domingo, 20 de setembro de 2026

Chanceler alemão diz que permanecerá no cargo após 'desastre' nas eleições e crescente pressão.

O chanceler alemão Friedrich Merz faz uma declaração após a divulgação das primeiras pesquisas de boca de urna das eleições estaduais de Berlim e Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, na sede da CDU em Berlim.CRÉDITO,REUTERS      Por  bbc.com  20 setembro 2026

O pressionado chanceler alemão Friedrich Merz prometeu permanecer no cargo, apesar de pesquisas de boca de urna em duas eleições locais indicarem derrotas significativas para seu partido, a União Democrata-Cristã (CDU), de centro-direita.

No estado de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, no nordeste do país, a projeção era de que o partido conseguisse entrar no parlamento estadual por uma margem apertada, enquanto o partido de direita radical Alternativa para a Alemanha (AfD) estava a caminho de obter o maior número de votos.

Merz classificou o resultado como "um desastre" para seu partido.

Em Berlim, a CDU, que governa a cidade, também deveria ser derrotada pelo partido de esquerda Die Linke.

Merz está sob crescente pressão, com baixos índices de aprovação e rumores de que ele poderia até ser substituído no meio do mandato em uma chamada troca de chanceler.

As eleições ocorreram neste domingo (20/9), duas semanas depois de a CDU ter visto sua votação cair pela metade, quando a AfD obteve uma grande vitória no estado da Saxônia-Anhalt.

Repetindo comentários que fez após aquela derrota, Merz disse a jornalistas no domingo que seguiria adiante com os planos de seu governo de coalizão para aprovar um pacote de reformas econômicas, tributárias e de assistência social.

"As reformas precisam acontecer", insistiu. "Estou assumindo essa responsabilidade porque quero fazer nosso país avançar."

Trump faz novas revelações sobre o arco que planeia construir em Washington... Presidente norte-americano afirmou que o enorme arco que quer construir entre o Lincoln Memorial e o Cemitério Nacional de Arlington poderá tornar-se um “complexo militar de primeira categoria”

Por  cnnportugal.iol.pt /Agência Lusa, 20/09/2026

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou este domingo que o enorme arco que quer construir entre o Lincoln Memorial e o Cemitério Nacional de Arlington poderá tornar-se um “complexo militar de primeira categoria”.

O arco, “capaz de acolher drones e atiradores furtivos, além de armazenar munições”, é mais um exemplo de como Trump insiste em que as suas iniciativas para embelezar a Casa Branca e a cidade também servem um propósito defensivo.

O Presidente dos Estados Unidos tem também chamado ao novo salão de baile da Casa Branca um “complexo militar” e argumenta que é necessário por razões de segurança nacional.

O Presidente republicano afirmou numa publicação nas redes sociais que tinha concordado, a “forte pedido” dos militares, em transformar o arco memorial previsto, com 76 metros de altura, “um Complexo Militar/Arco do Triunfo” de primeira categoria.

O complexo teria capacidade para alojar, armazenar e de utilizar rapidamente grandes quantidades de drones, além de atiradores furtivos, tanto no telhado como nas áreas da praça, e, adicionalmente, ter e armazenar também um importante volume de munições justamente para os para "snipers".

O arco, proposto para uma rotunda adjacente à Memorial Bridge, é um dos vários projetos que o Presidente republicano está a promover para deixar a sua marca duradoura em Washington.

Entre os outros estão o salão de baile da Casa Branca, a mudança de nome e renovação do Kennedy Center, a recuperação do espelho de água do Lincoln Memorial e a reconstrução de um campo de golfe no East Potomac Park, que poderá reduzir significativamente o acesso do público aos percursos pedonais e cicláveis.

Liga Árabe critica "escalada" dos ataques hutis contra a Arábia Saudita... A Liga Árabe criticou hoje os ataques dos rebeldes hutis do Iémen contra a Arábia Saudita, considerando-os uma "escalada perigosa" para o conturbado Médio Oriente no meio das tensões provocadas pela guerra do Irão.

© Mohammed Hamoud/Getty Images  LUSA  20/09/2026 

Num comunicado, a organização pan-árabe, composta por 22 países, advertiu que "a continuação destes ataques representa uma escalada perigosa e inaceitável [...] o que aumentaria a tensão e colocaria em perigo a segurança e a estabilidade da região" do Médio Oriente, já afetado pelo encerramento do estreito de Ormuz e pelas crescentes restrições às exportações de energia.

Além disso, reiterou plena solidariedade com Riade e o apoio às medidas que adotar para proteger a segurança dos seus cidadãos e residentes e a soberania do território".

Para a organização, "a segurança do reino é parte integrante da segurança nacional árabe".

A condenação surge depois de os huthis, apoiados pelo Irão, terem assegurado sexta-feira e sábado ter atacado com mísseis balísticos e "impacto preciso" a capital saudita, Riade, bem como instalações da maior petrolífera mundial, a Aramco, no porto de Yanbu, no mar Vermelho e ponto-chave para a exportação do petróleo saudita perante o encerramento de Ormuz pelo Irão.

A Arábia Saudita confirmou nas últimas horas ter intercetado e destruído um míssil lançado contra Riade, sem se referir aos alegados lançamentos huthis contra Yanbu que, a confirmarem-se, representariam o segundo ataque grave em menos de duas semanas contra as instalações do oleoduto Este-Oeste.

A 11 deste mês, Riade anunciou o encerramento do oleoduto, através do qual exportava cerca de sete milhões de barris diários de crude, após um ataque com mísseis e drones dos huthis, que terá danificado parte da infraestrutura e estações de bombagem.

Os huthis garantem que continuarão os ataques contra o vizinho do norte, bem como o bloqueio marítimo que impõem aos navios sauditas no mar Vermelho, até que Riade cesse os seus ataques aéreos contra as suas posições em apoio ao Governo iemenita reconhecido internacionalmente.

Neste contexto, acusam a Arábia Saudita de intensificar os bombardeamentos sobre o Iémen, com centenas de voos de aviões militares, após a ofensiva huthi que permitiu aos insurgentes expulsar as forças do Governo internacionalmente reconhecido de toda a costa ocidental do país e controlar o estreito de Bab el-Mandeb, na porta sul do mar Vermelho e vital para o comércio internacional.


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O ministro do Trabalho de Taiwan viajou hoje para a China para participar numa reunião da cimeira da Cooperação Económica Ásia-Pacífico (APEC), numa rara visita ministerial e numa altura em que as relações entre os dois países continuam tensas...

IMPASSE NA FRONTEIRA: CÔNSUL GUINEENSE SEM RESPOSTA DE BISSAU E DE ZIGUINCHOR SOBRE PARALISAÇÃO DOS TRANSPORTES

Por: Tiago Seide e Alison Cabral  JORNAL ODEMOCRATA  20/09/2026 

O cônsul da Guiné-Bissau em Ziguinchor, Orlando Wam Sambú, revelou que o Consulado comunicou oficialmente às autoridades competentes as dificuldades relacionadas com a circulação de viaturas entre a Guiné-Bissau e o Senegal e realizou diligências junto das partes envolvidas para procurar soluções para o problema.

“Fizemos aquilo que está ao nosso alcance. Enviámos uma carta ao Ministério dos Negócios Estrangeiros e ao Governador da Região de Ziguinchor, informando-os sobre o sucedido, mas, até hoje, não recebemos qualquer resposta”, afirmou em entrevista ao jornal O Democrata.

O diplomata acrescentou que o assunto está a ser tratado ao mais alto nível, razão pela qual preferiu não avançar mais detalhes.

“INFORMÁMOS O GOVERNO DE BISSAU E AS AUTORIDADES DE ZIGUINCHOR”

O Democrata apurou que, desde 12 de agosto deste ano, os transportes públicos da Guiné-Bissau deixaram de entrar no Senegal, deixando de seguir diretamente para a central de transportes de Ziguinchor, como acontecia habitualmente. Em sentido inverso, os veículos de transporte público senegaleses também deixaram de entrar em território guineense.

A situação tem provocado sérios constrangimentos aos cidadãos dos dois países, particularmente aos guineenses, que são obrigados a recorrer a mototáxis entre Djegue, na fronteira, e Mpack, no Senegal, pagando por vezes cerca de cinco mil francos CFA. Posteriormente, têm ainda de utilizar um transporte público até à central de transportes de Ziguinchor, mediante o pagamento adicional de mil francos CFA.

“O assunto está a ser tratado ao mais alto nível. Por isso, não posso avançar com mais detalhes. Estamos a aguardar as medidas que serão tomadas pelos dois governos para resolver este problema”, declarou aos enviados especiais do Jornal O Democrata, que estiveram na semana passada em Ziguinchor para acompanhar a situação.

Orlando Wam Sambú revelou igualmente que a maioria dos cidadãos guineenses residentes em Ziguinchor não possui cartão consular, situação que, segundo disse, está na origem de vários problemas relacionados com a documentação e a circulação.

Por isso, apelou aos guineenses residentes no Senegal para regularizarem a sua situação junto do Consulado, lembrando que o cartão consular é frequentemente solicitado pelas autoridades senegalesas.

“Os cidadãos têm a obrigação de possuir documentos. Se não tiverem documentos, terão dificuldades para circular”, advertiu.

O cônsul acrescentou que, durante ações de fiscalização, para além do bilhete de identidade ou do passaporte, as autoridades podem igualmente solicitar o cartão consular.

Segundo explicou, muitos cidadãos apenas procuram os serviços consulares quando enfrentam problemas com as autoridades locais.

“Muitos dos nossos cidadãos só aparecem no Consulado quando têm problemas. Nesses casos, somos obrigados a fazer diligências para encontrar uma solução”, referiu.

Orlando Wam Sambú assinalou ainda a existência de vários casos envolvendo cidadãos guineenses e as forças policiais senegalesas, sobretudo por falta de documentação adequada.

Questionado sobre denúncias de alegadas cobranças ilícitas nas zonas fronteiriças entre a Guiné-Bissau e o Senegal, o diplomata reconheceu a existência de situações de tensão, mas considerou que determinados comportamentos também contribuem para o agravamento dos conflitos.

“Assisti várias vezes a discussões entre os nossos cidadãos e as autoridades”, relatou.

Segundo explicou, alguns cidadãos chegam a insultar agentes das autoridades em crioulo quando se sentem insatisfeitos com a demora na devolução dos seus documentos.

“Nós tentamos resolver todos os problemas que estão ao nosso alcance e que justificam uma intervenção do Consulado”, garantiu.

CÔNSUL: “MAIS DE TRÊS MIL GUINEENSES VIVEM E TRABALHAM EM ZIGUINCHOR”

Apesar das dificuldades, Orlando Wam Sambú considera que as relações entre a Guiné-Bissau e o Senegal permanecem positivas.

“O Senegal é um país amigo e irmão da Guiné-Bissau. Existe sempre uma boa relação entre os dois países”, afirmou.

Recordou ainda que o Consulado da Guiné-Bissau em Ziguinchor está instalado desde 1982.

O responsável consular explicou que parte dos problemas decorre da aplicação das normas e regulamentos de cada país numa região caracterizada por intensa circulação de pessoas e mercadorias.

“Existe uma grande circulação de pessoas e bens na fronteira. Muitos guineenses atravessam a fronteira para cultivar as suas terras e os senegaleses fazem igualmente o mesmo”, observou.

Sambú reconheceu não dispor de dados totalmente atualizados sobre a comunidade guineense residente em Ziguinchor, uma vez que muitos cidadãos adquiriram documentação senegalesa.

Ainda assim, estima que mais de três mil guineenses vivam atualmente na cidade.

“No passado, tínhamos registados mais de 800 guineenses”, precisou ao jornal O Democrata.

Segundo o diplomata, o Senegal continua a acolher a maior comunidade guineense na diáspora, particularmente em Ziguinchor e Dakar.

O Consulado, disse, mantém um acompanhamento regular das associações de guineenses e procura responder às principais preocupações da comunidade.

No domínio da educação, a instituição acompanha também os estudantes guineenses, identificando os locais de residência, os estabelecimentos de ensino frequentados e a sua evolução académica.

Orlando Wam Sambú revelou que o número de estudantes guineenses em Ziguinchor tem diminuído nos últimos anos.

Atualmente, os estudantes frequentam instituições como o Instituto Superior de Gestão (ISM), a Universidade Católica da África Ocidental (UCAO) e a Universidade Assane Seck.

Segundo explicou, o Consulado estabeleceu contactos com a Universidade Assane Seck para facilitar o acesso dos estudantes guineenses a bolsas de estudo.

“Neste ano letivo enviámos à universidade os processos de sete estudantes que solicitaram bolsas através do Consulado”, informou.

Questionado sobre as principais dificuldades enfrentadas pela representação diplomática, preferiu não entrar em pormenores.

“Existem dificuldades, mas cabe ao Governo procurar as soluções. É tudo o que posso dizer”, declarou.

Na mensagem dirigida à comunidade guineense residente no Senegal, apelou à unidade e ao respeito pelas leis do país de acolhimento.

“Quero pedir aos guineenses que se mantenham unidos, fortes e conscientes de que estão num país estrangeiro. Devem respeitar as leis e as regras do país onde vivem”, afirmou.

SEM ACORDO DE COOPERAÇÃO NA EDUCAÇÃO, CONSULADO FACILITA ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO

Por sua vez, o secretário do Consulado, Mamadjam Djaló, esclareceu que atualmente não existe qualquer acordo formal de cooperação entre a Guiné-Bissau e o Senegal no setor da educação.

Contudo, devido ao significativo fluxo de estudantes guineenses para Ziguinchor, o Consulado estabeleceu uma parceria com a Universidade Assane Seck para facilitar o acesso ao ensino superior público e reduzir os custos suportados pelos estudantes.

“A nível do Consulado, tivemos de estabelecer contactos com a universidade pública para minimizar as dificuldades dos estudantes guineenses, porque as instituições privadas são bastante dispendiosas”, explicou aos enviados especiais de O Democrata.

No âmbito desta parceria, os estudantes selecionados pagam uma propina anual de 35 mil francos CFA.

Mamadjam Djaló revelou ainda que os beneficiários têm acesso à cantina universitária, onde podem tomar pequeno-almoço, almoçar e jantar por apenas 300 francos CFA por dia.

Segundo explicou, um pagamento mensal de nove mil francos CFA permite garantir as refeições durante todo o mês, sendo o alojamento o único benefício não abrangido pelo acordo.

O responsável informou que a parceria com a Universidade Assane Seck teve início em 2015 e já permitiu o acesso de diversos estudantes guineenses a cursos como Medicina, Línguas Estrangeiras Aplicadas, Economia, Contabilidade, Física, Matemática e Administração.

Recordou igualmente que, em anos anteriores, Ziguinchor chegou a acolher cerca de 800 estudantes guineenses, número que caiu consideravelmente.

“Hoje muitos procuram Portugal. No entanto, quando chegam lá, a maioria acaba por não prosseguir os estudos”, afirmou.

Atualmente, segundo Mamadjam Djaló, existem cerca de 40 estudantes guineenses em Ziguinchor.

O secretário do Consulado apelou aos estudantes para que se registem junto da instituição e possam beneficiar das oportunidades disponibilizadas através da universidade pública.

“A porta do Consulado está aberta. Apelo aos estudantes para que venham inscrever-se e aproveitar as oportunidades existentes”, declarou.

Mamadjam Djaló garantiu que a relação institucional com a Universidade Assane Seck continua positiva e que os estudantes encaminhados pelo Consulado são bem recebidos.

Segundo explicou, entre os fatores que explicam a redução do número de estudantes encontram-se os elevados custos do ensino privado, as desistências e a perda de vagas devido às reprovações sucessivas.

Discurso de Domingos Simões Pereira nas comemorações dos 70 anos do PAIGC

  Radio TV Bantaba 

EUA temem "rápida escalada" após ataques dos Hutis à Arábia Saudita... Os Estados Unidos alertaram no sábado para o risco de uma "rápida escalada" das hostilidades no Médio Oriente, na sequência dos ataques dos Hutis do Iémen contra a Arábia Saudita, cuja capital foi visada por estes combatentes pró-iranianos.

© Mohammed Hamoud/Getty Images   Por  LUSA  20/09/2026 

O Presidente norte-americano, Donald Trump, que deveria passar todo o fim de semana na residência presidencial de Camp David, no estado do Maryland, regressou a Washington no sábado à noite, sem explicação oferecida pela Casa Branca.

Mas este regresso antecipado ocorre quando foi ultrapassado um novo patamar nas hostilidades entre a Arábia Saudita e os Hutis, que controlam grande parte do vizinho Iémen e combatem as forças governamentais, apoiadas por uma coligação liderada por Riade.

Fortes explosões foram ouvidas duas vezes no sábado na capital saudita com um depósito de combustível com o logótipo da gigante petrolífera saudita Aramco em chamas perto do aeroporto, reportou a agência France-Presse.

"Este conflito militar tem potencial para uma rápida escalada", considerou o Departamento de Estado norte-americano, num aviso publicado na rede social X dirigido aos cidadãos norte-americanos que se encontram no Médio Oriente.

O rápido avanço dos Hutis nas últimas semanas no Iémen causou centenas de mortos e, segundo a ONU, mais de 110.000 deslocados.

Estes combates e as hostilidades que se seguiram com o reino vizinho já perturbaram o tráfego marítimo e as exportações da Arábia Saudita, primeiro fornecedor mundial de petróleo.

Como consequência, o barril de petróleo disparou para cima dos 100 dólares (87 euros), fazendo disparar os preços dos combustíveis para os consumidores de todo o mundo, incluindo nos Estados Unidos, onde se aproximam as eleições intercalares.

Na noite de sábado, a coligação liderada pela Arábia Saudita confirmou na rede social X que um míssil tinha sido lançado na noite anterior pelos Hutis em direção a Riade, garantindo que tinha sido destruído.

Segundo a coligação, estes combatentes tentaram também atingir "civis e bens civis" em várias cidades do oeste do reino, incluindo o porto de Yanbu, no mar Vermelho, a partir do qual Riade exporta petróleo. Ataques que foram "frustrados", segundo a mesma fonte.

Os Hutis reivindicaram, por seu lado, dois ataques com mísseis e 'drones', um contra "locais sensíveis em Riade" e outro contra "instalações da Aramco em Yanbu".

Os ataques dos Hutis contra o reino tinham até agora visado sobretudo instalações petrolíferas e bases militares no sul ou na costa do mar Vermelho. A capital saudita não era ameaçada desde o recomeço, em julho, das hostilidades com os combatentes pró-iranianos.

Riade tinha, em contrapartida, sido atingida no auge da guerra regional desencadeada no final de fevereiro pelo ataque norte-americano e israelita contra o Irão, que respondeu lançando ataques contra os países do Golfo aliados dos Estados Unidos.

Em resposta a estes ataques, a Arábia Saudita tem bombardeado diariamente e em larga escala as zonas controladas pelos combatentes no Iémen, sem, contudo, ter conseguido até agora enfraquecê-los.

Os Hutis, que lançaram no início de setembro uma vasta ofensiva no Iémen, controlam agora todo o litoral junto ao mar Vermelho, reforçando o seu domínio sobre o estreito de Bab el-Mandeb.

Esta passagem, que liga a Ásia à Europa através do canal do Suez, ganhou importância após o início da guerra no Médio Oriente, quando o Irão começou a perturbar fortemente o tráfego marítimo no estreito de Ormuz, do outro lado da Península Arábica.

Duas fontes do movimento Huti disseram no sábado à AFP que os combatentes estavam a instalar radares e a escavar túneis ao longo da costa do mar Vermelho, acrescentando que membros dos Guardas da Revolução, poderosa força armada do Irão, se deslocaram recentemente à região.

Sob pressão, a Arábia Saudita tem intensificado os contactos diplomáticos, com o meio de comunicação norte-americano Axios a afirmar na semana passada que os Estados Unidos tinham recusado atacar os Hutis a pedido de Riade.

Em declarações à Al-Jazeera, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, Mohsen Rezaï, afirmou que Teerão transmitiu indiretamente a Washington as suas condições prévias para qualquer recomeço das negociações, incluindo o fim das hostilidades em todas as frentes e o fim do bloqueio norte-americano aos portos iranianos.


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O presidente do parlamento iraniano afirmou hoje que o Irão está a trocar mensagens com os Estados Unidos através de mediadores, nas quais transmitiu as condições para pôr fim à guerra que os opõe desde 28 de fevereiro.

"Foram trocadas mensagens nas quais as nossas condições foram explicitamente esclarecidas à outra parte através de intermediários", afirmou Mohamad Baqer Qalibaf num discurso numa sessão por videoconferência do Parlamento, segundo a agência noticiosa estatal ISNA.

Qalibaf, que lidera a equipa de negociação com os Estados Unidos, insistiu que enquanto as condições de Teerão não forem cumpridas "não haverá possibilidade de regressar ao estado anterior das negociações nem de reabrir o estreito de Ormuz"...

China avança preparativos para missão tripulada à Lua até 2030... A China está a avançar com os preparativos para realizar uma alunagem tripulada até 2030, com progressos tanto no desenvolvimento do seu fato espacial lunar como em estudos sobre estadias prolongadas no espaço, informou no sábado o centro de astronautas do país.

Por  RTP / Lusa   20 Setembro 2026

Segundo a agência Xinhua, o desenvolvimento do fato espacial chinês para a alunagem Wangyu está a decorrer sem problemas, estando já implementadas dezenas de tecnologias essenciais, afirmou Zhang Wanxin, especialista do Centro de Astronautas da China, durante uma conferência de engenharia médica aeroespacial em Tianjin.

Desde o início do desenvolvimento da missão em 2020, os trabalhos no Wangyu têm-se concentrado em responder às exigências de operações complexas na superfície lunar e aos desafios colocados por condições ambientais extremas, afirmou Zhang, acrescentando que o fato espacial lunar foi concebido para ser leve, de dimensões reduzidas, altamente eficiente e seguro.

Além do desenvolvimento do fato espacial, a China está também a avançar na investigação sobre a saúde dos astronautas, tendo concluído uma experiência de repouso na horizontal destinada a responder aos desafios de proteção fisiológica associados a estadias prolongadas no espaço e a missões tripuladas de alunagem.

Segundo Qu Lina, especialista do centro, a experiência começou em maio deste ano, com os voluntários foram divididos em diferentes grupos e permaneceram deitados durante 15 ou 30 dias. Durante a experiência, realizaram atividades diárias como comer, lavar-se, dormir, urinar e defecar enquanto permaneciam deitados.

Os resultados mostraram que a experiência protege eficazmente os sistemas ósseo, muscular e cardiovascular humanos e proporcionará apoio técnico para estadias prolongadas no espaço e missões tripuladas de alunagem.

Em 2019, a China conseguiu, com a missão Chang`e-4, a primeira alunagem na face oculta da Lua e, em 2024, trouxe para a Terra, através da Chang`e-6, as primeiras amostras recolhidas naquela região, mantendo o objetivo de enviar astronautas chineses à Lua antes de 2030.

Kyiv lança mil drones contra Rússia e "maior ataque de sempre" a Moscovo... As forças ucranianas lançaram mais de 1.000 drones contra a Rússia durante a noite, indicaram hoje as autoridades russas, incluindo o que o presidente da Câmara de Moscovo descreveu como o "maior ataque de sempre" contra a capital do país.

© Lusa  20/09/2026 

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que as suas forças abateram 1.100 drones ucranianos em todo o país, bem como sobre a península ucraniana anexada da Crimeia e as águas do Mar Negro. Para já, há conhecimento de dois mortos.

O presidente da Câmara de Moscovo, Sergei Sobyanin, disse, citado por agências internacionais, que 450 drones foram destruídos a caminho da capital russa. Anteriormente, as autoridades locais tinham falado de 338 drones.

Alguns drones atingiram a Refinaria de Petróleo de Moscovo e um edifício residencial, afirmou.

O ataque ocorre no terceiro e último dia de votação nas primeiras eleições parlamentares da Rússia em tempo de guerra, uma votação praticamente desprovida de oposição às políticas do Presidente russo, Vladimir Putin, e que deverá, quase certamente, consolidar o domínio do Kremlin.

Mais cedo, e citado pela agência noticiosa oficial TASS, o governador da região de Moscovo, Andrey Vorobyov, referiu que pelo menos 338 drones foram abatidos quando se dirigiam a Moscovo, com um incêndio visível numa refinaria a iluminar o céu da capital.

Numa mensagem no Telegram, Vorobyov reportou que os sistemas de defesa aérea da Rússia "abateram e neutralizaram" 249 drones em 17 distritos, número que a TASS elevou para 338 a aproximarem-se da capital.

"Em Sofyino, um drone atingiu um edifício de apartamentos de três andares, danificando seis habitações no último piso. Lamentavelmente, uma mulher de 44 anos morreu", escreveu Vorobyov.

"Outra pessoa morreu no município de Orekhovo-Zuevo. Um idoso encontrava-se numa casa que ficou destruída e incendiada em consequência do ataque do drone" assinalou o governador, que acrescentou que o ataque continuava e alertou para danos em vários distritos.

O governador de Moscovo declarou também que três blocos de apartamentos do complexo residencial Novye Kotelniki, na cidade, ficaram danificados. Além disso, um edifício residencial e uma instalação industrial sofreram danos na cidade de Istra, a noroeste de Moscovo.

Por sua vez, a TASS reportou que mais de 30 voos não puderam aterrar nos aeroportos de Moscovo devido às restrições de segurança.


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Moscovo foi hoje alvo de um ataque com mais de 300 drones que provocou pelo menos dois mortos e vários feridos, além de um incêndio visível numa refinaria da capital, segundo a agência russa TASS e o governador da região de Moscovo...


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Quase 450 voos foram hoje cancelados ou sofreram atrasos nos aeroportos russos devido a um dos maiores ataques com drones contra a região de Moscovo e a capital russa, noticiaram os meios de comunicação locais...

sábado, 19 de setembro de 2026

Irã ameaça deixar o Tratado de Não Proliferação pela pressão dos EUA e de Israel... Irã avisa que as ações dos EUA e de Israel poderiam levá-lo a abandonar o TNP e estabelece duras condições para negociar o fim do conflito.

Por democrata.es/pt  19 SET, 2026 

O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Mohsen Rezaei, avisou neste sábado que as ações dos Estados Unidos e de Israel poderiam levar Teerã a reconsiderar sua continuidade no Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP).

"Ainda estamos totalmente alinhados com a fatwa (edicto religioso) do líder supremo e não modificamos nossa doutrina nuclear, mas não sabemos o que acontecerá no futuro. Depende do comportamento de Washington", destacou Rezaei em uma entrevista concedida à rede panárabe Al Yazira.

Em relação ao confronto com os Estados Unidos, Rezaei indicou que Teerã transmitiu à Administração Trump suas condições para parar a guerra através dos países mediadores, Catar e Paquistão, e aguarda uma resposta.

Segundo detalhou, essas exigências incluem a cessação das hostilidades em todas as frentes, a liberação dos ativos iranianos congelados e a suspensão do bloqueio naval. "A Washington interessa aceitar nossas condições para terminar a guerra", afirmou.

Mais tarde, em mensagens divulgadas em suas redes sociais, ele esclareceu que "Irã comunicou ao Governo dos Estados Unidos sete condições para iniciar qualquer negociação".

"A mensagem de Teerã é clara e inequívoca: se Washington quer sair do impasse em que se meteu e evitar se enredar ainda mais nele, não tem outra escolha a não ser aceitar os direitos e as condições do Irã", enfatizou.

Ao mesmo tempo, ressaltou que "conhecemos as fraquezas das forças militares americanas e estamos mais preparados do que nunca para contrabalançar seus ataques aéreos".

Ele também lembrou que "Irã mudou de estratégia em relação aos Estados Unidos depois que se retiraram do memorando de entendimento: se nos atacarem, atacaremos as bases e interesses americanos na região".

Rezaei expressou igualmente a vontade de Teerã de que "termine a guerra entre a Arábia Saudita e o Iémen", em alusão ao conflito que enfrenta os rebeldes houthis, apoiados pelo Irã, com as forças do Governo iemenita reconhecido internacionalmente e apoiado por Riad. "E eu acho que os iemenitas também querem um acordo com a Arábia Saudita", acrescentou.

Na mesma entrevista, Rezaei revelou que o Irã realizou recentemente testes com um míssil antinavio nas proximidades de um porta-aviões americano.

Arábia Saudita intercetou míssil lançado pelos hutis em direção a Riade... A coligação militar liderada pela Arábia Saudita anunciou hoje que intercetou um míssil lançado pelos hutis do Iémen em direção a Riade, atacada pela primeira vez desde o retomar das hostilidades entre o reino saudita e estes combatentes pró-iranianos.

© SALEH AL-OBEIDI/AFP via Getty Images    LUSA  19/09/2026 

A Arábia Saudita tem sofrido nos últimos dias ataques crescentes dos hutis, que controlam grande parte do vizinho Iémen e combatem as forças governamentais iemenitas, apoiadas pela coligação liderada por Riade.

Fortes explosões ecoaram na capital saudita durante a noite, depois de mensagens de alerta enviadas às pessoas pelas autoridades, segundo relatos de jornalistas da agência de notícias francesa AFP.

Os hutis do Iémen já tinham reivindicado hoje a autoria de ataques com mísseis a alvos militares na capital da Arábia Saudita e na cidade portuária e importante centro petrolífero de Yanbu, à beira do mar Vermelho.

Numa declaração televisiva, o porta-voz militar do grupo rebelde, Yahya Sarea, afirmou que nas operações contra "alvos sensíveis" na capital saudita e instalações da petrolífera nacional saudita Aramco, em Yanbu, foi utilizado "um grande número" de mísseis balísticos e de cruzeiro, assim como drones.

Segundo Sarea, ambas as operações foram resposta dos hutis às múltiplas operações militares sauditas no Iémen nas últimas semanas, que afirmam ter causado mortos civis.

O porta-voz dos hutis advertiu que responderão à "escalada militar saudita" com mais ações militares, "bloqueio por bloqueio e escalada por escalada".

A Arábia Saudita emitiu durante a noite de sexta-feira para hoje alertas de risco de ataques para a capital pela primeira vez desde o reinício das hostilidades com os hutis do Iémen, apoiados pelo Irão, seguidos por fortes explosões ouvidas na cidade.

Os alertas em Riade foram os primeiros na capital saudita desde a mais recente escalada com os hutis. Não foram noticiadas vítimas nem danos depois de os alertas terem sido levantados.

A troca de ataques entre os dois lados ocorre num contexto de retomada dos combates terrestres entre os hutis, apoiados pelo Irão, e o governo do Iémen reconhecido internacionalmente, que tem Riade como seu principal apoiante.

Os hutis controlam atualmente toda a costa iemenita do Mar Vermelho, reforçando a sua posição sobre o estratégico estreito de Bab el-Mandeb, uma das principais rotas marítimas entre a Europa e a Ásia através do Canal de Suez.


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Os huthis do Iémen reivindicaram hoje a autoria de ataques com mísseis a alvos militares na capital da Arábia Saudita, Riade, e na cidade portuária e importante centro petrolífero de Yanbu, à beira do mar Vermelho...



Leia Também: Depósito de combustível em chamas perto do aeroporto de Riade

Um depósito de combustível do gigante petrolífero saudita Aramco, situado perto do aeroporto internacional de Riade, está em chamas, comprovou a AFP, depois de habitantes da capital terem relatado explosões.

Segundo a agência noticiosa France-Presse (AFP), são visíveis bombeiros a tentar apagar as chamas que saem do depósito, que ostenta o logótipo da companhia nacional saudita.

A Arábia Saudita emitiu durante a noite de sexta-feira para hoje alertas de risco de ataques contra a capital pela primeira vez desde o reinício das hostilidades com os hutis do Iémen, apoiados pelo Irão, seguidos por fortes explosões ouvidas na cidade...

𝟭𝟵 𝗗𝗘 𝗦𝗘𝗧𝗘𝗠𝗕𝗥𝗢 - 𝗗𝗜𝗔 𝗗𝗔 𝗙𝗨𝗡𝗗𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗗𝗢 𝗣𝗔𝗜𝗚𝗖... O Vice-Presidente do PAIGC, camarada Geraldo Martins, em nome da Direção Superior do PAIGC, dirigiu uma mensagem de saudação aos militantes e simpatizantes por ocasião do 70.º aniversário do PAIGC, na qual destacou a importância da unidade e do diálogo para os desafios presentes e futuros do partido.

𝟭𝟵.𝟬𝟵.𝟭𝟵𝟱𝟲 - 𝟭𝟵.𝟬𝟵.𝟮𝟬𝟮𝟲

𝟳𝟬 𝗔𝗻𝗼𝘀 𝗱𝗼 𝗣𝗔𝗜𝗚𝗖  

𝗦𝗘𝗧𝗘𝗠𝗕𝗥𝗢 𝗩𝗜𝗧𝗢𝗥𝗜𝗢𝗦𝗢

©PAIGC 2023


Veja Também: 𝟭𝟵 𝗗𝗘 𝗦𝗘𝗧𝗘𝗠𝗕𝗥𝗢 - 𝗗𝗜𝗔 𝗗𝗔 𝗙𝗨𝗡𝗗𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗗𝗢 𝗣𝗔𝗜𝗚𝗖...    Ato central da comemoração do 70.º aniversário do PAIGC

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GUERRA NA UCRÂNIA: Estados Unidos aprovam venda de sistemas de defesa aérea à Ucrânia... Os Estados Unidos aprovaram uma possível venda de cerca de 2,7 mil milhões de dólares em sistemas de defesa aérea à Ucrânia, informou hoje o Departamento de Estado.

© Reuters Por  LUSA  19/09/2026 

A aprovação pelo Congresso aconteceu na sexta-feira e, em comunicado, o Departamento de Estado dos Estado Unidos avançou que a venda inclui mísseis, lançadores de mísseis, radares antidrone e outros equipamentos bélicos.

"Caso a compra proposta seja concluída, a Ucrânia irá financiá-la através de uma combinação de contribuições europeias e de fundos do programa de Financiamento Militar Estrangeiro dos Estados Unidos, alocados pela administração anterior", afirmou o Departamento de Estado.

A Ucrânia tem solicitado repetidamente mais apoio para repelir a invasão russa do seu território, que dura há cinco anos.

A capital, Kiev, tem sofrido uma retoma dos ataques russos, que as suas defesas aéreas têm dificuldade em repelir devido à escassez de munições.


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𝟭𝟵 𝗗𝗘 𝗦𝗘𝗧𝗘𝗠𝗕𝗥𝗢 - 𝗗𝗜𝗔 𝗗𝗔 𝗙𝗨𝗡𝗗𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗗𝗢 𝗣𝗔𝗜𝗚𝗖... O PAIGC sente-se honrado por ser ator maior da libertação e da independência da Guiné-Bissau e vai continuar a lutar pela preservação do legado de Cabral e dos seus camaradas: unidade, liberdade e democracia.

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𝗦𝗘𝗧𝗘𝗠𝗕𝗥𝗢 𝗩𝗜𝗧𝗢𝗥𝗜𝗢𝗦𝗢 

Por  PAIGC 2023

Defesas russas abatem 344 drones no segundo dia da votação das eleições... As defesas antiaéreas russas anunciaram ter abatido durante a madrugada de hoje 344 drones ucranianos na parte europeia da Rússia e na Sibéria, onde decorre o segundo dia da votação das eleições legislativas.

© Lusa   19/09/2026 

Os aparelhos não tripulados foram abatidos em 16 regiões, 15 delas no continente europeu, segundo o boletim de guerra do Ministério da Defesa russo.

Entre estas estão Moscovo, Leninegrado, Krasnodar ou o Daguestão (Cáucaso), as regiões fronteiriças de Belgorod, Briansk e Kursk, e a siberiana de Iamalo-Nenets, que alberga grandes jazidas de petróleo e gás.

Russos e ucranianos não acordaram uma trégua de 72 horas por ocasião das primeiras eleições parlamentares de toda a guerra, pelo que, em regiões ucranianas anexadas como Donetsk, a maioria dos eleitores votou antecipadamente.

Entretanto, o Ministério da Defesa russo adiantou que Moscovo atacou um centro logístico a 41 quilómetros de Kyiv, utilizado para armazenar os fornecimentos militares provenientes de países europeus, além de bombardeamentos contra alvos em outras regiões do país vizinho.

A Rússia realiza hoje o segundo de três dias das eleições para a câmara baixa da Duma Estatal, as primeiras desde o início da invasão da Ucrânia em fevereiro de 2022, nas quais cerca de 111 milhões de habitantes de 89 regiões são chamados a votar.

Poderão também votar os russos residentes em 152 países, onde o Ministério dos Negócios Estrangeiros habilitou 333 assembleias de voto, muitas delas em missões diplomáticas.

O Kremlin procura que as eleições reforcem o apoio público à guerra e procurou evitar quaisquer riscos políticos, reprimindo o mais leve sinal de dissidência.

O principal partido da esfera do poder, Rússia Unida, tem praticamente garantida a manutenção do seu esmagador controlo da Duma Estatal.

Vários partidos mais pequenos da "oposição sistémica", que votam em sintonia com o Governo em todas as questões-chave, também devem manter a sua presença.

Os eleitores votam em dois boletins separados, preenchendo metade dos 450 lugares da Duma ao selecionar os partidos políticos listados. A parte restante é disputada em círculos uninominais, com os eleitores a escolherem candidatos individuais.

O único partido que se opõe à guerra, o Yabloko, não consta do boletim de voto por ter sido excluído pelo Supremo Tribunal. No entanto, cerca de uma centena dos candidatos do partido ainda mantêm hipóteses de eleição nos círculos uninominais.

A Ucrânia instou a comunidade internacional a não reconhecer os resultados das legislativas realizadas pelas autoridades russas em territórios ucranianos ocupados, enquanto alerta para políticas de 'russificação forçada' na tentativa de legitimar o domínio destas áreas.

A Ucrânia não reconhece nem eleições que considera ilegais nem os seus "resultados sem sentido", segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Kyiv, referindo-se à votação realizada na Península da Crimeia, anexada por Moscovo em 2014, e nas regiões parcialmente ocupadas de Donetsk, Lugansk, Zaporijia e Kherson.

Estas áreas representam cerca de 20% do território ucraniano e correspondem às principais frentes de combate desde a invasão em grande escala das tropas da Rússia.


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O Presidente norte-americano, Donald Trump, promulgou a lei aprovada pelo Congresso que alarga as sanções à Rússia e ao Irão e permite impor tarifas até 100% a países que comprem energia russa.

Aratificação foi anunciada na sexta-feira, dois dias depois de a Câmara dos Representantes norte-americana aprovar o amplo pacote de sanções contra as autoridades e a economia russas, visando privar o Presidente Vladimir Putin dos recursos financeiros necessários para travar a guerra contra a Ucrânia...

Guiné-Bissau: PAIGC celebra 70 anos com eventos em Lisboa e outros locais fora do país

Por  correiodamanhacanada.com/ Lusa  Setembro 19, 2026

Lisboa, 19 set 2026 (Lusa) – O Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) assinala hoje 70 anos da sua fundação com as celebrações centradas em Lisboa e noutras latitudes fora do país, disseram à Lusa fontes do partido.

A Casa do Alentejo, entre o Rossio e a praça dos Restauradores, em Lisboa será palco central das comemorações que devem decorrer durante toda a manhã de hoje, 19 de setembro, nas quais são aguardadas as presenças de dirigentes históricos do PAIGC, académicos, investigadores, jovens e representantes de “forças políticas amigas”.

São aguardadas as presenças de representantes em Portugal do PAICV (Partido Africano da Independência de Cabo Verde), da Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique), do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) e do PCP (Partido Comunista Português).

O presidente do PAIGC, atualmente em Portugal, desde que saiu da prisão, onde foi colocado em duas ocasiões desde novembro, na sequência de um golpe de Estado militar na Guiné-Bissau, deverá proferir o discurso de encerramento do evento.

“Com esta mobilização, o PAIGC reafirma o seu compromisso de honra em manter viva a memória histórica, servindo de elo entre os veteranos da luta de libertação, as novas gerações e a diáspora na construção de uma sociedade de justiça, paz e progresso”, lê-se num documento enviado à Lusa pela coordenação das festividades.

O documento assinala ainda que as comemorações ocorrem num cenário político “particularmente complexo” e adverso na Guiné-Bissau marcado por um clima de “forte perturbação institucional pontuado por “perseguições, detenções arbitrárias sem acusação formal contra dirigentes, incluindo o presidente do partido, Domingos Simões Pereira”.

As comemorações, que deverão também acontecer noutros países, inclusive na Guiné-Bissau, embora em menor escala, realizam-se sob o lema:”PAIGC 70 Anos de Unidade e Luta, a nação reconhece, a história confirma e o futuro exige!”, assinala o documento enviado à Lusa.

Estão previstas atividades culturais durante as celebrações na Casa do Alentejo.

A comissão organizadora dos 70 anos lamenta que o efeméride aconteça sob a ameaça do encerramento da sede nacional e das delegações regionais do PAIGC por ordens do Alto Comando Militar protagonista do golpe de Estado de novembro passado.

O Alto Comando Militar deu sete dias ao PAIGC e a outras forças políticas para retirarem as respetivas sedes para uma distância de 500 metros das instalações dos órgãos de soberania, hospitais, embaixadas, quartéis e esquadras da polícia.

A sede nacional do PAIGC situa-se a escassos metros do palácio da República em Bissau.

Além da ameaça de encerramento da sede nacional, que o partido contestou com a alegação de que o imóvel constitui propriedade privada que lhe pertence, a comissão organizadora dos 70 anos em Portugal denuncia a proibição de atividades políticas e cívicas impostas pelos militares e enaltece a “resiliência” de Domingos Simões Pereira, “perante as adversidades”.

“Apesar destas restrições, o líder do partido, o engenheiro Domingos Simões Pereira, continua a afirmar-se como uma referência política incontornável na defesa da legalidade democrática e na continuidade do projeto fundacional da nacionalidade guineense e cabo-verdiana”, destaca o documento do partido.

Fundado em 19 de setembro de 1956 por “figuras pioneiras e visionárias” como Amílcar Cabral, Aristides Pereira, Luís Cabral, Elisée Turpin, Fernando Fortes e Júlio Almeida, o PAIGC “consolidou-se como um dos movimentos de libertação mais importantes do século XX” e o condutor de uma das lutas anticoloniais mais bem-sucedidas do continente africano, sublinha o documento das celebrações dos 70 anos do partido.

Os militares guineenses protagonizaram um golpe de Estado em 26 de novembro de 2025, um dia antes da publicação dos resultados de eleições legislativas e presidenciais, afastaram do poder o então presidente eleito, Umaro Sissoco Embaló, e avançaram com uma nova Constituição, que reforça os poderes do chefe de Estado.

A oposição considerou que se tratou de um golpe de Estado encenado para permitir que Sissoco Embaló regresse ao poder através de novas eleições presidenciais e legislativas marcadas pelos militares para 06 de dezembro.

* A delegação da Agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto de 2025 após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância *

VM/APL

Lusa/Fim


Leia Também: 𝗖𝗢𝗠𝗜𝗦𝗦𝗔̃𝗢 𝗣𝗘𝗥𝗠𝗔𝗡𝗘𝗡𝗧𝗘 𝗗𝗢 𝗣𝗔𝗜𝗚𝗖... 𝗗𝗘𝗟𝗜𝗕𝗘𝗥𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢.

A Comissão Permanente do PAIGC reuniu-se, em formato virtual, no dia 17 de setembro de 2026, sob a presidência do camarada Domingos Simões Pereira, Presidente do Partido, com o objetivo de analisar a situação política nacional, marcada, nomeadamente, pela recusa do Comando Militar e do Governo de Transição em autorizar a retoma plena da atividade política e a reabertura das sedes dos partidos, bem como pela tentativa de desalojar o PAIGC da sua Sede Nacional...


Trump anuncia acordo sobre "segurança" da Gronelândia, Dinamarca confirma... O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um acordo com a Dinamarca e a Gronelândia que dá aos EUA o "controlo permanente" sobre a segurança da Gronelândia, banindo a presença militar ou investimentos sensíveis de países "adversários". Copenhaga confirmou que o acordo deverá ser assinado na próxima semana.

© Leon Neal/Getty Images   Por  Notícias ao Minuto com Lusa  19/09/2026 

Donald Trump anunciou na sexta-feira um acordo com a Dinamarca e a Gronelândia que dá aos Estados Unidos "controlo permanente sobre a segurança" da Gronelândia, banindo também neste território dinamarquês qualquer presença militar ou investimentos sensíveis de países "adversários". Copenhaga já confirmou que o acordo deve ser assinado na próxima semana.

Numa publicação na sua própria rede social, a Truth Social, o presidente norte-americano apontou que "os Estados Unidos da América assinaram um acordo com o Reino da Dinamarca e a Gronelândia que confere aos Estados Unidos um controlo permanente sobre a segurança - e todas as outras necessidades - na Gronelândia, atendendo plenamente a TODAS as nossas inúmeras preocupações", acrescentando que o acordo não terá "nenhum custo" para os EUA.

"Além disso, a partir de agora, nenhum adversário dos EUA poderá, em caso algum, ter uma base ou presença militar na Gronelândia, nem realizar investimentos sensíveis no território, sem a nossa aprovação expressa por escrito", adiantou ainda na mesma nota. 

"Durante mais de 100 anos, os presidentes reconheceram a importância estratégica da Gronelândia, mas NENHUM deles conseguiu fazer alguma coisa a esse respeito. Orgulho-me de ser o presidente que resolveu de forma permanente e definitiva esta situação tão importante. Trata-se de um acordo de 'vigência perpétua'; não há prazo para terminar!", enalteceu.

Na sua publicação, Trump afirmou ainda que Washington "iniciará imediatamente o processo de desenvolvimento de uma grande presença militar na parte apropriada da Gronelândia", onde "existem muitas áreas adequadas", trabalhando com o povo da Gronelândia "no seu desenvolvimento e construção". 

"Esta é uma excelente solução para os Estados Unidos da América, a Dinamarca, a Gronelândia e todos os nossos aliados. Esperamos trabalhar com os maravilhosos povos da Dinamarca e da Gronelândia em prol de um futuro magnífico para esta vasta e altamente estratégica extensão de terra. Zelaremos por ela com o máximo cuidado! É o concretizar de um sonho para os Estados Unidos da América - um sonho muito importante, histórico e especial", vincou ainda Trump.

Por sua vez, um responsável do Departamento de Estado afirmou sob anonimato que o acordo garante que a China e a Rússia "não poderão instalar bases militares" ou enviar tropas para a Gronelândia, estabelecendo "mecanismos para impedir qualquer investimento em setores sensíveis".

O acordo, adiantou o mesmo responsável, confere "explicitamente aos Estados Unidos plena capacidade de agir na Gronelândia conforme considerem necessário para garantir a segurança e a defesa do continente americano" e permite aumentar o número de bases norte-americanas no território "conforme a necessidade".

Dinamarca e Gronelândia reagiram: "Perspetiva de um bom acordo"

"Saúdo a perspetiva de um bom acordo para a Gronelândia, o Reino da Dinamarca e os Estados Unidos", declarou a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, em comunicado, após um anúncio do presidente norte-americano, Donald Trump.

O acordo "reforça a nossa segurança comum no Ártico e no Atlântico Norte e é, por isso, benéfico para a NATO e para a Europa", declarou Frederiksen.

Copenhaga informou que a assinatura está prevista para a próxima semana, à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque.

Por sua vez, o chefe do Governo da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen, saudou o acordo "que garante e reforça a segurança da Gronelândia, do Reino da Dinamarca, dos Estados Unidos e da aliança Ocidental".

"O acordo reconhece os interesses da Gronelândia e o nosso papel na cooperação internacional. Isto beneficia-nos a todos", garantiu.

Trump ameaçou no ano passado tomar o controlo da Gronelândia

De recordar que Trump ameaçou por diversas vezes no ano passado tomar o controlo da Gronelândia, não excluindo mesmo o recurso à força, gerando alarme na Dinamarca e entre aliados da NATO.

Após uma reunião com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, em Davos, Trump anunciou em janeiro ter "formado a estrutura" de um futuro acordo sobre a Gronelândia e retirou a ameaça de tarifas anteriormente feita a países que apoiassem a Dinamarca no diferendo.

Um acordo de defesa de 1951 ao abrigo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) e que está formalmente em vigor, rege a presença militar norte-americana na Gronelândia, prevendo inclusivamente vias para a expandir.

A Dinamarca mantém jurisdição soberana da Gronelândia, mas os Estados Unidos têm jurisdição exclusiva sobre as suas próprias instalações militares no território, onde operam a Base Espacial de Pituffik, que apoia alerta de mísseis, defesa antimísseis e vigilância espacial.

O pacto de defesa, atualizado pela última vez em 2004, já permite a Washington aumentar o destacamento de tropas na ilha, desde que as autoridades da Dinamarca e da Gronelândia sejam informadas antecipadamente.


Leia Também: EUA admitem ter perdido confiança nos resultados das missões de paz da ONU

Os Estados Unidos admitiram na sexta-feira que perderam a confiança de que as missões de paz da ONU, da forma como são atualmente concebidas e financiadas, produzam resultados proporcionais aos seus custos e à sua abrangência.

Num debate do Conselho de Segurança sobre as Operações de Manutenção da Paz das Nações Unidas, o diplomata norte-americano Jeffrey Bartos defendeu avaliações rigorosas das missões, responsabilização pelos resultados definidos e metas realistas e alcançáveis, focadas em funções de segurança que apoiem um plano político.

"As Nações Unidas estão atoladas em burocracia e processos — incluindo longas revisões e declarações — quando a resolução de conflitos exige, na realidade, adaptações concretas e oportunas. As operações de manutenção da paz não são exceção", defendeu Bartos, argumentando que a "diplomacia decisiva, apoiada por poder de influência real, é o que de facto põe fim às guerras"...

DONALD TRUMP afirma que filho reembolsará oligarca russo por gastos no casamento... O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou sexta-feira que o filho garantiu que reembolsará o oligarca russo ligado ao Kremlin que custeou as festividades do seu casamento.

© Bonnie Cash/UPI/Bloomberg via Getty Images    Por  LUSA   19/09/2026 

"Quando ouvi esta história, perguntei sobre o assunto. E ele disse: 'Não, papá, vou reembolsar'", declarou o Presidente.

Trump afirmou também que a contribuição em causa era "autorizada".

A mulher de Donald Trump Jr. confirmou na segunda-feira que a festa de casamento de ambos foi parcialmente financiada por Umar Kremlev, oligarca russo que apresentou como um "querido amigo".

"Muito generosamente [Kremlev], ofereceu-nos duas noites incríveis de celebração APÓS o nosso casamento", refere uma publicação no Instagram de Bettina Trump, assinada pelo casal.

Segundo o ProPublica, site de jornalismo de investigação sem fins lucrativos, Kremlev, que preside à Associação Internacional de Boxe, financiada pela gigante energética russa Gazprom, "arcou com centenas de milhares de dólares em despesas do casamento", incluindo o aluguer de uma das duas ilhas privadas onde se realizou a festa de três dias e um espetáculo de fogo de artifício.

Os pagamentos vieram de uma entidade do Dubai afiliada à agência de boxe, informou o site, citando registos analisados e entrevistas com três pessoas.

"É lamentável que algo tão pessoal e feliz possa ser reinterpretado como algo político ou sinistro simplesmente por causa de quem alguém é ou de onde vem. A amizade não exige um motivo político. A generosidade não é automaticamente acompanhada por uma agenda oculta. E, por vezes, um presente de casamento é simplesmente um presente de casamento", refere a publicação.

O procurador-geral norte-americano, Todd Blanche, nomeado por Trump, recusou na terça-feira investigar os gastos do oligarca russo, considerando que o pagamento foi "um presente" e que a questão já foi resolvida pelos envolvidos, embora a oposição democrata tenha começado a investigar o assunto no Congresso.

"O Presidente não sabe quem é esta pessoa. Acredito que outros membros da família não saibam quem é esta pessoa. O filho do Presidente disse que é um amigo muito próximo e que aceitou o presente no fim de semana do seu casamento", afirmou.

"Quando me pergunta se estou a investigar isto, a minha pergunta é: investigar o quê? Diz que esta pessoa é amiga de [Vladimir] Putin (Presidente russo), e nem sei se isto é verdade. É divertido falar sobre este assunto, mas acredito que as pessoas envolvidas na questão já se pronunciaram", acrescentou o procurador.

Kremlev tem antecedentes criminais sob um nome anterior, segundo o The Washington Post.

Como presidente da Federação Russa de Boxe, Kremlev presenteou Putin com uma luva de boxe de diamantes, e Putin concedeu-lhe uma prestigiada distinção estatal conhecida como Ordem do Mérito à Pátria.

Numa carta enviada na segunda-feira à chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, o líder democrata da Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes, Robert García, exige uma série de documentos para esclarecer as informações reveladas pelo ProPublica.

"A estreita e opaca relação entre o filho de um Presidente dos Estados Unidos em exercício e um membro do círculo íntimo do ditador russo, Vladimir Putin, suscita graves preocupações em matéria de segurança nacional e corrupção pública", escreveu Robert García.

"É ainda mais inquietante que um oligarca russo tenha financiado, segundo foi noticiado, parte da luxuosa boda do proprietário de várias empresas que têm contratos com o Departamento de Defesa", acrescentou o congressista democrata, recordando que Donald Trump Jr. é coproprietário e um grande investidor em múltiplas empresas com contratos avultados com o Pentágono.

Trump Jr. já tinha sido alvo de escrutínio anteriormente devido aos seus laços com a Rússia. Durante a campanha de 2016, o seu encontro com a advogada russa Natalia Veselnitskaya foi visado por investigadores federais e do Congresso, para apurar se a campanha de Donald Trump tinha coordenado ações com a Rússia para interferir na eleição.

Em discussão terão estado informações potencialmente comprometedoras sobre a então adversária democrata de Trump, Hillary Clinton, parte dos esforços do governo russo para ajudar o pai de Trump Jr. a conquistar a Casa Branca.

A oferta do oligarca à família Trump surge numa altura em que a Rússia continua em guerra após a invasão da Ucrânia e em que Trump não conseguiu intermediar um acordo de paz prometido.


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A participação do procurador-geral dos Estados Unidos, Todd Blanche, em ações da campanha republicana para as eleições intercalares reacendeu esta semana o debate sobre os limites entre política e Departamento de Justiça e a independência do órgão.

Blanche, antigo advogado do Presidente norte-americano, Donald Trump, e procurador-geral desde 10 de agosto, participou, desde que assumiu o cargo, em três ações de campanha do Partido Republicano para as intercalares de 03 de novembro próximo...