© Henning Kaiser/picture alliance via Getty Images Por LUSA 20/08/2026
"A Rússia está a perder a guerra que começou. E está a retaliar ao atacar civis e infraestruturas civis", afirmou Ursula von der Leyen numa publicação divulgada nas redes sociais.
A responsável adiantou que está a trabalhar com os Estados-membros da UE e parceiros para "apoiar as capacidades antibalísticas da Ucrânia".
"Para que a Ucrânia disponha dos meios necessários para evitar a perda de vidas humanas. Essa é a principal prioridade", defendeu Von der Leyen.
Pelo menos 12 pessoas morreram e 33 ficaram feridas nos ataques com mísseis russos a Kyiv esta madrugada, de acordo com o Serviço de Emergência da Ucrânia.
O alerta de ataque aéreo permaneceu ativo até às primeiras horas da manhã, com ataques a atingirem 12 locais nos distritos de Darnytskyi, Sviatoshynskyi e Solomianskyi, em Kyiv, danificando edifícios residenciais, uma instalação médica e uma instituição de ensino. As equipas de emergência deslocaram-se para o local e retiraram várias pessoas dos escombros.
No distrito de Solomianskyi, os dois últimos andares de um prédio residencial de nove pisos foram destruídos e deflagraram incêndios noutros andares. Pessoas ficaram também presas em dois edifícios residenciais e num abrigo escolar.
A Rússia intensificou os ataques com mísseis balísticos contra a capital para esgotar as reservas de defesa aérea de Kyiv.
A cidade dispõe de sistemas limitados capazes de intercetar ameaças balísticas, enquanto o fornecimento de mísseis para os sistemas de defesa aérea Patriot, de fabrico norte-americano, permanece limitado.
Leia Também: Número de mortos em ataque russo a Kyiv sobe para 12 e há 33 feridos
O número de mortes resultantes de ataques com mísseis russos a Kiev entre a noite de quarta-feira e hoje subiu para pelo menos 12 pessoas, com pelo menos 33 feridos, de acordo com o Serviço de Emergência da Ucrânia.


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