Por Rádio Capital Fm
Em entrevista exclusiva à Rádio Capital FM sobre a situação sanitária naquela zona do país, o médico lamenta a falta de materiais, que segundo disse, está a condicionar os trabalhos de atendimento no referido centro de saúde.
"O que nos dá falta são os materiais. Não temos monitores para responder às crianças com problemas respiratórios. E há também falta de recursos humanos. Neste caso sou o único médico que está no centro de saúde e que faz o atendimento em todos os serviços, nomeadamente na urgência, na consulta externa, internamento e maternidade", revelou Inácio Mendes.
O diretor-clínico mostra-se preocupado com a falta de recursos humanos no centro de saúde de Quebo. "Os emfermeiros são insuficientes. esforçam-se fora do normal e trabalham segunda-feira a domingo", detalhou.
"Neste momento a doença que dá mais entrada no centro de saúde é o paludismo", frisou o clínico.
Para sanar essas dificuldades, Inácio Mendes deixou um apelo às autoridades nacionais, no sentido de equipar o centro como forma de garantir o atendimento "adequado" aos doentes.

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