terça-feira, 15 de setembro de 2026

Estados Unidos têm armas no espaço afirma Força Espacial do país... Os Estados Unidos têm armas colocadas em órbita, informou na segunda-feira a US Space Force, o ramo das forças armadas americanas dedicado ao espaço, confirmando pela primeira vez a presença de tais capacidades militares dos Estado Unidos.

© Getty Images   Por  LUSA  15/09/2026 

"Os Estados Unidos têm sistemas de controlo espacial armados em órbita capazes de defender a força interarmas contra ações hostis de adversários", declarou um porta-voz da US Space Force em comunicado, sem especificar a natureza desses armamentos.

De acordo com este texto, "o controlo espacial" abrange todas as missões relacionadas com a luta pelo domínio do ambiente espacial, através de meios "cinéticos e não cinéticos" que podem afetar as capacidades adversárias. Capacidades que "podem ser usadas tanto para fins ofensivos como defensivos".

A US Space Force justifica este desdobramento pela presença dos seus dois principais rivais geopolíticos.

A China, sublinha, "desenvolve e implementa capacidades espaciais e contra espaciais no âmbito de uma estratégia de modernização militar", enquanto a Rússia "considera o espaço como um domínio de combate e acredita que a supremacia espacial será um fator decisivo em futuros conflitos".

A militarização do espaço é quase tão antiga quanto a própria conquista espacial: desde o lançamento do Sputnik em 1957, Washington e Moscovo exploraram diferentes formas de armar satélites e neutralizar os do adversário.

A principal preocupação dizia respeito antigamente às armas nucleares no espaço, mas as superpotências, juntando-se a outros Estados, assinaram em 1967 o Tratado sobre o Espaço Extra-atmosférico, que proíbe o desdobramento de armas de destruição em massa em órbita.


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Lista de danos à frota de aeronaves cita quatro F-15 destruídos, um F-35 danificado, sete aviões-tanque KC-135 danificados ou destruídos e drones de ataque MQ-9 Reaper destruídos.

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos reconheceu uma escassez de munição relacionada à guerra com o Irã, de acordo com um relatório divulgado nesta segunda-feira. O governo do presidente Donald Trump havia se recusado, em grande parte, a confirmar reportagens da imprensa nesse sentido nos últimos meses...

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