© Getty Images LUSA 05/09/2026
Em comunicado, o governo regional referiu-se assim à decisão do executivo presidido por Pedro Sánchez de montar várias tendas nas imediações do Cais de Poniente, a fim de disponibilizar mais 1.000 lugares para acolher migrantes que entraram no dia 30 de julho e continuam sem abrigo.
O governo de Ceuta afirmou que se trata de um "grave erro, pois trata-se de uma infraestrutura crítica, tal como indicam os relatórios existentes".
Na opinião do executivo presidido por Juan Jesús Vivas, "a celeridade com que se está a procurar alojamento para os migrantes deveria ser aplicada no repatriamento destas pessoas que entraram vindas de Marrocos, pois essa deve ser a prioridade".
O executivo local insistiu que o regresso "será a única forma de Ceuta recuperar a normalidade".
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