segunda-feira, 13 de julho de 2026

SENEGAL: Escândalo no Senegal. Médico era ginecologista e chef fora por assédio... Senegal tem vivido um verdadeiro caos desde que foi afastado do Campeonato do Mundo de 2026. Selecionador nacional foi demitido, vários jogadores renunciaram à seleção e existiram mudanças na estrutura.

© Getty Images   Por  Notícias ao Minuto  13/07/2026 

A seleção do Senegal vive, por estes dias, momentos de enorme polvorosa. Depois de uma participação no Campeonato do Mundo de 2026 que ficou aquém das expectativas, Pape Thiaw, selecionador do conjunto africano, foi afastado do cargo.

"Após reunião do Comité Executivo da FSF, no sábado, decidiu-se iniciar o procedimento para a destituição do selecionador nacional, Pape Thiaw, e de todo o seu corpo técnico", podia ler-se na nota que foi emitida pela Federação Senegalesa de Futebol (FSF), uma decisão que, de acordo com o organismo federativo, surgiu "na sequência da eliminação da seleção senegalesa" e "após uma exaustiva avaliação aos resultados desportivos e às perpetivas da equipa".

Mas se pensa que isto tudo terminou por aqui, está bem enganado. Ainda antes da demissão do selecionador nacional, Pape Gueye anunciou a sua retirada da seleção, até que a equipa técnica de Pape Thiaw, que estava no cargo desde 2022 fosse afastada. E as polémicas nos senegaleses não terminam por aqui.

O presidente da federação do país, Abdoulaye Fall, veio a público revelar que o médico que liderou a equipa médica senegalesa durante uma década era, na verdade, ginecologista. A descoberta foi feita pelo dirigente, que lidera o organismo desde 2025, após uma auditoria interna para avaliar os problemas da seleção. O dirigente reconhece que tomou conhecimento desta situação "demasiado tarde".

"Descobri há pouco tempo que o Dr. Fedior é, na verdade, ginecologista e obstetra de profissão. Na verdade, o nosso médico principal não possuía as qualificações académicas adequadas para supervisionar os nossos jogadores. A este nível, e de acordo com os comentários que recebi, os jogadores não tinham plena confiança", disse Abdoulaye Fall, numa conferência de imprensa.

Mas as situações inusitadas não terminam por aqui. A Federação Senegalesa de Futebol confirmou o afastamento do chef da equipa durante o torneio, isto depois de ter sido descoberto que o cozinheiro estava acusado de assédio sexual. O caso aconteceu durante a presença dos senegaleses nos Estados Unidos da América, mas as autoridades do país não foram informadas no momento.

""Preferimos tomar medidas de precaução para evitar o risco de intervenção da polícia americana. O objetivo foi apenas tentar manter a serenidade do grupo e a boa imagem do nosso país", atirou o dirigente africano, que lamentou o impacto do caso no ambiente do grupo de trabalho, que já enfrentava queixas de indisciplina noutros setores.

Ainda durante a participação do Senegal no Campeonato do Mundo, a imprensa internacional já tinha dado conta, também, da existência de uma suposta discussão entre Sadio Mané e Koulibaly.

"A Rússia faz recrutamento em mais de 100 países. Alguns jovens são recrutados como cozinheiros ou jardineiros e acabam na guerra"

 A opinião de Miguel Baumgartner, comentador da CNN Portugal.

Trump diz que EUA vão atacar Irão "com muita força esta noite e amanhã"... O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que as forças norte-americanas vão atacar o Irão "com muita força" esta noite e na terça-feira. O líder republicano afirmou ainda que o memorando de entendimento assinado entre Washington e Teerão "não significa grande coisa".

© Aaron Schwartz/CNP/Bloomberg via Getty Images   Por  noticiasaominuto.com  13/07/2026 

O presidente norte-americano, Donald Trump, revelou esta segunda-feira que os Estados Unidos vão atacar o Irão "com muita força esta noite e amanhã". 

"Vamos atacá-los com muita força esta noite e vamos atacá-los com muita força amanhã", disse Trump, em entrevista ao apresentador de rádio e comentador político Hugh Hewitt, citado pela CNN Internacional.

O presidente norte-americano sugeriu ainda que os EUA estão a monitorizar de perto alvos iranianos, mas recusou adiantar pormenores.  

Já questionado sobre se os militares norte-americanos ou israelitas sabiam do paradeiro dos restantes líderes militares iranianos e se os podiam atacar, Trump respondeu: "Sim, eu sei, mas não queremos falar sobre isso. Mas estamos certamente a monitorizar".

Para Trump, o memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irão, assinado há cerca de um mês, funcionou como um "teste" que preferia ter evitado.

"É uma tática padrão nos EUA: primeiro chega-se a um memorando de entendimento e depois parte-se para o acordo. Eu disse: 'Vamos diretamente ao acordo'", disse Trump.

"Mas sabem que mais? Foi uma espécie de teste, e eles não corresponderam. Não honraram o teste", acrescentou.

O memorando de entendimento assinado entre os Estados Unidos e o Irão permitiria um aliviar das tensões no Médio Oriente e Trump chegou a referir-se ao documento como "um acordo com o Irão que alcança tudo o que nos propusemos realizar... pôr fim ao actual conflito, reabrir o Estreito de Ormuz e impedir o Irão de obter uma arma nuclear".

No entanto, agora considera que "os memorandos de entendimento não significam grande coisa quando se lida com canalhas, e também não significam grande coisa quando se lida com pessoas honradas, porque é apenas um memorando de entendimento — não significa grande coisa".

CENTCOM anuncia "terceiro ataque noturno consecutivo contra o Irão"

Após as declarações de Trump, o Comando Central militar norte-americano (CENTCOM) anunciou que "iniciou o terceiro ataque noturno consecutivo contra o Irão".

"Às 16h45 (hora do leste dos EUA) de hoje, o Comando Central dos EUA iniciou o terceiro ataque noturno consecutivo contra o Irão, sob as ordens do Comandante-Chefe", lê-se numa nota publicada na rede social X.

"Estes ataques continuarão a impor um elevado custo às forças iranianas e a degradar a sua capacidade de atacar civis inocentes e navios mercantes no Estreito de Ormuz".

O anúncio de Trump surge no mesmo dia em que revelou  a intenção de restabelecer o bloqueio aos portos iranianos e de cobrar uma taxa de 20% sobre as mercadorias que atravessam o estreito de Ormuz, alegando os custos associados à segurança da rota marítima.

"Os Estados Unidos serão agora conhecidos como os 'Guardiões do estreito de Ormuz', mas, em nome da justiça, receberão uma taxa equivalente a 20% do valor da carga", escreveu Donald Trump na sua plataforma Truth Social.

Segundo o presidente norte-americano, a taxa destina-se a "cobrir todos os custos necessários para cumprir a missão de garantir a segurança desta região particularmente instável do mundo".

Trump acrescentou que a medida entrará em vigor "imediatamente", sem divulgar mais pormenores sobre a sua aplicação ou sobre os mecanismos de cobrança.


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Os Estados Unidos vão retomar o bloqueio dos portos iranianos na terça-feira, às 21:00 de Lisboa, anunciou hoje o Comando Central militar norte-americano (CENTCOM), após o anúncio da decisão pelo Presidente Donald Trump.

STJ declara inconstitucionais medidas de coação aplicadas ao presidente da FFGB pelo Ministério Público

Por   Radio Voz Do Povo  13/07/2026

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) declarou inconstitucionais as medidas de coação aplicadas ao presidente da Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB), Carlos Alberto Mendes Teixeira, (Caíto), pelo Ministério Público, com fundamento nos artigos 48.º e 170.º do Código de Processo Penal, por considerar que a imposição dessas medidas é da competência exclusiva do Juiz de Instrução Criminal.

A decisão consta do Acórdão n.º 02/2026, proferido no âmbito do Processo n.º 01/2026, e reafirma a jurisprudência estabelecida pelo Acórdão n.º 01/2017, determinando a imediata cessação dos efeitos das medidas de coação aplicadas ao dirigente desportivo.

No acórdão, o plenário do STJ sublinha que uma norma declarada inconstitucional com força obrigatória geral deixa de produzir efeitos jurídicos, tornando inválidos os atos praticados ao seu abrigo. Os juízes consideram que, no ordenamento jurídico guineense, o Ministério Público pode promover a aplicação de medidas de coação, mas a decisão compete exclusivamente ao Juiz de Instrução Criminal.

Na sequência da decisão, o Supremo Tribunal de Justiça iniciou, esta segunda-feira, a notificação oficial das partes envolvidas no processo. O mandado de notificação determina a entrega de cópias do acórdão ao requerente, Carlos Alberto Mendes Teixeira, e ao Ministério Público, representado pelo Procurador-Geral da República, Amadu Tidjane Baldé.

A decisão do STJ tem força vinculativa e reforça o princípio de que as restrições aos direitos fundamentais só podem ser impostas por autoridade judicial competente, em conformidade com a Constituição da República da Guiné-Bissau.

Trump diz que EUA estão a assumir controlo do estreito de Ormuz... O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que as suas forças estão a assumir o controlo do estreito de Ormuz, após as autoridades iranianas confirmarem o encerramento dessa via marítima.

© Getty Images    Por  LUSA   13/07/2026 

"Estamos a assumir o controlo do estreito. Eles já não têm nada a perder", declarou Trump em entrevista à cadeia televisiva Fox News, referindo-se ao Irão e às negociações mantidas nos últimos dias entre Washington e Teerão.

Segundo o Presidente norte-americano, as conversações prolongaram-se durante cerca de 11 horas e permitiram alcançar um entendimento inicial, mas as autoridades iranianas terão posteriormente apresentado novas exigências, levando ao fracasso das negociações.

Trump justificou ainda a resposta militar norte-americana, alegando que a República Islâmica está "a ser derrotada" no conflito e acusando Teerão de romper o cessar-fogo estabelecido ao abrigo de um acordo preliminar alcançado em junho.

Entretanto, a Autoridade do estreito de Ormuz do golfo Pérsico confirmou o encerramento da passagem marítima, alegando que a decisão foi tomada "devido a recentes ações hostis das forças norte-americanas".

Num comunicado, a entidade iraniana afirmou que a travessia do estreito é atualmente inviável e que a emissão de autorizações para navegação só será retomada quando forem restabelecidas a estabilidade e a segurança.

No domingo, a Guarda Revolucionária Islâmica anunciou o encerramento do estreito de Ormuz "até nova ordem", alegando que uma embarcação mercante cipriota desrespeitou instruções das forças iranianas na zona.

A organização avisou que nenhuma embarcação poderá atravessar o estreito enquanto persistir o que classificou como "intervenção" dos Estados Unidos na região.

O anúncio foi seguido por uma nova escalada militar entre Washington e Teerão, com ataques aéreos norte-americanos que, segundo o Comando Central dos Estados Unidos, constituíram uma resposta à ação da Guarda Revolucionária contra o navio mercante.



Leia Também: Irão desvaloriza alegados planos para matar Trump: "Guerra psicológica"

O Governo do Irão classificou como "guerra psicológica" por parte dos Estados Unidos a denúncia de alegados planos iranianos para assassinar o Presidente norte-americano, Donald Trump.

Rangel responsabiliza Irão por retomar das hostilidades... O ministro dos Negócios Estrangeiros responsabilizou hoje o Irão pelo retomar das hostilidades no Médio Oriente, acusando o regime de quebrar o memorando de entendimento assinado com os Estados Unidos ao atacar navios em Ormuz.

© Zed Jameson/Bloomberg via Getty Images    Por LUSA   13/07/2026

Em declarações aos jornalistas à margem da reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE), em Bruxelas, Paulo Rangel afirmou que "não há dúvida que estas últimas hostilidades foram muito provocadas pela forma como o Irão esteve em Ormuz".

"Estou a falar mesmo do início desta última fase -- enfim, agora já temos quatro ou cinco dias disso -- mas, de facto, o Irão não está a cumprir aquele que era o memorando de entendimento e isso levou obviamente a um escalar de reações recíprocas", sustentou.

Paulo Rangel defendeu que o mais importante agora é "voltar à diplomacia", considerando que países como o Paquistão e o Qatar têm tido um "papel importante" nessa vertente.

"Agora, o facto de o Irão ter atacado outra vez os Estados do Golfo evidentemente também não ajuda, porque esses Estados, especialmente aqueles que tinham alguma capacidade de mediação, ficam numa situação difícil para o fazer", afirmou.

O ministro dos Negócios Estrangeiros referiu que Portugal olha para a situação "com muita preocupação".

"Aquilo que a UE pode fazer é exortar as partes a voltarem ao quadro do memorando de entendimento para se poder fechar um acordo", disse, reiterando que a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz é um assunto "inegociável".

"E se o Irão não é capaz de a respeitar, evidentemente que isso não vai ajudar a que tenhamos paz o mais depressa possível", disse.

Esta noite, os Estados Unidos voltaram a bombardear o Irão, e Teerão retaliou hoje atacando os aliados regionais de Washington --- ações de escala sem precedentes de ambos os lados desde o cessar-fogo de 08 de abril.

A causa das novas hostilidades concentrou-se na questão do Estreito de Ormuz.

Teerão procura manter o controlo da via marítima estabelecido nos primeiros dias da guerra.

O anúncio feito pela República Islâmica no fim de semana, informando que iria voltar a fechar a rota estratégica global para o transporte de petróleo e gás, provocou uma forte subida dos preços do petróleo.

O petróleo Brent do Mar do Norte para entrega em setembro --- a referência internacional --- aumentou mais de 4%, atingindo os 79,13 dólares.

Após quase 40 dias de bombardeamentos num conflito desencadeado por ataques de Israel e dos Estados Unidos a 28 de Fevereiro, um cessar-fogo tinha entrado em vigor em Abril, foi posteriormente formalizado a 17 de junho através de um memorando de entendimento assinado por Washington e Teerão, apesar dos confrontos esporádicos nas imediações do estreito.

No entanto, após ataques na terça-feira passada contra embarcações que tentavam passar por Ormuz, os confrontos foram retomados com intensidade.


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O Irão ameaçou hoje abandonar o memorando de entendimento assinado com os Estados Unidos em junho caso Washington não cumpra os compromissos assumidos para pôr fim à guerra.

Timor-Leste: 90 estrangeiros detidos por atividades ilegais 'online'... A Polícia de Investigação Criminal de Timor-Leste deteve hoje mais 90 cidadãos estrangeiros, entre indonésios e chineses, suspeitos de envolvimento em atividades ilegais 'online'.

© Lusa   13/07/2026 

"Hoje realizámos duas operações. Uma em Díli onde detivemos 14 cidadãos chineses em flagrante delito. A outra ocorreu em Liquiçá, onde capturámos 75 cidadãos indonésios e um cidadão chinês. No total, as duas operações resultaram na detenção de 90 pessoas", declarou à Lusa, por telefone, o porta-voz da Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL), superintendente-chefe João Belo.

As operações decorreram na zona de Comoro, em Díli, e em Ulmera, no município de Liquiçá, situado a cerca de 17 quilómetros de Díli. O objetivo foi localizar e desmantelar atividades ilícitas relacionadas com esquemas de fraude através de centros de atendimento.

"Neste momento, os detidos encontram-se nas instalações do quartel-geral da Investigação Criminal para serem submetidos ao respetivo processo de investigação", explicou o porta-voz da PNTL.

João Belo acrescentou que a polícia está também a proceder à verificação de dinheiro apreendido, equipamentos e de outros documentos.

"Estamos a fazer as verificações", disse o comandante, remetendo para terça-feira mais esclarecimentos.

Na semana passada, as autoridades policiais de Timor-Leste já tinham detido cerca de 200 pessoas, na sua maioria cidadãos da China, do Camboja e da Indonésia, por suspeitas de envolvimento em atividades ilegais 'online', sobretudo relacionadas com jogo ilegal e fraude.

Em setembro do ano passado, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) alertou para o aumento da presença de redes criminosas em Oecusse, o enclave timorense situado em território indonésio, na ilha de Timor. Segundo o UNODC, investigações recentes demonstram que a região começou a ser influenciada por atividades criminosas organizadas.

Na sequência desse alerta público, o Governo de Timor-Leste decidiu cancelar todas as licenças anteriormente concedidas para operações de jogos e apostas 'online', bem como suspender a atribuição de novas licenças, devido aos riscos para a segurança e a estabilidade social.

Segundo a UNODC, quando redes criminosas digitais se instalam numa determinada região, "essa região torna-se frequentemente um centro de fraude cibernética, bem como de tráfico de droga e de seres humanos".


ONU acusa Hamas de obstruir entrega de ajuda humanitária... Um alto funcionário da ONU acusou hoje o grupo islamita palestiniano Hamas de obstruir a entrega de ajuda em Gaza, alertando que torna as operações humanitárias cada vez mais perigosas.

© Majdi Fathi/NurPhoto via Getty Images      Por LUSA   13/07/2026 

Num comunicado, o coordenador especial adjunto da ONU para o processo de paz no Médio Oriente, Ramiz Alakbarov, condenou os obstáculos às operações humanitárias atribuídos às autoridades de facto em Gaza, em referência ao Hamas.

Estas ações "colocaram em perigo o pessoal humanitário, intimidaram os trabalhadores responsáveis pela distribuição de ajuda alimentar vital e interromperam operações essenciais", descreveu.

Os incidentes ocorreram no sábado num ponto de distribuição em Jabalia (norte), que homens armados ligados ao Hamas terão invadido.

De acordo com o comunicado da ONU, os combatentes "também entraram num armazém do Programa Alimentar Mundial (PAM) e alegadamente atacaram dois camionistas que entregavam ajuda humanitária".

Alakbarov disse que "estes incidentes não foram isolados" e que "testemunham uma tendência cada vez mais preocupante de intimidação, violência e obstrução, incluindo tentativas de rapto, contra as operações humanitárias".

O responsável da ONU alertou que tais ações estavam a comprometer a entrega da ajuda tão necessária, uma vez que os civis no território devastado pela guerra enfrentam uma grave crise humanitária.

O Hamas rejeitou as acusações, considerando-as infundadas.

"A polícia e as forças de segurança continuam a proteger os camiões e os centros de distribuição de ajuda humanitária e a facilitar o trabalho das organizações internacionais", não tolerando qualquer ataque, declarou à agência de notícias AFP um responsável do chamado Ministério do Interior do Hamas.

Um cessar-fogo entrou em vigor em Gaza em outubro, após dois anos de guerra desencadeada pelo ataque sem precedentes do Hamas a Israel, em 07 de outubro de 2023.

A segunda fase da trégua, que prevê o desarmamento do Hamas e uma retirada gradual das forças israelitas de Gaza, está parada há vários meses.

As forças israelitas expandiram a sua presença nos últimos meses e controlam agora mais de 60% do território.

O Hamas continua a exercer autoridade sobre o resto da Faixa de Gaza, mas anunciou na semana passada a dissolução do organismo de 15 membros que geriu o território durante quase duas décadas.


Leia Também: Gaza. Serviço de ambulâncias em risco de "paralisia total"

O Ministério da Saúde de Gaza alertou hoje para a ameaça de "paralisia total" do serviço de ambulâncias do território palestiniano, com 70 % dos veículos de emergência parados.