© U.S. Navy via Getty Images Por LUSA 03/03/2026
"Qualquer ato deste tipo contra o Irão seria considerado um ato de cumplicidade com os agressores", acrescentou.
Os três países europeus adotaram na segunda-feira uma posição estratégica comum, declarando-se prontos para tomar "ações defensivas proporcionais" para destruir a capacidade do Irão de lançar drones e mísseis.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, confirmou o apoio às operações para impedir novos ataques iranianos e autorizou a utilização de bases britânicas para apoio logístico aos Estados Unidos, tendo ativado planos de contingência para retirar cidadãos do Golfo Pérsico.
No caso da Alemanha, o chanceler, Friedrich Merz, adotou um tom cauteloso, evitando criticar as ações militares de Washington, mas sublinhando que a prioridade alemã é o planeamento do pós-guerra e a garantia de que o Irão abandonará definitivamente o seu programa nuclear.
Merz, que irá encontrar-se hoje, em Washington, com o Presidente norte-americano, Donald Trump, sendo o primeiro líder mundial a fazê-lo desde o início da ofensiva.
Por seu lado, o Presidente francês, Emmanuel Macron, admitiu a necessidade de defender aliados regionais e interesses europeus, mas continua a enfatizar a importância de evitar uma guerra regional total, mantendo canais abertos com outros atores do Médio Oriente.
Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, alegadamente para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
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