sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Trump sobre 11 de Setembro: "Nunca vamos esquecer. E por isso lutamos"... O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump garantiu que a nação "nunca vai esquecer" os atentados do 11 de Setembro e que é por isso que, passados 25 anos, continua a lutar. "Não temos escolha", garantiu.

© Finn Gomez/Getty Images    Por  Notícias ao Minuto   11/09/2026 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursa, esta sexta-feira, no âmbito dos 25 anos do 11 de Setembro. Sublinhando que o país "nunca vai esquecer" os atentados, Trump apontou: "É por isso que lutamos hoje. Não temos escolha. Apenas pode haver vitórias. Lutamos com força. Lutamos para vencer."

"2.977 almas maravilhosas foram arrancadas do nosso mundo, e muitas mais morreram nas semanas e anos seguintes em consequência de ferimentos horríveis e grotescos", começou por dizer num discurso à nação - e ao mundo -, feito a partir do Pentágono.

Trump considerou ainda que este dia é lembrar também "como é que os Estados Unidos responderam àquela maldade".

Trump recordou ainda o Voo 93, no qual os passageiros conseguiram tomar o controlo do avião e retirá-lo das mãos de terroristas - apesar de o avião da American Airlines se ter despenhado na Pensilvânia. Trump sublinhou a união que o país teve nos tempos que se seguiram: "Naqueles dias angustiantes após os ataques, vimos o espírito autêntico da nossa nação. Todos nós éramos nova-iorquinos naquele dia. Cada um de nós. Todos nós éramos nova-iorquinos, mas também éramos todos americanos. Éramos todos uma família".

O presidente dos EUA falou de todos os membros das Forças Armadas dos Estados Unidos que foram acionados no dia - e no âmbito - dos atentados e lembrou os socorristas. "E saudamos os militares que trabalham neste momento para garantir que o maior patrocinador do terrorismo no mundo, a República Islâmica do Irão, jamais, em hipótese alguma, possua uma arma nuclear", acrescentou.

No final do discurso, Trump deu conta de que os últimos 25 anos mostraram "o grande espírito dos EUA" e repetiu uma frase que já é sua conhecida - e usada nos seus discursos e convenções por onde passa. "Hoje, o nosso país está mais forte do que alguma vez esteve. Nunca esteve tão forte quanto agora".

'Trazendo' as futuras gerações para o seu discurso, o presidente norte-americano diz que estas vão "estar numa nação livre e inabalável diante do mal, e ainda honrarão os heróis do 11 de Setembro".

A 11 de setembro de 2001, dois aviões sequestrados por terroristas da Al-Qaeda atingiram as Torres Gémeas do World Trade Center, em Nova Iorque, provocando o colapso dos edifícios duas horas após o impacto, enquanto um terceiro aparelho atingiu o Pentágono nos arredores de Washington.

Um quarto avião, que se acredita que tinha como alvo o Capitólio (sede do Congresso) ou a Casa Branca (presidência dos Estados Unidos), despenhou-se perto de Shanksville, na Pensilvânia, depois de passageiros e membros da tripulação terem tentado recuperar o controlo da aeronave.

A par das vítimas mortais registadas naquele dia, estima-se que mais de 9.400 pessoas morreram devido a doenças ligadas à exposição dos efeitos dos ataques.

Esta semana, o atual presidente da Câmara de Nova Iorque, Zohran Mamdani, anunciou a divulgação de dezenas de milhares de documentos sobre o 11 de Setembro que mostram, segundo o autarca democrata, que a cidade ocultou informações sobre a toxicidade do ar na sequência dos ataques.

Em agosto, um juiz militar dos Estados Unidos decidiu que Khalid Sheikh Mohammed, autoproclamado mentor dos ataques terroristas do 11 de Setembro, começará a ser julgado a 5 de junho de 2028.


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