Radio Voz Do Povo / Rádio Sol Mansi 30 08 2026
CNE GARANTE VOTAÇÃO PACÍFICA E SEM INCIDENTES NAS PRIMEIRAS CINCO HORAS DO REFERENDO
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) afirma que, até ao momento, não foi registado qualquer incidente durante o processo de votação do referendo constitucional.
As garantias foram dadas, há poucos minutos, pelo secretário executivo da CNE, Idriça Djaló, durante uma comunicação à imprensa destinada a fazer o balanço das primeiras cinco horas do processo de votação.
A Comissão Nacional de Eleições considera, assim, que o processo de votação decorre normalmente e num ambiente pacífico em todo o país. Considera ainda significativa a afluência de eleitores às urnas em algumas regiões do país, enquanto, noutras, a participação é considerada razoável.
Segundo o responsável, as mesas de voto abriram às 7 horas e, até ao momento, não foram registados atrasos na abertura das assembleias de voto.
Idriça Djaló explicou, contudo, que ainda não é possível avançar com dados exatos sobre a afluência dos eleitores nas diferentes assembleias de voto. Apesar disso, garantiu que o processo decorre num ambiente calmo, marcado pelo civismo dos eleitores.
Sobre a presença das forças de segurança nas assembleias de voto, o secretário executivo da CNE esclareceu que a mobilização dos agentes tem como objetivo assegurar a ordem pública e garantir que o processo eleitoral decorra sem perturbações.
De acordo com Idriça Djaló, a intervenção das forças de segurança está a ser desenvolvida de forma profissional e sem interferência nas operações eleitorais.
O responsável informou ainda que, de uma forma geral, as mesas de voto dispõem dos materiais necessários para o normal funcionamento das operações. Nos casos em que tenha sido reportada a necessidade de reposição de materiais, a CNE assegura que as estruturas responsáveis irão proceder à sua disponibilização.
Uma nova atualização sobre o processo eleitoral será apresentada às 18 horas, altura em que a CNE deverá divulgar também as taxas de participação dos eleitores no referendo constitucional.

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