domingo, 27 de setembro de 2026

Irão denuncia sanções dos EUA e promete castigar Trump e Netanyahu... O Irão denunciou junto das Nações Unidas o impacto humanitário das sanções económicas e financeiras impostas pelos Estados Unidos, enquanto as Forças Armadas iranianas garantiram que vão castigar Donald Trump e Benjamin Netanyahu, mesmo depois do fim da guerra.

© Lusa    27/09/2026 

A representação permanente do Irão junto das Nações Unidas em Genebra enviou a vários mecanismos de direitos humanos da organização um documento jurídico sobre as consequências das restrições bancárias e financeiras, sanções secundárias e extraterritoriais e limitações aos transportes aéreo e marítimo impostas por Washington, segundo a agência oficial IRNA.

Teerão sustenta que estas medidas não afetam apenas as relações económicas entre Estados, mas têm consequências para a população devido às restrições aplicadas por bancos, empresas de transportes, instituições de ensino e outros agentes económicos de países terceiros.

Segundo o documento, as sanções dificultam o acesso dos iranianos a alimentos, medicamentos e equipamentos médicos, educação, serviços financeiros e transporte aéreo, entre outras necessidades básicas.

A denúncia surge mais de um mês depois de os Estados Unidos terem lançado a denominada "Operação Pária Económico", em paralelo com um bloqueio naval aos portos e navios iranianos, intensificando as sanções para aumentar o isolamento financeiro de Teerão e pressionar a República Islâmica no contexto da guerra.

Entre as novas medidas estão sanções contra 27 companhias aéreas iranianas, que levaram à suspensão de ligações com Turquemenistão, Azerbaijão, Emirados Árabes Unidos, Geórgia, Iraque e Omã.

A representação iraniana considera que as medidas devem ser analisadas à luz do direito internacional, dos direitos humanos e do direito internacional humanitário, nomeadamente quanto à soberania dos Estados, proibição de ingerência e efeitos extraterritoriais de medidas coercivas unilaterais.

O documento foi enviado a relatores especiais e outros mecanismos da ONU ligados aos direitos à alimentação, educação e saúde, para que avaliem as consequências jurídicas e humanitárias sobre a população civil.

A nova pressão económica norte-americana ocorre sete meses depois do início da guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica.

Em paralelo, as Forças Armadas iranianas garantiram que não deixarão sem resposta as mortes do líder supremo, Ali Khamenei, de outros altos responsáveis iranianos e de civis durante o conflito.

"Mesmo no caso de esta guerra terminar, sem qualquer dúvida ou exceção, não perdoaremos os assassinos do nosso líder supremo nem dos civis inocentes e indefesos, especialmente das crianças mortas deste povo", afirmou o porta-voz das Forças Armadas, general de brigada Abolfazl Shekarchi, à televisão estatal.

Segundo o militar, o dia do "castigo" do Presidente norte-americano, Donald Trump, e do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, chegará "mais cedo ou mais tarde", mesmo quando já não ocuparem cargos oficiais, classificando-os como "assassinos e criminosos de guerra".

Estados Unidos e Israel mataram Ali Khamenei e outros altos responsáveis iranianos no primeiro dia da guerra, em 28 de fevereiro.

Nesse dia, pelo menos 168 estudantes e professores morreram num ataque contra uma escola primária em Minab, no sul do país, e outras 21 pessoas num bombardeamento contra um pavilhão desportivo em Lamerd.

Em meados de setembro, a Missão Internacional Independente de Investigação das Nações Unidas sobre o Irão considerou existirem "motivos razoáveis" para acreditar que os Estados Unidos cometeram "crimes de guerra" nestes dois ataques.

Setores conservadores iranianos têm reclamado vingança pela morte do líder supremo e de outros altos responsáveis durante a guerra.

Também em setembro, o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que a guerra, o bloqueio e as sanções norte-americanas estavam a impedir o acesso da população a "alimentos e medicamentos".


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O secretário do Tesouro dos Estados Unidos (EUA) afirmou ter enviado emissários por todo o mundo a exigir medidas para isolar economicamente Teerão e celebrou as restrições contra os bancos e a aviação do Irão.

"Por minha determinação, foram enviadas equipas para todo o mundo para discutir com países e exigir medidas contra o regime iraniano", escreveu Scott Bessent na rede social X, no sábado. "Estes esforços estão a dar frutos", acrescentou.

Bessent citou a suspensão dos voos da companhia privada iraniana Mahan Air pela Turquia e por Omã, bem como a interrupção de todos os voos das companhias iranianas através dos Emirados Árabes Unidos...

Dois tiroteios em massa deixam ao menos 27 mortos na África do Sul... Os ataques aconteceram em um intervalo de poucas horas, nos arredores de Joanesburgo e da Cidade do Cabo; outros 11 morreram em um terceiro tiroteio no país nesta semana.

Um policial é visto no local de um tiroteio em massa ocorrido durante uma festa em uma residência no município de KwaMakhutha, ao sul da cidade de Durban, na África do Sul, no dia 23 de setembro — Foto: AP     Por Associated Press   27/09/2026  

Oito homens armados com fuzis AK-47 e pistolas abriram fogo contra frequentadores de um bar no primeiro de dois tiroteios em massa registrados em comunidades da África do Sul em um intervalo de poucas horas. Ao menos 27 pessoas morreram nos ataques, informou a polícia neste domingo (27).

O primeiro ataque ocorreu na noite de sábado (26), nos arredores de Joanesburgo. O segundo aconteceu nas primeiras horas de domingo, perto da Cidade do Cabo.

Até o momento, não houve prisões relacionadas aos dois ataques. Os episódios ocorreram cinco dias após outro tiroteio em massa em uma comunidade próxima à cidade de Durban, que deixou ao menos 11 mortos.

O Serviço de Polícia da África do Sul informou que 17 pessoas foram mortas na noite de sábado, quando oito suspeitos armados com fuzis AK-47 e pistolas abriram fogo em um bar no município de Wedela, no sudoeste de Joanesburgo, a maior cidade do país, por volta das 21h30 (horário local) .

Os suspeitos atiraram contra os frequentadores que estavam do lado de fora do bar e, em seguida, entraram no estabelecimento para continuar o ataque.

Entre as vítimas estavam 13 homens e quatro mulheres. Outras 15 pessoas ficaram feridas por disparos, segundo a polícia.

Os criminosos revistaram alguns frequentadores e levaram seus celulares antes de fugir em dois veículos.

Cerca de quatro horas depois, 10 pessoas foram mortas e outras 11 ficaram feridas em um tiroteio em massa ocorrido após a 1h da manhã (horário local) em uma loja no município de Lwandle, perto da Cidade do Cabo, a segunda maior cidade da África do Sul. A polícia informou que procurava vários suspeitos, mas não divulgou quantos.

Na noite de terça-feira (22), 11 pessoas, incluindo uma mulher grávida, foram mortas em um ataque cometido por vários homens armados durante uma festa em uma residência no município de KwaMakhutha, ao sul de Durban. A polícia não informou nenhuma prisão relacionada ao caso.

A África do Sul enfrenta há anos altos índices de crimes violentos, mas a sequência de tiroteios em massa registrada nesta semana chocou até mesmo um país que costuma figurar entre os de maiores taxas de homicídio do mundo.

A alta taxa de assassinatos é um problema antigo da economia mais desenvolvida da África, mas os tiroteios em massa vêm se tornando mais frequentes, segundo especialistas. Ataques recentes têm sido realizados, muitas vezes, por vários homens armados.

Os homicídios atingem principalmente as comunidades mais pobres da África do Sul, e a polícia relaciona alguns dos casos à atuação de gangues criminosas.

Outros tiroteios em massa recentes incluem um ataque ocorrido em junho, em um bairro pobre de Joanesburgo, que deixou 12 mortos, e dois registrados em um intervalo de duas semanas, em dezembro, que provocaram um total de 21 mortes.

O problema da criminalidade violenta levou o presidente Cyril Ramaphosa a enviar soldados às ruas em março, em uma operação com duração prevista de um ano para combater o crime nas áreas mais afetadas do país.

A operação incluiu regiões com altos índices de criminalidade nos arredores de Joanesburgo e da Cidade do Cabo, além de outras áreas.

Ao anunciar o envio dos militares, Ramaphosa afirmou que a atuação de gangues organizadas era a maior ameaça à democracia e ao desenvolvimento econômico da África do Sul. Alguns críticos consideraram o uso de soldados nas ruas uma admissão de fracasso da polícia no combate ao crime.

Segundo estatísticas oficiais da polícia, 5.427 homicídios foram registrados na África do Sul no período mais recente de três meses, entre abril e junho — o equivalente a quase 60 assassinatos por dia.

Os disparos de arma de fogo são a forma mais comum de homicídio na África do Sul. Há anos, autoridades policiais e especialistas em segurança afirmam que um dos principais problemas é a grande quantidade de armas ilegais em circulação.

Número de palestinianos mortos na Faixa de Gaza ultrapassa 74.000... Apesar de um cessar-fogo em vigor desde 10 de outubro do ano passado, os ataques israelitas prosseguem.

Por  SIC Notícias Com Lusa 27/09/2026

O número de palestinianos mortos na Faixa de Gaza, em consequência da ofensiva militar de Israel, que dura há quase três anos, ultrapassou os 74.000, segundo o Ministério da Saúde de Gaza.

Apesar de um cessar-fogo em vigor desde 10 de outubro do ano passado, os ataques israelitas prosseguem, tendo as forças armadas afirmado que constituem respostas a ameaças ou ataques.

De acordo com o último balanço, o cessar-fogo em Gaza continua praticamente num impasse e o número de palestinianos mortos aumentou para 74.016, enquanto os feridos ascendem a 175.068.

O ataque em grande escala do exército israelita à Faixa de Gaza começou em 07 de outubro de 2023, quando militantes liderados pelo Hamas entraram em Israel, matando cerca de 1.200 pessoas, na maioria civis, e fazendo 251 reféns.

Desde o cessar-fogo, 1.145 palestinianos foram mortos

Entretanto, foi acordado um cessar-fogo, mas desde então mais 1.145 palestinianos foram mortos, segundo o Ministério da Saúde, que integra o governo liderado pelo Hamas.

O ministério mantém registos detalhados, que são considerados geralmente fiáveis pelas agências das Nações Unidas e por organizações internacionais.

Os dados não fazem distinção entre civis e combatentes, mas o ministério afirma que mulheres e crianças representam cerca de metade das vítimas mortais.

Entretanto, sete soldados israelitas foram mortos desde a entrada em vigor do cessar-fogo.

Outros aspetos do cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos continuam em grande parte bloqueados: as forças israelitas controlam atualmente mais de metade do território palestiniano, o Hamas não se desarmou, um novo governo palestiniano ainda não tomou posse e a reconstrução ainda não começou.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirma que as forças israelitas não se retirarão enquanto o Hamas não se desarmar.


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Uma plataforma da oposição centro-africana pediu a abertura de uma investigação após revelações da norte-americana Anthropic sobre a utilização da sua IA Claude por um agente russo para produzir conteúdos destinados a desacreditar os opositores.

"Éuma ação criminosa, pois a intenção é causar danos", declarou à AFP Martin Ziguélé, porta-voz do Bloco Republicano de Defesa da Constituição (BRDC), a plataforma de oposição que acusa o grupo paramilitar russo Wagner de tentar "criminalizar" os líderes da oposição para os "silenciar".

Num relatório publicado este mês, a empresa norte-americana de inteligência artificial (IA) Anthropic disse ter identificado e interrompido uma "operação secreta orquestrada pelo Estado russo, destinada a manipular e perturbar o espaço informacional da República Centro-Africana" através de uma estação de rádio local...

MADRID: Centenas de pessoas acampam no centro de Madrid contra crise na habitação... Centenas de pessoas acamparam durante a madrugada na Porta do Sol, no centro da capital Madrid, como protesto contra a crise da habitação em Espanha, declarando que "ou cai o rentismo, ou cai o Governo".

© Lusa    27/09/2026 

O acampamento junto à sede da Comunidade de Madrid começou ao início da noite de sábado, logo após uma manifestação que juntou milhares de pessoas, desencadeada pelo despejo de uma mulher de 87 anos do apartamento de Madrid onde vivia há décadas.

Maricarmen Abascal foi despejada, na quarta-feira, da casa onde viveu 70 anos no centro de Madrid pela polícia, em cumprimento de uma ordem judicial que deu razão ao fundo de investimento que comprou o apartamento.

A organização estimou que participaram cerca de 300 mil pessoas na manifestação de sábado, número significativamente superior às estimativas da Delegação do Governo, que ronda os 25 mil.

"Decidimos acampar na [Porta do] Sol para exigir medidas reais em relação à habitação. Não aguentamos mais este sistema rentista que nos espreme e nos expulsa dos nossos bairros. Toda a ajuda é bem-vinda. Se não puder vir acampar, pode trazer sacos-cama, colchões, comida ou água", publicou na rede social X o Sindicato de Inquilinos de Madrid, organizador da iniciativa.

"Precisamos de políticas corajosas, porque não aguentamos mais e já estamos há muito tempo invadidas pelos verdadeiros invasores: os investidores", declarou à emissora La Sexta a representante do Sindicato dos Inquilinos, Valeria Racu.

Os organizadores do protesto exigem ao Governo que inclua no decreto-lei sobre habitação, que poderá ser aprovado na terça-feira, a obrigação de os senhorios apresentarem uma justificação válida para não renovarem o contrato e, caso não o façam, serem obrigados a indemnizar o inquilino.

Racu sublinhou que "é o mínimo que [o Governo] pode fazer".

"Se não se pode fazer nada, então a pergunta que fica é: quem governa? Quem governa este país, afinal? Quem governa são os rentistas, os abutres, os empresários. É isso que nos estão a dizer na cara. Portanto, se na terça-feira não houver decreto-lei, estão a dizer-nos que é preciso escolher entre dois lados: ou cai o rentismo ou cai o governo", acrescentou.

A própria Maricarmen Abascal pediu no sábado, a partir do hospital onde está internada, que a manifestação sirva para que "mudem as leis que permitiram" o seu despejo e, por isso, "na terça-feira tem de ser aprovado o decreto-lei para dar um primeiro passo para acabar com este absurdo", acrescentou.

Num vídeo divulgado na conta na rede social X do Sindicato de Inquilinos, Maricarmen quis enviar uma mensagem "a Pedro Sánchez [presidente do Governo], e também às pessoas que a apoiam", para que aquilo que lhe aconteceu "não aconteça a outras pessoas".

O Sumar anunciou no sábado que está disposto a que os seus cinco ministros não participem na reunião do Conselho de Ministros de terça-feira se não for incluído um pacote de medidas eficazes para fazer face à crise da habitação



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Milhares de pessoas manifestaram-se hoje em Madrid contra a crise habitacional em Espanha e para exigir medidas de proteção para os inquilinos, regras contra a fraude e a proibição de despejos sem que seja disponibilizada uma habitação alternativa... 

MNE da China vê na visita de Xi aos EUA um "sinal positivo" de aproximação... O chefe da diplomacia da China afirmou que a visita de Xi Jinping a Washington, onde se reuniu com Donald Trump, enviou um "sinal positivo" de aproximação e coexistência pacífica entre os dois países.

© Lusa   27/09/2026 

O ministro dos Negócios Estrangeiros Wang Yi classificou no sábado as relações sino-americanas como estando num "momento histórico" e destacou a comunicação estreita mantida pelos dois chefes de Estado.

A cimeira entre os presidentes da China e dos Estados Unidos (EUA) estabeleceu um modelo de respeito mútuo que se tornou o "ativo estratégico mais valioso das relações bilaterais", disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros do gigante asiático.

Num comunicado, o ministro mencionou o conceito de "estabilidade estratégica construtiva", uma fórmula que Xi reiterou durante a visita e que Pequim utiliza para definir a relação bilateral desde a viagem de Trump à China, em maio.

"Este novo posicionamento reflete tanto a realidade do progresso constante nas relações bilaterais como as expectativas de ambas as partes de uma melhoria contínua da relação", opinou Wang.

O diplomata destacou ainda os avanços comerciais, como uma redução tarifária recíproca de 30 mil milhões de dólares (cerca de 26 mil milhões de euros).

No entanto, o ministro acusou certas forças norte-americanas de usarem o conceito de segurança nacional para politizar questões económicas e reprimir empresas de capital chinês, as quais instou a serem tratadas de "maneira justa".

Wang indicou ainda que Xi e Trump trocaram pontos de vista sobre questões internacionais e concordaram em reforçar a coordenação para contribuir para a paz e o desenvolvimento mundiais.

Neste aspeto, o diplomata afirmou que Xi incentivou todas as partes do conflito no Médio Oriente a optar pela paz e a retomar o diálogo para alcançar um "acordo abrangente", incluindo a questão nuclear.

"O desenvolvimento saudável, seguro e ordenado da inteligência artificial [IA] é crucial para o futuro da humanidade e não pode ser alcançado sem a cooperação sino-norte-americana", afirmou Wang, destacando a responsabilidade de ambas as potências em desenvolver uma IA que permaneça sob controlo humano e beneficie as pessoas.

Quanto à terminologia a utilizar para se referir à tecnologia emergente, um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China garantiu, no sábado, que Pequim respeita a escolha norte-americana pelo termo "superinteligência" — como Trump a rebatizou — e apontou para a necessidade de "maior comunicação e intercâmbio aprofundado de opiniões para procurar consensos".

Em relação à droga sintética fentanil, Wang considerou que, "embora o problema não tenha sido causado na China", o Governo tem prestado assistência aos EUA para fazer face à crise, incluindo precursores químicos na lista de substâncias controladas ou reforçando os controlos de exportação.

Sobre Taiwan, um assunto sensível que não constava de nenhum dos dois comunicados sobre os resultados do encontro, afirmou que Xi salientou que a China salvaguarda firmemente a "unidade nacional" e a "integridade territorial", instando os EUA a tratarem a questão com prudência.

Segundo os dois líderes, a visita serviu para reforçar a relação bilateral entre as duas potências e resultou também no prolongamento, até janeiro, da trégua tarifária anunciada pouco antes da chegada do Presidente chinês a Washington.

Xi e Trump deverão voltar a encontrar-se pelo menos mais duas vezes antes do final do ano: primeiro em novembro, em Shenzhen, no sul da China, por ocasião da cimeira do Fórum de Cooperação Económica Ásia-Pacífico (APEC), e depois em Miami, no sudeste dos EUA, durante a cimeira de líderes do G20.


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Presidente chinês apresentou os animais como “embaixadores da amizade” entre os dois países. Animais usados pela China como trunfo diplomático para cultivar relações com outros países...

GUINÉ-BISSAU/QUAL. CAN'2027: SELEÇÃO NACIONAL CHEGA AO PAÍS PARA PREPARAR JOGO COM A NIGÉRIA

Por Federação de Futebol da Guiné-Bissau  27/09/2026 

A Seleção Nacional da Guiné-Bissau, os Djurtus, chegou na noite deste sábado, 26 de setembro, a Bissau, para iniciar a preparação para o jogo diante da Nigéria, marcado para a próxima terça-feira, no Estádio Nacional 24 de Setembro.

A partida conta para a segunda jornada do Grupo L das eliminatórias para a Copa Africana das Nações (CAN) 2027.

Os Djurtus aterraram no Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, em Bissau, depois de uma vitória por 2-0 frente à Tanzânia, em Zanzibar, na primeira jornada da competição.

A equipa nacional inicia agora a preparação para o confronto com a Nigéria, com o objetivo de dar continuidade ao bom arranque na corrida pela qualificação para o CAN 2027



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A Seleção Nacional da Guiné-Bissau, os Djurtus, realiza hoje à tarde, domingo, 27 de setembro, a primeira sessão de treino no Estádio Nacional 24 de Setembro, em Bissau, após a concentração da equipa, na noite de sábado, num dos hotéis da capital.

A sessão marca o início da preparação para o próximo compromisso frente à Nigéria, referente à segunda jornada do Grupo L da qualificação para o CAN 2027.
O treino está previsto para as 16 horas, com a equipa técnica a dar início aos trabalhos de preparação para a partida diante dos nigerianos.

Os Djurtus regressaram ao país ontem a noite depois da vitória por 2-0 sobre a Tanzânia, na primeira jornada, e concentram agora as atenções no próximo desafio...