terça-feira, 22 de setembro de 2026

Primeiros voos iranianos cancelados a partir das 00h por sanções dos EUA... Os primeiros voos iranianos com destino ao Iraque e ao Omã vão ser cancelados a partir da meia-noite, hora local, após o anúncio de novas sanções americanas contra empresas de aviação iranianas, noticiaram hoje meios de comunicação iranianos.

© Shutterstock  Por  LUSA  22/09/2026 

Segundo a aviação civil iraniana, citada pelas agências de notícias Tasnim e Isna, "os aeroportos de Bagdade e Mascate deixarão de receber voos iranianos" a partir da meia-noite.

"Os outros voos internacionais, incluindo os com destino a Istambul [Turquia], estão programados como previsto e, atualmente, não há dificuldades com estes voos", relatou a Tasnim na noite de hoje.

Estão em curso negociações para que "os voos com destino a Bagdade [Iraque] possam ser redirecionados para o aeroporto de Najaf", uma cidade santa no centro do território iraquiano apreciada pelos peregrinos iranianos, explicou o porta-voz da aviação às duas agências.

Segundo a Isna, negociações com o Omã também estão em andamento.

No Iraque, as autoridades ainda não manifestaram a sua posição oficial.

Várias fontes, incluindo um alto responsável do governo, disseram à agência de notícias francesa AFP que Bagdade iria cumprir a proibição americana.

No início de setembro, o governo dos EUA colocou na lista negra todo o setor aéreo iraniano e ameaçou sancionar qualquer organização que trabalhasse com as companhias aéreas do Irão.

Na úlima segunda-feira, o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que as sanções impostas a Teerão vão obrigar todas as companhias aéreas iranianas a suspender as operações a partir de quarta-feira.

Bessent explicou que Washington pretende impedir as transportadoras iranianas de aceder a serviços essenciais à atividade aérea, sob ameaça de exclusão do sistema financeiro norte-americano.

Horas depois desta decisão de Washington, também fontes governamentais do Iraque disseram à agência France-Presse (AFP) que Bagdade iria suspender os voos das companhias aéreas iranianas.

"O Iraque aplicará a proibição às companhias aéreas iranianas, em conformidade com a decisão do Tesouro dos EUA, a partir da madrugada de terça-feira", declarou uma autoridade iraquiana, acrescentando que "os países que não aplicarem esta decisão estarão sujeitos a sanções".

A companhia nacional Iran Air tinha afirmado de manhã que não tinha recebido nenhuma proibição de operar em vários países vizinhos do Irão.

"A Iran Air não recebeu nenhuma notificação nem instrução oficial das autoridades de aviação civil da Turquia, da República do Azerbaijão e do Iraque sobre a suspensão ou interrupção dos voos da companhia para Istambul, Bacu e Najaf", indicou a empresa num comunicado transmitido pela Irna.

O setor aéreo iraniano já é alvo de várias sanções há anos. O Irão tem 27 companhias aéreas, a maioria das quais realiza ligações domésticas.

A Iran Air, a companhia nacional, e a Mahan Air, uma empresa privada, são as duas principais a fazer ligações com o estrangeiro, principalmente com países vizinhos, mas também com a Rússia e a China.

Pequim disse hoje que se opõe às "sanções unilaterais ilegais" dos EUA.

Desde segunda-feira, a Geórgia proíbe todos os voos iranianos de e para o seu território, enquanto a Mahan Air anunciou a suspensão de todos os seus voos para a vizinha Turquia, a pedido das autoridades turcas.

Estas restrições complicam ainda mais as possibilidades dos iranianos de viajar para o estrangeiro ou de regressar ao seu país.

Os ataques israelo-americanos contra o Irão no fim de fevereiro, que provocaram a guerra no Médio Oriente, já tinham levado ao encerramento total do espaço aéreo iraniano. O tráfego desde então retomou parcialmente, mas apenas algumas empresas iranianas podem sair do Irão.


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O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, reuniu-se hoje, em Nova Iorque, com o emissário norte-americano Steve Witkoff, a quem comunicou as condições de Teerão para a reabertura do estratégico estreito de Ormuz, segundo os media estatais iranianos.

Araghchi disse a Witkoff que as condições de Teerão incluíam "o levantamento imediato do bloqueio naval (norte-americano), a rápida libertação de todos os bens iranianos congelados, bem como o fim da guerra em todas as frentes", noticiou a emissora estatal iraniana IRIB...

Netanyahu considera declarações de Macron sobre Gaza "absurdo grotesco"... O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, criticou hoje duramente o Presidente francês, Emmanuel Macron, que classificou a situação na Faixa de Gaza como um "espetáculo vergonhoso".

© RONEN ZVULUN / POOL / AFP via Getty Images   Por  LUSA  22/09/2026 

"O absurdo grotesco da declaração de Emmanuel Macron é impressionante", frisou Netanyahu, segundo um comunicado divulgado pelo gabinete do primeiro-ministro israelita. 

O chefe do Executivo de Israel condenou os comentários de Macron na Assembleia Geral das Nações Unidas, que decorre esta semana em Nova Iorque, mencionando a morte de um cidadão francês às mãos de "um terrorista do Hamas" enquanto conduzia na Cisjordânia.

"Com o seu último suspiro, disse ao filho para fugir", relatou Netanyahu sobre um incidente ocorrido, segundo ele, dias antes da festividade judaica do Yom Kippur, ou Dia do Perdão.

"Os terroristas do Hamas realizam atentados contra judeus quase diariamente. Assassinaram inúmeros civis israelitas na Judeia e Samaria (termo usado pelos políticos em Israel para designar a Cisjordânia). A ignorância não é desculpa para apagar o sangue deles", apontou Netanyahu.

As suas declarações surgem depois de o Presidente francês ter denunciado, durante a 81.ª edição da Assembleia Geral da ONU, que a situação vivida no enclave palestiniano é um "espetáculo (que) envergonha a todos".

O responsável voltou a exigir o reconhecimento da Palestina como Estado, lembrando que a França e outros países deram esse passo há praticamente um ano, por ocasião da edição anterior do evento.

"Que credibilidade temos se continuamos sem agir perante o que acontece em Gaza? Há quem se vanglorie de uma suposta paz na Palestina (...), mas essa paz não reabriu as vias humanitárias. Este espetáculo envergonha-nos", sublinhou.

"Observem o que está a acontecer na Cisjordânia, onde ocorrem violações todos os dias, mas em nome de quê? (...) Trata-se de construir, dia a dia, o projeto de respeito pelo direito do povo palestiniano a existir, mas, ao mesmo tempo, trata-se das condições para a paz e para a segurança de hoje e de amanhã, tanto para Israel como para o seu povo", acrescentou.

Macron advertiu que "aqueles que dizem que a segurança de Israel implica violar os direitos dos vizinhos" estão, na verdade, a enfraquecer a segurança do país.

A guerra na Faixa de Gaza foi desencadeada pelos ataques liderados pelo Hamas em 07 de outubro de 2023 no sul de Israel, nos quais morreram cerca de 1.200 pessoas e 251 foram feitas reféns.

Em retaliação, Israel lançou uma operação militar em grande escala no enclave, que causou mais de 73 mil mortos, segundo as autoridades locais controladas pelo Hamas, que não distinguem civis de combatentes do movimento islamita, considerado terrorista por Israel, União Europeia, Estados Unidos e diversos outros países.

Desde o início do atual cessar-fogo, acordado em outubro do ano passado, as autoridades da Faixa de Gaza contabilizaram mais de 1.300 palestinianos mortos em ataques das forças israelitas, não detalhando quantos eram combatentes do Hamas.


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O Presidente francês, Emmanuel Macron, pediu hoje na Assembleia Geral da ONU para que não se ceda "à fatalidade", num discurso em que defendeu a Carta das Nações Unidas para que os diferentes países e povos possam coexistir...

UCRÂNIA/RÚSSIA: Ucrânia "pronta" para trégua energética "mas, se atacarem, responderemos"... O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, transmitiu hoje ao homólogo norte-americano, Donald Trump, que está pronto para travar os ataques a instalações energéticas russas caso Moscovo faça o mesmo face aos seus ataques em massa na Ucrânia.

© NICOLAS TUCAT / AFP via Getty Images  Por  LUSA  22/09/2026 

"Estou pronto a qualquer momento, desde que todas as partes estejam preparadas. Estamos prontos se não atacarem o nosso sistema energético, o nosso sistema de eletricidade e aquecimento", destacou Zelensky aos jornalistas em Nova Iorque, onde participa na Assembleia Geral da ONU.

O chefe de Estado ucraniano detalhou que falou com Trump sobre esta "moratória energética".

O governante indicou que os Estados Unidos vão transmitir esta proposta à Rússia: "Se pensamos realmente num cessar-fogo, então temos de parar de atacar os sistemas energéticos. Mas, se atacarem, responderemos", garantiu.

Kyiv começou a atacar refinarias russas depois de Moscovo ter atacado repetidamente a rede elétrica da Ucrânia.

Zelensky pediu o envolvimento dos Estados Unidos e da Europa para fazer com que a Rússia participe nas negociações, e afirmou que Trump lhe garantiu, na reunião realizada hoje, que fará "tudo o que for possível" para ajudar a pôr fim ao conflito.

Sobre uma possível reunião a três, proposta anteriormente por Zelensky, o líder ucraniano reiterou que continua disposto a reunir-se com o líder russo, Vladimir Putin.

Até agora, Trump limitou-se a dizer que Putin está disposto a reunir-se com ele, como já fez no Alasca em agosto de 2025.

Zelensky abordou ainda o próximo encontro entre Trump e o Presidente chinês, Xi Jinping, e observou que considera que o líder chinês tem influência sobre Putin e que "todos os países devem trabalhar para acabar com a guerra".

"Se todos queremos acabar com esta guerra, todos temos de trabalhar 24 horas por dia para isso", insistiu.

Além disso, Zelensky apontou que a Ucrânia continua a pedir ajuda aos Estados Unidos para produzir mísseis intercetores para os seus sistemas Patriot, fundamentais para conter os ataques balísticos russos com o aproximar do inverno.

Trump disse hoje que era possível que os EUA permitissem à Ucrânia fabricar, por conta própria, mísseis intercetores para sistemas antiaéreos Patriot, mas não adiantou mais pormenores.


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O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, manifestou hoje o desejo de pôr fim ao conflito com a Rússia antes do inverno e afirmou contar com a ajuda do homólogo norte-americano, Donald Trump.

"Espero que ponhamos fim a esta guerra e que o Presidente Trump nos ajude a pôr fim a esta guerra. Acho que precisamos de o fazer, se possível, antes do inverno", disse Volodymyr Zelensky antes de os meios de comunicação se retirarem da reunião que manteve com Donald Trump na sede da ONU em Nova Iorque, onde decorre o debate geral da 81.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas...

SENEGAL: Presidente senegalês concede perdão presidencial a 984 condenados... O Presidente senegalês, Bassirou Diomaye Faye, concedeu "uma graça excecional" a 984 pessoas condenadas a diferentes penas neste país vizinho da Guiné-Bissau, segundo um comunicado do Ministério da Justiça hoje publicado.

© Annika Hammerschlag/Bloomberg via Getty Images   Por  LUSA  22/09/2026 

Habitualmente reservadas a ocasiões especiais ou a festas religiosas, tais medidas são excecionais neste país da África Ocidental.

Estes perdões foram concedidos para "melhorar as condições de detenção, reduzir a população prisional e favorecer a reinserção social das pessoas agraciadas", segundo o Ministério da Justiça.

A medida, decidida por decretos assinados na segunda-feira, prevê o perdão total da pena para 921 condenados, bem como para 21 detidos gravemente doentes, 19 menores e um detido com mais de 65 anos.

Dezoito condenados beneficiam, além disso, de uma redução parcial da pena, enquanto a pena de prisão perpétua de quatro condenados foi atenuada.

Em abril do ano passado, 1.121 detidos tinham beneficiado de um indulto por ocasião do dia da independência e do Korité, festa que assinala o fim do mês do Ramadão.

Em junho do mesmo ano, 1.466 pessoas foram agraciadas por ocasião da festa do Aïd el-Kébir, a segunda e maior festa do Islão.

O anúncio de hoje ocorreu, contudo, fora destes períodos especiais tradicionalmente associados a este tipo de medida.


Cuba rejeita "falsidades" de Trump na ONU e diz que "não é uma ameaça"... O chefe da diplomacia cubano, Bruno Rodríguez, rejeitou hoje "as falsidades" sobre Cuba ditas na ONU pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, assegurando que a ilha "não é uma ameaça para os Estados Unidos, nem para qualquer país".

© Angelo Mastrascusa/Anadolu via Getty Images   Por  LUSA  22/09/2026 

"O Governo dos Estados Unidos mostra-se incapaz de aceitar que Cuba é, e tem o direito de ser, um país totalmente independente e soberano. Nenhuma das falsidades do Presidente dos Estados Unidos na ONU e nenhuma calúnia podem ou poderão negar esse facto", escreveu Rodríguez na rede social X.

O ministro dos Negócios Estrangeiros cubano, que também se encontra em Nova Iorque para assistir à Assembleia-Geral anual das Nações Unidas, reagiu minutos depois de Trump proferir um discurso em que acusou o Governo de Havana de apoiar redes de "esquerda radical" dentro do território norte-americano.

O chefe de Estado norte-americano também ameaçou usar a força militar na América Latina caso Washington veja os seus interesses ameaçados.

A delegação cubana na ONU abandonou a sala da Assembleia-Geral depois de Trump ter reiterado que a ilha é "um Estado falhado" e se ter vangloriado da pressão que o seu Governo está a exercer sobre a nação insular.

"Cuba não é uma ameaça para os Estados Unidos, nem para qualquer país. O bloqueio económico, incluindo o cerco energético, é que ameaça Cuba e o resto das nações. É um ato de genocídio e de punição coletiva. Somos um país de paz e merecemos a paz", insistiu Rodríguez nas redes sociais.

Ao mesmo tempo, o Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou na rede social X: "Incapaz de justificar a punição do povo de Cuba e a sua guerra económica genocida, o Presidente dos Estados Unidos repete na ONU que Cuba representa uma ameaça".

"A mentira é o recurso daqueles que se recusam a aceitar o direito à autodeterminação do povo cubano. Continuaremos a lutar pela paz, a defender a nossa soberania e a trabalhar em conjunto para superar a implacável agressão que o Governo norte-americano nos impõe", afiançou.

Na segunda-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros cubano tinha acusado os Estados Unidos de estarem a utilizar o combate ao tráfico de droga na América Latina e nas Caraíbas como "pretexto para uma militarização" que lhes serve como "instrumento de dominação" da região.

A relação entre Washington e Havana atravessa uma das suas fases mais tensas, num contexto de aumento da pressão norte-americana por mudanças significativas na ilha e depois de ambos os governos terem confirmado negociações que não produziram resultados, pelo menos publicamente anunciados.

Desde janeiro, Trump ordenou um bloqueio ao petróleo destinado a Cuba - o que agravou a crise económica e humanitária enfrentada pelo país caribenho após décadas de gestão deficiente por parte do Governo da ilha —, além de aplicar novas sanções secundárias que afugentaram empresas estrangeiras.


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HAVANA – A ONG Cubalex informou, em um relatório especial publicado nesta segunda-feira, que entre 1º de fevereiro de 2024 e 30 de junho de 2026, registrou 115 mortes sob custódia do Estado em estabelecimentos penitenciários cubanos, correspondentes a pessoas privadas de liberdade por decisão judicial...

PORTUGAL/IMIGRAÇÃO: Dados de imigração mostram "inversão total" da "política descontrolada"... O secretário de Estado Imigração afirmou hoje que o número de estrangeiros, anunciados pela Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), mostra o sucesso das políticas de entrada regular de imigrantes e que os dados existentes estão consolidados.

© ruifret/ Instagram   Por  LUSA  22/09/2026 

Em declarações à Lusa, Rui Armindo Freitas considerou que os números dos estrangeiros, que registaram um aumento de 38 mil entre 2024 e 2025, estão de acordo com as estimativas já divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e mostram "o resultado das políticas que foram inauguradas em 2024, que é uma estabilização dos números, uma passagem para as entradas por via regular, que era o que se desejava".

"No fundo, falamos aqui dos resultados de uma política que tem vindo a ser seguida e que tinha um objetivo claro de ter os caminhos regulares, os caminhos para uma imigração com regras claras".

"Já se nota claramente (...) uma inversão total" em relação a "uma política absolutamente descontrolada que vivemos até 2024", acrescentou o governante.

De acordo com o "Relatório de Migrações e Asilo 2025", que foi hoje divulgado pela AIMA, Portugal tinha no final de 2025 um total de 1.585.854 cidadãos estrangeiros a residir no país, mais 38 mil que no ano anterior.

No total, os estrangeiros correspondem a 13,9% dos 11.424.031 residentes em Portugal, contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) no final de dezembro de 2025, o mesmo momento referido no relatório hoje divulgado.

O relatório "está em linha com os números que já foram apresentados pelo INE e, pela primeira vez há essa concordância total" entre os números estimados e os registados, disse o secretário de Estado Adjunto da Presidência e Imigração.

"Estes números que a AIMA agora lança no seu relatório não são mais do que essa confirmação de um alinhamento total dos números das nossas instituições.

"Quem hoje continua a negar que esta é a realidade só o pode fazer ao sabor das suas vontades políticas, porque fica claro para todos exatamente qual é a realidade da imigração em Portugal, aquela que nós temos vindo a dizer", acrescentou.

O país apresenta números muito diversos, com Odemira a ter pouco mais de metade da população estrangeira e o volume de cidadãos não nacionais pressiona muito alguns concelhos, nomeadamente na Grande Lisboa, Setúbal, Algarve e alguns municípios do Porto.

O Governo já tinha prometido apresentar até final do verão um plano de integração para responder a essa necessidade e Rui Armindo Freitas prometeu novidades "para breve".

"No contexto da imigração, temos vindo a trabalhar cada vez mais no terreno, com uma rede cada vez mais ampla, com mediadores linguísticos e culturais nas escolas" e preparando os serviços educativos "para receber crianças de outras geografias de uma forma muito mais capaz do que era feito no passado".

"Sobre isso, como foi dito, muito brevemente teremos mais novidades", mas "há muitas medidas que já foram sendo tomadas e outras que foram sendo anunciadas", acrescentou Rui Armindo Freitas.

Em relação ao facto de a população estrangeira se fazer sentir de modo diferenciado no território, o governante reconheceu que algumas "zonas foram mais fortemente pressionadas precisamente pelas atividades económicas" e pela oferta de emprego existente.

Agora, com os dados publicados, "fica tudo perfeitamente claro para todos", para que se possa olhar para este fenómeno, disse.

No entanto, salientou que a presença de mais estrangeiros nalguns municípios deve-se a razões económicas: "As atividades económicas serão sempre aquilo que vai determinar mais ou menos imigrantes em Portugal" e nunca houve uma proporção tão grande de cidadãos estrangeiros a trabalhar em Portugal.


Eis o momento em que Trump assina acordo com Gronelândia e Dinamarca... O presidente dos Estados Unidos assinou um acordo com a Dinamarca e a Gronelândia que tem como objetivo reforçar a segurança no Ártico e no Atlântico norte. A assinatura aconteceu à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas que está a decorrer em Nova Iorque.

© Chip Somodevilla/Getty Images   Por  Notícias ao Minuto   22/09/2026 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou esta terça-feira um acordo com a Dinamarca e a Gronelândia que tem como objetivo reforçar a segurança no Ártico e no Atlântico Norte. 

A assinatura, que aconteceu à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova Iorque, ocorreu dias depois de Donald Trump ter anunciado um pacto para reforçar a presença militar norte-americana na Gronelândia, mantendo-a, no entanto, sob o controlo dinamarquês. 

Recorde-se que o presidente norte-americano provocou este ano uma crise com os aliados europeus ao ameaçar anexar o território autónomo dinamarquês, tendo em conta a sua localização estratégica na região ártica e os seus recursos naturais, cobiçados por Washington.

Veja o momento em que o acordo é assinado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, pela primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, e o primeiro-ministro da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen.

No vídeo, Trump, Frederiksen e Nielsen mostram-se sorridentes e, após a assinatura do acordo, são ouvidos aplausos.

Na sexta-feira, note-se, as partes confirmaram que tinham chegado a acordo, após meses de negociação, sem fornecer detalhes sobre o conteúdo, tendo a líder dinamarquesa destacado que ficou assegurada a soberania do seu país sobre a Gronelândia.


Leia Também: Costa considera acordo com EUA "passo positivo" para cooperação transatlântica

O presidente do Conselho Europeu considerou hoje que o acordo alcançado entre os Estados Unidos e a Dinamarca sobre a Gronelândia é um "passo positivo para a cooperação transatlântica", assente no respeito pela soberania e integridade territorial dos países...


GUINÉ-BISSAU: O Governo de Transição fixou o salário mínimo no setor privado em 50 mil francos CFA e aprovou a requalificação do mercado de Bandim... As decisão foi tornada pública nesta terça-feira, após a sessão do Conselho de Ministros, que instruiu a criação de uma comissão interministerial, composta pelos Ministérios da Administração Territorial, das Finanças, da Economia, das Obras Públicas, da Energia e do Comércio.

Por Radio Voz Do PovoRadio TV Bantaba   22/09/2026

Conselho de Ministros Fixa Salário Mínimo em 50.000 XOF e Aprova Requalificação do Mercado de Bandim

​O Conselho de Ministros da Guiné-Bissau reuniu-se hoje em Sessão Ordinária no, sob a presidência do Primeiro-Ministro, Ilídio Vieira Té.  

​Durante a reunião, o coletivo governamental aprovou um conjunto de medidas cruciais nas áreas social, económica, das infraestruturas e da justiça: 

​Salário Mínimo Nacional: Foi aprovado o Projeto de Decreto que fixa o Salário Mínimo Nacional para o Sector Privado em 50 000 XOF (cinquenta mil Francos CFA). 

​Requalificação do Mercado de Bandim: Foi instituída uma Comissão Interministerial composta pelos Ministérios da Administração Territorial, Finanças, Economia, Obras Públicas, Energia e Comércio  que terá 15 dias para apresentar ao Conselho de Ministros um Projeto de Requalificação do Mercado de Bandim.

​Novo Estabelecimento Prisional: Foi dada anuência ao Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos para a implementação do Projeto de Estabelecimento Prisional de Ilhéu de Rei (ONANMDJONA).

​Gestão do Fundo de Pensões: Protelou-se a aprovação do Projeto de Decreto-Lei relativo à Orgânica da Unidade Coordenação da Gestão do Fundo de Pensões (UCGFP) para análise e discussão posterior.

​Melhoria no Abastecimento de Água e Energia: O Governo instruiu o Ministro da Energia a tomar as diligências necessárias para expandir a rede de distribuição de água em todo o território nacional e melhorar a qualidade da água fornecida às populações.

​Nomeações:

No capítulo das nomeações, o Conselho de Ministros deu anuência à nomeação do Senhor Silvio Caetano Coelho para o cargo de Decano da Faculdade de Medicina "Raúl Diaz Arguelles", sob proposta do Ministério da Saúde Pública.

​O comunicado foi assinado pelo Ministro da Presidência do Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares, Usna António Quadé.

GUINÉ-BISSAU: O Governo aprovou hoje o Projeto de construção do Estabelecimento Prisional ONANMDJONA no Ilhéu de Rei, apresentado pelo Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, João Bernardo Vieira, uma decisão que marca um momento histórico para a Guiné Bissau. Pela primeira vez desde a Independência, o país vai construir uma prisão de raiz, moderna, segura e alinhada com os mais elevados padrões internacionais de direitos humanos.

Por Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos  22 de Setembro de 2026

Durante décadas, o sistema prisional nacional funcionou em estruturas improvisadas e sem condições adequadas. Com ONANMDJONA, o Estado dá um passo decisivo para garantir dignidade, segurança e respeito pelos direitos fundamentais de todos os cidadãos, incluindo aqueles privados de liberdade.

O novo estabelecimento terá celas ventiladas e iluminadas, lotação conforme normas internacionais, separação adequada entre categorias de detidos, enfermaria, escola, oficinas de formação profissional e espaços de reinserção social. Estas melhorias vão reduzir a sobrelotação, melhorar a saúde e o bem estar dos reclusos e criar condições reais para a reabilitação e reintegração.

Com esta aprovação, o Governo inicia uma transformação profunda do setor penitenciário, reforçando a credibilidade internacional da Guiné Bissau e abrindo portas para financiamento da UE, ONU e parceiros de desenvolvimento.

MJDH – Afirmando dignidade, modernidade e soberania na Justiça.

GUINÉ-BISSAU: A Assembleia Geral das Nações Unidas deu hoje início, em Nova Iorque, ao Debate Geral da sua 81.ª sessão, sob o lema «Restaurar a confiança, gerir a transformação: Nações Unidas que respondam às necessidades de todos».

Por  Ministério dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau   Bissau, 22 de setembro de 2026

O Primeiro-Ministro, Ilídio Vieira Té, chefia a delegação da República da Guiné-Bissau e chega amanhã, 23 de setembro, a Nova Iorque. Intervirá perante a Assembleia Geral no dia 25, para apresentar as prioridades nacionais e a posição do país sobre os principais desafios internacionais.

A Ministra dos Negócios Estrangeiros, Fatumata Jau, já se encontra em Nova Iorque, onde participou na sessão inaugural e prepara a agenda diplomática e os compromissos de alto nível do Chefe do Governo.

"Trump TV". Depois do boicote, administração Trump lança a sua própria TV... Canal foi para o ar esta segunda-feira e promete ser uma emissão centrada nas declarações do presidente dos Estados Unidos da América.

© Reprodução White House   Por  Notícias ao Minuto   22/09/2026 

No meio de uma polémica com vários meios de comunicação social, o governo de Donald Trump decidiu lançar a sua própria televisão.

Chama-se "Trump TV" e foi para ar, pela primeira vez, na noite desta segunda-feira, 21 de setembro.

A proposta de canal é oferecer uma programação centrada nas declarações mais importantes do presidente dos Estados Unidos, ou de elementos do seu governo. Esta promete ter emissão de 24 horas.

O canal passou a emitir depois de o republicano ter decidido banir da sede do executivo emissoras críticas a sua gestão. 

Recorde-se que Donald Trump proibiu os canais CNN, MS NOw e o Político de entrar na Casa Branca.

O confronto é um dos ataques de maior visibilidade da administração à imprensa até à data, com implicações que vão muito além dos três órgãos de comunicação social proibidos. Trump afirmou na passada sexta-feira, quando anunciou a proibição, que poderia acrescentar outros à lista.

Na sequência disso, estes três meios anunciaram esta segunda-feira que vão avançar com uma ação judicial ao abrigo da Primeira Emenda.

Entretanto as cadeias CBS, NBC, ABC e Fox solidarizaram-se com a congénere CNN, vetada na sexta-feira de cobrir assuntos na Casa Branca, e anunciaram que vão deixar de cobrir as atividades do Presidente Donald Trump.

"A partir de hoje, a 'pool' televisiva não irá cobrir os eventos em que o Presidente participe e que sejam da competência do 'pool'", indicou Bryan Boughton, representante da Fox e organizador deste grupo de canais, a quem cabe a responsabilidade de filmar o líder norte-americano ao longo do dia e de distribuir as imagens assim produzidas.

Trata-se de uma iniciativa inédita desde o regresso ao poder do dirigente republicano, e surge na sequência da sua decisão de bloquear o acesso dos jornalistas da CNN, do canal MS NOW e do meio de comunicação 'online' Politico.

"É vital para o grande público receber informações corretas e independentes sobre o Governo. Nenhuma administração deveria restringir o acesso de um órgão de comunicação social por este não estar de acordo com a sua cobertura", indicaram, por seu lado, os cinco canais da "pool" presidencial num comunicado.

A missão da "pool" da Casa Branca é filmar o Presidente norte-americano ao longo do dia e distribuir as imagens assim produzidas, segundo um princípio de rotação entre estes cinco canais, que são também concorrentes.

RELATÓRIO: Portugal com quase 1,6 milhões de estrangeiros residentes no fim de 2025... Portugal tinha no final de 2025 um total de 1.585.854 cidadãos estrangeiros a residir no país, mais 38 mil que no ano anterior, anunciou hoje a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA).

© Lusa   22/09/2026 

No "Relatório de Migrações e Asilo 2025", hoje divulgado, a AIMA refere que o aumento ligeiro, em comparação com os anos anteriores, reflete a "estabilização das novas entradas em território nacional e a consolidação de uma comunidade estrangeira estruturalmente integrada na vida económica e social do país".

"Durante o ano de 2025, a AIMA emitiu mais de 500.000 títulos de residência - com destaque para as concessões, com 337.880 títulos emitidos, e as renovações, com 189.331 títulos" e ao longo do ano, a agência "prosseguiu o trabalho de correção, validação e atualização estatística iniciado no ano anterior, assegurando maior precisão na caracterização da população estrangeira residente", refere o relatório anual da AIMA.

"Tal como em anos anteriores, a data de emissão pode não coincidir com a data de entrada do cidadão no país, dada a complexidade e o volume dos processos em análise", justifica a AIMA, que destacou ainda a "operação de atendimento e decisão administrativa sem precedentes na administração pública portuguesa".

"No total, foram registados 671.273 agendamentos e realizados 605.890 atendimentos", refere o relatório.


Leia Também: AIMA volta a ficar sem liderança. Sindicato fala em "desnorte político"

O Sindicato dos Técnicos de Migração alertou hoje para a gravidade da saída de Pedro Portugal Gaspar da Agência para a Integração, Migrações e Asilo, que volta a ficar sem liderança quando precisa de estabilidade.

Asaída de Pedro Portugal Gaspar da presidência da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) foi conhecida hoje, quando se soube que aquele responsável será ouvido no parlamento no âmbito de um processo de designação para vogal do Conselho de Administração da Autoridade da Concorrência (AdC).

Numa nota divulgada ao fim da tarde, o Sindicato dos Técnicos de Migração (STM) manifestou preocupação com a saída do presidente da AIMA numa altura em que a agência "precisa de estabilidade" e "sem que exista uma estratégia sólida para recuperar a sua capacidade de resposta"...

Teerão compara acusações dos EUA sobre aumento de preços a Hitler... O Irão devolveu hoje as acusações norte-americanas de responsabilidade pelo aumento dos preços dos combustíveis e comparou-as ao líder nazi alemão, Adolf Hitler, quando justificou a invasão da Polónia como uma ação defensiva.

© ATTA KENARE/AFP via Getty Images   Por   LUSA  22/09/2026 

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmaeil Baghaei, disse em Teerão que os elementos da administração do Presidente Donald Trump "acusam o Irão do aumento dos preços do combustível".

Fazem-no "como se a sua memória fosse tão curta a ponto de esquecer quem iniciou a guerra de agressão e de quem foram as ações que criaram a crise que levou ao encerramento do estreito de Ormuz e ao impacto na navegação comercial", afirmou.

Baghaei aludia à ofensiva que os Estados Unidos e Israel lançaram conjuntamente contra o Irão em 28 de fevereiro, quando decorriam negociações sobre o programa nuclear iraniano entre Teerão e Washington.

O Irão respondeu com ataques contra interesses norte-americanos no golfo Pérsico e com o bloqueio do estreito de Ormuz, por onde circulava um quinto dos produtos petrolíferos dos mercados internacionais, com reflexos nos preços a nível global.

A situação afeta os consumidores norte-americanos, que em novembro vão às urnas nas eleições intercalares de meio do mandato presidencial de Trump (2025-2029).

"Este truque [das acusações] não é novo, no entanto. Em 1939, Hitler apresentou de forma semelhante a invasão da Polónia como uma ação defensiva", escreveu o porta-voz da diplomacia iraniana nas redes sociais.

A invasão da Polónia pela Alemanha nazi, em 01 se setembro de 1939, com parte da política de expansionismo de Hitler, é considerada como uma das causas diretas da Segunda Guerra Mundial, que durou até 1945.

"Quando o instigador de uma 'guerra de escolha' ilegal acusa a vítima das consequências, isto deve ser visto como 'brilhantismo estratégico' ou simplesmente como um exemplo claro de 'A Marcha da Insensatez'"?, acrescentou Baghaei, citado pela agência espanhola EP.

"A Marcha da Insensatez: de Troia ao Vietname" é um livro da norte-americana Barbara W. Tuchman, de 1984, no qual aborda "paradoxos da História" em que governos e autoridades levaram a cabo ações ou políticas contrárias aos seus interesses.

Israel ameaça esvaziar Gaza se Hamas voltar a fazer reféns... O ministro da Defesa de Israel ameaçou hoje evacuar a Cidade de Gaza caso o grupo islamita palestiniano Hamas volte a raptar cidadãos israelitas, como fez durante os ataques de outubro de 2023.

© Ahmad Hasaballah/Getty Images  Por  LUSA  22/09/2026 

"Se nem que seja um soldado ou civil israelita for raptado, a Cidade de Gaza será evacuada e esvaziada do seu milhão de habitantes", afirmou Israel Katz numa cerimónia em memória da Guerra do Yom Kippur (quarta guerra árabe-israelita) de 1973.

A deslocação forçada de uma população civil pode constituir um crime de guerra, segundo o direito internacional.

A Cidade de Gaza tinha cerca de 700 mil habitantes antes do início da guerra provocada pelo ataque terrorista do Hamas a Israel em 07 de outubro de 2023, em que foram mortas cerca de 1.200 pessoas e mais de duas centenas foram feitas reféns.

Na sua intervenção, Israel Katz ligou a sua ameaça a "diversos relatórios de inteligência", mas não especificou as informações em causa.

"À luz de vários relatórios de inteligência, faço este alerta à organização terrorista e aos seus apoiantes, do Irão a Erdogan: se um único soldado ou civil israelita for raptado, toda a Faixa de Gaza (...) será evacuada, com os seus mais de um milhão de habitantes", reiterou.

Além disso, Katz afirmou que as tropas israelitas não retirarão da chamada Linha Amarela, o perímetro atrás do qual estão posicionadas em Gaza, até que o Hamas "seja derrubado" e o território seja "desmilitarizado, limpo de armas e túneis".

Desde o início da guerra, estima-se que os ataques israelitas tenham devastado aproximadamente 80% da Faixa de Gaza, deixando milhares de pessoas deslocadas e forçadas a viver em tendas ou em casas com uma estrutura precária.

De acordo com a última contagem do Ministério da Saúde de Gaza, as tropas israelitas mataram 73.719 pessoas desde o início da ofensiva, 1.399 delas desde que o cessar-fogo entrou em vigor, há quase um ano.

Apesar da trégua, Israel lança diariamente ataques em Gaza que causam mortes, por vezes utilizando drones para atingir locais específicos, que geralmente atribui a alegados membros do Hamas, mas que frequentemente também matam mulheres e crianças.


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As Forças de Defesa de Israel (FDI) acusaram hoje o Hamas de «violação flagrante» do cessar-fogo em Gaza, e responderam com ataques a instalações do movimento islamita palestiniano, que terão feito 3 feridos, segundo a imprensa no enclave.

Em comunicado, as IDF afirmaram que atacaram "infraestruturas" do Hamas "em resposta à detonação de um engenho explosivo" por um veículo militar de engenharia que circulava na "linha amarela" que separa o território controlado pelos dois beligerantes...

Incêndios na Indonésia causam problemas respiratórios a mais de 170 mil pessoas... Mais de 12,5 milhões de pessoas foram expostas a uma atmosfera poluída, as crianças representam 20% dos afetados. Situação foi provocada por vários incêndios florestais que afetam o país há semanas.

Por  observador.pt/Agência Lusa  22 set. 2026 

Mais de 170 mil pessoas sofreram problemas respiratórios no último mês na Indonésia, em zonas afetadas pelos incêndios que têm devastado várias regiões do arquipélago, avançou hoje uma responsável do Ministério da Saúde.

“Foram registados 174.694 casos de infeções respiratórias agudas entre agosto e 21 de setembro em áreas afetadas por incêndios florestais e em turfeiras”, afirmou a diretora de Saúde Ambiental no Ministério da Saúde da Indonésia, Then Suyanti, numa conferência de imprensa para balanço dos fogos nas províncias mais atingidas: Kalimantan, Sumatra e Papua.

A Indonésia enfrenta, há várias semanas, incêndios florestais difíceis de controlar, apesar do significativo contingente de recursos mobilizados.

A queima de florestas e turfas nas ilhas de Sumatra e Bornéu (Kalimantan) cobriu várias regiões com uma nuvem espessa de poluição (neblina transfronteiriça), afetando também países vizinhos como a Malásia e Singapura.

Mais de 12,5 milhões de pessoas foram diretamente expostas a esta atmosfera poluída, sendo que as crianças representam cerca de 20% dos pacientes afetados.

Paralelamente, a erupção do vulcão Anak Krakatau libertou grandes nuvens de cinzas, o que obrigou ao encerramento temporário de vários aeroportos do país e afetou diretamente o tráfego aéreo de entre 170 mil e 270 mil passageiros.

Perante a fraca qualidade do ar, o Governo decidiu, no final do mês passado, encerrar escolas de várias zonas, obrigando mais de meio milhão de alunos a estudar em casa.

Para tentar mitigar os efeitos da poluição e tratar os doentes, as autoridades locais mobilizaram quase 1.900 profissionais de saúde, distribuíram cerca de um milhão de máscaras de proteção e enviaram centenas de concentradores de oxigénio para as comunidades mais isoladas pelo fumo.

O Governo indonésio garantiu que “tudo está a ser feito” para extinguir os incêndios florestais e em zonas rurais através de lançamentos de água, medidas de proteção da população e redução do impacto do fumo.

“A vastidão do território e os desafios impostos pelas turfeiras representam graves problemas no combate aos incêndios florestais e em áreas de vegetação rasteira em várias regiões da Indonésia”, afirmou o secretário do Conselho de Ministros, Teddy Indra Wijaya, em comunicado de imprensa.

A Malásia também iniciou na segunda-feira operações de semeadura de nuvens (libertação de químicos para provocar chuva) em três estados do sul para “garantir a continuidade do abastecimento de água e a sustentabilidade” e “lidar com episódios de nevoeiro tóxico”, anunciou o Serviço Meteorológico malaio.

Várias cidades registam níveis de poluição atmosférica prejudiciais à saúde, incluindo a capital, Kuala Lumpur, onde os residentes se queixaram de problemas respiratórios, dores de cabeça e irritação nos olhos.

A Indonésia costuma sofrer com incêndios deste tipo durante a estação seca, geralmente entre julho e outubro, mas este ano são mais intensos devido sobretudo a um forte fenómeno climático chamado “Super El Niño”, que se caracteriza pelo aquecimento anormal das águas superficiais no centro e leste do oceano Pacífico.

Segundo as Nações Unidas, o El Niño deste ano deverá ser o mais forte registado em quatro décadas.

Coreia do Norte diz que testou arma de um "novo tipo"... O líder da Coreia do Norte Kim Jong-un acompanhou o teste de uma arma de "novo tipo", disse hoje a imprensa oficial de Pyongyang, sem adiantar mais pormenores.

© Lusa   22/09/2026 

No domingo, a Coreia do Sul e o Japão tinham dado conta do lançamento, pelo Norte, de dois mísseis balísticos de curto alcance, com um intervalo de poucas horas, em direção ao mar do Japão.

Seul denunciou um "ato grave" e Tóquio enviou um "protesto veemente" a Pyongyang.

Segundo a agência de notícias oficial norte-coreana KCNA, a autoridade responsável pelo programa de mísseis "testou com sucesso um novo tipo de arma" no domingo, na presença de Kim Jong Un.

Pyongyang não forneceu informações mais precisas sobre as características do armamento.

Kim saudou o disparo, descrevendo-o como "sem dúvida uma demonstração impressionante de uma tecnologia de defesa ultramoderna e representou um progresso claro na modernização das suas forças armadas", segundo a KCNA.

Nas fotos divulgadas pela agência, o líder norte-coreano surge acompanhado pela filha adolescente, Kim Ju-ae, considerada pela inteligência sul-coreana uma potencial sucessora na liderança do regime.

Uma das imagens mostra ambos a observar um ecrã com a inscrição do míssil "Hwasong-11", o que sugeriria que este tipo de míssil balístico hipersónico poderia ter sido testado.

O ecrã indicava também um alcance de 908,2 quilómetros. No entanto, especialistas citados pela agência de notícias sul-coreana Yonhap levantaram a possibilidade de Pyongyang ter alterado o número para apresentar o teste como bem-sucedido.

O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul disse que o primeiro míssil percorreu aproximadamente 450 quilómetros e o segundo, mais de 600 quilómetros.

O gabinete presidencial sul-coreano instou a Coreia do Norte a suspender imediatamente os lançamentos de mísseis balísticos, proibidos por resoluções do Conselho de Segurança da ONU, e acrescentou que Seul realizou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança Nacional para discutir a situação.

Na semana anterior, a Coreia do Norte já tinha disparado mísseis balísticos em direção ao mar do Japão, no âmbito de um "exercício de ataque com poder de fogo", informou a agência de notícias.

A Coreia do Norte e a Coreia do Sul continuam tecnicamente em guerra, uma vez que o conflito de 1950-1953 terminou com um armistício, e não com um tratado de paz.

O estatuto de potência nuclear da Coreia do Norte — que realizou o seu primeiro teste nuclear em 2006 e, desde então, desenvolveu uma vasta gama de mísseis balísticos — está consagrado na sua Constituição desde 2023.

No sábado, Pyongyang rejeitou uma resolução da Agência Internacional de Energia Atómica que condenava o desenvolvimento do seu programa nuclear.


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O Presidente da Coreia do Sul disse que os Estados Unidos devem trabalhar para congelar o programa nuclear do Norte, em vez de procurar a sua eliminação imediata, em troca do alívio das sanções.

"Acredito que há um interesse considerável em encontrar um meio-termo entre as sanções — que, de qualquer forma, não são particularmente eficazes — e a interrupção do desenvolvimento de novas armas nucleares e de tecnologia de mísseis balísticos intercontinentais", declarou Lee Jae-myung.

"Procurar a desnuclearização nas circunstâncias atuais garante que nada será alcançado", afirmou o líder da Coreia do Sul, numa entrevista ao jornal norte-americano New York Times, publicada hoje...

Empresas alertam para desequilíbrio entre produção e consumo na China... A China está a perder atratividade como mercado para as multinacionais europeias e a ganhar importância como plataforma industrial e exportadora, uma transformação que ameaça agravar os desequilíbrios comerciais, alertou hoje a Câmara de Comércio da União Europeia.

© Lusa    22/09/2026 

No Documento de Posição 2026/2027, a organização, que representa mais de 1.600 empresas europeias na China, considerou que o papel do país está a passar do modelo "na China para a China" para outro de "na China para o mundo", impulsionado pelas cadeias de abastecimento, polos industriais e capacidade de produção.

"Historicamente, grande parte da atratividade da China residiu no seu mercado, vasto e em rápida expansão (...). Embora isto continue a ser verdade em muitos casos, é cada vez mais a sua posição sólida nas cadeias de valor mundiais que a torna atualmente indispensável", afirmou o presidente da Câmara, Jens Eskelund.

A organização associou a transformação aos desequilíbrios entre oferta e procura na segunda maior economia mundial.

Na primeira metade de 2026, a produção industrial chinesa cresceu 5,4% em termos homólogos, o dobro das vendas a retalho, que aumentaram 2,7%, ampliando a diferença entre aquilo que a China produz e o que o mercado interno consegue absorver.

Segundo a Câmara, o desequilíbrio está a obrigar mais empresas a procurar crescimento através das exportações e a alimentar aquilo que Pequim designa por "involução": setores marcados por excesso de investimento, concorrência através de cortes de preços e margens de lucro cada vez menores.

Em 2025, quase 25% das empresas industriais chinesas registaram prejuízos, enquanto a proporção média de empresas cotadas cujas receitas não chegam para cobrir o pagamento de juros atingiu mais do dobro da média mundial, segundo dados citados no relatório.

A Câmara reconheceu que as exportações chinesas oferecem produtos mais baratos aos consumidores estrangeiros e ajudam a "conter a inflação", mas alertou para preocupações nos parceiros comerciais quanto à perda de empregos, aumento da dependência e redução da segurança económica.

As empresas europeias apontaram também obstáculos persistentes no acesso ao mercado chinês. Cerca de 29% dos participantes no inquérito anual da Câmara denunciaram tratamento diferenciado nos concursos públicos e 21% nas compras realizadas por empresas estatais.

No setor das telecomunicações, a organização estimou que as empresas europeias detinham apenas cerca de 3% do mercado chinês de 5G em 2025, contra 96% dos fornecedores nacionais. Na Europa, os fabricantes chineses controlavam mais de 30% do mercado, segundo o documento.

A Câmara apontou ainda problemas relacionados com os direitos de propriedade intelectual, a previsibilidade regulamentar e as dificuldades para descarbonizar as operações na China, apesar da posição dominante do país em várias tecnologias verdes.

Apesar de alguns indicadores terem melhorado, 68% das empresas consultadas no inquérito de confiança empresarial de 2026 consideraram que fazer negócios na China tornou-se mais difícil, enquanto apenas 53% colocaram o país entre os três principais destinos atuais de investimento, o nível mais baixo registado.

O documento reconheceu, contudo, sinais positivos nas políticas mais recentes de Pequim, incluindo o compromisso, inscrito no 15.º Plano Quinquenal, de estimular o consumo, combater a concorrência "involutiva" e aprofundar a abertura do setor dos serviços.

A publicação surge num período de fortes tensões entre Pequim e Bruxelas devido ao défice comercial europeu, às acusações de excesso de capacidade industrial chinesa, aos controlos às exportações de terras raras e às restrições mútuas em setores estratégicos.

O comissário europeu do Comércio, Maros Sefcovic, vai reunir-se em outubro com o ministro chinês do Comércio, Wang Wentao, na segunda sessão do Conselho de Comércio e Investimento, na qual Bruxelas espera obter "resultados concretos" para reequilibrar a relação.


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O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, afirmou ao homólogo alemão, Johann Wadephul, que a China e a União Europeia (UE) "não devem travar uma guerra comercial", informou a diplomacia chinesa...

Líbia. Grupo armado bloqueia oleoduto, há queda na produção de petróleo... Um grupo armado fechou uma válvula do oleoduto que liga o campo petrolífero de Al-Sharara, na Líbia, ao porto de Zawiya, provocando uma quebra na produção, anunciou a petrolífera estatal.

© Lusa   22/09/2026  

Caso o bloqueio se mantenha, a Companhia Nacional de Petróleo líbia (NOC, na sigla em inglês) afirma que poderá ser "forçada a declarar o estado de força maior".

O encerramento "provocou uma acumulação de pressão no oleoduto de transporte de crude, levando a uma queda significativa na produção do campo de Al-Sharara", explicou a empresa.

A manutenção do fecho da válvula levaria à "paralisação das operações de produção, transporte e exportação do campo de Al-Sharara", o que "prejudicaria diretamente a economia nacional ao reduzir as receitas do Estado, especialmente num contexto de subida dos preços globais do petróleo", alertou a NOC.

A empresa afirmou que a refinaria de petróleo de Zawiya, situada a 45 quilómetros a oeste de Tripoli, também corre o risco de ter de interromper as atividades, "o que acarretaria um aumento dos custos de importação de combustíveis do exterior".

As interrupções na produção de petróleo são recorrentes na Líbia, onde grupos armados ou movimentos de protesto recorrem frequentemente ao bloqueio de campos, oleodutos e terminais petrolíferos para pressionar o cumprimento das suas reivindicações.

Detentora das maiores reservas de petróleo de África, a Líbia mergulhou na instabilidade e no caos após a queda e a morte de Muammar Kadhafi, em 2011.


Líder da república russa da Chechénia eleito com quase 100% dos votos... O líder da república russa da Chechénia venceu com quase 100% as eleições concluídas domingo, consideradas viciadas pela oposição, e em que o partido do Presidente Vladimir Putin revalidou a maioria parlamentar com um recorde de deputados.

© MAXIM SHIPENKOV / POOL / AFP via Getty Images  Por LUSA  21/09/2026 
Segundo anunciou hoje a Comissão Eleitoral Central (CEC), Ramzan Kadyrov, aliado checheno de Putin, obteve 99,85% dos votos, um recorde histórico.
 
Kadyrov, que chegou ao poder em 2007, e é acusado de inúmeras violações dos direitos humanos por organizações internacionais, tinha obtido 99,7% dos votos há cinco anos.

Os 0,05% dos votos que não foram atribuídos a Kadyrov foram repartidos por Ismail Denilkhanov, do partido Rússia Justa, e Khalid Nakayev, dos comunistas.

Desde que assumiu a presidência da república norte-caucasiana, o líder checheno conta com o apoio de Putin, que lhe atribuiu as mais altas honras estatais.

A república — onde Kadyrov impôs um Estado policial que persegue qualquer sinal de dissidência e minorias sexuais, segundo os defensores dos direitos humanos — é amplamente subsidiada pelos cofres do Estado federal.

Segundo a imprensa independente, trata-se do pagamento do Kremlin pelo facto de as autoridades chechenas terem liquidado a guerrilha islâmica separatista e jurado lealdade ao Kremlin.

O Kremlin procurou que as eleições servissem para demonstrar o apoio popular à guerra e esforçou-se por evitar riscos políticos, esmagando qualquer dissidência, de acordo com a AP.

O partido liberal Yabloko, o único que se atreveu a criticar publicamente a guerra, foi retirado do boletim em agosto, pelo Supremo Tribunal da Rússia.

O Yabloko apresentou apenas algumas dezenas de candidatos em círculos uninominais.

Alguns políticos anti guerra foram presos ou forçados a fugir para o estrangeiro antes da campanha eleitoral.

O Yabloko e o Partido Comunista, que criticou alguns aspetos da política governamental, mas evitou cuidadosamente qualquer crítica a Putin, disseram que muitos dos seus observadores foram impedidos de entrar nas assembleias de voto.

A Rússia não convidou observadores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), com o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo a acusar o organismo de "duplos critérios" pelas críticas a Moscovo.

O partido que apoia o regime de Putin, Rússia Unida (RU), revalidou a maioria parlamentar com um número recorde de pelo menos 355 dos 450 deputados, anunciaram hoje as autoridades eleitorais russas.

O anterior recorde era de 343 deputados e tinha sido alcançado pelo RU em 2016, de acordo com a agência francesa AFP.

Os resultados de mais de 95% das assembleias de voto atribuíram ao RU cerca de 58% dos votos para os 225 lugares distribuídos por listas partidárias, de acordo com a Comissão Eleitoral Central.

Outros 225 deputados foram escolhidos em círculos uninominais, e os resultados mostraram os candidatos do partido afeto ao Kremlin (presidência) a liderar em 208 dessas disputas, noticiou a agência norte-americana AP.

A presidente da Comissão Eleitoral Central, Ella Pamfilova, disse que os resultados preliminares indicavam que o RU deverá obter pelo menos 355 lugares dos 450 que compõem a Duma Federal, a câmara baixa da Assembleia Federal.

Os resultados definitivos estão previstos para sexta-feira.

A votação decorreu entre sexta-feira e domingo, naquelas que foram as primeiras legislativas russas desde que Putin ordenou a invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022.

Foi a primeira votação a incluir residentes de quatro regiões da Ucrânia que foram ocupadas e ilegalmente anexadas por Moscovo no final de 2022.

A votação também se realizou na Crimeia, ilegalmente anexada pela Rússia em 2014.

A Ucrânia denunciou como ilegal a votação nas cinco regiões, cuja soberania reclama a Moscovo com o apoio dos aliados ocidentais de Kyiv.


Leia Também: "Desastre", derrotas e pressão sobre Merz. O que se passa na Alemanha?

O partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD) venceu as eleições regionais em dois estados alemães: Saxónia-Anhalt e Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental. O chanceler alemão, Friedrich Merz, reconheceu o resultado como um "desastre". Afinal, o que se passa na Alemanha?

Em duas eleições regionais consecutivas, o partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD) venceu em dois estados alemães: Saxónia-Anhalt e Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, consolidando-se como principal força política em partes do leste alemão. O chanceler, Friedrich Merz, reconheceu o resultado como um "desastre". Afinal, o que se passa na Alemanha?...

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

ESTADOS UNIDOS: Voos suspensos em vários aeroportos dos EUA após problema de comunicação... A Administração Federal de Aviação (FAA, sigla em inglês) dos Estados Unidos decretou a suspensão total de voos em vários aeroportos da Costa Leste do país após problemas de comunicações que afetaram o controlo de tráfego aéreo. Na origem do incidente estará o corte acidental de um cabo de fibra ótica.

© Bruce Bennett/Getty Images Por Notícias ao Minuto  21/09/2026 

A Administração Federal de Aviação (FAA, sigla em inglês) dos Estados Unidos decretou a suspensão total de voos em vários aeroportos da Costa Leste do país.

Dos vários aeroportos, destacam-se os aeroportos JFK e LaGuardia, em Nova Iorque, e os aeroportos de Boston e Filadélfia.

A FAA, citada pela Agência Reuters, explicou que a suspensão dos voos deveu-se a problemas de comunicações que afetaram o controlo de tráfego aéreo, notando que na origem do incidente estará um corte acidental de um cabo de fibra ótica num estaleiro em Nova Jérsia.

Já um porta-voz da FAA adiantou à CBS que o problema afetou o sistema de Controlo de Aproximação por Radar Terminal (TRACON, na sigla em inglês), que é usado para guiar os aviões durante a descolagem e a aterragem.

A suspensão dos voos em Newark foi decretada pelas 10h00 locais desta segunda-feira, tendo já sido prorrogada por diversas vezes. Por sua vez, no Aeroporto JKF, a suspensão aconteceu pelas 12h43 locais enquanto no Aeroporto LaGuardia pelas 12h43.

De salientar que o problema ocorre numa altura em que 130 líderes mundiais estão a chegar a Nova Iorque para participarem na 81.ª Assembleia Geral das Nações Unidas.