Por Lai Baldé 06.09.2026
O Primeiro-Ministro guineense, Ilídio Vieira Té violou ou não, a Carta Política de Transição por enveredar-se na política ativa para a criação de uma nova formação política denominada, Partido Popular Guineense (PPG)?
Para concretizar o projeto político, Vieira Té entregou a direção do PRS a sua carta de renúncia à militância naquela formação política, disse uma fonte.
Conforme a mesma fonte, Ilidio Vieira Té (IVT) está a remar contra ventos e marés e aproveitou-se do período de transição para se mobilizar a juventude e alguns quadros do pais para se ingressarem ao PPG com recompensa de promoções nos seus locais de serviços, prejudicando o PRS.
Recordamos que, a Carta Política de Transição tem 29 artigos que determinam que, os titulares dos órgãos de transição estão vedados pela lei. Não podem candidatar-se às próximas eleições gerais da Guiné-Bissau.
A fonte de Notabanca adianta que, o Alto Comando Militar proíbe o exercício público de atividade política. Mas os políticos do atual regime não respeitam a orientação.
Denunciando estar em curso mobilização do antigo grupo militar chamado, "Aguenta' de 7 de Junho, para se reintegrar as estruturas das Forças de Defesa e Segurança do Ministério do Interior por forma a proteger algumas figuras públicas e garantir o sossego e a estabilidade da governação.
Equipe de Notabanca tentou três dias contactar o Primeiro-Ministro, IVT mas sem sucesso.
Confere atentamente, o logótipo do partido, a carta de renúncia e a ficha de inscrição assinada por alguém.:
Bom, a verdade é, o povo tem que ver na pratica que o país está sendo governado por leis e não pelos jogos de interesses pessoais.
Notabanca, 06.09.2026




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