terça-feira, 11 de agosto de 2026

Zelensky acusa Rússia de usar mísseis balísticos da Coreia do Norte... A cidade de Zaporijia, que tinha uma população de mais de 700 mil habitantes antes da guerra, foi alvo de um ataque "massivo" que fez pelo menos seis mortos e 19 feridos, segundo o governador regional Ivan Fedorov.

 
Por  SIC Notícias    11/08/2026 

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou esta terça-feira que as Forças Armadas russas usaram "mísseis balísticos norte-coreanos" para atacar a cidade de Zaporijia, no sul da Ucrânia, matando pelo menos seis pessoas durante à noite.

"A cidade foi atingida por mísseis balísticos norte-coreanos, com mísseis Zircon [russos] e bombas aéreas guiadas", disse Zelensky na rede social X, denunciando um "ataque brutal planeado para causar o máximo de danos".

A cidade de Zaporijia, que tinha uma população de mais de 700 mil habitantes antes da guerra, foi alvo de um ataque "massivo" que fez pelo menos seis mortos e 19 feridos, segundo o governador regional Ivan Fedorov.

A Coreia do Norte é aliada da Rússia e as relações entre os dois países têm-se reforçado desde o início da invasão russa da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022.

Moscovo e Pyongyang concluíram um acordo de defesa em 2024, e milhares de soldados norte-coreanos participaram nos combates contra as forças ucranianas na região russa de Kursk, entre 2024 e 2025. A Ucrânia já acusou a Rússia de utilizar armas fabricadas na Coreia do Norte.

Texto: LUSA


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As forças russas atacaram centros logísticos, armazéns e empresas industriais em Kyiv, capital da Ucrânia, e Zaporijia, capital da região parcialmente ocupada pela Rússia, com mísseis de alta precisão durante à noite, confirmou hoje o Ministério da Defesa russo.

TRABALHO: Afinal, com que idade se pode trabalhar em Portugal? E quando pode parar?... A idade mínima de admissão para prestar trabalho é de 16 anos, de acordo com o Código do Trabalho. Este ano, a idade legal da reforma está nos 66 anos e nove meses.

© Shutterstock   Por  Notícias ao Minuto  11/08/2026 

O Código do Trabalho estabelece que a idade mínima para a admissão de um trabalhador em Portugal é de 16 anos, sendo que a idade legal da reforma está, atualmente, nos 66 anos e nove meses. 

A idade mínima (com regras)

O Artigo 68.º do Código do Trabalho estabelece que "a idade mínima de admissão para prestar trabalho é de 16 anos", sendo que há regras: "Só pode ser admitido a prestar trabalho o menor que tenha completado a idade mínima de admissão, tenha concluído a escolaridade obrigatória ou esteja matriculado e a frequentar o nível secundário de educação e disponha de capacidades físicas e psíquicas adequadas ao posto de trabalho". 

Mais: O menor com idade inferior a 16 anos que tenha concluído a escolaridade obrigatória ou esteja matriculado e a frequentar o nível secundário de educação pode prestar trabalhos leves que consistam em tarefas simples e definidas que, pela sua natureza, pelos esforços físicos ou mentais exigidos ou pelas condições específicas em que são realizadas, não sejam suscetíveis de o prejudicar no que respeita à integridade física, segurança e saúde, assiduidade escolar, participação em programas de orientação ou de formação, capacidade para beneficiar da instrução ministrada, ou ainda ao seu desenvolvimento físico, psíquico, moral, intelectual e cultural". 

No caso de uma "empresa familiar, o menor com idade inferior a 16 anos deve trabalhar sob a vigilância e direção de um membro do seu agregado familiar, maior de idade".

Em suma, "ter 16 anos não é, por si só, suficiente. Um jovem de 16 ou 17 anos que tenha deixado a escola sem concluir o 12.º ano e sem estar matriculado no secundário não cumpre todos os requisitos legais para trabalhar", conforme explica o blog Salto do Santander. 

A idade legal da reforma

Por cá, em 2026 a idade da reforma está nos 66 anos e 9 meses, mas vai subir para os 66 anos e 11 meses em 2027. Esta é a idade de referência, mas os trabalhadores também podem deixar de trabalhar mais cedo, aderindo à reforma antecipada. 

De uma maneira geral, a reforma antecipada passa por abandonar mais cedo o trabalho e começar a receber a pensão antes da idade legal, mas nem toda a gente o pode fazer, já que há determinadas condições que se devem verificar. 

De acordo com a Segurança Socia, tem direito à pensão de velhice antecipada se cumprir com, pelo menos, uma das seguintes situações: 

  • ter pelo menos 60 anos e completar 40 anos de registo de salários enquanto tiver essa idade ou;
  • ter 60 anos ou mais e já tiver 40 anos de registo de salários ou;
  • estar numa situação de desemprego involuntário de longa duração (tendo esgotado o total de dias concedidos no subsídio de desemprego inicial) ou; 
  • ter uma atividade profissional de natureza penosa ou desgastante como mineiros, trabalhadores marítimos profissionais de pesca, controladores de tráfego aéreo, bailarinos, trabalhadores portuários, bordadeiras da Madeira, trabalhadores da indústria das pedreiras (cumprindo as condições determinadas por lei) ou;
  • estar abrangido por medidas de proteção específicas ou;
  • por carreiras contributivas muito longas, pessoas com:
  • - 60 anos ou mais e, pelo menos, 48 anos civis com registo de salários relevantes para o cálculo da pensão;
  • - 60 anos ou mais e, pelo menos, 46 anos civis com registo de salários relevantes para o cálculo da pensão, se iniciou a carreira contributiva no regime geral de segurança social ou no regime de proteção social convergente antes dos 17 anos. 

Foguetão chinês falha lançamento pela primeira vez em 6 anos... A missão do foguetão Longa Marcha 7A transportava o satélite de comunicações ChinaSat-4B.

Por  SIC Notícias   11/08/2026 

A China informou que um foguetão Longa Marcha 7A, que transportava o satélite ChinaSat-4B, falhou após uma anomalia em voo, pouco depois da descolagem do centro de lançamento espacial de Wenchang, na província insular de Hainan, no sul do país, na segunda-feira.

Com um satélite de comunicações ChinaSat 4B a bordo, o foguetão Longa Marcha 7A foi lançado sem sucesso na noite de segunda-feira (tarde em Lisboa) na ilha de Hainan (sul), onde se encontra o Centro de Lançamento Espacial de Wenchang, integrado no programa espacial chinês.

"O foguetão apresentou uma anomalia durante o voo e a missão de lançamento falhou", informou a agência de notícias Xinhua.

Esta foi a primeira falha conhecida do Longa Marcha 7A desde o seu voo inaugural em março de 2020, segundo a Xinhua. A China já lançou centenas de missões recorrendo a foguetões Longa Marcha para colocar satélites de internet e de comunicação na órbita baixa da Terra.

Foguetão Long March 5B CNSA.GOV.CN
Programa espacial chinês

A China está a preparar-se para a missão lunar Chang'e-7, prevista para o segundo semestre de 2026, que irá explorar o polo sul da Lua, incluindo crateras permanentemente na sombra que podem conter gelo de água.

Utilizará um foguete Longa Marcha 5, maior e diferente do Longa Marcha 7A. Peritos afirmam que a falha do Longa Marcha 7A não terá um impacto significativo no calendário de lançamento do Chang'e-7.

Governo colombiano reconhece soberania israelita sobre Montes Golã... A Colômbia reconheceu a soberania de Israel sobre os Montes Golã, território estratégico na Síria e ocupado pelo Estado judaico desde 1967, anunciou o Governo do novo Presidente, Abelardo de la Espriella.

© JALAA MAREY/AFP via Getty Images         Por  LUSA     11/08/2026 

"Considerando a persistente instabilidade regional no Médio Oriente e a importância estratégica dos Montes Golã para a segurança de Israel, o governo colombiano reconhece a soberania israelita sobre este território, bem como o direito deste Estado de se proteger contra ameaças externas", destacou o Ministério dos Negócios Estrangeiros num comunicado na segunda-feira na rede social X.

O planalto os Montes Golã, rico em água, é um ponto estratégico sobre a região israelita da Galileia e o Mar da Galileia na parte controlada por Israel, bem como sobre a estrada que conduz a Damasco, capital da síria.

O território foi conquistado por Israel à Síria durante a Guerra dos Seis Dias (1967) e a Guerra do Yom Kippur (1973) e anexado efetivamente em 1981.

A decisão de Bogotá surge semanas depois de a Colômbia, na sequência da derrota da esquerda de Gustavo Petro nas últimas presidenciais, ter anunciado o restabelecimento das relações diplomáticas com as autoridades israelitas.

"Durante décadas, Israel enfrentou desafios de segurança persistentes e existenciais nas suas fronteiras. Estas ameaças intensificaram-se significativamente nos últimos anos, culminando nos horríveis ataques terroristas de 07 de outubro, que realçaram a gravidade e a natureza evolutiva dos perigos que o povo israelita enfrenta", acrescentou a diplomacia colombiana.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Bogotá sublinhou ainda que "manter o controlo e a soberania de Israel sobre os Montes Golã" é essencial para a defesa de Israel e "a sua capacidade de proteger e salvaguardar os seus cidadãos".

O ministério de Omar Bula Escobar realçou que, "com esta decisão, a Colômbia reafirma o seu compromisso com a procura de uma paz estável e duradoura no Médio Oriente", mesmo que a anexação dos Montes Golã por Israel não seja reconhecida pela comunidade internacional.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Saar, expressou a sua gratidão ao Presidente De la Espriella, que descreveu como um "bom amigo", e ao seu homólogo colombiano, pelo que classificou como uma decisão histórica.

"Com isto, o Presidente da Colômbia demonstrou, numa das suas primeiras decisões no cargo, a sua liderança, os seus valores e o seu compromisso com Israel e com a segurança de Israel. Israel é um país pequeno, sem profundidade estratégica. Ter fronteiras defensáveis é essencial para que Israel garanta a existência do povo judeu na sua pátria histórica", destacou Saar nas redes sociais.

O chefe da diplomacia israelita apontou também que a decisão é o resultado do seu encontro com o Presidente colombiano em Barranquilla na quinta-feira e garantiu que continuará a trabalhar para garantir que mais países se juntem aos Estados Unidos e à Colômbia "no reconhecimento da soberania de Israel nos Montes Golã, sobre as quais a lei israelita foi aplicada há 45 anos".

O anúncio surge dias depois de as autoridades colombianas e israelitas terem retomado as relações diplomáticas, que tinham sido cortadas em maio de 2024 pelo então Presidente Petro, em resposta às acusações contra o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu por crimes de guerra e crimes contra a humanidade na Faixa de Gaza.


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As Forças de Defesa de Israel anunciaram que vão realizar hoje exercícios militares nos Montes Golã tendo alertado as populações locais para "um movimento intenso" de forças de segurança e de veículos.

COLÔMBIA: Sismo na Colômbia deixa hospitais sobrecarregados e leva a recolher obrigatório... Os hospitais estão sobrecarregados na Colômbia, onde duas cidades impuseram o recolher obrigatório para evitar pilhagens após o sismo de segunda-feira, que deixou pelo menos 132 mortos e mais de 570 feridos.

© Raul ARBOLEDA / AFP      Por  LUSA  11/08/2026 

Em Cali, capital do Valle del Cauca, a câmara decretou o recolher obrigatório entre as 20h00 de segunda-feira e as 06h00 de hoje (entre as 02h00 e as 12h00 de hoje em Lisboa), além da militarização da cidade, devido a ameaças de pilhagens e para facilitar o trabalho das equipas de emergência.

"Temos ameaças de pilhagens, por isso ordenei o recolher obrigatório e a militarização de Cali", afirmou o autarca Alejandro Eder, que explicou que a presença da polícia e do exército será reforçada, sobretudo nas zonas mais afetadas.

Eder indicou que as primeiras 48 horas são críticas para o resgate de pessoas com vida que ainda possam estar presas em edifícios que ruíram.

No âmbito do reforço das operações de emergência, a cidade vai receber 60 socorristas de Bogotá e outros 32 membros das Forças Armadas.

Os hospitais de Cali também declararam alerta vermelho, atingindo 100% da sua capacidade após o sismo que fez pelo menos 26 mortos e 456 feridos na cidade, segundo o secretário de Saúde local, Germán Escobar.

Quatro grandes centros médicos tiveram de ser completamente evacuados, incluindo o Hospital Universitário Evaristo García do Valle, que sofreu o colapso parcial de uma das suas alas.

Pelo menos 132 pessoas morreram e mais de 570 ficaram feridas após o sismo de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na segunda-feira, segundo um balanço parcial da Associação Colombiana de Capitais (Asocapitales).

De acordo com o balanço, o maior número de vítimas mortais, 60, foi registado em Pereira, capital do departamento de Risaralda, que faz fronteira com San José del Palmar (Chocó), epicentro do sismo, ocorrido às 07h34 (13h34 em Lisboa).

O presidente da Câmara de Pereira, Mauricio Salazar, decretou na segunda-feira o recolher obrigatório para evitar pilhagens após o sismo.

"A partir das 18h00 de hoje [segunda-feira; 00h00 de hoje em Lisboa], decretamos recolher obrigatório até às 05h00 da manhã para proteger o comércio da cidade. O recolher obrigatório estará em vigor no centro de Pereira, no bairro universitário e no subdistrito de Cuba", disse Salazar.

"Alguns hospitais ruíram devido à procura, temos 18 edifícios que foram reportados como completamente destruídos e 60 edifícios que foram parcialmente afetados", acrescentou o autarca de Pereira, cidade com cerca de 490 mil habitantes.

O transporte aéreo sofreu interrupções significativas e vários aeroportos nas regiões centro e oeste da Colômbia suspenderam as operações enquanto são realizadas avaliações estruturais dos terminais.

A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), por sua vez, suspendeu dois jogos das competições continentais previstos para esta semana na Colômbia.

O Deportes Tolima iria receber em Ibagué os equatorianos do Independiente del Valle, em partida dos oitavos de final da Taça dos Libertadores, enquanto para Bogotá estava marcado o jogo entre o Santa Fe e os argentinos do River Plate.

A comunidade internacional começou a mobilizar recursos e equipamentos para auxiliar a Colômbia.

O Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciaram donativos que totalizam 700 mil dólares (606 mil euros), informou o vice-presidente colombiano, José Manuel Restrepo.

O Banco Mundial contribuirá com 200 mil dólares (173 milhões de euros) de ajuda não reembolsável para a avaliação de danos, enquanto o BID atribuirá 500 mil dólares (433 mil euros), dos quais 350 mil dólares (303 mil euros) estarão imediatamente disponíveis para a Cruz Vermelha e outros 150 mil dólares (130 mil euros) serão alocados ao apoio técnico.


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O número de mortos na Venezuela pelo duplo sismo de 24 de junho atingiu 6.301, mais 176 em relação à contagem anterior, segundo dados divulgados pelas autoridades venezuelanas.

CPLP: Chefes da diplomacia da CPLP debatem Guiné-Bissau e presidência em Díli... A Guiné-Bissau e a futura presidência da Comunidade de Países de Língua Portuguesa vão estar em debate na reunião do Conselho de Ministros da organização lusófona, a realizar em 19 de agosto em Díli.

© Lusa    11/08/2026 

A reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da próxima semana será antecedida das reuniões dos pontos focais e do comité de concertação permanente, que vão ter início na quinta-feira, explicou hoje, em conferência de imprensa, o coordenador geral da Comissão para a presidência rotativa da CPLP, Joaquim Fernandes.

Relativamente à Guiné-Bissau, será "apreciado um projeto de resolução" no "quadro do compromisso da CPLP com a estabilidade, a ordem constitucional e os princípios democráticos", disse Joaquim Fernandes, salientando que os estados-membros continuam a fazer esforços de diálogo.

A Guiné-Bissau foi suspensa da organização lusófona em dezembro, após um golpe de Estado que depôs Umaro Sissoco Embaló e interrompeu o processo eleitoral, impedindo a divulgação dos resultados das eleições gerais de novembro de 2025.

A presidência da CPLP, que era detida por aquele país africano, passou para Timor-Leste.

Questionado pela Lusa se os chefes da diplomacia da CPLP vão abordar a próxima presidência da organização lusófona para o período entre 2027 e 2029, o responsável timorense disse que o "assunto é sensível", mas que a "reunião de Conselho de Ministros vai discutir isso também".

Na cimeira de Bissau, em 2025, os chefes de Estado e de Governo não chegaram a consenso sobre a atribuição da próxima presidência da organização lusófona, com uns a apoiarem a Guiné Equatorial e outros o Brasil.

Em entrevista à Lusa, em julho, o Presidente timorense, José Ramos-Horta, defendeu que a presidência rotativa da organização deveria ser para o Brasil.

A XXXI reunião ordinária do Conselho de Ministros vai discutir também a agenda estratégica da CPLP para o período 2027-2033 e a elaboração da Nova Agenda Estratégica para a Consolidação da Cooperação Económica para o período 2028-2023.

"Está prevista a assinatura do Acordo Administrativo para a Aplicação da Convenção Multilateral de Segurança Social da CPLP", disse Joaquim Fernandes.

O acordo vai permitir a "operacionalização da Convenção e reforçar a proteção social e a portabilidade dos direitos de segurança social dos cidadãos no espaço da comunidade", explicou.

Durante a reunião, será também apreciada uma declaração sobre a "Consolidação do Estado de Direito Democrático e os Desafios da CPLP" para reafirmar o "compromisso dos Estados-membros com os princípios democráticos, o Estado de Direito e o reforço da concertação político-diplomática", acrescentou Joaquim Fernandes.

Na reunião vão estar presentes os chefes da diplomacia de Portugal, Paulo Rangel, de Angola, Téte António, de Cabo Verde, Manuel Rosa, e da Guiné Equatorial, Siméon Angue.

São Tomé e Príncipe estará representado pela ministra da Justiça, Administração Pública e Direitos Humanos, Vera Cravid, enquanto o Brasil marcará presença através do Secretário de África e Médio Oriente do Ministério das Relações Exteriores, Carlos Duarte.

Moçambique vai estar representado pela secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidades, Maria de Fátima Manso.

Participa também no encontro a secretária executiva da CPLP, a angolana Maria de Fátima Jardim.


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A secretária Executiva da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Fátima Jardim, disse hoje, em Luanda, que os Estados-membros defendem liberdade total para o opositor guineense Domingos Simões Pereira, manifestando a sua satisfação pela sua libertação.

LÍBANO: Exército israelita bombardeia colinas no sul do Líbano... O exército de Israel lançou hoje um novo bombardeamento contra colinas no sul do Líbano, avançou a agência de notícias estatal libanesa, apesar dos progressos na ronda bilateral de negociações realizada na semana passada.

© MAHMOUD ZAYYAT / AFP via Getty Images   Por  LUSA  11/08/2026 

A Agência Nacional de Notícias libanesa disse que estava a ocorrer um "intenso bombardeamento de artilharia", tendo como alvo as colinas de Ali Taher, nos arredores da cidade de Nabatieh al-Fawqa, no sul do país.

O exército israelita não emitiu qualquer alerta através dos habituais canais nas redes sociais.

O novo bombardeamento ocorre depois de as forças israelitas terem atacado as cidades de Mayfadoun e Zawtar al-Sharqiya, no distrito de Nabatieh, bem como as colinas de Ali Taher, no domingo.

Apesar das discussões, em Roma, entre os dois países, sobre um cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, o exército israelita tem continuado a realizar ataques no sul do Líbano, afirmando ter como alvo infraestruturas do movimento xiita libanês Hezbollah.

O Presidente do Líbano, Joseph Aoun, reuniu-se na segunda-feira com o chefe da delegação negocial libanesa, a quem deu instruções para definir a estratégia do país tendo em vista a próxima fase das negociações com Israel.

"O general Joseph Aoun recebeu um relatório do chefe da delegação negocial, o antigo embaixador Simon Karam, sobre as reuniões realizadas na semana passada em Roma entre as delegações libanesa, norte-americana e israelita, e transmitiu-lhe orientações para a próxima fase", indicou a presidência, num breve comunicado.

Um acordo-quadro, assinado no final de junho entre representantes libaneses e israelitas após a entrada em vigor de um cessar-fogo, prevê o destacamento do exército do Líbano em "zonas-piloto" no sul do país, ocupando o lugar das tropas israelitas, sob condição do desarmamento das milícias do Hezbollah, que se opõe ao diálogo direto entre Beirute e Telavive.

Na quinta-feira, no seguimento das conversações, uma fonte da presidência libanesa avançou que Israel se tinha recusado a identificar novas áreas de retirada do sul do Líbano até que seja verificado o controlo real do exército de Beirute nas zonas-piloto já existentes.

O destacamento do exército em duas zonas-piloto foi o primeiro teste do entendimento que visa proibir qualquer presença militar de grupos não governamentais no sul do Líbano e garantir a retirada efetiva das tropas de Israel das áreas sob ocupação.

O Líbano foi arrastado pelo Hezbollah para a nova guerra na região ao reatar, no início de março, ataques aéreos contra o território israelita, como retaliação da ofensiva israelo-americana contra o Irão, aliado do movimento libanês.

Israel respondeu com bombardeamentos intensivos e expandiu as posições militares que já mantinha no sul do Líbano desde o conflito anterior, provocando mais de 4.300 mortes e deixando acima de um milhão de deslocados, segundo as autoridades de Beirute.


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O Presidente do Líbano, Joseph Aoun, reuniu-se hoje com o chefe da delegação negocial libanesa, a quem deu instruções para definir a estratégia do país tendo em vista a próxima fase das negociações com Israel, sob medição norte-americana.


Ataques russos causam cinco mortos em Zaporijia, explosões em Kyiv... Um ataque russo durante a madrugada de hoje contra Zaporijia, no sudeste da Ucrânia, fez pelo menos cinco mortos e 20 feridos, disseram as autoridades, enquanto em Kyiv foram ouvidas explosões, após um alerta de mísseis.

© Getty Images    Por   LUSA  11/08/2026 

"Cinco pessoas foram mortas e outras 20 ficaram feridas: infelizmente, o número de mortos continua a subir após o ataque inimigo a Zaporijia", escreveu o chefe da administração militar regional. 

A mensagem de Ivan Fedorov, publicada na plataforma Telegram, é acompanhada de uma foto de um automóvel completamente destruído pelas chamas.

As forças russas "atacaram instalações industriais e infraestruturas", tinha indicado Fedorov, numa mensagem publicada horas antes.

Mais a norte, em Kyiv, uma série de explosões foi ouvida hoje, pouco depois da meia-noite (22:00 de segunda-feira em Lisboa), depois de as autoridades ucranianas terem alertado que vários mísseis se aproximavam.

Pelo menos uma pessoa ficou ferida, informou a administração militar da capital ucraniana, sem adiantar mais pormenores.

O presidente da câmara, Vitali Klitschko, afirmou nas redes sociais que Kyiv estava a ser visada por mísseis balísticos russos, antes de o alerta de ataque aéreo ter sido levantado.

Segundo Klitschko, os serviços de emergência foram enviados para o distrito de Shevchenko, no centro da cidade, sem adiantar mais pormenores.

As sirenes de alerta aéreo começaram a soar pouco antes de se ouvirem fortes explosões na capital.

Na região de Kharkiv (nordeste), em Zlatopil, um ataque russo danificou infraestruturas civis e feriu pelo menos uma pessoa, informou o presidente da câmara, Mykola Baksheev.

Na segunda-feira, um ataque aéreo russo causou a morte de pelo menos cinco pessoas na região de Kharkiv, anunciaram as autoridades locais.

Do outro lado do conflito, na Rússia, pelo menos 12 pessoas morreram e mais de 30 ficaram feridas na região do Tartaristão, no centro do país, atacada por drones ucranianos, anunciaram as autoridades russas.

Também na segunda-feira, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia vai reforçar-se com tropas da Coreia do Norte, que também terá fornecido a Moscovo mais mísseis balísticos. 

O regime de Vladimir Putin "está a preparar-se para enviar um contingente adicional de norte-coreanos para o seu território. Receberam - acreditem - mísseis balísticos adicionais da Coreia do Norte", declarou Zelensky no seu discurso diário. 

"Esta é a primeira vez que eles [forças russas] não podem travar uma guerra sem reforços da Coreia do Norte", acrescentou o Presidente ucraniano.

Zelensky exortou o Japão e a Coreia do Sul, rivais do regime norte-coreano, a prestarem assistência a Kyiv na defesa aérea, considerando-a necessária para conter o crescente poder de Pyongyang, alimentado pela experiência adquirida no apoio a Moscovo. 


segunda-feira, 10 de agosto de 2026

ESTADOS UNIDOS: Antigo advogado de Trump toma posse como procurador-geral dos EUA... Todd Blanche, antigo advogado pessoal do Presidente Donald Trump, tomou hoje posse como novo procurador-geral norte-americano, após uma dura batalha para a confirmação do nome que gerou preocupações bipartidárias sobre o rumo do Departamento de Justiça.

© Mark Peterson/New York Magazine/Bloomberg via Getty Images   Por  LUSA  10/08/2026 

A secretária de imprensa da presidência, Karoline Leavitt, divulgou um vídeo da cerimónia de juramento de Blanche, com a presença de Donald Trump, que aplaudiu o seu protegido após este tomar posse na Sala Oval da Casa Branca.

Blanche passou por um difícil processo de confirmação no Senado, onde a sua nomeação para o cargo foi aprovada por uma curta margem de 50 votos contra 49.

A oposição democrata opôs-se unanimemente à escolha, que considera confirmar a intenção de Trump usar o Departamento de Justiça para vingança política pessoal.

Blanche foi advogado pessoal de Donald Trump em três processos criminais antes do regresso deste à Casa Branca, incluindo o caso dos pagamentos não declarados à ex-atriz de filmes para adultos Stormy Daniels, no qual o bilionário foi condenado.

De regresso à Casa Branca, Trump nomeou-o vice-procurador-geral e, em abril, após a demissão da procuradora-geral Pam Bondi, confiou-lhe a liderança interina da procuradoria.

No cargo, Blanche tomou decisões que suscitaram críticas até de dentro do Partido Republicano, incluindo a criação de um fundo "anti-instrumentalização" de 1,8 mil milhões de dólares para compensar os aliados de Trump por processos judiciais movidos durante o governo do democrata Joe Biden.

A oposição democrata acusou Trump de promover um "fundo secreto", cujo futuro permanece incerto.

Blanche criou também condições para a imunidade fiscal para o Presidente republicano e os seus associados próximos.

A fim de garantir a nomeação para o Senado, o governo anunciou o abandono do projeto do fundo de compensação e esclareceu que o acordo de imunidade fiscal assinado com Trump, os dois filhos mais velhos deste e a Trump Organization só se aplicaria retroativamente a anos fiscais passados, e não a declarações futuras.

“A Lua está a afastar-se da Terra. No futuro, já não haverá eclipses solares totais. É de aproveitar”... Portugal prepara-se para voltar a assistir a um eclipse solar total, um fenómeno raro que só voltará a ser visível no país daqui a mais de um século. Na antena da SIC Notícias, o comissário nacional do Projeto Eclipse, Pedro Mota Machado, explica por que razão este será um acontecimento histórico.

Por  SIC Notícias  10/08/2026

Mais de um século depois, Portugal vai voltar a assistir a um eclipse solar total. O Parque Natural de Montesinho, em Bragança, será o único local do país onde a observação do fenómeno atingirá os 100%.

O comissário nacional do Projeto Eclipse, Pedro Mota Machado, explica que a Lua está a afastar-se gradualmente da Terra, o que fará com que, no futuro, deixem de existir eclipses solares totais: “É de aproveitar”, sublinha.

O eclipse ocorre quando a Lua coloca-se entre a Terra e o Sol, cobrindo todo o disco solar, o que impede a passagem da luz. O último eclipse total visível em Portugal ocorreu em 1912 e o próximo deverá acontecer apenas em 2144, tornando este um acontecimento único. 

Ormuz? "Está aberto agora. Marinha dos EUA é única que controla"... O presidente norte-americano, Donald Trump, reivindicou hoje controlo do estreito de Ormuz, declarando-o desminado e aberto à navegação comercial, que tem sofrido ataques do Irão.

© Anna Moneymaker/Getty Images    Por  LUSA   10/08/2026 

"Está aberto agora (...) a Marinha dos Estados Unidos é a única que controla o Estreito de Ormuz neste momento", declarou Trump numa conferência na Casa Branca. 

A República Islâmica colocou "ocasionalmente" minas marítimas no estreito, mas as forças norte-americanas retiraram-nas completamente da via marítima, adiantou. 

O Irão, que negoceia com o seu vizinho Omã um possível acordo sobre a passagem de navios comerciais no estreito, divulgou no passado sábado uma lista de exigências que os Estados Unidos devem cumprir para que o tráfego marítimo seja reaberto nesta importante via navegável para o comércio global de petróleo. 

As exigências incluem o fim do bloqueio naval e das sanções ao país, o descongelamento de fundos iranianos e indemnizações pelos danos causados pelos ataques contra o país pelos Estados Unidos e Israel, iniciados a 28 de fevereiro. 

Através da sua rede Truth Social, Trump respondeu hoje que a exigência de uma indemnização será feita também por Washington, firmemente em quaisquer negociações. 

"Da mesma forma, também exijo reparações ao Irão por todas as pessoas que mataram e feriram", declarou Trump, incluindo "as famílias daqueles que morreram no 'USS Cole'", um navio de guerra norte-americano atingido por um ataque em 2000 ao largo do Iémen. 

Os Estados Unidos e o Irão assinaram em junho um memorando de entendimento que previa um cessar-fogo imediato na guerra iniciada pela ofensiva aérea israelo-americana e a abertura de um período de dois meses de negociações para se alcançar um acordo de paz definitivo. 

As hostilidades recomeçaram entretanto e os países mediadores do Médio Oriente têm procurado devolver as partes ao diálogo, centrado no levantamento dos bloqueios do Irão ao estreito de Ormuz e dos Estados Unidos aos portos iranianos, no programa nuclear iraniano e no fim das sanções à República Islâmica, que exige igualmente reparações pela destruição causada durante os cinco meses de ataques aéreos.  

Trump foi também questionado na Casa Branca sobre a sua relação com Benjamin Netanyahu, após o primeiro-ministro israelita ter rejeitado o mais recente plano norte-americano para Gaza. 

Segundo o Presidente norte-americano, as relações com Netanyahu continuam "muito boas". 

Em abril, Trump acusou Netanyahu, em termos invulgarmente duros, de minar as negociações para um cessar-fogo com o Irão. 

No domingo, o primeiro-ministro israelita afirmou que "Israel rejeita" o mais recente roteiro de paz apresentado por Washington, aceite pelo Hamas, e condicionou qualquer retirada israelita a um desarmamento real do movimento islâmico. 

"Israel rejeita o documento de 15 pontos" apresentado no final de julho pelo "Conselho de Paz" de Donald Trump, afirmou Netanyahu durante uma reunião do executivo. 

O primeiro-ministro israelita insistiu que as forças armadas israelitas "não farão qualquer retirada" do território palestiniano enquanto o Hamas não for verdadeiramente desarmado". 

As declarações surgem após o diretor-geral do Conselho de Paz para Gaza, o diplomata búlgaro Nickolay Mladenov, ter confirmado que o Governo israelita, através do gabinete de segurança presidido por Netanyahu, tinha dado "luz verde" à entrada em Gaza da Força Internacional de Estabilização, a missão de paz organizada pelo próprio Trump.  

GUERRA NA UCRÂNIA: Rússia vai receber mais soldados e mísseis norte-coreanos, diz Zelensky ... O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que a Rússia vai reforçar-se com tropas da Coreia do Norte, que também terá fornecido a Moscovo mais mísseis balísticos.

© Lusa   10/08/2026 

O regime de Vladimir Putin "está a preparar-se para enviar um contingente adicional de norte-coreanos para o seu território. Receberam - acreditem - mísseis balísticos adicionais da Coreia do Norte", declarou Zelensky no seu discurso diário. 

"Esta é a primeira vez que eles (forças russas) não podem travar uma guerra sem reforços da Coreia do Norte", acrescentou o Presidente ucraniano.

Zelensky exortou o Japão e a Coreia do Sul, rivais do regime norte-coreano, a prestarem assistência a Kyiv na defesa aérea, considerando-a necessária para conter o crescente poder de Pyongyang, alimentado pela experiência adquirida no apoio a Moscovo. 

No passado fim de semana, Zelensky afirmou que tinha sido tomada uma decisão relativamente ao destacamento em solo russo de 30.000 a 50.000 soldados norte-coreanos.  

Pyongyang tornou-se um dos parceiros militares mais próximos da Rússia desde que o líder norte-coreano, Kim Jong-un, apoiou a invasão russa da Ucrânia em fevereiro de 2022, culpando a "política hegemónica" dos Estados Unidos e dos países ocidentais.

Nas Cimeiras Putin-Kim de 2023 e 2024 foi elevada a cooperação bilateral a novos patamares. A viagem de uma semana de Kim à Rússia em 2023 foi o seu primeiro encontro com um líder estrangeiro desde 2019. 

Em junho de 2024, Putin deslocou-se a Pyongyang --- a sua primeira visita à Coreia do Norte em quase um quarto de século --- e assinou com Kim o Tratado de Parceria Estratégica Abrangente, formalizando uma aliança militar entre dois Estados nucleares. O tratado inclui disposições de assistência militar mútua, violando diretamente as sanções do Conselho de Segurança da ONU relativamente a Pyongyang. 

Nos dois anos seguintes ao pacto, tropas norte-coreanas combateram ao lado das forças russas na guerra contra a Ucrânia, e mísseis e munições de artilharia fabricados por Pyongyang chegaram à frente de batalha para alimentar a máquina de guerra russa.

No início de 2026, serviços de informações sul-coreanos estimaram que cerca de 6.000 soldados norte-coreanos, mais de um terço dos destacados em território russo, tinham morrido ou ficado feridos nos combates. 

A Rússia começou a usar mísseis balísticos de curto alcance KN-23 norte-coreanos contra a Ucrânia no final de 2023, tendo desde então ajudado a melhorar a sobrevivência e precisão do sistema.

Ao abrigo do tratado de junho de 2024, mais de 30.000 trabalhadores norte-coreanos estão atualmente destacados na Rússia. 

Em contrapartida pelo apoio militar e civil prestado, um veto russo em 2024 no Conselho de Segurança - com a China a abster-se - acabou efetivamente com o principal mecanismo multilateral de aplicação das sanções à Coreia do Norte, o painel de peritos da ONU. 

Com apoio dos parceiros europeus, a Ucrânia tem conseguido atingir áreas do território russo a milhares de quilómetros da linha da frente, e a sofisticação tecnológica de Kyiv no campo dos drones aumentou de forma expressiva no último ano. 

Em junho passado, Zelensky, anunciou uma campanha de 40 dias para intensificar os ataques com drones em território russo. 


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O presidente dos Estados Unidos assegurou que a sua relação com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, continua "muito boa", apesar das divergências em relação a Gaza. Israel, recorde-se, recusou o plano proposto pelos EUA que já havia sido aceite pelo Hamas para o seu desarmamento.

Irão: Trump exige compensação de Teerão por décadas de ataques iranianos... O Presidente norte-americano afirmou hoje que os Estados Unidos exigem uma indemnização por décadas de ataques de Teerão no estrangeiro e contra manifestantes em solo iraniano.

© Graeme Sloan/Bloomberg via Getty Images   Por  LUSA  10/08/2026 

Donald Trump indicou, através da sua rede Truth Social, que a exigência de uma compensação será "feita firmemente" em quaisquer negociações, em resposta à autoridades iranianas, que condicionaram um acordo sobre a passagem de navios comerciais no estreito de Ormuz ao pagamento de reparações por de Washington.

"O Irão está a exigir uma indemnização pelos danos sofridos durante os cinco meses de conflito militar", escreveu o líder norte-americano, referindo que o assunto não foi discutido "em nenhuma das negociações ou reuniões".

©Fox News
Os Estados Unidos e o Irão assinaram em junho um memorando de entendimento que previa um cessar-fogo imediato na guerra iniciada em 28 de fevereiro por uma ofensiva aérea israelo-americana, e a abertura de um período de dois meses de negociações para se alcançar um acordo de paz definitivo.

As hostilidades recomeçaram entretanto e os países mediadores do Médio Oriente têm procurado devolver as partes ao diálogo, centrado no levantamento dos bloqueios do Irão ao estreito de Ormuz e dos Estados Unidos aos portos iranianos, no programa nuclear iraniano e no fim das sanções à República Islâmica, que exige igualmente reparações pela destruição causada durante os cinco meses de ataques aéreos.

O Presidente norte-americano referiu-se à reclamação de indemnizações como uma "ideia interessante", desde que recíproca.

"Da mesma forma, também exijo reparações ao Irão por todas as pessoas que mataram e feriram", declarou, incluindo "as famílias daqueles que morreram no 'USS Cole'", um navio de guerra norte-americano atingido por um ataque em 2000 no Iémen.

Donald Trump acrescentou que também devem ser pagas reparações "às famílias das centenas de milhares de manifestantes inocentes que o Irão matou nos últimos cinquenta anos, sem mencionar os 52 mil mortos nos últimos cinco meses".

Pouco depois, noutra publicação, o líder da Casa Branca afirmou que o Irão devia ser ainda responsabilizado "pelos danos e mortes causados ??no Líbano, na Síria, no Iémen e em Gaza", aludindo às atividades de grupos armados aliados de Teerão.

Estas exigências do dirigente norte-americano ameaçam ainda mais o sucesso de um acordo rápido sobre o estreito de Ormuz, que já parecia bastante improvável quando o Irão exige que Washington aceite todas as suas condições para levantar o bloqueio ao tráfego naquela via marítima, que assegurava a passagem de 20% dos bens petrolíferos mundiais antes da guerra.

Teerão defende que os Estados Unidos devem "finalmente pôr fim à guerra e à agressão" contra a República Islâmica e aliados, incluindo no Iémen e no Iraque, suspender o bloqueio aos portos iranianos, "compensar integralmente o Irão pelos danos causados" pelas hostilidades, suspender as sanções contra a economia iraniana, a par do descongelamento de ativos no estrangeiro.

No domingo, Donald Trump sugeriu que não precisava nem de uma grande ofensiva militar nem de um esforço diplomático especial, afirmando que bastava observar as dificuldades económicas do Irão.


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O Departamento de Estado norte-americano anunciou hoje ter revogado mais de 175 mil vistos a estrangeiros desde o início do segundo mandato do Presidente Donald Trump, em janeiro de 2025.

Guiné-Bissau: Ex-comandante apresenta queixa contra presidente do TMS... O ex-comandante-geral da Guarda Nacional guineense, coronel Victor Tchongo, apresentou hoje uma queixa-crime contra o presidente do Tribunal Militar Superior (TMS), general Ioba Embalo, por alegado abuso do poder e obstrução à justiça.

© Lusa   10/08/2026 

A informação está a ser transmitida nos órgãos de comunicação social guineenses, segundo a qual Victor Tchongo, atualmente detido, apresentou uma queixa-crime no Ministério Público.

O coronel acusa o general de alegados crimes de abuso de poder, prevaricação, usurpação de funções públicas e obstrução à atividade jurisdicional ao ter, supostamente segundo a acusação, ordenado que um acórdão dos juízes do TMS não fosse cumprido.

A defesa de Victor Tchongo acusa Ioba Embalo de ter emitido uma nota interna na qual instava a que um acórdão, que concederia liberdade ao coronel, não fosse notificado aos mandatários da defesa nem divulgado publicamente.

O ex-comandante da Guarda Nacional guineense cumpre pena de oito anos de prisão, decretada em junho de 2025, pelo Tribunal Militar Regional de Bissau, que o acusa de crime de sequestro.

Inicialmente, o coronel foi indiciado de crime de "comando Ilegítimo, movimento injustificado de forças, uso ilegítimo de armas de guerra, desobediência, desmando e desobediência coletiva", todas ao abrigo Código de Justiça Militar, mas durante o julgamento acabou condenado por crime de sequestro.

Victor Tchongo foi responsabilizado pelos acontecimentos de 30 de novembro e 01 de dezembro de 2023, quando soldados da Guarda Nacional retiraram à força dois membros do Governo que estavam detidos na Polícia Judiciária (PJ), acusados de alegadas práticas de corrupção.

Os dois políticos foram retirados das celas da PJ e transferidos para o quartel da Guarda Nacional em Bissau. A ação resultaria em trocas de tiros com as forças Armadas que fizeram regressar os detidos para as celas e prenderam o coronel Tchongo.

Na altura, o poder político acusou o coronel de liderar uma alegada tentativa de golpe de Estado.

De acordo com a defesa de Tchongo, no âmbito dos fundamentos da queixa-crime, o general Ioba Embalo teria impedido o cumprimento do acórdão número 02/2025 que ordenava a libertação do seu constituinte.

"Uma vez concluído, assinado e depositado, o acórdão passa a constituir um ato jurisdicional autónomo do coletivo de juízes, saindo da esfera de disponibilidade administrativa do presidente do tribunal", argumenta a defesa do coronel.

A defesa de Victor Tchongo, aponta a conduta de Ioba Embalo como "uma potencial violação" da independência dos tribunais e das garantias de defesa consagradas na Constituição do país.

SIBÉRIA: Ucrânia: Putin visita Sibéria pela terceira vez em menos de três semanas... O Presidente russo está hoje de visita à República da Buriácia, a 4.500 quilómetros a leste de Moscovo, na sua terceira viagem à Sibéria em menos de três semanas, território que permanece fora do alcance dos drones ucranianos.

© Vyacheslav PROKOFYEV / POOL / AFP via Getty Images   Por  LUSA  10/08/2026 

Segundo informou a agência oficial RIA Novosti, Vladimir Putin deverá assistir hoje a uma exposição organizada pela Universidade Estatal de Ulan-Udé, capital regional.

A Buriácia, região budista banhada pelo lago Baikal, é uma das zonas da Federação Russa que mais contribuiu com homens para a guerra na Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022.

Putin já tinha visitado, no passado dia 24 de julho, a vizinha Irkutsk, onde inspecionou uma fábrica de aviões e manteve reuniões com os dirigentes locais.

Além disso, a 03 de agosto, deslocou-se ao coração da Sibéria, a região de Krasnoyarsk, a mais de 3.300 quilómetros a leste de Moscovo.

A Ucrânia tem conseguido atingir áreas do território russo a milhares de quilómetros da linha da frente, mas a sofisticação tecnológica de Kiev no campo dos drones aumentou de forma expressiva no último ano.

Em junho passado, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou uma campanha de 40 dias para intensificar os ataques com drones em território russo.

Desde o ano passado que o Kremlin (presidência russa) reforçou significativamente a segurança do chefe de Estado, que reduziu as suas deslocações, uma vez que os drones ucranianos têm atingido alvos situados em toda a Rússia europeia e mesmo para além dos Montes Urais.

Putin viajou sozinho, desde o início do ano --- para além de Moscovo e São Petersburgo ---, para a capital tártara, Kazan, para participar na cimeira da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), e, recentemente, para Irkutsk e Krasnoyarsk.

Não se sabe se se encontra de férias na Sibéria, para onde costumava viajar há anos com o ex-ministro da Defesa Serguei Shoigu.

Devido ao cansaço causado pela guerra junto da população russa, ao bloqueio da Internet e à atual crise de combustível, a popularidade de Putin está a sofrer uma queda nas sondagens semelhante à que registou em 2018, após a aprovação de uma controversa reforma das pensões.

Em plena contagem decrescente para as eleições legislativas russas de 20 de setembro, Putin, que surge na propaganda do partido do Kremlin, o Rússia Unida, pela primeira vez desde 2007, lançou a campanha oficial em meados de julho sob o lema "Tudo pela Vitória".

Além de Putin ter sofrido uma queda de quase 20 pontos percentuais nas sondagens nos últimos meses, o partido Rússia Unida atravessa também um dos seus piores momentos.

Segundo fontes independentes, o partido no poder conta com menos de 30% das intenções de voto, devido à má situação económica e às consequências da guerra na Ucrânia, que nas últimas semanas procedeu a um aumento significativo de ataques com drones contra refinarias, desencadeando uma grave crise de combustível em todo o país, e contra armazéns de comércio eletrónico.

UCRÂNIA/RÚSSIA: Ucrânia inicia campanha para inutilizar Crimeia como base russa... Os recentes ataques na Crimeia são a primeira fase de uma campanha para inutilizar a península, anexada ilegalmente por Moscovo em 2014, como base das forças russas, afirmou hoje o comandante que lidera as operações de drones ucranianos.

© REUTERS/Alexey Pavlishak    Por LUSA   10/08/2026 

"A Crimeia enquadra-se nos principais pilares conceptuais no caminho para o fim da guerra", afirmou o major Robert "Magyar" Brovdi, em entrevista à agência norte-americana Associated Press (AP).

O comandante militar destacou que as suas forças poderão atingir sete vezes mais alvos militares na Crimeia se a ajuda financeira prometida pelos aliados ocidentais de Kiev chegar mais rapidamente.

Apesar desta limitação, a campanha de verão da Ucrânia na Crimeia já infligiu danos significativos, atingindo pontes ferroviárias, depósitos de petróleo e infraestruturas energéticas para interromper as linhas de abastecimento e "cegar" as defesas aéreas russas, enquanto os drones ucranianos sobrevoam a região.

No entanto, Brovdi disse que as suas forças estão equipadas com apenas 14% do que precisariam para realizar a campanha na Crimeia na sua plena capacidade.

Antigo gestor de um negócio internacional de comércio de cereais, Brovdi juntou-se à defesa territorial da Ucrânia como voluntário nos primeiros dias da invasão russa, em fevereiro de 2022.

Progrediu rapidamente, comandando uma das brigadas de drones mais eficazes do país antes de ser escolhido para liderar um contingente sem precedentes antes da guerra: as Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia.

"Não é que a capacidade de produção dos fabricantes ucranianos não nos permita produzir as quantidades necessárias" de drones, observou, mas "o problema banal do financiamento" que os parceiros anunciam para a Ucrânia e que chega "mais devagar" do que os planos militares de Kiev.

As suas unidades trabalham 24 horas por dia para tentar impedir que a Crimeia funcione como uma base de operações para o exército russo, segundo Brovdi, cujo nome de guerra "Magyar" faz referência às suas raízes étnicas húngaras.

Para abrir uma "janela" que permita que os drones atinjam a Crimeia sem serem abatidos em massa, as suas forças destruíram mais de 300 dispositivos de defesa aérea nos últimos meses, entre sistemas terra-ar, estações de radar e equipamento de guerra eletrónica.

Grande parte do equipamento de defesa aérea da era soviética da Rússia funciona com a rede elétrica, o que é uma das razões pelas quais a infraestrutura energética da Crimeia se tornou num alvo recorrente.

Os militares russos ficam "cegos", restando apenas metralhadoras e espingardas, relatou.

Esta tática também afetou o acesso à energia elétrica para os civis, e Brovdi afirmou à AP já ter pedido desculpas públicas duas vezes aos ucranianos que vivem na Crimeia por estas interrupções.

Onde quer que as comunicações por satélite Starlink (serviço fornecido pela SpaceX, empresa aeroespacial de Elon Musk) alcancem a Crimeia, as suas forças podem agora destruir até o alvo mais fortemente defendido, com uma média de apenas três drones, misturando munições com diferentes características e ogivas, dependendo do que está a ser atingido, prosseguiu.

Brovdi descreveu estes ataques como deliberadamente calibrados, munições diferenciadas para um pilar de uma ponte, para um camião-cisterna ou um comboio em movimento -- e insistiu que as suas forças evitam atingir infraestruturas civis.


Pelo contrário, "criar condições que tornem impossível para qualquer tipo de capacidade militar... permanecer no local tornará a Crimeia desinteressante como base militar", comentou.

O comandante militar referiu que a Ucrânia está também a trabalhar para desmantelar o papel da Crimeia como base naval, que seria um golpe para a presença da Rússia perto das fronteiras da NATO.

Os resultados iniciais da campanha não foram divulgados, segundo Brovdi.

Referiu porém que, cerca duas semanas após o início da ofensiva, no final de junho, os serviços de informação ucranianos indicaram que as autoridades russas ordenaram que todos os comandos militares e serviços de segurança se retirassem da península, juntamente com uma ordem secreta para remover ficheiros e obras de arte confidenciais

A AP não conseguiu verificar a informação de forma independente.


Leia Também: CREA: Exportações russas de derivados de petróleo caem 51%

As exportações russas de derivados de petróleo registaram em julho um mínimo histórico, situando-se nos 4,7 milhões de toneladas, uma queda homóloga de 51%, divulgou hoje o Centro de Investigação sobre Energia e Ar Limpo (CREA).

❗❗ TENSÃO NA ORDEM DE JORNALISTAS... A Ordem dos Jornalistas da Guiné-Bissau mergulhou em crise institucional. Na reunião da última sexta (7/8), a direção cessante prorrogou o próprio mandato por mais um ano, destituiu a comissão eleitoral e suspendeu a Assembleia Geral.

Por  Capital News Guiné -Bissau  10/08/2026

Jurista receia golpe institucional na Ordem dos Jornalistas

A Ordem dos Jornalistas da Guiné-Bissau mergulhou em crise institucional. Na reunião da última  sexta (8/8),a direção cessante prorrogou o próprio mandato por mais um ano, destituiu a comissão eleitoral e suspendeu a Assembleia Geral. Sem consenso sobre regras básicas, como a idade mínima para Bastonário, a organização congelou o processo democrático interno e abriu espaço para o que um jurista Fodé Mané classifica como "aproveitamento oportunista" que pode descredibilizar toda a classe.

O impasse estourou durante encontro marcado para organizar o pleito. O principal ponto de discórdia foi a idade para concorrer ao cargo máximo da Ordem. A proposta previa 35 anos como mínimo. Um grupo defendeu reduzir para 20 ou 25 anos. Outra corrente exigiu manter os 35. Sem cedência de lado nenhum, a reunião terminou em tensão.

Segundo o presidente da Mesa da Assembleia Geral, Alfredo Maria Gomes, em declarações à Rádio Capital FM, a comissão eleitoral foi destituída e os poderes regressaram à direção cessante. A justificação oficial é "reparar as eleições" adiadas e cumprir duas missões urgentes. Com isso, o atual mandato foi estendido por 12 meses.

Para o jurista Fodé Mané, a solução adotada carece de base legal. 

"Analisando bem os estatutos da Ordem dos Jornalistas, esta situação concreta não tem previsão. As normas para o fim do mandato e preparação das eleições estão claras, mas uma vez não tendo sido feitas no prazo estipulado, as coisas tornam-se complicadas, porque repor a situação seria sempre atribuir competências a quem carece de legitimidade", alerta.

Mané defende que o caminho passa por consenso entre os membros, mas critica a forma como a decisão foi imposta. 

"Aqui é necessário haver algum consenso para aceitar alguma solução consensual, mas não agir como que é uma solução correta, ou seja, tem que ser assim. O meu receio é que não haja o aproveitamento oportunista da situação para descredibilizar os jornalistas", disse.

Apesar do cenário, Alfredo Maria Gomes garantiu que vai trabalhar para viabilizar a Assembleia Geral e defendeu a participação de todos no processo.

DONALD TRUMP: Condutores de carros elétricos são "doentes" e "loucos"... Donald Trump voltou a criticar os carros elétricos, chamando recentemente os seus condutores de "doentes" e "loucos". O presidente dos Estados Unidos da América referiu-se à chamada "ansiedade de autonomia".

© Jabin Botsford/The Washington Post via Getty Images   Por   Notícias ao Minuto  10/08/2026 

No ano passado, Donald Trump acabou com os incentivos fiscais à aquisição de carros elétricos nos Estados Unidos da América, começando a desviar a eletrificação do panorama automóvel do país.

Num recente discurso em Las Vegas, transmitido pela NBC News, o presidente norte-americano começou por falar do fim do chamado "mandato elétrico": "A esquerda radical quer banir uma coisa chamada gasolina. Temos 100 anos de gasolina e é o que as pessoas preferem. Eu terminei com o mandato elétrico. Não quero falar sobre isto porque o Elon [Musk] não ficou propriamente emocionado comigo, mas tive de o fazer. Terminei porque dizia que, num período de tempo muito curto - 2030 - todos teriam de ter um carro elétrico apesar de não haver forma de o carregar".

Importa salientar que o "mandato elétrico" a que Donald Trump se referiu trata-se do conjunto de medidas da administração de Joe Biden para fomentar a adoção de veículos eletrificados - sem, no entanto, impor qualquer obrigação de comprar este tipo de automóveis.

Seguiram-se, então, as críticas aos condutores de carros elétricos, em particular por causa da ansiedade de autonomia: "Já viram os sinais de estar a conduzir um carro elétrico? Eles são doentes, é uma doença. As pessoas estão a conduzir e percebem que a bateria está a ficar com pouca carga, e começam a pensar nisso. Tem três quartos da carga, perde um bocado. Perguntam para onde estão a ir, estão a conduzir na autoestrada e veem uma estação de carregamento com uma seta de 143 km à direita. Estas pessoas são loucas".

A ansiedade de autonomia é o fenómeno de ficar apreensivo com a possível insuficiência de carga para chegar a um determinado destino, não havendo como recarregar entretanto. Mas têm vindo a surgir mais postos de carregamento (ainda que a um ritmo não uniforme). Nos EUA, ainda não há uma disponibilidade tão generalizada fora dos centros urbanos. Ainda assim, a capacidade das próprias baterias tem aumentado, permitindo percorrer mais quilómetros.

Sobre o tema, Donald Trump referiu ainda: "Eu gosto de carros elétricos, vendemos sete por cento [de carros elétricos] apesar de todos os impostos e tudo o que cedemos. Sete por cento. Mas a questão é que temos mais petróleo e gasolina do que qualquer outro país do mundo".

Presidente da República nomeia Vice-Chefe do Estado Maior das Forças Armadas

Por  Presidência da República de Cabo Verde

Sua Excelência o Presidente da República, José Maria Neves, acaba de nomear, sob proposta do Governo, o Capitão-de-Navio, Silvino Monteiro Chantre, para o cargo de Vice-Chefe do Estado Maior das Forças Armadas.

No uso da competência conferida pela alínea g) do n.º 2, do artigo 135.º da Constituição da República, o Presidente da República decreta: “É nomeado, sob proposta do Governo, o Capitão-de-Navio, Silvino Monteiro Chantre, para exercer o cargo de Vice-Chefe do Estado Maior das Forças Armadas”, lê-se no Decreto Presidencial N.º 23/2026, publicado esta manhã no Boletim Oficial.

O Decreto Presidencial, datado de 6 de agosto, entra imediatamente em vigor.