© AFP via Getty Images Por LUSA 03/03/2026
O chefe de estado libanês apelou ainda aos mediadores França, Estados Unidos, Qatar, Arábia Saudita e Egito para que "façam pressão junto das autoridades de Israel para acabarem com as agressões contra o Líbano".
Israel conduz desde segunda-feira uma campanha de bombardeamentos maciça no Líbano, afirmando visar o Hezbollah, em resposta a disparos contra o seu território em paralelo com a recente ofensiva contra o Irão.
Aquele movimento xiita tinha prometido "enfrentar a agressão" israelo-americana lançada contra o Irão no sábado, de que resultou a morte do líder supremo iraniano, o 'ayatollah' Ali Khamenei, num ataque em Teerão.
O Hezbollah concretizou as ameaças na segunda-feira e anunciou o lançamento de mísseis e drones contra Israel, abrindo uma nova frente na guerra que consome o Médio Oriente.
O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, disse hoje que autorizou o exército a controlar novas posições no Líbano.
O exército israelita mantinha cinco posições, no sul do Líbano, consideradas estratégicas ao longo da fronteira israelo-libanesa, desde o cessar-fogo de novembro de 2024.
Na altura, o entendimento pôs fim a um ano de hostilidades entre o Hezbollah e Israel, à margem da guerra na Faixa de Gaza.
Nos termos do cessar-fogo, o movimento islamista deveria retirar-se e desmantelar o seu arsenal nas regiões do sul do Líbano situadas a sul do rio Litani, cerca de 30 quilómetros a norte da fronteira.
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O exército israelita lançou hoje uma incursão terrestre numa zona fronteiriça do sul do Líbano, disse uma fonte militar libanesa à agência de notícias francesa AFP.


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