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Quase 400 viajantes, incluindo centenas de estrangeiros, foram dados como desaparecidos após uma enorme enchente repentina atingir o Nepal, informou o conselho de turismo do país nesta quarta-feira (26), citando uma avaliação inicial.
“Um registro preliminar por agência, recebido de empresas de turismo e viagens, identificou 384 viajantes, incluindo 291 estrangeiros e 93 cidadãos nepaleses, que foram dados como desaparecidos nas áreas afetadas”, publicou o conselho de turismo do Nepal em um comunicado na rede social X.
As nacionalidades das pessoas listadas como desaparecidas incluem viajantes da Índia, Austrália, Países Baixos, África do Sul, Reino Unido e Malásia.
Ao menos 95 mortes foram confirmadas pela polícia local.
O número de mortos na sequência da inundação devastadora no Nepal e no Tibete subiu hoje para 160, de acordo com um novo balanço das autoridades locais.
O Presidente nepalês, Ram Chandra Paudel, apelou hoje às forças de segurança, ao Governo e à sociedade civil para mobilizarem todos os meios de socorro disponíveis após a inundação que atingiu o norte do país.
"O senhor simplesmente não está a dizer a verdade, mais uma vez", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) de Israel, Oren Marmorstein, em resposta à condenação de Guterres às ações israelitas, em que este exigiu que as autoridades israelitas "cessem imediatamente a sua ingerência nas instalações da UNRWA, desocupem, devolvam e restaurem sem demora todas as instalações afetadas às Nações Unidas".
Segundo sublinhou o porta-voz do MNE israelita nas redes sociais, "a UNRWA (Agência da ONU de Assistência aos Refugiados da Palestina no Médio Oriente) nunca teve direitos de propriedade sobre as instalações e ocupava-as de forma ilegal".
Acrescentou também que as autoridades israelitas pretendem que "as instalações sirvam como escola e centro comunitário para crianças árabes do bairro de Kafr Aqab".
"O senhor e a UNRWA preferem lançar ataques infundados a Israel, ao invés de agirem no melhor interesse das crianças de Kafr Aqab. Isso é cinismo da pior espécie", apontou Marmorstein, afirmando ainda que as ações israelitas "foram levadas a cabo de acordo com a legislação israelita e internacional".
A este propósito, recordou que Israel aprovou uma lei proibindo as atividades daquela agência da ONU no país "perante provas conclusivas de que funcionários da UNRWA participaram no massacre de 07 de outubro [de 2023], de que funcionários da UNRWA eram agentes terroristas e de que as instalações da UNRWA eram sistematicamente utilizadas para atividades terroristas".
O Governo israelita acusou várias vezes a agência de alegadas ligações ao movimento islamita palestiniano Hamas, responsável pelo ataque de 07 de outubro de 2023 a Israel que fez cerca de 1.200 mortos e 251 reféns, embora uma investigação externa liderada pela ex-ministra dos Negócios Estrangeiros francesa, Catherine Colonna, tenha concluído que as autoridades israelitas não apresentaram qualquer prova que sustentasse tais alegações.
António Guterres condenou na terça-feira as ações de Israel e declarou-se "profundamente alarmado" pela tomada por tropas israelitas do centro educativo gerido pela UNRWA, medida que o Governo justificou com um plano para construir uma estrada e um "complexo educativo" no local.
O responsável máximo da ONU advertiu também de que a ação israelita privará os estudantes de prosseguir a sua formação.
"Durante mais de 70 anos, o centro prestou apoio a milhares de refugiados palestinianos através de formação profissional e de encaminhamento para emprego", sublinhou.
A UNRWA foi criada em 1949 pela Assembleia-Geral da ONU com um mandato para prestar ajuda humanitária e proteção a refugiados palestinianos no Médio Oriente até que fosse alcançada uma solução para a sua situação.
Assim, opera na Cisjordânia – incluindo em Jerusalém oriental -, na Faixa de Gaza, na Jordânia, no Líbano e na Síria.
Israel declarou a 07 de outubro de 2023 uma guerra na Faixa de Gaza para "erradicar" o Hamas, horas depois de este ter realizado em território israelita um ataque de proporções sem precedentes.
A guerra de retaliação israelita no enclave palestiniano fez, até agora, mais de 73.431 mortos, na maioria civis, e pelo menos 174.437 feridos - apesar de um cessar-fogo entrado em vigor a 10 de outubro de 2025, após o qual o Exército israelita continuou a abrir fogo sobre civis palestinianos e o número de vítimas continuou a aumentar.
Pelo menos 1.296 palestinianos foram mortos e 4.296 feridos na Faixa de Gaza desde o início da trégua, segundo números das autoridades locais, que a ONU considera fidedignos.
A guerra no enclave palestiniano causou, além disso, uma catástrofe humanitária, a destruição de quase todas as infraestruturas do território e a deslocação forçada de centenas de milhares de pessoas.
A Guarda Revolucionária do Irão anunciou hoje que foram alcançados "alguns acordos" com Omã sobre segurança no estreito de Ormuz, incluindo a partilha das receitas do tráfego marítimo, mas as negociações ainda vão prosseguir.
Em resposta à Lusa sobre o primeiro ano da UNEF, a PSP referiu que a Unidade Central de Estrangeiros e Migrações (UCEM), através dos Núcleos de Estrangeiros e Controlo Fronteiriço (NECF) realizou entre 21 de agosto de 2025 e 31 de julho de 2026 um total de "5.397 ações de fiscalização, no âmbito das quais foram fiscalizados 52.421 cidadãos estrangeiros".
"Destas ações resultaram 831 notificações para abandono voluntário do território nacional, 285 detenções por permanência irregular e uma detenção por desobediência a interdição de entrada", referem as autoridades policiais sobre o trabalho da UNEF, adiantando que "traduz o empenho da PSP na fiscalização da permanência de cidadãos estrangeiros em território nacional e na prevenção e deteção de situações de permanência irregular".
Cabe também à UNEF, através da Unidade Central de Retorno e Readmissão (UCRR), a responsabilidade pelos processos de retorno de estrangeiros até aos seus países.
No primeiro ano de atividade "foram executados 221 retornos forçados, dos quais 83 com escolta até ao destino final e concretizados 1.732 retornos voluntários, dos quais 995 nos primeiros sete meses de 2026".
O Centro de Instalação Temporária (CIT) de estrangeiros do Porto (Unidade Habitacional de Santo António) e os espaços equiparados a CIT existentes nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro retiveram "mais de 700 cidadãos nacionais de Estados terceiros" e "foram efetuados mais de 110 pedidos de documentação junto de Embaixadas e Consulados para promoção do retorno" de estrangeiros.
Na contabilidade feita pela PSP, "foram instaurados 720 processos de afastamento coercivo, dos quais 262 já foram decididos e foram marcados mais de 800 voos associados a procedimentos de retorno voluntário e forçado".
Além disso, "foram analisados e decididos mais de 300 processos de readmissão ativa e passiva e realizadas mais de 140 entrevistas de risco em Estabelecimentos Prisionais e Centros de Instalação Temporária".
A PSP referiu ainda que continua a analisar casos de afastamento coercivo "provenientes da AIMA (Agência para a Integração Migrações e Asilo) e do extinto SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras), uma parte significativa destes processos anterior a 2020".
A UNEF, apelidada informalmente de "mini-SEF", entrou em funcionamento a 21 de agosto de 2025 e tem como principais objetivos o controlo de fronteiras e fiscalização de imigrantes, que anteriormente pertenciam ao extinto Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).
Com a extinção do SEF há mais de dois anos, algumas competências deste serviço de segurança, nomeadamente o controlo das fronteiras aéreas, passaram para a esfera da PSP, que desde 21 de agosto do ano passado alargou as competências com a criação da UNEF.
Num decreto presidencial, Volodymyr Zelensky reconheceu os "méritos pessoais excecionais na proteção da vida e da liberdade humanas e no desenvolvimento das relações entre os povos da Ucrânia e dos Estados Unidos da América" do empresário, fundador da SpaceX e presidente executivo da Tesla.
Musk tem desempenhado um papel relevante no conflito na Ucrânia devido à utilização da rede de comunicações por satélite Starlink, operada pela SpaceX.
No início da invasão russa, o empresário disponibilizou terminais Starlink à Ucrânia, permitindo manter comunicações e acesso à Internet em zonas onde as infraestruturas convencionais tinham sido afetadas pelos combates.
Mais recentemente, Musk pressionou para impedir a utilização do sistema pelas forças russas, que recorriam às comunicações Starlink, nomeadamente para apoiar operações com drones.
Criada em 2008, a Ordem da Liberdade distingue cidadãos ucranianos e estrangeiros com méritos especiais na defesa da soberania e da independência do país e na promoção dos direitos e liberdades fundamentais.
Entre os dirigentes estrangeiros anteriormente distinguidos encontram-se o Presidente francês, Emmanuel Macron, o chefe de Estado finlandês, Alexander Stubb, e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni.
O rei Carlos XVI Gustavo da Suécia foi o primeiro estrangeiro a receber a condecoração.
A insígnia da Ordem da Liberdade é constituída por uma cruz de prata banhada a ouro, revestida de esmalte branco e decorada com cristais, apresentando ao centro o brasão da Ucrânia, com o característico tridente ('Tryzub').
O cidadão guineense Nabibo Bampoque, conhecido por Bideta, denuncia um alegado desentendimento entre o sindicato dos motoristas e transportadores de São Domingos e agentes fronteiriços do Senegal, situação que, segundo ele, dura há cerca de duas semanas.
Em entrevista exclusiva esta quarta-feira, 26 de agosto, à Rádio Bemba di Malafo, Nabibo Bampoque afirma que o conflito está a limitar a circulação dos transportes públicos entre os dois países, fazendo com que os veículos terminem os seus percursos nos respetivos lados da fronteira.
Segundo o denunciante, a situação estará relacionada com alegadas cobranças consideradas elevadas sobre pessoas e bens na fronteira senegalesa, levando posteriormente a uma reação semelhante por parte das autoridades guineenses.
Nabibo Bampoque alerta ainda que a persistência do transtorno poderá ter consequências no abastecimento do mercado nacional, sobretudo nos produtos de primeira necessidade.
De acordo com o cidadão, muitos dos legumes atualmente comercializados e consumidos na Guiné-Bissau são provenientes do Senegal.
Perante a situação, Nabibo Bampoque apela a uma intervenção urgente das autoridades nacionais para encontrar uma solução para o problema.
O cidadão critica igualmente a falta de intervenção da Comunidade dos Estados da África Ocidental, CEDEAO, face ao que considera ser uma limitação ao princípio da livre circulação de pessoas e bens entre os países membros.
Entretanto, segundo uma fonte próximo a sindicato de São-Domingos, uma reunião que juntou os responsáveis sindicais de Bissau, sindicato senegalês e as autoridades nacionais foi realizada para analisar a situação na fronteira.
Apesar das discussões, as partes não chegaram a um consenso sobre a questão, permanecendo o diferendo entre os intervenientes.
A situação poderá continuar a afetar a circulação de pessoas, transportes e mercadorias entre a Guiné-Bissau e o Senegal.
O mundo da música despediu-se da estrela da música country Dolly Parton, na terça-feira, dia 25 de agosto. Tinha 80 anos.
Depois de a notícia ter sido avançada através de um vídeo do sobrinho Brian Seaver, que foi partilhado no Instagram, a equipa da artista divulgou um comunicado onde é confirmada a causa da sua morte.
Os seus representantes revelaram que a intérprete de temas como "Jolene" morreu na sequência de uma "breve batalha contra o cancro". Mas não adiantaram mais detalhes sobre o tipo de cancro.
"A nossa querida Dolly Parton passou a sua vida e carreira a levar alegria, risos, esperança e integridade a tudo aquilo em que tocava. A sua generosidade inigualável chegou à vida de inúmeras pessoas que ela nunca viria a conhecer, mas mesmo assim estava sempre presente para dar uma mão amiga", escreveram de início no comunicado.
"Quer se trate das centenas de milhões de livros doados através da sua inestimável Imagination Library ou do financiamento de investigação que ajudou a criar uma vacina que salva vidas e é utilizada em todo o mundo, o amor incondicional da Dolly por todas as pessoas foi a força motriz do seu impacto duradouro. Depois de enfrentar corajosamente uma breve batalha contra o cancro, Dolly partiu hoje desta vida no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, rodeada pelos seus entes queridos", pode ainda ler-se na mesma nota.
Sabe-se ainda, segundo a People, que a artista tinha sido hospitalizada quatro dias antes da sua morte, na passada sexta-feira, 21 de agosto.
As primeiras reações à morte de Dolly Parton e os desejos da cantora para o seu funeral
Logo após ter sido noticiada a morte de Dolly Parton, as redes sociais 'encheram-se' de reações, entre elas destacam-se as mensagens das várias caras conhecidas que quiseram prestar-lhe uma homenagem pública.
Reese Witherspoon, por exemplo, disse que estava "muito agradecida à vida por ter chamado a Dolly de amiga", e recordou o apoio que teve da cantora quando interpretou June Carter Cash em "Walk the Line".
"Ela levou-me a jantar e contou-me histórias sobre como June Carter encantava todos na música country. A Dolly deu-me coragem para colocar toda a minha alma naquele papel e fez-me perceber a sorte que eu tinha de ser uma contadora de histórias. Ao longo de toda a minha carreira, ela enviava-me pequenas mensagens de incentivo e apoio, dizendo para eu ser uma luz na vida das pessoas e ouvir os meus anjos. Sempre assinava: «Vou-te amar sempre»", contou a atriz, confessando depois as saudades que vai ter da cantora.
Jamie Lee Curtis, Ellen DeGeneres ou Khloé Kardashian foram outros dos muitos nomes conhecidos que não tardaram a reagir à morte de Dolly Parton, tendo sido estas as primeiras mensagens a serem partilhadas nas redes sociais.
A imprensa internacional revelou, entretanto, os detalhes das cerimónias fúnebres. O funeral de Dolly Parton vai ser "uma cerimónia pequena e privada para a família mais próxima", algo que foi pedido pela própria.
O TMZ detalhou ainda que a cerimónia íntima está a ser planeada para acontecer em Nashville, no Tennessee, "nos próximos dias", com a presença dos familiares mais próximos e entes queridos.
Dolly Parton morreu aos 80 anos e deixou um último desejo para o seu funeral, que será uma cerimónia privada para a família. Conheça os detalhes já divulgados na imprensa.
O aumento de detenções de imigrantes, segundo os mais recentes dados avançados pela agência Associated Press (AP), mostra que o governo Trump mantém em andamento a agenda de deportações maciças, apesar de uma mudança de abordagem no início do ano.
As autoridades passaram de operações de grande impacto em metrópoles norte-americanas, que provocaram protestos públicos, para detenções que receberam menos atenção.
O número de detenções em julho (49.571), representa um aumento de 15% em relação às 43.021 do mês anterior e um aumento de 70% em relação às 29.241 de fevereiro, na sequência da intensificação das ações de fiscalização da administração Trump no Minnesota, segundo dados fornecidos pelo ICE e analisados pela AP.
Como parte do aumento do número de detenções nas últimas semanas, os agentes do ICE têm realizado detenções em abordagens de trânsito.
Têm contado cada vez mais com a colaboração de polícias estaduais e locais que assumiram as funções de fiscalização da imigração.
E começaram a prender pessoas do Haiti, cujas proteções contra a deportação foram revogadas.
Os novos números das detenções mostram que o governo "não interrompeu as ações de fiscalização", sublinhou Mark Krikorian, do Centro de Estudos de Imigração, que defende mais restrições à imigração.
As detenções de imigrantes no mês anterior à tomada de posse de Trump rondavam 8.000, principalmente de imigrantes transferidos de cadeias e prisões municipais ou estaduais e entregues ao ICE para deportação.
Durante o primeiro ano do mandato de Trump, os números começaram a subir, à medida que o governo aliviava as restrições sobre onde e quem o ICE podia prender, além de injetar milhares de milhões de dólares na agência.
Após dois tiroteios fatais no Minnesota, em janeiro, que desencadearam protestos e indignação entre os congressistas democratas, as detenções começaram a cair em fevereiro. Após permanecerem estagnadas durante meses, os números dispararam em junho.
O Texas e a Florida foram responsáveis por quase 20.000 das detenções de julho, sinal da importância que estes estados adquiriram para a agenda de deportações maciças da administração Trump.
O aumento das detenções ocorre numa altura em que a agência, que recebeu milhares de milhões de dólares do Congresso no verão passado, também contratou 12 mil novos agentes de deportação e investigadores.
O anúncio foi oficialmente justificado por razões de segurança, mas ocorre três meses e meio após uma visita a Essuatíni do Presidente taiwanês, William Lai Ching-te, que Pequim acusa de defender posições separatistas.
"A situação de segurança em Essuatíni é atualmente complexa. As atividades criminosas relacionadas com fraude 'online' e jogos de azar ilegais são frequentes e os riscos em matéria de segurança pública, entre outros, são extremamente elevados", indicou na terça-feira o serviço consular do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.
Neste contexto, as autoridades chinesas "desaconselham os cidadãos chineses a deslocarem-se a Essuatíni num futuro próximo" e apelaram aos cidadãos e instituições que já se encontram no país para que "saiam o mais rapidamente possível", segundo um comunicado divulgado na rede social chinesa WeChat.
A China considera Taiwan uma das suas províncias, que pretende "reunificar" com o restante território desde o fim da guerra civil chinesa, em 1949. Pequim afirma privilegiar uma reunificação pacífica, mas não exclui o recurso à força e tem intensificado a pressão militar sobre a ilha.
Essuatíni, anteriormente denominado Suazilândia, é um pequeno reino situado no sudeste do continente africano, entre a África do Sul e Moçambique, e o único Estado africano que mantém relações diplomáticas com Taiwan.
Lai visitou Essuatíni no início de maio. A deslocação estava inicialmente prevista para abril, mas foi adiada depois de as Seicheles, Maurícia e Madagáscar terem revogado as autorizações de voo do líder taiwanês na sequência de "fortes pressões" de Pequim, segundo Taipé.
A presidência taiwanesa é ocupada desde 2016 pelo Partido Democrático Progressista (DPP), tradicionalmente favorável a uma identidade taiwanesa distinta da China, o que contribuiu para o agravamento das relações entre Taipé e Pequim, embora os intercâmbios económicos e culturais tenham prosseguido.
Apenas 12 Estados mantêm atualmente relações diplomáticas formais com Taiwan, entre os quais o Vaticano, o Paraguai e vários países da América Latina e das Caraíbas.
"Estes números mostram que a população continua a pagar um preço inaceitável pela violência", frisou na terça-feira Carlos Ruiz Massieu, representante especial do secretário-geral da ONU no Haiti e líder do BINUH, que apelou para que a proteção da população se mantenha no centro dos esforços para restaurar a segurança.
A violência concentrou-se sobretudo na planície de Cul-de-Sac e em vários bairros de Cité Soleil, na capital Porto Príncipe, onde os confrontos entre gangues pelo controlo territorial e por fontes de rendimento ilícito fizeram 463 mortos e 256 feridos.
Nestas áreas, foram documentados pelo menos 176 casos de violação, enquanto mais de 18.000 pessoas foram forçadas a fugir das suas casas enquanto foram suspensos serviços essenciais, como a saúde e a educação.
Os gangues continuaram a expandir-se para além de Porto Príncipe, especialmente no departamento de Artibonite, onde perpetraram ataques contra cidades, residentes, membros de grupos de autodefesa e agricultores.
Pela primeira vez, foram registadas incursões armadas em Séguin, no sudeste do país das Caraíbas.
Os ataques de gangues foram responsáveis por 55% de todas as pessoas mortas ou feridas durante o trimestre.
Além disso, pelo menos 81 pessoas foram raptadas, em comparação com 57 nos três meses anteriores.
O BINUH documentou ainda pelo menos 796 vítimas de violência sexual relacionada com gangues, das quais 772 eram mulheres e 23 raparigas. Não há informações disponíveis sobre o restante caso.
Segundo o relatório, 87% destes casos envolveram violações coletivas.
Mais de 40% dos mortos ou feridos durante o trimestre foram vítimas de operações das forças de segurança contra gangues, algumas das quais envolveram uma empresa militar privada estrangeira que utilizou drones explosivos, segundo a ONU.
Entre as vítimas destas operações estavam pelo menos 95 pessoas sem qualquer ligação a gangues. Nove delas, incluindo seis crianças, foram mortas ou feridas em operações que envolveram drones explosivos.
A operação 'Escudo Estatal' durou cinco dias, durante os quais as autoridades identificaram, localizaram e recuperaram crianças com idades entre os 2 meses e os 17 anos, muitas das quais "tinham sofrido vários níveis de abuso, negligência, exploração ou exposição a outras atividades criminais, incluindo o tráfico de seres humanos", informou na terça-feira, em comunicado, o gabinete do procurador-geral da Florida, James Uthmeier.
Além das 163 crianças resgatadas na Florida, o comunicado também indicou que a operação se estendeu a outras regiões dos Estados Unidos, como Alabama, Califórnia, Ohio, Nova Iorque, Carolina do Norte, Porto Rico e Tennessee.
Também se realizaram resgates de crianças naquelas situações no Brasil, Canadá, Colômbia, República Dominicana, Finlândia, Gana, Guatemala, Itália, Jamaica, México, Espanha e Taiwan, embora o escritório não tenha especificado o número.
"As crianças resgatadas foram transferidas de forma segura pelas forças da ordem locais para centros de recuperação designados, onde receberam apoio de serviços sociais, profissionais de bem-estar infantil, pessoal médico, defensores das vítimas e outros recursos centrados na infância", refere a nota.
No total, foram detidas três pessoas até à data, embora o gabinete do procurador-geral da Florida tenha avisado que "são esperadas mais detenções nos próximos dias".
Entre os detidos estão um acusado de três crimes de atos lascivos com um menor e com um mandado de detenção por interferência na guarda de um menor; outro acusado de agressão lasciva contra uma vítima com idades entre os 12 e os 16 anos; e um por interferência num caso de guarda de menores e resistência à autoridade sem violência.
Esta megaoperação ocorre quase um ano após a Florida ter resgatado 122 menores noutra operação similar, no qual seis pessoas foram detidas.
Mais de 460.000 crianças desaparecem em média todos os anos nos Estados Unidos, embora a maioria seja encontrada, e uma em cada sete crianças que fogem de casa são vítimas de tráfico sexual, segundo o Grupo de Trabalho Nacional para a Proteção da Infância.
Um homem matou oito familiares, incluindo quatro crianças, enquanto se reuniam para um jantar de domingo numa casa nos arredores de Billings, no estado de Montana, no leste dos Estados Unidos.
A distribuição de medicamentos destinados à prevenção do paludismo a mais de 100 mil crianças na Guiné-Bissau, foi suspensa por tempo indeterminado, segundo uma fonte ligada ao Ministério da Saúde Pública contactada pela Rádio Sol Mansi (RSM).
A operação estava prevista para arrancar esta terça-feira (25/08), e deveria decorrer entre agosto a novembro, abrangendo diferentes regiões sanitárias do país. Até ao presente momento, não foi indicada uma nova data para a retomada da distribuição.
Segundo a mesma fonte, a suspensão está relacionada com as preocupações, quanto à possível coincidência entre a campanha e atividades ligadas ao referendo constitucional, marcado para 30 de agosto.
A fonte considera que, esta é a segunda atividade do Ministério da Saúde Pública suspensa no atual contexto. A primeira teria sido a distribuição de tendas, cuja interrupção de acordo com a mesma fonte, foi justificada pelo Governo com a coincidência dos trabalhos de recenseamento da população, habitação e urbanismo, conduzidos pelo Instituto Nacional de Estatística.
Ainda segundo a fonte, técnicos que já se encontravam no terreno, foram orientados para interrupção dos trabalhos e regressar a procedência.
A operação de distribuição dos medicamentos conta, segundo a mesma fonte, com financiamento do Fundo Global.
A suspensão ocorre no período de maior atenção, à prevenção e controlo do paludismo no país, entre agosto a novembro, e mantém sem definição a data para a retomada da campanha destinada às crianças.
A Rádio Sol Mansi procurou obter uma posição oficial do Ministério da Saúde Pública sobre a suspensão e a previsão para retomada da operação. Até ao momento, não foi possível obter uma confirmação oficial, que esclarece os motivos da decisão.
Os cidadãos guineenses residentes no estrangeiro deixam de poder votar para a escolha do Presidente da República, segundo a nova Constituição do país que vai a referendo popular no próximo domingo.
No documento, consultado pela Lusa nas redes sociais de órgãos de comunicação social locais, assinala-se que as mudanças introduzidas na Constituição do país foram enquadradas na lei eleitoral, também reformulada.
Os dois documentos foram revistos pelo Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão criado por militares com o golpe de Estado de 26 de novembro passado, promulgados pelo Presidente guineense de transição, general Horta Inta-a, e publicados no Boletim Oficial (correspondente ao Diário da República em Portugal).
De acordo com o estipulado na lei n.º 11/2026, de 27 de março, no seu artigo 8.º, no capítulo de capacidade eleitoral ativa, “os guineenses a residir no estrangeiro mantêm o direito de voto, mas este fica confinado estritamente ao sufrágio para a Assembleia Nacional”, o parlamento.
No artigo esclarece-se que, nas eleições presidenciais, “apenas podem exercer o direito de voto” os cidadãos eleitores “que possuam residência efetiva” no território nacional há, pelo menos, seis meses anteriores à data do sufrágio.
Uma outra mudança introduzida na lei eleitoral prende-se com a redução de círculos eleitorais de 29 para 12, oito correspondentes às outras tantas regiões administrativas do país, dois círculos em Bissau, um para os guineenses residentes em certos países de África e outro para os que se encontram na Europa.
Cada um dos círculos da diáspora mantém a eleição de um deputado, com a votação a decorrer apenas nas missões diplomáticas e postos consulares da Guiné-Bissau, contrariando o que tem sido a prática que permitia que acontecessem em vários locais.
O futuro parlamento guineense passa a contar com 65 deputados, contra os 102 que eram eleitos até ao momento.
No documento sublinha-se que a redução do número de deputados visa “assegurar maior racionalidade legislativa e sustentabilidade institucional” do país.
Os órgãos de comunicação social locais noticiam que poderão votar para o referendo apenas os cidadãos do país residentes no território guineense, com base no último recenseamento realizado em 2023.
Neste caso, e sem contar com os cidadãos guineenses na diáspora recenseados naquele ano, estariam habilitados a votar no referendo 914.428 eleitores.
Os militares tomaram o poder a 26 de novembro de 2025 na Guiné-Bissau e substituíram o parlamento por um Conselho Nacional de Transição (CNT), que decidiu alterar a Constituição da República da Guiné-Bissau, passando a dar mais poderes ao Presidente da República.
Entre outras competências, o chefe de Estado passa a assumir a chefia do executivo, presidindo ao Conselho de Ministros, o comando supremo das Forças de Defesa e Segurança e a presidência dos conselhos superiores de defesa e segurança nacional.
O Presidente da República tem ainda, entre outras, as prerrogativas de nomear e exonerar o primeiro-ministro e demais membros do Governo, de promulgar com veto político superável por maioria qualificada de dois terços, a faculdade de dissolver a Assembleia Nacional em caso de grave crise institucional, bem como a nomeação de altos cargos judiciais como os juízes do Supremo Tribunal de Justiça e o Procurador-Geral da República.
O mandato do Presidente mantém a duração de cinco anos, renovável uma vez, mas com a interdição de um terceiro mandato consecutivo.
O referendo nacional sobre a nova Constituição ocorrerá cerca de três meses antes das novas eleições gerais, presidenciais e legislativas, marcadas para 6 de dezembro.
Os guineenses foram a eleições em 23 de novembro de 2025, mas o processo acabou interrompido, sem a divulgação dos resultados, por um golpe de Estado em que os militares tomaram o poder.
A oposição considerou tratar-se de um “golpe palaciano” e de “uma encenação” do anterior Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, que concorria a um segundo mandato.
"Estamos a trabalhar em coordenação com o DHS (Departamento de Segurança Interna) para identificar e revogar os vistos de não imigrante de estrangeiros que vieram para os Estados Unidos alegando serem visitantes de curta duração, mas que depois solicitaram asilo para permanecerem aqui permanentemente", referiu o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott, à agência France-Presse (AFP), confirmando notícias divulgadas pelos media norte-americanos.
"Obter um visto com o propósito de pedir asilo é fraude, o que justifica a revogação do visto", acrescentou.
A Casa Branca citou hoje o número de 200 mil pessoas afetadas e referiu-se ao facto como "a maior revogação de vistos da história do país", segundo uma mensagem na rede social X.
O Departamento de Estado enfatizou que a medida seria implementada gradualmente.
No início de agosto, o Departamento de Estado anunciou que, desde o regresso de Donald Trump ao poder, em janeiro de 2025, cerca de 175 mil estrangeiros nos Estados Unidos viram os seus vistos revogados por motivos variados como atividades criminosas, condução sob o efeito do álcool e até por "festejarem" o assassinato do conservador Charlie Kirk.
O governo norte-americano também revogou recentemente os vistos de figuras políticas mexicanas, incluindo o filho do ex-presidente Andrés Manuel López Obrador.
O Presidente norte-americano deu prioridade ao combate à imigração ilegal, realizando deportações em massa de imigrantes indocumentados, mas também restringindo de forma significativa, e por vezes drástica, a entrada legal de estrangeiros e punindo severamente aqueles que permanecem nos Estados Unidos após os seus vistos expirarem.
Várias das suas principais medidas, contudo, foram rejeitadas pelos tribunais.
Um juiz federal norte-americano deliberou na sexta-feira a ilegalidade do congelamento, decretado em janeiro, dos procedimentos de vistos para 75 países que permitem residência permanente nos Estados Unidos.
Os Estados Unidos estão também a endurecer cada vez mais o seu processo de emissão de vistos, por exemplo monitorizando as contas de redes sociais dos requerentes estrangeiros.
"Ter um visto é um privilégio, não um direito", tem reiterado o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.
O ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Gideon Saar, anunciou hoje a expulsão da delegação neerlandesa do mecanismo multinacional que monitoriza o cessar-fogo em Gaza, acusando o Governo dos Países Baixos de ter cometido "ações anti-Israel".
A viagem não foi oficialmente confirmada pelo Governo do Presidente norte-americano, Donald Trump, nem pelo Kremlin (presidência russa).
Dois altos responsáveis norte-americanos confirmaram, contudo, que constitui a primeira deslocação de Ratcliffe a Moscovo desde que assumiu a liderança da CIA.
Trata-se também da visita de mais alto nível de um responsável da administração Trump à Rússia desde janeiro.
Ratcliffe deixou Washington no domingo a bordo de um avião do Governo norte-americano e deslocou-se inicialmente para a Letónia.
Dados do 'site' especializado Flightradar24 indicaram igualmente que um avião militar norte-americano descolou esta manhã da Letónia com destino ao aeroporto de Vnukovo, em Moscovo.
Antes da deslocação, Washington informou Kiev de que uma delegação norte-americana de alto nível viajaria para a capital russa, segundo uma fonte com conhecimento do assunto citada pela Axios.
Os Estados Unidos terão também pedido à Ucrânia que suspendesse os ataques até à partida da delegação de território russo.
Não foram divulgados pormenores sobre a agenda de Ratcliffe em Moscovo, os responsáveis russos com quem deverá reunir-se ou a duração da visita.
Na madrugada desta terça-feira, 25 de agosto de 2026, a Direção de Investigação Criminal da GN e o Departamento de Contrainteligência do SIS, sob coordenação do Comando Operacional da GN, realizaram uma operação conjunta no Bairro Interramento, em Bissau. A ação resultou na detenção de 57 cidadãos estrangeiros sem documentação legal ou título de permanência no país.
O grupo é composto por: 30 cidadãos do Mali, 22 da Guiné-Conacri, 2 da Serra Leoa, 2 da Costa do Marfim e 1 do Senegal.
Entre os detidos encontram-se 20 mulheres e duas crianças (uma de 2 anos e um recém-nascido com uma semana de vida). necessário.
Segundo as investigações preliminares, o grupo estava distribuído por três residências vizinhas.
Os cidadãos africanos em causa alegaram ter entrado no país à procura de emprego, negando a intenção de seguir para a Europa por via marítima.
As autoridades detetaram fortes indícios de uma rede estruturada de apoio à imigração clandestina.
Dois indivíduos foram apontados pelas investigações como os intermediários na logística de alojamento na capital.
As linhas de investigação criminal prosseguem em moldes prioritários para localizar os referidos intermediários.
Lenda da música country, a cantora e atriz Dolly Parton morreu nesta terça (25), aos 80 anos. A informação foi confirmada pela família em um vídeo nas redes sociais.
"Esse anúncio em vídeo é algo que Dolly me pediu há anos, antes que eu tivesse absorvido totalmente como uma realidade no futuro", disse Bryan Seaver, sobrinho e chefe da segurança da cantora.
"A tristeza fica conosco, não com a Dolly. Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus, com certeza, ao lado de Carl [Thomas Dean, seu marido, que morreu em 2025], seus pais e incontáveis outros que a assistiram e que queriam encontrá-la nos céus."
"Dolly também abriu as portas para gerações de cantores, compositores, músicos e sonhadores de todos os campos da vida e de todos os continentes. Com seu exemplo, nós acreditamos que tudo era possível. Ela nunca viu uma porta que não pudesse abrir, e as portas que ela abriu fizeram e mudaram a história."
Dolly enfrentava problemas de saúde desde a morte do marido, Carl Dean, que morreu em março de 2025. Ela cancelou uma residência de shows em maio deste ano. Em entrevista à revista "People", publicada no dia 21, ela disse que "não prestou atenção [aos próprios problemas]" enquanto cuidava do marido.
"Mas ainda estou trabalhando e há muitas coisas que eu ainda quero conquistar", acrescentou.
Conhecida pela voz marcante, pelas perucas loiras e por seus figurinos extravagantes, Dolly construiu um império no entretenimento a partir de suas origens humildes no estado americano do Tennessee.
Com mais de 3 mil músicas em seu catálogo, a artista se consolidou como um ícone da cultura pop e expandiu sua atuação para além da música country, transitando pelo pop, bluegrass e pela era disco.
Sua trajetória na música e no cinema se tornou parte do cânone da cultura americana. Ao longo de sua carreira, Dolly compôs sucessos atemporais que se tornaram clássicos, regravados por artistas do calibre de Beyoncé e Tina Turner. São dela músicas como "Jolene", "9 to 5" e "Coat of Many Colors".
Também foi Dolly quem escreveu e lançou a balada romântica "I Will Always Love You", posteriormente gravada por Whitney Houston para o filme "O Guarda-Costas".
Nascida em 1946 em Sevier County, em uma cabana de apenas um cômodo às margens do rio Little Pigeon, Dolly era a quarta de 12 filhos de um agricultor sem terras. A família não tinha acesso a água encanada ou eletricidade, e o médico que atendeu seu parto foi pago com um saco de farinha de milho.
Foi no ambiente familiar, marcado por hinos e canções folclóricas ensinadas pela mãe, que ela aprendeu a tocar instrumentos como violão e banjo, fazendo suas primeiras apresentações no rádio ainda na infância e lançando seu primeiro compacto em 1959.
O primeiro grande avanço em sua carreira ocorreu em 1967, ao ser contratada para o programa de televisão do cantor Porter Wagoner. A parceria na TV rendeu diversos hits em dueto, mas a crescente popularidade solo de Dolly acabou superando a do parceiro.
Ao decidir deixar o programa para focar na carreira solo em 1974, ela compôs "I Will Always Love You" como uma homenagem de despedida. A faixa alcançou o topo da parada country duas vezes antes de se tornar um fenômeno pop na voz de Whitney Houston, em 1992.
Ao longo de mais de seis décadas de trajetória, a artista escreveu cerca de 3 mil músicas. Suas composições abordavam temas cotidianos com olhar empático e socialmente crítico, tratando da infância pobre em "Coat of Many Colors", da gravidez na adolescência em "Down From Dover" e do machismo no mercado de trabalho em "9 to 5", canção-tema do filme homônimo lançado em 1980 no qual ela também atuou ao lado de Jane Fonda e Lily Tomlin.
Entre seus maiores sucessos nas paradas estão a colaboração com Kenny Rogers em "Islands in the Stream" (1983) e o aclamado projeto "Trio", gravado ao lado de Emmylou Harris e Linda Ronstadt. A artista também construiu um império empresarial no Tennessee com o parque temático Dollywood e investiu na indústria cinematográfica e na televisão.
Com 55 indicações ao Grammy e 10 vitórias, Parton também foi a terceira mulher mais indicada na história do Grammy, atrás apenas de Beyoncé e Taylor Swift.
Dolly não tinha medo de inovar ou experimentar em seu trabalho, o que a garantiu essa carreira tão versátil e duradoura.
“Eu não tinha medo de mudar. Eu esperava o sucesso, mas estava preparada para o fracasso. Não me importava se as pessoas achassem que eu estava errada. No fundo, eu sabia que estava fazendo a coisa certa", disse à Associated Press em 1979.
Eleita para os Halls da Fama do Country e do Rock & Roll, Dolly Parton também se destacou pela atuação filantrópica. Por meio da fundação Imagination Library, criada em 1995, ela distribuiu mais de 200 milhões de livros para crianças.
Defensora ativa da diversidade e da inclusão, a cantora aliou seu trabalho social a posicionamentos públicos acolhedores, tornando-se uma figura de apelo universal na música norte-americana.
Nas últimas décadas, conquistou novas gerações ao trabalhar com artistas como Miley Cyrus, de quem era madrinha, Sabrina Carpenter e Beyoncé.
O presidente dos Estados Unidos reagiu à morte de Dolly Parton, a lendária cantora norte-americana de country, tendo descrito a sua morte como "uma perda irreparável para milhões de pessoas". Trump anunciou ainda que a bandeira dos EUA será posta a meia haste em todo o país.
Um vídeo partilhado pelos meios de comunicação estatais iranianos mostra uma ameaça feita diretamente a Barron Trump, o filho mais novo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Os serviços secretos norte-americanos já disseram que estão "a par" da alegada ameaça.
"Os serviços secretos dos EUA estão a par do vídeo e investigam qualquer coisa que possa ser entendida como uma ameaça às pessoas sob a nossa proteção", disse o porta-voz da agência, Nate Herring, num comunicado citado pelas publicações norte-americanas.
Herring acrescentou que, devido a questões relacionadas com segurança interna, não serão revelados mais detalhes sobre o caso.
No vídeo em causa, que pode visualizar na galeria acima, pode ler-se: "Onde matar Barron Trump". Nas imagens é também referida a possibilidade de uma recompensa de dez milhões de dólares (cerca de 8,6 milhões de euros).
De acordo com a imprensa internacional, são apontadas várias localizações, incluindo a Trump Tower e uma localização relacionada com a Universidade de Nova Iorque, onde o filho de Trump estará a ter aulas.
Na próxima sexta-feira, completam-se seis meses desde que os Estados Unidos e Israel lançaram, a 28 de fevereiro, um ataque militar ao Irão, que justificaram com a inflexibilidade da República Islâmica nas negociações para pôr fim ao enriquecimento de urânio no âmbito do seu programa nuclear, que afirma destinar-se apenas a fins civis.