© ATTA KENARE/AFP via Getty Images Por LUSA 03/03/2026
Segundo as forças israelitas, as instalações estão localizadas a "poucos metros do complexo" onde o líder supremo e oficiais militares foram atingidos no passado sábado.
Os bombardeamentos de segunda-feira á noite tiveram como alvo o gabinete presidencial, bem como a sede do Conselho Supremo de Segurança Nacional, o órgão responsável pela tomada de decisões de segurança do regime iraniano.
No total, o Exército israelita afirmou ter aatacado aproximadamente 600 alvos no Irão.
Na outra frente, no Líbano, os militares israelitas atacaram "mais de 160 alvos do Hezbollah" (Partido de Deus) no sul do país, nas últimas 24 horas, onde também intensificou a invasão terrestre.
De acordo com informações recolhidas pela agência espanhola EFE, Teerão é responsável por 56% dos ataques registados, seguida pelas províncias do Curdistão (oeste) e Hormozgan (sul), no estreito de Ormuz.
Entre os alvos atingidos estão instalações militares, edifícios residenciais e o cais Shahid Bahonar em Bandar Abbas, uma cidade portuária no sul do Irão, localizada na província de Hormozgan, nas margens do Golfo Pérsico e do Estreito de Ormuz.
Segundo o Crescente Vermelho iraniano, 787 pessoas morreram no Irão, incluindo 180 num ataque a uma escola.
Em Israel, dez pessoas morreram (uma em Telavive e nove em Beit Shemesh, ambas no centro do país), segundo os serviços de emergência.
Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como "ameaça existencial".
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A Arábia Saudita condenou o ataque iraniano da noite passada à embaixada dos Estados Unidos em Riade, considerando-o "cobarde e injustificado".


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