuição da riqueza.

"Este aumento refletiu, sobretudo, a valorização dos imóveis ao longo do período", nota o BdP, precisando que "ainda assim, o seu peso nos ativos das famílias diminuiu de 54% para 52%, à medida que outras componentes do património ganharam importância relativa".

A seguir aos imóveis destacam-se as participações em capital (incluindo empresas familiares) e os depósitos, que em 2025 representavam, cada um, 19% do total dos ativos das famílias, comparativamente com 14% e 16%, respetivamente, em 2010.

Os depósitos continuavam, aliás, a ser a principal aplicação financeira, embora a composição dos ativos financeiros "se tenha tornado mais diversificada", indica o BdP.

Em 2025, a dívida das famílias continuava, sobretudo, associada ao crédito à habitação, cujos empréstimos representavam 77% do total dos passivos, contra 82% em 2010.

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

GUERRA NA UCRÂNIA: Trump pediu a Musk que suspendesse limitações do Starlink na Ucrânia... O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, telefonou ao dono da SpaceX, Elon Musk, pedindo que suspendesse as limitações à versão militar do sistema de satélites Starlink na Ucrânia, noticiou hoje o The Wall Street Journal.

© Getty Images  Por  LUSA  22/10/2026 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, telefonou ao dono da SpaceX, Elon Musk, pedindo que suspendesse as limitações à versão militar do sistema de satélites Starlink na Ucrânia, noticiou hoje o The Wall Street Journal.

Segundo o jornal, que cita responsáveis norte-americanos, Trump manifestou a Musk frustração com o limite de velocidade imposto aos equipamentos ucranianos ligados à rede — que perdiam a ligação ao ultrapassar cerca de 160 quilómetros por hora —, o que, por sua vez, prejudicava a eficácia dos drones de ataque e dos intercetores ucranianos face às ofensivas russas.

Fontes oficiais de Washington e Kiev indicaram ao jornal que o serviço passou a funcionar com maior normalidade hoje, após a conversa; contudo, alguns representantes ucranianos salientaram que o sistema ainda não funciona com total normalidade.

O telefonema aconteceu depois de o mesmo jornal ter afirmado que Musk ordenou a redução da velocidade do serviço, no meio de versões contraditórias entre a SpaceX e a Casa Branca sobre se o magnata agiu por conta própria ou a pedido do governo norte-americano.

Trump destacou hoje a importância de Musk, ter "restabelecido" as funcionalidades completas do serviço Starlink.

"Não quero entrar em detalhes", afirmou Trump quando questionado pela imprensa, na Casa Branca, sobre o alegado telefonema feito a Musk. Trump limitou-se a dizer que a sua relação com o empresário do setor tecnológico "é muito boa".

"A verdade é que, quer tenha sido eu a ligar, quer tenha sido outra pessoa, não faz diferença nenhuma. No final de contas, o que importa é que ele restabeleceu o serviço", acrescentou o Presidente norte-americano.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, saudou na terça-feira o restabelecimento dos alertas precoces dos Estados Unidos destinados a detetar mísseis russos, outro problema de que as forças ucranianas se queixaram nas últimas semanas, marcadas por críticas de Trump a Kiev.

A capital da Ucrânia foi alvo de um novo ataque com mísseis na última noite noite, após as negociações entre a Rússia e os Estados Unidos na quarta-feira em São Petersburgo para pôr fim ao conflito.

Poucas horas depois das negociações, e de Trump declarar que o fim da guerra nunca esteve "tão próximo", um ataque com mísseis contra Kiev deixou seis feridos, segundo o presidente da câmara da capital ucraniana, Vitali Klitschko.

O exército ucraniano emitiu durante a noite um alerta para mísseis balísticos provenientes do leste da Rússia.

Steve Witkoff, enviado de Trump, reuniu-se com o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, em São Petersburgo, na sequência de uma reunião, na véspera, em Oslo com líderes europeus e Zelensky, que apelou a uma cessação dos combates nas posições atuais como primeiro passo para as negociações.

O conselheiro diplomático do Kremlin, Iuri Ushakov, indicou, no final de uma reunião "detalhada e franca" ao longo de três horas, que Moscovo está na disposição de retomar as negociações a três com Kiev e Washington, mas não de imediato, "por volta de 10 de novembro".

Ou seja, após as eleições intercalares nos Estados Unidos, que poderão alterar o panorama político norte-americano, e sem que aconteça, até lá, uma pausa nos combates, que prosseguem sem avanços significativos de nenhum dos lados.

Volodymyr Zelensky afirmou ser favorável a um encontro a três, "o mais rapidamente possível". "A ordem do dia é clara: pôr fim à guerra, promover a paz e, se bem compreendi, preparar tudo para um encontro ao nível dos líderes", afirmou.

Já em sinal contrário, Ushakov afirmou na quarta-feira que as propostas apresentadas por Kiev e pelos europeus em Oslo "não contêm grande coisa".

A Rússia exige, nomeadamente, que o exército ucraniano se retire dos territórios que ainda controla na região de Donetsk (leste da Ucrânia), o que Kiev considera inaceitável.

Também Witkoff deu nota da distância entre as partes beligerantes, considerando na rede social X que as discussões com Putin tinham sido "construtivas e que iriam prosseguir no âmbito de conversações trilaterais", mas reconhecendo haver ainda "muito trabalho a fazer".

Ushakov referiu-se igualmente a uma possível reunião que está a ser preparada entre Vladimir Putin, Donald Trump e Xi Jinping na China, à margem da cimeira da APEC, em novembro, em Shenzhen, mas a Casa Branca não confirmou ainda a deslocação do Presidente norte-americano à cidade chinesa.


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Donald Trump acusou o Irão de tentar inflacionar os preços do petróleo antes das eleições legislativas norte-americanas, através de inventados ataques no estreito de Ormuz. Em resposta, a Guarda da Revolução iraniana ameaçou expandir o conflito regional e atingir bases militares americanas na região.

O presidente dos Estados Unidos acusou hoje o Irão de aumentar deliberadamente o preço do petróleo antes das eleições legislativas americanas de 03 de novembro, no mesmo dia que a Guarda da Revolução iraniana ameaçou expandir o conflito regional.

Ao criticar as escoltas criadas pelas forças americanas para fazer passar navios pelo estratégico estreito de Ormuz, cujo controlo Teerão reivindica, a poderosa força armada do Irão advertiu os Estados Unidos de que "se esta tendência continuasse, o conflito se estenderia às suas bases na região"...

GUERRA NA UCRÂNIA: Putin está pronto para "acordo final" com Ucrânia e não "breve pausa"... O presidente russo, Vladimir Putin, declarou estar pronto para retomar negociações com a Ucrânia e EUA, mas apenas para um acordo de paz definitivo. Moscovo rejeitou a proposta de Volodymyr Zelensky para congelar a linha da frente e reiterou a exigência sobre o território do Donbass.

© NIKOLSKY / POOL / AFP via Getty Images  Por LUSA  22/10/2026 

A Rússia está pronta para retomar negociações tripartidas com Ucrânia e Estados Unidos, mas para alcançar um acordo de paz definitivo, e não um cessar-fogo "curto", declarou hoje o Presidente Vladimir Putin, que reiterou a exigência de território ucraniano.

"O objetivo destas discussões será tratar a questão das garantias de segurança, tanto para a Ucrânia como para a Rússia (...) no âmbito de um acordo final, e não após uma espécie de breve pausa nos combates", disse Putin a um jornalista da televisão estatal.

As futuras conversações, após o conflito armado, deverão incluir também um debate sobre a "arquitetura de segurança europeia", adiantou Putin, que se reuniu com o emissário da Casa Branca, Steve Witkoff, quarta-feira em São Petersburgo.

Segundo Putin, Witkoff "destacou que, se forem abordadas questões relacionadas com a segurança futura tanto da Ucrânia como da Rússia, então, naturalmente, será também necessário falar sobre a arquitetura de segurança europeia".

"De um modo geral, concordo com isso", assegurou Putin.

O Presidente russo rejeitou categoricamente a última proposta apresentada pelo seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, para "congelar" a atual linha da frente no leste do país - o Donbass, que compreende as regiões de Donetsk e Lugansk - em troca do início de negociações diretas.

Putin refutou ainda a visão de Zelensky sobre a integridade territorial da Ucrânia, argumentando que toda a região oriental é "território russo", invocando referendos sobre a independência realizados nas partes das duas províncias ucranianas sob ocupação russa.

Os referendos não foram reconhecidos internacionalmente como legítimos, à exceção de alguns aliados de Moscovo. Depois dos não reconhecidos referendos, as duas províncias foram incorporadas na Federação Russa.

"A minha posição a este respeito é que este não é território deles; historicamente, é território russo", afirmou Putin, rejeitando tratarem-se de "perdas territoriais" da Ucrânia.

Putin insistiu ainda que qualquer ideia de uma vitória militar contra a Rússia é uma ilusão, e que Zelensky e os seus aliados devem abandonar esta estratégia, apesar de as forças russas não fazerem avanços significativos no terreno há vários anos e o conflito se aproximar do 5.º aniversário.

Putin desvalorizou ainda como "esquizofrenia política" a ideia de uma "ameaça russa" entre os países europeus, que têm vindo a lidar com crescente número de ataques híbridos atribuídos a Moscovo, incluindo contra infraestruturas críticas como aeroportos.

Zelensky, defendeu hoje que o país não pode abdicar das cidades de Sloviansk e Kramatorsk, em Donetsk, porque se o fizesse, abriria caminho à Rússia chegar à província de Dnipro.

"Podem apoderar-se de muitas das nossas cidades. O risco é real", advertiu.

"Se lhes entregarmos as nossas cidades, o risco é enorme (…). Ninguém nos garante nada (…). Se retirarmos, onde estão as garantias de segurança?", perguntou Zelensky, numa entrevista concedida ao 'podcast' britânico "The Diary of a CEO".

O chefe de Estado ucraniano salientou também "quão injusto" seria entregar essas duas zonas de Donetsk, que são os últimos bastiões que restam à Ucrânia, não só nessa província, mas em toda a região oriental do Donbass, onde Lugansk já está sob controlo russo desde julho de 2022, apenas meses depois do início da invasão russa da Ucrânia, a 24 de fevereiro do mesmo ano.

Atualmente, a Rússia controla entre 75% e 85% de Donetsk, mas não as cidades de Kramatorsk e Sloviansk — zonas de grande importância simbólica e estratégica, que albergam um extenso polo industrial, do qual depende a economia local, e uma rede ferroviária e rodoviária vital para a ligação às províncias de Kharkiv e Dnipro.

Se esses bastiões caíssem, a defesa ucraniana no resto do Donbass acabaria por colapsar.

Putin reafirmou há dias que o objetivo prioritário é "libertar" Donetsk do que resta do "regime de Kiev".

Zelensky estimou que a Rússia controla entre 18% e 19% do território ucraniano e alertou que Putin também tem como alvo cidades como Zaporijia e Mykolaiv, "embora não o diga diretamente".

O líder ucraniano voltou também a sublinhar que a Ucrânia já está a fazer "uma grande cedência" à Rússia só ao "manter a situação atual" e na quarta-feira, numa entrevista ao canal televisivo norte-americano Fox News, manifestou inclusive disponibilidade para "congelar" a atual linha da frente, caso isso permitisse avançar para um plano de paz.

A linha da frente estende-se por cerca de 1.000 quilómetros, e as forças russas controlam aproximadamente 20% do território ucraniano, incluindo a península da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014, e as zonas do Donbass.


Leia Também: Rússia aumenta produção de combustíveis após acordo com os EUA

O governo russo anunciou o aumento da produção de gasolina e gasóleo, prevendo o envio do primeiro petroleiro com combustível para os Estados Unidos. A medida insere-se no acordo firmado entre Vladimir Putin e Donald Trump para abastecer o mercado norte-americano e estabilizar o consumo internacional.

OGabinete do Ministro da Rússia anunciou hoje um aumento na produção de gasolina e gasóleo no país, notícia que surge no âmbito do cumprimento do acordo alcançado com os Estados Unidos para o fornecimento de combustível russo.

"Graças às medidas compensatórias adotadas anteriormente, o mercado mostra uma dinâmica positiva tanto para a gasolina como para o gasóleo: a produção aumentou e estão a acumular-se reservas", indica um comunicado, divulgado no final de uma reunião presidida pelo primeiro vice-ministro russo, Alexandr Nóvak...

PM finlandês obrigado a refugiar-se num abrigo durante visita à capital ucraniana... Petteri Orpo tinha viajado para Kiev pela manhã para demonstrar “o firme apoio da Finlândia à Ucrânia, enquanto a guerra de agressão continua e o país se prepara para o inverno”.

Por  SIC Notícias/Lusa  22/10/2026 

O primeiro-ministro finlandês foi levado esta quinta-feira de urgência para um abrigo antiaéreo enquanto visitava uma escola em Kiev, devido a um alerta de ataque com mísseis balísticos à capital ucraniana, segundo a agência finlandesa STT.

Petteri Orpo tinha viajado para Kiev pela manhã para demonstrar “o firme apoio da Finlândia à Ucrânia, enquanto a guerra de agressão continua e o país se prepara para o inverno”, de acordo com um comunicado do Governo finlandês.

Durante a visita, Orpo reuniu-se com vários membros da cúpula política ucraniana e manifestou o seu apoio às reformas que o país deve conduzir para avançar no seu percurso de adesão à União Europeia (UE).

Estas reformas “são importantes não só para a integração da Ucrânia na União Europeia, mas também para os cidadãos, as empresas e a recuperação económica”, continua a nota.

No âmbito da visita do primeiro-ministro finlandês, está prevista a realização de um fórum empresarial ucraniano-finlandês, que contará com a presença de representantes de mais de dez empresas finlandesas e de outros intervenientes.

O Governo finlandês anunciou esta quinta-feira uma doação de dois milhões de euros em ajuda humanitária à Ucrânia, com o objetivo de ajudar a aliviar a difícil situação da população civil devido à intensificação dos ataques por parte da Rússia.

Um milhão de euros será canalizado através do Programa Alimentar Mundial (PAM), que colabora com parceiros locais para fazer chegar pacotes de alimentos e outros suprimentos às zonas próximas da linha da frente.

O outro milhão será destinado a prestar assistência, em especial, às pessoas deslocadas internamente na Ucrânia, através da Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR).

Segundo o Governo finlandês, o país nórdico doou à Ucrânia cerca de 5.000 milhões de euros desde o início da guerra, dos quais 3.600 milhões correspondem a material de defesa.

"Tendo em conta a dimensão da sua economia, a Finlândia é um dos países que mais firmemente apoia a Ucrânia", acrescentou o Governo finlandês no comunicado.


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As autoridades ucranianas ordenaram a retirada obrigatória de todas as famílias com crianças em Kramatorsk e Sloviansk. O agravamento dos ataques russos aos dois últimos bastiões de Kyiv no Donbass motivou a decisão, face ao avanço das tropas de Moscovo na região de Donetsk.

As autoridades ucranianas ordenaram hoje a retirada obrigatória das famílias com crianças de todas as localidades dos dois grandes aglomerados urbanos ainda sob o seu controlo no Donbass, no leste da Ucrânia: Kramatorsk e Sloviansk.

Estas duas cidades são os últimos bastiões do Exército ucraniano na região oriental de Donetsk, que o Kremlin estabeleceu como objetivo conquistar integralmente. As tropas russas têm vindo a aproximar-se lentamente há meses...

FRANÇA: Milhares de manifestantes em Paris após tribunal levantar proibição... Milhares de manifestantes saíram hoje à rua em Paris, enquanto outras cidades francesas proibiram manifestações, após um fim de semana marcado por confrontos e pilhagens, nos mais violentos distúrbios em França em anos.

© Ibrahim Ezzat/Anadolu via Getty Images   Por  LUSA  22/10/2026 

Milhares de manifestantes saíram hoje à rua em Paris, enquanto outras cidades francesas proibiram manifestações, após um fim de semana marcado por confrontos e pilhagens generalizadas, nos mais violentos distúrbios em França em anos.

Os organizadores do protesto em Paris indicaram que um tribunal administrativo da capital anulou uma proibição imposta pela polícia, em resposta a um recurso por eles apresentado, mas a decisão do tribunal de Paris não foi imediatamente divulgada.

O comando da polícia de Paris tinha justificado a proibição invocando o risco de violência nas ruas, dado que, no passado fim de semana, grupos de jovens mascarados entraram em confronto com as forças de segurança, destruíram e saquearam lojas e incendiaram veículos.

Hoje, o ministro da Justiça, Gérald Darmanin, anunciou que 217 pessoas foram encarceradas, de entre as 2.700 detidas pela polícia após a onda de violência e pilhagens do fim de semana em França.

"Trata-se, de facto, de uma resposta extremamente firme, sem precedentes", considerou Darmanin, acrescentando que metade dos detidos não tinha antecedentes criminais.

Os manifestantes, muitos dos quais jovens, reuniram-se hoje pacificamente na região sudeste de Paris e entoaram palavras de ordem, sob uma forte presença policial.

"Não precisamos de gás lacrimogéneo para que o nosso futuro pareça sombrio", lia-se numa faixa exibida pelos manifestantes.

Os organizadores assinaram um documento junto da polícia comprometendo-se a manter o protesto num local fixo, devido ao risco de violência.

Novas proibições são esperadas nos próximos dias. O Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que tais medidas visam proteger os centros das cidades, os estabelecimentos comerciais e os edifícios públicos.

O direito de manifestação em França está consagrado na Constituição; por isso, a proibição de ações de protesto agendadas para hoje em Paris, Lyon, Lille e Grenoble foi vista por alguns como uma violação de um direito civil dos cidadãos franceses.

Grupos de alunos do ensino secundário e universitário declararam que vão continuar a mobilizar-se, apesar de ter começado esta semana a pausa letiva de outono.

Macron explicou que a estratégia adotada para os próximos dias consiste em proibir manifestações convocadas por "indivíduos ou grupos sem autoridade legítima", numa declaração feita após uma reunião especial de segurança no Palácio do Eliseu.

"Quando os sindicatos solicitarem a realização de manifestações, as autoridades locais analisarão os pedidos de acordo com a lei, mas proporão percursos alternativos" para proteger os centros urbanos, o comércio e os edifícios públicos, afirmou.

"As regras são simples e, a meu ver, assentam no bom senso. A recomendação geral é que não se realizem manifestações nos próximos dias", disse, acrescentando que "para aqueles que ainda assim desejem protestar, no caso de serem sindicatos, as autoridades vão propor rotas alternativas".

Macron atribuiu a violência do fim de semana a "ações lideradas por grupos radicais de esquerda radical que visavam derrubar a República", além de criminosos que apareceram para saquear.

A agitação em Paris e noutras cidades francesas provocou uma resposta enérgica do Governo em matéria de segurança: foi decretado o recolher obrigatório noturno em algumas zonas da capital francesa, bem como noutras cidades onde a ordem foi restabelecida.

Os protestos de hoje estão a ser encarados como um prelúdio da grande manifestação agendada para o próximo sábado, na qual se espera a participação de ativistas do movimento dos "coletes amarelos" — cuja contestação aos preços dos combustíveis abalou França em 2018 e 2019 — e do sindicato CGT.

Alguns desses protestos, incluindo marchas em Lyon, também serão proibidos, indicaram as autoridades locais.

Outras cidades francesas foram duramente atingidas pela agitação; por exemplo, em Limoges, um incêndio quase destruiu a câmara municipal, um edifício do século XIX.

O primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, que se reuniu na quarta-feira com representantes sindicais, afirmou que foi planeada uma operação de segurança "maciça" para sábado, de forma a impedir que se repita a violência protagonizada por pequenos grupos de manifestantes, episódios que revelaram falhas nas medidas de segurança.

Os representantes sindicais disseram que a reunião com Lecornu não resultou em propostas concretas e estão agora a concentrar esforços para um novo dia de mobilização, marcado para 05 de novembro, apelando aos trabalhadores dos setores público e privado para aderirem ao movimento.

As manifestações começaram no mês passado, numa escola secundária em Créteil, no sudeste de Paris, devido à falta de funcionários. A partir daí, greves, bloqueios e protestos alastraram a outros subúrbios de Paris e, mais tarde, a todo o país, chegando mesmo às cidades mais pequenas.

Os alunos do ensino secundário expressaram preocupações com o subfinanciamento das escolas, as instalações precárias, a escassez de pessoal não-docente e de professores, especialmente em bairros de baixos rendimentos.

Alguns apelaram também para uma reforma do sistema de admissão universitária, por muitos considerado complexo e injusto.

Perante a incapacidade do Governo de responder às reivindicações dos estudantes, as manifestações e os bloqueios escolares transformaram-se em protestos mais vastos contra o aumento do custo de vida — tudo isto a poucos meses das eleições presidenciais da primavera do próximo ano, que decidirão quem sucederá a Macron.


Leia Também: Guterres alerta onda de protestos globais por custo de vida

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, alertou para uma onda mundial de protestos provocada pelo aumento do custo de vida e agravada pelos conflitos internacionais, apelando aos governos para combaterem desigualdades.

Osecretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, alertou hoje para uma onda mundial de protestos provocada pelo aumento do custo de vida e agravada pelos conflitos internacionais, apelando aos governos para combaterem desigualdades.

Numa declaração aos jornalistas, Guterres afirmou que, da Europa aos países em desenvolvimento, milhões de pessoas enfrentam uma crise persistente do custo de vida, marcada pela subida dos preços dos alimentos, combustíveis e outros bens essenciais...

GUINÉ-BISSAU: NOTÍCIAS NA HORA / CÂMARA MUNICIPAL DE BISSAU PROÍBE DEPOSIÇÃO DE LIXO NA AVENIDA JOÃO BERNARDO VIEIRA

Por  TGB Televisão da Guiné-Bissau  22/10/2026

A Câmara Municipal de Bissau proibiu a deposição e acumulação de lixo na Avenida João Bernardo Vieira e nos espaços públicos adjacentes. 

Munícipes, comerciantes e operadores económicos devem respeitar os locais e horários de recolha definidos. O incumprimento poderá levar à aplicação de sanções legais. 

GUINÉ-BISSAU: 🚨 EXCLUSIVO : PJ DESMANTELA REDE DE BURLA E SEQUESTRO: 57 VÍTIMAS RESGATADAS E 15 SUSPEITOS DETIDOS

Por  TGB Televisão da Guiné-Bissau  22/10/2026 

Cinquenta e sete cidadãos estrangeiros, provenientes do Mali, Burkina Faso e Costa do Marfim, vítimas de uma alegada rede criminosa de burla e sequestro desmantelada pela Polícia Judiciária em Bissau, foram esta quinta-feira encaminhados aos Serviços de Migração e Fronteiras para efeitos de repatriamento.

A operação policial, realizada simultaneamente nos bairros de Enterramento, Penha e Kupul, permitiu ainda a detenção de 15 suspeitos, que permanecem sob custódia policial, a aguardar apresentação ao Ministério Público.

As vítimas terão sido atraídas à Guiné-Bissau através de um esquema fraudulento montado em nome de uma empresa fictícia.

GUINÉ-BISSAU: PRESIDENTE DE TRANSIÇÃO GRADUA DOIS OFICIAIS GENERAIS.

Por FARP Guiné-Bissau  22.10.2026

Nesta quarta-feira, 22 de outubro de 2026, o Presidente da República de Transição, General de Exército Horta Inta-a, procedeu a cerimónia solene da graduação e atribuição de patentes militares à Oficiais Generais recentemente promovidos. 

Trata-se do Comissário da Polícia da Ordem Publica Mussa Na M’Batcha, promovido ao posto da Comissário Principal da POP pelo Decreto Presidencial n.º 03/2026 de 13 de outubro de 2026 e, Brigadeiro-General Aliu Baldé, nomeado para exercer as funções do Vice-Chefe do Estado-Maior da Força Aérea Nacional, e promovido pelo Decreto Presidencial n.º 23/2026. 

O ato que teve lugar no salão nobre do Palácio da República, contou com a presença do Primeiro-ministro de Transição, Ilídio Vieira Té e dos Oficiais Generais Militares e Paramilitares, liderados pelo CEMGFA, General de Exército Tomás Djassi.

A graduação dos dois Generais da Força de Defesa e Segurança, baseia-se no quadro das remodelações e reconfiguração da classe castrense em curso com base nas necessidades de re-completamento das vagas na liderança dos fardados. 

2º Sargento Aissatu Camará.

1º Sargento Luís Mané

FA/IM 22.10.2026

GUINÉ-BISSAU: COMUNICADO FINAL DO CONSELHO DE MINISTROS, 22 de outubro 2026.

Por Radio TV Bantaba  

Elon Musk: “Haverá mais robôs humanoides na Terra do que humanos”... O dono da Tesla aproveitou a apresentação de resultados da empresa para anunciar que os robôs humanoides Optimus já estão a ser produzidos. Elon Musk também reforçou a confiança nestes robôs enquanto produto.

© Getty Images   Por  noticiasaominuto.com   22/10/2026 

O CEO da Tesla, Elon Musk, explicou durante a apresentação de resultados financeiros da empresa que os robôs humanoides Optimus que já se encontram a ser produzidos têm de ser treinados e comparou o processo com ensinar a uma criança.

“No início são um pouco desajeitados e não sabem como fazer as coisas e, eventualmente, aprendem a limpar-se sozinhos, o que é um grande feito”, explicou Musk de acordo com o site The Next Web. “Aprendem a fazer todo o tipo de coisas e aprendem-nas a brincarem. Nós precisamos que o Optimus brinque em grande escala para que seja realmente bom nas tarefas no mundo real”.

Isto significa que a Tesla terá de produzir um grande número de unidades do Optimus para conseguir ensinar à Inteligência Artificial dos robôs as tarefas que é suposto realizarem. Musk afirmou que será necessário produzir entre 10 a 20 mil destes robôs para que a aprendizagem seja feita ao ritmo desejável pela empresa.

Musk mencionou durante esta apresentação de resultados que será até necessário criar o que o magnata multimilionário chamou de Academia Optimus, onde teria lugar esta aprendizagem dos robôs humanoides.

Serve lembrar que este método de treino de Inteligência Artificial é o que a Tesla já usa para treinar o sistema de condução dos carros elétricos, que recolhem dados a partir dos veículos já mercado para ajudar a treinar o software da empresa.

No que diz respeito ao robô Otimus, Musk reforçou as altas expetativas que tem para o futuro deste produto.

“Continuo convencido que o Optimus será o maior produto à face da Terra”, afirmou Musk. “Do que sei, não há ninguém que se aproxime da Tesla no que diz respeito a um robô humanoide de uso geral. Em algum momento, haverá mais robôs humanoides na Terra do que humanos”.

30 de Outubro de 2026 - Lançamento do livro “Quando o Micondó da casa Florir no País - Escritos sobre Conceição Lima” na UCCLA

Por  UCCLA  22/10/2026 

Lançamento do livro “Quando o Micondó da casa Florir no País - Escritos sobre Conceição Lima” na UCCLA

Terá lugar no dia 30 de outubro, às 18 horas, no auditório da UCCLA, o lançamento do livro “Quando o Micondó da Casa Florir no País - Escritos sobre Conceição Lima”, com organização de Inocência Mata, que reúne ensaios, textos inéditos e testemunhos que propõem diferentes olhares sobre a obra da poeta e a força da sua palavra na ligação entre memória, identidade e história.

A obra, com a chancela da editora Rosa de Porcelana, será apresentada por Ana Paula Tavares e Filinto Elísio.

O lançamento do livro será transmitido, em direto, através da página do Facebook da UCCLA em https://www.facebook.com/UniaodasCidadesCapitaisLinguaPortuguesa/

Sinopse do livro:

“Quando o Micondó da Casa Florir no País: Escritos sobre Conceição Lima” não é uma homenagem, entendida como celebração de um legado de Conceição Lima, mas a manifestação do vigor da sua poesia, que continuará a encantar-nos por tempos a vir. 

É que há escritores cuja obra se impõe pela dimensão estética, outros pela força ética da sua palavra, outros ainda pela singular capacidade de transformar a experiência histórica em linguagem partilhável. A obra de Conceição Lima pertence, simultaneamente, a todas essas categorias. Mas pertence também a uma outra linhagem mais rara: a daqueles autores cuja escrita se converte em lugar de encontro entre memória, comunidade e imaginação histórica; uma escrita que não apenas representa o país-nação, o continente e o mundo, mas os interroga, reimagina-os e, de certo modo, reinventa-os continuamente.

Esta coletânea nasce desse reconhecimento. Reúne dezoito ensaios críticos, inéditos da autora, textos criativos, depoimentos, crónicas e poemas-homenagem escritos por autoras e autores de diferentes geografias afetivas e literárias, constituindo um amplo mosaico de leituras, ressonâncias e aproximações à obra de uma das vozes mais relevantes da poesia contemporânea em língua portuguesa. Não se trata apenas de um livro sobre Conceição Lima: trata-se de um espaço de convivência textual e afetiva em torno da sua palavra poética, da sua intervenção intelectual e da profunda comunidade imaginária que a sua escrita tem vindo a gerar.

Anabela Carvalho

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GUINÉ-BISSAU: ANÚNCIO DE CONCURSO PÚBLICO INTERNACIONAL... Construção da nova Sede da AAAC, INA e extensão da Sede do IBAP

Por  IBAP - Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas  22/10/2026 

No âmbito do Projeto de Investimento na Resiliência das Zonas 

Costeiras da África Ocidental (WACA ResIP 2 Guiné-Bissau), é lançado o Concurso Público Internacional para a Contrução da nova Sede da Autoridade de Avaliação Ambiental Competente (AAAC), da nova Sede do Instituto Nacional do Ambiente (INA) e da Extensão da Sede do Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas – Dr. Alfredo Simão da Silva (IBAP). 

Referência do concurso: 

WACA-GB/001/GW-IBAP-561052-CW-RFB/T/2026 

As informações detalhadas do concurso podem ser consultados através do link: https://drive.google.com/.../1RcmxcW1j4lJtFn9uEsR.../view...

Com financiamento de BANCO MUNDIAL, através do Programa WACA.

Bissau, 22.10.2026

Unidade de Gestão do Projeto 

Av. Dom Settimio Arturo Ferrazzetta. CP nº 70 - Bissau, Guiné-Bissau. 

Macron acusa extrema-esquerda: "Querem derrubar a República"... O Presidente francês denunciou "atos sediciosos" de grupos de extrema-esquerda, acusando-os de quererem "derrubar a República", após violência e pilhagens em manifestações contra o custo de vida.

© Lusa     22/10/2026 

O Presidente francês denunciou hoje "atos sediciosos" de grupos de "extrema-esquerda", acusando-os de quererem "derrubar a República", após atos de violência e pilhagens cometidos à margem das manifestações de sábado contra o custo de vida.

"Assistimos a atos políticos e até sediciosos, levados a cabo por grupos organizados de extrema-esquerda que visam derrubar a República", afirmou Emmanuel Macron, no final de uma reunião no Palácio do Eliseu, sede da presidência francesa, com os responsáveis dos serviços de informações, acusados de terem antecipado mal a mobilização, a seis meses das eleições presidenciais.

"É isso que estes grupos de extrema-esquerda assumem, com extrema perigosidade, uma violência muito acentuada e planeamento. A par disso, houve atos de delinquência, perante os quais também temos de agir com a maior firmeza, mas que são de natureza diferente", sublinhou.

"Houve vários milhares de detenções para interrogatório e várias centenas de pessoas foram encarceradas. O trabalho vai prosseguir [...], mas o ministro da Justiça pediu, com toda a razão, a maior severidade ao Ministério Público", disse Macron.

Macron confirmou também o que as autoridades policiais já tinham anunciado, as restrições às manifestações nos próximos dias para restabelecer a ordem na sequência dos distúrbios de sábado passado e revelou a convocação de um Conselho de Defesa para sexta-feira, com o objetivo de adotar medidas de segurança adicionais.

O Presidente francês explicou que os prefeitos poderão proibir concentrações que não sejam convocadas por organizações sindicais quando exista risco de perturbação da ordem pública, enquanto as manifestações sindicais autorizadas poderão realizar-se, mas por percursos alternativos, para proteger estabelecimentos comerciais e edifícios públicos.

Uma segunda jornada de protestos contra o custo de vida está prevista para sábado, em toda a França. Para esta nova mobilização, o dispositivo das forças de segurança será "20% superior" ao da semana passada, anunciou hoje o ministro delegado junto do Ministério do Interior, Jean-Didier Berger.

No sábado, apenas serão autorizadas as manifestações organizadas pelos sindicatos, advertiu Macron.

Por outro lado, o primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, tem previsto reunir-se na segunda-feira com "organizações de estudantes do ensino secundário e superior, de professores, sindicais e patronais, as autarquias e os deputados, para que o diálogo e os trabalhos prossigam em torno dos pedidos e das reivindicações legítimas", anunciou Macron.

A justiça continua a investigar os acontecimentos de 17 de outubro, com milhares de pessoas detidas e centenas de pessoas encarceradas, segundo Macron, que garantiu que as investigações prosseguirão para esclarecer a identidade dos envolvidos e o grau de participação de cada um.

"Estão a decorrer investigações mais aprofundadas sobre as ações mais sofisticadas que foram executadas", acrescentou.

O objetivo é também garantir que "o diálogo e os trabalhos prossigam em torno dos pedidos e das reivindicações legítimas, em particular as dos jovens".

A França vai reforçar em 20% o dispositivo das forças de segurança em várias cidades para a jornada de manifestações de sábado, face aos distúrbios e atos de vandalismo do passado sábado, anunciaram hoje as autoridades oficiais.

O dispositivo incluirá reforços militares da força Sentinelle, unidades de elite da polícia e da Gendarmaria, helicópteros e viaturas blindadas.

Os militares ficarão encarregues da proteção de edifícios públicos, como a Assembleia Nacional, Senado e sede do Governo, bem como de locais turísticos de Paris, incluindo os Campos Elísios, libertando agentes policiais para outras tarefas.

O dispositivo contará também com unidades de elite da Polícia Nacional e da Gendarmaria.


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Um grupo de cerca de 50 pessoas espancou até à morte um cidadão estrangeiro em Durban, cidade que tem sido epicentro de manifestações anti-imigrantes, anunciou a polícia local.

Um grupo de cerca de 50 pessoas espancou hoje até à morte um cidadão estrangeiro na cidade portuária sul-africana de Durban, que se tornou o epicentro de manifestações anti-imigração no país, anunciou a polícia local.

A África do Sul, país vizinho de Moçambique, tem sido palco, desde há um ano, de manifestações e de violência xenófoba que já provocaram pelo menos quatro mortos, segundo a polícia, e fizeram com que mais de 200.000 estrangeiros fugissem do país...

Ministério da Educação Nacional, através da Direção-Geral do Ensino Superior, realiza uma conferência de imprensa para prestar esclarecimentos sobre a situação dos 39 estudantes guineenses de regime especial que ainda não conseguiram obter o visto de entrada em Portugal

Radio TV Bantaba  22/10/2026