© Fox News Por Notícias ao Minuto com Lusa 22/07/2026
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a partir desta quarta-feira Washington vai atacar uma ponte ou central elétrica no Irão por cada ataque que Teerão levar a cabo no Estreito de Ormuz.
"Daqui em diante, sempre que a República Islâmica do Irão disparar contra um navio no Estreito de Ormuz - seja com míssil, drone ou qualquer outro dispositivo ou arma -, os Estados Unidos bombardearão e destruirão UMA PONTE OU CENTRAL ELÉTRICA, incluindo aquelas localizadas nas proximidades ou dentro da capital, Teerão", escreveu Trump na sua rede social, Truth Social.
Ainda hoje, o Irão ameaçou atacar interesses dos Estados Unidos e dos aliados no Médio Oriente, caso Washington lance ataques contra as instalações nucleares iranianas, numa altura em que se agravam tensões militares.
As considerações foram feitas pelo Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, comando conjunto das Forças Armadas iranianas, que condenou as ameaças dos Estados Unidos sobre ataques a "instalações nucleares e outros locais sensíveis" da República Islâmica, afirmando que as operações norte-americanas seriam encaradas como uma expansão da guerra na região.
Já antes, Donald Trump tinha anunciado que "muito em breve e com grande força", iria atacar o "Mountain Pickaxe", um complexo subterrâneo que Washington afirma estar ligado ao programa nuclear do Irão.
A instalação está situada numa zona montanhosa, o que dificulta a eventual destruição através de ataques convencionais e levanta questões sobre as capacidades necessárias para atingir às estruturas subterrâneas.
Esta é uma altura de grande tensão entre o conflito entre os dois países, já que, após meses e uma perspectiva de paz, os ataques voltaram em força mais recente. Hoje, os EUA concluíram 11 noites consecutivas de bombardeamentos contra o território do Irão, particularmente no sul do país.
Em resposta, Teerão lançou mísseis e drones contra alvos norte-americanos em várias nações do Médio Oriente, incluindo o Bahrein, o Kuwait e a Jordânia.

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