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O acesso à Casa Branca esteve bloqueado por alguns minutos, na tarde desta segunda-feira, na sequência de um tiroteio perto do local que envolveu agentes da polícia de Washington, no qual uma pessoa foi baleada.
O vice-diretor dos Serviços Secretos, Matt Quinn, afirmou que o indivíduo foi baleado após abrir fogo quando abordado pelos agentes.
Um peão foi atingido pelo suspeito, adiantou o mesmo responsável.
A comitiva do vice-presidente JD Vance passou pela zona pouco antes do tiroteio, mas não havia indícios de que fosse o alvo, referiu Quinn.
No momento do incidente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participava num evento com representantes de pequenos negócios, que prosseguiu normalmente.
Os jornalistas tiveram de ser retirados da residência oficial do presidente dos Estados Unidos após terem sido ouvidos disparos nas imediações.
"Os Serviços Secretos dos EUA acabaram de nos retirar da nossa posição de câmara no relvado norte da Casa Branca", escreveu a jornalista Megan Cassella, da CNBC, numa publicação feita nas redes sociais. "Estamos reunidos na sala de imprensa. Não temos informações sobre o que está a acontecer."
Em novembro do ano passado, a Casa Branca entrou em "lockdown" após dois integrantes da Guarda Nacional serem baleados perto do complexo presidencial. Uma das vítimas morreu, e a outra ficou gravemente ferida. O atirador foi detido.
Várias ruas próximas foram interditadas pela polícia e os Serviços Secretos recomendaram que as pessoas evitassem a zona, enquanto as equipas de emergência atendiam a ocorrência.
Quando isto acontece, ninguém pode entrar nem sair da Casa Branca sem autorização dos Serviços Secretos, força policial encarregue da proteção do presidente dos EUA.
Vito Maggiolo, porta-voz do Departamento de Bombeiros e Serviços Médicos de Emergência de Washington, disse que as equipas de emergência transportaram um homem adulto para o hospital e estavam a assistir um adolescente com ferimentos ligeiros.
A 26 de abril, um atirador tentou assassinar Trump durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, num hotel de Washington, o que levou à retirada do Presidente.
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O presidente norte-americano, Donald Trump, desvalorizou hoje os 19 projéteis lançados pelo Irão contra os Emirados Árabes Unidos (EAU), realçando que não causaram danos significativos.


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